« Fascismo nunca mais ». Opinião.

Luísa Semedo foi agredida no domingo passado em Paris por vestir uma t-shirt antifascista.

Na sua última crónica, que pode voltar a ouvir agora aqui, a presidente para a Europa do Conselho das Comunidades alerta contra a extrema-direita, que elegeu também um deputado para o Parlamento português: 

 

Tony Carreira vai estar no Lusitanos-Bastia no dia 19 de outubro no estádio de Chéron

O célebre cantor português Tony Carreira vai estar presente no próximo jogo do Lusitanos de St Maur no estádio de Chéron.

O cantor que já vendeu milhões de discos vai dar o pontapé de saída no encontro do Nationl 2 (Divisão 4) entre o Lusitanos St Maur e SC Bastia às 15h.

 

Legislativas. Há demasiada pressa em Portugal. O Governo avança, mesmo sem resultados na emigração. Falta de respeito. Opinião

Legislativas portuguesas. Há demasiada pressa a dominar a Informação, a Política e a formação do novo Governo em Portugal.

Devido à pressa, há uma grande falta de respeito pela democracia e pelo voto dos emigrantes, cujo resultado nem sequer é ainda conhecido.

Os deputados da emigração não contam para nada. 

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na antena da Alfa, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

 

Quem ganha e quem perde com a guerra comercial mundial. Opinião. Pascal de Lima

Guerra Comercial mundial beneficia a China. Taxas importantes a produtos como Airbus, vinhos, queijos… Volte a ouvir aqui a análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo. 

ONU pode ficar sem dinheiro até ao final do mês alerta António Guterres

ONU pode ficar sem dinheiro até ao final do mês alerta António Guterres

ONU pode ficar sem dinheiro até ao final do mês alerta António Guterres

Alfa/Lusa

O secretário-geral da ONU alerta que a organização internacional pode ficar sem dinheiro até ao final deste mês, afirmando que estão a ser consideradas medidas para garantir o pagamento de salários até ao final do ano.

O alerta de António Guterres consta numa carta interna enviada na segunda-feira aos funcionários da organização internacional (cerca de 37 mil pessoas trabalham para o secretariado da ONU), a que a agência noticiosa France-Presse (AFP) teve acesso.

Na missiva, citada pela AFP, o secretário-geral admite que o orçamento operacional da ONU regista, desde finais de setembro, um défice financeiro na ordem dos 230 milhões de dólares (cerca de 209 milhões de euros) e que “as últimas reservas de tesouraria podem esgotar até ao final do mês”.

Para garantir o pagamento de salários da estrutura da organização até ao final de 2019, medidas terão de ser tomadas, avança ainda o representante.

Para limitar as despesas durante o último trimestre do ano, António Guterres menciona, por exemplo, a possibilidade de adiar conferências e reuniões previstas e reduzir os serviços a serem prestados.

Também foram dadas instruções para limitar as viagens oficiais às atividades consideradas como mais essenciais, adiar a aquisição de bens e serviços e efetuar uma economia energética.

“Até à data, os Estados-membros pagaram apenas 70% do montante total necessário para as atividades inscritas no orçamento ordinário de 2019″, indica Guterres, referindo que “escreveu aos Estados-membros a 04 de outubro para lhes explicar que as atividades financiadas via orçamento ordinário estão num estado crítico”.

Segundo um responsável da ONU, citado pela AFP e que falou sob a condição de anonimato, António Guterres abordou, na primavera passada, os Estados-membros sobre a possibilidade de aumentarem as verbas canalizadas para a organização internacional, de forma a ter uma pequena margem e afastar potenciais problemas de tesouraria.

Mas, os Estados-membros recusaram, referiu a mesma fonte.

Não é a primeira vez que Guterres, que assumiu a liderança da ONU em janeiro de 2017, faz este alerta sobre a saúde financeira da organização internacional.

No verão de 2018, o secretário-geral disse, numa carta enviada aos embaixadores dos 193 países com assento na organização, que as Nações Unidas estavam perto de ficar sem dinheiro, e em causa estavam « atrasos no pagamento » das contribuições devidas pelos Estados-membros.

Nessa altura foi avançado que dos 193 países apenas 112 tinha pagado as suas contribuições atempadamente.

Guterres falava então numa « situação financeira problemática » e que os recursos financeiros da organização nunca tinham estado num nível “tão em baixo tão cedo”.

