Museu Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, é inaugurado no dia 19

Museu Aristides de Sousa Mendes no concelho de Carregal do Sal, na bela e histórica aldeia de Cabanas de Viriato (distrito de Viseu), é inaugurado no dia 19

 

O Museu Aristides de Sousa Mendes é inaugurado no dia 19, em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, onde há 139 anos nasceu aquele cônsul que ajudou a salvar milhares de refugiados na II Guerra Mundial.

Segundo a agência Lusa, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deverá estar presente na inauguração do espaço, que abre ao público no dia seguinte.

A reconstrução da casa, que chegou a cair em ruínas, demorou diversos anos a ser concretizada.

Numa nota de imprensa, a Câmara Municipal de Carregal do Sal liderada por Paulo Catalino Ferraz refere que este é o “renascer da Casa do Passal, lugar que guarda as memórias da família Sousa Mendes”.

“Memórias perpetuadas agora num local emblemático onde será retratada, a vida, o Homem e, em particular, o ato de heroísmo e o impacto do mesmo na história nacional e internacional”.

Do programa consta uma visita ao interior do museu, a inauguração de uma estátua de Aristides de Sousa Mendes, um almoço nos jardins da Casa do Passal e, ao final do dia, no Centro Cultural de Carregal do Sal, o espetáculo “Aristides – O Concerto”.

“Na véspera, dia 18 de julho, será realizada uma homenagem mais reservada, na Casa do Passal, por parte dos familiares de Aristides de Sousa Mendes e por descendentes de sobreviventes que receberam vistos das mãos do diplomata”.

Desse programa faz parte uma visita dos convidados ao museu e um jantar nos jardins do museu, também requalificados, seguido de um tributo a Aristides de Sousa Mendes, “Ecos do Passal”, no Centro Cultural de Carregal do Sal.

O Museu Aristides de Sousa Mendes abre portas ao público a partir de dia 20 para “evocar os valores da tolerância e da paz, perpetuando o legado e a memória de Aristides de Sousa Mendes”.

“A Casa do Passal, carinhosamente chamada pela população local como Casa do Doutor Aristides, foi a casa da família do diplomata. Por ela, também passaram inúmeros refugiados, acolhidos durante a viagem de fuga do Holocausto”.

O imóvel, construído no século XIX e ampliado nas primeiras décadas do século XX, foi classificado como Monumento Nacional em 2011 e, ao longo dos anos, “foi sendo alvo de pequenas e grandes intervenções” para a manter de pé.

O atual executivo, presidido por Paulo Catalino Ferras, desde 2021, investiu na Casa do Passal “mais de 3,5 milhões de euros” para a sua requalificação, musealização e ainda nos arranjos exteriores, um valor que contou com apoios comunitários.

Aristides de Sousa Mendes nasceu, em 19 de julho de 1885, em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, distrito de Viseu, licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e seguiu a carreira diplomática desempenhando funções em vários países.

No início da II Guerra Mundial exercia o cargo de Cônsul-Geral de Portugal em Bordéus e, em junho de 1940, na sequência do avanço alemão em território francês, milhares de refugiados juntaram-se naquela cidade.

Foi precisamente em Bordéus que, contrariando de forma absolutamente consciente as ordens do Governo português, Aristides de Sousa Mendes decidiu emitir milhares de vistos para atravessarem Espanha e entrarem em Portugal, salvando-os da perseguição nazi.

“Um gesto de coragem e de humanismo que continua a ser admirado e celebrado como uma das maiores ações de salvamento empreendida por uma só pessoa. No entanto, o ato heroico originou a condenação disciplinar e o fim da sua carreira”.

O diplomata morreu na pobreza em Lisboa, em 03 de abril de 1954, e foi considerado um ‘Justo entre as Nações’, condecorado a título póstumo com a Grã Cruz da Ordem da Liberdade, pelo Presidente da República em 2017 e, desde outubro de 2021, tem honras de Panteão Nacional.

Alfa/ com Lusa e fontes próprias

Dois mortos e dois feridos graves em tiroteio num comício de Trump. Este ficou ferido numa orelha

Dois mortos e dois feridos graves em tiroteio no comício de Trump na Pensilvânia

 

Os serviços secretos norte-americanos informaram hoje que um espetador morreu e dois ficaram feridos com gravidade no tiroteio no comício em Butler, Pensilvânia, em que o ex-presidente Donald Trump foi atingido numa orelha.

