Ayrton Senna – O « mago » da Fórmula 1 morreu há 25 anos

Na quarta-feira, dia 01 de maio, cumprem-se 25 anos desde a morte do piloto brasileiro Ayrton Senna, num fim de semana ‘negro’ para o automobilismo mundial e que ‘mudou’ a forma como Portugal via a Fórmula 1.

O Grande Prémio de São Marino de 1994 marcou para sempre o automobilismo mundial. « Num único fim de semana, perderam-se dois pilotos. Foram dias muito difíceis para todos », recordou, em declarações à Agência Lusa, o português Pedro Lamy, que participou nessa prova do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 aos comandos de um Lotus-Mugen Honda.

« Aconteceu de tudo. Diversos acidentes em pista, nas boxes. Parece que Deus se pronunciou nesse fim de semana para avisar que era preciso mais cuidado », sublinha Lamy, 25 anos depois daquele que é considerado uns dos fins de semana ‘mais negros’ da história da F1.

Cerca de 25 horas antes do acidente de Senna já tinha morrido o austríaco Roland Ratzenberger, que, aos 31 anos, disputava o seu terceiro grande prémio, quando o seu Simtek-Ford embateu a 315 km/h contra um muro de betão na curva Villeneuve, após perder uma parte da asa dianteira.

Na sexta-feira, na primeira sessão de qualificação, o Jordan-Hart do brasileiro Rubens Barrichello descolou na Variante Baixa, a cerca de 200 km/h, embateu nas redes de proteção e capotou três vezes, deixando o piloto brasileiro inconsciente e impedido de alinhar na corrida, devido aos ferimentos sofridos, entre os quais uma fratura no nariz.

A própria corrida também começou mal, pois, na largada, Pedro Lamy não conseguiu evitar que o seu Lotus-Mugen Honda embatesse violentamente na traseira do Benetton-Ford do finlandês J.J. Lehto, que ficara parado, e a colisão lançou uma roda para as bancadas, o que provocou ferimentos em quatro pessoas.

O acidente do português ditou a entrada em pista do ‘safety car’, que controlou o ritmo do pelotão até à sexta volta, pelo que Senna realizava a sua primeira volta lançada quando se despistou.

Mais tarde, perto do final da corrida, o drama voltou a acontecer, mas desta vez nas ‘boxes’: depois de reabastecer e trocar de pneus, o italiano Michelle Alboreto preparava-se para regressar à pista, quando se soltou uma roda do seu Minardi-Ford, num incidente de que resultaram ferimentos em três mecânicos da Ferrari e num da Lotus.

O dramático Grande Prémio de São Marino de 1994 marcou uma viragem histórica na Fórmula 1, pois não só obrigou a Federação Internacional do Automóvel (FIA) a alterar de forma radical as regras de segurança, como acabou por ser o momento da sucessão entre Ayrton Senna e o alemão Michael Schumacher, vencedor dessa prova.

Pedro Lamy, que na altura tinha 22 anos, lembra um « ambiente muito pesado » nas horas seguintes.

« Só tive a confirmação da morte do Senna quando fui ao hospital, no final do dia. Já havia alguns comentários, mas ninguém queria acreditar », revela o piloto, que correu no Mundial de F1 de 1993 a 1996.

O piloto de Alenquer diz que esse fim de semana e, sobretudo, a morte de Senna « mudou a forma como se via a F1 em Portugal ».

« Passou a ser diferente. O Ayrton Senna era um piloto diferente, era apelidado de ‘Mago’. Tinha uma magia dentro dele, era o melhor. Ele próprio repetia várias vezes que tinha nascido para ser o melhor », lembra Pedro Lamy.

Senna disputou 162 grandes prémios desde a sua estreia na Fórmula 1, em 1984 com um Toleman-Hart, e ainda tem vários registos notáveis: é o quinto piloto com mais vitórias (41, a primeira delas no Estoril) e terceiro com mais ‘pole positions’ (65).

Alfa/Lusa.

Montpellier inflige quarta derrota ao PSG e entra na discussão por lugar europeu

O Montpellier infligiu a quarta derrota na I Liga francesa de futebol ao já campeão Paris Saint-Germain (PSG), ao vencer 3-2, em jogo da 34ª jornada, subindo ao quinto lugar e entrando na discussão pela Europa.

