João Félix fala em sonho e em nervosismo por chamada à seleção portuguesa

O jogador do Benfica João Félix mostrou-se hoje contente pela primeira chamada à seleção portuguesa de futebol, mas admitiu estar nervoso por estar perto de concretizar o sonho de vestir a camisola das ‘quinas’.

 

 

“É muito boa (esta chamada à seleção), ainda por cima para representar o nosso país. Agora vou ter oportunidade de concretizar esse sonho”, disse o futebolista, de 19 anos, durante uma iniciativa promovida por uma marca desportiva, em Carnaxide.

O avançado admite que será um momento a que não está habituado, mas acredita que vai conseguir lidar com a situação: “Há um ‘nervosinho’, porque vou estar com jogadores que estamos habituados a ver na televisão, mas isso depois também passa”.

João Félix falou também da sua rápida ascensão e da preponderância que ganhou na equipa principal do Benfica, afirmando que “ainda não teve tempo para pensar”.

“Passou tudo muito rápido. Nos primeiros seis meses não joguei tanto, a partir de janeiro sim. Ainda nem parei para pensar. São estes momentos que queremos, aconteceu”, contou.

Sobre os dois adversários, Ucrânia e Sérvia, que Portugal vai defrontar com vista à qualificação para o Euro2020, o avançado ‘encarnado’ disse que espera estrear-se e que a seleção tem de vencer os dois encontros, no Estádio da Luz.

“Estando convocado, estou mais perto de me estrear. Vão ser dois jogos difíceis, contra as duas esquipas mais difíceis do grupo. Precisamos das vitórias”, considerou.

Portugal começa a defender o título europeu conquistado em 2016, em França, frente à seleção da Ucrânia, em 22 de março, no Estádio da Luz, em Lisboa, recebendo três dias depois a Sérvia, no mesmo recinto. Ambos os jogos começam às 20:45.

A seleção nacional vai disputar o Grupo B, que inclui ainda a Lituânia e o Luxemburgo.

Pela primeira vez, a fase final do Campeonato da Europa vai decorrer em 12 cidades de 12 países diferentes, com Londres a receber os jogos das meias-finais e da final.

Alfa/Lusa.

Bernardo na melhor fase da carreira, mas o melhor continua a ser Ronaldo

O médio Bernardo Silva afirmou hoje que está a fazer a melhor temporada da sua carreira no Manchester City, mas considerou que Cristiano Ronaldo continua a ser o melhor futebolista português da atualidade.

« O Cristiano é insubstituível. A seleção fica muito mais forte com ele. Sinto que sou importante, quero ser importante para a equipa e dou o meu melhor para ajudar a seleção », afirmou Bernardo Silva, em conferência de imprensa, minutos antes do primeiro treino de Portugal na Cidade do Futebol, em Oeiras.

 

 

A seleção nacional começou hoje a preparar o arranque da qualificação para Euro2020, em que recebe Ucrânia e Sérvia nas primeiras duas jornadas do grupo B.

Sobre a sua temporada no Manchester City, o jogador de 24 anos assumiu que está na melhor fase da sua carreira, mas disse que tem o objetivo de melhorar ainda mais o seu jogo.

« Ainda sou novo e acho que há sempre espaço para melhorar. Quero ser bastante melhor do que sou e ganhar muito mais títulos. As coisas têm corrido otimamente bem. Sou um jogador mais completo hoje do que no dia em que cheguei ao Manchester City », referiu.

Bernardo Silva, que falhou o Euro2016 devido a lesão, e por isso não entra na lista de jogadores campeões europeus, assumiu que Portugal tem o objetivo de voltar a conquistar o troféu.

« Quando acreditamos em algo, quando acredito que é possível, estamos logo mais próximos de o conseguir. Claro que primeiro é preciso qualificar. Vamos passo a passo e o objetivo é entrar em todos os jogos para ganhar », disse o médio formado no Benfica.

O jogador do Manchester, que já leva 33 jogos e três golos pela seleção portuguesa, considerou que os próximos duelos com Ucrânia e Sérvia « são muito importantes » para a formação lusa ficar mais perto da fase final do próximo Europeu.

