TAP acaba com viagens gratuitas para governantes

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TAP acaba com viagens gratuitas para membros do Governo. A TAP está a negociar com o Governo uma solução que poderá vir a envolver tarifas especiais ou pacotes de descontos para membros do Executivo, revela o “Jornal de Negócios” esta quinta-feira.

Alfa/Expresso

As borlas, as viagens em classe executiva gratuitas, para membros do Governo na Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) estão prestes a acabar. Segundo avança o “Jornal de Negócios” esta quinta-feira, a administração da companhia aérea já comunicou ao Governo o fim das viagens oferecidas a membros do Executivo.

“A TAP está a trabalhar com o Governo no estabelecimento de novas regras sobre as condições a aplicar nas viagens de servidores públicos, a adoptar proximamente”, confirmou fonte oficial da transportadora aérea ao matutino.

No entender da administração da TAP, liderada por Antonoaldo Neves, não faz sentido que a TAP, sendo uma empresa gerida de forma privada, ofereça “borlas” ao Estado.

O “Negócios” revela ainda que a TAP – detida em 50% pelo Estado e em 45% pela Atlantic Gateway de Humberto Pedrosa e David Neeleman – está a negociar com o Governo uma solução que poderá vir a envolver tarifas especiais ou pacotes de descontos.

De acordo com o jornal, as negociações estão a decorrer com o Ministério das Infraestruturas, dirigido por Pedro Marques, e visam encontrar um critério que seja justo para ambas as partes. A TAP, ao que tudo indica, poderá vir a oferecer tarifas preferenciais para as viagens de membros do Governo e pacotes de desconto para todos os destinos servidos pela companhia aérea portuguesa.

“Vamos importar energia nuclear francesa” – Agostinho Lopes

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Agostinho Lopes: “Vamos importar energia nuclear francesa”

Dirigente histórico dos comunistas portugueses, Agostinho Lopes, engenheiro químico de formação, deputado durante 24 anos e membro do comité central do PCP deu uma longa entrevista ao jornal Público na qual aborda as questões da energia em Portugal.

Nesta entrevista de fundo previne designadamente que o recente acordo de Portugal, Espanha e França para o aumento da capacidade das ligações eléctricas entre a Península Ibérica e o resto da Europa vai servir os interesses gauleses.

“Vamos importar energia nuclear francesa”, diz.

Pequeno extrato da entrevista:

« Vamos exportar energia subsidiada pelos portugueses e vamos importar energia nuclear francesa provavelmente para fazer as cascatas do Tâmega para depois se fazer renovável, uma falsificação de energia renovável.

Acusa o Governo de criar uma situação para importarmos energia nuclear francesa?
Sobretudo sem nenhum estudo feito sobre as possibilidades da nossa exportação de renováveis. Devem ser criadas interligações, mas transformar isso na solução para termos energia mais barata é, mais uma vez, estar a vender a fraude daquilo que levou à privatização e segmentação dos mercados de electricidade no nosso país com as consequências que hoje adivinhamos.

António Costa não disse que era uma oportunidade de Portugal exportar energia excedentária para o resto da Europa?
O nosso país continua a ter gravíssimas carências energéticas, continuamos a ter um défice energético que, apesar deste movimento das renováveis, teve uma ligeira redução nestes últimos anos, e não temos grandes perspectivas de nos transformar em grandes exportadores de energia. É uma ilusão e não está feito sequer nenhum estudo.

Para os três países há um estudo…
Sim, de possibilidades. A rede de energia é uma das novidades deste sistema criado nos processos de privatização, liberalização e desmembramento da EDP. Criou-se esta coisa espantosa – serem os consumidores a pagarem os investimentos da rede -, a questão é saber se pagamos uma rede que corresponde aos interesses nacionais ou uma rede que interessa à EDP e à REN. É bastante diferente do nosso ponto de vista. »

Leia a entrevista em publico.pt

636 mordomas com 30 milhões em ouro desfilam em Viana do Castelo

Polícia e segurança privada vigiam 30 milhões em ouro nas Festas d’Agonia (Viana do Castelo), esta sexta-feira, 17, à tarde. A não perder, se andar pela região.