O orçamento operacional das Nações Unidas para 2018-2019, sem contar com as dotações para as missões de manutenção da paz da ONU, ronda os 5,4 mil milhões de dólares (cerca de 4,9 mil milhões de euros).

Os Estados Unidos, cuja administração liderada pelo Presidente Donald Trump tem assumido uma postura dura e crítica em relação à organização, é o principal contribuinte da ONU, assumindo 22% das contribuições.

“Em última análise, são os Estados-membros que são os responsáveis pela saúde financeira da organização”, recordou António Guterres na carta divulgada pela AFP, numa referência implícita aos países que não pagam a sua contribuição ou que se atrasam.

Costa afirma que novo Governo será “próximo” do atual mas com “ajustamentos”

Costa afirma que próximo Governo será “próximo” do atual mas com “ajustamentos”

Costa afirma que próximo Governo será “próximo” do atual mas com “ajustamentos”

Alfa/Lusa

O secretário-geral do PS afirmou ontem que o seu próximo Governo terá uma composição muito próxima do atual, mas com a introdução de ajustamentos, apontando como exemplo a já anunciada saída do ministro Vieira da Silva.

António Costa falava aos jornalistas no Palácio de Belém, após o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o ter indigitado como primeiro-ministro, depois de ouvir os dez partidos com representação parlamentar sobre a formação do novo Governo.

« Na essência, o próximo Governo será seguramente muito próximo do atual Governo, o que não quer dizer que não haja algumas alterações. Uma pelo menos é pública, porque o próprio, o ministro [do Trabalho e da Segurança Social], Vieira da Silva, já anunciou que não estava disponível para se manter em funções », respondeu o líder socialista depois de questionado sobre a composição do próximo executivo por si liderado.

Além do caso de Vieira da Silva, António Costa referiu que, « com certeza, haverá mais algum ajustamento » no seu novo Governo.

« Mas, para já para já, agora é o tempo de ouvir os partidos políticos com quem temos de trabalhado ao longo da legislatura, ou que foram agora eleitos e se enquadram no nosso espaço político », acrescentou, aqui numa alusão às restantes forças da esquerda parlamentar (Bloco, PCP, PEV e Livre) e ao PAN.

Abel Marta no Nunca é Tarde

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No próximo dia 10 de Outubro, quinta-feira , Abel Marta no “Nunca é Tarde”.

 

Abel Marta participou no  programa « The Voice » e também no programa « Les Anges 11 », a aventura musical continua e Abel vai estar em estúdio com o irmão e a viola.
A oportunidade para nos apresentar mais uns temas ao vivo.

 

Joana Vasconcelos expõe na Roche Bobois, em Paris: « A Arte de Viver »

JOANA VASCONCELOS : exposição na ROCHE BOBOIS em PARIS

de 14 a 20 de outubro

Após uma breve passagem pela cidade de Genebra, a Roche Bobois apresenta a exposição A Arte de Viver by Joana Vasconcelos em Paris, de 14 a 20 de outubro.

A marca de mobiliário francesa desafiou Joana Vasconcelos a reinterpertar alguns dos seus modelos mais icónicos, incluindo o emblemático sofá Mah Jong. O resultado é uma coleção única, em que a artista recorre aos materiais e técnicas que utiliza na sua obra para conferir uma dimensão escultórica às peças da Roche Bobois.

A coleção foi apresentada ao público pela primeira vez por ocasião da ARCO Lisboa e, depois de Genebra, viaja até Paris e, posteriormente, atravessará o Atlântico para ser mostrada e leiloada em dezembro durante a Art Basel Miami.

A coleção será apresentada nn Roche Bobois, 25 avenue de la Grande Armée, Paris 17ème.

 

Daniel da Mota, da seleção do Luxemburgo, diz que vai cantar o Hino português no jogo com Portugal

Daniel da Mota é um dos diversos lusodescendentes da seleção do Luxemburgo que vai defrontar Portugal na sexta-feira 11, em Alvalade (Lisboa), num jogo de qualificação para o Euro2020.

Em entrevista exclusiva à Alfa, o lusodescendente diz que fica contente quando marca golos pela seleção onde joga, mesmo se marca contra Portugal. Mas, curiosamente, diz que não pode deixar de cantar o Hino de Portugal.

