Luís Freire é o terceiro treinador do Vitória de Guimarães na época 2024/25

Luís Freire tornou-se hoje o terceiro treinador do Vitória de Guimarães em 2024/25, ao ser apresentado na academia do clube da I Liga portuguesa de futebol, com um contrato até junho de 2026, antes do seu primeiro treino.

Depois de Rui Borges, que iniciou a época ao ‘leme’ dos vitorianos e rumou ao Sporting em dezembro de 2024, e de Daniel Sousa, treinador cuja saída foi confirmada na terça-feira, após três semanas de trabalho, o técnico de 39 anos regressa hoje ao ativo, após ter saído do Rio Ave em novembro último.

Luís Freire é o segundo treinador com mais jogos pelos vila-condenses (129), atrás de Carlos Brito (365), tendo conquistado o título de campeão da II Liga em 2021/22 e conduzido a equipa da foz do Ave ao 12.º lugar na época 2022/23 e ao 11.º na temporada 2023/24.

Natural da Ericeira, vila do concelho de Mafra, o novo ‘timoneiro’ dos minhotos iniciou a carreira no clube da localidade natal, o Ericeirense, na 2.ª Divisão da Associação de Futebol de Lisboa, em 2012/13, rumou ao Pêro Pinheiro, do concelho de Sintra, em 2015/16, e sagrou-se vencedor do Campeonato de Portugal, terceiro escalão do futebol luso em 2017/18, pelo Mafra.

O feito valeu-lhe a estreia na II Liga em 2018/19, pelo Estoril Praia, antes da mudança para o Nacional, promovendo os madeirenses à I Liga, em 2019/20, para se estrear no escalão maior em 2020/21, temporada que não completou, com os insulares a classificarem-se na 18.ª e última posição.

 

Presidente do Vitória diz que “não havia caminho em conjunto” com Daniel Sousa

O presidente do Vitória de Guimarães, António Miguel Cardoso, afirmou hoje que “não havia caminho para trabalhar em conjunto” com Daniel Sousa, a propósito da saída do treinador do clube minhoto, da I Liga portuguesa de futebol.

Antes da apresentação do novo treinador dos vitorianos, Luís Freire, o responsável máximo do emblema de Guimarães afirmou que “o período da instalação da equipa técnica” que assumiu funções em 26 de dezembro de 2024 “não funcionou da melhor forma”, sem a integração desejada com a restante estrutura dos vimaranenses, daí “a rescisão por mútuo acordo”, confirmada na terça-feira.

“Seguimos uma ‘linha’ muito direta e profissional. Essa integração não estava a funcionar. Havia problemas, coisas pequenas que afetavam o dia a dia. O caminho tinha de ser este. Não havia caminho para trabalharmos em conjunto. Olhamos para a frente à procura do sucesso. Quando as coisas não estão bem preferimos reagir”, vincou o dirigente, em conferência de imprensa.

Convencido de que o término da relação com esta equipa técnica é a que melhor defende “os interesses do Vitória”, António Miguel Cardoso assumiu que contratar Daniel Sousa para suceder a Rui Borges, o agora treinador do Sporting, “não foi a melhor decisão do mundo”.

 

António Cardoso recandidato à presidência do Vitória

O presidente do Vitória de Guimarães, António Miguel Cardoso, confirmou a recandidatura à presidência do clube minhoto, nas eleições marcadas para 1 de março.

Eleito pela primeira vez presidente dos vitorianos em 5 de março de 2022, o responsável afirmou que o clube está “muito maior” do que há três anos, mas frisou que o seu trabalho ainda está “a meio do caminho”.

“Existem coisas que sentimos claramente, como administração, que ainda estamos a meio do caminho. Acreditamos que o Vitória está muito maior a todos os níveis. (…) Serei candidato às próximas eleições e para os próximos três anos”, disse, no auditório da academia do clube.

Presidente do Vitória de Guimarães confirma Kaio César a título definitivo

O Vitória de Guimarães acionou a opção de compra do futebolista brasileiro Kaio César junto dos brasileiros do Coritiba, confirmou hoje o presidente do clube minhoto, António Miguel Cardoso.

