Real Madrid bate Manchester United e é o clube mais rico do mundo, Benfica na 30ª posição

O Real Madrid, que venceu pela terceira vez consecutiva a Liga dos Campeões, voltou ao primeiro lugar dos clubes mais ricos do mundo, que era ocupado pelos ingleses do Manchester United, segundo revela o estudo do Deloitte.

O Benfica desceu da 27ª posição na época anterior para a 30ª posição, com 150.7 milhões de euros.

Os «merengues» são mesmo o primeiro clube a superar a barreira dos 750 milhões de euros na temporada de 2017/2018.

O Barcelona também subiu na tabela e ascendeu ao segundo lugar, com 690.4 milhões.

O Manchester United, que liderava no ano anterior, desceu para o terceiro lugar, com 678 milhões de euros.

Ranking Top-5 Mundial:

1.º Real Madrid, 764 milhões de euros

2.º Barcelona, 702

3.º Manchester United, 678

4.º Bayern, 640

5.º Manchester City, 578

30.º Benfica, 150.7

Bruxelas insta Portugal a implementar lei da UE contra abuso sexual de crianças

A Comissão Europeia instou Portugal a implementar a lei da UE contra abuso sexual de crianças, referindo haver falhas na transposição para a legislação nacional das regras europeias de combate à exploração sexual de crianças e pornografia infantil.

No quadro do pacote mensal de processos de infração hoje divulgado, o executivo comunitário aponta que abriu processos a Portugal, Itália e Espanha, dado estes três Estados-membros ainda não terem implementado integralmente a legislação europeia revista referente ao combate a abuso sexual de crianças, o que deveriam ter feito até dezembro de 2013.

Sublinhando que “a União Europeia tem regras muito rígidas na criminalização de tais abusos na Europa, assegurando penas severas para os agressores, protegendo as crianças vítimas de abusos e ajudando a prevenir que tais ofensas sequer ocorram”, a Comissão lembra que a diretiva (lei comunitária) em causa “também contempla medidas para combater o abuso sexual de crianças na Internet”.

Bruxelas admite, no entanto, que a diretiva é “extremamente complexa e quase todos os Estados-membros enfrentaram atrasos durante o período de implementação”.

“A Comissão está consciente de tais desafios, mas para garantir uma proteção eficaz das crianças face a abusos sexuais, os Estados-membros devem cumprir integralmente as provisões da diretiva. É por isso que a Comissão decidiu abrir processos de infração contra estes Estados-membros, que têm agora dois meses para responder”, referiu hoje Bruxelas.

O executivo comunitário conclui que se não obtiver respostas satisfatórias no prazo de dois meses avançará para um “parecer fundamentado”, o segundo e último passo de um processo de infração antes de decidir apresentar queixa perante o Tribunal de Justiça da UE.

Alfa/Lusa.

Lusodescendente da seleção do Luxemburgo detido preventivamente

Jogador lusodescendente da seleção nacional de futebol do Luxemburgo detido preventivamente

Jogador lusodescendente da seleção nacional do Luxemburgo detido preventivamente

Foto: PAULO CUNHA

Alfa/Lusa

Daniel da Mota, jogador lusodescendente que integra a seleção nacional luxemburguesa, está em prisão preventiva, por suspeitas de exploração fraudulenta de pessoa em situação de vulnerabilidade (abuso de fraqueza), segundo a procuradoria do Luxemburgo.

A informação foi avançada na quarta-feira pelo jornal luxemburguês Tageblatt e confirmada à Lusa pela Procuradoria do Luxemburgo.

« Ele foi ouvido pelo juiz de instrução e constituído arguido no dia 16 de janeiro », tendo o juiz determinado a prisão preventiva nesse mesmo dia, disse à Lusa o porta-voz da Procuradoria, Henri Eippers.

O porta-voz recusou no entanto avançar as razões para a detenção preventiva, apontando apenas que se aplicam os motivos de ordem geral, que no Luxemburgo incluem perigo de fuga ou de perturbação do inquérito.