Uma cifra calculada a partir do preço actual de mercado (28 euros o grama) e do peso médio carregado pelas cada vez mais mordomas. O desfile será vigiado por um « exército » de polícias fardados e à paisana, seguranças privados e também familiares e amigos, zelosos dos valiosos dotes das « raparigas ».

(Uma reportagem que pode continuar a ler no JN desta quinta-feira)

Mil crianças abusadas. 300 padres acusados nos EUA de pedofilia

301 padres da Pensilvânia acusados de pedofilia. Investigação oficial contem confissões secretas de muitos dos padres que irão a tribunal por terem abusado sexualmente mais de mil crianças.

Escândalo que envolve mais de três centenas de sacerdotes católicos do estado da Pensilvânia referem-se a abusos sexuais de mais de mil crianças durante cerca de 70 anos.

Relatório do Supremo Tribunal da Pensilvânia indica que estes predadores da Igreja católica  terão sido encobertos pelos bispos.

A investigação da Procuradoria da Pensilvânia durou dois anos e inclui documentos secretos das dioceses que estavam guardados a sete chaves.

 

Ponto final. Marine le Pen já não fala na Web Summit de Lisboa.

Web Summit. Governo não solicitou mas Paddy Cosgrave retirou o nome de Marine Le Pen da lista dos oradores da Web Summit. É o ponto final na polémica sobre o convite à líder nacionalista francesa para discursar na cimeira tecnológica mundial.

“É claro para mim que a decisão correcta para a Web Summit é prescindir do convite a Marine Le Pen”, escreveu no Twitter Paddy Cosgrave esta quarta-feira.

Na terça-feira à noite, Paddy Cosgrave, o fundador da Web Summit, disse que estava disponível para retirar Marine Le Pen da lista de oradores caso o Governo português o solicitasse.

O Executivo, numa nota enviada à TSF esta quarta-feira, recusou esse cenário, informando que não intervém “na seleção de oradores”. Ainda assim, Cosgrave, poucas horas depois, tomou a iniciativa de apagar o nome da líder da Frente Nacional de França do evento.

Tentou desta forma por fim a uma polémica que estava a subir de tom em Portugal.

Rúben e Brahimi. Lyon e Mónaco aceleram contactos

O jovem futebolista português Rúben Dias (Benfica) porderá estar muito perto de assinar pelo Olympique de Lyon, segundo fontes múltiplas citadas pela imprensa francesa e portuguesa.

Também o internacional argelino Yacine Brahimi, jogador fundamental do FC Porto, poderá estar a caminho do ASMónaco, treinado pelo português Leonardo Jardim. Neste caso, as fontes também são as mesmas e múltiplas, citadas pela imprensa.

Ambos os negócios poderão ficar concluídos nos próximos dias, ou mesmo nas próximas horas,  segundo algumas fontes. Rúben Dias poderá ser o primeiro a assinar porque dirigentes do Lyon são esperados esta quarta-feira em Lisboa.

 

 

« Batata quente » Marine le Pen nas mãos de António Costa

Paddy Cosgrave: « Se o Governo português pedir, cancelamos o convite a Le Pen »

Fundador da Web Summit publicou uma nota sobre a polémica dos últimos dias

O fundador da Web Summit reagiu esta terça-feira à polémica sobre o convite feito a Marine Le Pen para estar presente no evento que decorre em novembro em Lisboa.

Numa nota escrita, Paddy Cosgrave afirma que a Web Summit é um « espaço aberto ao debate entre vários pontos de vista » e garante que « se os nossos anfitriões, o Governo português, nos pedirem para cancelar o convite a Marine Le Pen, nós vamos respeitar esse pedido e vamos fazê-lo imediatamente ».

O irlandês afirma que as opiniões de Marine Le Pen são, na sua opinião, « erradas », e que nem o facto de ter reunido mais de 30% dos votos na segunda ronda das presidenciais francesas legitima o seu pensamento. E sublinha que deixar « ideias extremas » de fora da conferência é o « caminho fácil ».

