A seleção portuguesa feminina de futebol goleou hoje a congénere da Coreia do Sul por 5-1, em jogo de preparação disputado no Estádio Anhtónio Coimbra, no Estoril.
A resistência da seleção asiática durou apenas 18 minutos, quando Joana Marchão anotou o primeiro golo, beneficiando ainda de uma falha grave da guarda-redes contrária, tendo o intervalo chegado já com 4-0, depois dos tentos de Telma Encarnação (37), Andreia Faria (45) e Jéssica Silva (45+2), com esta última a ‘bisar’ já na segunda parte, ao anotar o quinto golo, aos 52. A Coreia do Sul reduziu aos 80, através de Hwa-Yeon Son.
A seleção portuguesa cumpriu um estágio na Cidade do Futebol, em Oeiras, que integrou dois jogos, tendo derrotado no primeiro a República Checa (3-1) e hoje a Coreia do Sul (5-1), encontros inseridos na preparação para a fase de qualificação para o Europeu de 2025.
Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.
Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa e um dos mais antigos da nossa Rádio. Acontece às Segundas, entre as 21h e as 23h e tem redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira.
Primeira hora:
Segunda hora:
Foto. Arnau Garcia e Francisco Tavares / Andebol – US Ivry Handball
Philippe Mendes est marchand d’art et collectionneur, professeur à l’Ecole du Louvre et conseiller artistique du prince Amyn Muhammad Aga Khan. Spécialiste de la peinture italienne du XVIIe siècle, le galeriste lusodescendant travaille aujourd’hui à faire connaître la richesse culturelle portugaise.
Écoutez l’entretien conduit par Didier Caramalho pour l’ALFA 10/13 de Radio Alfa. Une discussion qui a eu lieu le 27 février 2024 :
« Je suis né avec ça, ce goût pour l’art » avoue Philippe Mendes au micro de Didier Caramalho, dans les studios de Radio Alfa. Pendant ses quatre ans d’études de droit à la Sorbonne – durant lesquelles le jeune homme s’ennuie fortement – Philippe Mendes fréquente des amis qui s’intéressent aux arts décoratifs. Contrarié par le fait de ne rien y connaître, le franco-portugais avale des dizaines d’ouvrages sur le sujet. Plus il lit, plus il nourrit sa curiosité. Jusqu’au jour où son appétit pour le mobilier le mène à la peinture : « c’était alors irréversible ». Plus tard, lorsque Philippe Mendes découvre l’existence de l’Ecole du Louvre, il décide de passer le concours avec un ami, qu’il obtient « les mains dans les poches ». Toutes ses lectures prennent alors un sens ; ce n’est plus une passion, c’est sa vocation : « c’est peut-être un signe » se dit alors le futur galeriste.
Pendant ses six années au Louvre (dont un stage de fin d’études dans les musées du Vatican à Rome), Philippe Mendes comprend quelque chose qui sera décisif pour la suite de sa vie professionnelle : « je suis Portugais ». Ce que son nom n’avait pourtant jamais dissimulé, soudain, lui sautait aux yeux. Dès lors, en même temps que cette épiphanie, une autre, plus désagréable, lui vient : sa méconnaissance est abyssale. La sienne et celle des autres, futurs conservateurs ; personne ne connaît l’art portugais. « Je ne savais pas grand-chose mis à part mes quelques visites avec mes parents dans les musées et châteaux portugais » confie Philippe Mendes.
Il existe une école portugaise méconnue mais à découvrir. Le XVIe siècle portugais est une véritable école. Par la suite, la peinture portugaise suit les courants espagnols, français et italiens. Mais pas au XVIe : on les appelle les « primitivos » portugais
Quand on lui pose la question, le collectionneur et marchand d’art ne s’explique pas tout à fait cette inculture. Des problèmes d’éducation artistique au mauvais travail des professionnels portugais, en passant par le manque d’échanges et de dialogues entre les musées lusitaniens et internationaux, Philippe Mendes cherche aujourd’hui à réparer ces liens et à rattraper les retards.
