Mundial de Clubes. Benfica e FC Porto no Pote 2 do sorteio

O sorteio do Mundial de Clubes de futebol está marcado para quinta-feira, a partir das 18h00, em Miami. Já a disputa do torneio será no final da temporada, entre junho e julho de 2025.

 

Os dois clubes portugueses escapam a alguns adversários complicados (como Chelsea, Borussia Dortmund, Inter, At. Madrid ou Juventus – que ficam no mesmo Pote 2), mas poderão encontrar um dos « tubarões » do Pote 1, nomeadamente as quatro equipas europeias que aí estão integradas: Manchester City, Real Madrid, Bayern Munique ou PSG.

Nesse mesmo pote 1 estão quatro equipas sul-americanas, três brasileiras (Flamengo, Palmeiras e Fluminense) e uma argentina (River Plate).

Constituição dos potes que vão a sorteio:

Pote 1


Manchester City

Real Madrid

Bayern Munique

PSG

Flamengo

Palmeiras

River Plate

Fluminense

Pote 2

Chelsea

Borussia Dortmund

Inter

FC Porto

At. Madrid

Benfica

Juventus

Salzburgo

Pote 3

Al-Hilal

Ulsan HD

Al Ahly

Wydad Casablanca

Monterrey

León

Boca Juniors

Botafogo

Pote 4

Urawa Red Diamonds

Al-Ain

ES Tunis

Mamelodi Sundowns

Pachuca

Seattle Sounders

Auckland City

Inter Miami

 

O Mundial de clubes vai passar a realizar-se de quatro em quatro anos, a partir de 2025, e será disputado num formato competitivo de oito grupos, com quatro equipas cada. Em cada grupo, as equipas só se defrontarão uma vez, sendo que as duas primeiras colocadas qualificam-se para os oitavos de final.

Na fase a eliminar, todos os duelos serão disputados a uma só mão até à final, não havendo, por outro lado, um encontro para decidir o terceiro e quarto lugares, como acontecia nas edições anteriores do Campeonato do Mundo de clubes.

Com RTP.

Emigrantes de meios urbanos menos ligados ao associativismo são desafio na diáspora – Governo

O fenómeno recente dos emigrantes de meios urbanos com menores hábitos de associativismo é um dos novos desafios da relação do Estado com a diáspora lusa, disse hoje o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

“[A emigração urbana] é uma emigração completamente diferente. O sentido associativo é menor, é mais individualista. É mais difícil chegar até essa gente, mas é fundamental fazê-lo”, disse à Lusa José Cesário.

O secretário de Estado falava à margem da sessão de abertura da 7.ª edição do Curso Mundial de Formação de Dirigentes Associativos das Comunidades Portuguesas, que se realiza em Faro até quarta-feira, com a presença de mais de duas dezenas de representantes oriundos de 11 países (África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Luxemburgo, Suíça e Venezuela).

No seu discurso, o responsável abordou a mudança “radical”, face ao que era “um fenómeno eminentemente rural”, que se verificou na emigração nos últimos 10/15 anos, quando começaram a sair do país os “filhos da pequena e média burguesia urbana, particularmente de Lisboa e do Porto”.

À Lusa, José Cesário assinalou ser necessário trabalhar em “duas vertentes muito importantes” na diáspora: os “muitos milhões” de lusodescendentes “espalhados pelo mundo todo” e “a parcela do novo emigrante”, em países com níveis de participação associativa que “não são tão frequentes”.

“Esse é um trabalho que nós vamos fazendo, evidentemente, assumindo também algum desconhecimento relativamente à forma como havemos de lidar com estas realidades”, reconheceu, exemplificando com as novas comunidades que estão hoje nos países do Norte da Europa, como Países Baixos, Noruega, Dinamarca, Suécia, ou nos países do Golfo Pérsico, “onde não há associações”.

