TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 2 DE MARÇO 2024 – EMISSÃO MUSICAL

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Édouard agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

PASSAGE À NIVEAU – 3 DE MARÇO 2024

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 3 de Março 2024
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

« Direito a saber » (n°10) – Divórcios – ALFA 10/13

« Direito a saber » é uma rubrica do ALFA 10/13. Todos os meses, Didier Caramalho recebe Paula Manuel para abordar um tema relativos ao direito e às leis. Este mês, a jurista e professora de direito veio falar dos divórcios.

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 6 de março de 2024.

Óbito/António-Pedro Vasconcelos. Realizador de cinema foi um amigo da Alfa

Foto: Academia de Cinema

Alfa

Óbito/António-Pedro Vasconcelos: Câmara de Leiria elogiou trabalho do realizador de cinema, homem da cultura, que foi um amigo da Rádio Alfa. Deu no passado diversas entrevistas à nossa Rádio e um dia chegou a ir assistir a um jogo de futebol do Créteil-Lusitanos. Foi uma figura de relevo do cinema português e gostava muito de futebol, desporto pelo qual era um apaixonado. Era um adepto fervoroso do Benfica. Esteve sempre ligado à França e à sua cultura. Trabalhou com Carlos Saboga (cineasta e argumentista) e Mário Barroso (cineasta e diretor de fotografia), ambos residentes em Paris. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a sua morte e lembrou-o como « homem culto ». António-Pedro de Vasconcelos defendeu sempre que os filmes estrangeiros deveriam ser « dobrados » para português, designadamente nas suas versões televisivas, como acontece em França.

Leia aqui um despacho da Lusa a propósito da sua morte:

A Câmara de Leiria manifestou hoje pesar pela morte do realizador António-Pedro Vasconcelos, natural do concelho, e realçou o seu trabalho na Sétima Arte.

“O Município de Leiria lamenta profundamente o falecimento de António-Pedro Vasconcelos, aos 84 anos”, lê-se numa nota de pesar da autarquia presidida por Gonçalo Lopes.

Na nota, o município referiu que o cineasta, natural de Leiria, onde nasceu em 10 de março de 1939, “destacou-se pelo seu trabalho na Sétima Arte, como realizador, produtor, crítico e professor”, fundou o Centro Português de Cinema e é “autor de vários filmes aclamados, nomeadamente, ‘O Lugar do Morto’ e ‘Os Imortais’”.

“Em 2015, o Município de Leiria atribuiu a Medalha da Cidade de Leiria a António-Pedro Saraiva de Barros e Vasconcelos, pela sua notoriedade como cineasta, exemplo como cidadão interventivo nas áreas social, cultural, política e desportiva, sempre com o intuito de contribuir para o engrandecimento de Portugal”, adiantou.

Manifestando o seu profundo pesar, a Câmara “associa-se ao luto e à dor sentida pela família e amigos mais próximos”, acrescentou a nota.

O realizador português António-Pedro Vasconcelos morreu em Lisboa, os 84 anos, revelou a família em comunicado.

“A família de António-Pedro Vasconcelos informa que o nosso A-PV partiu esta noite, a poucos dias de completar 85 anos de uma vida maravilhosa”, pode ler-se no comunicado divulgado hoje.

A par do cinema, tendo assinado vários êxitos de bilheteira, como “A Bela e o Paparazzo” (2010), António-Pedro Vasconcelos também foi crítico de literatura e cinema, cronista e comentador televisivo, “com forte intervenção cívica”, como escreveu José Jorge Letria no livro de entrevista com o realizador, “Um cineasta condenado a ser livre” (2016).

Um dos campos de intervenção foi a Associação Peço a Palavra, que se bateu publicamente contra a privatização da TAP.

« Hoje, mais do que nunca, temos a certeza de que o nosso A-PV, que tanto lutou para que todos fôssemos mais justos, mais corretos, mais conscientes, sempre tão sérios e dignos como ele, será sempre um Imortal », escreveu a família em comunicado.