Segundo um comunicado dos serviços secretos, que atualiza a informação sobre os acontecimentos, o atirador, que também foi abatido, disparou várias vezes de “um local elevado fora do perímetro do comício”.

O incidente deu-se às 18:15 locais (23:15 de sábado, em Lisboa) e a investigação está a cargo do FBI.

Donald Trump disse hoje que uma bala o atingiu na orelha direita durante o comício em Butler, na Pensilvânia, e agradeceu aos serviços secretos por o terem colocado em segurança.

« Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita », escreveu numa mensagem na sua plataforma Truth.

Donald Trump, ex-presidente e candidato republicano às presidenciais dos Estados Unidos, ficou ferido no sábado após um tiroteio num comício na Pensilvânia.

Depois de se ouvirem tiros, agentes dos serviços secretos retiraram o ex-presidente do palco onde decorria o último comício de Trump antes da convenção republicana, na qual será oficialmente nomeado candidato às eleições de novembro.

Segundo a Associated Press, que cita fontes policiais, o tiroteio no comício de Trump está a ser investigado como uma tentativa de assassínio do ex-presidente norte-americano, mas as informações sobre o sucedido são escassas.

O Presidente norte-americano e candidato democrata, Joe Biden, já condenou os acontecimentos de sábado, disse estar aliviado por saber que Donald Trump está « seguro e bem », mas evitou considerar o que aconteceu como uma tentativa de assassínio: « Tenho uma opinião sobre o assunto, mas não tenho informações ».

“Não deve haver lugar para este tipo de violência na América”, afirmou numa comunicação ao país.

Alfa/ com Lusa

Governo estima normalização de agendamentos nos consulados dentro de 12 a 18 meses

Governo estima normalização de agendamentos nos consulados dentro de 12 a 18 meses

Por Márcio Resende, da agência Lusa, em Buenos Aires

O governo português calcula que o atendimento nas secções consulares só será normalizado dentro de, pelo menos, um ano, depois de implementadas todas as medidas que permitam agilizar agendamentos, atualmente com demoras de até dois anos.

“Sinceramente, espero que, dentro de um ano a um ano e meio, consigamos ter uma situação muito diferente da que temos hoje. Provavelmente, ainda não teremos todos os problemas resolvidos, mas, pelo menos, os agendamentos nas secções consulares podem estar normalizados nesse prazo”, apontou à Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.

Quanto à normalização dos processos que não dependem do Ministério dos Negócios Estrangeiros, José Cesário prefere não arriscar.

“Não posso comprometer-me com um prazo porque as coisas não dependem só de mim. Há uma área do atendimento consular, quanto aos processos despachados, que depende do Ministério da Justiça, sobretudo os processos de inscrição de nacionalidade, o modo como são despachados no Instituto de Registo de Notariado. Não posso comprometer-me, mas trabalharemos nessa área”, afirmou o secretário.

Quanto aos procedimentos tendentes à normalização do atendimento, José Cesário listou alguns em andamento como a substituição dos computadores de todos os funcionários, a modernização dos equipamentos de leitura eletrónica de dados biométricos, muitos dos quais atualmente avariados, e a contratação de mais de 80 funcionários a serem admitidos nos postos consulares com mais maiores problemas, entre as quais a de Buenos Aires que ganhará um reforço, passando a quatro funcionários.

No ano passado, o posto na capital argentina foi alvo de protestos por parte de cidadãos portugueses que acumulavam anos sem conseguirem agendar um atendimento. Em alguns casos, a espera passava dos três anos.

A Embaixada de Portugal na Argentina defende a necessidade não de apenas um, mas de dois funcionários, algo que ficará para o futuro.

“Admito que, a prazo, venhamos a precisar de mais um funcionário. Com mais outro, ficaríamos com os problemas totalmente resolvidos em Buenos Aires. Essa é uma dificuldade que temos”, reconhece José Cesário.

