Sporting goleia em Barcelos e vê título mais perto

O Sporting goleou hoje em Barcelos o Gil Vicente por 0-4, no jogo de abertura da 29ª jornada da I Liga de futebol, dando mais um passo rumo à conquista do título.

Com uma entrada à ‘leão’, o Sporting, que chegou ao 14º jogo consecutivo sem perder para a Liga, sexta vitória seguida, viu-se a vencer por 2-0 logo aos 11 minutos, com os golos de Trincão (sete minutos) e Diomandé (11), tendo atingido o intervalo já com 4-0, com novo tento de Trincão (31) e um autogolo do guarda-redes Andrew (38), perante um Gil Vicente, que somou o sétimo jogo sem vencer, quarta derrota consecutiva, incapaz de responder.

Com mais este triunfo, o Sporting reforçou a vantagem na liderança do campeonato, detendo agora 74 pontos, mais sete do que o Benfica, segundo classificado, enquanto o Gil Vicente, que ainda não contou com o novo treinador, Tozé Marreco, pode ver a sua posição na tabela complicar-se, ocupando o 14º lugar, com 28 pontos, mais dois do que o Portimonense, 16º lugar, lugar que dá acesso ao play-off de manutenção.

 

 Resultados da 29ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 12 abr:

Gil Vicente – Sporting, 0-4 (0-4 ao intervalo)

 

– Sábado, 13 abr:

Vitória de Guimarães – Farense, 16:30

FC Porto – Famalicão, 19:00

Estoril Praia – Sporting de Braga, 21:30

 

– Domingo, 14 abr:

Estrela da Amadora – Rio Ave, 16:30

Arouca – Boavista, 19:00

Portimonense – Casa Pia, 19:00

Benfica – Moreirense, 21:30

 

– Segunda-feira, 15 abr:

Vizela – Desportivo de Chaves, 21:15

 

Com Agência Lusa.

50 anos da Revolução dos Cravos em França; cultura… Destaques do Passagem de Nível de 14/07

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 14 avril 2024. Entre as 12h00 e as 14h00

-Comemoração do 50° Aniversário do 25 de Abril 1974 em Champigny-sur-Marne, dia 21 de abril, debates, exposição, música e gastronomia, nos locais da secção do PCF, 14 rue Guittard – Champigny
Convidados:
Julien Léger, secretário da secção do PCF de Champigny
Daniela Pamplona, responsável da célula do PCP da região Île-de-France
Virginie Talamoni, neta da Louis Talamoni (Maire de Champigny de 1950 a 1975)

-Filme: Les Mains Invisibles, um documentário de Hugo dos Santos, projecções seguidas por debates com o realizador, dia 21 de abril às 15h00 na MJC des Hauts de Belleville (Paris 20) e dia 23 às 18h00 na Bibliotèque La Contemporaine (Nanterre). Testemunhos de desertores  portugueses que recusaram fazer a guerra colonial e que foram protegidos numa casa do 13° bairro parisiense nos anos 1970.

 

Banda Desenhada :

-Reedição do livro « Maria et Salazar », de Robin Walter, éditions Des ronds dans l’O

Borboleta, Portugal mon amour… de Madeleine Pereira, éditions Sarbacane. História de uma jovem de origem portuguesa à procura das suas raízes… que vai estar no dia 18 de abril às 18h30 no Consulado-Geral de Portugal em Paris.

Semana portuguesa a partir do dia 20 de abril em Athis-Mons para celebrar os 50 Anos da Revolução dos Cravos. No programa: exposição, contos, concertos, futebol, noite tradicional, cinema…
Convidado: Quitó de Sousa, conselheiro municipal responsável dos pelouros das geminações e das culturas do mundo

Saudade, ici et là-bas, peça de teatro musical, vai ser representada de 18 a 21 de abril no Théâtre des Muses, no Mónaco. Paralelamente, a companhia de teatro continua a sua campanha de financiamento participativo para marcar presença no Festival de Avignon OFF 2024.
Convidado: Dan Inger dos Santos, autor, compositor, interprete e actor

 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

Programa com redifusão na noite de 3ª para 4a feira, entre as 0h00 e as 2h00

25 de abril/Vila Real. Peça de teatro « Ir a salto » retrata a emigração clandestina com humor

25 Abril: Peça de teatro « Ir a salto » retrata a emigração clandestina com humor

 

A emigração no século XX é retratada na peça de teatro “Ir a Salto”, que se baseia em histórias reais de quem clandestinamente transpôs fronteiras, mas também de quem foi enganado e deixado na aldeia transmontana de França.

