O Livro da Semana: “Antes do 25 de Abril era proibido”, de António Costa Santos

 

O Livro da Semana. Programa difundido a 1, 5 e 9 de MAIO: ANTÓNIO COSTA SANTOS, autor de “ANTES DO 25 DE ABRIL ERA PROIBIDO”

O LIVRO DA SEMANA vai para o ar às quartas (13h30), aos domingos (14h30) e às quintas (03h) e tem o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

 

Ouça aqui:

 

Imagine viver num país onde uma mulher não tivesse direito a passaporte, onde parar na rua para falar com três amigos fosse interdito, onde fosse proibido dormitar num jardim ou sacudir o pó, onde “ter a mão naquilo”, “aquilo na mão” ou “aquilo naquilo” desse direito a uma choruda multa.

Bem, não estamos aqui a falar de alguma série distópica da Netflix, mas sim a descrever algumas proibições, umas caricatas, outras francamente ridículas, que tinham lugar em Portugal antes da Revolução de 25 de Abril de 1974.

António Costa Santos, além de “caçador de proibições”, é jornalista e escritor, e lançou há pouco “Antes do 25 de Abril era proibido”, um livro, ao mesmo tempo divertido e aflitivo.

Também já escreveu guiões para cinema e televisão, incluindo « A Vida Íntima de Salazar », publicou o romance “Diário de um Gajo Divorciado” e o infantojuvenil “As coisas que eles sabem”. Já « Porto versus Lisboa » foi escrito a quatro mãos (e em despique) com Eça de Queirós – ele explica-nos como conseguiu este feito –, e « 10 Razões para Amar e Odiar Portugal », um ensaio humorístico, quase antropológico sobre Portugal.

Entrevista do escritor Nuno Gomes Garcia com António Costa Santos sobre um livro que enumera algumas proibições perpetradas pelo regime fascista que atormentou Portugal durante 48 anos.

Milhares de fiéis participaram na noite da Procissão das Velas e na Vigília de Oração em Fátima

 

Milhares de fiéis participaram durante a noite de 12 para 13 de maio na Procissão das Velas e na noite de vigília e oração no recinto do Santuário de Nossa Senhora de Fátima.

Durante a procissão, a imagem da Virgem de Fátima foi acompanhada pelas velas acesas dos peregrinos que assinalaram desse modo com fervor o aniversário das Aparições.

Nesta segunda-feira, as celebrações eucarísticas prosseguem com uma nova procissão que será seguida da recitação do rosário e de uma missa internacional, com início às 10h.

Como habitualmente, no recinto do Santuário terá lugar por fim a tradicional procissão do Adeus.

FC Porto segura terceiro lugar com vitória frente ao Boavista com golo aos 90+8

O FC Porto segurou hoje o terceiro lugar da I Liga de futebol, ao vencer em casa o Boavista (2-1) no dérbi portuense da 33ª e penúltima jornada, com um golo do avançado iraniano Taremi, aos 90+8 minutos.

O FC Porto chegou ao triunfo no tempo de descontos, depois de ter conseguido a igualdade, aos 81, com um tento do defesa central Zé Pedro, numa altura em que já jogava em superioridade numérica, com a expulsão do ‘axadrezado’ Pedro Malheiro, aos 64, pouco depois de Bruno Lourenço ter dado vantagem ao Boavista, aos 60.

Com este triunfo, os ‘dragões’ seguem no terceiro lugar, com 69 pontos, mais um do que o Sporting de Braga, quarto e próximo adversário do FC Porto, na última jornada, enquanto o Boavista permanece na ‘luta’ pela fuga ao play-off de manutenção, com 31 pontos, mais um do que o Estrela da Amadora, 15º, e mais dois do que o Portimonense, que ocupa essa posição de risco.

