PSG atropela o Marselha no Clássico e volta à liderança da Ligue 1

O Paris Saint-Germain não deu qualquer hipótese ao Olympique de Marselha e venceu por uns expressivos 5-0, este domingo à noite, no Parc des Princes, num Clássico totalmente dominado pelos parisienses e que ficará na memória dos adeptos.

O grande destaque da partida foi Ousmane Dembélé, autor de um bis, numa exibição de alto nível frente ao eterno rival. Khvicha Kvaratskhelia marcou um golo de belo efeito, enquanto Kang-in Lee também deixou a sua marca. O resultado foi fechado com um autogolo de Medina, símbolo de uma noite para esquecer para a formação marselhesa.

Com esta vitória categórica, o PSG recupera a liderança da Ligue 1, passando a somar mais dois pontos do que o RC Lens. Já o Marselha termina a jornada no quarto lugar, ultrapassado pelo Lyon, e vê complicar-se a luta pelos lugares cimeiros do campeonato.

No final do encontro, Luis Enrique foi questionado sobre o seu futuro no clube. O treinador espanhol, que tem contrato com o PSG até 2027, respondeu com ironia a um jornalista compatriota: “Os espanhóis tocam sempre no ponto sensível”, disse, sorrindo, antes de acrescentar em francês: “Estou muito feliz em Paris. Aqui é Paris!”

Uma resposta curta, bem-humorada e reveladora do bom momento vivido pelo técnico e pela equipa, que voltou a afirmar a sua superioridade no futebol francês com uma goleada sem apelo nem agravo no maior jogo da Ligue 1.

Radio Alfa

Anísio Cabral ‘salta’ do banco para colocar Benfica na rota dos triunfos

O Benfica regressou hoje às vitórias na I Liga portuguesa de futebol, ao bater em casa o Alverca, por 2-1, graças ao golo do suplente Anísio Cabral, apontado na reta final do encontro da 21.ª jornada.

No Estádio da Luz, o norueguês Andreas Schjelderup marcou o primeiro golo dos ‘encarnados’, quando decorria o minuto 16, com a resposta dos ribatejanos a chegar aos 30, por intermédio de Figueiredo.

O empate parecia ser o desfecho mais certo, mas o ponta de lança, de 17 anos, foi lançado por José Mourinho para, aos 86, novamente com um cabeceamento, no primeiro toque de bola – tal como tinha feito na goleada 4-0 ao Estrela da Amadora – dar a vitória às ‘águias’, que tinham empatado em Tondela (0-0) na última ronda.

Invicto na edição de 2025/26 da I Liga, o Benfica, continua no último lugar do pódio, com 49 pontos, ficando agora à espera do desfecho do clássico entre FC Porto, que comanda com 55, e Sporting, vice-líder com 51. O emblema ribatejano mantém-se no 10.º posto, com 24.

Ricardo Horta, autor de um ‘bis’, foi a figura maior no triunfo do Sporting de Braga diante do Rio Ave (3-0).

Em Braga, o internacional português agitou as redes da baliza vila-condense, aos 73 e 90+3 minutos, antes do austríaco Florian Grillitsch ter inaugurado o marcador, aos quatro.

Assim, os bracarenses, que somaram o sexto jogo consecutivo sem perder e o quarto a triunfar, prosseguem no quarto lugar, com dois pontos de vantagem sobre o Gil Vicente, quinto com 37.

Já o conjunto de Vila do Conde averbou o quarto desaire seguido e segue na 14.ª posição (20 pontos).

Sem golos terminou o desafio entre Nacional e Casa Pia, no Funchal, onde os madeirenses, que seguem no 13.º posto, voltaram a somar pontos na classificação rumo à permanência, objetivo igual aos dos lisboetas (15.º).

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Marcelo felicitou Seguro e vai recebê-lo na segunda à tarde

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, felicitou hoje o seu sucessor, António José Seguro, que venceu hoje a segunda volta das eleições presidenciais, e vai recebê-lo na segunda-feira às 16:00.