“É uma história de enganos e há uma coincidência com um objetivo que, na altura, as pessoas tinham de emigrar para França e nós temos uma aldeia, em Bragança, com o mesmo nome. A história é por aqui”, revelou hoje Fábio Timor, diretor artístico da Urze Teatro.

O projeto “Ir a salto” desenvolvido por aquela companhia insere-se no programa das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e tem estreia marcada para sexta-feira, em Vila Real.

A peça faz uma viagem ao passado, a um período em que ‘a salto’ muitos emigrantes conseguiram transpor clandestinamente as fronteiras portuguesas, mas em que também muitos foram enganados e deixados à sorte por agiotas na aldeia de França, no concelho de Bragança.

“O desafio da Urze foi de pegar precisamente no tema da emigração frustrada, na frustração, ou seja, no pensar que se estava a chegar a França e estava-se, afinal, a chegar a Bragança. É um tema que me obrigou a refletir como é que foi possível, em 1968, enganar tão facilmente as pessoas”, referiu o dramaturgo e encenador José Carretas.

E uma justificação provável é, segundo o próprio, o grau elevado de analfabetismo, na altura de cerca de 30% da população, que afetava mais as mulheres.

“Este lado ingénuo do espetáculo, leve quase, agrada-me muito”, referiu.

A história é trágica, um drama, mas é pintada com humor.

Os protagonistas são o Francisco e a Aurora, que, nos anos 60 do século passado, procuram uma vida melhor e arriscam a emigração com a ajuda de passadores, mas que acabam a viagem apenas na aldeia transmontana de França.

Para a construção do projeto, foram recolhidos testemunhos junto de protagonistas e descendentes do acontecimento da emigração ‘a salto’, que vão ser incluídos num documento cinematográfico a realizar pelo videasta José Miguel Pires”.

Fábio Timor disse que, apesar da idade já avançada, foi possível recolher depoimentos de emigrantes e também de passadores.

“Não estamos a retratar uma história específica, é um imaginário, mas ela é validada por várias histórias”, assegurou.

Entre 1960 e 1969, cerca de 640 mil portugueses emigraram, 20 a 25% dos quais de forma clandestina.

Porque emigrar “não foi, nem é fácil”, a peça faz, segundo realçou Fábio Timor, uma homenagem ao emigrantes, mas alerta também a atual imigração.

“Nós hoje somos um país que acolhe e temos uma experiência enorme sobre isso e, portanto, acho que devíamos ter uma outra forma inovadora, mais inteligente, mais sofisticada de acolher os imigrantes e não tentar copiar aquilo que já foi mal feito”, salientou o diretor artístico.

O trabalho de investigação foi coadjuvado pelo professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) José Eduardo Reis.

“Ir a salto” é uma coprodução com o Teatro Municipal de Vila Real que conta com o apoio da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, da Direção-Geral das Artes e dos municípios de Vila Real e de Cinfães.

A Urze Teatro foi fundada há 20 anos e criou o Teatro de Bolso em 2021, em Vila Real, um espaço que serve de sede da companhia e de palco para a realização de vários eventos culturais.

No âmbito de um ciclo sobre o 25 de Abril, a Urze já produziu as peças “A teia” e “O tesouro”.

Alfa/ com Lusa (texto)

LE: Benfica vence Marselha e coloca-se em vantagem na eliminatória

O Benfica colocou-se hoje em vantagem nos quartos de final da Liga Europa de futebol, ao vencer na receção aos franceses do Marselha por 2-1, em jogo da primeira mão.

Um golo de Rafa, aos 16 minutos, e outro de Di Maria, aos 52, colocaram o Benfica a vencer por dois golos, mas a equipa ‘encarnada’ não conseguiu manter a vantagem alcançada, permitindo ao Marselha reduzir aos 67, através de Aubameyang.

O jogo da segunda mão disputa-se dentro de uma semana, no estádio Vélodrome, em Marselha.

Com Agência Lusa.