Sem as associações, sublinhou o secretário de Estado, “é muito difícil chegar às comunidades, é muito difícil fazer trabalho social e dar apoio social onde ele faz mais sentido e onde ele é mais necessário, é muito difícil fazer o trabalho de divulgação da língua e da cultura, e até tornar às vezes Portugal visível”.

O Governo está a “tentar desenvolver estratégias” para chegar até esses portugueses, para, “a partir daí, poder haver forma de os contactar, não individualmente, que isso não é possível, mas em grupos”.

Em Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, já foram identificadas “umas dezenas muito largas” de famílias que têm contacto com a embaixada e que têm crianças com necessidades em termos de formação na língua portuguesa, o que vai implicar investimento do Estado, ressalvou.

No Norte da Europa, o Governo também está “a procurar explorar” alguns contactos, sobretudo na Dinamarca e na Noruega, enquanto nos Países Baixos “há já algum movimento associativo”.

“Há também dificuldades muito grandes no Reino Unido, fora da Grande Londres, onde também não há associações e há uma quantidade enorme de portugueses”, acrescentou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Faro acolhe o terceiro curso de formação para dirigentes associativos de comunidades portuguesas realizado em 2024, depois dos eventos de Braga e Santa Maria da Feira, e o objetivo do Governo passa por continuar estas ações em 2025, com a meta de “mobilizar entre 600 a 700” representantes da diáspora lusa.

“Do que eu conheço das comunidades, isto é o caminho mais eficaz para podermos esbater dificuldades, o isolamento e a falta de articulação entre as entidades, e criar estas redes que são indispensáveis à escala global”, referiu José Cesário.

 

Com Agência Lusa.

Trump anuncia viagem a Paris para a reabertura da catedral de Notre-Dame

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai assistir, no sábado, à reabertura da catedral de Notre-Dame, em Paris, onde são esperados cerca de 50 chefes de Estado e de Governo.

 

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai assistir, no sábado, à reabertura da catedral de Notre-Dame, em Paris, onde são esperados cerca de 50 chefes de Estado e de Governo.

« Tenho a honra de anunciar que vou viajar para Paris, França, no sábado, para assistir à reabertura da magnífica e histórica catedral de Notre-Dame, que foi totalmente restaurada », escreveu o republicano na sua rede social Truth Social.

Esta será a primeira viagem de Trump ao estrangeiro desde a vitória nas eleições presidenciais de 5 de novembro.

A catedral de Notre-Dame de Paris, obra-prima da arte gótica do século XII, foi parcialmente devastada por um incêndio em 15 de abril de 2019.

O incêndio, cujas causas ainda não foram determinadas, desencadeou um fluxo de donativos para reconstruir o edifício, situado no coração de Paris e um dos monumentos mais visitados da Europa.

« O presidente Emmanuel Macron fez um trabalho notável para garantir que Notre-Dame seja restaurada em toda a sua glória e muito mais », elogiou Trump.

Vários líderes estrangeiros foram convidados para a reabertura, mas a lista oficial dos presentes ainda não foi divulgada.

 

Com Agência Lusa.

 

Centenas de bombeiros protestam em Lisboa contra « falta de respeito » com a classe

Pelo menos três centenas de bombeiros sapadores e profissionais juntaram-se hoje em Lisboa, junto à sede do Governo, para contestar, ao som de gritos e petardos, o que classificam como « falta de respeito » pela classe.

« O Governo e os políticos estão a faltar à palavra dada nas negociações », afirmou Ricardo Ribeiro, dos Sapadores de Lisboa.

A concentração dos sapadores começou em Alvalade e o grupo de bombeiros, todos fardados e muitos com capacetes, percorreu a Avenida de Roma em passo lento, gritando palavras de ordem contra o Governo e disparando petardos e fumos.

Em redor do edifício Campus XXI, onde se encontra a sede do Governo, estava desde as 8:00 um forte dispositivo das autoridades, incluindo várias carrinhas da Unidade Especial de Polícia.