Pelo seu lado, a Academia de Cinema escreveu sobre ele:

António Pedro Vasconcelos

Realizador, produtor, crítico, e professor, António-Pedro Vasconcelos estudou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e Filmografia na Universidade de Sorbonne, cursos que nunca terminou.
Responsável por alguns dos maiores sucessos comerciais nas salas portuguesas, é um dos nomes incontornáveis no Cinema Português.
Os seus primeiros filmes, “Perdido por Cem”(1973) (produzido pelo Centro Português de Cinema) e “Oxalá”(1980), foram fortemente influenciados pela Nouvelle Vague. Os seguintes, “O Lugar do Morto”(1984) e “Jaime”(1999), foram um grande êxito junto do público. Realizou séries documentais e de ficção para a televisão, como foi o caso da co-produção luso-francesa “Aqui d’El Rei”(1992). Em 2015, foi vencedor dos Prémios Sophia para Melhor Filme e Melhor Realizador com “Os Gatos Não Têm Vertigens”. Mais recentemente realizou “Amor Impossível” (2015) que lhe valeu o Sophia de Melhor Filme e “Parque Mayer” (2017), tendo-lhe sido atribuído o Sophia de Melhor Realizador.
A par da realização foi produtor de cinema, tendo sido um dos fundadores da V.O. Filmes, Opus Filmes e da cooperativa Centro Português de Cinema, que produziu a maior parte dos filmes do Cinema Novo Português. Foi ainda professor na Escola de Cinema do Conservatório Nacional e coordenador da licenciatura em Cinema, Televisão e Cinema Publicitário da Universidade Moderna de Lisboa.

Inigualável. Vem aí o Festival da Gastronomia Portuguesa, o acontecimento do ano no setor em França

Alfa – Daniel Ribeiro

Organizado pela Rádio Alfa, o 20º Festival da Gastronomia Portuguesa começa dentro de dias na sala Vasco da Gama, no edifício-sede da nossa emissora, em Valenton (região parisiense).

Prepare-se para uma viagem inolvidável e excecional: o Festival começa a 15 e termina a 24 de Março.

Nesta edição, três grandes cozinheiros, vindos especialmente da região centro de Portugal (Leiria), vão propor-lhe o melhor em termos de qualidade, generosidade e abundância.

Seja bem-vindo a Portugal. Sim, bem-vindo a Portugal porque, pela 20ª vez, o Festival vai cumprir a sua tradição e propor-lhe o melhor da culinária portuguesa. Por isso pode dizer-se que, na Sala Vasco da Gama, estará em Portugal.

A exigência da qualidade na confeção e na escolha dos produtos será de novo a marca do Festival, que começará desde o início da refeição com um incrível bufete na habitual mesa gigante de entradas quentes e frias, enchidos e petiscos.

Depois, seguir-se-ão os diferentes pratos ditos de “consistência”, antes do “regresso” a outra mesa gigantesca para os queijos e variadas doçarias e sobremesas.

Os vinhos portugueses, claro, também não faltarão neste autêntico corrupio de deliciosos sabores únicos de Portugal.

As ementas serão ímpares e mais uma vez ricas, elaboradas e substanciais. Os três chefs vão apresentar-lhas com imenso orgulho e o maior profissionalismo, ao almoço ou ao jantar.

Descubra a grande gastronomia portuguesa, em família ou entre amigos, num ambiente requintado, mas também simples e convivial.

Na realidade, é uma fabulosa e inigualável viagem gastronómica que vos propomos na espaçosa Sala Vasco da Gama, onde pode desfrutar de momentos de exceção.

Por isso, prepare-se. Bem-vindo a Portugal, ao 20º Festival da Gastronomia Portuguesa, que abre as suas portas ao meio dia de sexta-feira, dia 15.

 

Guerra/Ucrânia/Rússia. « Não sejamos cobardes » diz Macron aos aliados de Kiev

Alfa
Na véspera de uma visita nesta terça-feira, 05/03, à República Checa, o Presidente francês, Emmanuel Macron, refutou ter caído numa « lógica de escalada » em relação à guerra na Ucrânia. Referia-se às suas recentes declarações, muito controversas, sobre o envio de militares ocidentais para o terreno, para combaterem a Rússia na Ucrânia.
Contudo, já em Praga, voltou a realçar um discurso firme contra a Rússia que, disse, tornou-se « imparável ».
Disse exatamente o seguinte, à sua chegada à capital checa: « Nous abordons à coup sûr un moment de notre Europe où il conviendra de ne pas être lâches ».
As suas declarações sobre o eventual envio de tropas para a Ucrânia foram criticadas na altura e a maioria dos aliados da França deixou Macron isolado.