Encontros PNAID de apoio ao investimento da diáspora juntam empresários em Viana do Castelo

Encontros do apoio ao investimento da diáspora juntam empresários em Viana do Castelo

 

Cerca de 700 participantes são esperados a partir de hoje, quinta-feira, em Viana do Castelo, na segunda edição dos Encontros do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID), o maior evento de investimento da diáspora.

Dirigido a cidadãos portugueses residentes fora de Portugal que pretendem investir no país ou expandir o seu negócio, o encontro visa “promover o investimento da diáspora, fomentar as exportações, apoiar a internacionalização dos negócios locais e contribuir para a coesão territorial através do potencial empreendedor das comunidades portuguesas”.

“É o momento para conhecer as políticas, programas, prioridades e oportunidades de investimento em Portugal”, de acordo com a página do PNAID (Ministério dos Negócios Estrangeiros).

Trata-se de uma iniciativa conjunta do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e da secretária de Estado do Desenvolvimento Regional.

A segunda edição é organizada pelo município de Viana do Castelo, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, e tem como temas em destaque a « Economia Azul, Energias Renováveis e Sustentabilidade » e « Agenda Cultural, Património e Ciência ».

Entre quinta-feira e sábado são esperados cerca de 700 participantes. A edição de 2022, realizada em Fátima, juntou mais de 750 participantes de 35 nacionalidades, contando com a intervenção de mais de 100 oradores.

Alfa/ com Lusa

Benfica vence Eintracht e sobe a segundo no Grupo A da ‘Champions’ feminina

Um golo da canadiana Marie Alidou permitiu hoje ao Benfica vencer o Eintracht Frankfurt por 1-0, em jogo da terceira jornada do Grupo A da Liga dos Campeões feminina de futebol, subindo ao segundo lugar.

Depois de um nulo ao intervalo, o tento da vitória das ‘encarnadas’ surgiu aos 71 minutos, através da avançada canadiana, e deixa o Benfica em plena corrida à fase seguinte da prova.

Com este triunfo, o Benfica subiu ao segundo lugar, agora com seis pontos, menos três dos que as comandantes do FC Barcelona, que hoje golearam em casa das suecas do Rosengard por 6-0, enquanto as germânicas, que na próxima ronda recebem a formação portuguesa, no dia 21 de dezembro, são terceiras, com três pontos. O Rosengard é quarto ainda sem qualquer ponto.

 

Com Agência Lusa.

 

FC Porto vence Shakhtar e apura-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões

O FC Porto garantiu hoje o apuramento para os oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, ao vencer em casa o Shakhtar Donetsk, por 5-3, em jogo da sexta e última jornada do Grupo H.

Os ‘dragões’, que precisavam de apenas um empate para seguir em frente, marcaram por Galeno (09 e 43 minutos), Taremi (62), Pepe (75) e Francisco Conceição (82), com Sikan (29), Stephen Eustáquio (72), na própria baliza, e Eguinaldo (88) a reduzirem para os ucranianos.

O FC Porto terminou o Grupo H na segunda posição, com os mesmos 12 pontos do líder FC Barcelona, com o Shakhtar a ser terceiro, com nove, e a seguir para a Liga Europa, enquanto o Antuérpia ficou em último, com três, depois de vencer hoje os catalães, por 3-2.

 

Resultados da sexta e última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões em futebol:

– Terça-feira, 12 dez:

Grupo A:

Copenhaga, Din – Galatasaray, Tur, 1-0.

Manchester United, Ing – Bayern Munique, Ale, 0-1.

Grupo B:

Lens, Fra – Sevilha, Esp, 2-1.

PSV Eindhoven, Hol – Arsenal, Ing, 1-1.

Grupo C:

Union Berlim, Ale – Real Madrid, Esp, 2-3.

Nápoles, Ita – Sporting de Braga, Por, 2-0.

Grupo D:

Inter Milão, Ita – Real Sociedad, Esp, 0-0.

Salzburgo, Aut – Benfica, Por, 1-3.

– Quarta-feira, 13 dez:

Grupo E:

Atlético de Madrid, Esp – Lazio, Ita, 2-0.

Celtic, Esc – Feyenoord, Hol, 2-1.