Já na Avenida Joao XXI, os bombeiros correram de forma desordenada e pararam junto ao edifício gritando “sapadores” e “exigimos respeito”.

O grupo foi encaminhado para as traseiras do Campus XXI, onde houve nova concentração, com vários petardos lançados contra as portas fechadas do edifício.

Na manifestação, sempre com a palavra de ordem #sapadores em luta, podiam ver-se várias faixas com frases como « Enquanto salvamos vidas o Governo brinca com as nossas” ou “Somos heróis do povo esquecidos pelo Governo”.

 

Com Agência Lusa.

 

Parlamento francês vai votar moções de censura ao Governo na quarta-feira

O parlamento francês vai debater e votar na quarta-feira as moções de censura apresentadas pela esquerda e pela extrema-direita contra o Governo do primeiro-ministro Michel Barnier, disseram hoje fontes parlamentares.

A moção de censura apresentada pela aliança de esquerda Nova Frente Popular deverá ser aprovada, uma vez que a União Nacional, de extrema-direita, também teve uma iniciativa idêntica, segundo a agência francesa AFP.

As moções surgem depois de o primeiro-ministro de centro-direita e antigo comissário europeu ter apelado na segunda-feira ao Governo de três meses para que assumisse a responsabilidade pelo projeto de orçamento da segurança social.

A sessão parlamentar sobre as moções de censura foi agendada para as 16:00, segundo as fontes contactadas pela AFP.

 

Com Agência Lusa.

Donald Trump. « Preço será terrível » se reféns em Gaza não forem libertados até 20 de janeiro

O presidente eleito dos Estados Unidos ameaçou esta segunda-feira os grupos palestinianos da Faixa de Gaza, avisando que « o preço a pagar será terrível », se os israelitas sequestrados em Gaza há 14 meses não forem libertados antes da sua investidura.

« Se os reféns não forem libertados antes de 20 de janeiro », escreveu Trump na sua rede Truth Social, « o preço a pagar será TERRÍVEL no Médio Oriente e para os responsáveis que perpetraram estas atrocidades contra a humanidade ».
Trump criticou o facto de « tudo ser conversa » e « nenhuma ação » para libertar os reféns detidos « de forma tão violenta, desumana e contra a vontade do mundo inteiro ».

« Estes responsáveis serão atingidos com uma força nunca antes sofrida por alguém na longa história dos Estados Unidos da América », acrescentou.

Dos 250 israelitas raptados a 7 de outubro de 2023, na invasão do sul de Israel por parte do Hamas e seus apoiantes, menos de uma centena permanecem sob sequestro ou em parte incerta.
No início de dezembro de 2024 permaneciam 97 reféns em Gaza, 35 deles declarados mortos pelo exército israelita.

Há um ano, 105 reféns vivos foram repatriados no único acordo de troca de prisioneiros até agora. Outros quatro foram depois libertados unilateralmente pelo Hamas e oito resgatados pelas Forças de Defesa de Israel num total de 117.

Israel afirma que 73 dos reféns levados na invasão morreram logo nessa data ou depois, sob custódia do Hamas, e que três foram vítimas de fogo amigo em ataques israelitas. Até setembro, os corpos de 37 reféns haviam sido entregues a Israel e as IDF haviam recuperado os de outros 34, em operações militares .

Esta segunda-feira, o Hamas revelou, sem mencionar nacionalidades, que 33 reféns em Gaza foram mortos durante os meses de guerra entre Israel e os grupos palestinianos do enclave, provocada pela invasão de 7 de outubro que deixou 1,200 civis israelitas mortos.

O Hamas condiciona o fim da guerra a uma retirada total de Israel de Gaza, enquanto Israel exige em troca a entrega dos reféns remanescentes. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra irá continuar até à erradicação do Hamas de forma a que o grupo islamita palestinano deixe de ser uma ameaça.

Com Agência Lusa.