Em conferência de imprensa que antecedeu a apresentação do novo treinador dos vimaranenses, Luís Freire, o dirigente confirmou que o clube exerceu a cláusula de compra de 60% dos direitos económicos relativos ao extremo brasileiro de 20 anos por 1,5 milhões de euros (ME).

 

Com Agência Lusa.

Open da Austrália: Nuno Borges na terceira ronda, Jaime Faria eliminado

 O tenista português Nuno Borges, 33.º do ranking ATP, qualificou-se hoje para a terceira ronda do Open da Austrália ao vencer o jogador da casa Jordan Thompson (27.º), em três parciais.

O número um nacional, de 27 anos, foi mais forte que o australiano, de 30 anos, tendo quebrado por várias vezes o serviço do adversário para vencer por 3–6, 2–6 e 4–6, em uma hora e 47 minutos.

Depois da vitória de hoje, Nuno Borges vai defrontar na terceira ronda o espanhol Carlos Alcaraz, número três do mundo, que derrotou o japonês Yoshihito Nishioka, 65.º do ranking mundial, em três parciais, por 0–6, 1–6 e 4–6.

 

Jaime Faria Afastado:

O tenista português Jaime Faria foi afastado do Open da Austrália ao perder, na segunda ronda, com o sérvio Novak Djokovic (7º do mundo), em quatro « sets ».

O sérvio, detentor de 24 troféus do Grand Slam, 10 dos quais conquistados em Melbourne Park, conseguiu impor o seu favoritismo ao vencer por 6-1, 6-7 (4-7) 6-3 e 6-2, em mais de três horas.

Djokovic vai defrontar na terceira ronda o checo Tomas Machac, que venceu o norte-americano Reilly Opelka, em cinco « sets », por 6-3, 6-7 (1-7), 7-6 (7-5), 6-7 (4-7) e 4-6.
Com Agência Lusa.

Moçambique/Eleições: Marcelo escreve a Chapo e expressa « reforçado empenho » na cooperação

O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou hoje uma mensagem ao recém-empossado Presidente moçambicano, Daniel Chapo, em que expressa « reforçado empenho » na cooperação entre Portugal e Moçambique.

Na carta dirigida a Daniel Chapo, divulgada no sítio oficial da Presidência da República Portuguesa na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que conta « marcar presença, em junho próximo, na comemoração dos cinquenta anos da independência de Moçambique ».

O Presidente português assegura « aos moçambicanos, a todos os moçambicanos, que podem contar sempre com os portugueses e com Portugal ».

Esta mensagem foi divulgada depois de Daniel Chapo ter tomado posse como Presidente de Moçambique, numa cerimónia em que Marcelo Rebelo de Sousa não marcou presença e Portugal esteve representado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.

O chefe de Estado português refere que Daniel Chapo, ao ser investido no cargo de Presidente da República de Moçambique, reiterou « o propósito de construção da unidade e da estabilidade, pelo desenvolvimento económico, pela justiça social, pela transparência, pela afirmação educativa e cultural, pela salvaguarda do pluralismo e pelo diálogo comunitário inclusivo ».

« Propósitos que acolhem legítimos anseios de variados setores políticos e sociais moçambicanos, e que todos esperam se possam concretizar na realidade », acrescenta Marcelo Rebelo de Sousa.

No plano bilateral, o Presidente português evoca « as relações fraternais » entre povos « e o papel essencial da comunidade moçambicana em Portugal e da comunidade portuguesa em Moçambique » e descreve como « muito sólidos » os « laços de cooperação entre os dois Estados-irmãos ».

Marcelo Rebelo de Sousa transmite a Daniel Chapo « o reforçado empenho do Presidente da República Portuguesa, do Estado português e do povo português em prosseguir e aprofundar essa cooperação, a todos os níveis, ao serviço do desenvolvimento sustentável, da justiça social, da plena realização do povo moçambicano e da relevante projeção de Moçambique no mundo ».

Na semana passada, o parlamento português aprovou, na generalidade, uma recomendação ao Governo para que não reconheça os resultados das eleições de 09 de outubro em Moçambique « devido às graves irregularidades e fraudes denunciadas e documentadas », com votos a favor de Chega, IL, BE e Livre, abstenções de PS, PSD e CDS-PP e votos contra do PCP.