Explica depois por que escolheu não o fazer. « Acreditamos que banir ou tentar ignorar essas ideias, que têm sido difundidas pela tecnologia, não ajuda à compreensão. Mais importante, talvez, banir ou ignorar essas ideias não ajuda a perceber os motivos pelos quais essas ideias têm cada vez mais apoiantes em várias partes da Europa », escreve o irlandês.

Paddy Cosgrave destaca que há uma « necessidade palpável de debater e discutir este fenómeno, as suas causas e o papel que a tecnologia tem nele ». E acrescenta que a Web Summit é um lugar « onde as pessoas devem estar preparadas para mudar de opinião e desafiar as opiniões dos outros ».

Marine Le Pen não irá, no entanto, discursar no palco principal do evento, na Altice Arena, nem num dos outros 20 palcos secundários espalhados pelo Pavilhão de Portugal. Paddy Cosgrave revela que os oradores cujas ideias « podem ser consideradas ofensivas » não são convidados para estes palcos, ficando antes pelo Forum, um espaço reservado a convidados (políticos, CEO »s ou académicos). Foi o que aconteceu no ano passado, por exemplo, com Nigel Farage.

Petição internacional contra presença de Marine Le Pen na Web Summit

A participação da dirigente da extrema-direita francesa no grande evento tecnológico que se realiza em Lisboa tem gerado grande polémica. E agora já corre um abaixo-assinado contra a sua presença.

« A Web Summit é uma plataforma para criar um futuro melhor: não a Marine Le Pen como oradora » é o título do abaixo-assinado internacional contra a presença da líder do partido francês Reunião Nacional (antiga Frente Nacional) disponível na plataforma Change.org.

Deixem os emigrantes portugueses em paz – Opinião

Deixem os emigrantes em paz

Os emigrantes são das pessoas mais corajosas, autónomas e resilientes de Portugal. No entanto, são muitos os comentários e os posts maldosos nas redes sociais sobre os que nos visitam em Agosto. Vamos calçar os sapatos do outro.

Chegou Agosto, o calor e as férias. Chegaram, também, os emigrantes portugueses e os comentários e posts maldosos nas redes sociais sobre os mesmos.

Antes de mais, penso que é importante elucidar: o que é a migração humana? A migração humana é o movimento (temporário ou definitivo) de pessoas dentro de um país ou entre países. E por que é que as pessoas se movem? Porque compreendem a migração como uma melhor oportunidade procedente de factores ambientais, económicos e políticos para o seu bem-estar. E é isto mesmo que acontece com os nossos portugueses que emigram: vão para um outro país procurar o que acham que são melhores condições para viver.

Ao longo do meu trabalho de investigação com emigrantes portugueses e as suas famílias, tive a oportunidade de conhecer muitos destes percursos de resiliência e adaptação. Estamos a falar de pessoas que, como muitos de nós que vivem em Portugal, planeiam a sua vida profissional, familiar, social e amorosa com as pessoas que estão à volta. No entanto, o contexto pregou-lhes uma partida: ou não tinham empregos decentes (ou nenhuns mesmo), ou a formação académica e o respectivo financiamento não eram suficientes para os seus projectos de crescimento profissional ou, genericamente, a sociedade portuguesa não estava lado a lado com o que precisavam para crescimento e estabilidade ao longo da vida.

Assim, estas pessoas decidiram ultrapassar fronteiras, línguas e culturas diferentes com uma finalidade: tentar ser feliz. Parece um acto isolado e de uma espécie de narcisismo, por ir e deixar tudo? Não, de todo! Muitos destes emigrantes fazem-no não só para o seu bem-estar, mas em muitos dos casos para ajudar quem cá fica: as suas famílias e os seus amigos.

Estes emigrantes, que muitos satirizam pelos seus carros XPTO ou pronúncias que bailam entre o português e os inúmeros estrangeirismos, são pessoas que têm a abnegação de deixar o seu ninho de conforto e explorar o mundo com a intenção de crescer conjuntamente com quem cá fica. E veja-se que não falo apenas da ajuda financeira que prestam, falo também do enorme contributo que é tornar a sociedade portuguesa mais intercultural.