Segundo uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado « telefonou a António José Seguro para o felicitar pela sua vitória nas eleições presidenciais, desejando-lhe as maiores felicidades e êxitos para o mandato que os portugueses lhe atribuíram », que se iniciará em 09 de março.

Marcelo Rebelo de Sousa manifestou a António José Seguro « toda a disponibilidade para assegurar a transição institucional » e « para esse efeito o Presidente eleito será recebido, em Belém, amanhã às 16:00 », lê-se na mesma nota.

António José Seguro, antigo secretário-geral do PS, venceu hoje a segunda volta das eleições presidenciais, que disputou com o presidente do Chega, André Ventura.

Pelas 21:20, quando faltava apurar os resultados de 49 freguesias e de 12 consulados, António José Seguro tinha 66,6% dos votos, contra 33,4% de André Ventura.

A meio de dezembro, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou a intenção de convidar o próximo ou próxima Presidente da República para ir almoçar ao Palácio de Belém logo no dia seguinte à eleição, « para lhe passar a pasta da transição ».

« A minha decisão será, sim, no dia seguinte à eleição do meu sucessor, na própria noite, convidá-lo, qualquer que ele seja, para ir almoçar comigo no dia seguinte a Belém, para lhe passar a pasta da transição e para, se for o caso disso, explicar o que for necessário no plano interno, no plano internacional », disse na altura aos jornalistas, na Fundação Calouste Gulbenkian.

O Presidente da República referiu ainda que, como aconteceu no seu caso, quem lhe suceder na chefia do Estado terá um espaço para trabalhar no Palácio de Queluz entre a respetiva eleição – seja à primeira volta, em 18 de janeiro, ou à segunda, em 08 e fevereiro – e a posse, em 09 de março, que já « está preparado ».

No sábado, Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu uma mensagem aos eleitores em que apelou à participação na segunda volta das eleições presidenciais, defendendo que votar significava vencer a calamidade e também afirmar a liberdade e a democracia.

« Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia », declarou o chefe de Estado, numa comunicação ao país, transmitida em direto a partir do Palácio de Belém.

Na sua última mensagem presidencial em véspera de eleições – que optou por não fazer na primeira volta destas presidenciais, há três semanas –, o Presidente da República dirigiu-se em especial às « centenas de milhares » de portugueses afetados pelas recentes tempestades, os que perderam familiares ou as suas casas ou se sentiram isolados.

Neste contexto, em que foi declarada situação de calamidade em 68 municípios, e em que André Ventura defendeu o adiamento das eleições, não previsto na lei eleitoral, Marcelo Rebelo de Sousa realçou que muitos eleitores já tinham votado no passado domingo, « e também nas áreas devastadas », no voto antecipado.

Por outro lado, recordou que as eleições presidenciais de 2021, em que foi reeleito, se realizaram em contexto de pandemia de covid-19 e de estado de emergência.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro garante que deixa de ver Ventura como adversário a partir desta noite

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O Presidente da República eleito, António José Seguro, afirmou hoje que deixa de ver André Ventura como adversário, frisando que partilham o dever de « trabalhar por um Portugal mais desenvolvido » e que a maioria que o elegeu extingue-se esta noite.

“Uma palavra para o meu adversário na segunda volta das presidenciais. Como várias vezes o disse, como democrata, todos os que concorreram comigo neste processo eleitoral merecem o meu respeito. Como futuro Presidente da República, acrescento que a partir desta noite deixámos de ser adversários, e temos agora o dever partilhado de trabalhar por um Portugal mais desenvolvido e mais justo”, afirmou.

António José Seguro fazia o discurso de vitória perante um auditório completamente cheio no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, local onde apresentou a candidatura, comemorou a passagem em primeiro da primeira volta e esta noite celebrou a vitória das eleições presidenciais com o melhor resultado de sempre.