En 2016, Philippe Mendes offre au Musée du Louvre un tableau de Josefa de Óbidos. La peintre portugaise, considérée comme la plus importante du XVIIe, trône alors dans la salle des peintures espagnoles aux côtés d’une toile de son père, Baltazar Gomes Figueira – toile qui avait été léguée à l’institution parisienne par un couple français dans les années 1980. Depuis sa donation, Philippe Mendes a observé un effet inespéré : tous les musées américains cherchent désormais des Josefa de Óbidos. Les toiles de la Portugaise jusqu’alors d’une « valeur financière raisonnable » voient leur prix quintupler. Le processus est simple : « plus on parle et plus on internationalise la peinture portugaise, plus elle sera reconnue » et demandée.
Philippe Mendes se lance dans une mission : faire acheter au Louvre sa première toile portugaise. Après six mois de négociations – et une histoire rocambolesque à découvrir en écoutant l’entretien ci-dessus – en octobre 2023, le marchand d’art vend alors à l’institution muséologique une splendide huile sur panneau, une Résurrection du Christ peinte vers 1540 par Cristóvão de Figueiredo et Garcia Fernandes. Un bijou de la renaissance portugaise. C’est une victoire pour le galeriste.
Le fait que le Louvre consacre une partie de son budget d’acquisition pour acheter une œuvre portugaise, est un signe très important que l’institution parisienne lance au monde.
Cristóvão de Figueiredo (vers 1490- vers 1555) et Garcia Fernandes (vers 1514-vers 1565) La Résurrection du Christ, vers 1540 Huile sur panneau – 120 x 59 cm Paris, Musée du Louvre Photo : Galerie Philippe Mendes
Philippe Mendes dit être dans la bonne direction. Malgré des difficultés souvent rencontrées – d’ordre diplomatiques, financières ou encore politiques, notamment du côté portugais – le galeriste travaille dans un seul sens : « ouvrir les portes de la peinture portugaise à l’international ».
Alors, pour l’aider à débroussailler le terrain, l’ALFA 10/13 lui ouvre son micro.
Portugal com maior aumento do preço do azeite na UE em janeiro
O preço do azeite subiu em janeiro 69% em Portugal, registando o maior aumento homólogo do produto, que na média da União Europeia (UE) aumentou 50%, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
De acordo com os dados do serviço estatístico europeu, na UE, o preço do azeite disparou na segunda metade de 2023, com um pico inflacionário de 51% em novembro, face ao mesmo mês de 2022.
Em dezembro de 2023, o aumento homólogo do preço do azeite abrandou ligeiramente para 47% e voltou a acelerar em janeiro.
Em janeiro, o preço do azeite aumentou em todos os Estados-membros.
Para além de Portugal (69%), também a Grécia (67%), Espanha (63%) e Estónia (52,2%) registaram taxas de inflação do azeite acima dos 50% em janeiro.
Já a Roménia (12,7%), a Irlanda (15,9%) e os Países Baixos (17,6%) apresentaram as menores subidas homólogas no preço do azeite, em janeiro.
O português João Sousa mostrou-se orgulhoso pelo que alcançou e pelo legado que deixa no momento de anunciar, de voz embargada e olhos cintilantes, a retirada do ténis profissional, prevista para o Estoril Open.
“Sei que para muitos esta decisão não é surpreendente, mas, depois de toda uma vida dedicada à minha paixão que é o ténis, esta decisão vem com emoções muito fortes. Sinto um orgulho enorme no que alcancei e no legado que deixo. Durante este percurso, tive oportunidade, o privilégio e a honra de representar Portugal nos torneios mais prestigiados, no circuito ATP, no Grand Slam e na Taça Davis. Sinto um enorme e profundo orgulho por aquilo que atingi e gostaria de acreditar que contribui para o desenvolvimento do ténis no nosso país”, confessou o antigo número 28 mundial.