Grupo F:

Borussia Dortmund, Ale – Paris Saint-Germain, Fra, 1-1.

Newcastle, Ing – AC Milan, Ita, 1-2.

Grupo G:

Leipzig, Ale – Young Boys, Sui, 2-1.

Estrela Vermelha, Ser – Manchester City, Ing, 2-3.

Grupo H:

FC Porto, Por – Shakhtar Donetsk, Ucr, 5-3.

Antuérpia, Bel – FC Barcelona, Esp, 3-2.

 

Com Agência Lusa.

Afinal, emigrantes portugueses vão continuar a ter acesso sem pagarem ao SNS em Portugal – oficial

Alfa

Afinal, emigrantes portugueses vão continuar a ter pleno acesso sem necessidade de pagarem ao SNS, ao contrário do que foi anunciado. 

O Ministério da Saúde esclareceu esta tarde que os emigrantes portugueses vão continuar “a ter pleno acesso ao SNS e não terão que pagar pelos cuidados recebidos” – comunicado oficial.

“Em relação à situação dos emigrantes portugueses, não está em causa o seu atendimento no SNS, que continuará a ser assegurado sempre que estejam em situação de estada no território nacional”, sublinha o ministério liderado por Manuel Pizarro, reiterando que “não está em causa que tenham que pagar por esses cuidados”.

O Governo esclarece que o que se altera é a identificação das entidades financeiramente responsáveis para o caso dos cidadãos que não residem em Portugal, permitindo que o Estado português possa ser ressarcido das despesas em que o SNS incorre no tratamento de cidadãos que têm cobertura de saúde num outro país, sempre que isso seja aplicável.

« A correta identificação da entidade financeiramente responsável permite aos vários países faturarem a atividade entre si, assegurando assim as regras que estão em vigor a nível internacional e permitindo ao nosso país atuar num regime de reciprocidade e responsabilidade fiscal”, acrescenta o comunicado.

Mas os emigrantes vão deixar de ter médico de família atribuído, apesar de continuarem a poder ter acesso a consultas, nomeadamente, nos cuidados de saúde primários.

Além disso, depreende-se do comunicado, que apesar de os emigrantes portugueses continuarem a ter a acesso gratuito ao SNS, poderá haver depois um acerto de contas com o país no qual o cidadão tem residência fiscal para que o Estado seja ressarcido desses gastos.

Leia aqui na íntegra o despacho da Lusa sobre este tema:

Emigrantes portugueses continuarão a ter “pleno acesso” ao SNS – Governo

O Ministério da Saúde (MS) assegurou hoje que os portugueses residentes no estrangeiro vão continuar a ter “pleno acesso” ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmando que não terão de pagar o atendimento.

Num comunicado enviado às redações, a tutela afirma que as alterações no Registo Nacional de Utentes (RNU) têm como objetivo assegurar “o acompanhamento por equipa de saúde familiar, nomeadamente, o acesso a médico de família a quem dele mais necessita”.

“Dessa forma é potenciada a continuidade e a proximidade dos cuidados ao cidadão, num contexto de conhecida escassez de recursos humanos que faz com que muitas pessoas não tenham ainda equipa de saúde familiar atribuída”, adianta.

A nota do MS surge depois de vários médicos a exercerem nos serviços de saúde primários terem dito à Lusa que foram informados que, a partir de 01 de janeiro, os portugueses com morada fiscal fora de Portugal seriam considerados “inativos”.

O que significaria que, sempre que usassem um serviço no SNS, teriam de pagar o seu custo.

De acordo com o MS, a implementação progressiva das alterações no RNU “tem ocorrido nos últimos dez meses sem que tenham sido reportadas perturbações no acesso ao SNS e tem permitido a atribuição de médico de família a mais pessoas”.

“Importa reforçar que a legislação que enquadra o RNU distingue o acesso dos utentes ao SNS, que continua a ser universal, da responsabilidade financeira pelos cuidados prestados, a qual fica a cargo do SNS ou de uma terceira entidade financeiramente responsável, consoante as situações concretas”, salienta.

