França: Macron nomeará nos próximos dias primeiro-ministro de um governo de unidade nacional

O Presidente francês anunciou hoje que irá nomear “nos próximos dias” um primeiro-ministro que lidere um “governo de unidade nacional” e reiterou que irá cumprir o seu mandato integralmente, defendendo “um caminho claro” para os próximos 30 meses.

“Vou nomear um primeiro-ministro nos próximos dias. Vou pedir a essa pessoa que crie um governo de interesse nacional. Esse primeiro-ministro irá formar um governo unido ao vosso serviço [do povo francês”], disse Emmanuel Macron, numa declaração ao país transmitida pela televisão.

Referiu ainda que a prioridade do próximo executivo será o Orçamento do Estado.

O chefe de Estado criticou a destituição do Governo de Michel Barnier (centro-direita), em funções há três meses, na quarta-feira, com os votos do bloco da esquerda e da extrema-direita (União Nacional).

“Os partidos escolheram o caos, a única agenda que une as esquerdas e direita radicais”, declarou Macron, afirmando que os dois blocos se juntaram “numa frente anti-republicana”.

Dirigindo-se aos franceses, disse: “Eles não querem construir. Não estão a pensar em vocês, nas vossas vidas. Só pensam nas presidenciais, para as precipitar, com cinismo e com desejo de caos”.

Barnier apresentou hoje de manhã a sua demissão a Macron, que a aceitou e lhe pediu que continue a tratar dos assuntos correntes até que seja nomeado um substituto, segundo o Eliseu.

“Michel Barnier, em conjunto com os membros do governo, vai ocupar-se dos assuntos correntes até à nomeação de um novo governo”, afirmou a Presidência francesa em comunicado.

 

Com Agência Lusa.

 

 

Queda do Governo francês é « sinal de como a Europa está cheia de problemas » – PR

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje, no Porto, à margem de uma missa em homenagem a Sá Carneiro, que a queda do Governo francês é um « sinal de como a Europa está cheia de problemas ».

« Não queria dizer nada, porque estamos à saída de uma cerimónia de evocação de Sá Carneiro, mas é óbvio que é um sinal de como a Europa está cheia de problemas », disse hoje Marcelo Rebelo de Sousa à saída da missa evocativa de Sá Carneiro, que decorreu hoje na igreja de Cristo Rei, no Porto.

Questionado pelos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa não acrescentou mais nada à sua reflexão sobre a situação política em França.

O Governo francês, liderado por Michel Barnier, foi hoje destituído por uma moção de censura com 331 votos favoráveis da coligação de esquerda Nova Frente Popular e da extrema-direita, União Nacional.

Michel Barnier (centro-direita) terá agora que apresentar a sua resignação ao Presidente francês, Emmanuel Macron, que terá que nomear um novo chefe de Governo, já que está impossibilitado de convocar novas eleições legislativas.

Barnier estava a governar em minoria até agora e, perante a dificuldade de aprovar o orçamento, recorreu na segunda-feira ao artigo 49.3 da Constituição francesa, que prevê a possibilidade de aprovar leis evitando uma votação parlamentar em troca de ter de se submeter a uma moção de censura.

 

Com Agência Lusa.

Governo francês destituído por moção de censura aprovada pela esquerda e extrema-direita

O Governo francês, liderado por Michel Barnier, foi hoje destituído por uma moção de censura com 331 votos favoráveis da coligação de esquerda Nova Frente Popular e da extrema-direita, União Nacional.

Michel Barnier (centro-direita) terá agora que apresentar a sua resignação ao Presidente francês, Emmanuel Macron, que terá que nomear um novo chefe de Governo, já que está impossibilitado de convocar novas eleições legislativas.

Barnier estava a governar em minoria até agora e, perante a dificuldade de aprovar o orçamento, recorreu na segunda-feira ao artigo 49.3 da Constituição francesa, que prevê a possibilidade de aprovar leis, evitando uma votação parlamentar em troca de ter de se submeter a uma moção de censura.

A Assembleia Nacional tem 577 lugares, pelo que, para que uma moção seja aprovada, era necessária a aprovação por pelo menos 289 deputados. A Nova Frente Popular conta com 182 deputados na câmara baixa francesa, enquanto a União Nacional tem 143 eleitos.