“Para lá dos recordes “, o vimaranense, de 34 anos, lembra que “ficam as memórias inesquecíveis, experiências inigualáveis e memorias marcantes no ténis e no coração”, numa altura em que as limitações físicas e as dores o levam a colocar um ponto final numa carreira de 17 anos como profissional de ténis.
Portuguese tennis player, Joao Sousa, announces his retirement after the Estoril Open tournament that will take place in April in a press conference held at Jamor Tennis Center, in Oeiras, Portugal, 27 February 2024. JOSE SENA GOULAO/LUSA
“Infelizmente, os últimos tempos têm sido difíceis, com uma série de lesões que me têm impedido de jogar ao mais alto nível e desfrutar dentro do ‘court’. Tenho lutado contra isso, mas o meu corpo e mente têm demonstrado sinais extremos de cansaço e de dores diárias, pelo que, após um período de muita reflexão e de consideração, queria comunicar que decidi retirar-me do ténis profissional e que o Millennium Estoril Open será o último torneio da minha carreira”, prosseguiu o minhoto.
O melhor jogador português de todos os tempos tornou-se profissional em 2007 e, ao longo de 17 temporadas no circuito mundial de ténis, conquistou quatro títulos ATP 250 (Kuala Lumpur em 2013, Valência em 2015, Estoril Open em 2018 e Pune em 2022) e alcançou o 28.º lugar no ranking ATP, em maio de 2016.
“O Estoril Open vai ser o derradeiro desafio da minha carreira, este torneio que conquistei em 2018 é muito especial para mim e é o cenário ideal para me despedir do ténis. Pretendo-o fazer com a minha família, amigos, patrocinadores, com o meu público que sempre esteve comigo e todas aquelas pessoas que partilharam momentos de triunfos, mas também de desaire”, acrescentou o atleta olímpico, com presenças nos Jogos Olímpicos do Rio2016 e Tóquio2020.
Além de recordar, de voz vacilante, que “nada teria sido possível sem o apoio incondicional da família, o amor, o carinho e tudo aquilo que sacrificaram” para fazer o que gosta, João Sousa deixou uma palavra especial ao seu treinador Frederico Marques, com quem começou a trabalhar ainda na BTT Ténis Academy, em Barcelona, onde chegou aos 15 anos.
“Foram [família] a base do meu sucesso e estou-lhe eternamente grato por isso. Queria deixar uma palavra especial e a minha gratidão para com o meu treinador Frederico Marques, que esteve sempre ao meu lado em todos os momentos. A sua sabedoria, motivação, ambição, dedicação e orientação foram fundamentais e desempenharam um papel super importante para me mudar como jogador e como pessoa”, frisou o único tenista português a conquistar títulos de singulares no circuito ATP.
Depois de endereçar agradecimentos à Federação Portuguesa de Ténis, ao presidente Vasco Costa, aos patrocinadores, aos fãs e à comunicação social, João Sousa deixou ainda uma garantia.
“O meu compromisso com o ténis e com o desenvolvimento desportivo em Portugal permanece inabalável. Mantenho o desejo de tentar fazer crescer o desporto em Portugal. Os próximos tempos serão passados e dedicados a pensar no futuro e a escolher os meus próximos desafios, aos quais vou dar todo o entusiasmo, resiliência e espírito de conquista em toda a minha carreira”, finalizou o conquistador.
O primeiro-ministro comparou hoje a invasão russa da Ucrânia à ocupação de Timor-Leste pela Indonésia, afirmando esperar que o direito internacional “prevaleça” em território ucraniano, e rejeitou “cenários” de envio de tropas por países da NATO.
