Incêndios. 14 estradas cortadas em Portugal desde esta manhã. Confira a lista

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17/9 – 07h00
Devido aos diversos incêndios as autoridades estão a proceder a alguns cortes de estrada:
EN207-4: Entre Gonça e Garfe
EN2: Entre Km14 e Km15 (Vilarinho Paranheiras), entre Covelo e Pedras Salgadas, entre o nó da Currica e nó de Tourencinho
A43: Corte total
A13: Entre Coimbra e o nó A13-1 Condeixa
A24: Entre nó de Samardã e nó de Vila Pouca Aguiar
EN103: Entre Assureira e Pedras Frias
A25: Entre Mangualde e Chãs de Tavares, entre Angeja e Reigoso
EN234: Entre Canas de Senhorim e Oliveirinha
IC12: Desde a EN234 e Carregal do Sal
EN16: Entre Mangualde e Chãs da Tavares
A24: Entre nó de Castro Daire e nó de Arcas/Mamouros
A1: Entre nó de Aveiro Sul e nó de Albergaria
IC2: Entre a A25 e a EN1-12

EN16: Entre Cacia e Sever do Vouga

Informação da GNR/PSP: Não circular para a Zona de Aveiro. Quem se dirigir para Aveiro pelos principais acessos vai receber informação para voltar para trás. Cumpre as indicações das autoridades e evita passar por zonas com incêndio ativo. Sabemos que pode ser apelativo mas não utilizes drones perto dos incêndios para não interferir com as operações. #VOSTPT #FOGOSPT #WazePortugal #PortugalChama

Incêndios/Portugal: Número de mortos desde domingo sobe para quatro. 100 concelhos em perigo máximo

Incêndios: Número de mortos desde domingo sobe para quatro. Portugal está a arder sobretudo no centro e norte do país. Em perigo máximo de incêndio estão mais de 100 concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Leiria, Coimbra, Guarda, Aveiro, Viseu, Porto, Bragança, Vila Real, Viana do Castelo e Braga.

 

Uma idosa que tinha a casa numa zona de fogo em Almeidinha, Mangualde, morreu durante a noite de doença súbita, confirmou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, elevando para quatro o número total de vítimas mortais dos incêndios.

Segundo fonte do Comando Sub-Regional Viseu Dão Lafões, a habitação não ardeu.

A morte desta idosa, com cerca de 80 anos,  eleva para quatro o número de mortos nos incêndios rurais que atingem desde domingo as regiões Norte e Centro do país e que provocaram ainda 40 feridos.

Na segunda-feira as autoridades tinham anunciado duas mortes no contexto dos incêndios: uma pessoa carbonizada e outra que sofreu um ataque cardíaco.

Na noite de domingo tinha igualmente morrido um bombeiro de doença súbita quando combatia as chamas em Oliveira de Azeméis.

Num balanço relativo às 01:30, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disse que a maioria dos feridos (33) eram bombeiros destacados para combater as chamas, sendo os restantes civis, que sofreram queimaduras ou foram vítimas de inalação de fumos ou intoxicação.

Pelo menos 27 incêndios continuavam ativos em Portugal continental esta madrugada.

A Proteção Civil estima que arderam pelo menos 10 mil hectares na Área Metropolitana do Porto e na região de Aveiro.

As chamas chegaram de forma significativa aos distritos do Porto, em Gondomar, de Braga, em Cabeceiras de Basto, de Viseu, em Penalva do Castelo e Nelas, e de Castelo Branco, em Louriçal do Campo. O distrito de Aveiro foi o centro dos maiores focos de incêndio, em Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha e Águeda.

O Governo alargou até quinta-feira a situação de alerta devido ao risco de incêndios, face às previsões meteorológicas, e anunciou a criação de uma equipa multidisciplinar para lidar com as consequências dos fogos dos últimos dias, com sede em Aveiro e coordenada pelo ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.

Mais de 100 concelhos mantêm-se hoje em perigo máximo de incêndio rural

Em perigo máximo de incêndio estão mais de 100 concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Leiria, Coimbra, Guarda, Aveiro, Viseu, Porto, Bragança, Vila Real, Viana do Castelo e Braga.

Vários concelhos de todos os distritos de Portugal continental apresentam um perigo muito elevado e elevado de incêndio, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

A temperatura máxima mais elevada prevista para hoje será alcançada em Santarém com 35 graus, seguida de Évora, Beja, Setúbal, Lisboa com 34, Leiria com 33 e 31 em Coimbra e Braga.