« São duas seleções que são candidatas, tal como Portugal, para lutar pelo apuramento. E são candidatos legítimos. Vamos jogar para ganhar e dar duas vitórias aos portugueses », concluiu.

Portugal começa a defender o título europeu conquistado em 2016, em França, frente à seleção da Ucrânia, em 22 de março, no Estádio da Luz, em Lisboa, e recebe, três dias depois, a Sérvia, no mesmo recinto, estando o início de ambos os jogos agendados para as 20:45.

A seleção nacional vai disputar o grupo B, que inclui ainda a Lituânia e o Luxemburgo.

Pela primeira vez, a fase final do Campeonato da Europa vai decorrer em 12 cidades de 12 países diferentes, com Londres a receber os jogos das meias-finais e da final.

Alfa/Lusa.

Brasileiros lideram. Pedidos de nacionalidade portuguesa dispararam 50%.

Brasileiros lideram a tabela dos que se tornam portugueses. Seguem-se os cidadãos de Cabo Verde, Ucrânia e Guiné-Bissau. Deu-se ainda um aumento de pedidos feitos por judeus sefarditas.

O número de pedidos de nacionalidade portuguesa aumentou em cerca de 50% em dois anos. Em 2016, cerca de 117.629 cidadãos estrangeiros pediram a nacionalidade portuguesa, mas em 2018 esse número passou para 176.285, ou seja, mais 59 mil. Os números foram fornecidos pelo Ministério da Justiça e revelados pelo jornal “Público”.

Segundo o jornal, a maioria dos pedidos foi feita por brasileiros. Em 2017, o Brasil liderava o top dos cinco países que mais pediram a nacionalidade portuguesa com o triplo dos pedidos em relação ao segundo país da tabela, Cabo Verde — seguia-se a Ucrânia, Angola e Guiné-Bissau. Deu-se ainda um aumento de pedidos feitos por judeus sefarditas.

O aumento da procura da nacionalidade resulta das alterações legislativas que têm vindo a ser introduzidas desde 2015 e particularmente do alargamento da nacionalidade originária aos netos de portugueses nascidos no estrangeiro. Os pedidos feitos nestas condições, passaram de 163, em 2016, para 6348, em 2018, com o Brasil a liderar novamente a tabela.

O Público escreve: « Pedidos de nacionalidade portuguesa aumentaram 50% em dois anos. As mudanças na lei que alargam a nacionalidade originária aos netos de portugueses explicam o crescimento. (…) Brasileiros lideram a tabela dos que se tornam portugueses ».

UEFA abre processo disciplinar a Cristiano Ronaldo

A UEFA abriu um processo disciplinar a Cristiano Ronaldo, por “conduta imprópria” no jogo entre a Juventus e o Atlético Madrid, que os italianos venceram com um ‘hat-trick’ do futebolista português.

Depois de perder na primeira mão em Madrid por 2-0, a ‘Juve’ garantiu em casa a passagem aos quartos de final da Liga dos Campeões, com Cristiano Ronaldo a ser decisivo, com golos aos 27, 49 e 86 minutos, o último de grande penalidade.

No final, o internacional português imitou um gesto do treinador do Atlético de Madrid, o argentino Diego Simeone, que simulou agarrar os testículos no jogo da primeira mão, depois de um dos tentos dos ‘colchoneros’.

Na ocasião, a UEFA também abriu um processo disciplinar a Simeone, que resultou apenas numa multa de 20.000 euros.

Em relação a Cristiano Ronaldo, o Comité de Ética e Disciplina da UEFA tomará uma decisão na sua próxima reunião, marcada para quinta-feira.

A Juventus, equipa em que também alinha o português João Cancelo, defrontará nos quartos de final da ‘Champions’ o Ajax, equipa que tem em Bruno Varela, emprestado pelo Benfica, o habitual suplente.

A primeira mão entre holandeses e italianos está agendada 10 de abril em Amesterdão, e a segunda em Turim, seis dias depois.

Alfa/Lusa.