“Nós portugueses temos, aliás, um bom motivo para compreender a importância de defender, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, o primado do direito internacional. Todos nos recordamos que, durante muitos anos, Timor-Leste foi um território ocupado ilegalmente pela Indonésia e houve momentos em que Portugal esteve sozinho na cena internacional a bater-se pela defesa do direito à autodeterminação do povo de Timor-Leste”, mas “quando muitos já acreditavam que não era possível, a verdade é que o direito internacional prevaleceu e essa é de melhor demonstração de que o direito internacional é a grande arma dos pequenos países e dos povos que querem ser livres e viver em paz”, declarou António Costa.
Falando à imprensa portuguesa em Paris, após ter participado numa reunião de alto nível para apoio contínuo à Ucrânia convocada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, quando se assinalam dois anos do início da invasão russa, o chefe de Governo português comparou: “Defender a preservação e o primeiro direito internacional na Ucrânia é nós estarmos a garantir a nossa própria segurança no futuro”.
Depois de o seu homólogo eslovaco, Robert Fico, ter dito que alguns países ocidentais estão a considerar acordos bilaterais para enviar tropas para a Ucrânia, António Costa assegurou que “não há nenhum cenário em que essa questão se tenha se tenha colocado”.
“Nem vejo que qualquer país da NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte] o deva fazer e, sobretudo, são decisões que a serem tomadas terão que ser tomadas coletivamente, porque numa Aliança de defesa coletiva a geração de riscos é também do interesse comum de todos, mas não foi tema” nesta reunião em Paris, acrescentou.
Já quanto às declarações de Emmanuel Macron, que afirmou no arranque da reunião de alto nível que os líderes internacionais, incluindo da União Europeia, devem preparar-se “para que a Rússia ataque” estes países, devendo por isso “fazer mais” para apoiar a Ucrânia de forma a que ganhe a guerra, António Costa sublinhou que “não é momento de fazer especulações”.
“Temos de nos preparar para os diferentes riscos, mas com uma determinação grande e com a consciência de que a forma como hoje soubemos demonstrar a capacidade de apoiar o esforço extraordinário do povo ucraniano na sua própria defesa, na defesa do direito internacional, é a melhor defesa que nós dizemos para o nosso próprio no futuro”, concluiu.
Dois dias depois de se terem assinalado os dois anos da invasão russa do território ucraniano e numa altura em que a Ucrânia corre risco de ficar sem liquidez no final de março, o Presidente francês, Emmanuel Macron, convocou uma reunião de alto nível em Paris para analisar os meios disponíveis para reforçar a cooperação entre os parceiros no apoio à Ucrânia.
Contando com um total de 27 líderes ou representantes de países da União Europeia e de outros, a ocasião serve para analisar como reforçar a cooperação entre os parceiros que apoiam a Ucrânia.
De acordo com António Costa, deste encontro sai “o consenso” em “reforçar o apoio, seja financeiro, seja apoio a equipamento para sustentar o esforço de guerra da Ucrânia”.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O Sporting de Braga goleou hoje em casa do Boavista por 0-4, no jogo de encerramento da 23ª jornada da I Liga de futebol, resultado que deixa os ‘arsenalistas’ mais próximos do FC Porto, terceiro classificado.
Um ‘bis’ de Simon Banza (42 e 62 minutos), que igualou o sueco do Sporting Viktor Gyökeres na liderança dos melhores marcadores, ambos com 17 golos, e tentos de Abel Ruiz (44) e Zalazar (72) ditaram a goleada dos bracarenses, que somaram o segundo triunfo consecutivo para o campeonato e atenuaram assim a eliminação recente da Liga Europa, frente a um Boavista que somou o segundo desaire seguido e mantém-se ainda em zona incómoda na tabela.
Com esta vitória, o Sporting de Braga reforça o quarto lugar na prova, com 46 pontos, mais cinco do que o quinto, o Vitória de Guimarães, e a apenas três do terceiro, o FC Porto, enquanto os ‘axadrezados’ estão no 12.º posto, com 24 pontos, apenas mais dois do que o Portimonense, 16.º classificado, lugar de disputa do play-off de manutenção.