Segundo a Rádio Latina, emissora em português no Luxemburgo, que cita o advogado do jogador, Daniel da Mota é suspeito de se ter “aproveitado da debilidade de uma idosa », de quem terá recebido « quantias avultadas de dinheiro, através de transferências bancárias, durante os últimos três anos”.

De acordo com o advogado do jogador, citado pela Rádio Latina, o caso terá sido denunciado pelo banco onde o jogador tem conta.

O Código Penal luxemburguês pune o crime de « abuso de fraqueza », previsto no artigo 493, com « pena de prisão de três meses a três anos e multa de 251 a 50.000 euros ».

O crime é definido como « o abuso fraudulento do estado de ignorância ou da situação de fraqueza, quer de um menor, quer de uma pessoa cuja particular vulnerabilidade, por causa da sua idade, doença ou enfermidade, deficiência física ou psíquica, é aparente ou conhecida do seu autor », de forma « a conduzir » a vítima « a um ato gravemente prejudicial » para si mesma.

O futebolista, de 33 anos, foi candidato em outubro de 2018 às eleições legislativas pelo partido luxemburguês ADR, conhecido pelas posições contra os direitos dos estrangeiros.

Em 2012, o jogador nascido em Ettelbruck, filho de imigrantes de Celorico de Basto, marcou um golo contra a seleção nacional portuguesa que foi aplaudido pela maioria do público, incluindo os muitos imigrantes portugueses que assistiam ao jogo do Grão-Ducado contra a equipa liderada por Cristiano Ronaldo.

Como seria Portugal se muros tivessem existido em França, Luxemburgo, EUA?

Migração e remessas. O(s) muro(s) é um tema nosso! Com toda esta diáspora portuguesa, a pergunta impõe-se: como seria o nosso país se (mais) muros se tivessem erguido em França, no Luxemburgo ou nos EUA?

 In publico.pt – OPINIÃO; por João Pedro Ferreira, Investigador na área do planeamento regional e urbano na Universidade de Rutgers, Nova Jersey, EUA 

Os fenómenos migratórios estão na ordem do dia e a discussão está (infelizmente) enviesada. Na secção internacional de um qualquer jornal vemos que Donald Trump “fechou” o Governo numa batalha solitária pela edificação de um muro. Noutra página, o recém-empossado presidente brasileiro decidiu abandonar o Pacto Global das Migrações, numa medida que prejudicará tanto os estrangeiros no Brasil como os brasileiros que também são estrangeiros fora do seu país. Este discurso assenta, fundamentalmente, no ódio e demonização dos imigrantes e lá, como cá, tem também feito o seu caminho e muitos são os episódios que nos devem alertar e preocupar.

É claro que, perante a atual falta de soluções para problemas locais e globais, o arsenal de mentiras e preconceito é usado para impor a ideia dos migrantes como um inimigo. Querem fazer-nos esquecer que essa pessoa é o nosso vizinho ou companheiro diário de autocarro ou metro. A partir de julgamentos baseados nas diferenças de cor, de feições, de linguagem ou de hábitos que à primeira vista não entendemos, deixamos de encarar o “próximo” como alguém que tem exatamente os nossos problemas, anseios e perspetiva de felicidade. Tal como os portugueses sempre fizeram, estamos perante alguém que quer apenas ter um trabalho, um rendimento melhor, segurança, dar um futuro melhor aos seus filhos e, quem sabe um dia, regressar ao seu país de origem para gozar a velhice.