 

Resultados da 33ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 10 mai:

Desportivo de Chaves – Famalicão, 0-1 (0-1)

 

– Sábado, 11 mai:

Vizela – Estrela da Amadora, 4-0 (1-0)

Portimonense – Rio Ave, 2-2 (0-1)

Estoril Praia – Sporting, 0-1 (0-0)

Vitória de Guimarães – Sporting de Braga, 2-3 (1-1)

 

– Domingo, 12 mai:

Gil Vicente – Farense, 2-0 (2-0)

Casa Pia – Moreirense, 0-1 (0-1)

Benfica – Arouca, 5-0 (3-0)

FC Porto – Boavista, 2-1 (0-0)

 

Com Agência Lusa.

Benfica goleou Arouca, por 5-0, em jogo da 33ª e penúltima jornada da I Liga de futebol

O Benfica goleou hoje o Arouca, por 5-0, em jogo da 33ª e penúltima jornada da I Liga de futebol, o último no Estádio da Luz, em Lisboa, com o escudo de campeão da época passada e de Rafa.

O avançado internacional português ‘bisou’ na sua despedida do clube no recinto ‘encarnado’, aos 42 e 46 minutos, já depois de o argentino Ángel Di María e o turco Kökçü, aos 25 e 32, terem marcado na conversão de duas grandes penalidades. O dinamarquês Tengstedt selou o regresso às vitórias do emblema das ‘águias’ e a goleada, aos 77.

O Benfica, que já assegurou o segundo lugar final, passou, após o último jogo em casa da temporada, a somar 79 pontos, mantendo-se a oito do Sporting, enquanto o Arouca, que não perdia há seis jogos e tinha empatado os últimos três, permanece no sétimo posto, com 46.

 

Resultados da 33ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 10 mai:

Desportivo de Chaves – Famalicão, 0-1 (0-1)

 

– Sábado, 11 mai:

Vizela – Estrela da Amadora, 4-0 (1-0)

Portimonense – Rio Ave, 2-2 (0-1)

Estoril Praia – Sporting, 0-1 (0-0)

Vitória de Guimarães – Sporting de Braga, 2-3 (1-1)

 

– Domingo, 12 mai:

Gil Vicente – Farense, 2-0 (2-0)

Casa Pia – Moreirense, 0-1 (0-1)

Benfica – Arouca, 5-0 (3-0)

FC Porto – Boavista, 21:30

 

Com Agência Lusa.

Portugal chega pela sexta vez ao Mundial de andebol, a terceira consecutiva

Portugal assegurou hoje a sexta presença no Campeonato do Mundo de andebol, ao empatar 26-26 na Bósnia-Herzegovina, depois da vitória por 29-19 no primeiro jogo, na quinta-feira, em Guimarães.

Os ‘heróis do mar’ venciam ao intervalo por 17-13, mas cederam o empate no embate em Tuzla frente à Bósnia-Herzegovina, classificando-se pela terceira vez seguida para o um Mundial.

Portugal, que tem o 10.º lugar em 2021 como melhor desempenho, vai repetir, na competição que vai ser disputada em janeiro de 2025 na Croácia, na Dinamarca e na Noruega, as presenças de 1997, 2001, 2003 [na qual foi anfitrião], 2021 e 2023.

 

Com Agência Lusa.

Rali de Portugal: Sébastien Ogier chega aos 60 triunfos no Mundial

O piloto francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris) chegou hoje às 60 vitórias no Mundial de Ralis (WRC), ao vencer a 57ª edição do Rali de Portugal, isolando-se como o mais vitorioso na prova lusa, com seis triunfos.

Ogier concluiu as 22 especiais e os 337,04 quilómetros cronometrados desta quinta jornada do Campeonato do Mundo com o tempo de 3:41.32,3 horas, deixando na segunda posição o estónio Ott Tänak (Hyundai i20), a 7,9 segundos, com o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), líder do Mundial, em terceiro, a 1.09,8 minutos.

Com esta vitória, Ogier chegou aos 60 triunfos no Campeonato do Mundo, e somou o 101.º pódio da carreira, tornando-se o piloto mais vitorioso de sempre na prova portuguesa, superando as cinco vitórias do finlandês Markku Alén, a última em 1987.