Marcelo Rebelo de Sousa não foi à posse de Daniel Chapo, embora durante algum tempo tenha mantido em aberto a possibilidade de estar presente, referindo que a questão estava « a ser conduzida pelo Governo », em ligação com os diplomatas portugueses.

Em 08 de janeiro, o chefe de Estado português anunciou, através de uma nota, que tinha recebido uma carta do Presidente moçambicano cessante, Filipe Nyusi, a convidá-lo para a posse do seu sucessor, e outra de Venâncio Mondlane, candidato que reclamou vitória, a informá-lo de que iria regressar ao país.

Moçambique foi o destino escolhido pelo Presidente português para a sua primeira visita de Estado, em maio de 2016. Em janeiro de 2020, Marcelo Rebelo de Sousa esteve na posse de Filipe Nyusi após a sua reeleição.

Em 23 de dezembro, o Conselho Constitucional de Moçambique proclamou Daniel Chapo, candidato da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) – partido no poder desde a independência do país, em 1975 –, como o vencedor da eleição para Presidente da República, com 65,17% dos votos, nas eleições gerais de 09 de outubro.

Nesse mesmo dia, o chefe de Estado português publicou uma nota referindo que « tomou conhecimento dos candidatos e da força política declarados formalmente vencedores », saudando « a intenção já manifestada de entendimento nacional » e sublinhando « a importância do diálogo democrático entre todas as forças políticas ».

 

Moçambique/Eleições: Estabilidade social e política é a prioridade das prioridades – Chapo

Mozambique’s new President Daniel Chapo (L) and his wife Gueta Chapo (R) after his inauguration ceremony as Mozambique’s fifth president, at Independence Square in Maputo, Mozambique, 15 January 2025. On 23 December, Chapo, 48, was declared the winner of the presidential election by the Constitutional Council (CC) with 65.17% of the vote in the general elections held on 9 October, which included legislative and provincial assembly elections also won by Frelimo. LUISA NHANTUMBA/LUSA

O novo Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, defendeu hoje no discurso de investidura, em Maputo, a união no país e disse que « a estabilidade social e política é a prioridade das prioridades ».

No primeiro discurso enquanto chefe de Estado de Moçambique, logo após a cerimónia de investidura, Daniel Chapo prometeu ser « não um Presidente distante, mas um filho da nação » e garantiu: « Unidos somos capazes de superar obstáculos e transformar as dificuldades em prosperidade ».

O ato de investidura, salientou, « marca o início de uma nova fase de consolidação da construção da nação soberana e próspera ».

Chapo foi investido hoje, em Maputo, como quinto Presidente da República de Moçambique, o primeiro nascido já depois da independência do país, numa cerimónia com cerca de 2.500 convidados e a presença de dois chefes de Estado.

Atual secretário-geral da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), Daniel Chapo era governador da província de Inhambane quando, em maio de 2024, foi escolhido pelo Comité Central para ser candidato do partido no poder à sucessão de Filipe Nyusi, que cumpriu dois mandatos como Presidente da República.

Em 23 de dezembro, Daniel Chapo, 48 anos, foi proclamado pelo Conselho Constitucional como vencedor da eleição presidencial, com 65,17% dos votos, nas eleições gerais de 09 de outubro, que incluíram legislativas e para as assembleias provinciais, que a Frelimo também venceu.

A eleição de Daniel Chapo tem sido contestada nas ruas desde outubro, com manifestantes pró-Venâncio Mondlane – candidat presidencial que, segundo o Conselho Constitucional, obteve apenas 24% dos votos, mas que reclama vitória – a exigirem a “reposição da verdade eleitoral », com barricadas, pilhagens e confrontos com a polícia, que já provocaram 300 mortos e mais de 600 pessoas feridas a tiro, segundo organizações da sociedade civil que acompanham o processo.

Venâncio Mondlane convocou três dias de paralisação e manifestações, desde segunda-feira, contestando a tomada de posse dos deputados eleitos à Assembleia da República e a investidura do novo Presidente da República.

 

Com Agência Lusa.

