O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
O moçambicano Geny Catamo apontou, aos 50 minutos, o único tento dos ‘leões’, que tinham perdido o primeiro posto na ronda anterior com um empate caseiro face ao Sporting de Braga (1-1).
A formação ‘leonina’ passou a somar 69 pontos, contra 68 do Benfica, anfitrião no domingo do Arouca, enquanto o Santa Clara manteve-se com 46 e caiu para o sexto lugar, ultrapassado pelo Vitória de Guimarães (quinto, com 48).
Resultados da 29ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
– Sexta-feira, 11 abr:
Gil Vicente – Vitória de Guimarães, 0-1 (0-0 ao intervalo)
– Sábado, 12 abr:
Boavista – Nacional, 0-1 (0-1)
Famalicão – Estoril Praia, 3-0 (0-0)
Santa Clara – Sporting, 0-1 (0-0)
Casa Pia – FC Porto, 21:30
– Domingo, 13 abr:
Estrela da Amadora – Farense, 16:30
Benfica – Arouca, 19:00
Sporting de Braga – AVS, 19:00
Moreirense – Rio Ave, 21:30
Com Agência Lusa.
José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura, está este fim de semana em Paris, onde, entre outras coisas, vai estar presente na Festa, Feira de Nanterre organizada pela ARCOP.
A Rádio Alfa ouviu o Ministro esta tarde e os elogios não faltaram à organização da Festa, Feira e Romaria de Nanterre. « Uma autêntica montra de sabores de Portugal ».
A entrevista é do jornalista Ricardo José.
.
Segundo o acórdão, a que a Lusa teve acesso, os juízes desembargadores mantiveram ainda a suspensão da pena de quatro anos e oito meses aplicada à mulher de Manuel Pinho, Alexandra Pinho.
Em causa está o alegado recebimento pelo antigo ministro da Economia (2005-2009) de cerca de 4,9 milhões de euros, incluindo uma mensalidade de cerca de 15 mil euros enquanto integrou o Governo, para favorecer os interesses do Banco Espírito Santo (BES).
Manuel Pinho, de 70 anos, foi condenado por corrupção passiva, branqueamento de capitais e fraude fiscal; Ricardo Salgado, de 80 e diagnosticado com Alzheimer, por corrupção ativa e branqueamento de capitais; e Alexandra Pinho, de 64, por branqueamento de capitais e fraude fiscal.
A condenação do Tribunal Central Criminal de Lisboa, hoje confirmada « na íntegra », remonta a junho de 2024 e, a 25 de março de 2025, nas alegações finais do recurso interposto para o Tribunal da Relação de Lisboa, a defesa do ex-ministro tinha reiterado que este « é inocente do crime de corrupção ».
Embora as decisões executivas sob suspeita neste processo não envolvam a EDP, o caso resultou da investigação às chamadas rendas excessivas da elétrica, cuja acusação foi deduzida em outubro de 2024 pelo Ministério Público, incluindo contra o ex-governante.
Manuel Pinho está em prisão domiciliária desde dezembro de 2021 e os restantes arguidos em liberdade.
Com Agência Lusa.
O presidente da Associação de Futebol do Algarve (AFA) e coordenador dos delegados da LPFP, de 61 anos, conquistou 42 dos 52 votos (81%), contra os 10 (19%) de José Gomes Mendes, que liderava a Mesa da Assembleia Geral do organismo.
Reinaldo Teixeira vai ser o 11.º presidente da LPFP, no restante do quadriénio para o qual tinha sido eleito Pedro Proença, que, após quase 10 anos no cargo, saiu para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), para assumir o lugar deixado vago por Fernando Gomes, entretanto eleito para o Comité Olímpico de Portugal (COP).
O gestor, natural de Salir, no concelho de Loulé, presidia desde 2019 à AFA, estrutura que integrava há mais de 20 anos, tendo, em 2015, sido nomeado coordenador dos delegados e avaliadores da LPFP, depois de ter sido delegado durante 20 anos.