 

 

Alfa/ com Lusa e outras fontes (adaptação Alfa)

Incêndios/Portugal: “Nós vamos passar horas difíceis”, avisa primeiro-ministro

Incêndios: “Nós vamos passar horas difíceis”, avisa primeiro-ministro

 

O primeiro-ministro avisou hoje que o país vai viver “horas difíceis” nos próximos dias devido aos incêndios e apelou a que todos cumpram as instruções das forças de segurança e dos bombeiros.

Luís Montenegro falava à comunicação social na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), tendo ao seu lado o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, onde recusou que tenha havido atrasos quer na ativação do mecanismo europeu de proteção civil quer no corte de estradas.

“Nós vamos passar horas difíceis nos próximos dias, temos de nos preparar para isso e temos de nos juntar para isso”, avisou o chefe do Governo.

Dizendo querer deixar uma palavra de “tranquilização possível e de serenidade ao país”, Montenegro fez um apelo para que todos cumpram as instruções das forças de segurança e dos bombeiros.

“Às vezes elas colidem com a vontade e com os ímpetos mais diretos das pessoas, mas é para o bem delas e para todos os outros Aquilo que ainda hoje foi necessário fazer para desbloquear vias de comunicação e pessoas que estavam a ficar encurraladas em estradas, deve ser evitado ao máximo”, afirmou.

Questionado se, depois dos grandes incêndios de 2017, não seria possível ter evitado situações de pessoas cercadas pelo fogo estradas, o primeiro-ministro respondeu que “não vale a pena arranjar polémicas onde elas não existem”.

“Quando há fogos e quando há avanços, como houve, repentinos, há sempre situações de limite e de dificuldade. Estou muito à vontade, porque hoje estive numa dessas zonas e tive a ocasião, eu próprio, de falar várias vezes com a ministra da Administração Interna, de falar com o Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana, de falar com todos os presidentes de Câmara”, revelou.

Montenegro disse ter pedido, nesses contactos, “toda a colaboração e empenho para que as forças de segurança” pudessem evitar situações de perigo em vias de comunicação e que outras pessoas fossem retiradas dos locais onde estavam.

“Isso aconteceu e, portanto, funcionou. Sinceramente, acho que não é adequado estarmos agora a polemizar uma situação que funcionou. Dir-me-á, podia ter acontecido uma tragédia? Ai, isso pode e amanhã vamos continuar a ter essa iminência. Temos de ser verdadeiramente prudentes”, disse.

Alfa/ Lusa

Síntese/Incêndios/Portugal. Perto de 5 mil operacionais combatiam 126 fogos ao fim da tarde de hoje

Incêndios: Perto de cinco mil operacionais combatiam 126 fogos às 17:40 (hora local) – Por agência Lusa (adaptação Alfa)

 

Perto de cinco mil operacionais combatiam às 17:40 de hoje os 126 incêndios ativos em Portugal Continental, sendo o que deflagrou no domingo no concelho de Oliveira de Azeméis aquele que mobiliza mais meios, segundo a Proteção Civil.

De acordo com a informação disponível às 17:40 no ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), no terreno a combater os fogos ativos estavam 4.946 operacionais, apoiados por 1.500 viaturas e 39 meios aéreos.

O incêndio que deflagrou no domingo, às 14:52, na União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz, em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, era o que, às 17:40, concentrava mais meios no local, mobilizando 584 operacionais, apoiados por 198 veículos e seis meios aéreos.

Este incêndio já causou quatro feridos, entre os quais uma bombeira que inspira “mais cuidados”.

Desses quatro feridos, três estão internados no hospital de Aveiro e um quarto foi transferido para os Hospitais da Universidade de Coimbra, informou a Proteção Civil.

Ainda no distrito de Aveiro, 272 operacionais, apoiados por 88 viaturas e quatro meios aéreos combatem um incêndio que deflagrou no domingo no concelho de Sever do Vouga.

Também neste distrito, no concelho de Albergaria-a-Velha estavam mobilizados 195 operacionais, apoiados por 57 viaturas e um meio aéreo.

Mais a sul, o incêndio que deflagrou no domingo na freguesia de Louriçal do Campo, no concelho de Castelo Branco, estava às 17:40 a ser combatido por 244 bombeiros, apoiados por 84 viaturas e dois meios aéreos.