Diversos líderes políticos da União Europeia e de alguns países da NATO estiveram reunidos nesta segunda-feira, 26, no Palácio do Eliseu em Paris, onde esteve também o PM português, António Costa.
O Presidente Emmanuel Macron apelou aos aliados da Ucrânia para um « sobressalto » perante um « endurecimento » da Rússia.
A reunião em Paris decorreu num momento crítico para a Ucrânia, que aguarda armas ocidentais que diz serem necessárias para garantir a independência do país.
Pelo seu lado, o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, disse que há membros da NATO e da União Europeia a preparar o envio de tropas para a Ucrânia, o que a acontecer levaria a uma alteração da natureza do conflito – esta informação está a ser divulgada em Portugal pela CNN-Portugal.
Leia aqui um despacho da Lusa sobre a reunão em Paris:
Ucrânia: Macron não exclui envio de tropas e lança “economia de guerra” contra Moscovo
O Presidente francês Emmanuel Macron frisou hoje que o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia não deve “ser descartado” no futuro, anunciando ainda uma coligação para a entrega de mísseis de médio e longo alcance a Kiev.
O governante francês referiu, numa reunião de alto nível que o próprio convocou em Paris, e na qual Portugal esteve representado pelo primeiro-ministro, António Costa, que foi decidido avançar com “uma economia de guerra” e “criar uma coligação para ataques profundos e, portanto, mísseis e bombas de médio e longo alcance”.
Ainda antes do encontro, o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, avançou que alguns países ocidentais estão a considerar acordos bilaterais para enviar tropas para a Ucrânia.
Macron, por sua vez, não descartou o envio de forças militares para a Ucrânia, embora tenha reconhecido que neste momento não há consenso a esse respeito.
« Não há consenso hoje para enviar tropas terrestres de forma oficial, assumida e endossada. Mas dinamicamente, nada deve ser excluído. Faremos tudo o que for necessário para garantir que a Rússia não possa não vencer esta guerra », explicou o Presidente francês, citando uma “ambiguidade estratégica » que aceita.
« Não disse de todo que a França não era a favor disso”, vincou ainda.
Macron aludiu hoje a “cinco categorias de ação” nas quais as autoridades europeias concordaram em investir recursos: “a ciberdefesa, a coprodução de armas e munições na Ucrânia, a defesa dos países diretamente ameaçados pela Rússia, em particular, a Moldova, e a capacidade de apoiar a Ucrânia na sua fronteira com a Bielorrússia e em operações de desminagem”.
O governante apontou que os aliados de Kiev devem “fazer mais” no que diz respeito ao envio de recursos militares para a Ucrânia.
“Existem várias opções em cima da mesa, como a emissão conjunta de dívida” para a Ucrânia, explicou.
Considerado a “prioridade das prioridades” as munições, Macron garantiu que os aliados estão “determinados a chegar ao fim das reservas disponíveis”.
« De acordo com a nossa análise (…). A Rússia continua a guerra e a sua conquista territorial, contra a Ucrânia, mas contra todos nós em geral (…). Estamos convencidos de que a derrota da Rússia é essencial para a segurança e a estabilidade em Europa », sublinhou.
O primeiro-ministro português assegurou, depois do encontro de alto nível, que “não há nenhum cenário em que essa questão se tenha se tenha colocado”, para o envio de tropas por países da NATO.
António Costa comparou a invasão russa da Ucrânia à ocupação de Timor-Leste pela Indonésia, afirmando esperar que o direito internacional prevaleça em território ucraniano.
Dois dias depois de se terem assinalado os dois anos da invasão russa do território ucraniano e numa altura em que a Ucrânia corre risco de ficar sem liquidez no final de março, o Presidente francês convocou uma reunião de alto nível em Paris para analisar os meios disponíveis para reforçar a cooperação entre os parceiros no apoio à Ucrânia.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que os líderes internacionais, incluindo da União Europeia (UE), devem preparar-se “para que a Rússia ataque”, devendo por isso “fazer mais” para apoiar a Ucrânia, de forma a que ganhe a guerra.
