Bernardo Silva entre os nomeados para futebolista da época em Inglaterra

O internacional português Bernardo Silva, avançado do Manchester City, está entre os seis nomeados para o prémio de melhor jogador da época 2018/19 em Inglaterra, divulgados hoje pela Associação de Futebolistas Profissionais.

Bernardo Silva tem a concorrência do argentino Sergio Aguero e Raheem Sterling, avançados e colegas de equipa no Manchester City, de dois jogadores do Liverpool, o defesa holandês Virgil van Dijk e o avançado senegalês Sadio Mane, bem como do belga Eden Hazard, avançado do Chelsea.

O Manchester City, campeão em título e atual segundo classificado no campeonato, é clube mais representado, com três jogadores entre os nomeados, seguido do Liverpool, líder da Premier League, com dois pontos de vantagem sobre os ‘citizens’, o que reflete o desempenho dos dois clubes nesta temporada.

Bernardo Silva e Sterling, ambos de 24 anos,integram ainda a lista de nomeados para jovem jogador da época, para a qual foram também escolhidos Trent Alexander-Arnold (Liverpool), Declan Rice (West Ham), David Brooks (Bournemouth) e Marcus Rashford (Manchester United).

Alfa/Lusa.

Paços de Ferreira vence Académico de Viseu e garante subida à I Liga

O Paços de Ferreira tornou-se hoje o primeiro clube promovido ao primeiro escalão do futebol português na época 2018/19, ao vencer por 2-1 na receção ao Académico de Viseu, reforçando a liderança da II Liga, na 30ª jornada.

Os golos do brasileiro Douglas Tanque, aos 19 minutos, e do ganês Paul Ayongo, aos 80, aos quais o Académico de Viseu apenas respondeu com o tento solitário de João Mário, aos 37, permitiram ao Paços de Ferreira festejar antecipadamente o regresso ao convívio dos ‘grandes’, pela mão do treinador Vítor Oliveira – que conseguiu a proeza pela 11.ª vez na carreira -, um ano após ter sido despromovido.

A equipa pacense totaliza 64 pontos, suficientes para lhe garantir a subida à I Liga, independentemente dos resultados obtidos até ao fim da prova por Famalicão, segundo classificado, com 57, e Académica, quinta, com 49, ambos com menos um jogo e as únicas equipas com capacidade para serem promovidas que poderão igualar os ‘castores’.

O Estoril Praia é o terceiro posicionado, com 51, mas tem o mesmo número de encontros e já não conseguirá atingir os 64 pontos do Paços de Ferreira nas quatro jornadas que restam, enquanto o Benfica B, que ocupa o quarto lugar, com 50, não pode ser promovido ao primeiro escalão.

Alfa/Lusa.

Mais um sábado de manifestações com confrontos em Paris

Mais um sábado de manifestações com incidentes graves em Paris. As zonas dos Campos Elísios, do Palácio da Presidência da República, dos principais ministérios, da Assembleia Nacional e de Notre-Dame estão protegidas. Mas rebentaram incidentes desde o fim da manhã entre as praças da Bastilha e da República.

Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro (adaptação)

Diversas cidades francesas voltam a viver mais um sábado sob alta tensão. É o 23º sábado consecutivo de manifestações dos “coletes amarelos”.

“Isto nunca mais acaba?”, pergunta, exasperada, a empregada do café L’Arsenal de la Bastille, numa das esquinas da praça, onde começa o Boulevard Bourdon.

O movimento de revolta contra o Presidente Emmanuel Macron dura há mais de cinco meses e, neste sábado, a mobilização parecia reunir alguns milhares de pessoas espalhadas por diversas ruas entre as praças da Bastilha e da República.

Os manifestantes continuam a pedir a demissão Emmanuel Macron – que deverá falar ao país sobre esta crise na próxima quinta-feira (tinha previsto uma comunicação para anteriormente, mas adiou-a devido ao incêndio na Catedral de Notre-Dame).

Os incidentes, com incêndios de mobiliário urbano, bombas lacrimogéneas e confrontos com agentes da polícia (atacados com pedras e outros objetos) são esporádicos, mas já duram desde o fim da manhã e atingem diversas zonas do centro de Paris – Bastilha, Richard Lenoir, Saint-Ambroise, boulevard Voltaire e praça da República.

Portugueses. Pode faltar o pão, mas o carro não. Opinião. Ricardo Figueira

Pode faltar o pão, mas o carro – e a gasolina e o gasóleo – é que não. Uma greve em Portugal que pôs o país quase em transe. Volte a ouvir aqui a crónica do jornalista Ricardo Figueira, da Euronewz, que está por estes dias de férias em Portugal:

ATO 23 dos »coletes amarelos ». « Há manifestações e eu estarei lá », diz Jérôme Rodrigues à Alfa

Novo sábado de manifestações dos « coletes amarelos » em Paris, o 23º consecutivo do movimento.