FC Porto e Vitória SC vencem no encerramento da jornada 12

O FC Porto colocou-se hoje a três pontos do líder Sporting, ao vencer por 2-0 na receção ao Casa Pia, mantendo-se 100% vitorioso em casa, em encontro da 12ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Fábio Vieira, aos 51 minutos, e o espanhol Samu, aos 55, para o seu nono golo na prova, marcaram para os ‘dragões’, que vinham de um desaire na Luz por 4-1 e somavam um empate e três derrotas nos últimos quatro jogos em todas as provas.

O conjunto do aniversariante Vítor Bruno segurou o segundo lugar, com 30 pontos, contra 33 do líder Sporting, derrotado por 1-0 na receção ao Santa Clara, e 28 do Benfica, terceiro, com menos um jogo, enquanto o Casa Pia manteve-se com 13, caindo para 10º.

 

Vitória SC goleia Gil Vicente e reforça sexto lugar da I Liga:

 

O jogador do Vitória de Guimarães, Kaio César, durante o jogo da I Liga de futebol contra o Gil Vicente, realizado no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, 2 de dezembro de 2024. HUGO DELGADO/LUSA

O Vitória de Guimarães reforçou hoje o sexto lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao golear em casa o Gil Vicente por 4-0

O venezuelano Jesús Ramírez, aos 45 minutos, Sandro Cruz, aos 46, na própria baliza, Manu Silva, aos 59, e Nélson Oliveira, aos 87, marcaram os tentos dos anfitriões, que somaram apenas o segundo triunfo nas últimas sete rondas.

O conjunto vimaranense passou a somar 21 pontos, mais quatro do que Famalicão (sétimo) e Moreirense (oitavo), que perderam na 12.ª jornada, enquanto o conjunto de Barcelos, caiu para o 13.º posto, com 10.

 

Resultados da 12ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 29 nov:

Farense – Estrela da Amadora, 1-0 (1-0 ao intervalo)

 

– Sábado, 30 nov:

Rio Ave – Moreirense, 3-2 (1-0)

Nacional – Boavista, 0-0

Sporting – Santa Clara, 0-1 (0-1)

 

– Domingo, 01 dez:

Estoril Praia – Famalicão, 2-1 (2-1)

Arouca – Benfica, 0-2 (0-1)

AVS – Sporting de Braga, 0-1 (0-0)

 

– Segunda-feira, 02 dez:

Vitória de Guimarães – Gil Vicente, 3-0 (1-0)

FC Porto – Casa Pia, 2-0 (0-0)

Programa da 13ª jornada (horas em Paris):

 

– Quinta-feira, 05 dez:

Moreirense – Sporting, 21:45

 

– Sexta-feira, 06 dez:

Sporting de Braga – Estoril Praia, 21:45

 

– Sábado, 07 dez:

Gil Vicente – Nacional, 16:30

Santa Clara – Rio Ave, 19:00

Benfica – Vitória de Guimarães, 19:00

Famalicão – FC Porto, 21:30

 

– Domingo, 08 dez:

Boavista – Farense, 16:30

Casa Pia – AVS, 19:00

 

– Segunda-feira, 09 dez:

Estrela da Amadora – Arouca, 21:15

 

Com Agência Lusa.

 

 

Conselheiros europeus pedem teste a voto eletrónico para emigrantes nas presidenciais

Conselheiros da comunidade portuguesa na Europa apelaram ao Governo que teste o voto eletrónico na diáspora nas eleições presidenciais previstas para 2026, para permitir o direito ao voto dos portugueses residentes no estrangeiro

“Esta proposta consiste num teste de voto eletrónico nas eleições presidenciais de 2026, não vinculativo e, portanto, não terá uma expressão de vinculação ao voto que é feito, mas seria feito num círculo eleitoral expressivo para que possam ser tiradas conclusões desse teste”, disse à Lusa o presidente do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas (CRCPE), Vítor Oliveira, eleito como conselheiro nas áreas consulares de Toulouse e Bordéus.