Aguiar-Branco defende simplificação do voto dos emigrantes e pede combate à abstenção

O presidente da Assembleia da República defendeu hoje a simplificação do voto dos emigrantes, medidas para combater a abstenção e uma reflexão sobre o sistema eleitoral, num discurso em que elogiou a Comissão Nacional de Eleições (CNE).

José Pedro Aguiar-Branco assumiu estas posições numa intervenção que proferiu na sala do Senado, no parlamento, durante a abertura da sessão comemorativa dos 50 anos da CNE.

Após um discurso inicial proferido pelo presidente da CNE, o juiz conselheiro Santos Cabral, José Pedro Aguiar-Branco destacou o contributo da CNE ao longo de meio século para o funcionamento da democracia portuguesa, mas referiu-se também aos desafios que no futuro se colocam a esta entidade.

“Devemos continuar a perguntar à CNE e a todos os anónimos que garantem que as nossas eleições correm bem, o que podemos fazer para facilitar o seu trabalho, o que podemos fazer, enquanto país, enquanto parlamento, para responder aos desafios democráticos de hoje. Desafios como a abstenção, que ainda é demasiado elevada”, salientou.

Neste contexto, o presidente da Assembleia da República lembrou que este ano, dentro de meses, o país terá eleições autárquicas, “a grande festa da democracia e do poder local, com milhares de candidatos”.

“Não podemos continuar a ter níveis de abstenção superiores a 40% nestas eleições”, acentuou, antes de alertar para a necessidade de “mobilizar para as eleições autárquicas os cidadãos europeus que vivem em Portugal – e que podem votar” neste ato eleitoral.

Mas o antigo ministro social-democrata deixou a seguir um segundo desafio relacionado com o voto das comunidades emigrantes.

“Precisamos de encontrar um modelo mais simples e mais acessível, para aumentar a participação”, afirmou.

Em termos de médio prazo, o presidente da Assembleia da República apontou “o desafio da reforma do sistema eleitoral e da lei das campanhas eleitorais”.

“Este não é o lugar, nem o momento, para aprofundar estes assuntos. Mas não queria deixar de os mencionar. Creio que gastamos pouco tempo a pensar em como melhorar o nosso sistema político”, considerou.

Num discurso escutado pelo Procurador Geral da República, Amadeu Guerra, e por antigos governantes, como o socialista Vera Jardim, o presidente da Assembleia da República, defendeu a tese de que os regimes políticos democráticos “são sempre uma construção coletiva, são transmitidos de geração em geração, como um legado frágil que é preciso preservar”.

“Cada geração é chamada a assumir esta responsabilidade de cuidar do que é de todos, de construir, com realismo e bom senso em favor do bem comum. Digo-o em relação à CNE mas também em relação ao parlamento e à democracia como um todo. A melhor homenagem que podemos prestar aos que nos precederam é sabermos cuidar da democracia para a entregarmos às próximas gerações mais robusta e mais preparada”, frisou.

No seu discurso, José Pedro Aguiar-Branco recordou o processo de preparação das primeiras eleições em democracia, em Abril de 1975, para a Assembleia Constituinte.

“O país não estava habituado ao pluralismo partidário, às campanhas eleitorais, a comícios, tempos de antena e sessões de esclarecimento. Não era garantido que o regime, tão novo e ainda tão frágil, conseguisse organizar umas eleições em todo o território, ou responder à grande afluência que se esperava, assegurando que todos os partidos concorrentes aceitavam o resultado do sufrágio”.

De acordo com o presidente do parlamento, também “não era garantido que as mesas de voto funcionassem, que o voto secreto fosse respeitado, que o escrutínio fosse transparente e fiável, que o processo fosse justo e aceite por todos”.

“Os riscos eram muitos. É fácil, à distância de 50 anos, nem sequer dar por eles. Foi esse o papel da CNE. Num momento tão exigente – e entusiasmante – da nossa vida comum, garantir que as eleições aconteciam e que tudo corria bem. Por isso, é justo que, meses antes de assinalarmos os 50 anos das primeiras eleições, prestemos homenagem a quem contribuiu que elas ocorressem”, acrescentou.

 

Com Agência Lusa.