Por isto, é importante relembrar que os emigrantes são cidadãos portugueses com os mesmos direitos e deveres, com a particularidade de que se autonomizaram de tal forma que atravessaram sozinhos muitas das linhas do conforto, estão a investir dinheiro privado, fruto de trabalho árduo ao longo do ano, e voltam nas férias ao país que nem lhes conseguiu (muitas vezes) dar condições suficientes para serem felizes. Porque o que lhes importa, na verdade, são os bons momentos que vivem cá com as pessoas e os sítios de que gostam.

Vejamos os emigrantes, não de uma perspectiva de exibicionismo de carros, de bens, mas de uma perspectiva de pessoas extremamente resilientes que estavam no lado de cá, como nós, até que um dia tudo mudou e precisaram de explorar novas formas de ser feliz. Estas são pessoas que nos podem ajudar a viajar sem sair de Portugal, já que as experiências de inter e transculturalidade se tornam, sem dúvida, nas melhores aprendizagens que podemos ter para ver o mundo com a noção de que temos sempre muito mais a aprender e viver.

Boas férias a todos/as.

“Tragédia imensa”. O que já se sabe sobre a queda da ponte Morandi, em Génova

Ao final da manhã de terça-feira, a ponte de Morandi colapsou. O dia estava nublado e chuvoso, a visibilidade era reduzida e os condutores e passageiros que atravessavam a estrutura foram apanhados de surpresa pela queda de uma parte do tabuleiro. As causas da derrocada são ainda desconhecidas. Esta manhã de quarta-feira, um novo balanço oficial, ainda provisório, apontava para 35 mortos e diversos feridos graves.

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Alfa/Expresso, por Marta Gonçalves. (adaptado e atualizado)

O QUE ACONTECEU?

Faltavam dez minutos para o meio-dia desta terça-feira (menos uma hora em Portugal) quando a ponte Morandi, na cidade de Génova, no noroeste de Itália, quebrou. No tabuleiro da ponte estavam dezenas de carros. Por baixo, uma série de casas, empresas e fábricas. Nesteminuto-a-minuto pode recordar ao pormenor o que sucedeu ao longo do dia.

HÁ VÍTIMAS?

Às 00h00 desta quarta-feira, o número oficial de vítimas mortais estava fixado em 26, estando já 19 cadáveres identificados.  Mas na manhã de quarta-feira o balanço ainda provisório era mais pesado: 35 mortos.Ao longo do dia de terça, gerou-se a confusão com o governo da região de Ligúria, cuja capital é Génova, a dar como certos 35 mortos através de uma publicação nas redes sociais. No entanto, pouco depois a publicação foi apagada. Ao final da tarde, em conferência de imprensa, as autoridades esclareceram a situação e não deixaram margens para dúvidas: 23 pessoas morreram no local, duas foram resgatas sem vida dos escombros e outra não resistiu a uma cirurgia e morreu já no hospital.

Há ainda 15 pessoas feridas, estando nove em estado considerado muito grave. Foram transportadas para quatro hospitais. Mas repete-se que o balanço oficial , na manhã de quarta-feira, é de 35 moortos.

Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas assegurou que, “até ao momento”, não há portugueses entre as vítimas da queda de parte da ponte em Génova.

Onze edifícios foram evacuados, o que obrigou à retirada de 432 pessoas. Os trabalhos de limpeza vão continuar e estima-se que sejam necessários entre dez a 15 dias – trabalhando 24 horas sobre 24 horas – para que sejam concluídos.

QUE PONTE É ESTA? E QUEM CONSTRUIU?

A ponte Morandi atravessa o rio Polcevera, em Génova, e liga os dois lados da cidade. Foi construída em 1969 e o seu nome é uma homenagem ao seu arquiteto, Riccardo Morandi, celebrado em Itália como um dos mais visionários arquitetos do século XX e que ficou famoso precisamente pelas suas pontes de betão.

Há dois anos, já o engenheiro Antonio Brencich, da Universidade de Génova, garantia que existiam motivos de preocupação. “Pouco após a sua construção, o viaduto Morandi já apresentava problemas. Não foram tidos em consideração, por exemplo, os efeitos da deterioração do betão, que acabaram por resultar num plano de estrada não-horizontal”, explicou à página de notícias da comunidade de engenheiros civis Ingegneri. “Mesmo nos anos 80, aqueles que passassem na ponte teriam que conduzir sobre altos e baixos dado o deslocamento da placa de circulação. Só as repetidas correções de elevação permitiram ter o atual aspeto [em julho de 2016] semi-horizontal”, acrescentou.