No distrito de Lisboa, um incêndio que deflagrou às 15:35 numa zona de mato do concelho de Mafra, mobilizava 223 operacionais, 65 veículos terrestres e dois meios aéreos.

Segundo a ANEPC, uma pessoa ficou carbonizada no fogo de Sever do Vouga e outra sofreu um ataque cardíaco no incêndio de Albergaria-a-Velha.

Cerca de 70 pessoas tiveram de ser retiradas e pelo menos cinco imóveis, incluindo habitações, foram atingidos pelas chamas em diferentes incêndios rurais que deflagraram entre domingo e hoje nas regiões Norte e Centro, segundo a Proteção Civil.

Em conferência de imprensa, às 13:00, o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, André Fernandes, indicou que as evacuações foram registadas nos fogos de Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga e Cabeceiras de Basto, e têm “corrido dentro do expectável”, com a colaboração das populações.

Portugal pediu ajuda à União Europeia ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil e já foram disponibilizados meios aéreos de França, Itália, Espanha e Grécia, num total de oito canadair.

Fonte do Ministério da Administração Interna disse à Lusa que os dois aviões canadair espanhóis já estão a atuar nos incêndios em Portugal.

As chamas obrigaram a cortes de trânsito em várias vias, tais como a A1 entre Coimbra Norte e Estarreja, A25 entre o Nó Aveiro e Reigoso, a A29 sentido norte-sul entre Estarreja e Angeja, IC2 entre Salreu e Águeda, a EN238 em Sever do Vouga, a EN109 entre Estarreja e Aveiro e a EN16 entre Cacia e Albergaria-a-Velha.

Continuam também fogos em Nelas, Mangualde, Carregal do Sal, no distrito de Viseu, bem como perto de Coimbra.

Futsal/Mundial: Portugal vence Panamá com goleada histórica na estreia

A seleção portuguesa, detentora do título, conseguiu hoje a sua maior goleada em Mundiais de futsal, ao bater o Panamá, por 10-1, em jogo da primeira jornada do Grupo E da edição de 2024, que está a decorrer no Uzbequistão.

Jaime Penaloza (05 minutos), na própria baliza, Afonso Jesus (06 e 16), Bruno Coelho (08), Tomás Paço (11), Erick Mendonça (12), André Coelho (17 e 29), Kutchy (20) e Pany Varela (37) marcaram os golos de Portugal, com Alfonso Maquensi (35) a reduzir, de penálti.

Portugal, que tinha vencido o mesmo Panamá, por 9-0, no Mundial de 2016, defronta o Tajiquistão na quinta-feira e Marrocos no domingo, duas equipas que se defrontam ainda hoje na primeira jornada.

 

Com Agência Lusa.

 Incêndios: Três mortes, casas destruídas e estradas cortadas no pior dia do ano

As chamas que começaram domingo a norte de Aveiro alastraram hoje pelo distrito e foram responsáveis, direta e indiretamente, por três mortes, casas destruídas e estradas cortadas, um cenário que se repetiu em vários locais do norte e centro.

Na noite passada morreu um bombeiro de “doença súbita” quando combatia as chamas em Oliveira de Azeméis e hoje as autoridades anunciaram mais duas mortes, uma pessoa carbonizada no fogo de Albergaria-a-Velha e uma morte por ataque cardíaco em Sever do Vouga.

Num dos piores dias dos últimos anos em termos de incêndios, as chamas chegaram hoje, nomeadamente, aos distritos do Porto, em Gondomar, de Braga, em Cabeceiras de Basto, de Viseu, em Penalva do Castelo e Nelas (com seis feridos), e de Castelo Branco, em Louriçal do Campo. Mas foi o distrito de Aveiro, com 10 mil hectares já ardidos, o centro dos maiores focos de incêndio, primeiro em Oliveira de Azeméis e depois Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha e Águeda.

Além dos mortos, os fogos do distrito já provocaram vários feridos. Em Oliveira de Azeméis, onde as chamas estão a ser combatidas desde domingo, o presidente da Câmara, Joaquim Jorge Ferreira, referiu quatro feridos.

Em Albergaria-a-Velha segundo o Presidente da Câmara, António Loureiro, que também falou em quatro pessoas feridas, as chamas que chegaram de Sever do Vouga atingiram 20 casas, deixando várias pessoas desalojadas. Foram também destruídas várias viaturas e dois armazéns.