Lille elimina Marselha da Taça de França nos penáltis

O Olympique de Marselha perdeu em casa esta terça-feira com o Lille nos 16 avos de final da Taça de França (1-1, 3-4 gp). Os Dogues garantem assim o seu lugar nos oitavos de final da competição.

 

Os primeiros resultados dos 16 avos de final da Taça da França:

-Reims (D1) 1-1, 3-1 gp Mónaco (D1)
-Bastia (D2) 0-1 Nice (D1)
-Guingamp (L2) 2-2, 9-8 gp Sochaux (L2)
-Le Mans (N1) 1-1, 4-3 gp Valenciennes (N1)
-Dives-Cabourg (N3) 1-0 Le Puy (N2)
-OM (L1) 1-1, 3-4 gp Lille (L1)

O PSG deslocou-se quarta-feira até ao reduto do Espaly, clube que atua no quinto escalão do futebol francês, e venceu por 2-4, num jogo em que Gonçalo Ramos foi titular e marcou um dos golos da formação parisiense.

Com este resultado, o PSG garantiu a presença nos «oitavos» da Taça de França, assim como o Bourgoin Jallieu, que levou a melhor sobre o Lyon por 3-2.

 

Alguns resultados dos 16 avos:

Espaly-PSG, 2-4

Brest-Nantes, 2-1

Cannes-Lorient, 2-1

Quevilly Rouen-Angers, 2-3

Thaon-Estrasburgo, 2-3

Toulouse-Laval, 2-1

Troyes-Rennes, 1-0

Bourgoin Jallieu – Lyon, 3-2

Benfica vence Farense e qualifica-se para os ‘quartos’ da Taça de Portugal

O Benfica, recordista de vitórias na prova, qualificou-se hoje para os quartos de final da Taça de Portugal em futebol, ao vencer o Farense por 3-1, em encontro dos ‘oitavos’, realizado no Estádio São Luís, em Faro.

O norueguês Schjelderup, aos 56 minutos, o brasileiro Arthur Cabral, aos 58, e o dinamarquês Bah, aos 62, marcaram os golos dos ‘encarnados’, que no sábado tinham conquistado a Taça da Liga, depois de Tomané adiantar os anfitriões, aos sete.

Nos ‘quartos’, entre 04 a 06 de fevereiro, o Benfica recebe o vencedor do jogo entre o Sporting de Braga e o Lusitano de Évora, do Campeonato de Portugal, e, se chegar às ‘meias’, enfrenta, a duas mãos, Elvas ou Tirsense, também do quarto escalão.

 

Resultados dos oitavos de final da Taça de Portugal de futebol:

– Quarta-feira, 18 dez:

(+) Sporting (I) – Santa Clara (I), 1-1 (2-1 ap)

 

– Sábado, 21 dez:

(+) Tirsense (CP) – Rebordosa (CP), 1-0

Oliveira do Hospital (L3) – (+) São João de Ver (L3), 1-3

 

– Domingo, 12 jan:

(+) Elvas (CP) – Vitória de Guimarães (I), 2-1

Casa Pia (I) – (+) Rio Ave (I), 1-3

(+) Gil Vicente (I) – Moreirense (I), 1-0

 

– Terça-feira, 14 jan:

Farense (I) – (+) Benfica (I), 1-3

 

– Quarta-feira, 15 jan:

(+) Sporting de Braga (I) – Lusitano de Évora (CP), 2-1

 

(+) – Apurado para os quartos de final.

 

QUARTOS DE FINAL:

– Quarta-feira, 05 fev:

Gil Vicente (I) – Sporting (I)

Elvas (CP) – Tirsense (CP)

Benfica (I) – Sporting de Braga (I)

Rio Ave (I) – São João de Ver (L3)

 

MEIAS-FINAIS (primeira mão em 01, 02 ou 03 de abril e segunda em 22, 23 ou 24 de abril):

Elvas (CP)/Tirsense (CP) – Benfica (I)/Sporting de Braga (I)

Gil Vicente (I)/Sporting (I) – Rio Ave (I)/São João de Ver (L3)

Notas:

I: I Liga

L3: Liga 3

CP: Campeonato de Portugal

 

Com Agência Lusa.