Ensino do português em França. « Estamos preocupados e há diligências em curso » – Embaixador de Portugal

A discriminação da língua portuguesa na reforma do Liceu e do BAC em França preocupa Portugal e « há diligências em curso » junto das autoridades francesas, diz à Rádio Alfa o embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira.

Ouça aqui um extrato das declarações do diplomata à Alfa (a Olívia Vaz):

Ouça mais sobre esta polémica nos noticiários da Rádio Alfa.

 

Ciclone Idai mata 200 pessoas em África. Muita destruição e morte em Moçambique

Número de mortos devido à passagem do ciclone Idai por África aumentou para 200. O número de vítimas mortais aumentou em Moçambique, Zimbabué e Malaui, de acordo com dados divulgados domingo pela Organização das Nações Unidas. A cidade da Beira, em Moçambique, está parcialmente destruída.

Alfa/com agências

No Zimbabué, o número provisório de mortos ascende a 64, em Moçambique a 73 e no Malaui a 56, segundo os governos locais, citados pela agência EFE.

Os números podem ainda aumentar nos três países, onde 1,6 milhões de pessoas vivem em áreas afetadas pelo vento e chuvas fortes, de acordo com dados da UNICEF.

O ciclone atingiu a cidade da Beira, uma das maiores de Moçambique, na quinta-feira, tendo seguido depois para oeste, em direção ao Zimbabué e ao Malaui, afetando mais alguns milhares de pessoas, em particular nas zonas orientais da fronteira com Moçambique.

Casas, escolas, empresas, hospitais e esquadras ficaram destruídas. Milhares de pessoas foram afetadas pelas inundações e abandonaram os seus pertences na busca de segurança em terrenos mais elevados.

Em Moçambique, a prioridade « é resgatar as pessoas que estão por cima das árvores, por cima das casas » nas zonas alagadas que cobrem quase toda a região, disse Rita Almeida, dirigente do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), à televisão estatal.

Rita Almeida referiu que o socorro prestado pelo INGC e parceiros, como as agências das Nações Unidas, tem sido limitado devido à destruição das vias de acesso e falta de redes de comunicações.

A cidade da Beira, capital provincial de Sofala e uma das principais do país, está parcialmente destruída, continua sem eletricidade e comunicações e está desde sábado isolada por terra devido ao corte de vários troços da estrada nacional 6, alguns dos quais arrastados pelas correntes.

A via é a espinha dorsal do centro de Moçambique e liga o porto da Beira aos países do centro da África Austral, nomeadamente ao Zimbábue.

A ONU e os seus parceiros humanitários em Moçambique pediram um levantamento de 40,8 milhões de dólares (cerca de 36 milhões de euros), a fim de fornecer ajuda urgente a este país, embora ainda não tenha sido possível estimar com exatidão os danos causados pela passagem do ciclone.

 

Não há democracia na Coreia do Norte? É « uma opinião », diz Jerónimo de Sousa

Perante a pergunta, o secretário-geral do PCP também questionou: « O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia ». Numa entrevista ao Polígrafo, Jerónimo de Sousa evitou classificar a Coreia do Norte como « ser ou não ser » uma democracia.

Foto: MIGUEL A. LOPES

Alfa/Expresso. Por Vítor Matos

A existência ou não de uma democracia na Coreia do Norte « é uma opinião », não um facto que se possa avaliar de forma objetiva. Jerónimo de Sousa argumentou assim no repique de uma resposta durante uma entrevista ao Polígrafo publicada este domingo. Questionado sobre se o incomoda que o regime liderado pela dinastia Kim há três gerações não seja uma democracia, o secretário-geral do PCP respondeu: « Eu não fazia essa classificação de ser ou não ser ». Perante a insistência na pergunta – « porque é que tem tanta dificuldade em admitir que não há uma democracia na Coreia do Norte? » – o líder comunista respondeu com outra interrogação e um pressuposto: « O problema não é esse. O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia ».

