Música. « Clandestino » Manu Chao, francês filho de espanhóis, volta a Portugal

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Manu Chao regressa a Portugal em julho para concerto acústico no Festival Contrasta, em Valença.

 

O músico Manu Chao vai regressar a Portugal para um concerto acústico no Festival Contrasta, em Valença, no dia 13 de julho.

O artista de 62 anos volta assim a Portugal e, em particular, ao Norte, por onde já passou várias vezes, com destaque para o festival de Vilar de Mouros, em 2002, informa a agência Lusa, que acrescenta:

Nascido em Paris numa família espanhola exilada, Manu Chao adota várias línguas no seu trabalho artístico, que tem uma componente política marcada, desde os tempos da banda Mano Negra.

A sua projeção para a fama deu-se com o disco “Clandestino”, de 1998, no qual cantava, em tradução livre: “Sozinho vou com a minha pena, sozinha vai a minha condenação / Correr é o meu destino para me esquivar à lei / Perdido no coração da grande Babilónia / Dizem-me ‘o clandestino’ por não ter papéis”.

Em 2020, num texto intitulado “Manu Chao: crónica do astro que virou as costas ao sistema”, o jornal espanhol El País escrevia que “seguramente não existe um músico nos últimos anos como ele, capaz de virar as costas ao sistema quando podia tirar tantas coisas dele”.

A terceira edição do Festival Contrasta acontece nas Cortinas de São Francisco, na Fortaleza de Valença, nos dias 12 e 13 de julho e os bilhetes já estão à venda, com os passes a custarem 20 euros.

Amadeo de Souza-Cardoso de novo em Paris. No Centre Pompidou, a partir de 3 de abril

AMADEO DE SOUZA-CARDOSO, SONIA E ROBERT DELAUNAY: CORRESPONDÊNCIA. Centre Pompidou | 3 abril – 9 setembro 2024

Informação oficial:

Após a grande retrospetiva de Amadeo de Souza-Cardoso no Grand Palais, o artista volta a estar em destaque numa exposição em Paris.

A relação de cumplicidade artística entre Amadeo de Souza-Cardoso e o casal Sonia e Robert Delaunay, três grandes figuras da modernidade europeia, é o tema central da exposição que pode ser vista em Paris, no Centre Pompidou, a partir de amanhã, dia 3 de abril.

Com curadoria de Helena de Freitas (CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian) e de Angela Lampe e Sophie Goetzmann (Centre Pompidou), a exposição reúne 30 obras dos três artistas, das coleções das duas instituições.

A fecunda relação entre os artistas iniciou-se em 1912, quando Sonia e Robert Delaunay foram surpreendidos na sua casa, em Paris, pelo jovem  Amadeo que lhes bateu à porta, apresentando-se: «sou o pintor português Amadeo de Souza-Cardoso». Este encontro marcou o início de uma longa relação de cumplicidade artística, que se expandiu no tempo e na geografia.

Os laços entre Amadeo e os Delaunay reforçaram-se entre 1915 e 1917 quando o casal, refugiado da Grande Guerra, se instalou em Vila do Conde, numa altura em que Amadeo de Souza-Cardoso e outros elementos do chamado grupo Futurista português se encontravam em Portugal.

Muitos projetos nasceram desta convergência geográfica em torno de experiências plásticas que, de diferentes modos, aprofundavam o movimento simultaneísta, desenvolvido pelo casal Delaunay com o objetivo de lançar exposições itinerantes na Europa (expositions mouvantes). Estas foram as primeiras ações artísticas de resistência à centralidade de Paris e de ensaio de outros modos de fazer e de circular experiências plásticas em torno da luz e da cor, no contexto das vanguardas de rutura do início do século XX.

O Centre Pompidou integra na sua coleção obras de Sonia e Robert Delaunay que resultam de uma doação de Sonia e do seu filho Charles, em 1964, e é também detentor de uma pintura de Amadeo de Souza-Cardoso, intitulada Cavaleiros (Cavaliers), de 1913, que estará exposta. Além desta obra, o Centre Pompidou dará a ver 11 telas de Sonia e Robert Delaunay da sua coleção. O CAM faz viajar para Paris 17 trabalhos de Amadeo e um de Robert Delaunay.