O mérito do triunfo do Montpellier é indiscutível, ao dar a volta a duas desvantagens no marcador, que abriu logo aos 12 minutos para o PSG com um autogolo do defesa camaronês Oyongo Ambroise, na tentativa de cortar um cruzamento do ataque parisiense.

Volvidos nove minutos, aos 21, foi a vez da defesa do PSG retribuir o ‘brinde’ de Oyongo, com o central Presnel Kimpembe a fazer um autogolo que repôs a igualdade, só desfeita já na segunda parte, aos 62, pelo argentino Angel Di Maria, também a aproveitar uma fífia da defesa da casa.

Mesmo a perder pela segunda vez, o Montpellier nunca ‘atirou a toalha ao chão’ e os seus esforços foram premiados ao minuto 80, quando Andy Delort restabeleceu o empate, ao marcar o segundo golo da sua equipa.

O Montpellier ainda chegaria à vitória aos 85 minutos, graças a um golo do avançado senegalês Souleymane Camara, que entrara em campo dois minutos antes a render Andy Delort, e que aproveitou mais uma fífia defensiva do PSG, desta vez protagonizada pelo médio argentino Leandro Paredes.

Pela equipa da casa alinhou o central e internacional português Pedro Mendes, que foi um dos melhores em campo.

Com esta vitória, o Montpellier subiu ao quinto lugar, com 54 pontos, a cinco do Saint-Étienne, que é quarto, com 59, que dá acesso à Liga Europa, enquanto o PSG, que renovou o título na 33.ª jornada, mantém um confortável avanço de 16 pontos sobre o Lille, segundo, e de 22 sobre o Lyon, terceiro.

Alfa/Lusa.

 

Portugal vai ter 352 praias com Bandeira Azul, mais 20 que em 2018

Portugal vai ultrapassar pela primeira vez este ano as três centenas e meia de praias (352) com Bandeira Azul, mais 20 face a 2018, sendo 317 costeiras e 35 fluviais, anunciou hoje a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

“Entraram 18 praias novas costeiras e duas fluviais. Dezassete são novas no Programa Bandeira Azul, são praias que talvez aguardassem serem qualificadas e serem designadas exatamente como praias, porque, até aqui, ainda não eram designadas como praias”, explicou a coordenadora nacional do Programa Bandeira Azul, Catarina Gonçalves, em conferência de imprensa realizada hoje em Lisboa.

Das 352 praias galardoadas com a Bandeira Azul, o Algarve, com 88 praias costeiras (89 em 2018), continua a ser a região do país com mais bandeiras azuis, apesar de a praia do Pintadinho, no concelho de Lagoa (distrito de Faro), ter perdido este ano essa distinção.

O Norte terá este ano 75 praias com Bandeira Azul, 69 das quais costeiras (mais uma face a 2018 – São Félix da Marinha, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto) e seis fluviais, uma a mais face a 2018, com a entrada da praia fluvial Parque Dr. José Gama, no concelho de Mirandela (distrito de Bragança).

A região do Tejo vai ter este ano 54 praias com Bandeira Azul, 45 costeiras e nove fluviais, mais seis em relação ao total do ano passado, com destaque para o concelho de Oeiras (distrito de Lisboa) que, pela primeira vez, apresentou candidaturas de duas praias: a de Santo Amaro e a da Torre.

A praia fluvial de Fontes, no concelho de Abrantes (distrito de Santarém), e a praia do Salgado, na Nazaré (distrito de Leiria), também vão receber este ano a Bandeira Azul, havendo ainda duas reentradas neste lote: a praia da Rainha, na Costa de Caparica, concelho de Almada (distrito de Setúbal), e de Janeiro de Baixo, no concelho da Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra).

A região Centro vai ter 28 praias costeiras com este galardão, mais quatro relativamente a 2018, com a atribuição desta distinção às praias de Cabo Mondego, de Cova Gala Hospital, da Murtinheira e da Tamargueira, todas no concelho da Figueira da Foz, no distrito de Coimbra.