Divsas zonas da cidade fraom fechadas à circulação e  manifestações foram proibidas em diversas zonas da capital.

As autoridades tentaram demover os manifestantes em nome da « unidade nacional », depois do incêndio na Notre-Dame de Paris.

Governo teme distúrbiós.

« Claro que há manifestações e eu vou estar lá », disse à Rádio Alfa, Jérôme Rodrigues, um « colete » luso-francês que perdeu o olho direito durante uma manifestação na praça da Bastilha, em Paris.

O Presidente Emmanuel Macron deverá falar ao país na próxima quinta-feira para tentar por fim a esta crise que já dura há mais de cinco meses.

Neste sábado decorrem manifestações em Paris e um pouco por todas as principais cidades.

Desertores, refratários portugueses e Salazar no programa « Passagem de Nível « 

« Passagem de nível » na Rádio Alfa    

 Um programa de Artur Silva – Domingo, 21 de Abril 2019, entre as 12h00 e as 13h30

 Principal destaque:

Memória:

-Desertores e refratários do exército colonial português em França 1961-1975;  além da exposição na Casa de Portugal, em Paris, até ao dia 5 Maio, estão previstas várias iniciativas

Convidados do programa: Hugo dos Santos, Associação Memória Vida, Fernando Cardoso, Presidente da Associação dos Exilados Políticos Portugueses (AEP61-74) e Vitor Pereira, Historiador

Livro: Pétain, Salazar, de Gaulle – affinités, ambiguïtés, illusions (1940-1944) de Patrick Gautrat, antigo Embaixador da França em Portugal, Éditions Chandeigne

Outro tema de atualidade:

Bloco de Esquerda, reunião dos núcleos da Europa em Paris, no dia 27 de Abril

Convidada: Cristina Semblano, Coordenadora do Bloco de Esquerda em França

Um programe de Artur Silva

Europeias. Pedro Marques e o PS têm um problema com as mesas de voto em França. Opinião, por Carlos Pereira

Eleições europeias sem mesas de voto na provîncia. Uma crîtica ao PS e ao seu cabeça de lista, Pedro Marques. Volte a ouvir aqui a última crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal:

Advogado que pôs Portugal em pânico, sem gasolina, é muito conhecido em França

Quem é o advogado que anda de Maserati e que dirige os camionistas que puseram Portugal sem gasolina – o Diário de Notícias escreve e responde. Tem muitas ligações a França, onde até já foi « português de valor » e esteve ligado à Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, assegura o DN. Leia aqui o que escreveu este jornal sobre o advogado Pedro Pardal Henriques que anda num Maserati preto, num texto assinado por Catarina Carvalho e por Fernanda Câncio:

O país descobriu-o como vice-presidente do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas. Mas Pedro Pardal Henriques é advogado. E dele há más memórias em França e referências pouco claras em Portugal. Retrato de um desconhecido trazido à ribalta pelo protesto que parou Portugal.

É advogado. Não é camionista. Mas é vice-presidente de um sindicato de motoristas de camiões. Pedro Pardal Henriques tem sido, aliás, a cara do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas reivindicando, aos microfones e nas tvs, aumentos de salários e melhorias de condições de trabalho. Uma figura desconhecida, num sindicato desconhecido, legalizado há três meses, em janeiro de 2019. Um homem relativamente diferente dos que conduzem camiões, fato de escritório debaixo do colete laranja. Trouxe-o para a ribalta o êxito do protesto que provocou pânico nos portugueses sem combustível para ir à terra nas férias da Páscoa.

E, no entanto, poucos levantaram um sobrolho quando o seu nome era anunciado como advogado e vice-presidente de um sindicato que não tinha nada a ver com advocacia. Nem quando chegou aos protestos, a Aveiras, num Maserati preto. Mas houve quem tivesse levantado, não apenas um sobrolho, mas dois, de espanto, ao ver Pedro Pardal Henriques em todas as televisões. Os que o conheciam das suas outras vidas, enquanto advogado, enquanto homem de negócios, enquanto membro da Câmara do Comércio e Indústria Franco Portuguesa. E que não tinham dele a melhor das memórias.

« Trabalho com tudo o que está ligado aos negócios. » Esta citação é a uma das primeiras referências que aparece a quem faz uma busca sobre Pedro Pardal Henriques. Disse-o enquanto « português de valor de 2018 », um prémio da Lusopress, um projeto de media sediado em Paris e dirigido aos emigrantes portugueses. No pequeno perfil publicado a propósito daquele prémio, é descrito como tendo nascido em 1978, em Alpiarça, « ligado desde sempre à comunidade portuguesa, principalmente à que vive em França », e que « vive entre Portugal e França. » Nenhuma referência a camiões cisterna ou à atividade sindical.