A questão da Coreia do Norte já tinha feito correr muita tinta e polémica em 2003, quando Bernardino Soares – então líder parlamentar do PCP e hoje presidente da câmara de Loures – manteve o mesmo tipo de ambiguidades: « Tenho dúvidas de que a Coreia do Norte não seja uma democracia », disse há 16 anos o dirigente comunista numa entrevista ao Diário de Notícias, tendo pedido depois para a mesma não ser publicada (o que o jornal não aceitou). A declaração de Bernardino Soares gerou controvérsia no próprio grupo parlamentar: « Pessoalmente, não tenho dúvidas de que a Coreia do Norte não é uma democracia », reagiu no dia seguinte o deputado Lino de Carvalho, em declarações à TSF (Lino de Carvalho morreu em 2004). Esta posição era acompanhada pelo eurodeputado comunista Joaquim Miranda, que tinha tinha considerado « este novo posicionamento muito grave », ao « contrariar a posição assumida até há bem pouco tempo pelo partido, que era de distanciamento relativamente ao regime em vigor naquele país » (Joaquim Miranda morreu em 2006).

Atendendo às dificuldades que Jerónimo de Sousa teve para se posicionar de forma clara face ao regime de Pyongyang – uma das ditaduras mais cuéis e fechadas do mundo -, isso significa que o tema continua com pontas soltas no PCP. O secretário-geral comunista recusou fazer uma classificação do comunismo norte-coreano a o Polígrafo e seguir argumentou com a mensagem normalmente repetida, de que a via que o partido defende para o socialismo em Portugal é diferente das demais:  » O que eu acho é que, primeiro, há o principio que eles afirmam. Em segundo lugar, nós, em relação ao nosso projeto de sociedade, seria com certeza bem diferente do modelo da Coreia do Norte, tendo em conta a nossa cultura, tendo em conta a nossa história, tendo em conta o nosso povo. Estas opiniões críticas não invalidam que nos coloquemos do lado de uma solução política, de uma solução pacífica… »

Sem explicar o que está no documento que citou, ainda justificaria: « As certezas que tenho são as conclusões do congresso do PCP: nós temos diferenças de opinião e até divergências. » Mas não explicitou que diferenças e divergências eram. E foi então que suscitou a questão sobre o que seria uma democracia. « O PCP defende uma democracia avançada tendo em conta os valores de Abril, sem perder a perspetiva da construção do socialismo », acrescentava.

Em 2014, o PCP votou no Parlamento contra um voto de condenação dos crimes do regime comunista norte-coreano (que costuma enviar uma delegação aos congressos do PCP), e que tinha como base um relatório apresentado pela ONU contestado pelos comunistas.

Mas antes de falar das diferenças e divergências, Jerónimo já tinha respondido que era matéria de « opinião » uma democracia passar por líderes eleitos e não por um princípio sucessório: « É uma opinião. Digo-lhe pela terceira vez: nós, em relação a esse e outros países que se afirmam de construção do socialismo, nessa matéria temos diferenças e divergências. Os caminhos para a transformação social e o socialismo na nossa pátria são de certeza diferentes ».

Confrontado com a resposta de Bernardino Soares há mais de uma década, o líder comunista ironizou: « Não estava a fazer a pergunta a ver se eu caía nessa, não? »

Violência dos protestos força Governo francês a rever a sua estratégia

A violência registada desde há quatro meses em França nos protestos dos ‘coletes amarelos' », que causou significtaivos danos este sábado nos Campos Elísios, em Paris, forçou o Governo francês a rever a estratégia de segurança, criticada pela oposição.

Alfa/Com Lusa

A violência registada desde há quatro meses em França nos protestos dos ‘coletes amarelos' », que causou significtaivos danos este sábado nos Campos Elísios, em Paris, forçou o Governo francês a rever a estratégia de segurança, criticada pela oposição.

O primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, convocou para hoje uma reunião de crise com os ministros do Interior, Christophe Castaner, e da Justiça, Nicole Belloubet, para analisar a situação e evitar incidentes como os que ocorreram na manifestação deste sábado, a 18.ª desde o início dos protestos.O Presidente de França, Emmanuel Macron, sublinhou, no sábado, que é necessário tomar « o quanto antes medidas fortes ».