O Centro do país terá 16 praias fluviais, mais uma do que em 2018, havendo a perda da Bandeira Azul da praia da Senhora da Graça, no concelho da Lousã (Coimbra), enquanto as praias de Avô, no concelho de Oliveira do Hospital (Coimbra), e de Areinho, no concelho de Ovar (Aveiro), foram este ano galardoadas com a Bandeia Azul.

O Alentejo manteve a Bandeira Azul nas mesmas quatro praias fluviais distinguidas em 2018, mas aumentou para 31 as praias costeiras (mais três face a 2018), depois de as praias de Almograve Sul, das Furnas do Mar e do Malhão Sul, todas no concelho de Odemira (Beja), receberem este ano esta distinção.

A Região Autónoma dos Açores vai ter 39 praias com Bandeira Azul, mais duas em comparação com 2018.

A praia da Ribeira dos Pelames, no concelho de Povoação (ilha de São Miguel) recebeu este ano o galardão, a que se juntam as reentradas das praias dos Salgueiros, em Angra do Heroísmo (ilha da Terceira), de Almoxarife, no concelho da Horta (ilha do Faial) e da Vinha da Areia, no concelho de Vila Franca do Campo (ilha de São Miguel).

As praias da Prainha, no concelho da Praia da Vitória (ilha Terceira), e do Barro Vermelho, no concelho de Santa Cruz da Graciosa (ilha Graciosa), perderam a Bandeira Azul atribuída no ano passado.

Quanto à Madeira, a região autónoma vai receber este ano 17 bandeiras azuis, mais três em relação ao ano passado, com a distinção da praia da Ribeira do Natal, no concelho do Machico (ilha da Madeira), e as reentradas das praias da Barreirinha, no Funchal, e da Calheta (ilha da Madeira), no concelho da Calheta.

A coordenadora nacional do Programa Bandeira Azul indicou aos jornalistas as quatro principais áreas tidas em conta na avaliação de cada praia.

« Informação e educação ambiental, que é para nós fundamental. O segundo grande grupo tem a ver com a qualidade da água balnear, o terceiro serviços e equipamentos e o quarto com segurança”, explicou Catarina Gonçalves, durante a conferência de imprensa, que decorreu na Fábrica da Água de Alcântara das Águas do Tejo e Atlântico, na Avenida de Ceuta, em Lisboa.

A Associação Bandeira Azul da Europa e as Águas de Portugal aproveitaram esta cerimónia para formalizar o protocolo de parceria que envolve os Programas Bandeira Azul, Eco-Escolas e Eco-XXI.

Taça de França. Imprensa francesa revela alvos das críticas de Neymar

O internacional brasileiro Neymar criticou a prestação dos colegas do Paris Saint-Germain, depois da derrota, nos penáltis, frente ao Rennes, na final da Taça de França.

As declarações de Neymar no final do encontro:

 

Na sequência das críticas que foram feitas, o jornal parisiense revelou que o astro brasileiro estava a dirigir-se ao guarda-redes Alphonse Areola,  de 26 anos, e ao lateral-esquerdo Presnel Kimpembe, de 23.

Neymar que antes destas declarações ainda teve tempo de agredir um adepto, que gravava os jogadores da equipa parisiense e que terá dito « vocês não jogam nada… ».

 

https://www.youtube.com/watch?v=YphgvB8VRXU

 

Som recolhido por Marco Martins.

Alfa/Le Parisien/abola

PR Marcelo diz que existe « uma empatia » ao mais alto nível político nas relações luso-chinesas

Marcelo pede aos empresários que aproveitem « empatia » ao nível político com a China

Marcelo pede aos empresários que aproveitem empatia ao nível político com a China

O chefe de Estado português afirmou hoje que existe « uma empatia » ao mais alto nível político nas relações luso-chinesas e pediu aos empresários que aproveitem este momento para « ir mais longe e ir mais depressa » nos negócios.

Marcelo Rebelo de Sousa falava na abertura de um seminário económico, em Xangai, perante empresários portugueses e chineses, no segundo dia da sua visita de Estado à República Popular da China.

« É um momento que não podemos desperdiçar. Porque há a memória de um conhecimento recíproco, uma capacidade de compreensão também singular, porque há uma confiança que se criou. E a confiança é crucial. Está criada a confiança, a todos os níveis », considerou.

