“Garges à volta da Península Ibérica” consulte o programa
Nestas duas últimas semanas de Novembro, o município de Garges-lès-Gonnesse (95) dedica uma grande parte das suas actividades culturais à Península Ibérica.
https://youtu.be/xElaoRaUniQ?si=aVQ99NYP4JlPz-WJ
De 20 a 30 de novembro:
Na Médiathèque Intercommunale – Le Cube Garges
Visita gratuita à exposição “A Península Ibérica através de Portugal e Barcelona”
Destaques:
Dia 20 de novembro, das 18h30 às 21h30:
Na Médiathèque Intercommunale – Le Cube Garges
– Inauguração da exposição “A Península Ibérica através de Portugal e Barcelona”
– Visita à exposição acompanhada pela cantora portuguesa Anna Laurie
– Degustação de cocktails de especialidades espanholas e portuguesas
A entrada é gratuita e a exposição está patente até 30 de novembro.
Dia 21 de novembro, das 20h00 às 22h00:
L’Ecran – Le Cube Garges
– Exibição da curta-metragem “Garges ao redor da Península Ibérica: imigração e integração em Garges-lès-Gonesse”
– Divulgação da curta-metragem: entrevistas a imigrantes portugueses e espanhóis e a sua integração nas décadas de 70 e 80
– Intercâmbio com o público e pessoas que trabalharam na realização do filme
– Cocktail no bar Cube Garges MEDIANTE INSCRIÇÃO (180 lugares disponíveis)
Na Médiathèque Intercommunale – Le Cube Garges:
Até 30 de novembro, continua patente a exposição “A Península Ibérica por Portugal e Barcelona” com entrada gratuita.
Mais info em:
https://www.villedegarges.fr/agenda/garges-autour-de-la-peninsule-iberique
Um evento com apoio da rádio que nos liga.
Deportações prometidas por Trump podem atingir « cidades santuário » de portugueses, como Newark
Deportações prometidas por Trump podem atingir « cidades santuário » com portugueses – analista
A promessa de deportação em massa de imigrantes ilegais feita pelo recém-eleito Presidente norte-americano, Donald Trump, pode atingir « cidades santuário » como Newark, com muitos portugueses, afirmou à Lusa o ‘think tank’ Migration Policy Institute (MPI).
Newark, localizada no estado norte-americano de Nova Jérsia e que acolhe uma das mais significativas comunidades portuguesas nos Estados Unidos, é uma das várias « cidades santuário » do país, onde existem leis locais e estaduais que protegem a população indocumentada e que acabam por ser um refúgio para pessoas que ainda não conseguiram regularizar a sua situação.
Porém, a analista de políticas de imigração do MPI, Colleen Putzel-Kavanaugh, indicou à Lusa que até mesmo essas « cidades santuário » podem tornar-se alvo de operações por parte da agência federal de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês).
« Certamente é possível. Acho que começaremos a ver – e muitos estados já têm – legislação que proíbe as suas autoridades locais de cooperar com o ICE, mas isso não significa que os agentes não possam entrar nessas cidades, apesar de uma cooperação das autoridades locais geralmente tornar o trabalho deles muito mais fácil », observou Putzel-Kavanaugh, que é especialista na fronteira EUA-México.
« Acho que veremos um padrão desigual entre os estados, dependendo da disposição de cooperarem ou não com o Governo federal. Mas, para essas cidades santuário, o risco provavelmente ainda estará lá », frisou.
Donald Trump, que foi eleito na semana passada o 47.º Presidente norte-americano, teve como uma das suas maiores bandeiras de campanha a promessa de concretizar a “maior deportação em massa da história” do país.
O ainda chefe de Estado, Joe Biden, chegou a reconhecer que a política de controlo de entradas de imigrantes pela fronteira com o México tinha de ser revista, um problema que acabou por moldar a corrida à Casa Branca e que, potencialmente, contribuiu para a derrota do Partido Democrata.
Em entrevista à agência Lusa, Colleen Putzel-Kavanaugh avaliou que, apesar das promessas de Trump, não será fácil colocar em prática esse plano de deportação devido aos elevados recursos que exigirá – não só financeiros, como também humanos.