Nas eleições para a presidência da LPFP votam as 34 sociedades desportivas das competições profissionais, com as 18 da I Liga a deterem dois votos cada e as 16 da II Liga, das quais se excluem as equipas B, com um.
O candidato derrotado José Gomes Mendes, de 63 anos, é doutorado em Engenharia Civil, e lidera desde junho de 2023 a MAG da LPFP, cargo que já tinha ocupado entre 2014 e 2015.
Professor catedrático na Universidade do Minho e no ISCTE Business School, e ex-presidente da MAG do Sporting de Braga, Gomes Mendes foi secretário dos Governos de António Costa, primeiro Adjunto e do Ambiente e, depois, da Mobilidade e do Planeamento.
Com Agência Lusa.
“Têm sido dias difíceis, mas estamos felizes por vencer. O plano era dar o meu melhor na última subida e tentar isolar-me. Correu na perfeição”, revelou, pouco depois de cruzar a meta em primeiro.
Almeida, de 26 anos, completou os 169,6 quilómetros entre Beasain e Markina-Xemein, num dia com sete contagens de montanha, em 3:52.39 horas, numa etapa em que chegou isolado à meta, com 28 segundos de vantagem sobre o mexicano Isaac Del Toro, seu colega de equipa, e o alemão Maximilian Schachmann (Soudal Quick-Step), segundo e terceiro classificados, respetivamente.
Na classificação geral, o português, que atacou a 13 quilómetros da meta, vestiu a camisola amarela, com 30 segundos de vantagem sobre Schachmann, anterior líder, e 38 face ao também germânico Florian Lipowitz (Red Bull-BORA-hansgrohe).
“Estou muito contente. A verdade é que não me sentia muito bem hoje, não tinha as melhores pernas, mas dei tudo o que tinha. Consegui o primeiro lugar, estou muito contente, agradecer à equipa pelo trabalho efetuado, que foi perfeito”, disse João Almeida.
O ciclista luso passou para a frente do grupo na última subida do dia, de primeira categoria e quando faltavam cerca de 13 quilómetros para a chegada, tendo colocado um ritmo forte, que ninguém conseguiu acompanhar, e chegado ao topo com 26 segundos de avanço sobre o grupo perseguidor.
Almeida conseguiu manter a vantagem na descida de Izua, superado um ‘muro’ de 3.500 metros a 10,6% de pendente média de inclinação, assegurando o triunfo, com Del Toro ainda a fechar a ‘dobradinha’ da UAE Emirates, agora bem posicionada para que Almeida suceda a Juan Ayuso na lista de vencedores da ‘Itzulia’.
“Na parte final estava bem, não estava ‘super’, porque acho que todos estavam cansados do dia anterior, mas foi o suficiente. Os próximos dois dias vão ser duros. Agora é desfrutar da vitória e depois pensar nos próximos dias”, salientou o português, que também lidera a classificação por pontos.
Depois de um erro tático e de posicionamento o ter feito ceder quatro segundos para Schachmann na quarta-feira, o português das Caldas da Rainha respondeu hoje da melhor forma com uma exibição de elite que o comprova como um dos trepadores mundiais em melhor nível, além de uma agressividade pouco vista em outros anos.
Almeida chega às 15 vitórias como profissional na carreira, a segunda em 2025, depois de ter erguido os braços também no Paris-Nice, e posiciona-se como principal favorito a vencer o que seria a maior prova por etapas do palmarés, que conta já com triunfos na Volta a Polónia (2021) e Volta ao Luxemburgo (2021), numa época em que tem como objetivos principais a Volta a França e a Volta a Espanha.
O outro português em prova, Nelson Oliveira (Movistar), foi 59.º na etapa, seguindo agora no 32.º posto da geral, a 7.33 minutos do compatriota.