QUAL A CAUSA?

Até ao momento, não foi avançada uma explicação oficial por parte das autoridades italianas. O diretor em Génova da concessionária responsável pela manutenção da ponte, Stefano Marigliani, assegurou à imprensa que estavam a ser feitas “obras de reforço”.

Na altura do acidente, a base da ponte Morandi estava a ser alvo de “obras de reforço”. “O colapso foi inesperado e imprevisível. A ponte era constantemente monitorizada, até mais vezes do que o previsto na lei”, disse.

No entanto, a Proteção Civil, através do seu líder, Angelo Borrelli, disse não ter qualquer informação sobre essa intervenção.

QUEM REAGIU?

“Uma imensa tragédia”. Foram estas as palavras escolhidas pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, que ao final da tarde desta terça-feira viajou para a cidade portuária e visitou o local. “É chocante ver o metal retorcido e a ponte desmoronada, com as vítimas a serem de lá retiradas”, disse, citado pela televisão pública RAI.

Matteo Salvini, ministro do Interior, foi um dos primeiros a dar como certa a morte de pelo menos três dezenas de pessoas, apesar de este número não correponder ao que estava a ser oficialmente divulgado pelas autoridades de Proteção Civil. Já o ministro italiano das Infraestruturas e Transportes, Danilo Toninelli, denunciou a falta de manutenção da ponte. “Os responsáveis vão ter de pagar por isto até às últimas consequências”, disse. “Como cidadão italiano, lamento muito que os trabalhos de manutenção não tenham sido feitos.”

O Presidente da República telefonou ao homólogo italiano, Sergio Mattarella, e deixou as condolências pela morte das 26 pessoas. “Neste momento difícil, quero enviar sentidas condolências aos familiares das vítimas e também expressar a vossa excelência, em meu nome e no do povo português, toda a solidariedade para com o povo italiano e, em particular, para com todos os que foram afetados, a quem envio os votos de rápida recuperação”, lê-se na nota enviada por Marcelo Rebelo de Sousa e que foi divulgada na página da Presidência da República.

De Bruxelas, também se pronunciou o presidente da Comissão Europeia. Jean-Claude Juncker manifestou-se “profundamente consternado com o colapso do viaduto” em Génova, “que custou tantas vidas”. “Em nome da Comissão Europeia, expresso as minhas mais profundas e sinceras condolências aos familiares e próximos daqueles que morreram e ao povo italiano”, lê-se numa mensagem de Juncker, divulgada esta tarde em Bruxelas e citada pela agência Lusa

Benfica empata e continua na luta pelos milhões da Liga dos Campeões

O Benfica elimina o Fenerbahçe e vai jogar o play-off de acesso à Liga dos Campeões com os gregos do PAOK.

Comentário do jornal público ao Fenerbahçe-Benfica (1-1):

« Benfica continua na luta pelos milhões após empate na Turquia

Gedson abriu o marcador, o Fenerbahçe empatou antes do intervalo, mas o triunfo na Luz, mais o golo marcado fora, deram uma boa folga aos « encarnados ». »

Pizzi, médio do Benfica, na flash interview à Sport TV:

« Estávamos preparados para o ambiente e, a verdade, é que controlámos a eliminatória. Sentimos que o jogo estava para nós. Marcámos, eles melhoraram nos últimos cinco minutos, mas nós voltámos a controlar. A equipa tem vindo a crescer, há sempre coisas para melhorar, mas foi um excelente jogo da nossa parte. Tivemos pela frente um adversário difícil, mas mostrámos muita personalidade »

Título do Sapo-Desporto, sobre o jogo:

« ‘MOTOR’ GEDSON CARREGA O BENFICA PARA O « PLAY-OFF » DA CHAMPIONS »

Se o Benfica ganhar ao PAOK  arrecadará mais 40 milhões de euros de prémio da UEFA.