A queda do executivo agrava a crise política criada pela dissolução da Assembleia Nacional pelo Presidente Emmanuel Macron, em junho, na sequência da vitória da extrema-direita nas eleições europeias.

As eleições legislativas no mês seguinte deram origem a uma Assembleia Nacional muito fragmentada e Barnier só tomou posse como primeiro-ministro em 05 de setembro, sucedendo a Gabriel Attal, após 60 dias de impasse.

Embora nenhum dos dois blocos consiga uma maioria sozinho, a fragmentação parlamentar resultante das eleições de julho deu origem à possibilidade de uma aliança entre os grupos da oposição.

Ao contrário de outros sistemas parlamentares, em França a moção de censura não é utilizada como um instrumento construtivo, pelo que os seus proponentes não têm de apresentar um candidato alternativo à chefia do Governo.

O único objetivo da moção passa por derrubar o Governo atual, razão pela qual, neste caso, não foi apresentado qualquer potencial substituto para Barnier.

Com o atual cenário, o país corre o risco de uma crise financeira ligada ao nível de confiança dos mercados na capacidade das autoridades públicas de contrair empréstimos a taxas baixas.

Macron não pode voltar a convocar eleições antecipadas, uma vez que a Constituição estabelece que a Assembleia Nacional não pode ser dissolvida antes de ter decorrido pelo menos um ano desde as eleições anteriores, ou seja, em julho de 2025.

Macron, que nas últimas semanas sempre excluiu a hipótese de se demitir, deve agora procurar uma nova figura política com capacidade para reunir uma maioria mais ampla do que Barnier, que se apoiou principalmente na direita clássica.

A esquerda, sob a bandeira da Nova Frente Popular (NFP), é o grupo com mais deputados, mas após as eleições o Presidente descartou a possibilidade de propor um primeiro-ministro deste bloco, argumentando que não receberia apoio de outras famílias políticas.

Nos últimos dias, vários nomes têm surgido nos meios de comunicação social, sem que haja um favorito claro e com a possibilidade de um Governo de tecnocratas, uma situação a que a França nunca teve de recorrer.

 

Com Agência Lusa.

Emmanuel Macron afasta possível demissão

O presidente francês, Emmanuel Macron, reagiu às notícias da política nacional, afastando uma possível demissão, julgando tratar-se de “política ficção”.

O Presidente da República julgou na terça-feira, 3 de dezembro, que os apelos à sua demissão correspondiam a “ficção política”. « Não faz sentido. Francamente, não está à altura dos padrões franceses dizer estas coisas. Se estou aqui é porque fui eleito duas vezes pelo povo francês », declarou o líder do Estado na Arábia Saudita. .

Do ‘Rassemblement national’ à ‘La France insoumise’, muitos líderes políticos têm apelado à saída de Emmanuel Macron nos últimos dias.

 

Macron tem dificuldade em “acreditar num voto de censura”:

O primeiro-ministro Michel Barnier está sujeito a uma moção de censura que poderá acontecer já na tarde desta quarta-feira. Uma opção que o Chefe de Estado não consegue “acreditar”, acrescentando “confiança na coerência das pessoas”.

“Penso sinceramente que os deputados do ‘Rassemblement national’ não podem, em consciência, votar a favor de uma resolução que os insulta e insulta os seus eleitores”, confidenciou o inquilino do Eliseu! »

“Da mesma forma, não acredito nem por um segundo que os deputados socialistas, um partido do governo, se é que alguma vez existiu, que assumiu responsabilidades há alguns anos, se vão divertir a votar um moção de censura com dois partidos extremistas que querem o caos”, continuou Emmanuel Macron. O Partido Socialista tem 66 deputados, segundo a contagem da Assembleia Nacional.

A moção de censura contra Michel Barnier e o seu Governo vai ser estudada esta quarta-feira, a partir das 16h00. Os votos do Partido Socialista e da Rassemblement Nacional são essenciais para alcançar a maioria absoluta necessária para derrubar o Primeiro-Ministro.

 

Com BFMTV

Harry e Meghan compram casa de férias em Portugal

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O Duque e a Duquesa de Sussex compraram uma nova casa de férias.