De acordo com os últimos Censos, em Paris, cerca de 20% da população nasceu no estrangeiro e mais de 41% dos jovens com menos de 20 anos têm um progenitor nascido fora de França. Entre estes, cerca de 15% são portugueses. Em Aulnay-sous-Bois, cidade periférica de Paris e associada à comunidade portuguesa, o peso dos imigrantes chega a 32% do total da população. Em Champigny-sur-Marne, outra localidade com uma importante comunidade portuguesa, quase 25% da população é imigrante. No Luxemburgo, há cerca de 100 mil portugueses, o que corresponde a 16% da população total. Em Larochette, a vila mais portuguesa do Luxemburgo, há mais portugueses que luxemburgueses. Em Newark, Nova Jersey, cerca de 30% da população nasceu no estrangeiro. No entanto, especificamente no distrito de North Ironbound, mais de 65% da população nasceu fora dos EUA e uma parte significativa destes é portuguesa. Com toda esta diáspora portuguesa, a pergunta impõe-se: como seria o nosso País se (mais) muros (físicos ou legais) se tivessem erguido em França, no Luxemburgo ou nos Estados Unidos?

Tal e qual todos os outros imigrantes, os portugueses deixam a sua marca nos espaços urbanos onde se fixam. Sair da estação da Newark é, em muitos aspetos, como fazer uma visita a casa, não fosse a sistemática intrusão do inglês naquilo que são os nomes, logotipos e cheiros tão característicos de Portugal. Um americano conservador poderá brindar-nos com a pérola de que Newark não é a América. Saindo da estação de Newark, entramos na Ferry Street que nos brinda com um monumento dedicado à imigração portuguesa. De seguida, do lado esquerdo podemos observar a “Coimbra Jewelers”, uma ourivesaria paredes meias com um prédio onde existe um advogado italiano, especialista em imigração, e em cujas janelas podemos ver bandeiras brasileiras e portuguesas. As duas marcas de cerveja mais vendidas em Portugal concorrem pelo maior número de toldos e cadeiras espalhados nas esplanadas das ruas. Num dos poucos restaurantes mexicanos, uma imagem familiar com mais de metro e meio pousa numa mesa junto à porta de entrada. É a Nossa Senhora de Fátima. Serve mexicanos e portugueses, reforça um dos empregados do restaurante.

As conclusões deste trabalho são relevantes e evidenciam com clareza mais uma (entre muitas outras) razões para Portugal escolher o lado da tolerância e do combate ao ódio. Se, por um lado, é claro que os maiores canais de remessas partem dos Estados Unidos com o México, a Índia ou a China, ou da Grã-Bretanha para a Índia, quando a análise tem em conta o peso entre as relações de cada grupo de países, Portugal emerge como um dos casos mais relevantes à escala mundial. Em termos líquidos, as remessas de emigrantes representam mais de 20% das nossas interdependências do Canadá, mais de 15% com a Suiça e 12% da nossa dependência com França. Estas três relações de dependência por via das remessas de emigrantes estão entre as 15 com maior peso relativo à escala mundial. E, recentemente, soubemos que o envio de remessas para o nosso país voltou a aumentar. Das 44 economias analisadas, só a Índia e o México têm um peso tão expressivo em termos relativos como Portugal. A diferença em termos de impacto mediático resulta de termos 2,4 milhões de pessoas que nasceram em Portugal a viver fora do País, enquanto o número de indianos expatriados é de 16,5 milhões e de mexicanos 12 milhões (estimativas do Banco Mundial). Em termos percentuais, somos dos que mais emigram.

Somos um País de emigrantes e imigrantes. Na batalha pela busca de uma vida melhor fomos dos primeiros a partir. Ainda hoje temos quem o faça. Se queremos proteger o nosso direito a ser recebidos temos que saber que todos os muros que afastam famílias, que colocam o ser humano numa situação mais precária e frágil devem e têm de ser derrubados. O racismo e xenofobia crescem no clima de ausência de soluções mas nenhum remédio é de facto solução quando mete nas costas dos mais desfavorecidos e vulneráveis a responsabilidade pelo que se vai passando na sociedade. Nos Estados Unidos, no Brasil ou aqui, enquanto se erguem muros e barreiras, sejam fisicos ou legais, e se promove o discurso de ódio em canal aberto, os vistos gold permitem que oligarquias que geram a miséria nos seus países comprem o paraíso. Enquanto isso, quem apenas quer trabalhar é barrado, considerado criminoso e ilegal. Diz muito da nossa hipocrisia, não diz?