O vencedor das eleições presidenciais frisou ainda que a maioria que o elegeu “extingue-se hoje”, aceitando “com muita humildade e emoção” a confiança dada pelos portugueses e garantindo que será um chefe de Estado de “todos, todos, todos os portugueses”.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro mais que duplica votação da primeira volta

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António José Seguro mais do que duplicou a votação em relação à primeira volta das eleições presidenciais, segundo os dados oficiais provisórios hoje divulgados.

O candidato apoiado pelo PS ganhou com uma maioria de dois terços, contra André Ventura, conquistando os 18 distritos e duas regiões autónomas dos Açores da Madeira, venceu 303 concelhos e mais de 2.900 freguesias.

André Ventura ganhou em São Vicente (Madeira) e Elvas (distrito de Portalegre) e aumentou 413 mil votos em relação à primeira volta, realizada há três semanas.

Em relação à primeira volta, Seguro subiu 1.741.223 votos, duplicando a votação para um total de 3.482.481 boletins.

Numa comparação entre as duas voltas, Seguro aumenta ligeiramente acime de 100% o número de votos enquanto Ventura apenas cresceu 31%.

António José Seguro foi hoje eleito Presidente da República com 66,82% na segunda volta das eleições presidenciais, batendo André Ventura, que teve 33,18%, segundo os resultados provisórios das presidencias.

Confira todos os resultados oficiais no site da presidenciais2026

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: PCP sublinha « grande notícia » de derrota de Ventura e pede a Seguro que defenda Constituição

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O secretário-geral comunista, Paulo Raimundo, afirmou hoje que “a grande notícia do dia” é a “clara derrota” de André Ventura nas presidenciais, enquanto pediu a António José Seguro, Presidente eleito, que “não apoie uma política que afronta” a Constituição.

“Há uma clara derrota e uma clara rejeição de André Ventura e das conceções que transporta” e essa é “a grande notícia do dia de hoje”, sublinhou o líder do PCP, numa declaração no Centro de Trabalho Vitória, em Lisboa, quando estavam já apurados mais de 90% dos votos, atribuindo a vitória a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS.

“Essa é a grande questão, uma derrota para a qual o PCP se empenhou e, portanto, é com grande satisfação que temos este resultado”, referiu.

Radio Alfa com LUSA

André Ventura reconheceu a derrota na segunda volta das eleições

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O candidato presidencial André Ventura reconheceu hoje a derrota na segunda volta das eleições, mas considerou que os portugueses o colocaram “no caminho para governar o país”.

“Não tendo vencido, é justo dizer que os portugueses nos colocaram no caminho para governar este país”, afirmou o candidato.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Costa felicitou Seguro e diz que portugueses demonstraram « apreço pela democracia »

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O presidente do Conselho Europeu, António Costa, felicitou hoje António José Seguro pela eleição como Presidente da República, considerando que os portugueses demonstraram « o seu apreço pela democracia, reafirmando Portugal como um pilar do humanismo europeu ».

« Felicito António José Seguro pela sua eleição como Presidente da República Portuguesa e desejo-lhe os maiores sucessos no exercício do seu mandato. Os Portugueses demonstraram hoje o seu apreço pela Democracia, reafirmando Portugal como um pilar do humanismo europeu », disse António Costas numa mensagem na sua conta nas redes sociais.

António Costa sucedeu a António José Seguro como secretário-geral do PS em 2014. Na ocasião, Costa derrotou Seguro nas primárias do PS em 2014 com 67,7% contra 31,5% e seria o candidato socialista a primeiro-ministro.

A nível europeu, a felicitação de Costa junta-se às das presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, que também já saudaram Seguro pela vitória nas eleições presidenciais de Portugal.

 António José Seguro tornou-se hoje no sexto Presidente da República eleito da democracia portuguesa, ultrapassando a barreira dos três milhões de votos expressos, algo que anteriormente só Mário Soares, António Ramalho Eanes e Jorge Sampaio tinham conseguido.