O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, disse haver também um bombeiro ferido. O autarca revelou haver casas atingidas pelo incêndio vindo de Sever do Vouga, onde as chamas destruíram, segundo o vice-presidente da Câmara, Paulo Nogueira, aviários, e oficinas de automóveis.

Em Aveiro foi ativado esta manhã o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil, e os municípios afetados também ativaram os Planos Municipais de Emergência e Proteção Civil. Ao todo, no país, foram ativados seis planos municipais.

Devido aos fogos no distrito estiveram cortadas ao trânsito, ao longo do dia, as autoestradas A1, A25 e A29, mas também outras vias sofreram cortes, como o IC2 e várias estradas nacionais. Já esta noite foram cortadas a A1 e a A13 na zona de Coimbra. A circulação ferroviária na linha do Norte também esteve cortada esta manhã. Devido aos incêndios estiveram suspensas ligações rodoviárias de passageiros.

Num balanço feito esta noite, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) contabilizava, nos incêndios do norte e centro do país, dois feridos em estado grave, seis dezenas de evacuações por precaução, e destruição de casas (mais de 20), anexos e armazéns e instalações industriais, em número que não é possível ainda precisar. Há pelo menos 17 vítimas, nas contas da ANEPC.

Com vários incêndios em curso e com previsões meteorológicas muito desfavoráveis ao combate, Portugal pediu ajuda à União Europeia, ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, tendo sido anunciado um reforço de meios vindos de Espanha, França, Grécia e Itália, dois aviões de cada país.

Na tarde de hoje sucederam-se notícias de mais estradas cortadas (A43) e casas ardidas em Gondomar e em Cabeceiras de Basto. Em Gondomar, com seis bombeiros a sofrerem ferimentos ligeiros quando combatiam as chamas, dois lares e duas escolas foram evacuados por precaução em Jovim. E em Coimbra também foi evacuada uma escola, devido a um incêndio que deflagrou esta tarde perto da área urbana, tendo obrigado ao corte da A1 e da A13.

Cortada também ao fim da tarde a Estrada Nacional 8, perto da Malveira, Lisboa, devido a um incêndio.

Às 20:00 de hoje estavam a lutar contra os 59 incêndios em curso 5.307 bombeiros, auxiliados por 1.600 veículos. Só no distrito de Braga, região do Ave, havia esta noite cinco incêndios. Oliveira de Azeméis era o que mobilizava mais bombeiros.

Alfa/ com Lusa (Adaptação Alfa)

Ana Tostões distinguida em Paris com prémio da Academia de Arquitetura

Ana Tostões distinguida em Paris com prémio da Academia de Arquitetura

 

A arquiteta e professora portuguesa Ana Tostões vai ser distinguida em Paris, na quarta-feira, pela Academia da Arquitetura, com a Medalha da Crítica e das Publicações – Prémio da Academia de Arquitetura 1965, foi hoje anunciado.

Esta distinção é “atribuída a personalidades que contribuíram para o enriquecimento do debate arquitetónico através dos seus escritos, publicações ou realizações”, indica, em comunicado, a Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos de Arte (SP/AICA), da qual Ana Tostões é presidente.

A arquiteta portuguesa foi agraciada em julho deste ano, mas a medalha ser-lhe-á entregue no dia 18 de setembro.

A Academia de Arquitetura (Académie d’Architecture, no original) é uma sociedade científica francesa que tem por objetivo promover a qualidade da arquitetura e do planeamento do espaço e o seu ensino, a busca pela melhoria do ambiente, a publicação de pareceres referentes às questões de arquitetura e urbanismo, a pesquisa e conservação de arquivos de arquitetura e a organização de conferências e exposições, explica a AICA.

Ana Tostões é arquiteta, crítica de arquitetura e historiadora e preside, desde 2021, a SP/AICA, sendo ainda professora catedrática no Instituto Superior Técnico – Universidade de Lisboa.

Entre 2010 e 2021, foi presidente do Docomomo Internacional, fundação que trata da arquitetura moderna no mundo, mandato durante o qual passou de uma organização maioritariamente europeia para uma dimensão global, coordenando mais de 70 países nos cinco continentes.

Desde 2023, Ana Tostões está à frente do Docomomo Portugal e é editora do Docomomo Journal.