Segundo o jornal britânico « Daily Mail », após o despejo da sua residência em Windsor, a pedido do Rei Charles, o casal ficou sem uma casa no Reino Unido.

O resort onde a casa do Príncipe Harry e de Meghan está localizada deverá ter 300 residências quando estiver concluído, com preços a partir de 4 milhões e 200 mil euros. A casa situa-se perto da propriedade da prima do Príncipe Harry, a Princesa Eugenie, e do seu marido Jack, que costumam passar lá o verão. Fica na costa a sul de Lisboa, em Melides, a 1 hora de distància da capital.

De acordo com o Express Uk, o multimilionário do setor imobiliário Mike Meldman é o proprietário do CostaTerra Golf and Ocean Club. Mike é amigo de longa data do marido da Princesa Eugenie, Jack. Ele cofundou a tequila Casamigos com George Clooney e Rande Gerber, marido de Cindy Crawford.

Harry e Meghan poderão ter um “Golden Visa”, que permite entrada sem visto na área Schengen da União Europeia, caso comprem uma propriedade em Portugal.

Antes de deixarem as suas funções reais, Meghan e Harry renovaram Frogmore Cottage com £2,4 milhões provenientes de fundos públicos, de acordo com registos oficiais da família real.

Entretanto, residentes locai manifestaram-se indignados com o facto de a sua antiga praia pública agora ser acessível apenas a proprietários de imóveis de luxo no resort de praia.

Em Portugal, era ilegal restringir o uso de praias públicas até recentemente. Muitas das áreas naturais que os habitantes do Algarve costumavam frequentar foram fechadas devido a novas regras que permitem que câmaras municipais e órgãos governamentais declarem certas praias como “privadas.”

Ainda segundo o Express UK. um residente locail expressa tristeza pelo facto de uma vasta área de terra portuguesa estar a ser destruída para os ricos, privando as pessoas comuns que lá criaram memórias ao longo dos anos, Outro disse:  « È a pior coisa que aconteceu à costa portuguesa, típico caso de ganância. Estão a tirar terras e propriedades de pessoas que as têm aproveitado há anos. »

Foto: Mark Jones

Portugal no Europeu feminino pela terceira vez seguida ao bater Chéquia

A seleção portuguesa feminina de futebol qualificou-se hoje pela terceira vez consecutiva para a fase final do Europeu, ao vencer a Chéquia por 1-2, em Teplice, na segunda mão do último play-off de apuramento.

Depois do empate a um no Dragão, Portugal, que repete 2017 e 2022, garantiu um lugar na edição 2025 ao bater as checas com um ‘bis’ de Diana Silva, assistida por Joana Marchão, aos 13 e 76 minutos, contra um penálti de Katerina Svitkova, aos 35.

A fase final da 14ª edição do Europeu feminino realiza-se na Suíça, de 02 a 27 de julho de 2025, com sorteio marcado para 16 de dezembro, em Lausana.

Portugal junta-se na fase final a Suíça (anfitriã), Espanha, Alemanha, França, Itália, Islândia, Dinamarca, Inglaterra, Países Baixos e às restantes vencedoras do play-off que ainda decorre.

 

Com Agência Lusa.

Escolas, hospitais, autarquias… O que esperar das greves desta quinta-feira

Os agentes do sector público mobilizam-se na quinta-feira para um dia de acção e greve a pedido dos sindicatos, ameaçando abrir uma nova ‘fratura’ social no meio de uma crise política, enquanto o governo está em suspensão.

Depois dos ferroviários e agricultores, o executivo prepara-se para um novo aviso de tempestade social no centro de uma semana de alto risco dada a incerteza política face a uma moção de censura apresentada pela esquerda e que o RN anunciou o voto.

Estão previstas várias dezenas de comícios em França na quinta-feira, a pedido de um movimento intersindical, especialmente em Paris.

Na capital, o encontro realiza-se junto ao Ministério da Economia e Finanças ao início da tarde, de onde um cortejo deverá chegar à Place d’Italie.

Segundo o site da UNSA, um dos sindicatos, foram registadas cerca de meia centena de reuniões em França.