Na segunda volta destas eleições presidenciais, o antigo secretário-geral do Partido Socialista superou os três milhões de votos quando ainda faltavam apurar 42 freguesias e nove consulados, de acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Dos mais de 11 milhões de inscritos, mais de 3,3 milhões votaram em Seguro, com André Ventura a obter mais de 1,6 milhões de votos, segundo os dados às 21:30, que apontavam para um abstenção próxima dos 50%.

Apenas outras quatro vezes desde 1976 um Presidente da República foi eleito com mais de três milhões de votos, sendo Mário Soares o único a consegui-lo por duas vezes, nomeadamente em 1991, naquela que foi a maior vitória em termos de percentagem e de votos de um chefe de Estado.

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro é o Presidente com maior número de votos de sempre

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António José Seguro tornou-se hoje no Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991.

Na segunda volta das eleições presidenciais de hoje, o antigo secretário-geral do Partido Socialista chegou aos 3.477.717 de votos quando ainda faltavam apurar 21 freguesias e oito consulados, de acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Até hoje, Mário Soares, na sua reeleição em 1991, tinha sido o Presidente da República eleito com maior número de votos (3.459.521 em mais de oito milhões de eleitores) e maior percentagem (70,35%).

Dos mais de 11 milhões de inscritos para estas eleições presidenciais, mais de quase 3,5 milhões votaram em Seguro, com André Ventura a obter mais de 1,7 milhões de votos, segundo os dados das 22:15, que apontavam para um abstenção próxima dos 50%.

Com votos ainda por contar, o novo Presidente da República tem uma percentagem superior a 66%, enquanto o líder do Chega supera os 33%.

Esta foi a 11.ª vez que os portugueses foram chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

O atual Presidente da República, eleito em 2016, é Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o seu mandato em março de 2026.

Desde 1976, foram eleitos António Ramalho Eanes (1976-1986), Mário Soares (1986-1996), Jorge Sampaio (1996-2006), Cavaco Silva (2006-2016) e Marcelo Rebelo de Sousa (2016-2026).

Radio Alfa com LUSA

Presidenciais: Seguro eleito Presidente com mais de três milhões dos votos

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António José Seguro tornou-se hoje no sexto Presidente da República eleito da democracia portuguesa, ultrapassando a barreira dos três milhões de votos expressos, algo que anteriormente só Mário Soares, António Ramalho Eanes e Jorge Sampaio tinham conseguido.

Na segunda volta destas eleições presidenciais, o antigo secretário-geral do Partido Socialista superou os três milhões de votos quando ainda faltavam apurar 42 freguesias e nove consulados, de acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Dos mais de 11 milhões de inscritos, mais de 3,3 milhões votaram em Seguro, com André Ventura a obter mais de 1,6 milhões de votos, segundo os dados às 21:30, que apontavam para um abstenção próxima dos 50%.

Apenas outras quatro vezes desde 1976 um Presidente da República foi eleito com mais de três milhões de votos, sendo Mário Soares o único a consegui-lo por duas vezes, nomeadamente em 1991, naquela que foi a maior vitória em termos de percentagem e de votos de um chefe de Estado.

Na sua reeleição, 3.459.521 eleitores votaram em Soares, que venceu com expressivos 70,35%, uma percentagem que ainda hoje figura como a maior de sempre.

Antes, nas presidenciais de 1986, as únicas até hoje a terem uma segunda volta, o histórico líder socialista obteve 3.010.756 de votos (51,18%) no segundo sufrágio frente a Freitas do Amaral.

António Ramalho Eanes também foi reeleito com mais de três milhões de votos (3.262.520, ou 56,44%) em 1980, enquanto Jorge Sampaio recebeu 3.035.056 milhões de votos (53,91%) na sua primeira eleição, em 1996.

Esta foi a 11.ª vez que os portugueses foram chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

O atual Presidente da República, eleito em 2016, é Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o seu mandato em março de 2026.

Desde 1976, foram eleitos António Ramalho Eanes (1976-1986), Mário Soares (1986-1996), Jorge Sampaio (1996-2006), Cavaco Silva (2006-2016) e Marcelo Rebelo de Sousa (2016-2026).

Radio Alfa com LUSA