 

« Coletes amarelos, je vous aime ». Opinião, por Luísa Semedo

Anatomia de uma crise francesa. « Coletes amarelos, je vous aime ». Volte a ouvir aqui a crónica de quarta-feira de Luísa Semeda, do Conselho das Comunidades e doutorada em Filosofia:

Coletes amarelos. Governo quer lei para limitar direito de manifestação

Com “coletes amarelos” mobilizados, Governo francês defende lei para limitar direito de manifestação.

<span class="creditofoto">Christian Hartmann / Reuters</span>

Foto/ CHRISTIAN HARTMANN / REUTERS

Alfa/Expresso Diário. Adaptação: Por Daniel Ribeiro

O Governo chama-lhe “lei anti-casseurs” (anti-vândalos). Mas, em pleno Grande Debate Nacional, com o qual o Presidente Emmanuel Macron pretende sair airosamente, em março, da atual crise radical dos “coletes amarelos”, o ministro do Interior, Christophe Castaner, confirmou esta quarta-feira na Assembleia Nacional que o Governo quer adotar o mais rapidamente possível um pacote legislativo de “proibição administrativa de manifestação”. Uma iniciativa polémica e já considerada “liberticida e provavelmente anticonstitucional”.

Oanúncio deste projeto do Governo foi mal recebido esta quarta-feira à tarde pela oposição de esquerda na Assembleia Nacional, e também nas ruas, pelo movimento dos “coletes amarelos”.

Estes continuam a manifestar-se em França todos os dias e, sobretudo, todos os fins de semana desde há mais de dois meses – já vão a caminho do décimo primeiro sábado seguido de manifestações. Neste momento, a revolta dos “coletes” já é uma das mais longas de sempre em França, ultrapassando mesmo a de maio de 1968.

Mas o Governo quer avançar depressa no domínio legislativo e nem sequer teve de perder tempo a escrever uma nova proposta de lei. Foi ao Senado e recuperou um texto aí aprovado em outubro, quando ele foi apresentado à votação nessa Câmara (Alta) por Os Republicanos (LR – direita).

O primeiro-ministro, Édouard-Philippe, bem como Christophe Castaner, assumem a “reciclagem” da proposta do LR. “Não é uma lei contra os coletes amarelos, nem contra as manifestações, mas sim uma lei de bom senso”, afirmou o chefe do Executivo.

O texto “visa prevenir a violência nas manifestações e sancionar os seus autores”, acrescentou o PM. O mesmo disse Castaner sobre um texto que, além de limitar o direito de manifestação, prevê a criação de um ficheiro (lista negra) de pessoas proibidas de desfilar em cortejos políticos, sindicais e sociais, um pouco à semelhança com o que já acontece, no futebol, com os “hooligans”.

A esquerda, líderes dos “coletes” e dirigentes da extrema-direita, gritaram “ó da guarda, liberticídio!”, mas políticos centristas moderados também criticaram a iniciativa. “O texto é provavelmente anticonstitucional, contrário aos nossos compromissos internacionais e perigoso para as liberdades públicas”, afirmou o deputado da UDI (centrista) Charles de Courson.

<span class="creditofoto">Foto epa</span>

FOTO EPA

No entanto, o polémico Cristophe Castaner respondeu deste modo às críticas: “Não poderemos defender a liberdade sem ordem pública, esta lei visa defender os manifestantes, os comerciantes e os polícias, no fundo destina-se a prender preventivamente 100 ou 200 ‘casseurs”.

Atacado por defender a “proibição administrativa de manifestar” antes de uma decisão judicial nesse sentido, o governante explicou as coisas deste modo: “Uma condenação judicial definitiva pode levar vários anos, apoiar-se na Justiça para nos criticar quer dizer que aqueles que vemos atacar a polícia ou partir tudo num sábado podem voltar no sábado seguinte”.

Três dezenas de deputados da maioria, liderados pela parlamentar Paula Forteza, do LAREM (movimento que apoia Macron e o Governo), pediram a retirada do artigo sobre a “proibição administrativa de manifestar”.