Queixas em França

Os que o conhecem de França foram os mais surpreendidos com as recentes aparições televisivas. Terá sido na comunidade portuguesa da Côte d »Azur que Pardal Henriques deixou memória negativa e muitas queixas. Ninguém consegue traçar muito bem o início de toda a história, mas Pardal Henriques ter-se-á aproximado, enquanto advogado, da sucursal da Câmara de Comércio e Indústria Franco Portuguesa na região de Provence-Alpes-Côte d’Azur, uma entidade reconhecida pela Rede das Câmaras de Comércio para ajudar portugueses a investir em França.

A relação tornou-se foi tão forte que o advogado acabou por entrar nos órgãos dirigentes – ainda hoje tem a fotografia na página, como administrador. Isso significava que quando era preciso algum trabalho de advocacia, os seus préstimos eram os usados. Depois dessa aproximação, garante um dos membros da Câmara de Comércio, « utilizou isto tudo, para se aproximar das autoridades, dos artistas, dos empresários importantes« .

Foi então que começaram os problemas. Como advogado, terá falhado compromissos, jurídicos e de negócios. Não terá feito serviços para os quais foi pago. É conhecido o caso de um trabalho de contabilidade e fiscalidade para uma empresa de construção que se queria instalar em Portugal. « Não fez nada », conta o queixoso, que teve de contratar outra empresa, depois de ter pago a Pardal Henriques uma avença mensal. Haverá, também, outras queixas relacionadas com problemas de propriedades em Portugal – nomeadamente valores que lhe terão sido entregues para determinados serviços e não terão sido aplicados. As vítimas serão tanto franceses como portugueses em França.

« Ele foi mau para Portugal, prejudicou a nossa imagem, que é uma imagem bonita aqui, é um problema para o país e o país não precisa de problemas », diz um membro da comunidade, com palavras que soam mais fortes por serem ditas por um emigrante. Foi por intermédio destas ligações na comunidade portuguesa do sul de França que Pardal Henriques ganhou a tal distinção de « português de valor 2018 » que lhe permitiu um contacto com « muitas pessoas importantes e autoridades », nomeadamente o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, com quem tirou uma fotografia que usa amiúde – até no vídeo de apresentação da sua empresa de advocacia (ver vídeo em baixo).

Porquê a camionagem?

Há uma pergunta que fica por responder: porquê a ligação aos motoristas de substâncias perigosas? No Linkedin de Pedro Pardal Henriques não surge ainda menção à camionagem e ao sindicato que o colocou nas TV e nos jornais ou à Associação Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas que deu origem ao sindicato, fundada em 2017 e da qual era já secretário da mesa da Assembleia Geral.

O que ali está é o nome da sua nova sociedade de advogados – International Lawyers Associated. Tem sede em Lisboa, na Avenida Visconde de Valmor – a anterior tinha sido criada no Porto, onde ele tirou advocacia, em 2014, já com 36 anos, segundo a sua página, pública, no Facebook. « Agora que se aproxima o último dia de aulas », escreve a 2 de junho de 2014, « queria agradecer aos meus professores da faculdade de direito da Universidade Lusófona do Porto pela paciência que tiveram para me ensinar. » No Linkedin, porém, afiança ter concluído a licenciatura em 2010 e estabelece o início da atividade como advogado nesse ano, embora no site da Ordem dos Advogados surja como detendo cédula profissional (com o número 57078P) apenas desde junho de 2017. Segundo documentos da Ordem, terá feito o estágio no Porto em 2015.

Na empresa de advocacia apresenta-se como « fundador » e « responsável pela área do Direito dos Negócios, que inclui o Direito Fiscal, Financeiro, Comercial, do Investimento e dos Investidores, a nível nacional e internacional, quer nos Países da Língua Oficial Portuguesa, com especial destaque para Brasil e Cabo-Verde, quer nos países francófonos, com especial destaque para a França onde exerce funções de administrador da Câmara do Comércio e Indústria Franco Portuguesa na zona de Provence des Alpes et Côte d »Azur. »

Este pendor internacional está presente, também, nos vídeos que publica no You Tube a apresentar a empresa. « Temos mais de 125 parceiros espalhados por 24 países no mundo, seremos provavelmente o maior escritório de advogados em Portugal no âmbito internacional », garante o advogado num dos vídeos. Uma das especialidades da sociedade, certifica, é ajudar estrangeiros a obter Vistos Gold ou Golden Visa e a legalizarem-se em Portugal.