« Envolveria recursos para realmente encontrar esses imigrantes onde eles estão. Realizar uma deportação requer espaço de detenção, requer comunicação com o país de origem para aceitar de volta o seu cidadão, requer um avião para remover a pessoa e todas essas coisas são muito caras. Os recursos atuais não permitiriam o tipo de deportação que Trump fala », defendeu a especialista.
O Conselho Americano de Imigração estimou que a deportação em massa na escala prevista por Trump poderia custar 315 mil milhões de dólares (299 mil milhões de euros) ao país, incluindo os custos económicos mais amplos como o impacto no mercado de trabalho.
A favor do seu plano, Donald Trump tem o facto de o Partido Republico ter conseguido o controlo total do Congresso nas eleições de 05 de novembro, o que lhe dará maior acesso a verbas federais para financiar o ICE.
Há cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados nos EUA, segundo estimativas do Departamento de Segurança Interna de 2022, o ano mais recente com dados disponíveis — embora Trump tenha afirmado, sem evidências, que o número real é cerca do dobro.
Apesar da possibilidade de os republicanos conseguirem assegurar um maior financiamento para as deportações, a especialista do MPI frisou que seria ainda necessário encontrar e contratar funcionários para se juntarem ao ICE, uma situação que poderá não ser fácil de contornar.
« Além disso, as deportações exigiriam coordenação com o país de origem do cidadão e há alguns países com os quais os EUA não têm laços diplomáticos muito bons. Logo, é muito mais difícil remover pessoas para esses países. Há também outros Estados que simplesmente não têm a infraestrutura para aceitar um grande número dos seus cidadãos. Tudo isso atrasará ou dificultará as deportações », assegurou.
« Acredito que os recursos são uma grande parte da equação, mas há tantas peças diferentes neste quebra-cabeça que tornariam difícil implementar deportações na escala que Trump está a prometer », advogou Colleen Putzel-Kavanaugh.
Independentemente de restrições e obstáculos logísticos, a analista admite que a conversa que se instalou no país sobre deportações em massa « realmente levou a uma enorme sensação de medo » entre imigrantes.
Essa sensação de medo poderá ter consequências mais profundas, com imigrantes a temerem ir à polícia local para denunciarem, por exemplo, casos de violência doméstica ou abusos no local de trabalho, sinalizou.
O medo de entrar em contacto com as autoridades – com receio de serem deportados – pode levar « imigrantes a perderem benefícios para os quais são elegíveis, terem medo de enviar os seus filhos para a escola ou até mesmo de levar os seus filhos a brincar com os amigos », acrescentou.
« Acredito que esses danos são incrivelmente prejudiciais para as famílias em muitos níveis. Obviamente, há efeitos muito específicos que aconteceriam se essa deportação em massa acontecesse, mas até mesmo os planos já estão a causar prejuízos », defendeu a especialista.
Além disso, a analista do Migration Policy Institute realçou que uma deportação nesse nível poderia afetar economicamente o país, com setores como o hoteleiro ou agrícola a serem os mais penalizados por perderem repentinamente mão-de-obra.
Ucrânia: Biden autoriza Kiev a usar na Rússia mísseis de longo alcance fornecidos por EUA
Ucrânia: Biden autoriza pela primeira vez Kiev a usar na Rússia mísseis de longo alcance fornecidos por EUA
O Presidente norte-americano, Joe Biden, autorizou ontem pela primeira vez a Ucrânia a usar mísseis de longo alcance fornecidos pelos Estados Unidos para atacar território da Rússia, segundo fontes citadas pela agência noticiosa Associated Press (AP).
Tal decisão constitui uma importante alteração à política dos Estados Unidos e ocorre no momento em que Biden está prestes a deixar a Casa Branca e o Presidente eleito, Donald Trump, prometeu reduzir o apoio norte-americano à Ucrânia e acabar com a guerra o mais rapidamente possível.
Os mísseis de longo alcance serão provavelmente usados em resposta à decisão da Coreia do Norte de enviar milhares de militares para a Rússia, para apoiar a continuação da guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022 pelo Presidente russo, Vladimir Putin, segundo as fontes da AP, que falaram a coberto do anonimato.
