Afinal Jonas fica no Benfica. Termina novela das Arábias

Avançado do Benfica anuncia que, afinal, vai ficar na Luz. Chega assim ao fim uma novela das Arábias

Alfa – Expresso

Tempos houve em que jogadores faziam comunicações a anunciar que estavam de partida, mas por estes dias também há quem anuncie na televisão que vai ficar. Jonas, por exemplo, que esteve com um pé na Arábia Saudita mas que afinal vai ficar na Luz.

« É com muita alegria que vou continuar, como nos anos anteriores. Estou muito feliz por ter tomado esta decisão », disse um sorridente Jonas numa mensagem gravada e transmitida pela BTV, na qual sublinhou que conversou com « familiares, pessoas que estão no staff do Benfica » e que todos disseram que o melhor para o avançado era permanecer no clube.

« Estou feliz aqui e resolvi continuar feliz e ficar neste clube que eu amo tanto », frisou.

Jonas falou ainda do papel de Luís Filipe Vieira na sua permanência: « O presidente falou muito comigo, com os meus irmãos e com a minha família. Falou como presidente, como pai, como amigo e também como torcedor do Benfica. Escutei muito e ele disse que o melhor caminho era ficar. O presidente tem essa relação próxima com os jogadores e convenceu-me que não era hora de interromper este projeto. Isso emocionou-me muito, foi fundamental para que estivesse aqui hoje ».

A estabilidade da família também pesou. Jonas é pai de uma menina de cinco anos e será novamente pai em breve. « Os meus pais gostam muito de Portugal, tal como os meus irmãos, a minha mulher e a minha filha. Os meus pais já têm uma certa idade e quero que aproveitem os últimos anos aqui. O Benfica, depois da minha família, é a minha casa. Em nenhum clube vivi o que vivi aqui », disso, assumindo estar « feliz e aliviado ».

O avançado disse ainda que esta decisão significa que irá terminar a carreira no Benfica. « Estou convicto que será assim. O projeto é esse mesmo. Vou terminar aqui a minha carreira ».

Web Summit Lisboa: Marine le Pen desaparece da lista dos oradores convidados

Marine Le Pen desapareceu da lista de convidados da Web Summit Lisboa. Era uma das convidadas como oradora, mas o seu nome já não figura no elenco de conferencistas.

A presidente do Agrupamento Nacional (RN, ex-FN) constava da lista de conferencistas disponibilizada no site da Web Summit.

De facto, o nome da dirigente política francesa figurava no quadro de honra de 250 oradores para a Web Summit deste ano em Lisboa.

Mas o seu nome desapareceu. Políticos à esquerda criticaram a vinda da líder do partido de ultradireita a Lisboa.

O deputado socialista João Galamba diz que a vinda de um líder de extrema direita não se coaduna com o ambiente de tolerância que caracteriza Lisboa.

A cimeira tecnológica decorre de 5 a 8 de novembro em Lisboa e, segundo a imprensa de Porugal, a organização do evento retirou o nome de Le Pen da lista de convidados.

« Em França somos portugueses, em Portugal somos franceses ». Lusodescendentes em Cascais

« Em França somos portugueses, em Portugal somos franceses »

Filhos de emigrantes: « Associamos o português ao divertimento e o francês às preocupações ».

Encontro Europeu de Jovens Lusodescendentes trouxe a Cascais mais de meia centena de filhos de portugueses que herdaram dos pais o sotaque e o amor à terra. Vieram conhecer os « irmãos ». « Vivemos duas vidas, uma em casa, outra na rua », diz Patrícia Cabeço

Reportagem do DN, por Paula Freitas Ferreira

A iniciativa, da associação Cap Magellan, tem vários anos, mas pretende « relançar estes encontros que são muito importantes para as novas gerações de lusodescendentes », disse o presidente da Cap Magellan e vereador na câmara de Paris, Hermano Sanches Ruivo, nascido em Alcains, Castelo Branco, emigrante em França desde os cinco anos. Com ele, a Cascais, trouxe um dos filhos, Rafael, de 15 anos. « Vê lá se aprendes alguma coisa », diz, a sorrir.

Trata-se mesmo de aprender, uns com os outros, e de conhecer mais do Portugal dos pais, o país que todos estes jovens trazem no coração e no sotaque. Em três dias, vão falar sobre como estudar em Portugal e sobre a língua portuguesa, mas sobretudo conhecer mais e melhor a cidade e os outros lusodescendentes e portugueses que participam do encontro. Ao todo, são 53 jovens e chegaram não só de França, como do Luxemburgo, Suíça e Suécia.

« Vivemos duas vidas, uma em casa, outra na rua », diz Patrícia Cabeço, garantindo que todos já se habituaram a viver dessa forma. O lado português é sempre o da alegria: « Associamos o português ao divertimento e o francês às preocupações », admite.

Astrid Cerqueira, de 23 anos, amiga de Patrícia, é, como ela, voluntária na Cap Magellan, e concorda com a afirmação. Os pais são de Amarante, e os olhos brilham-lhe quando fala da terra « tão bonita » que lhe coube em herança.

Paris é: « Métro, boulot, dodo »

Esteve a estudar no Porto um ano, através do programa Erasmus, e sentiu-se pela primeira vez portuguesa « a sério ». « Nunca tinha vivido aqui, sem ser nas férias. Adorei. Gostava de viver em Portugal, mas é complicado encontrar trabalho », resume.

Em França, não há vales ou rios como estes, e as pessoas na rua não falam a língua dos pais. França não é Portugal. « A vida leva-se melhor aqui, em Paris é sempre a correr. « Métro, boulot, dodo » – « Metro, trabalho, dormir », é uma expressão que usamos muito, explica Patrícia Cabeço. Os lusodescendentes não atravessaram a fronteira a salto, mas olham para o país onde nasceram como o lugar da labuta e pouco mais.

A salto, para França, partiram os pais de Johann e Yannick Lopes, dois irmãos de 33 e 35 anos. São músicos profissionais, um tem um doutoramento em concertina e o outro é campeão de acordeão. Têm estudos superiores em Música, formação clássica e encantam-se constantemente com a « riqueza » que encontram nas terras dos pais: Alijó e Ponte de Lima. Habituaram-se a não ser de lado algum, mas como a música é universal, são « do mundo ».

« Em França somos portugueses, em Portugal somos franceses », contam, nota-se um bocadinho de mágoa na voz. « Somos mais portugueses na Sibéria e na Sardenha do que aqui », acrescenta um dos irmãos.

« Temos o património genético e artístico de Portugal », sublinham, mas é quando falam dos tantos sotaques portugueses que existem, dos vários « Minhos » dentro do Minho ou dos cantares que já serviram de tema de estudo de um deles, é que se percebe que são – e merecem que se diga – portugueses.

Marta Pen Freitas na final dos 1.500 metros

Europeus de Berlim: Marta Pen Freitas na final dos 1.500 metros

A atleta portuguesa ficou em terceiro lugar na sua meia-final de 1.500 metros e conseguiu o apuramento direto para a final, a disputar no último dia dos Europeus de Atletismo, neste domingo, às 20h, hora de Paris, 19h em Lisboa.

A atleta do Benfica enfrentou uma prova lenta, mas sempre mostrou argumentos para as mudanças de velocidade que se vieram a verificar, mantendo-se no grupo da frente e respondendo à mudança de velocidade imposta pela britânica Laura Muir.

Muir acabou por vencer esta meia-final, com 4.09,12 minutos, à frente da irlandesa Ciara Magean (4.09,3), enquanto Marta Pen  Freitasterminou em terceiro lugar, com a marca de 4.09,40. Apuravam-se as quatro primeiras.

Na segunda meia-final triunfou Sofia Ennaoui, da Polónica, com 4.08,60 minutos.