 

https://twitter.com/EuropaLeague/status/1778527834325282852

Filme « Grand Tour » de Miguel Gomes na competição do Festival de Cannes

O filme “Grand Tour”, do realizador português Miguel Gomes, integra a competição oficial do Festival de Cinema de Cannes, que acontece em maio em França, de acordo com a programação hoje anunciada.

É a primeira vez que Miguel Gomes integra a competição pela Palma de Ouro, mas o cinema do realizador tem tido presença regular em Cannes, nomeadamente na Quinzena de Realizadores, onde apresentou “Aquele querido mês de agosto” (2008), “As mil e uma noites” (2015) e “Diários de Otsoga” (2021), correalizado com Maureen Fazendeiro.

Na apresentação da programação, o diretor-geral do festival, Thierry Frémaux, sublinhou « o grande virtuosismo visual » do filme de Miguel Gomes, que é protagonizado por Crista Alfaiate e Gonçalo Waddington e que tem coprodução com Itália, França, Alemanha, China e Japão.

“Grand Tour” é também “a primeira obra portuguesa a concorrer à Palma de Ouro em 18 anos”, lembra a produtora Uma Pedra no Sapato, em comunicado. Há 18 anos, em 2006, na competição de longas-metragens esteve “Juventude em Marcha”, de Pedro Costa.

Situada no início do século XX, a história segue Edward, um funcionário público do império britânico, que foge da noiva Molly no dia em que ela chega para o casamento.

“Nas suas viagens, porém, o pânico dá lugar à melancolia. Contemplando o vazio da sua existência, o cobarde Edward interroga-se sobre o que terá acontecido a Molly… Desafiada pelo impulso de Edward e decidida a casar-se com ele, Molly segue o rasto do noivo em fuga através deste ‘Grand Tour’ asiático”, refere a sinopse.

O filme foi rodado em estúdio em Roma, mas teve também filmagens em Lisboa e em várias paragens da Ásia. O argumento é de Miguel Gomes, Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro.

Atualmente, Miguel Gomes está a trabalhar nos projetos « Selvajaria », a partir do livro « Os sertões », do escritor brasileiro Euclides da Cunha, e “Cantiga”, baseado no livro ilustrado “Romance” (2013), do autor francês Blexbolex.

Na competição oficial estão também, entre outros, “Megalopolis”, um ambicioso projeto independente de Francis Ford Coppola com mais de 40 anos, « The Shrouds », de David Cronenberg, « Motel Destino », do realizador brasileiro Karim Ainouz, « Bird », de Andrea Arnold, « Emilia Perez », de Jacques Audiard, ou « Kinds of Kindness », do grego Yorgos Lanthimos, novamente com Emma Stone.

A 77.ª edição do Festival de Cinema de Cannes decorrerá de 14 a 25 de maio.

Com Agência Lusa.

Portugal/Emigração. Luís Montenegro diz ser « objetivo nacional…reter os nossos jovens no país »

Alfa/Lisboa – Daniel Ribeiro

Durante o debate sobre o programa do XXIV Governo Constitucional, o  primeiro-ministro, Luís Montenegro, prometeu nesta 5ª feira (11/04), na Assembleia da República portuguesa, « medidas estruturais » com « benefícios fiscais para os jovens trabalhadores portugueses » e recorreu a frases fortes: « É assumido, en nome do Governo, que nós queremos dar uma prioridade ao objetivo nacional que é de reter os nossos jovens no país ».  

« Não nos podemos conformar que um em cada três jovens tenha concluído para si próprio que o seu projeto de vida só é viável no estrangeiro », disse o chefe do Governo.

Montenegro foi mais explícito: « Nós temos de dizer mesmo à juventude portuguesa ‘confiem em Portugal, acreditem em Portugal’, as políticas públicas estão ao serviço da retenção do vosso talento e eu quero que os jovens portugueses acreditem em Portugal, acreditem que vão conseguir dar à sua vontade empreendedora o contributo que também interessa à vida de todos nós ».

A certa altura, sublinhou: « É mesmo  um aspeto que me incomoda sobremaneira é que o país possa negligenciar não ter os filhos de Portugal em Portugal junto das suas famílias e a ajudar a economia portuguesa a criar mais riqueza ». 