O escritório de Pedro Pardal Henriques tem a mesma morada da sede do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas, nas Avenidas Novas, em Lisboa. O número de telefone fixo é o mesmo. Aliás, quando se liga para o número do Sindicato, quem atende responde « Sociedade de Advogados ». Depois, explica que é o « apoio jurídico » do sindicato e encaminha a chamada para o Dr. Pedro Henriques. O Sindicato tem uma outra morada, da delegação centro, em Aveiras de Cima.

Um currículo, o de Pardal Henriques, que não se esperaria encontrar num vice-presidente de um sindicato de camionistas. E uma situação que o advogado Garcia Pereira, especialista em Direito do Trabalho, considera « muito incomum ». E explica: « De um modo geral a capacidade eleitoral passiva – ou seja, quem pode ser eleito – é recrutada dentro da capacidade eleitoral ativa. Normalmente é assim, e a capacidade eleitoral ativa e passiva, definida nos estatutos, é a dos trabalhadores representados pelo sindicato. »

A face do novo sindicalismo, fora das centrais sindicais, fora dos partidos, independente? O ex presidente da CGTP e especialista em matéria sindical Manuel Carvalho da Silva manifesta perplexidade com a situação do advogado líder de um sindicato de camionistas. « É fora do comum, sim. Antigamente, em particular antes do 25 de abril, por uma questão de eficácia, havia pessoas que eram secretárias-gerais dos sindicatos que não eram da atividade. Mas depois do 25 de abril não conheço casos destes. Pode ter havido algum discretamente, mas não de forma tão patente. » E reflete: « Podia acontecer ser um sindicato já estruturado e ter lá um advogado muito ativo no terreno e os dirigentes terem criado uma exceção para ele. Mas ele surge como criador do projeto, desde o início. »

Nos estatutos do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas, a situação está defendida. As regras dizem que podem « fazer parte da Associação Sindical as pessoas » que « exerçam a atividade de motorista de matérias perigosas », ou « tenham exercido a atividade de motorista de matérias perigosas, e que pela prática de atos relevantes, contribuam para o prestígio e desenvolvimento da Associação » e « desenvolvam atividades de interesse ou interligadas com os objetivos e fins da Associação ».

Outras atividades

Pedro Pardal Henriques não começou na advocacia. A sua anterior atividade foi na empresa Bornscore, « certificada para a prestação de serviços de medicina do trabalho », sediada em Vila Nova de Gaia e da qual, no seu Facebook, se apresenta em 2010 como « diretor ». O que bate certo com o facto de no perfil da Lusopress se dizer que Pedro Pardal Henriques, enquanto « estudante e jovem empreendedor » constituiu « empresas no ramo da saúde ocupacional ». Comenta o próprio: « Foi uma mais-valia porque não tive um percurso normal de um estudante de Direito. »

Pedro Pardal Henriques é também sócio do Sporting, condição na qual pediu a Paulo Afonso Ramos para escrever no seu blogue Banco de Suplentes, onde também escrevia Bruno de Carvalho.

Houve outro lugar onde a presença de Pedro Pardal Henriques nas televisões causou surpresa: na rede de networking de empresários de que faz parte, a Business Network International, BNI. Nenhum dos outros membros do seu grupo no BNI o conhecia como « próximo de camionistas ». Aliás, os seus colegas do grupo que se chama « Acreditar », conhecem-no como um advogado de sucesso e de negócios, os suficientes para chegar sempre aos encontros com o seu « carrão », como dizem, o tal Maserati preto que, soube o DN, é alugado a uma empresa de leasing.

O DN contactou várias vezes Pedro Pardal Henriques – que acabou por não devolver a chamada.

(Leia mais no DN, com mais fotos e vídeo) 

Benfica perde em Frankfurt e é eliminado nos quartos de final da Liga Europa

O Benfica foi hoje eliminado nos quartos de final da Liga Europa de futebol, ao perder em casa do Eintracht Frankfurt, por 2-0, na segunda mão, depois de ter vencido em casa por 4-2.

Kostic, aos 36 minutos, e Rode, aos 67, marcaram os golos do conjunto alemão, que beneficiou dos dois golos marcados no Estádio da Luz, em Lisboa.

Nas meias-finais, o Eintracht Frankfurt vai jogar com o Chelsea, que eliminou o Slavia de Praga. A primeira mão terá lugar na Alemanha.

A outra meia-final colocará frente a frente Arsenal e Valência, de Gonçalo Guedes. O primeiro jogo disputa-se em Londres.

Os jogos estão marcados para os dias 2 e 9 de maio.

Alfa/Lusa.

Humanidade e Eternidade. Opinião, por Luísa Semedo

Volte a ouvir aqui a última crónica de Luísa Semedo, presidente para a Europa do Conselho das Comunidades, sobre o incêndio na Notre-Dame: