Aeroporto: Alcochete é « solução com mais vantagem » – CTI 

A comissão técnica independente identificou Alcochete como a solução com mais vantagem para o novo aeroporto, entre as duas opções viáveis, segundo o relatório hoje divulgado.

A opção que envolve o Campo de Tiro de Alcochete é identificada como a que apresenta mais vantagens, entre as duas soluções viáveis para um ‘hub’ (aeroporto que funciona como plataforma de distribuição de voos) intercontinental, segundo o relatório publicado na página da comissão técnica independente (CTI).

De acordo com o relatório preliminar da comissão técnica independente responsável pela avaliação ambiental estratégica para o aumento da capacidade aeroportuária da região de Lisboa, que estudou nove opções, são viáveis as soluções Humberto Delgado + Campo de Tiro de Alcochete, até ficar unicamente Alcochete com mínimo de duas pistas, bem como Humberto Delgado + Vendas Novas, até ficar unicamente Vendas Novas, também com um mínimo de duas pistas.

Já as opções Humberto Delgado + Montijo e Montijo como ‘hub’ foram classificadas como “inviáveis para um ‘hub’ intercontinental”, por razões aeronáuticas, ambientais e económico-financeiras “devido à sua capacidade limitada para expandir a conectividade aérea”.

Humberto Delgado + Santarém e Santarém como aeroporto único “não são opção por razões aeronáuticas (de navegação aérea)”, apontou a CTI.

Uma resolução do Conselho de Ministros aprovada no ano passado definiu a constituição de uma CTI para analisar cinco hipóteses para a solução aeroportuária de Lisboa, mas previa que pudessem ser acrescentadas outras opções, o que veio a acontecer.

O relatório entrará depois em consulta pública durante 30 dias úteis, prazo findo o qual a CTI, após avaliar « a racionalidade, o mérito, a oportunidade e a pertinência técnica de cada um desses contributos, à luz dos fatores críticos para a decisão », fará então o relatório final.

Com a elaboração deste relatório final ficará concluído o mandato da CTI.

Nas cinco opções inicialmente consideradas estão uma solução dual, em que o aeroporto Humberto Delgado (AHD) terá o estatuto de aeroporto principal e o do Montijo o de complementar; uma outra solução dual alternativa, em que o aeroporto do Montijo adquirirá, progressivamente, o estatuto de aeroporto principal e o AHD o de complementar; a construção de um novo aeroporto internacional no Campo de Tiro de Alcochete (CTA), que substitua, de forma integral, o AHD; uma outra solução dual, em que o AHD terá o estatuto de aeroporto principal e um aeroporto localizado em Santarém o de complementar; e a construção de um novo aeroporto internacional localizado em Santarém, que substitua, de forma integral, o AHD.

A estas opções, a CTI acrescentou mais quatro, nomeadamente AHD + Campo de Tiro de Alcochete; Vendas Novas + Pegões; AHD + Vendas Novas-Pegões e Rio Frio + Poceirão.

O quadro de avaliação estratégica para cada uma destas opções tem em conta « cinco fatores críticos » de decisão, nomeadamente segurança aeronáutica, acessibilidade e território, saúde humana e viabilidade ambiental, conectividade e desenvolvimento económico e investimento público e modelo de funcionamento.

 

Com Agência Lusa.

Seleção feminina de Portugal perde com França e baixa à Liga B das Nações

A seleção femimina de Portugal perdeu hoje 0-1 com a França e falhou assim a permanência na Liga A da Liga das Nações de futebol, em jogo disputado em Leiria.

Num jogo em que precisava de vencer para manter intactas as aspirações de permanência, além de beneficiar de um triunfo da Áustria sobre a Noruega, que veio a suceder, a seleção lusa não conseguiu transformar em golo as inúmeras oportunidades criadas ao longo da partida, num jogo em que a formação contrária acabou por marcar já aos 90+3 minutos, através de Geyoro.

Com este resultado, Portugal fechou o Grupo 2 na quarta e última posição, com três pontos, baixando à Liga B, numa ‘poule’ ganha pela França, com 16 pontos, tendo a Áustria ficado no segundo posto, com 10, e a Noruega no terceiro, com cinco.

 

Com Agência Lusa.

CASTING para a curta-metragem “SARDINE”

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Está aberto um CASTING para a  curta-metragem “SARDINE”, de Justine Le Guilloux e produzida pela “Folle Allure Films”.

O filme conta uma história de família e imigração, de Portugal na década de 1930 a França em 2022,  através do olhar de quatro gerações de crianças.

A  produção procura atores para vários papéis franco-portugueses importantes:

– Amália: tem entre  9 e 11 anos e fala português sem sotaque francês.

– Alcino e Arménio: têm entre 35 e 50 anos, e falam português sem sotaque francês, também.

– Elvira: de 35 a 45 anos e fala, igualmente, português sem sotaque francês.

– Crianças franco-portuguesas: entre 9 e 13 anos que NÃO falam em português no filme.

O casting está aberto para iniciantes que devem morar na região parisiense e terá lugar em Paris. As filmagens acontecem na primavera de 2024, na Borgonha.

Para participar,  prepare fotos suas de retrato e corpo inteiro, naturais e de boa qualidade, e as seguintes informações: Nome, número de telefone, cidade de residência, data de nascimento, altura, língua materna e nível de português.

Deve gravar também um pequeno vídeo de 1 a 2 minutos, no qual você se apresenta e fala em português. Depois, deve enviar tudo para: castingsardine@gmail.com.

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 2 DE DEZEMBRO 2023: VICTOR PEREIRA

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.
Esta semana em estúdio Victor Pereira, historiador especialista de Portugal do século XX e pesquisador no Instituto de história contemporânea da Nova universidade de Lisboa.

Aqui fica a emissão:

ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 2 DE DEZEMBRO 2023

Todas as semanas a equipa do Espaço Aberto recebe em estúdio as associações lusófonas para a divulgação das atividades associativas. Divulgue também a suas, telefone 0145109860

O Livro da Semana. Miguel d’Alte apresenta “Os crimes do verão de 1985”

O Livro da Semana. Próximas edições:

6, 10 e 14 de DEZEMBRO : MIGUEL D’ALTE, autor de “OS CRIMES DO VERÃO DE 1985”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (13h30), aos domingos (14h30) e às quintas (03h). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

 

ou ouça aqui:

 

 

A viver no Luxemburgo, Miguel d’Alte estreou-se no romance com “O lento esquecimento de ser”, e, um ano depois, o seu segundo trabalho já se encontra nas livrarias. “Os crimes do verão de 1985” é um thriller que decorre na ilha fictícia de Poço Negro e gira em redor do desaparecimento de duas crianças e uma adolescente durante uma tempestade. A casa de férias da família Mariz, uma poderosa família lisboeta ligada à finança, fica em estado de sítio, tal é o frenesim mediático causado pelo desaparecimento. As provas, meramente circunstanciais, apontam para Romeu, o namorado violento de Beatriz, a adolescente desaparecida, que é filho da elite local. A polícia e os tribunais consideram-no culpado e Romeu, que confessou o crime, é atirado para a prisão durante uma dúzia de anos. Os corpos das três vítimas, esses, nunca foram encontrados.

Em 2012, vinte e sete anos depois, o jornalista Ademar Lear regressa a Poço Negro. Ele é um nativo da ilha que teve uma participação ativa nas buscas nessa fatídica noite de 1985. Ademar tornou-se célebre graças aos casos mediáticos que investigou, mas essa fama tornou-se numa praga que lhe atormenta a vida. Esse regresso à ilha coincide com a passagem de Elias, um documentarista estrangeiro que investiga o caso e que tem novas provas que podem revolucioná-lo.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Miguel d’Alte e descubra o que conduziu aos crimes do verão de 1985.

Tratamento de 4 milhões a gémeas luso-brasileiras. PR Marcelo diz que foi neutral depois de contacto do seu filho

Marcelo defende que foi neutral perante contacto do seu filho sobre caso das gémeas luso-brasileiras

 

O Presidente da República confirmou ontem que o seu filho o contactou sobre as gémeas luso-brasileiras residentes no Brasil com atrofia muscular espinhal e defendeu que o tratamento dado ao caso foi neutral e igual a tantos outros.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas num auditório do Palácio de Belém, em Lisboa, numa declaração em que deu conta da correspondência na Presidência da República sobre este caso, em 2019, que começou com um email que o seu filho, Nuno Rebelo de Sousa, lhe enviou, elementos que disse terem sido ontem remetidos para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o chefe de Estado, o que « fica claro é que o Presidente da República Portuguesa, perante uma pretensão de um cidadão como qualquer outro, dá o despacho mais neutral e igual a que deu em ‘n’ casos », sem que tenha havido « uma intervenção do Presidente da República pelo facto de ser filho ou não ser filho ».

« Perguntarão: e depois de ter ido à presidência do Conselho de Ministros? Isso não sei. Não sei, francamente, como é que foi o que se passou a seguir, não tenho a mínima das ideias », acrescentou.

« O que se passou a seguir não sei, para isso é que há a investigação da PGR. E espero, como disse há dias, que seja cabal, para se perceber o que se passou desde o momento em que saiu de Belém », reforçou.

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que encaminhou este caso, como faz sempre, perante « milhares e milhares de pedidos » que recebe, para que se apure a situação, sustentando que « a função do Presidente também é essa, servir um bocadinho de provedor, de ouvidor ».

Sobre a intervenção do seu filho neste caso, considerou que « quis ser solidário, quis apresentar, mandou o caso », disse não saber se contactou alguém do Ministério da Saúde e que parte do princípio de que não invocou o seu nome nem a relação entre os dois, o que seria « totalmente inaceitável ».

A comunicação social foi ontem convocada para o Palácio de Belém com perto de uma hora de antecedência, sem que fosse revelado o tema de que o Presidente da República iria falar.

Na sua intervenção inicial, de cerca de dez minutos, Marcelo Rebelo de Sousa fez uma exposição cronológica sobre correspondência encontrada no servidor da Presidência da República sobre o caso das gémeas residentes no Brasil que receberam no Hospital de Santa Maria um tratamento com um dos medicamentos mais caros do mundo.

O chefe de Estado referiu que, após ter sido questionado pela TVI sobre este caso, em 04 de novembro deste ano, e de ter respondido que não se recordava de o seu filho lhe ter falado do assunto, mandou apurar « tudo o que pudesse existir de registos ou arquivado sobre esse tema ».

« Eu entendia que, uma vez apurados os elementos, a primeira entidade à qual eu devia comunicá-los era obviamente a PGR. Foi o que fiz hoje. E, portanto, estou em condições de vos dizer aquilo que foi possível apurar exaustivamente quanto a factos que ocorreram há quatro anos », declarou, acrescentando que « tudo se passa, no que respeita à intervenção da Presidência da República, em dez dias, entre o dia 21 de outubro de 2019 e o dia 31 de outubro de 2019 ».

A correspondência na Presidência sobre este caso começa em 21 de outubro de 2019, com um email que o seu filho, Nuno Rebelo de Sousa, lhe enviou, « em que dizia que um grupo de amigos da família das duas crianças gémeas se tinha reunido e estava a tentar a todo o transe que elas fossem tratadas em Portugal, era uma corrida contra o tempo ».

« Tinha contactado já então o Hospital Dona Estefânia, que tinha dito que seria Santa Maria, de facto, o hospital adequado para se apurar se, sim ou não, era possível esse tratamento. Tinham enviado para Santa Maria a documentação sobre as crianças e não tinham resposta de Santa Maria. E o doutor Nuno Rebelo de Sousa dizia: é possível saber, se há resposta possível, não há resposta possível sobre a matéria? No mesmo dia eu despachei para o chefe da Casa Civil nos seguintes termos: Será que Maria João Ruela – que era na altura a assessora para assuntos sociais – pode perceber do que se trata? », relatou o chefe de Estado.

Maria João Ruela contactou o Hospital de Santa Maria e enviou uma resposta a Nuno Rebelo de Sousa em 23 de outubro a informar que « o processo foi recebido e estão a ser analisados vários casos do mesmo tipo », mas que « a capacidade de resposta é naturalmente muito limitada e depende inteiramente de decisões médicas do hospital e do Infarmed ».

« O doutor Nuno Rebelo de Sousa, na sequência disso, voltou a perguntar à doutora Maria João Ruela, que confirmou nos mesmos exatos termos aquilo que tinha dito por escrito. Na sequência disso, o doutor Nuno Rebelo de Sousa dirigiu-se ao chefe da Casa Civil », prosseguiu o Presidente da República.

O chefe da Casa Civil « confirmou a informação recebida da consultora » Maria João Ruela e comunicou por escrito a Nuno Rebelo de Sousa que « a prioridade é dada aos casos que estejam a ser tratados nos hospitais portugueses, daí que não tenham sido contactados, nem é previsível que o sejam rapidamente », salientando que « o Serviço Nacional de Saúde (SNS) cobre em primeiro lugar a situação de pessoas que residam ou se encontrem em Portugal » e que « os portugueses residentes no estrangeiro têm direito a ser tratados pelos sistemas de saúde dos países onde residam, nos termos das convenções de Segurança Social ou, no caso da União Europeia, da legislação europeia ».

Em 31 de outubro « o chefe da Casa Civil enviou, como enviava sempre, e foram centenas, se não milhares de casos, que chegavam – para o chefe de gabinete do senhor primeiro-ministro, uma vez que era aí concentrada toda a comunicação ou correspondência a Presidência com o Governo, e para o chefe de gabinete do senhor secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, atendendo a que se tratava de portugueses residentes no estrangeiro » os dados deste caso, com a indicação habitual: « para os efeitos que entender por convenientes ».

O chefe da Casa Civil ainda « enviou para o pai das crianças uma carta » a comunicar-lhe que tinha acabado de enviar essa documentação, disse.