“Markku Alen para mim é uma lenda. Durante muitos anos perguntaram-me quando bateria o recorde, aconteceu agora”, disse Ogier, emocionado, ele que já tinha vencido nas edições de 2010, 2011, 2013, 2014 e 2017, e triunfou com quatro marcas diferentes: Citroën, Volkswagen, Ford e, agora, Toyota.

O piloto gaulês assumiu o comando na manhã de sábado, pela primeira vez, em Montim 1, para baixar ao segundo lugar no troço seguinte, na primeira passagem por Amarante, por troca com Tänak.

Mas, um furo do piloto estónio no troço seguinte permitiu a Ogier recuperar o comando, para não mais o largar.

Hoje, o oito vezes campeão mundial, que desde 2022 tem feito o campeonato a tempo parcial, entrou a vencer na primeira passagem por Cabeceiras de Basto, uma das quatro especiais deste derradeiro dia, alargando a vantagem para os 18 segundos.

A partir daí, bastou ao piloto da Toyota, de 40 anos, gerir o andamento, chegando à especial final, em Fafe, que tinha o estatuto de ‘power stage’ (15 pontos a distribuir pelos cinco mais rápidos), com 10,1 segundos de vantagem sobre Tänak.

O estónio ainda atacou e recuperou 2,2 segundos ao francês, insuficientes para lhe roubar um lugar na história.

“Foi um fim de semana exigente. Tentámos o nosso melhor, mas quando vais ao ataque e não te sentes totalmente confortável no carro, isso reflete-se no resultado », afirmou o estónio.

Em Fafe, três pilotos bateram o recorde da especial, que pertencia ao bicampeão Kalle Rovanperä (Toyota Yaris) desde o ano passado.

O novo melhor tempo foi fixado em 6.23,7 minutos por Thierry Neuville, que aumentou a vantagem no campeonato do mundo de seis para 24 pontos face ao britânico Elfyn Evans (Toyota).

Evans sofreu problemas de refrigeração do motor na segunda passagem por Cabeceiras de Basto e sentiu grandes dificuldades para chegar ao final do rali, terminando na sexta posição e com 1.30 minutos de penalização por se ter atrasado num controlo a reparar a avaria.

Já a Toyota, somou o nono triunfo (os último cinco consecutivos), destronando a Lancia como a marca com mais sucessos da prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP).

Já na categoria de WRC2, o espanhol Jan Solans (Toyota Yaris) venceu pela primeira vez, oferecendo, também, a primeira vitória à Toyota.

“Foi um fim de semana incrível. Estou a viver o meu sonho”, frisou o piloto de 26 anos, que saltou para o comando no penúltimo troço da prova lusa.

Armindo Araújo (Skoda Fábia) foi o melhor português no final do rali, no 17.º lugar da geral, 10.º entre os WRC2. Ricardo Teodósio (Hyundai i20), que sofreu problemas mecânicos ao longo dos dois dias anteriores, foi o segundo.

Thierry Neuville, que somou 24 pontos, chegou aos 110 no Mundial de Pilotos, mais 24 do que Elfyn Evans, que tem 86. Ott Tänak subiu ao terceiro posto, com 79.

Como curiosidade, o novo sistema de pontuação introduzido este ano permitiu que o vencedor do rali, Sébastien Ogier, somasse 25 pontos, menos um do que o segundo classificado, Tänak.

A próxima ronda é o Rali da Sardenha, de 30 de maio a 02 de junho.

 

Com Agência Lusa.

Sporting vence Oliveirense e ergue Liga dos Campeões de hóquei em patins pela quarta vez

O Sporting conquistou hoje pela quarta vez a Liga dos Campeões de hóquei em patins, ao vencer a Oliveirense, por 2-1, na final disputada no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.

Um dia depois de ter eliminado o FC Porto, campeão em título, o Sporting reeditou os triunfos de 1976/77, 2018/19 e 2020/21, na sua quinta final, tornando-se no mais titulado clube português na competição, com mais um do que os ‘dragões’, mais dois do que o Benfica e mais três do que o Óquei de Barcelos.