Governo: Apresentação e debate do programa do executivo arranca esta 5ª feira no parlamento

Governo: Apresentação e debate do programa do executivo de Luís Montenegro arranca hoje no parlamento

 

LO programa do XXIV Governo Constitucional é hoje apresentado e discutido na Assembleia da República a partir das 10:00, arrancando com uma intervenção do primeiro-ministro, Luís Montenegro, sem limite de tempo.

O documento foi aprovado em Conselho de Ministros na quarta-feira e a principal novidade foi o anúncio da inclusão de cerca de 60 medidas de outros partidos com representação parlamentar no programa do Governo, como sinal de abertura ao diálogo com “todos, todos, todos”, segundo o ministro da Presidência, António Leitão Amaro.

O programa teve como “base e ponto de partida” o programa eleitoral da Aliança Democrática (coligação que juntou PSD, CDS-PP e PPM nas legislativas de 10 de março) e retoma alguns dos seus principais compromissos, como a apresentação de um Plano de Emergência para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) nos primeiros 60 dias do executivo, a redução das taxas de IRS até ao oitavo escalão e a descida IRC dos atuais 21% para 15% em três anos (ao ritmo de dois pontos percentuais por ano).

O documento mantém o compromisso da recuperação integral do tempo de serviço congelado dos professores de forma faseada nos próximos cinco anos (à razão de 20% ao ano) e, para as forças de segurança, refere que o Governo vai iniciar “com caráter prioritário” um processo para “dignificação das carreiras” e “valorização profissional e remuneratória” dos polícias, sem especificar se vai aumentar o subsídio de risco.

Na quarta-feira, o ministro da Presidência remeteu “o momento e o calendário” de concretização de alguns dos compromissos para os próximos dias, nomeadamente para o discurso do primeiro-ministro na abertura do debate.

Uma decisão rápida sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa e o arranque da sua construção com a maior brevidade possível são outros compromissos do programa do Governo PSD/CDS-PP que deverão ter uma calendarização definida em breve.

Na introdução do documento, insiste-se na ideia de que o resultado eleitoral das últimas legislativas « constitui uma responsabilidade para todas as forças parlamentares ».

« O Governo tem a obrigação de, ao longo do seu mandato, apresentar espírito de abertura e de diálogo capazes de acolher posições e contributos positivos e construtivos dos diferentes partidos políticos e de diversas forças cívicas e sociais. Do lado das forças políticas da oposição, a responsabilidade não é menor », refere o texto.

Esta ideia já tinha sido expressa na tomada de posse pelo primeiro-ministro, quando defendeu que não rejeitar o programa do Governo no parlamento “significa permitir a sua execução até final do mandato” ou até haver uma moção de censura, e desafiando o PS a dizer se será oposição ou bloqueio democrático.

Este será o primeiro debate parlamentar em que Montenegro e Pedro Nuno Santos estarão frente a frente depois de, nos últimos dias, o secretário-geral do PS ter escrito ao primeiro-ministro a disponibilizar-se para negociar um acordo, em 60 dias, para certos grupos profissionais da administração pública.

Montenegro remeteu essa reunião entre os dois para depois das negociações com as organizações representativas dos trabalhadores, frisando que “o tempo e o modo de condução desses processos negociais” serão definidos pelo Governo”, numa resposta que Pedro Nuno Santos classificou como arrogante.

A disponibilidade do PS para viabilizar um Orçamento Retificativo centrado em matérias consensuais continua também sem resposta por parte do executivo, que irá entregar no parlamento na segunda-feira uma atualização do Programa de Estabilidade 2024-2028, mas que ainda não integra as medidas previstas pelo novo Governo.

O debate do programa do Governo terá uma duração total de 497 minutos (mais de oito horas), sem contar com a parte inicial de apresentação a cargo do primeiro-ministro e só terminará na sexta-feira.

BE e PCP anunciaram a apresentação de moções de rejeição ao documento, mas que têm chumbo assegurado, sem os votos do PS.

O XXIV Governo Constitucional, chefiado por Luís Montenegro, tem o apoio de 80 deputados – 78 do PSD e 2 do CDS-PP – em 230, num parlamento em que o PS tem 78 lugares, o Chega 50, a Iniciativa Liberal 8, o BE 5, PCP 4, Livre também 4 e PAN 1.

Só depois da apreciação do seu programa pela Assembleia da República é que o Governo passará a estar em plenitude de funções, devendo, até lá, limitar-se « à prática dos atos estritamente necessários para assegurar a gestão dos negócios públicos ».