GRANDE DEBATE NACIONAL

Esta nova polémica surge depois de o chefe do Governo ter garantido que os “vândalos não terão a última palavra” em França. Mas também depois de ter sido lançado, há dias, em todo o país, o chamado Grande Debate Nacional sobre as propostas avançadas pelos “coletes amarelos”.

Centenas de reuniões decorrem diariamente em câmaras municipais, ginásios e escolas de toda a França. O próprio Presidente Emmanuel Macron já participou em duas, à porta fechada, com centenas de autarcas, mas com manifestações de protesto dos “coletes” nas redondezas.

O Grande Debate Nacional deverá terminar em meados de março e, em princípio, as suas conclusões serão depois divulgadas e, possivelmente ou não, adotadas pelo Executivo.

Os “coletes” – que pedem mais justiça social e fiscal, a reposição do Imposto Sobre a Fortuna, revogado por Macron, o Referendo de Iniciativa Cidadã, e a introdução do sistema proporcional na lei eleitoral, bem como aumentos dos salários e das pensões mais baixas – duvidam das intenções do poder e continuam a convocar manifestações, todos os sábados, em todo o país.

<span class="creditofoto">Foto Reuters</span>

FOTO REUTERS

Desde 17 de novembro, data da primeira manifestação, em Paris, dos “coletes amarelos”, já morreram 10 pessoas (em acidentes na estrada ligados ao movimento) e perto de três mil ficaram feridas (mais de 2500 manifestantes, os restantes sendo polícias e jornalistas). 109 manifestantes ficaram feridos gravemente e 15 perderam um olho.

Críticas e mais críticas ao VAR, à arbitragem, em dois dias de ‘Final Four’ da Taça da Liga

Continuam as críticas à actuação do videoárbitro em Portugal. Abel Ferreira mostrou-se pouco agradado com os polémicos lances ajuizados pelo videoárbitro no jogo entre SC Braga e Sporting, que acabou com a vitória dos leões na lotaria das grandes penalidades e consequente apuramento para a final da Taça da Liga.

 

 

Na zona mista do Municipal de Braga, António Salvador, presidente do SC Braga, deu seguimento às fortes críticas de Abel Ferreira à equipa de arbitragem do encontro entre SC Braga e Sporting.

 

 

Depois das críticas ao árbitro, as críticas à Sport TV.

 

 

Por fim, o presidente do Sporting, Frederico Varandas, comentou a passagem da sua equipa à final da Taça da Liga, depois de ter vencido o SC Braga nas grandes penalidades, tocando num tema que voltou a ser questionado no jogo desta quarta-feira: o VAR.

«Quero dar os parabéns ao nosso treinador que ganhou o jogo com grande profissionalismo. Vou falar sobre o jogo e sobre o momento que se vive. Eu, enquanto presidente, perdi e perdi bem em Tondela, perdi contra o Portimonense e perdi bem porque fui inferior. O Sporting empatou com o Porto e empatou bem, e é certo de que existiram erros nestes jogos», começou por referir.

O presidente dos leões referiu ainda que, na sua opinião, «existem três maneiras de olhar para as derrotas das equipas».

«Lidar com a derrota e perceber porque se perdeu, a versão histérica, e a versão cobarde. Neste momento é preciso ver que o VAR está muito melhor do que era ao início. Temos uma arbitragem mais livre. O que mais me preocupa é ouvir um presidente [ndr. Luís Filipe Vieira] a criticar um árbitro ontem, e hoje ver que esse mesmo árbitro pediu licença por tempo indeterminado. Não podemos tolerar isto volte a acontecer», sublinhou.

«Eu percebo que o estado emocional leva as pessoas a dizerem disparates. Fico muito frustrado com as derrotas, mas gosto de olhar para dentro e ver onde errámos. O VAR é importantíssimo para o futebol português.

 

Alfa/abola/SportTV.