« O que aconteceu nos Campos Elísios não se chama manifestação. São pessoas que querem destruir a República, com o risco de a matar. Aqueles que estavam ali são cúmplices », disse o Presidente, que encurtou o seu fim de semana na neve para seguir a situação de Paris.

Segundo os comerciantes desta famosa avenida do centro de Paris, a violência provocou estragos em 80 estabelecimentos, com lojas pilhadas e incendiadas, num nível de violência que já não se via desde dezembro. A polícia respondeu com gás lacrimogéneo e canhões de água.

Castaner e o ministro da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, foram convocados para irem ao Senado, na terça-feira, para dar explicações sobre o dispositivo mobilizado para Paris, de cerca de 5.000 agentes.

A líder do partido de extrema-direita Agrupamento Nacional, Marine Le Pen, reclamou hoje que Macron dissolva « essas fações de esquerda que quebram e queimam tudo e agem com total impunidade ».

Já o cabeça de lista dos republicanos conservadores às eleições europeias de maio, François Xavier Bellamy, considerou que tem havido « laxismo » em matéria de segurança.

A manifestação deste sábado reuniu, segundo o Ministério do Interior francês, cerca de 32.300 manifestantes em toda a França, dos quais 10.000 em Paris.

Um representante do movimento contestatário, o moderado Thierry Paul Valette, pediu hoje a Macron uma reunião urgente e reclamou que não tenha havido um dispositivo adaptado à « previsível » presença de pessoas violentas.

Esta 18.ª manifestação era considerada chave, uma vez que se cumpriam quatro meses de protestos e aconteceu um dia depois do fim Grande Debate Nacional lançado em janeiro por Macron para encontrar respostas à crise social e política.

Benfica conquista Taça de Portugal de voleibol pela 18ª vez

O Benfica conquistou hoje a Taça de Portugal de voleibol pela 18ª vez, a segunda consecutiva, ao vencer o Fonte Bastardo na final da edição 2018/19, disputada em Sines.

Os ‘encarnados’ perderam o primeiro ‘set’ frente aos açorianos, que conquistaram a prova uma vez, por 26-28, mas venceram os seguintes, por 25-16, 25-22 e 25-20.

O Benfica reforçou o domínio no historial da prova, com 18 títulos, mais seis do que o Sporting de Espinho.

Alfa/Lusa.

Treinador Paulo Sousa estreia-se no Bordéus com empate frente ao Rennes

 O treinador português Paulo Sousa estreou-se no comando técnico do Bordéus com um empate 1-1 na receção ao Rennes, para a 29ª jornada da liga francesa de futebol, liderada pelo Paris Saint-Germain.

O guineense François Kamano, aos 59 minutos, colocou o Bordéus em vantagem, mas o senegalês M’Baey Niang, aos 90+2, fez o golo do empate e ‘estragou’ a estreia de Paulo Sousa, que não conseguiu quebrar o jejum de cinco jogos sem vitórias para o campeonato.

O Bordéus segue no 13.º lugar da tabela classificativa, com 34 pontos, enquanto o Rennes é oitavo, com 41, mas com um jogo em atraso.

O Lyon, terceiro classificado, venceu em casa o Montpellier, por 3-2, e encurtou para quatro pontos a diferença que o separa do segundo, o Lille, que na sexta-feira perdeu em casa com o Mónaco (1-0).

Os golos do Lyon foram marcados por Martin Terrier (1-0), Moussa Dembélé (2-1) e Houssien Aouar (3-1), enquanto que os do Montpellier, sétimo posicionado, com 42 pontos, foram obtidos por Florent Mollet (1-1) e pelo senegalês Souleymane Camara (3-2).

O Reims venceu na receção ao Nantes, por 1-0, com um golo de Rémi Oudin, aos 59 minutos, e ‘caiu’ para a sexta posição, embora em igualdade pontual com o Saint-Étienne, quinto, com 46, que no sábado goleou em casa do agora lanterna-vermelha Caen.

A 29.ª jornada fica ainda hoje concluída com a receção do líder Paris Saint-Germain ao Marselha.

Alfa/Lusa.