João Souto marcou o golo da vitória dos ‘leões’, aos 38 minutos, na conversão de um livre direto, depois de Lucas Martínez ter igualado a partida, para o emblema de Oliveira de Azeméis, que perdeu na sua terceira presença em finais, aos 36, após o golo inaugural de Gonzalo Romero, aos cinco minutos.

 

Com Agência Lusa.

PASSAGE À NIVEAU – 12 Maio 2024

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 12 de Maio 2024
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

O Livro da Semana: “Retornados”, de Marta Martins Silva

O Livro da Semana, próximas edições: 

15, 19 e 23 de MAIO: MARTA MARTINS SILVA, autora de “RETORNADOS”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (13h30), aos domingos (14h30) e às quintas (03h). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

 

Ouça aqui:

 

 

Marta Martins Silva nasceu em Aveiro, em 1984. É jornalista e acabou de lançar o seu terceiro livro, que se mantém na senda dos dois anteriores. Ela, em 2020, publicou “Madrinhas e Guerra” e, em 2021, “Cartas de Amor e de Dor”, dois livros que se focam na correspondência trocada pelos soldados portugueses durante a guerra colonial.

Agora, a Marta afastou-se do trauma da guerra que afetou uma geração de combatentes africanos e portugueses para tratar outro dos grandes traumas nacionais de finais do século XX, a questão dos retornados. E é esse mesmo o título deste novo livro: “Retornados”.

A Marta Martins Silva dá então voz a vinte e uma histórias, relatos que se cruzam com a análise histórica, política e social dessa época tão importante para compreender as dinâmicas portuguesas do nosso tempo. Se o 25 de Abril trouxe consigo a liberdade para os portugueses e a independência e a autodeterminação para os povos africanos oprimidos por 500 anos de colonialismo, a verdade é que deixou cerca de 600 mil portugueses a meio do caminho, os chamados “retornados”.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Marta Martins Silva  e descubra um livro que mostra os sentimentos dos homens, mulheres e crianças brancos que sempre viveram em África e que se viram de regresso a um país longínquo que praticamente não conheciam.

Entrevistador – O Livro da Semana

ENTREVISTA: Lítio: A luta de Covas do Barroso chega a Cannes num filme de Paulo Carneiro

ENTREVISTA: Lítio: A luta de Covas do Barroso chega a Cannes num filme de Paulo Carneiro

A luta dos habitantes de Covas do Barroso, Vila Real, contra a exploração de lítio na região, chega esta semana ao Festival de Cinema de Cannes, em França, num filme de Paulo Carneiro, que também reflete sobre cinema português.

O filme é “A Savana e a Montanha”, de Paulo Carneiro, que se estreia no sábado na Quinzena de Cineastas, um programa paralelo do Festival de Cannes, com a presença do realizador e de alguns dos habitantes de Covas do Barroso.

A longa-metragem é apresentada como uma ficção, sobre uma comunidade que decide unir-se para expulsar uma empresa estrangeira que quer construir uma mina de exploração de lítio na sua aldeia.

Numa encenação de um faroeste, a população mobiliza-se munida com as armas de que dispõe – tratores, enxadas, carros de bois, cantigas de protesto -, contra um inimigo invisível e distante: a empresa estrangeira e o governo que autorizou o projeto de exploração.

Este “western social” é uma encenação de uma luta real de associações locais e ambientalistas de Covas do Barroso e de Boticas, contra um projeto da empresa britânica Savannah Resources, de exploração de lítio a céu aberto, numa área que está classificada como Património Agrícola Mundial.

Nos últimos anos, têm sido realizadas manifestações, arruadas, acampamentos de protesto contra a mina que os opositores consideram prejudicial para a região.

Paulo Carneiro, que vive em Lisboa, mas conhece aquele território, onde já rodou o documentário de pendor biográfico “Bostofrio, où le ciel rejoint la terre” (2018), decidiu um dia pegar na câmara e juntar-se àquela luta.