Novo governo francês apresenta programa e já luta pela sobrevivência

O novo primeiro-ministro de França, o quarto num ano, apresentou esta terça-feira o seu programa de governo, defendendo a necessidade de reformas, tanto do Estado como da Segurança Social.

Logo no início da sua apresentação, contrariando as expectativas da oposição, especialmente do Partido Socialista, em quem François Bayrou aposta para obter apoios alargados no Parlamento, o primeiro-ministro francês recusou deixar cair a proposta de alargamento da idade da reforma, apresentada pela sua antecessora, Elisabeth Borne, mas admitiu negociar.
Dos atuais 62 anos, a idade de reforma deverá assim subir para 63 anos, em 2026 e para 64 anos, em 2030, de forma a fazer face aos custos crescentes com pensões, numa altura em que a taxa populacional francesa está igualmente em queda livre. Soube-se esta terça-feira que nunca, desde 1945, o número de nascimentos foi tão baixo no país.
As pensões custam atualmente ao Estado francês 380 mil milhões de euros anuais, lembrou Bayrou, ao passo que as contribuições para o sistema por parte dos empregados, tanto públicos como privados, ronda os 325 mil milhões de euros ao ano.
Para financiar o restante, o Estado francês pede emprestados todos os anos entre 40 a 45 mil milhões de euros emprestados, prosseguiu Bayroux.
« Uma dívida que, antes de mais, é um problema moral » já que pesa nas próximas gerações, acrescentou, defendendo que « a reforma das pensões é vital para o nosso país e para o nosso modelo social ».
Ciente que este dossier pode significar a queda do seu executivo e para ganhar tempo, o primeiro-ministro francês anunciou que o tema irá contudo ser debatido com os parceiros sociais, « em breve e de forma transparente », uma vez que « existem vias de progresso ».
Para isso, vai ser pedido « nas próximas semanas » ao Tribunal de Contas de França, um relatório que faça o retrato « preciso e atualizado do financiamento do sistema de pensões ». « Se não houver acordo com os parceiros para alternativas de financiamento num prazo de três meses, será a reforma atual que continuará em vigor », ameaçou.

François Bayrou, nomeado primeiro-ministro em meados de dezembro de 2023, não dispõe de uma maioria de apoios na Assembleia Nacional sendo obrigado a negociar.

O desafio é conseguir a neutralidade à esquerda quanto ao sistema de apoios sociais, sem alienar o centro e a direita, os quais defendem um esforço coletivo para garantir um financiamento perene das pensões.

François Bayrou lembrou que o país nunca esteve tão endividado.
« Todos os partidos de governo sem exceção têm responsabilidades nesta situação ao longo das últimas décadas. Quem, entre os partidos de oposição, pediu despesa adicional tomou igualmente parte neste tango fatal que nos trouxe à beira do precipício », acusou, perante protestos das bancadas.
Circunstância que o levou a defender uma ampla reforma do Estado, para que este se torne sustentável e deixe de ser um sorvedouro de dinheiro.
Bayrou anunciou assim um « fundo especial » que será consagrado « inteiramente à reforma do Estado », « de forma a poder investir, por exemplo, no desenvolvimento da inteligência artificial nos nossos serviços públicos ».
As « 1000 agências ou organismos do Estado constituem um labirinto que dificilmente satisfaz um país rigoroso », justificou, referindo que o fundo será financiado por ativos « em particular imobiliários, que pertencem ao poder público ».
Outra iniciativa será « a criação de um banco da democracia », para que partidos políticos e sindicatos se « possam financiar sem ter de recorrer a estratégias de evasão », nem dependam « das opções da banca privada », mas cujas iniciativas e campanhas « possam eventualmente ser obra de organismos públicos sob controlo do Parlamento ».

François Bayrou anunciou ainda que a contribuição das instituições públicas para o Orçamento do Estado será de 2,2 mil milhões de euros, em vez dos 5,5 mil milhões previstos na proposta do governo antecedente, de Michel Barnier.

O primeiro-ministro francês considerou ainda importante rever as reclamações feitas pelos « coletes amarelos » há seis anos e procurar a « harmonia » na imigração, uma questão premente « em todo o mundo » que em França pode encontrar soluções na « proporcionalidade », conseguindo que os imigrantes sejam absorvidos sem serem considerados uma ameaça.
Com RTP, Agência Lusa e BFMTV.