Sporting ataca o Lille e Rafael Leão e pede milhões de indemnização

JOGADOR RESCINDIU COM O SPORTING, LILLE NADA PAGOU POR ELE. SPORTING NÃO PERDOA NEM AO LILLE NEM A RAFAEL LEÃO APRESENTA PARTICIPAÇÃO NA FIFA E PEDE DEZENAS DE MILHÕES DE EUROS.
Rafael Leão, recorde-se, assinou contrato com o Lille por cinco temporadas.

O comunicado do Sporting:

«Face ao inaceitável comportamento, que repudiamos, do Lille Olympique Sporting Club Métropole, do agente e do pai do atleta Rafael Leão, o Conselho de Administração da Sporting Clube de Portugal Futebol SAD deliberou, por unanimidade:

1 – Apresentar uma participação na FIFA com pedido indemnizatório ao atleta e ao Clube correspondentes à cláusula de rescisão de 45 ME, acrescidos de vencimentos e outros encargos, e o pedido de aplicação de sanções desportivas a ambos;

2 – Participar da falta de ética profissional do referido agente junto da Associação Nacional de Agentes de Futebol (ANAF) e da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), por recusar inexplicável e irresponsavelmente qualquer contacto para uma negociação séria com a SCP – SAD, apesar de reiteradamente solicitado para tal;

3 – Lamentar que o pai do atleta tenha igualmente contribuído para pôr em risco o futuro desportivo do atleta pela idêntica e inaceitável recusa de um diálogo substancial e construtivo com a SCP-SAD. »

Nelson Évora na final do triplo salto. Francês Jean-Marc Pontvianne também na final

Saltador português foi o sexto nas qualificações nos Europeus de atletismo e vai lutar pelas medalhas no domingo.

Évora nunca ganhou uma medalha em Europeus ao ar livre

Foto REUTERS/JOHN SIBLEY

O campeão olímpico em Pequim 2008 conseguiu 16,62m no primeiro salto, seguindo-se dois nulos, terminando no sexto posto, a 20 centímetros do azeri Alexis Copello, primeiro na qualificação.

A final do triplo salto está marcada para domingo, a partir das 19h55 locais (a mesma hora em Paris e uma hora a menos em Lisboa).

Benfica 3, Guimarães 2. Houve dois Benficas na Luz

No arranque da Liga NOS 2018/2019, houve futebol e o campeonato promete. Equipa de Rui Vitória entrou a vencer no campeonato mas o Vitória de Guimarães deixou as bancadas da Luz em suspense até ao final.. Pizzi fez o primeiro golo e o primeiro ‘hat-trick’ da época. André André e Celis reduziram na segunda parte.

Eis os comentários de dois jornais portugueses ao 3-2 do Benfica-Guimarães:

Expresso:

« Houve dois Benficas esta noite na Luz frente ao V. Guimarães, no jogo que abriu a Liga NOS 2018/19. Até aos 70 minutos, o Benfica foi luz, ação. A partir daí, e depois da saída de Fejsa, quando as cabeças já estariam de certo do outro lado do Bósforo, chegou a passividade. E de um 3-0 ao intervalo, os encarnados viram-se a defender um apertado 3-2 »

Público:

« Começou com golos, combinações ofensivas interessantes, uma grande penalidade desperdiçada e uma catadupa de lances de perigo a Liga 2018-19. E começou com uma vitória tangencial do Benfica sobre o V. Guimarães, com a marca de água de Pizzi e uma resposta autoritária dos minhotos nos últimos 15 minutos que foi suficiente para fazer tremer os alicerces da Luz (3-2). Se este jogo for uma amostra do que podemos esperar do campeonato, não estaremos nada mal servidos. »

Fogo de Monchique « está dominado »

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Proteção Civil diz que fogo de Monchique « está dominado ».  O incêndio que lavra desde sexta-feira na região Algarvia estará já controlado, segundo declarações da Proteção Civil esta sexta-feira à  rádio TSF.