“Nos últimos meses, todos nós fomos sujeitos a mais ataques em termos de informação e de ciberataques e, ao mesmo tempo, verifiquei que praticamente todos os países representados à volta desta mesa puderam dizer […] que o consenso, a análise coletiva era que, dentro de alguns anos, deveríamos estar preparados para que a Rússia ataque”, declarou Emmanuel Macron.
Falando numa reunião de alto nível que o próprio convocou em Paris, e na qual Portugal está representado pelo primeiro-ministro, António Costa, o chefe de Estado francês salientou que “a conclusão coletiva é que, basicamente, a segurança de todos está agora em jogo”.
Neste encontro em que participam 21 chefes de Governo ou de Estado e seis outros ministros, para apoio contínuo à Ucrânia quando se assinalam dois anos da invasão russa, Emmanuel Macron defendeu que este debate visa “um quadro de continuidade”.
“Em primeiro lugar, a Rússia não pode nem deve ganhar esta guerra na Ucrânia a bem da própria Ucrânia. Em segundo lugar, devemos garantir a nossa segurança coletiva, por isso, […] ainda mais claramente do que ontem, dados os ataques que estamos a sofrer, é também da nossa segurança que estamos a falar e, em terceiro lugar, todos concordamos que não desejamos entrar em guerra com o povo russo e que estamos determinados a manter a escalada sob controlo, como temos feito com sucesso desde o início do conflito”, elencou o responsável.
Apelando a “decisões fortes e um novo impulso”, Emmanuel Macron adiantou que esta reunião de alto nível serve para “partilhar todos os elementos que são úteis para caracterizar a situação se vive, e ver, a nível nacional e coletivo, como fazer mais […] em termos de apoio orçamental, mais em termos de apoio militar, mais em termos da capacidade disponibilizada, e também em termos da prossecução de acordos bilaterais” com a Ucrânia.
Numa mensagem transmitida em vídeo na ocasião, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu a estes líderes internacionais “por todo o apoio”.
“Nós, na Ucrânia, valorizamos muito o facto de termos amigos assim. Obrigado a todos os líderes e a todos os Estados que nos têm ajudado durante dois anos desta terrível guerra em grande escala […] e juntos temos de garantir que Putin [Presidente russo] não destrói as nossas conquistas e não expande a sua agressão a outras nações”, concluiu Volodymyr Zelensky.
Dois dias depois de se terem assinalado os dois anos da invasão russa do território ucraniano e numa altura em que a Ucrânia corre risco de ficar sem liquidez no final de março, Emmanuel Macron convocou uma reunião de alto nível para analisar os meios disponíveis para reforçar a cooperação entre os parceiros no apoio à Ucrânia.
Contando com um total de 27 líderes ou representantes de países da União Europeia (UE) e de outros, a ocasião serve para analisar como reforçar a cooperação entre os parceiros que apoiam a Ucrânia.
No sábado, assinalou-se o segundo aniversário da guerra, ocasião na qual vários governos europeus insistiram na necessidade de fornecer equipamento militar e financiamento à Ucrânia.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
As eleições para a presidência do FC Porto foram marcadas esta segunda-feira para o dia 27 de Abril. A data foi escolhida pela mesa da Assembleia Geral e será um dia antes dos Dragões defrontarem o Sporting para o campeonato.
A informação, avançada pelo Jornal de Notícias, revela também que o ato eleitoral vai ter lugar no Estádio do Dragão, já se espera forte adesão dos adeptos portistas a esta eleição.
A data foi avançada 60 dias antes do ato eleitoral, como prevêem os estatutos.
Para estas eleições já são conhecidos três candidatos: Nuno Lobo, André Villas-Boas e o atual presidente Jorge Nuno Pinto da Costa.
As três candidaturas terão agora de formalizar os nomes para a direção, assembleia-geral e conselho fiscal do FC Porto.
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