Outra alteração será quanto à forma de agendamento. Atualmente, o processo tem como única via a plataforma online. Essa modalidade, no entanto, é pouco prática para uma comunidade com maioria de idosos como a Argentina, por exemplo. Os postos terão flexibilidade para implementar agendamentos por telefone e presenciais.

“Deste conjunto de medidas, esperemos que haja uma alteração significativa da situação existente”, acredita José Cesário.

Todos os postos deverão aumentar as chamadas “permanências consulares”, uma espécie de consulado móvel e itinerante que promove uma campanha de serviços como Cartão Cidadão, Passaporte e Registo Civil.

“No próximo domingo, estarei em São Paulo a começar naquela área uma experiência de permanências consulares. Será no Arouca São Paulo Clube, próximo do consulado. No passado, já tivemos essa experiência em Buenos Aires e sabemos essa ferramenta de ir ao encontro das comunidades é muito eficaz”, revela o secretário.

Cesário está em visita ao Brasil, ao Uruguai e à Argentina, entre os dias 05 e 15 de julho. Antes de deixar Buenos Aires no dia 09 rumo ao Brasil.

São Paulo é o posto brasileiro com mais problemas de agendamento. É seguido de perto pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza. Em menor medida, Brasília. Do outro lado, Belém, Recife, Salvador e Curitiba têm respondido satisfatoriamente à demanda.

Ataque israelita mata 71 pessoas no sul de Gaza

Ataque israelita mata 71 pessoas no sul de Gaza – fontes palestinianas

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whatsapp sharing buttonO Ministério da Saúde de Gaza anunciou que 71 pessoas foram mortas hoje num ataque israelita no sul do território.

O Ministério disse que 289 pessoas ficaram feridas durante o ataque, desencadeado contra a região de Khan Younis.

O exército israelita confirmou entretanto o ataque e disse que ele tinha como alvo o comandante das milícias do Hamas em Gaza, Mohamed Deif, e o comandante local do Hamas na cidade de Khan Younis, próximo do acampamento.

Ate ao princípio da tarde não se sabia se os alvos israelitas foram atingidos.

Alfa/ com agências 

Curta-metragem de realizador português sobre os seus avós estreia na televisão francesa

Curta-metragem de realizador português sobre os seus avós estreia na televisão francesa 

 

O realizador português Joel Cartaxo Anjos partilha a história dos seus avós separados pela doença de Alzheimer, na curta-metragem “As nossas primaveras passadas não voltam mais” que tem estreia marcada para terça-feira no canal francês France 3.

A curta-metragem, filmada numa aldeia em Tomar e lançada em 2022, relata a altura, em plena pandemia de covid-19, quando os avós do realizador se separam após 60 anos de casamento, com a entrada da avó num lar devido ao agravamento da sua doença de Alzheimer e como o avô, de 90 anos, tenta recuperar a memória da mulher todos os dias.

“Eu comecei a filmar para mim, quando comecei a ver as imagens, quando vi a minha avó atrás do vidro, que é a cena de entrada do filme, quando vejo o olhar dela atrás do vidro, senti que havia qualquer coisa de muito mais universal do que a minha história, do que a história dos meus avós”, disse à Lusa Joel Cartaxo Anjos, que se mudou para Paris aos 19 anos para estudar Cinema, mas que continua a passar todos os verões em Portugal.

“Naquele ano, eu tive a sensação que, ou filmava ali ou não filmaria nunca”, afirmou o realizador, acrescentando que com este trabalho queria “contar como é que se vê a pessoa que se ama e com quem se partilhou a vida inteira a desaparecer e como é que se tenta resguardar o tempo”.

Para o cineasta português, esta é uma “história de partilha que é a história deles [dos seus avós], do amor deles », já que é difícil não ficar comovido ao ver o avô sozinho « à frente de toda aquela horta, como se tivesse à frente dele toda a história deles, que estava a desaparecer”.

“Eu cresci grande parte da minha infância com os meus avós numa aldeia perto de Tomar e são imagens que são muito marcantes da minha infância: o meu avô a trabalhar no campo, a minha avó a cortar couves para as galinhas, são imagens que são muito fortes para mim e eu queria filmar os meus avós porque queria ter uma imagem para poder guardar como forma de arquivo”, acrescentou.