PASSAGE À NIVEAU – 17 Novembro 2024
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 17 Novembro 2024
Entre as 12h00 e as 14h00
Redifusão na noite de terça para quarta-feira (seguinte) às 00h
Aqui fica a emissão:

Desporto Associativo – 16 Novembro 2024
O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, esta semana entre as 17h e as 19h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:

Prova cega de 4800 queijos. Queijo de ovelha da Soalheira (Fundão) considerado o melhor do Mundo
Queijo de ovelha da Soalheira (Fundão) considerado o melhor do Mundo
O Queijo de ovelha amanteigado da Queijaria Quinta do Pomar, da freguesia de Soalheira, concelho do Fundão, foi considerado o melhor do mundo no ‘World Cheese Awards 2024’, entre cerca de 4.800 queijos.
Na sua página, a organização do concurso – Guild of Fine Food – anuncia que “um queijo de leite de ovelha macio e de colher, feito por um queijeiro espanhol em Portugal, foi eleito o melhor queijo do planeta nos ‘World Cheese Awards’ 2024”.
Depois de terem sido apreciados 4.786 queijos de 47 países, o Queijo de ovelha amanteigado da Quinta do Pomar reuniu a maior pontuação de 240 jurados de 40 países, com especialistas na área dos queijos, como tecnólogos e avaliadores de queijos, bem como retalhistas e compradores, ‘chefs’ e jornalistas.
“Feito com leite de ovelha cru e coalho de cardo vegetariano (conhecido como cardo), o queijo vencedor é consumido habitualmente cortando a parte superior e retirando com uma colher a sua pasta quase líquida”, refere a organização.
A final dos ‘World Cheese Awards’, que se realiza pelo 36.º ano, decorreu pela primeira vez em Portugal, na cidade de Viseu.
O diretor do Guild of Fine Food, John Farrand, afirmou que “os queijeiros portugueses deixaram o seu país orgulhoso”. Citado na sua página, o responsável acrescentou que o “queijo campeão do Mundo é típico da região centro de Portugal, extraordinário por ser feito com cardo em vez de coalho convencional”.
O Município do Fundão, no distrito de Castelo Branco, felicitou publicamente a Queijaria Quinta do Pomar, “pela conquista extraordinária no ‘World Cheese Awards 2024’”.
“Esta distinção é o reconhecimento da excelência dos produtos endógenos do concelho do Fundão”, rematou.
« Esperança » de Victoria Nicole foi a canção mais votada pelo público, mas não chegou…
A canção que representou Portugal ficou em segundo lugar na 22ª Eurovisão Júnior, que se realizou este sábado, em Madrid. Ainda assim, a melhor classificação de sempre no concurso.
A canção « Esperança » de Victoria Nicole, de 13 anos, foi a mais votada entre os 17 países no voto do público online, mas a Geórgia levou o prémio para casa, depois de vencer o total do júri e ter recebido uma boa votação digital.
A Geórgia ficou em primeiro com 239 pontos, enquanto Portugal ficou em segundo lugar com 213 pontos. O pódio ficou composto com a Ucrânia, com 203 pontos.
https://youtu.be/UoEAVUxb3hY
Pode também ouvir a entrevista à Rádio Alfa de Victoria Nicole na sexta-feira dia 15 de Novembro.
Entrevista. Victoria Nicole vai representar Portugal no Festival Eurovisão Júnior
Escócia expõe fragilidade defensiva da seleção portuguesa de râguebi
A seleção portuguesa de râguebi perdeu hoje na Escócia por 59-21, em partida das Autumn Series 2024 na qual uma equipa secundária escocesa expôs a fragilidade defensiva dos ‘lobos’ no último teste antes do apuramento para o Mundial2027.
Os ensaios de Luka Begic (40+3 minutos), Samuel Marques (55) e Raffaele Storti (67), todos transformados por Marques, não foram suficientes para atenuar a copiosa derrota, em Murrayfield, em Edimburgo.
Isto contra um rival que repetiu apenas um jogador, Tom Jordan, no ‘quinze’ que, há uma semana foi derrotado, no mesmo local, pela atual campeã do mundo, África do Sul (32-15).