O MS reforça que “não está em causa” o atendimento dos emigrantes portugueses no SNS, que vai continuar a “ser assegurado sempre que estejam em situação de estada no território nacional”.

“Reitera-se que não está em causa que tenham que pagar por esses cuidados. O que se altera é a identificação das entidades financeiramente responsáveis para o caso dos cidadãos que não residem em Portugal, permitindo que o Estado português possa ser ressarcido das despesas em que o SNS incorre no tratamento de cidadãos que têm cobertura de saúde num outro país, sempre que isso seja aplicável”, realça.

E acrescenta: “A correta identificação da entidade financeiramente responsável permite aos vários países faturarem a atividade entre si, assegurando assim as regras que estão em vigor a nível internacional e permitindo ao nosso país atuar num regime de reciprocidade e responsabilidade fiscal”.

 

 

Acordo/Clima. COP28: Guterres diz que países reconhecem pela primeira vez mudanças globais

COP28: Guterres diz que países reconhecem pela primeira vez mudanças globais

 

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou hoje que o acordo alcançado na Cimeira do Clima do Dubai (COP28) reconhece, « pela primeira vez », a necessidade de abandonar os combustíveis fósseis.

Guterres acrescentou que o acordo foi alcançado « depois de muitos anos em que o debate sobre esta questão esteve bloqueado ».

O acordo global da COP28 reafirma « claramente » a necessidade imperativa de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus Celsius, exigindo reduções drásticas das emissões globais de gases com efeito de estufa, disse Guterres após a adoção do documento no plenário da cimeira.

« A ciência diz-nos que é impossível limitar o aquecimento global a 1,5 graus sem eliminar gradualmente todos os combustíveis fósseis dentro de um prazo compatível com este limite. Este facto foi reconhecido por uma coligação crescente e diversificada de países », afirmou Guterres.

Os países reunidos na cimeira do clima aprovaram hoje « por consenso » uma decisão que apela a uma « transição » no sentido de abandonar os combustíveis fósseis, anunciou o presidente da COP28, no Dubai.

Na abertura da sessão plenária de encerramento, os delegados adotaram a decisão preparada pelos Emirados Árabes Unidos, que foi aplaudida.

Trata-se de uma « decisão histórica para acelerar a ação climática », afirmou Sultan Al Jaber, presidente da conferência da ONU.

Classificação dos emigrantes portugueses como « inativos » no SNS revolta diáspora

Classificação dos emigrantes portugueses como « inativos » no SNS revolta diáspora

 

A classificação dos emigrantes portugueses como “inativos” no Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a revoltar os representantes desta comunidade, que criticam sobretudo a falta de informação sobre a medida, que arranca em janeiro.

“É extremamente grave que isto esteja a ser implementado sem um debate, sem falar com as pessoas, sem um pré-aviso”, disse à Lusa Paulo Costa, fundador do movimento “Também somos portugueses”.

E prosseguiu: “Se isto entrar em vigor a 01 de janeiro, sem ninguém estar informado, vamos ter aí casos muito complicados de pessoas que vêm cá e que contam que tudo funcione como habitualmente”, uma vez que são “portugueses e com número de utente”.

A medida resulta da aplicação de um despacho (n.º 1668/2023) que “define as regras de organização e os mecanismos de gestão referentes ao Registo Nacional de Utentes (RNU), assim como as regras de registo do cidadão no Serviço Nacional de Saúde e de inscrição nos cuidados de saúde primários”.

Fonte da ACSS indicou à Lusa que o despacho prevê que a inscrição numa Unidade de Cuidados de Saúde Primário pressupõe um registo ativo no RNU, que “tem como condição obrigatória a residência em Portugal”.

Além de deixarem de ter médico de família, no caso de o terem, estes utentes “inativos” terão de suportar o custo do atendimento: “Sobre o registo inativo, com exceção das situações de óbito, aplica-se a condição de encargo assumido pelo cidadão”.

“As pessoas vão ser apanhadas numa armadilha. Vão aos serviços e depois aparece-lhes uma conta”, adiantou Paulo Costa.

E acusou o Governo de estar a avançar com uma medida sem consulta prévia do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), o que devia acontecer, uma vez que tem repercussões nos portugueses que vivem no estrangeiro.