É ainda professora convidada da Universidade de Tóquio, da Escola Politécnica Federal de Lausana, na Suíça, da Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica, da Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona e da Universidade de Navarra, assim como da Universidade do Porto.

O seu campo de pesquisa é a história da arquitetura e do urbanismo modernos, temas sobre os quais publicou livros e artigos científicos, curou exposições, participou em júris, comités científicos e realizou palestras em universidades europeias, americanas e asiáticas.

Publicou “Idade Maior, Cultura e Tecnologia na Arquitetura Moderna Portuguesa” (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, 2015), obra galardoada com o Prémio da X Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, e editou “Arquitetura Moderna em África: Angola e Moçambique”, distinguido com o Prémio Gulbenkian da Academia Portuguesa de História (2014).

A arquiteta é ainda a investigadora responsável dos projetos “Curar e Cuidar”, “A Monumentalidade Critica de Álvaro Siza” e “Siza Barroco”.

Recentemente, publicou os livros “Cure & Care, architecture and health” (2020), “Lisboa Moderna” (2021) e “A Monumentalidade Crítica de Álvaro Siza” (2023).

Alfa/ Lusa

Morreu Tito Jackson, membro dos The Jackson 5 e irmão do Michael Jackson

O guitarrista Tito Jackson, um dos membros dos The Jackson 5, banda do `rei da pop` Michael Jackson, morreu aos 70 anos, informaram os seus três filhos no domingo à noite, sem revelar as causas da morte.

« Estamos devastados, tristes e chocados. O nosso pai era um homem incrível que se preocupava com todos e com o seu bem-estar », informaram, na rede social Instagram, Taj, Taryll e TJ Jackson, que na década de 1990 formaram o trio 3T, seguindo a tradição familiar.Tito formou com os seus irmãos Jackie, Jermaine, Marlon e Michael (falecido em 2009) o famoso grupo The Jackson 5, que teve a Motown como primeira editora (1969-1975) e foi uma das bandas mais populares da sua época.

No seu álbum de estreia, os seus primeiros quatro `singles`, « I Want You Back », « ABC », « The Love You Save » e « I`ll Be There », alcançaram o topo das tabelas nos Estados Unidos da América (EUA). Em 1984, o grupo lançou « Victory Tour », álbum em que Tito cantou « We Can Change the World » e teve um papel de destaque como instrumentista, e no ano seguinte participou no projeto USA for Africa.

Tito foi o terceiro de 10 filhos da família Jackson.

Tinha atuado recentemente com os seus irmãos Marlon e Jackie em Inglaterra e participou no Festival Fool in Love em Hollywood Park, Califórnia, no final de agosto. Também gravou e fez muitos concertos como guitarrista de `blues` nos últimos 20 anos, com a sua própria editora ou com o B.B. Banda Rei Blues.

Didier Caramalho

Incêndios. Portugal pede ajuda à União Europeia

Incêndios: Bruxelas recebeu pedido de Portugal de meios adicionais para debelar fogos

Portugal pediu à União Europeia (UE) um reforço de meios para combater os incêndios que lavram no distrito de Aveiro e para reforçar as capacidades no território continental, confirmou hoje à Lusa fonte da Comissão Europeia.

Um porta-voz do executivo comunitário disse à Lusa que ao final da manhã de hoje chegou um pedido, ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, de Portugal para um reforço dos meios, numa altura em que lavram incêndios no distrito de Aveiro e Portugal continental está em estado de alerta por causa do risco de fogos.

A mesma fonte não confirmou que tipo de meios solicitou o Governo português, indicando que a proposta está a ser avaliada para corresponder ao que pedido feito.

Contactada anteriormente, a Comissão Europeia tinha dito que estava « preparada para ajudar Portugal », necessitando apenas da formalização do pedido.

Os incêndios que deflagraram em Oliveira de Azeméis, no distrito do Porto, e no Louriçal do Campo, em Castelo, Branco, eram pelas 11:00 os que mobilizavam mais meios, com quase 800 operacionais, segundo dados da proteção civil.

De acordo com o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 11:00 estavam a ser combatidos três incêndios rurais na região de Aveiro: em Albergaria-a-Velha, com 87 operacionais, 26 veículos e um meio aéreo, Sever do Vouga, com 166 operacionais, 57 veículos e dois meios aéreos, e Oliveira de Azeméis, com 537 operacionais, 170 veículos e seis meios aéreos.

Alfa/ com Lusa

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