Este “filme feito com nada”, apenas a câmara de Joel Cartaxo Anjos e a sua equipa, cujo projeto foi “um dos três premiados em França no concurso Le Grec, uma produtora que todos os anos seleciona três candidaturas entre 600 ou 700 para financiar e produzir”, foi este ano nomeado na categoria de curta-metragem documental dos Prémios Sophia da Academia Portuguesa de cinema.

“Os Prémios Sophia surpreenderam-me, fiquei muito feliz com a nomeação, sobretudo porque o filme não esteve em muitos festivais”, afirmou o realizador.

Em 2022, « As nossas primaveras passadas não voltam mais » esteve presente em festivais como Paris Côté court – Festival de curtas-metragens de Pantin em Paris e États généraux du film documentaire em Lussas, sendo posteriormente comprado pela France Television para ser transmitido na France 3, canal que “seleciona e compra à volta de 40 filmes por ano” nacionais e internacionais.

“É extraordinário, chegar a um público muito mais vasto do que aquele que podemos encontrar num festival de cinema, por exemplo, o programa de curtas-metragens no qual está integrada “As nossas primaveras passadas não voltam mais” é visto por cerca de 200 a 400 mil pessoas”, disse Joel Cartaxo Anjos, acrescentando que “chegar a este nível de audiência, é tentar chegar onde outros cineastas chegaram”.

Atualmente, Joel Cartaxo Anjos está a trabalhar num projeto com o fotógrafo esloveno cego Evgen Bavcar e continua a trabalhar com a Marina Gulbahari, atriz afegã refugiada em França após ter sido ameaçada de morte pelos talibãs no Afeganistão, com quem produziu em 2019 a curta-metragem « Tão longe de Cabul », também já divulgada pela France Television.

Alfa/ com texto da Lusa

Jogadores franceses de râguebi terão violado e espancado mulher Argentina

Os jogadores da seleção francesa de râguebi, Hugo Auradou e Oscar Jegou, foram formalmente acusados esta sexta-feira (12) por suposta violação e agressão sexual a uma mulher em Mendoza, oeste da Argentina, no último fim de semana.

 

O incidente teria ocorrido na noite de sábado para domingo, no Hotel Diplomático de Mendoza, onde estavam hospedados jogadores e equipa técnica para o primeiro treino contra os ‘Pumas’, como é conhecida a seleção argentina.

Segundo fontes policiais relataram à AFP sob anonimato, os atletas encontraram a mulher num bar após o jogo. Depois de se sentir tonta após tomar algumas bebidas, a mulher teria sido levada por Auradou e Jegou ao hotel e lá foi agredida sexualmente.

A advogada da vítima, Natacha Romano, mencionou a “violência sexual com penetração”, definição judicial de violação na Argentina, “particularmente atroz”, com “golpes” sofridos pela vítima.

De acordo com a versão de Romano, a sua ‘cliente’ foi ao hotel com um dos dois jogadores envolvidos, “identificado primeiro como Hugo (Auradou)”. O jovem jogador percebe que ela quer fugir, agarra-a imediatamente, atira-a na cama, começa a despi-la e lhe dá um soco violento, cujo hematoma é visível no rosto da vítima. Terá também recebido golpes na cabeça, conforme demonstrado por radiografias, sendo atingida no peito, nas costas, mordida nas costas, arranhada, atingida nas pernas”, descreve a advogada.

Depois disso, teria ocorrido o primeiro de seis abusos sexuais cometidos por Hugo Auradou. “depois de uma hora, quando termina o primeiro abuso, entra um segundo homem, Oscar”, explica a advogada, revelando em seguida detalhes sórdidos e violentos das múltiplas violações. « Ela tentou fugir pelo menos cinco vezes, falando com eles, pedindo em inglês que a deixassem ir para casa”, garante Natacha Romano. Assim que os dois homens adormeceram, conseguiu fugir.

 

Oscar Jegou e Hugo Auradou

 

Auradou, de 20 anos, e Jegou, de 21, não fizeram declarações e ficaram detidos no centro de detenção temporária em Mendoza (1.000 quilômetros a oeste de Buenos Aires), onde teria ocorrido o incidente na madrugada de domingo após a partida da França no sábado contra os ‘Pumas’, como é conhecida a seleção argentina de Râguebi.