Em entrevista à agência Lusa, Paulo Carneiro explica que começou por fazer “uma espécie de documentário”, mas acabou por envolver os habitantes na escrita de uma ficção para que eles concretizassem aquilo que não conseguiram ainda na realidade, impedir o projeto mineiro.

“Há um momento em que eu digo ‘Vamos fazer um filme, todos juntos; eu vou estar aqui, isto não vai ser fácil, mas querem que isto aconteça?’ E eles aceitam. A partir deste momento não se pode voltar atrás: Quando se entra na luta não se sai da luta. E nós, com o cinema, usamos o cinema como arma dessa luta. A verdade é que nunca ninguém desistiu e o filme existe”, afirmou Paulo Carneiro.

No filme entram algumas das pessoas que têm dado a cara contra o projeto da Savannah Resources, como a presidente da Comunidade Local dos Baldios de Covas do Barroso, Aida Fernandes, Maria Loureiro e Carlos Libo, que interpreta músicas de protesto.

Paulo Carneiro não sabe o impacto do filme ao estrear-se em Cannes, mesmo sendo este um dos mais importantes festivais do mundo.

“É um bocado difícil de acreditar que o cinema pode mudar alguma coisa, mas pelo menos que dê visibilidade e que faça com que se fale sobre o que se está a passar, que dê voz ao que acontece neste momento no terreno”, disse.

“A Savana e a Montanha” foi feito por quatro pessoas, ao longo de vários meses entre 2020 e 2023, sem financiamento do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), mas com apoio da Câmara Municipal de Boticas e da Agência de Cinema e Audiovisual do Uruguai, país coprodutor do filme.

“Éramos só quatro pessoas e tínhamos de trabalhar muito rápido, escolher o sítio para a câmara. O cinema é isso, encontrar o sítio onde pôr a câmara. De repente, temos os elementos todos, pensar rápido, encenar e não fazê-los [aos habitantes] perder muito tempo”, lembrou Paulo Carneiro.

Sobre a produção do filme, sobre o facto de não ter conseguido financiamento do ICA, ao qual concorreu várias vezes, Paulo Carneiro pede reflexão sobre o cinema português.

“O filme está aí, vai existir, terá distribuição e espero que isso faça refletir sobre o que é o cinema. O que me mete um bocado de medo é olhar e perceber que o cinema está a transformar-se cada vez mais no audiovisual. Sendo que existe uma secção concreta [nos apoios do ICA] para isso. Não tem mal nenhum fazer-se audiovisual. Mas cinema é uma coisa e audiovisual é outra”, disse.

“A Savana e a Montanha” tem estreia em Cannes, onde serão feitos contactos para distribuição internacional, enquanto se planeia também a exibição em Portugal, numa primeira apresentação em Covas do Barroso, para a população local, ainda sem data anunciada.

A Quinzena de Cineastas, que decorrerá de 15 a 25 de maio, é um programa independente não competitivo, que decorre em paralelo ao Festival de Cannes e é organizado pela Sociedade de Realizadoras e Realizadores de Cinema.

Além de “A Savana e a Montanha”, a programação inclui ainda a curta-metragem “Quando a terra foge”, de Frederico Lobo, também rodada em Trás-os-Montes, e a curta-metragem “O jardim em movimento”, da realizadora e artista visual Inês Lima.

Numa coprodução com Portugal apresentar-se-á também o filme “Algo viejo, algo nuevo, algo prestado”, do realizador argentino Hermán Rosselli, coproduzido pela Oublaum Filmes, de Ico Costa.

Na Semana da Crítica, outra das secções paralelas do festival, está o filme “As minhas sensações são tudo o que tenho para oferecer”, de Isadora Neves Marques.

No Festival de Cinema de Cannes, que começa na terça-feira, na competição oficial, está a longa-metragem “Grand Tour”, de Miguel Gomes, e a curta-metragem “Mau por um momento”, de Daniel Soares.

Alfa/Lusa

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x