Segundo o Presidente da República, nas recentes visitas recíprocas entre titulares do poder político de Portugal e da China, « entre primeiros-ministros, como desde logo entre presidentes da República, nasceu uma empatia, renovou-se uma empatia ».

« O quadro hoje é um quadro de excelência nas relações políticas institucionais. E é um quadro de excelência na empatia pessoal », reforçou.

O chefe de Estado defendeu que « isso é importante » para as empresas, argumentando que « a empatia no quadro político institucional pode facilitar ou dificultar as relações empresariais ».

Dirigindo-se aos empresários dos dois países, deixou-lhes um desafio: « É ir mais longe e ir mais depressa, porque a velocidade neste tempo é outra, e não há vazios, os vazios têm de ser preenchidos. Não podemos perder um minuto. Não podem perder um minuto na concretização dos vossos projetos ».

« Foi essa a mensagem que quis aqui trazer com a minha presença. Quis dizer que, naquilo que depende dos presidentes, nós estamos presentes: está presente o Presidente Xi, estou presente eu. Naquilo que depende dos poderes políticos, estamos presentes. Agora, a vida não se faz nem só nem sobretudo com os poderes políticos, faz-se com as pessoas, faz-se com os empresários, faz-se com aqueles que criam riqueza », acrescentou.

Os aventureiros das motos estão em Espanha !

A viagem começou no passado sábado de manhã na região de Paris e a chegada a Portugal está prevista para esta quarta-feira.

Tudo começou por ser um desafio, o de ligar França a Portugal em motorizadas de 50Cc, não por necessidade, mas sim, por verdadeiro espírito de aventura.

As Sachs, Casal e Zundapp que aguentem !

O maior receio, à partida, era o de elas não suportarem a cadência, efectivamente, os pilotos têm-se deparado com múltiplas avarias que lhes fizeram perder algum tempo.

Esta Casal, por exemplo, decidiu que a viagem era longa demais e por isso teve direito a descanso por várias centenas de quilómetros.

Segunda-feira 29 de Abril, pouco passava das 8H, deram início ao percurso do Dia 3 desta insólita viagem.

 

A famosa Casal azul teve de ser substituída pela Vespa.

Estavam a pouco mais de 50 quilómetros da fronteira com Espanha…

Duas horas depois, já pisavam terras de « nuestros hermanos ».

Esta viagem não quer muitas pressas, até porque, estas motorizadas, não estando preparadas para este tipo de aventuras , exigem paragens frequentes para o seu devido descanso.

E entretanto… posam para a foto.

Prossegue-se a viagem sob sol espanhol, condições ideais para andar de moto, mas, nem todas as « máquinas » gostam.

A Famel, preferia certamente andar à sombra…

Não podemos passar ao lado do episódio da “abelha” que vai, certamente, ficar na memória destes aventureiros.

Hélder Rodrigues, 15 anos, vai lembrar-se muitos anos do momento em que o insecto quis fazer viagem com ele acabando por deixar-lhe algumas marcas no corpo.

E… o resto do grupo em sobressalto por não saber o que estava a acontecer !

Segunda-feira, 29-04, final da tarde, Burgos.

Dava-se por concluída a etapa prevista para o Dia 3.

Se à partida eram só dois os mecânicos, agora, já quase todos percebem um pouco da matéria.

 

A famosa Casal tem de voltar a andar ou não fossem estes homens portugueses e teimosos !

Terça-feira. Dia 4. 8H.

Depois de uma noite de descanso para os pilotos e para as motos, é hora de voltar à estrada.

Penúltima etapa da viagem que começou em Massy (Ile de France), Xinzo de Limia à espera !

Boa viagem !

 

(Fotos de Dinis Pereira Amorim)

Cartoon de António provoca polémica e irrita Trump e judeus

António rejeita críticas de antissemitismo. Cartoon de António acusado de antissemitismo. NYTimes pede desculpas por o ter publicado. Expresso divulga comunicado sobre a polémica

“É uma crítica à política de Israel, que tem uma conduta criminosa na Palestina, ao arrepio da ONU, e não aos judeus”, argumenta António. A Casa Branca e várias associações judaicas norte-americanas criticaram o cartoon, acusando-o de ser antissemita. O “The New York Times” pediu desculpas publicamente

Alfa/Expresso

António, o premiado cartunista que assina o cartoon do Expresso, rejeita as críticas de antissemitismo feitas pelos leitores norte-americanos a um trabalho seu publicado a 19 de abril neste semanário e na semana passada replicado na edição internacional do « The New York Times« .