Alfa/ com Lusa (texto)

França. Dois mortos e um ferido em ataque com faca em Bordéus

Dois mortos e um ferido em ataque com faca em Bordéus

 

Um homem suspeito de ter esfaqueado ontem pelo menos duas pessoas em Bordéus, causando um morto, foi abatido por agentes da polícia quando tentava fugir, adiantaram fontes policiais à agência France-Presse (AFP).

A informação foi adiantada pela AFP através de uma publicação na rede social X.

Na mesma rede social estão a ser publicados vídeos quer do alegado ataque à faca, quer das forças policiais a abaterem o homem.

Alfa/ com Lusa

Liga dos Campeões. Barcelona vence em Paris (2-3)

Barcelona veio a casa do Paris SG vencer por 2-3, na primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões.

Os Catalães aplicaram a primeira derrota aos parisienses (2-3), nos últimos seis meses (27 jogos), em jogo da primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões e como curiosidade, Xavi a derrotar o seu antigo treinador Luis Enrique.

Em relação a portugueses, Nuno Mendes e Vitinha foram titulares no PSG, Gonçalo Ramos entrou na parte final do encontro. No Barcelona João Cancelo foi titular, João Félix entrou no decorrer da segunda parte.

Marcaram Dembélé e Vitinha para os parisienses, Rafinha (bisou) e Andreas Christensen marcaram para os Catalães.

No outro embate da noite o Atlético de Madrid derrotou o Dortmund, 2-1. Rodrigo de Paul e Samuel Lino marcaram para os da casa enquanto que Haller marcou para os ‘forasteiros’.

 

Abril/50 anos. Portugal. Polémica. PR Marcelo condecorou Spínola « às escondidas »

O Presidente Marcelo condecorou o general Spínola e outros membros da Junta de Salvação Nacional em clima de secretismo. A notícia, divulgada pelo jornal Público está a provocar forte polémica em Portugal no momento em que decorrem as comemorações dos 50 anos da « Revolução dos Cravos ». 

« Marcelo Rebelo de Sousa condecorou Spínola às escondidas. Condecoração feita no verão de 2023 não mereceu qualquer divulgação oficial. Francisco da Costa Gomes e outros membros da Junta de Salvação Nacional foram igualmente condecorados », escreve o Observador.

Já o Expresso escreve: « o ex-Presidente da República e fundador da organização terrorista de extrema-direita MDLP foi condecorado a título póstumo com o Grande Colar da Ordem da Liberdade. António de Spínola faleceu em 1996. »

Este jornal realça a notícia do Público, dizendo que Marcelo Rebelo de Sousa condecorou António de Spínola, bem como os restantes membros da Junta de Salvação Nacional, o ex-Presidente da República Francisco da Costa Gomes, o almirante Rosa Coutinho, o general Jaime Silvério Marques, Carlos Galvão de Melo e Diogo Neto.

 

O Expresso lembra que Spínola foi fundador do MDLP (Movimento Democrático pela Libertação de Portugal), « organização terrorista de extrema-direita que Spínola fundou quando fugido no Brasil e que é responsável por vários meses de terror e mortes a seguir à revolução de 25 de abril de 1974 ».

Pelo seu lado, o Observador lembra que o polémico General já tinha sido condecorado por Mário Soares, com a Grã Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito em 1987.

Segundo o Público, foi no dia 5 de julho de 2023, que Marcelo Rebelo de Sousa condecorou o marechal António de Spínola com o Grande Colar da Ordem da Liberdade — a título póstumo e de forma muito discreta, quase clandestina.

Marcelo condecorou António de Spínola às escondidas, escreve este jornal, acrescentando:

No dia 5 de Julho, Presidente condecorou com o Grande Colar da Ordem da Liberdade os marechais António de Spínola e Francisco Costa Gomes. Mas ninguém soube porque a Presidência não quis revelar.

« António de Spínola, o primeiro Presidente da República depois do 25 de Abril, foi condecorado com o Grande Colar da Ordem da Liberdade pelo Presidente da República a 5 de Julho passado. A questão é que a condecoração póstuma do autor do “Portugal e o Futuro” foi feita na “clandestinidade”, não tendo a Presidência dado qualquer notícia do facto », comenta este jornal, que revelou a notícia.

 

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