Tribuna Desportiva – 13 Janeiro 2025

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).

Primeira hora:

 

Segunda hora:

 

 

Tribuna Desportiva, Emissão de 13 Janeiro 2025 – Em estúdio Tiago Rocha, Andebol, Tremblay e Seleção Portugal

Mudam-se os tempos… mudam-se as numerações da TNT

A paisagem audiovisual francesa vai sofrer uma transformação significativa a partir de 6 de junho de 2025, com a nova numeração da TNT anunciada pela Arcom, o regulador de comunicação audiovisual.

Um dos destaques desta mudança é a saída do Canal+ do histórico canal 4, como forma de protesto pela decisão de não renovar as licenças da C8 e NRJ 12. Assim, a quarta posição será ocupada pela France 4, que atualmente se encontra na posição 14. Com esta mudança, os canais públicos da France Télévisions passam a dominar as posições de 2 a 5, consolidando um bloco de grande peso no panorama televisivo.

Outro impacto relevante é a substituição da C8 pelo canal LCP/Public Sénat, anteriormente na posição 13. Enquanto isso, a NRJ 12 cede o seu lugar à Gulli, que até agora ocupava o canal 18. A Gulli passa então para a posição 12.

Nesta reorganização, a BFMTV sobe do canal 15 para o 13, seguida da CNews no canal 14, LCI no 15 e Franceinfo no 16. Este alinhamento foi cuidadosamente planeado para facilitar o acesso aos canais de notícias em contínuo, apesar de ter gerado críticas de alguns setores privados.

Contrariando algumas previsões, o canal CStar não será afetado por estas mudanças e mantém-se na posição 17. Já os canais 18 e 19 serão ocupados por dois novos canais: um criado pelo grupo CMI Média e outro pelo grupo Ouest-France.

Image "Le Parisien" (14/01/2025), article "Et les bons numéros sont…"

Até à data de implementação destas mudanças, o público terá de lidar com uma grelha provisória e irregular, marcada por lacunas nas posições 8, 12 e 19. Assim, será possível saltar diretamente de Arte para W9 ou de TFX para LCP/Public Sénat durante um tempo.

A nova numeração representa uma grande remodelação na TNT francesa, marcando o início de uma nova era no audiovisual. Resta agora observar como o público reagirá a estas mudanças e como os novos canais irão desempenhar os seus papéis na concorrida paisagem mediática de França.

Livraria Lello faz esta semana 119 anos

A Livraria Lello (antes Livraria Chardron, de 1869 a 1919) é uma livraria portuguesa, cuja sede situa-se no número 144 da Rua das Carmelitas, no Centro Histórico do Porto. Classificada como Monumento de Interesse Público, a Livraria Lello preserva a beleza original do seu edifício.

Sendo uma das mais antigas livrarias portuguesas, e em virtude do seu ímpar valor histórico e artístico, a Livraria Lello tem sido reconhecida como uma das mais bonitas livrarias do mundo por diversas personalidades e entidades, casos como o do escritor espanhol Enrique Vila-Matas, do jornal britânico The Guardian, da estação televisiva CNN, e da editora australiana de guias de viagens Lonely Planet.

A empresa remonta à fundação da « Livraria Internacional de Ernesto Chardron », em 1869, na Rua dos Clérigos, n.º 96-98, no Porto. Antigo empregado da Livraria Moré, o cidadão francês Ernest Chardron alcançou projeção como editor, sendo o primeiro a publicar grande parte das obras de Camilo Castelo Branco e outras de relevo na época, como o Tesouro da Literatura Portuguesa, de Frei Domingos Vieira. Após o falecimento do fundador, aos 45 anos de idade, a casa-editora foi vendida à firma « Lugan & Genelioux, Sucessores » que, pouco depois, ficou com Mathieux Lugan como seu único proprietário. Em 1891, a Livraria Chardron adquiriu os fundos de três casas livreiras do Porto, pertencentes a A. R. da Cruz Coutinho, Francisco Gomes da Fonseca e Paulo Podestá.

Segunda-feira, dia 13 de janeiro, a livraria festejou 119 anos!

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