Daniel da Mota em entrevista ao programa Tribuna Desportiva desta segunda-feira à noite/

PR ouve partidos e espera indigitar hoje primeiro-ministro. Maratona de reuniões em Belém

Maratona de reuniões em Belém. PR ouve hoje os partidos e espera receber e indigitar primeiro-ministro

PR ouve hoje os partidos e espera receber e indigitar primeiro-ministro

Alfa/Lusa

O Presidente da República vai ouvir hoje os dez partidos com representação parlamentar sobre a formação do novo Governo, nos termos da Constituição, e espera logo de seguida receber e indigitar o primeiro-ministro.

« Espero ainda amanhã [terça-feira], se for possível, em termos de tempo, depois receber em Belém o primeiro-ministro que vier a resultar em termos de indigitação da audição dos partidos », declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, na segunda-feira.

Segundo o chefe de Estado, existe « uma razão de urgência », que é a realização de « um Conselho Europeu muito importante para discutir o ‘Brexit' », na próxima semana, nos dias 17 e 18 de outubro, quinta e sexta-feira.

« Conviria que o primeiro-ministro indigitado ouvisse os partidos numa composição diferente do parlamento, portanto, já deste parlamento acabado de eleger, sobre os temas europeus, antes da tomada de posição no Conselho Europeu », considerou.

Na sequência das eleições legislativas de domingo, que os socialistas venceram sem maioria absoluta, o Presidente da República irá ouvir hoje no Palácio de Belém, em Lisboa, os partidos que elegeram deputados: PS, PSD, BE, PCP, CDS-PP, PAN, PEV, Chega, Iniciativa Liberal e Livre.

A delegação do PS que será ouvida sobre a formação do novo Governo não inclui o secretário-geral e atual primeiro-ministro, António Costa.

Os dez partidos serão ouvidos por ordem crescente de representação parlamentar, entre as 11:30 e as 20:00, com um intervalo a meio do dia para o Presidente da República participar na primeira edição do programa « Desportistas no Palácio », com a campeã olímpica da maratona Rosa Mota.

O artigo 187.ª da Constituição da República Portuguesa estabelece que « o primeiro-ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais ».

Nas eleições legislativas de domingo, com base nos resultados do território nacional, faltando ainda apurar os votos e atribuir os quatro mandatos da emigração, o PS foi o partido mais votado, com 36,65% e elegeu 106 deputados, seguindo-se o PSD, com 27,90% e 77 eleitos, e o BE, com 9,67% e 19 deputados.

A CDU foi a quarta força mais votada, com 6,46%, elegendo 12 deputados, 10 do PCP e dois do PEV. O CDS-PP obteve 4,25% e elegeu 5 deputados, mais um do que o PAN, que recolheu 3,28% dos votos.

Chega, Iniciativa Liberal e Livre conseguiram, pela primeira vez, um deputado cada um, com votações entre os 1,30% e os 1,09%.

Relativamente ao calendário da formação do novo executivo, o próprio chefe de Estado salientou, na segunda-feira, que primeiro « terá de ser publicado o conjunto de resultados eleitorais » em Diário da República, após a contagem dos votos dos círculos da Europa e de Fora da Europa.

Quando houver o apuramento geral dos resultados, então irá « reunir a Assembleia da República » na sua nova formação, dando-se início à XIV Legislatura, « e só depois é que haverá a nomeação e posse do Governo », referiu Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República prometeu « fazer tudo para que haja estabilidade », declarando-se tão empenhado nesse objetivo como esteve na anterior legislatura.

Quanto à futura solução do Governo, o chefe de Estado declarou, em setembro de 2018, que não lhe « parece essencial » haver acordo escrito, posição que confirmou em janeiro deste ano, em entrevista à Lusa: « A mim faz-me alguma impressão haver a necessidade de acordo escrito para se garantir a duração da legislatura ».

Marcelo Rebelo de Sousa distanciou-se assim do entendimento do seu antecessor, Cavaco Silva, que em 2015 exigiu ao PS certas garantias acordadas por escrito com PCP, BE e PEV para empossar o executivo minoritário de António Costa.

Em julho deste ano, o chefe de Estado manifestou, contudo, o desejo de que o resultado das legislativas permitisse que « a governação não tenha de gerir à vista da costa com acordos pontuais e o sistema não fique debilitado por falta de imprescindível alternativa ».