Contactado pela Lusa, o presidente do CCP disse que “nada foi comunicado” a este órgão consultivo do Governo em matéria de comunidades.

“Trata-se de uma decisão bastante negativa e mais uma incompreensão do Governo em relação às comunidades e ao arrepio e descumprimento do que diz a lei do CCP e que se faz sem a manifestação” do conselho, afirmou.

Alfa/ com Lusa

Israel: AG da ONU aprovou com apoio esmagador resolução que exige cessar-fogo imediato

Israel: Assembleia-Geral da ONU aprovou com apoio esmagador resolução que exige cessar-fogo imediato

A Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem, com apoio esmagador de 153 países, uma resolução não vinculativa que exige um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza, após o Conselho de Segurança ter falhado em aprovar a mesma exigência.

O projeto de resolução, apresentado à Assembleia pelo Egito, e copatrocinado por cerca de 80 Estados-membros da ONU, incluindo Portugal, obteve 153 votos a favor, 10 contra e 23 abstenções dos 193 Estados-membros da ONU.

Votaram contra este texto países como Israel, Estados Unidos ou Áustria e entre os países que se abstiveram estão Ucrânia, Itália, Reino Unido ou Cabo Verde.

A resolução manifesta preocupação com a “situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza”, “exige um cessar-fogo humanitário imediato” e apela à proteção dos civis, ao acesso humanitário e à libertação “imediata e incondicional” de todos os reféns.

Mas, tal como o texto adotado pela Assembleia-Geral no final de outubro – que apelava a uma « trégua humanitária imediata, duradoura e sustentada, que conduzisse à cessação das hostilidades », a resolução hoje aprovada não condena especificamente o grupo palestiniano Hamas, uma ausência que tem sido sistematicamente criticada por países como Estados Unidos, Reino Unido ou Israel.

Ao contrário das resoluções do Conselho de Segurança, as resoluções da Assembleia Geral não são juridicamente vinculativas. Mas, como disse na segunda-feira o porta-voz da ONU, Stepháne Dujarric, as mensagens da assembleia “também são muito importantes” e refletem a opinião da comunidade internacional.

Benfica e Braga no play-off da Liga Europa

O Benfica garantiu hoje a presença no play-off da Liga Europa de futebol, depois de vencer em casa do Salzburgo, por 1-3, na sexta e última jornada do Grupo D da Liga dos Campeões.

Angel Di María (32 minutos), Rafa (45+1) e Arthur Cabral (90+2) marcaram os golos do primeiro triunfo do Benfica nesta edição da ‘Champions’, com Sucic (57) a reduzir para os austríacos.

Com este triunfo, o Benfica, que tem mais golos marcados, garantiu o terceiro lugar, com quatro pontos, os mesmos do Salzburgo, quarto, com a Real Sociedad a vencer a ‘poule’, com os mesmos 12 pontos do Inter Milão.

 

Sporting de Braga perde em Nápoles e ‘cai’ da Champions

 

Foto. facebook.com/SCBragaOficial

O Sporting de Braga foi hoje afastado da Liga dos Campeões de futebol, ao perder em casa dos italianos do Nápoles por 2-0, acabando relegado para a Liga Europa, ao beneficiar da derrota do Union Berlim.

A precisar de vencer por dois golos de diferença para poder se manter na Liga ‘milionária’, a equipa bracarense cedo viu a missão complicada, ao chegar ao intervalo a perder por 2-0, depois dos tentos de Serdar Saatçi, aos nove, na própria baliza, e de Osimhen, aos 33.

Restou à equipa ‘arsenalista’ a possibiidde de seguir em frente na Liga Europa, tendo a derrota dos alemães do Union Berlim na receção ao Real Madrid, por 3-2, permitido ao Sporting de Braga apurar-se para o play-off de acesso aos oitavos de final da segunda competição da UEFA, na qualidade de terceiro no Grupo C.

 

Com Agência Lusa.

Tribuna Desportiva – 11 Dezembro 2023

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa e um dos mais antigos da nossa Rádio. Acontece às Segundas, entre as 21h e as 23h e tem redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira.

Primeira hora:

 

Segunda hora:

 

Foto. Tribuna Desportiva

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