« A leitura que fiz é a de que a política de Benjamin Netanyahu, quer pela aproximação de eleições, quer por estar protegido por Donald Trump, que mudou a embaixada para Jerusalém reconhecendo a cidade como capital, e que permitiu primeiro a anexação dos Montes Golã e depois da Cisjordânia e mais anexações na Faixa de Gaza, o que significa um enterro do Acordo de Oslo, representa um aumento da violência verbal, física e política. É uma política cega que ignora os interesses dos palestinianos. E Donald Trump é um cego que vai atrás. A estrela de David [símbolo judaico] é um auxiliar de identificação de uma figura [Netanyahu] que não é muito conhecida em Portugal », explicou o cartunista ao Expresso.

cartoon em causa mostra Donald Trump cego a ser guiado por um cão guia com a cara de Benjamin Netanyahu e uma trela com a estrela de David. Tanto a Casa Branca como várias associações judaicas norte-americanas criticaram o cartoon, acusando-o de ser antissemita, obrigando o « The New York Times » a pedir desculpas publicamente. « É uma crítica à política de Israel, que tem uma conduta criminosa na Palestina, ao arrepio da ONU, e não aos judeus ». explica o colaborador do Expresso.

UM COMUNICADO DO EXPRESSO

Esclarecimento sobre o cartoon de António

Posição da direção do Expresso face às questões levantadas nacional e internacionalmente pela publicação de um cartoon de António na edição de dia 19 de abril do Expresso

Sobre as questões levantadas em torno do cartoon do colunista António publicado na edição de dia 19 de abril de 2019, o Expresso esclarece que:

1. O Expresso sempre defendeu a liberdade de expressão e de opinião, princípios dos quais não abdicamos. Ao longos de 46 anos sempre fomos independentes dos poderes políticos, económicos ou religiosos.

2. O cartoon de António é um espaço de opinião onde, neste caso, o autor reflete a sua visão da política externa dos Estados Unidos. Entendemos que o mesmo não inclui, nem propaga, qualquer mensagem antissemita.

3. Relembramos que António é um colaborador do Expresso sendo um cartoonista galardoado internacionalmente com uma vasta obra publicada.

4. O Expresso jamais permitirá a publicação de qualquer mensagem antirreligiosa, seja qual for a religião.

5. A membros da comunidade judaica e aqueles que se possam ter sentido ofendidos e face à polémica gerada, o Expresso esclarece que nunca foi intenção retratar Israel ou a religião judaica e o seus fiéis de forma menos digna.

Cláudia Azevedo, 49 anos, vai gerir negócio de 5,9 mil milhões com 53 mil funcionários em 21 países

Nome: Cláudia. Idade: 49 anos. Missão: gerir um negócio de €5,9 mil milhões com 53 mil funcionários em 21 países

A benjamim do clã Azevedo assume esta terça-feira a liderança executiva da Sonae. Fica sozinha no cargo que era ocupado até agora pelo irmão Paulo e pelo co-CEO, Ângelo Paupério <span class="creditofoto">Foto Rui Duarte Silva </span>

A benjamim do clã Azevedo assume esta terça-feira a liderança executiva da Sonae. Fica sozinha no cargo que era ocupado até agora pelo irmão Paulo e pelo co-CEO, Ângelo PaupérioFOTO RUI DUARTE SILVA

Depois de ter passado por mais de 30 cargos na administração de várias empresas do grupo Sonae, a filha do fundador, Cláudia Azevedo, uma mulher discreta, mãe de dois filhos, que gosta de Monty Python, assume a presidência do grupo, sucedendo ao irmão Paulo

(Alfa/ Para ler na totalidade no Expresso-Diário. Por  MARGARIDA CARDOSO)

Cláudia Azevedo assume esta terça-feira o comando da herança Sonae e de mais de 4% do PIB nacional, tendo ao seu lado, na administração, uma equipa de mais nove pessoas, que traz 5 caras novas e junta diferentes gerações. Neste cruzamento entre juventude e experiência, há precisamente três décadas a separar João Dolores, o membro mais novo do grupo, com os seus 38 anos, do belga Philippe Haspeslagh, de 68, especialista em empresas familiares.