Europeias: ‘Coletes amarelos’ franceses apresentam lista às eleições de maio

O movimento contestatário francês dos ‘coletes amarelos’ apresentou hoje uma lista para concorrer às eleições de maio para o Parlamento Europeu (PE) liderada por Ingrid Levavasseur, uma auxiliar de enfermagem de 31 anos.

A lista intitula-se Reunião de Iniciativa Cidadã, cujas iniciais, RIC, coincidem com as de uma das principais exigências políticas do movimento de contestação, um referendo de iniciativa cidadã.

“O movimento social nascido no nosso país a 17 de novembro reflete a necessidade de transformar a raiva num projeto político humano”, afirma Levavasseur num comunicado.

O texto explica que a lista tem como objetivo dar “respostas aos franceses que apoiam” os ‘coletes amarelos’ e os eurodeputados que eleger terão como principal missão servir de “porta-vozes dos cidadãos, que serão consultados ao longo de todo o seu mandato”.

Com esse vínculo ao PE, os cidadãos passarão a ser “atores da nova construção europeia”.

“Queremos deixar de sofrer as decisões das instâncias europeias e os ‘diktats’ das castas de financeiros e tecnocratas que se esqueceram do principal: o humano, a solidariedade, o planeta”, lê-se.

Os primeiros dez candidatos na lista têm idades entre os 29 e os 53 anos e entre eles figuram uma doméstica, um vendedor, um contabilista, um jurista e um conselheiro municipal.

O designado movimento dos ‘coletes amarelos’ surgiu em França, onde desde 17 de novembro milhares de pessoas se têm manifestado todos os sábados envergando coletes refletores de segurança rodoviária.

Algumas dessas manifestações degeneraram em violência, com automóveis e contentores de lixo incendiados e confrontos com as forças policiais, que fizeram pelo menos dez mortos e centenas de feridos.

Alfa/Lusa.

Paris SG avança na Taça de França mas pode perder Neymar por lesão

De forma tranquila, o Paris Saint-Germain bateu o Estrasburgo por 2-0 no Parque dos Príncipes e assegurou a qualificação para os oitavos de final da Taça de França.

Cavani (4′) e Di María (80′) marcaram os dois golos da equipa de Thomas Tuchel, mas o treinador alemão terá, para já, poucos motivos para sorrir.

O internacional brasileiro Neymar saiu do campo em lágrimas após uma entorse no mesmo tornozelo (direito) que o colocou em dúvida para o Mundial da Rússia, tendo sido substituído à hora de jogo por Diaby.

O Paris SG, junta-se a Rennes, Dijon, Caen, Croix, Orléans, Lille, Metz, Toulouse, Villefranche Beaujolais, Guingamp e Lyon la Duchère nos oitavos de final.

Para hoje estão agendados os últimos três jogos.

SC Bastia – Noisy le Grand, 18h

Vitré – Le Havre, 18h

Amiens – Lyon, 21h

 

Sporting vence Braga nos penáltis e encontra FC Porto na final da Taça da Liga

O Sporting qualificou-se hoje para a final da Taça da Liga de futebol, depois de vencer o Sporting de Braga, por 4-3, no desempate por grandes penalidades, após uma igualdade a um no final dos 90 minutos.

Em Braga, os ‘leões’, detentores do troféu, estiveram a perder, com um golo de Dyego Sousa, aos três minutos, mas empataram por Coates, aos 37, marcando quatro de sete penáltis, contra três dos bracarenses.

Pela quarta vez na final, o Sporting vai defrontar no sábado o FC Porto, que na terça-feira venceu o Benfica, por 3-1.

 Resultados da ‘final four’ da Taça da Liga em futebol, que se realiza no Estádio Municipal de Braga, entre terça-feira e sábado:

– Meias-finais:

Terça-feira, 22 jan

Benfica – FC Porto, 1-3.

Quarta-feira, 23 jan

Sporting de Braga – Sporting, 1-1 (3-4gp).

– Final:

Sábado, 26 jan

FC Porto – Sporting, 20:45.

Alfa/Lusa.

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