Alfa/Expresso

A Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) afirmou esta sexta-feira que o incêndio de Monchique está em « fase de resolução ». O incêndio, que deflagrou na passada sexta-feira, 3 de agosto é dado, pela primeira vez, como « dominado ». ​​​​

« Todo o perímetro do incêndio e as suas reativações estão dominadas​​​​​​ », confirmou a Proteção Civil à TSF.

Mais de 1.300 bombeiros e dois meios aéreos combatiam ao início da manhã desta sexta-feira o incêndio que lavra há uma semana em Monchique (Algarve), segundo os dados da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

De acordo com a ANPC, no combate às chamas em Monchique estavam envolvidos 1.356 operacionais, apoiados por 438 viaturas e dois meios aéreos.

Este incêndio, segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS), já destruiu cerca de 27.000 hectares, tornando-o no maior este ano em Portugal.

O maior incêndio, em termos de área ardida, que este ano se tinha verificado em Portugal era o que deflagrou em fevereiro na Guarda, onde arderam 86 hectares.

Segundo os dados do EFFIS, as chamas em Monchique já destruíram 26.957 hectares, mais de metade dos 41 mil que arderam na mesma região em 2003, nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

Segundo informações divulgadas na quinta-feira pela Proteção Civil, o perímetro do incêndio de Monchique ultrapassou os 100 quilómetros.

As chamas deste incêndio, que deflagrou na localidade de Perna Negra, já provocaram 39 feridos, um deles em estado grave, obrigaram a evacuar diversos aglomerados populacionais e uma unidade hoteleira.

Segundo a Proteção Civil, na noite de quinta-feira o incêndio estava « globalmente estabilizado ».

No ano passado, as chamas destruíram mais de 440 mil hectares, o pior ano de sempre em Portugal, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Quanto aos maiores incêndios em termos de área ardida ocorridos no ano passado, no topo da lista aparece o que teve origem no dia 15 de outubro, em Seia/Sandomil, no distrito da Guarda, que destruiu 43.191 hectares.

Incêndio em Monchique « estabilizado » mas ainda « não dominado »

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Incêndios. Sétimo dia de combate em Monchique foi de estabilização do fogo que já queimou cerca de 27 mil hectares.

Resgistada uma situação mais calma na frente dos incêndios no Algarve. Ao final do dia de quinta-feira, o fogo de Monchique encontrava-se « globalmente estabilizado », mantendo-se cerca de 1.400 operacionais no terreno.

Depois de a tarde e noite de quarta-feira terem sido de sobressalto, com as chamas a atingirem uma grande velocidade em Silves – concelho vizinho de Monchique -, onde foram retiradas mais de 100 pessoas, a situação estava mais calma, não existindo frentes ativas, mas alguns « pontos quentes », informou a Proteção Civil, que alertou para a possibilidade de reativações.

Na noite de quinta-feira, a 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, disse que o incêndio estava « globalmente estabilizado », mas “não está dado como dominado” e “está neste momento ainda ativo”, sem a existência de frentes de fogo.

O fogo destrui total ou parcialmente cerca de 50 casas e perdeu intensidade devido a menos vento, à baixa das temperaturas e por haver mais humidade no ar. No total fez 39 feridos, um deles em estado grave.

Rádio Alfa recebe Prémio de Mérito e Excelência Internacional – V Gala de Moura (Alentejo)

A Rádio Alfa recebeu nas suas instalações, nesta quinta-feira, 09, o Prémio de Mérito e Excelência Internacional, atribuído pela associação de estudantes de Moura (distrito de Beja, Alentejo), « Unidos pela Televisão ».

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Esta associação, que tem, desde 2014, cursos de formação em televisão e comunicação para estudantes, organiza em setembro a V Gala de Moura, onde serão divulgados todos os prémios.

O prémio foi entregue à Alfa por três estudantes e pelo jornalista Conçalo Farinho, que dirige os cursos, e que explicou deste modo as razões da atribuição do prémio à nossa rádio :

 

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