Mais de sete meses depois do último movimento social – pouco seguido – de funcionários públicos, “iniciámos na quinta-feira algo muito maior”, garante Luc Farré, secretário-geral da função pública da UNSA, cuja organização decidiu em meados de Novembro não mais sentar-se para conversar com os“órgãos de diálogo social presididos pelo ministro”.

A hipótese de censura governamental até quinta-feira “não mudaria nada para a manifestação e para a greve”, porque “se o governo cair, e isso ficar sujeito a reservas, isso vai permitir-nos mostrar determinação para o próximo governo para que os agentes não sejam sacrificados », estimou Gaëlle Martinez, secretária-geral do ‘Solidaires fonction publique’.

A mobilização de quinta-feira deverá permitir “tomar uma ação forte” após “evidências de hostilidade à função pública”, acredita Benoît Teste, secretário-geral da função pública da FSU.

O setor hospitalar também estará mobilizado, setor que já tinha colocado um pré-aviso de greve no final de outubro, para protestar contra o orçamento do governo.

 

Com BFMTV

 

Sérgio Conceição com possível regresso ao trabalho. Nantes ou West Ham? (Imprensa)

O treinador português Sérgio Conceição está muito próximo de regressar ao activo. FC Nantes em França e West Ham em Inglaterra estarão interessados.

 

Em França e para saír da crise de resultados, o OUEST-FRANCE

avança que o FC Nantes, ou melhor o presidente Waldemar Kita quer trazer de volta Sérgio Conceição.

O técnico português, sem clube desde que saiu do FC Porto, esteve meia época nos ‘Canaris’ entre 2016 e 2017.

Em Inglaterra, Sérgio Conceição é visto como o principal favorito à sucessão de Julen Lopetegui Segundo o The Guardian,

Conceição, que conquistou três títulos de campeão português e levou o Porto aos quartos-de-final da Liga dos Campeões por duas vezes, é visto como um técnico capaz de dar a volta aos maus resultados.

Embora ainda não tenha sido feita nenhuma abordagem oficial, fontes do clube relatam que o West Ham apoiaria fortemente a sua nomeação.

Mundial de Clubes. Benfica e FC Porto no Pote 2 do sorteio

O sorteio do Mundial de Clubes de futebol está marcado para quinta-feira, a partir das 18h00, em Miami. Já a disputa do torneio será no final da temporada, entre junho e julho de 2025.

 

Os dois clubes portugueses escapam a alguns adversários complicados (como Chelsea, Borussia Dortmund, Inter, At. Madrid ou Juventus – que ficam no mesmo Pote 2), mas poderão encontrar um dos « tubarões » do Pote 1, nomeadamente as quatro equipas europeias que aí estão integradas: Manchester City, Real Madrid, Bayern Munique ou PSG.

Nesse mesmo pote 1 estão quatro equipas sul-americanas, três brasileiras (Flamengo, Palmeiras e Fluminense) e uma argentina (River Plate).

Constituição dos potes que vão a sorteio:

Pote 1


Manchester City

Real Madrid

Bayern Munique

PSG

Flamengo

Palmeiras

River Plate

Fluminense

Pote 2

Chelsea

Borussia Dortmund

Inter

FC Porto

At. Madrid

Benfica

Juventus

Salzburgo

Pote 3

Al-Hilal

Ulsan HD

Al Ahly

Wydad Casablanca

Monterrey

León

Boca Juniors

Botafogo

Pote 4

Urawa Red Diamonds

Al-Ain

ES Tunis

Mamelodi Sundowns

Pachuca

Seattle Sounders

Auckland City

Inter Miami

 

O Mundial de clubes vai passar a realizar-se de quatro em quatro anos, a partir de 2025, e será disputado num formato competitivo de oito grupos, com quatro equipas cada. Em cada grupo, as equipas só se defrontarão uma vez, sendo que as duas primeiras colocadas qualificam-se para os oitavos de final.

Na fase a eliminar, todos os duelos serão disputados a uma só mão até à final, não havendo, por outro lado, um encontro para decidir o terceiro e quarto lugares, como acontecia nas edições anteriores do Campeonato do Mundo de clubes.

Com RTP.

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