O catálogo que acompanha a exposição inclui a reprodução da correspondência trocada entre os artistas, pela primeira vez traduzida para português. O tom da correspondência está relacionado com as contingências da guerra e com alguns desencontros trazidos pelo acaso, mas também com a absoluta resistência de Amadeo na aceitação de um espírito de grupo e de escola. A leitura desta correspondência, em diálogo com as obras expostas, perspetiva novas possibilidades interpretativas, principalmente sobre o tempo em que Sonia e Robert viveram em Vila do Conde.

O catálogo analisa ainda esta relação triangular, através de uma conversa entre Helena de Freitas e Angela Lampe sobre o sentido estratégico e a oportunidade deste formato de exposição; um ensaio da curadora do CAM Ana Vasconcelos, que volta a abordar este tema depois do sucesso da exposição O Círculo Delaunay (CAM, 2015); um ensaio da investigadora Marta Soares que se debruça sobre a teoria do animismo na obra de Amadeo; e um texto de Sophie Goetzmann dedicado ao estudo da correspondência trocada entre estes artistas e amigos.

Artur Jorge confirma acordo com Sporting de Braga para rumar ao Botafogo

Artur Jorge confirmou ontem o acordo entre o Sporting de Braga e o Botafogo, para assumir o comando técnico dos brasileiros, após a goleada dos minhotos na visita ao Portimonense, por 3-5, para a I Liga.

“A situação é muito clara. Eu sei que há um acordo entre os clubes, para poderem falar comigo, o que se veria sempre só depois deste jogo. Nesta altura, estando o acordo assinado entre os clubes, vai ser analisado por mim, para podermos ver, porque o que conversámos também me agrada”, afirmou Artur Jorge, na ‘flash interview’, após o jogo de encerramento da 27ª jornada.

O treinador de 52 anos, que conquistou a Taça da Liga de 2023/24, reconheceu que deverá ter hoje orientado pela última vez os minhotos, que comanda desde o início da época 2022/23, após ter orientado, pela primeira vez, o clube que capitaneou como jogador em 2019/20.

Artur Jorge tem contrato com o Sporting de Braga até 30 de junho de 2025.

Em 2023, o Botafogo terminou na quinta posição o Brasileirão, que acabou por ser vencido pelo Palmeiras, de Abel Ferreira, numa temporada em que foi comandado por Luís Castro, primeiro, e Bruno Lage, depois, acabando a competição sob orientação do brasileiro Tiago Nunes.

O Braga venceu na visita ao Portimonense por 3-5 e ficou a dois pontos do FC Porto, terceiro classificado.

Os minhotos conquistaram a segunda vitória seguida e o sexto jogo sem perder graças aos golos de Bruma, aos três e 69, Banza, aos 49 e 61, este último, o 21º na competição, de penálti, e Roger, aos 30, enquanto Pedrão, também na conversão de uma grande penalidade, aos 18, Hildeberto, aos 71, e Fukui, aos 86, marcaram para os algarvios.

O Sporting de Braga segue no quarto lugar, com 56 pontos, mais três do que o rival Vitória de Guimarães e menos dois do que os ‘dragões’, enquanto o Portimonense, que não vence há oito jogos e perdeu os últimos três, permanece no 16º e antepenúltimo lugar, com 23 pontos.

 

Resultados da 27ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 29 mar:

Gil Vicente – Famalicão, 1-2 (0-1 ao intervalo)

Benfica – Desportivo de Chaves, 1-0 (0-0)

Estrela da Amadora – Sporting, 1-2 (1-2)

 

– Sábado, 30 Mar:

Arouca – Farense, 2-1 (1-0)

Vitória de Guimarães – Moreirense, 1-0 (0-0)

Boavista – Rio Ave, 0-0

Estoril Praia – FC Porto, 1-0 (0-0)

 

– Domingo, 31 mar:

Vizela – Casa Pia, 0-4 (0-1)

 

– Segunda-feira, 01 abr:

Portimonense – Sporting de Braga, 3-5 (1-2)

Programa da 28ª Jornada (Horas em Paris):

– Sexta-feira, 05 abr:

Farense – Boavista, 21:15

 

– Sábado, 06 abr:

Rio Ave – Gil Vicente, 16:30

Famalicão – Vizela, 16:30

Sporting de Braga – Arouca, 19:00

Sporting – Benfica, 21:30

 

– Domingo, 07 abr:

Desportivo de Chaves – Portimonense, 16:30

Moreirense – Estrela da Amadora, 19:00

FC Porto – Vitória de Guimarães, 21:30

 

– Segunda-feira, 08 abr:

Casa Pia – Estoril Praia, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Governo: Montenegro prometeu na campanha medidas imediatas na saúde e diálogo com professores e polícias

Foto de Manuel Alexandre: Luís Montenegro deu recentemente uma entrevista à Rádio Alfa. Na imagem, com o jornalista Ricardo José

 

Governo: Montenegro prometeu na campanha medidas imediatas na saúde e diálogo com professores e polícias

 

O presidente do PSD, que hoje irá tomar posse como primeiro-ministro, apontou na campanha como prioridades imediatas de um Governo que liderasse um programa de emergência na saúde, e o diálogo com professores e forças de segurança.

Luís Montenegro comprometeu-se, por exemplo, a nos primeiros 60 dias do novo Governo, apresentar um plano de emergência para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), a aplicar até final de 2025.

Diminuir os prazos na marcação de consultas de saúde familiar, com a teleconsulta como uma alternativa, e garantir enfermeiro e médico de família, recorrendo também aos setores privado e social, são algumas das metas deste plano, que prevê também atendimento célere nos cuidados primários (quando se trate de doença aguda) ou alargar o sistema de ‘vouchers’ para o privado que já existe nas cirurgias às consultas de especialidade, quando se ultrapassam os tempos de espera.

Montenegro, que liderou a coligação Aliança Democrática (composta por PSD, CDS-PP e PPM) que venceu as legislativas de 10 de março, prometeu também iniciar, “ato imediato” à entrada em funções, um processo de diálogo com sindicatos de professores e forças de segurança, embora com diferentes graus de compromisso.

O PSD tem inscrita no programa eleitoral a recuperação integral do tempo de serviço congelado dos professores, de forma faseada nos próximos cinco anos (à razão de 20% ao ano), e quer fechar esse processo negocial nos primeiros dois meses de um executivo que lidere.

Quanto às forças de segurança, Montenegro não se vinculou a valores, apesar de ter considerado, na campanha, como justa a reivindicação da PSP e GNR de que haja uma equiparação ao suplemento de missão já atribuído à Polícia Judiciária, prometendo iniciar negociações imediatas se fosse primeiro-ministro.

A localização do futuro aeroporto na região de Lisboa será outra das primeiras decisões em cima da mesa do novo Governo.

“O meu compromisso é, no início do Governo, pegarmos no resultado final da Comissão Técnica Independente e decidir. Nós vamos decidir, vamos tentar consensualizar com o PS, que será na altura o maior partido da oposição. Se não conseguirmos, nós avançaremos”, assegurou Luís Montenegro, num almoço organizado pela Confederação do Turismo de Portugal, no final de fevereiro.

Outros compromissos centrais do programa eleitoral da AD prendem-se com medidas de médio prazo ou plurianuais, como a redução do IRS (sobretudo para os jovens, mas com descidas globais até ao oitavo escalão) e IRC (de 21 para 15% em três anos) ou o aumento do valor de referência do Complemento Solidário para Idosos para 820 euros numa legislatura.

Na habitação, além de medidas a nível fiscal e de desburocratização, a AD promete “eliminar de imediato” a contribuição extraordinária para o alojamento local ou a caducidade das licenças e rever as limitações legais impostas pelo Governo PS a este setor, deixando às autarquias a resolução de conflitos que possam existir.

O primeiro-ministro e os 17 ministros do XXIV Governo Constitucional tomarão posse hoje e os secretários de Estado – que ainda não são conhecidos – na sexta-feira, e o executivo deverá entrar em funções plenas em 12 de abril.

A Constituição determina que um Governo só entra em plenitude de funções após a apreciação do seu programa pelo parlamento, se não for rejeitado.

A Assembleia da República vai debater o programa do XXIV Governo Constitucional a 11 e 12 de abril, documento que será entregue no dia 10, decidiu na semana passada a conferência de líderes.

O PCP anunciou a intenção de apresentar uma moção de rejeição ao programa do Governo, mas dificilmente será aprovada, uma vez que o PS indicou que não viabilizará esta ou outra iniciativa para impedir o executivo de entrar em funções.

No novo parlamento, o PSD terá 78 deputados (mais um que na anterior legislatura), o PS também 78 (menos 42), o Chega sobe para 50 parlamentares, a IL mantém os oito e o BE os cinco deputados, enquanto o PCP desce de seis para quatro. O Livre cresce de um para quatro e o PAN mantém a sua deputada. O CDS-PP regressa ao parlamento com dois deputados.

Alfa/ com Lusa (texto)

Estoril Open. Nuno Borges na segunda ronda depois de vencer o francês Lucas Pouille

Estoril Open: Nuno Borges na segunda ronda após reviravolta

 

Nuno Borges, número um nacional, qualificou-se ontem para a segunda ronda do Estoril Open, ao vencer o ‘qualifier’ francês Lucas Pouille, em três sets, no Clube de Ténis do Estoril.

O maiato de 27 anos, 62.º jogador ATP, entrou a perder, mas acabou por confirmar o favoritismo diante do 241.º classificado da mesma hierarquia, impondo-se por 0-6, 7-6 (8-6) e 6-3, em duas horas e 21 minutos, num encontro que esteve interrompido por duas vezes pela chuva.

Na segunda ronda, Borges vai defrontar o italiano Lorenzo Musetti, terceiro cabeça de série do único torneio português do circuito ATP e 24.º do ranking mundial, que ficou isento na ronda inaugural.

Alfa/ com Lusa

Portugal/Governo. Ministros tomam posse na 3ª feira, 02; secretários de Estado na 6ª feira, 05

 

O Primeiro-ministro Luís Montenegro e os ministros do do XXIV Governo Constitucional tomam posse nesta terça-feira, dia 2 de abril, às 18h00, no Palácio Nacional da Ajuda, informa uma nota da Presidência da República portuguesa.

Quanto aos secretários de Estado, que ainda não foram nomeados, tomarão posse na sexta-feira, 5 de abril, também pelas 18h00, no mesmo local.

 

Van der Poel conquista Volta a Flandres e Morgado faz história no ciclismo português

Mathieu van der Poel ganhou pela terceira vez a Volta a Flandres, igualando o recorde de vitórias no Monumento belga após confirmar o estatuto de favorito único com um ataque a mais de 40 quilómetros da meta.

As várias baixas provocadas pela queda grave ocorrida na quarta-feira na Através da Flandres deixaram o ciclista neerlandês da Alpecin-Deceuninck como destacado favorito ao triunfo no final dos 270,8 quilómetros entre Antuérpia e Oudenaarde e, hoje, o campeão mundial de fundo não dececionou, isolando-se a 45 quilómetros da meta, que cortou com o tempo de 06:05.17 horas

Van der Poel conquistou, assim, pela terceira vez a clássica belga – também ganhou em 2020 e 2022 -, igualando os ‘locais’ Achiel Buysse (1940, 1941, 1943), Eric Leman (1970, 1972, 1973), Johan Museeuw (1993, 1995, 1998) e Tom Boonen (2005, 2006, 2012), o italiano Fiorenzo Magni (1949-1951) e o suíço Fabian Cancellara (2010, 2013, 2014), recordistas de triunfos na prova.

O dia em que ‘MVDP’, de 29 anos, somou o quinto ‘Monumento’ do seu palmarés foi também aquele em que jovem português António Morgado (UAE Emirates) integrou pela primeira vez o ‘top 10’ numa das cinco mais emblemáticas clássicas do ciclismo, sendo quinto classificado, a 01.02 minutos do vencedor, e conseguindo o melhor resultado de sempre de um ciclista nacional na Volta a Flandres.

O luso de 20 anos, a fazer a sua estreia na prova flamenga e em ‘Monumentos’, chegou à meta no grupo que discutiu o pódio, com o italiano Luca Mozzato (Arkéa-B&B Hotels) a levar a melhor sobre Michael Matthews (Jayco AlUla) na luta pelo segundo lugar – o australiano haveria de ser desclassificado por sprint irregular, com o alemão Nils Politt (UAE Emirates) a ser promovido a terceiro.

Numa ‘Ronde’ com vencedor declarado, a fuga tardou em formar-se, não por falta de tentativas, como as do irrequieto Morgado, mas por excesso delas. Oito ‘anónimos’ conseguiram, finalmente, sair quando já estavam decorridos mais de 40 dos 270,8 quilómetros entre Antuérpia e Oudenaarde.

Bert Van Lerberghe (Soudal Quick-Step), Luke Durbridge e Elmar Reinders (Jayco AlUla), David Dekker (Arkéa-B&B Hotels), Damien Touzé (Decathlon AG2R La Mondiale), Stanisław Aniołkowski (Cofidis), Lionel Taminiaux (Lotto Dstny) e Jelle Vermoote (Bingoal WB) construíram uma vantagem próxima dos quatro minutos, controlada desde o pelotão pelos homens da Alpecin-Deceuninck.

A mais de 100 quilómetros da meta, no entanto, começaram as ‘escaramuças’ entre os candidatos, com Matteo Jorgenson, promovido a líder da Visma-Lease a Bike após a vitória na Através da Flandres e da ‘baixa’ do azarado Wout van Aert, a abrir as hostilidades, e Mads Pedersen (Lidl-Trek) a seguir-se-lhe, em movimentações cujo objetivo era desgastar os companheiros do favorito-único Van der Poel.

Quando faltavam exatamente uma centena de quilómetros para o final, o dinamarquês da Lidl-Trek acelerou de forma brutal, selecionando ainda mais o grupo de candidatos, numa altura em que os fugitivos já só tinham um minuto de vantagem, e voltou a fazê-lo duas dezenas de quilómetros mais adiante, desta vez na companhia de Gianni Vermeersch (Alpecin-Deceuninck).

Os dois conseguiram mesmo isolar-se na frente da corrida, com cerca de 30 segundos de vantagem, mas, mal ‘MVDP’ acelerou no Kwaremont, a aventura do campeão mundial de fundo de 2019 acabou.

O vencedor estava ‘anunciado’ antes mesmo do arranque da Volta a Flandres e, sem competição à altura, Van der Poel confirmou que os prognósticos não foram exagerados: a 45 quilómetros, no Koppenberg, arrancou e não mais parou rumo à vitória.

Jorgenson ainda tentou acompanhar o neerlandês da Alpecin-Deceuninck, mas, apesar do fulgurante e inesperado salto de qualidade nas clássicas, o norte-americano, 31.º no final, percebeu hoje que ainda está a ‘anos-luz’ do camisola arco-íris, que está num mundo à parte na luta por ‘Monumentos’ – tem já cinco no currículo, os mesmos do esloveno Tadej Pogacar, pois também venceu o Paris-Roubaix e a Milão-San Remo no ano passado.

O triunfo de hoje torna ‘MVDP’ ainda mais favorito à revalidação do título em Roubaix, com a mais emblemática de todas as clássicas agendada para o próximo domingo.

 

Com Agência Lusa.

Judoca Jorge Fonseca vence Grand Slam de Antália em -100 kg

O judoca olímpico Jorge Fonseca venceu hoje a medalha de ouro em -100 kg no Grand Slam de Antália, elevando para três o número de pódios portugueses conseguidos no evento na Turquia.

Na final, o 15º do ranking mundial da sua classe deveria bater-se com o canadiano shady Elnahas, sexto da hierarquia, mas este retirou-se devido a lesão, entregando a vitória ao português, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Tóquio2020.

Antes, Fonseca afastou o uzbeque Rustam Shorakhmatov (45.º), o neerlandês Michael Korrel (quinto) e o russo Arman Adamian (10.º) no caminho até à final, conseguindo nova vitória em Antália, depois do ouro de 2022.

É o primeiro grande triunfo de Jorge Fonseca em 2024, depois da medalha de prata no Grand Prix de Linz, somando importantes pontos rumo à qualificação olímpica para Paris2024.

Ainda hoje, Patrícia Sampaio acabou a prova no sétimo lugar ao cair na repescagem de -78 kg, com a 11.ª do ranking mundial a vencer dois combates, perdendo outros dois.

Ao todo, Portugal sai de Antália com três medalhas, juntando este ouro à prata de Tais Pina e ao bronze de João Fernando.

 

Com Agência Lusa.

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