O presidente da Federação Francesa de Rugby , Florian Grill, que se encontrou terça-feira com os dois jogadores em Buenos Aires, espera “que a Justiça seja rápida”.

 

Pena de prisão pode chegar aos 20 anos

A procuradora-geral de Mendoza, Daniela Chaler, disse na terça-feira à rádio LV10 que « as lesões são compatíveis com o relato da vítima, que não necessariamente podem ser exclusivas de um abuso sexual ».

Se forem acusados após os resultados, poderão ser mantidos em prisão preventiva durante o processo judicial, que será realizado à porta fechada.

Uma vez culpados, os atletas poderão ser condenados a penas de até 20 anos de prisão.

A promotora do caso, Cecilia Bignert, tinha solicitado a prisão imediata dos suspeitos após a denúncia no domingo. « Agimos rapidamente com medo que eles deixassem o país », disse à AFP o porta-voz do poder judicial da província, Martín Ahumada.

 

Com AFP e UOL.com.br

‘Nulo’ de Portugal na Bósnia-Herzegovina vale subida à Liga A

A seleção portuguesa feminina de futebol ficou-se hoje pelo ‘nulo’ frente à Bósnia-Herzegovina (0-0), no Grupo B3 de qualificação para o Europeu, mas garantiu a subida à Liga A.

Em Zenica, no relvado do ‘velhinho’ estádio Bilino Polje, e sob elevadas temperaturas, as lusas, já com o acesso aos play-offs garantido, não se conseguiram impor no desafio da quinta ronda e somaram o primeiro empate na ‘poule’, que lideram destacadas com 13 pontos, mais seis do que Irlanda do Norte, que hoje igualou a Bósnia-Herzegovina ao vencer a lanterna-vermelha Malta, por 2-0.

Portugal, que viu Kika Nazareth lesionar-se no aquecimento, sendo rendida por Carolina Mendes, assumiu o jogo e mostrou-se determinado em chegar cedo à vantagem, mas acabou por não conseguir.

Na terça-feira, a equipa das ‘quinas’ recebe a congénere de Malta, que não conseguiu melhor do que um empate nos cinco jogos já disputados, pelas 19:00 (em Paris), no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, para a derradeira jornada do grupo.

O Europeu de 2025 vai realizar-se na Suíça, entre 02 e 27 de julho de 2025.

 

Com Agência Lusa.

Paris2024: Jogos da capital francesa batem recorde de venda de bilhetes

 Paris2024 estabeleceu um novo recorde de venda de bilhetes para os Jogos Olímpicos, com 8,6 milhões de ingressos vendidos, batendo Atlanta1996, revelou hoje o presidente do Comité Organizador à agência noticiosa AFP.

“Era um recorde detido pelos Jogos de Atlanta, em 1996, com 8,3 milhões de bilhetes. Nós ultrapassámos essa marca há já algum tempo. Vendemos 8,6 para os Olímpicos, mais um milhão para os Paralímpicos”, indicou.

À AFP, Tony Estanguet explicou que não existe nenhum ranking oficial ou dados fiáveis sobre o número de bilhetes vendidos nas anteriores edições dos Jogos Olímpicos, estando esses dados apenas na posse do Comité Olímpico Internacional. “Aliás, foram eles que nos avisaram [do recorde]”, confidenciou.

Os organizadores de Paris2024 preveem vender 10 milhões de bilhetes para os Jogos Olímpicos, que decorrem entre 26 de julho e 11 de agosto, e 2,8 para os Jogos Paralímpicos, agendados entre 28 de agosto e 08 de setembro.

“A boa notícia é que colocaremos ainda à venda um certo número de bilhetes em diversas modalidades. Há boas oportunidades a diferentes preços, quer para os Jogos Olímpicos, quer para os Paralímpicos, e para as cerimónias de abertura e encerramento”, referiu.

Estanguet mostrou-se orgulhoso pelo recorde de vendas, mas notou que este pode ainda ser reforçado.

 

Com Agência Lusa.