Na proposta para os novos órgãos sociais da Sonae SGPS que deverá ser aprovada na Assembleia Geral da empresa, agendada para terça-feira, às 11h, a filha mais nova de Belmiro de Azevedo tem ao seu lado mais duas mulheres no conselho de administração. Sem esquecer a legislação que fixa a percentagem de mulheres em órgãos de administração e fiscalização de empresas cotadas em 20% desde 2018 e em 33% em 2020, mantém na sua equipa Margaret Lorraine Trainer e chama ao grupo Fuencisla Clemares.

(…)

A apresentação de Cláudia Azevedo como futura presidente executiva da Sonae SGPS surpreendeu o mercado em julho do ano passado e foi justificada com o facto de se adequar “de modo particular ao perfil mais recentemente assumido pelo grupo”.

A verdade é que mesmo que a sua escolha possa parecer mais ditada por razões familiares do que profissionais, a benjamim do clã Azevedo, licenciada em gestão pela Universidade Católica Portuguesa e com um MBA pelo INSEAD, já viveu metade dos seus 49 anos de vida no meio dos negócios da Sonae, apresentando no currículo mais de 30 cargos na administração de empresas do grupo, incluindo as presidências da Sonae Capital e da Sonae Investment Management. Nos últimos anos, viajou muito pelo mundo a descobrir e estudar startups.

Agora, recebe as rédeas de um grupo com um volume de negócios de 5,9 mil milhões de euros, ou 8,1 mil milhões considerando as contas agregadas, 53 mil trabalhadores em 21 países, lucros anuais de 220 milhões de euros, e um portfólio variado de negócios e marcas, da distribuição aos centros comerciais, turismo, seguros, moda, serviços financeiros, tecnologia e telecomunicações.

(…) continue a ler em Expresso – Diário)

FC Porto bate Chelsea e conquista UEFA Youth League pela primeira vez

O FC Porto tornou-se hoje na primeira equipa portuguesa a conquistar a UEFA Youth League em futebol, ao derrotar na final, disputada em Nyon, na Suíça, os ingleses do Chelsea por 3-1.

Numa ‘vingança’ da meia-final da época passada, em que os ‘dragões’ foram afastados nas meias-finais pelos ‘blues’, o FC Porto adiantou-se no marcador ainda na primeira parte por Fábio Vieira, aos 17 minutos, ainda permitiu o empate, por Daishawn Redan, aos 53, mas a resposta foi pronta e os portistas chegaram à vitória com golos de Diogo Queirós (55) e de Afonso Sousa (75).

Orientados pelo antigo defesa-esquerdo ‘azul e branco’ Mário Silva, os ‘dragões’ sucedem no palmarés ao FC Barcelona, vencedor em 2017/18, precisamente numa final frente ao Chelsea, que soma dois troféus conquistados, tal como os catalães.

Alfa/Lusa.

Detidas « várias pessoas » que preparavam ataque em França

Várias pessoas, incluindo um menor, foram detidas em França por estarem alegadamente implicadas nos preparativos de um ataque contra as forças da ordem.

« Ato violento » visava as forças de segurança. REUTERS/Yves Herman

De acordo com a Procuradoria, em Paris, que não especificou a identidade e o número total de detidos, a operação realizada na sexta-feira foi o resultado de uma investigação preliminar iniciada no passado dia 1 de fevereiro pela Direção Geral de Segurança (DGSI, serviços de informações franceses).

Os elementos disponíveis indicam que os suspeitos preparavam para « breve » um « ato violento » contra as forças de segurança francesas.

Um dos suspeitos já fora detido em 2017, quando tinha 15 anos, quando tentava integrar grupos extremistas islâmicos na Síria.

Na altura, o jovem foi condenado por terrorismo a três anos de prisão, mas encontrava-se atualmente num centro educativo do Estado que avalia o processo de integração na sociedade.

 

Alfa/JN