Minsk2019. Ouro, prata e bronze dão brilho ao dia de Portugal

Portugal conquistou hoje uma medalha de ouro – a primeira em Minsk -, uma de prata e uma de bronze nos II Jogos Europeus, aumentando para seis o seu pecúlio na capital bielorrussa, após o segundo dia de competição.

Num formato novo – e sem que os melhores atletas compitam diretamente ou sob as mesmas condições – o atletismo viu Carlos Nascimento garantir o ouro nos 100 metros, enquanto Ricardo dos Santos, Cátia Azevedo, João Coelho e Rivinilda Mentai foram bronze na estafeta 4×400 metros mista.

Fora dos favoritos às medalhas na comitiva lusa de 98 desportistas na Bielorrússia, as ginastas acrobatas Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia têm sido o expoente máximo do desempenho luso, já com três medalhas conquistadas, a de hoje de prata no combinado: já tinham o segundo lugar no exercício dinâmico e a de bronze na prova de equilíbrio.

Carlos Nascimento, que esta época já tinha corrido em 10.26, ficou a saber que era ouro em Minsk com 10.35. Num novo modelo, com quatro grupos de seis equipas a competir em horários e condições distintas, percebeu, por integrar a última ‘poule’ e saber a marca que precisaria de fazer, que tinha o melhor tempo.

Num formato que até os atletas confunde, as contas de Ricardo dos Santos, Cátia Azevedo, João Coelho e Rivinilda Mentai nos 4×400 metros mistos eram mais complicadas: tiveram conhecimento do seu bronze pouco depois de correrem em 3.19,63, longe do ouro da Ucrânia, em 3.17,31, mas próximo da prata da República Checa, em 3.19,05.

No judo, que conta como Europeu, Anri Egutidze (-81 kg) e Bárbara Timo (-70 kg) caiaram na segunda ronda, enquanto Carlos Luz (-81 kg), Jorge Fernandes e Nuno Saraiva (-73 kg) não passaram do primeiro combate.

No ténis de mesa, Marcos Freitas, Fu Yu e Jieni Shao passaram à quarta ronda, mas Tiago Apolónia foi afastado: a equipa masculina, que integra ainda João Monteiro, defenderá o ouro coletivo conquistado em Baku2015.

No ciclismo, Nélson Oliveira, esperança de Portugal na conquista de uma medalha no contrarrelógio de terça-feira, foi o melhor, em 10.º lugar, a 45 segundos do vencedor.

No pelotão, Daniel Mestre chegou em 21.º e Rafael Silva em 38.º, a 54 segundos: mais distantes, César Martingil foi 71.º, a 1.08 minutos, João Matias 92.º, a 6.32, entre os 116 ciclistas que terminaram a prova.

No tiro com pistola a 10 metros, João Costa falhou a final por uma décima – foi 10.º, igual ao nono, com 578 pontos, a um do necessário -, enquanto Joana Castelão, que estava nos primeiros lugares ao fim de quatro das seis séries de disparos, cairia para 18.º, quando passavam apenas oito.

No tiro com armas de caça, as finais ficaram ainda mais distantes, pois João Paulo Azevedo foi 27.º, em 30 competidores. Ana Rita Rodrigues foi 25.ª e Maria Barros 26.ª, entre 29 participantes.

Portugal é o 11.º entre os 31 países que já subiram ao pódio, com seis medalhas: o ouro de Carlos Nascimento nos 100 metros, a prata das ginastas acrobatas Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia em combinado e no exercício dinâmico, além do bronze na prova de equilíbrio.

Conquistaram igualmente a medalha de bronze a judoca Telma Monteiro e a estafeta mista 4×400 metros, de Ricardo dos Santos, Cátia Azevedo, João Coelho e Rivinilda Mentai.

Em Baku2015, na estreia dos Jogos Europeus, Portugal amealhou três medalhas de ouro, quatro de prata e três de bronze, pecúlio que lhe valeu o 18.º lugar entre 50 países.

Nestes II Jogos Europeus, que reúnem 4.000 atletas de 50 países em 15 desportos, Portugal compete com 98 elementos em atletismo, badminton, futebol de praia, canoagem, ciclismo (estrada, contrarrelógio e pista), ginástica (artística, trampolins, aeróbica e acrobática), judo, karaté, lutas amadoras, tiro, tiro com arco, tiro com armas de caça e ténis de mesa.

 

Alfa/Lusa.

Chico Buarque denuncia « cultura do ódio » no Brasil e quer ser residente de longa duração em França

Chico Buarque revelou ao jornal Le Monde estar a escrever novo livro e pediu visto de residência de longa duração em França

Na entrevista, o Prémio Camões 2019 fala da situação política do seu país e diz que “uma cultura do ódio” se espalhou pelo Brasil depois da chegada ao poder do Presidente Bolsonaro.

O célbre músico, autor, compositor e escritor, disse no entanto que a situação atual é diferente da que viveu em 1969, porque actualmente não está no exílio.

Chico Buarque tem casa em França desde há vários anos. pediu recentemente um visto de longa permanência em França, onde tem uma casa desde há décadas. Na entrevista  revelou que começou a escrita de um novo livro no início deste ano, muito antes de ter recebido, há poucas semanas, o Prémio Camões.

« Hoje não estou no exílio. Estou aqui, a tentar escrever, a trabalhar em Paris, o que costumo fazer quando estou a escrever.”, disse na entrevista.

Explicou também que actualmente os artistas não são bem vistos pelo governo mas não acontecem as perseguições policiais de 1969. “Contudo, as ameaças existem, não necessariamente contra os artistas, mas contra a esquerda em geral, os gays, as minorias, as mulheres. Uma cultura do ódio espalhou-se pelo Brasil de uma maneira impressionante. Este ódio é alimentado pelo novo poder, o Presidente, os que estão à sua volta, os seus filhos, os seus ministros… Eles desacreditam os artistas, que não consideram. A cultura não tem o menor valor aos seus olhos. Dito isto, continuarei a viver no Brasil, não quero viver longe do meu país”, afirmou Chico Buarque.

Um extrato da entrevista ao Le Monde:

 

Chico Buarque : « Une culture de la haine s’est répandue au Brésil »

Par  et 

Chico Buarque, 75 ans, est une légende sud-américaine. Chanteur, compositeur, dramaturge et romancier, il trône depuis un demi-siècle au pinacle de la culture brésilienne. Proche de Tom Jobim et Vinicius de Moraes, il fut, avec Gilberto Gil et Caetano Veloso, l’un des initiateurs de la musique populaire brésilienne. Figure de l’opposition à la dictature militaire (1964-1985), il a connu la censure et l’exil, en 1969, d’abord en France, puis un temps à Rome, avant de revenir à Rio de Janeiro l’année suivante.

Dans les années 1980, il milite activement au mouvement Diretas Ja, qui contribue à mettre un terme au régime dictatorial. Lumineux et tragique, drôle et réservé, il n’a de cesse de dépasser son rôle de chanteur populaire par une activité intense sur la scène sociale et culturelle de son pays.

Soutien de longue date de Luiz Inacio Lula da Silva, l’ex-président incarcéré depuis avril 2018, Chico Buarque est devenu, pendant la dernière campagne présidentielle remportée par le candidat d’extrême droite Jair Bolsonaro, le défouloir de la colère contre le Parti des travailleurs (PT) au Brésil. Installé dans son appartement de l’île Saint-Louis, à Paris, il s’en explique, avec une sincérité souvent teintée de tristesse.

Vous avez récemment fait la demande pour un visa de longue durée en France. Est-ce un nouvel exil ?

Ma situation actuelle est très différente de celle de 1969. Je ne suis pas en exil aujourd’hui. Je suis ici, en train d’écrire, de travailler à Paris, comme je le fais quand j’écris normalement. Simplement ici, à Paris, je suis plus tranquille. J’ai plus de temps par exemple pour me concentrer sur l’écriture de ce livre que j’ai commencé au début de cette année.

Au Brésil, en 1969, il y avait un régime militaire au pouvoir, une persécution concrète et directe des artistes.

Aujourd’hui, les artistes et les acteurs de la culture au Brésil ne sont ni bienvenus ni bien vus par le gouvernement, mais il n’y a pas de persécutions policières comme en 1969. Toutefois, des menaces existent, pas forcément contre les artistes, mais contre la gauche en général, les gays, les minorités, les femmes.

Une culture de la haine s’est répandue au Brésil de manière impressionnante. Cette haine est alimentée par le nouveau pouvoir, le président, son entourage, ses fils, ses ministres… Ils discréditent les artistes, qu’ils considèrent comme étant des bons à rien. La culture n’a pas la moindre valeur à leurs yeux. Cela étant dit, je veux continuer à vivre au Brésil, je ne veux pas vivre loin de mon pays.

 

Hoje. Paris. Apéro européen – Le Portugal vous invite

Photo de Projet Include.

2ème édition – Apéro européen – Le Portugal vous invite !

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Minsk2019. Telma Monteiro soma terceira medalha lusa e a sua 13.ª em Europeus

Minsk2019, JUDO: Telma Monteiro soma terceira medalha lusa e a sua 13.ª em Europeus

Minsk2019: Telma Monteiro soma terceira medalha lusa e a sua 13.ª em Europeus

Alfa/Lusa
A judoca Telma Monteiro deu hoje a terceira medalha a Portugal nos II Jogos Europeus, ao bater a holandesa Sanne Verhagen num dos combates do bronze da categoria de -57kg, mantendo o pleno de pódios em Europeus.

Em Minsk, a judoca lusa, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio2016, somou, aos 33 anos, a 13.ª medalha em outras tantas participações na principal competição continental, já que, no judo, os Jogos Europeus valem como campeonato da Europa.

A judoca do Benfica soma cinco medalhas de ouro (2006, 2007, 2009, 2012 e 2015), a última coincidente com a primeira edição dos Jogos Europeus, em Baku, uma de prata (2011) e agora sete de bronze (2004, 2005, 2010, 2013, 2014, 2018 e 2019).

No seu currículo, Telma Monteiro, que bateu Verhagen por ‘waza-ari’, conta ainda cinco medalhas em campeonatos do Mundo, quatro de prata (2007, 2009, 2010 e 2014) e uma de bronze (2005).

Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia tinham conquistado hoje para Portugal as duas primeiras medalhas nos II Jogos Europeus, uma de prata e outra de bronze, na ginástica acrobática.

Em Baku2015, na estreia dos Jogos Europeus, Portugal amealhou três medalhas de ouro, quatro de prata e três de bronze, pecúlio que lhe valeu o 18.º lugar entre 50 países.

Nestes II Jogos Europeus, que reúnem 4.000 atletas de 50 países em 15 desportos, Portugal compete com 98 elementos em atletismo, badminton, futebol de praia, canoagem, ciclismo (estrada, contrarrelógio e pista), ginástica (artística, trampolins, aeróbica e acrobática), judo, karaté, lutas amadoras, tiro, tiro com arco, tiro com armas de caça e ténis de mesa.

Minsk2019. Ginástica acrobática de bronze dá primeira medalha a Portugal

Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia conquistaram hoje para Portugal a primeira medalha nos II Jogos Europeus, o bronze na prova de ginástica acrobática, em Minsk.

Nas finais das provas de equilíbrio, o trio somou 28,520 pontos, ficando atrás do ouro da anfitriã Bielorrússia, com 29,520, e da prata da Bélgica, com 29,230.

Em Baku2015, na estreia dos Jogos Europeus, Portugal amealhou três medalhas de ouro, quatro de prata e três de bronze, pecúlio que lhe valeu o 18.º lugar entre 50 países.

Nestes II Jogos Europeus, que reúnem 4.000 atletas de 50 países em 15 desportos, Portugal compete com 98 elementos em atletismo, badminton, futebol de praia, canoagem, ciclismo (estrada, contrarrelógio e pista), ginástica (artística, trampolins, aeróbica e acrobática), judo, karaté, lutas amadoras, tiro, tiro com arco, tiro com armas de caça e ténis de mesa.

Alfa/Lusa.

Três mortos em incêndio num prédio no centro de Paris

Três pessoas morreram e uma ficou gravemente ferida num incêndio que deflagrou hoje de manhã num prédio de andares no centro de Paris (7, rue de Nemours, 75011), revelou fonte local dos bombeiros.

Outras 27 pessoas foram também assistidas, intoxicadas pelo fumo do incêndio que começou esta madrugada num imóvel no centro de Paris, segundo a mesma fonte.

Forte vaga de calor preocupa a França

Uma forte vaga de calor vai atingir a França desde este domingo, 23.

As temperaturas poderão ultrapassar 40º  em certas zonas do país.

A partir de segunda-feira, as tenperaturas atingirão entre 35º e 40º, segundo informa Météo-France.

Os dias mais quentes deverão chegar a meio da semana com 39º em Paris e 40º em Lyon.

Tome as suas precauções.

Miguel Duarte salvou refugiados no Mediterrâneo. É crime?

O incrîvel caso do português Miguel Duarte que é julgado em Itàlia por ter ajudado refugiados no Mediterrâneo. Volte a ouviur aqui  a última crónica de Daniel Ribeiro, diretor de antena da Rádio Alfa: 

Património Mundial. Unesco avalia Palácio de Mafra e Bom Jesus, de Braga

O Palácio Nacional de Mafra e o Santuário do Bom Jesus, em Braga, estão entre os 36 locais candidatos à classificação de Património Mundial da UNESCO, que o comité da organização analisa na reunião iniciada, hoje, dia 30, no Azerbaijão.

UNESCO analisa candidaturas do Palácio de Mafra e do Bom Jesus a Património Mundial

Alfa/Lusa
O Palácio Nacional de Mafra e o Santuário do Bom Jesus, em Braga, estão entre os 36 locais candidatos à classificação de Património Mundial da UNESCO, que o comité da organização irá analisar a partir de joe, no Azerbaijão.

Os dois monumentos portugueses fazem parte “das 36 indicações para inscrição na Lista do Património Mundial”, reveladas hoje pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que irão ser avaliadas a partir de 05 de julho, no âmbito da 43.ª Sessão do comité do património, a decorrer em Baku, no Azerbaijão, de 30 de junho a 10 de julho.

Mandado construir por D. João V, o Palácio Nacional de Mafra é um conjunto arquitetónico barroco formado por um Paço Real, uma Basílica e um Convento.

Possui importantes coleções de escultura italiana, de pintura italiana e portuguesa, uma biblioteca única, bem como dois carrilhões, seis órgãos históricos e um hospital do século XVIII.

Foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e foi um dos finalistas da iniciativa Sete Maravilhas de Portugal, em 2007.

O Santuário do Bom Jesus do Monte (também conhecido como Santuário do Bom Jesus de Braga) é um conjunto arquitetónico paisagístico integrado por uma igreja, um escadório, onde se desenvolve a Via Sacra do Bom Jesus, uma área de mata e um funicular.

Está classificado desde 1970 como Imóvel de Interesse Público e hoje mesmo foi publicada em Diário da República a proposta de ampliação da classificação do Santuário, de forma a integrar os terrenos da Confraria do Bom Jesus do Monte e o Elevador do Bom Jesus, assim como « a reclassificação como conjunto de interesse nacional/monumento nacional ».

Os dois conjuntos portugueses estão nomeados no âmbito dos sítios de património cultural, juntamente com outros 26 locais, entre os quais a região da Babilónia, no Iraque, a cidade submersa de Port Royal, na Jamaica, e a antiga metalúrgica do Burkina Faso.

Os Montes de Dilúvio (Bahrein), a cidade de Jaipur, Rajastão (Índia) e as ruínas arqueológicas da cidade de Liangzhu (China), são outros dos locais propostos para a inscrição na lista do património, juntamente com monumentos de países como a Austrália, Indonésia, Japão, República Popular Democrática do Laos, Myanmar, República da Coreia, Áustria, Alemanha, Hungria, Eslováquia, Canadá, República Checa, Polónia, Espanha, Reino Unido, Azerbaijão, Itália, Estados Unidos da América e Panamá.

No que toca ao património natural a UNESCO vai analisar seis sítios: os santuários de Aves Migratórias ao longo da Costa do Mar Amarelo (Golfo da China), as Florestas Hircanianas (República Islâmica do Irão), o Complexo Florestal de Kaeng Krachan (Tailândia), as Terras e Mares Austrais Franceses (França), os Alpes do Mediterrâneo (França, Itália e Mónaco) o Parque Nacional Vatnajökull (Islândia).

O Património Natural e Cultural da região de Ohrid (Albânia) e a Cultura e Biodiversidade de Paraty (Brasil), candidatos a inscrição como património misto, completam a lista dos 36 locais que o Comité do Património Mundial vai examinar, durante a sua 43.ª sessão.

Na sessão, que decorrerá sob a presidência de Abulfas Garayev, ministro da Cultura do Azerbaijão, serão ainda avaliados os locais a inscrever na lista do património mundial considerado “em perigo” e os que se propõem retirar dessa mesma lista, como o Local de nascimento de Jesus: Igreja da Natividade e Rota da Peregrinação, Belém, na Palestina, e Salitre Humberstone e Santa Laura, no Chile.

A Lista do Património Mundial da UNESCO integra atualmente 1.092 sítios em 167 países.

Portugal conta com 15 locais classificados em território nacional, havendo ainda 11 que constituem património mundial de origem portuguesa no mundo.

O Centro Histórico de Angra do Heroísmo, o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, em Lisboa, num conjunto de proximidade, o Mosteiro da Batalha e o Convento de Cristo, em Tomar, foram os primeiros classificados, em 1983.

Mais tarde, foram o Centro Histórico de Évora (1986), o Mosteiro de Alcobaça (1989), a Paisagem Cultural de Sintra (1995), o Centro Histórico do Porto (1996), a Arte Rupestre do Vale do Côa (1998), a Floresta Laurissilva da Madeira (1999), o Centro Histórico de Guimarães (2001), o Alto Douro Vinhateiro (2001), a Paisagem da Cultura da Vinha da ilha do Pico (2004), a Cidade-Quartel de Elvas e suas Fortificações (2012) e a Alta e Sofia da Universidade de Coimbra (2013).

A UNESCO adotou, em 1972, a Convenção do Património Mundial, Cultural e Natural, com o objetivo de “proteger os bens patrimoniais dotados de um valor universal excecional”, tendo sido criados, quatro anos mais tarde, o Comité do Património Mundial e o Fundo do Património Mundial.

PINK FLOYD. GUITARRA DE EX-VOCALISTA BATE RECORDE DO MUNDO EM LEILÃO

Uma Fender Stratocaster, usada por David Gilmour na composição de vários êxitos dos Pink Floyd, tornou-se a guitarra mais cara alguma vez vendida em leilão.

 

 

O instrumento foi arrematado por mais de 3,5 milhões de euros no leilão realizado pela Christie’s, em Nova Iorque (EUA).

A guitarra, que foi usada em canções como ‘Comfortably Numb’ ou ‘Money’, foi uma das muitas que o ex-guitarrista/vocalista dos Pink Floyd decidiu levar a leilão, com todos os lucros (19 milhões de euros) a reverterem para instituições de caridade.

 

 

Em maio, Gilmour, 73 anos, justificava, deste modo, a decisão de colocar os instrumentos em leilão.

«Estas guitarras serviram-me bem. Deram-me canções e melodias, mas pensei que seria bom para elas seguir em frente e criar música nova com outras pessoas», disse, então.