Na sexta-feira cumpre-se a quinta e penúltima etapa, com uma ligação de 172,3 quilómetros entre Urduña e Gernika-Lumo, com quatro contagens de terceira categoria, perfil ondulante que é repetido sábado na sexta tirada, com partida e chegada em Eibar – essa conta com três subidas de primeira categoria, uma de segunda e três de terceira.
Com Agência Lusa.
A mostra insere-se no âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões e propõe uma reflexão profunda sobre a viagem como metáfora da condição humana, tendo como ponto de partida a vida e a obra do poeta.
A cerimónia contará ainda com a presença do Comissário-Geral da Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário de Camões, José Augusto Cardoso Bernardes, bem como dos Comissários Adjuntos Diogo Ramada Curto e Joaquim José Coelho Ramos.
Com curadoria de Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale, e conceção museográfica assinada por Francisco Aires Mateus, a exposição reúne um conjunto diversificado de obras que cruzam várias linguagens artísticas — das artes plásticas ao cinema, passando pela música e a literatura.
Entre os autores representados encontram-se nomes como Adrian Paci, Alberto Carneiro, Ângela Ferreira, Graça Castanheira, Horácio Frutuoso, José Almeida Pereira e Mário Linhares, numa seleção que valoriza o diálogo entre diferentes expressões artísticas e o pensamento camoniano.
Um dos momentos simbólicos da mostra será a evocação da pintura desaparecida “A Morte de Camões”, de Domingos Sequeira, representada no espaço expositivo por uma moldura vazia com as dimensões da obra original. Esta evocação será acompanhada pela leitura do poema “Camões dirige-se aos seus contemporâneos”, da autoria de Jorge de Sena, na voz do próprio poeta.
“Onde terá segura a curta vida?” propõe ao visitante uma experiência multidisciplinar e sensorial, que convida à redescoberta de Camões enquanto figura universal e intemporal. A exposição aborda temas como a fragilidade da vida, o nomadismo e a constante procura de significado, refletindo sobre a atualidade das questões que atravessam o legado camoniano.
Desde 2014, Paris já homenageava Cesária Évora com uma rua que leva seu nome no 19º distrito, perto do novo colégio nomeado em sua honra.
Rádio Alfa
Emmanuel Macron admitiu esta quarta-feira, 9 de Abril, que a França poderá reconhecer formalmente o Estado da Palestina em Junho, esperando que alguns países do Médio Oriente reconheçam, por sua vez, o Estado de Israel.
« Precisamos de avançar para o reconhecimento [do Estado palestiniano]. É o que faremos nos próximos meses. Não o faço para agradar a alguém, mas porque, a dada altura, será correcto », disse, em entrevista ao canal televisivo francês France 5.
« E também porque quero fazer parte de uma dinâmica colectiva que deverá permitir aos que defendem a Palestina reconhecer, por sua vez, Israel — algo que muitos não estão a fazer », defendeu o Presidente francês.
Embora a Palestina seja já reconhecida como Estado soberano por mais de 140 países, a maioria das grandes potências ocidentais nunca reconheceu a sua independência. É o caso dos Estados Unidos, Canadá, França e Alemanha, mas também de Portugal, cujo Governo liderado por Luís Montenegro insiste que o reconhecimento da Palestina « não é oportuno ».
Entre os quase 30 países que não reconhecem o Estado de Israel encontram-se a Arábia Saudita, o Irão, o Iraque, a Síria e o Iémen, no Médio Oriente.
« O nosso objectivo é, algures em Junho, presidir, em conjunto com a Arábia Saudita, a uma conferência em que possamos concluir o processo de reconhecimento recíproco por parte de vários países », acrescentou ainda Emmanuel Macron.
Em visita ao Cairo esta semana, e depois de um encontro com os líderes do Egipto e da Jordânia, o chefe de Estado francês defendeu uma renovação do governo da Faixa de Gaza, afastando o Hamas, no poder há quase 20 anos, e dando lugar à Autoridade Palestiniana (que hoje administra, com diferentes graus de autonomia face a Israel, a Cisjordânia ocupada).