A recomendação, enviada também à Presidência da República, visa um teste ao ‘i-voting’ (voto eletrónico) “para os órgãos do Estado português aferirem o que se pode passar ou o que não se pode passar num futuro ato eleitoral vinculativo”, afirmou Vítor Oliveira, referindo que a escolha do círculo com expressão eleitoral se refere a um dos principais círculos “nos maiores países com eleitores da diáspora”.

“As últimas eleições europeias, agora em 2024, tinham 1.557.000 recenseados em toda a diáspora, dos quais 914.000 na Europa e 643.000 fora da Europa, portanto, aqui podemos pensar no universo que estamos a falar”, afirmou.

Embora seja um direito constitucional, os portugueses e lusodescendentes residentes no estrangeiro veem-se muitas vezes condicionados a votar (com voto por correspondência ou presencial), com alguns a terem de fazer centenas de quilómetros ou até ter de comprar viagens de avião para poderem votar no Consulado em que estão recenseados.

A escolha das presidenciais deve-se ao facto de obrigarem ao voto presencial para toda a comunidade, num ato eleitoral que exige que as pessoas se dirijam às mesas de voto habitualmente localizadas nos postos consulares, o que faz muitas delas desistirem.

No caso da comunidade portuguesa em França, embora esteja “bastante bem integrada” no país, os cidadãos querem ter “acesso a todos os meios que lhe sejam possíveis para poder participar” nas eleições portuguesas. Por exemplo, no sul do país “as mesas de voto em alguns casos ficam a 200 ou 300 quilómetros da residência dessas pessoas, aquilo que as impede de votar”, disse.

Para Vítor Oliveira, se, num futuro próximo, se acrescentar uma nova forma de votação e “começar a ter o i-voting, ou seja, a oportunidade da diáspora portuguesa poder votar à distância e online”, a participação na votação pode aumentar “de forma a que os números sejam muito mais expressivos do que têm sido”.

O também secretário-geral da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social da Europa (SEDES) defendeu que a realização deste primeiro teste para avaliar a efetivação e a vinculação do voto eletrónico “é sobretudo uma matéria de vontade política”, acrescentando que “o ato eleitoral indicado seriam as próximas presidenciais” para analisar antes de aplicar num próximo ciclo legislativo.

Em 2005, foi realizado um teste ao voto eletrónico em território nacional, porém não foram retiradas conclusões nos anos seguintes, o que fez o assunto não avançar. Desta vez, os conselheiros propõem que seja feito “única e exclusivamente na diáspora”, já que se passaram 20 anos e “todo o mundo eletrónico e digital mudou completamente”.

“Aquilo que também esta evolução poderá constatar num futuro – também estamos cá para avaliar e todos os órgãos do Estado devem avaliar – é que provavelmente as questões [de segurança] e as anulações de votos [por questões técnicas na contagem por falta de fotocópias de cartão de cidadão] vão cair abruptamente porque as pessoas começam a votar eletronicamente”, acrescentou o conselheiro.

Em França já há a possibilidade de eleger eletronicamente alguns dos conselheiros, tal como na União Europeia, com a Comissão Europeia a utilizar o voto eletrónico durante a pandemia da covid-19, em que “muitas das votações foram feitas eletronicamente », com uma maior probabilidade de uma interferência de países estrangeiros.

Embora a recomendação seja feita pelos 33 conselheiros das comunidades de vários países da Europa, 13 deles da França, também se deve refletir nas outras comunidades fora da Europa, para que “todos os portugueses possam ter direito a votar » e « participar na vida ativa do país », afirmou.

O CRCPE, que faz parte do Conselho das Comunidades Portuguesas, é responsável por ideias, relatórios e informações e “tem uma agenda própria de trabalho” para aconselhar o Governo português em matérias das comunidades portuguesas.

 

Com Agência Lusa.

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