Só mesmo a capacidade ofensiva, expressada nos três toques de meta, garantiu a menor diferença no marcador (38 pontos) em três encontros entre as duas seleções, após os desaires por 85-11 em 1998 e por 56-10 no Mundial de França2007.
A seleção portuguesa raramente conseguiu ter bola na primeira parte e, com vários erros cometidos nas poucas vezes em que a teve, saiu para o intervalo a perder por 33-7, números esclarecedores e que não deixavam antever um bom final.
Quando fez o seu terceiro ensaio, de penalidade, a Escócia tinha 79% de posse de bola e ainda aproveitou a superioridade numérica resultante do cartão amarelo exibido a Duarte Torgal nesse lance para somar mais dois toques de meta antes do descanso.
Na única fase do primeiro tempo em que Portugal conseguiu ter bola sem a ‘oferecer’ ao adversário, Luka Begic salvou a ‘honra’ da equipa com um ensaio de ‘maul’ que atenuou ligeiramente a diferença ao intervalo.
O segundo tempo começou com nova ‘oferta’ para o sexto ensaio escocês, mas a reação positiva de Portugal permitiu reequilibrar os números da posse de bola para 51%-49% no final dos 80 minutos.
O que ajuda a explicar que, depois disso, os portugueses tenham conseguido mais dois ensaios, por Samuel Marques (55) e Raffaele Storti (67), contra ‘apenas’ três dos escoceses.
Portugal quis mostrar o seu já famoso jogo rápido e à mão, mas cometeu demasiados erros nesse processo e ‘ofereceu’ vários ensaios a um adversário que, sendo de outro patamar no râguebi internacional, não deveria conseguir um resultado tão dilatado.
Contas feitas, o melhor que os ‘lobos’ levaram de Murrayfield foi o caderno cheio de notas de Simon Mannix, que terá muito para afinar até à qualificação para o Austrália2027, que se joga em fevereiro de 2025.
Jogo no Estádio Murrayfield, em Edimburgo.
Escócia – Portugal, 59-21.
Ao intervalo: 33-7.
Sob arbitragem do japonês Takehito Namekawa, as equipas alinharam:
– Escócia: Jamie Bhatti, Patrick Harrison, Will Hurd, Alex Craig, Alex Samuel, Luke Crosbie, Ben Muncaster, Josh Bayliss, George Horne, Adam Hastings, Arron Reed, Stafford McDowall, Rory Hutchinson, Darcy Graham e Tom Jordan.
Jogaram ainda: Johnny Matthews, Rory Sutherland, Elliot Millar Mills, Ewan Johnson, Freddy Douglas, Jamie Dobie, Matthew Currie e Kyle Rowe.
Ensaios (9): Will Hurd (04), Stafford McDowall (12), ensaio de penalidade (27), Darcy Graham (34), Josh Bayliss (38), Jamie Bhatti (44), Arron Reed (58, 62), Jamie Dobie (73).
Conversões (6): Adam Hastings (13, 35, 39, 60, 63), Tom Jordan (74).
Treinador: Gregor Townsend
– Portugal: David Costa, Luka Begic, Diogo Hasse Ferreira , José Madeira, Duarte Torgal, André Cunha, Nicolas Martins, Frederico Couto, Samuel Marques, Domingos Cabral, Lucas Martins, Tomás Appleton, José Lima, Raffale Storti e Simão Bento.
Jogaram ainda: Abel da Cunnha, Pedro Vicente, António Prim, António Rebelo de Andrade, Vasco Baptista, António Campos, Hugo Aubry e Manuel Cardoso Pinto.
Ensaios (3): Luka Begic (40+3), Samuel Marques (55), Raffaele Storti (67).
Conversões (3): Samuel Marques (40+4, 55, 68).
reinador: Simon Mannix
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Duarte Torgal (27).
Assistência: cerca de 65.000 espetadores.
Com Agência Lusa.
Alunas de Leiria participam em ditado coletivo em Paris
Elas são duas alunas da região de Leiria e estão este fim de semana em Paris,
para um evento muito diferente, vão participar num ditado em francês.
A Sofia e a Leonor passaram pelos estúdios da Rádio Alfa e estiveram à conversa no Espaço Aberto.