Um português entre as vítimas mortais de acidente na Suíça – MNE

Um português está entre as vítimas mortais de um acidente numa obra de construção civil na cidade suíça de Lausana e não dois, como foi adiantado inicialmente durante a tarde de sexta-feira.
A informação foi atualizada já depois da meia noite por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que fez referência a um outro português em estado grave.Inicialmente foi divulgada e existência de duas vítimas mortais portuguesas e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota na página oficial da Presidência, lamentou a morte de compatriotas na Suíça, em Prilly.
A Embaixada em Berna já contactou a família, tendo apresentado as sentidas condolências em nome das autoridades portuguesas e ficando à disposição dos familiares da vítima para prestar todo o apoio necessário.Quanto aos feridos graves, a polícia cantonal de Vaud fez saber que os sinistrados foram transportados para os hospitais de Lausanne e Genebra.

Prosseguem no local do acidente trabalhos de remoção de escombros e não se exclui que possam vir a ser encontradas mais vítimas mortais, de acordo com as autoridades policiais.

Segundo a mesma fonte do MNE, a Embaixada em Berna permanece atenta e a acompanhar de perto o evoluir da situação em estreita coordenação com as autoridades suíças e o Consulado Geral em Genebra.

O acidente, resultado da queda de andaimes da obra, provocou ainda oito feridos.

A maioria dos trabalhadores são portugueses e albaneses.

O acidente aconteceu num edifício de 19 andares, com 60 metros de altura, cerca das 09:25.

O Ministério Público de Vaud abriu um inquérito criminal para determinar as circunstâncias e as causas do acidente.

O jornal suíço Le Temps noticiou, na sua página na Internet, que o acidente se poderá dever à queda de um monta-cargas, que arrastou os andaimes.

 

Com Agência Lusa.

Nanossatélite português ISTSat-1 já emitiu primeiros sinais

Foto publicada pela RTP

Nanossatélite português ISTSat-1 já emitiu primeiros sinais

 

O nanossatélite português ISTSat-1, enviado para o espaço na terça-feira a bordo do novo foguetão europeu Ariane 6, já emitiu os primeiros sinais, anunciou ontem o Instituto Superior Técnico (IST), que opera o engenho.

Segundo indicou à Lusa o IST, os sinais foram recebidos ainda na terça-feira, « umas horas depois » de o nanossatélite ter sido colocado em órbita.

Em comunicado, o IST adianta, sem precisar, que « os dados relativos à presença de aviões em zonas remotas apenas serão recebidos nas próximas semanas ».

Numa nota anterior, o IST referira que os primeiros dados seriam enviados até cerca de um mês depois do início das operações.

Posicionado a 580 quilómetros da Terra, acima da Estação Espacial Internacional, a « casa » e laboratório dos astronautas, o ISTSat-1, construído por estudantes e professores do IST, servirá para testar um novo descodificador de mensagens enviadas por aviões que permitirá a sua deteção em zonas remotas e aferir a viabilidade do uso de nanossatélites na receção de sinais sobre o estado de aeronaves, como velocidade e altitude, para efeitos de segurança aérea.

Os primeiros sinais entretanto já recebidos do nanossatélite « estão a ser analisados pela equipa » do IST, que « tenta, à distância, perceber o estado de saúde » do aparelho.

« A comunidade portuguesa e internacional de radioamadores tem sido crucial nesse processo de recolha de informação do satélite », acrescenta o comunicado do Instituto Superior Técnico, que recebe as informações do ISTSat-1 na estação de comunicações a funcionar no polo de Oeiras do IST.

O ISTSat-1, um cubo que custou cerca de 270 mil euros, é o primeiro nanossatélite concebido por uma instituição universitária portuguesa e o terceiro satélite português a ser enviado para o espaço, depois do nanossatélite Aeros MH-1, em março, e do microssatélite PoSat-1, em 1993, que envolveram o contributo de empresas.

O nanossatélite do Técnico, lançado ao abrigo de um programa da Agência Espacial Europeia (ESA) destinado a instituições universitárias, ficará em órbita entre cinco e 15 anos antes de reentrar na atmosfera, mas a sua missão terá uma duração menor.

Junto com o ISTSat-1 foram enviados outros pequenos satélites e equipamentos científicos de instituições, empresas e agências espaciais estrangeiras.

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