« Termina aqui a intervenção da Presidência da República. Começa no dia 21, termina no dia 31. A partir daí não há qualquer registo, qualquer intervenção sobre a sequência do processo », concluiu Marcelo Rebelo de Sousa.

Em resposta aos jornalistas, o Presidente da República mencionou que o chefe de serviço de pediatria do Hospital de Santa Maria, António Levy Gomes, « pôs na comunicação social » uma resposta sua a um email dele, que disse não ter encontrado: « São milhares de mails, de há quatro anos, não guardo todos os mails ».

No entanto, Marcelo Rebelo de Sousa realçou a mensagem que lhe é atribuída nessa resposta, de que não há « privilégio nenhum para ninguém e por maioria de razão para filho de Presidente ».

Este caso foi revelado por reportagens da TVI, transmitidas desde 03 de novembro, que relatam que duas gémeas de origem brasileira, que entretanto adquiriram nacionalidade portuguesa, vieram a Portugal em 2019 receber o medicamento Zolgensma para a atrofia muscular espinhal, o que representou um custo total de quatro milhões de euros.

O caso está também a ser analisado pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e é objeto de uma auditoria interna no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte, do qual faz parte o Hospital de Santa Maria.

Alfa/ com Lusa

Sporting isola-se na liderança da I Liga em triunfo com ‘bis’ de Gyökeres

O Sporting isolou-se hoje no comando da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer, com virada, o Gil Vicente por 3-1, no jogo que encerrou a 12.ª jornada e no qual o sueco Viktor Gyökeres ‘bisou’.

Rúben Fernandes, aos 34 minutos, ainda colocou na frente os gilistas, que somaram o quarto encontro consecutivo para a Liga sem vencer, mas os ‘leões’ igualaram ainda na primeira metade, através de um autogolo de Pedro Tiba, aos 43. O avançado sueco Viktor Gyökeres marcou os dois golos ‘leoninos’ na segunda metade e isolou-se no segundo lugar dos melhores marcadores da prova, com nove tentos, menos dois do que o bracarense Simon Banza.

Com esta vitória, o Sporting, que voltou aos triunfos depois da derrota na última ronda na Luz, reassumiu isolado o comando do campeonato, com 31 pontos, mais dois do que o Benfica, agora segundo, e três do que o FC Porto, terceiro, enquanto o Gil vicente ocupa o 13.º lugar, com 11.

 

Resultados da 12ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 01 dez:

Desportivo de Chaves – Vizela, 2-1 (1-1 ao intervalo)

 

– Sábado, 02 dez:

Farense – Vitória de Guimarães, 1-2 (0-1)

Rio Ave – Estrela da Amadora, 1-1 (0-0)

Famalicão – FC Porto, 0-3 (0-2)

Casa Pia – Portimonense, 1-0 (0-0)

 

– Domingo, 03 dez:

Sporting de Braga – Estoril Praia, 3-1 (1-1)

Moreirense – Benfica, 0-0

Boavista – Arouca, 0-4 (0-3)

 

– Segunda-feira, 04 dez:

Sporting – Gil Vicente, 3-1 (1-1)

Programa da 13ª jornada (horas em Paris):

– Sexta-feira, 08 dez:

Vizela – Sporting de Braga, 16:30

Benfica – Farense, 19:00

 

– Sábado, 09 dez:

Portimonense – Famalicão, 16:30

Vitória de Guimarães – Sporting, 19:00

FC Porto – Casa Pia, 21:30

 

– Domingo, 10 dez:

Estrela da Amadora – Boavista, 16:30

Arouca – Rio Ave, 19:00

Estoril Praia – Desportivo de Chaves, 21:30

 

– Segunda-feira, 11 dez:

Gil Vicente – Moreirense, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Tributo a António Variações – ALFA 10/13

Há 79 anos, nascia António Joaquim Rodrigues Ribeiro, mais conhecido como António Variações. O programa ALFA 10/13 decidiu homenagear o ícone minhoto.

Ouça aqui o ALFA 10/13 do dia 4 de dezembro de 2023, conduzido por Didier Caramalho:

 

O músico António Variações completaria 79 anos este domingo 3 de dezembro de 2023. O cantor foi um dos grandes artistas portugueses que revolucionou por completo a música nacional. Na sua curta carreira lançou dois álbuns: Anjo da Guarda, em 1983 (onde se destacam “Estou Além”, “O corpo é que paga” ou “É pr’a amanhã”) e o álbum Dar & Receber, em 1984 (nomeadamente, com o single “Canção do Engate”). António Variações morreu no dia 13 de junho de 1984, a cerca de seis meses de completar os seus 40 anos, internado por broncopneumonia que se agravou devido à SIDA.

Até sempre, artista!

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