Festa do Benfica continua em Lisboa. Campeões recebidos na Câmara Municipal (fotos e vídeo)

Presidente da Câmara, Carlos Moedas, recebeu o SL Benfica no município da capital com Rui Costa a dedicar o título a Fernando Chalana.

Milhares de adeptos encheram a praça da Câmara, que foi pequena para todos os que aí pretendiam seguir os festejos dos campeões.

Algumas fotos marcantes:

 

https://twitter.com/i/status/1663213983816376325

À noite o SLB organiza um jantar-festa convívio com toda a equipa e outros convidados do clube.

Nuno Mendes eleito melhor jovem da liga francesa

O português Nuno Mendes foi eleito o melhor futebolista jovem da edição 2022/23 da liga francesa e também integra o « onze » da competição, com Mbappé a conquistar pela quarta vez o prémio de melhor jogador da época.

Na sua segunda temporada no Paris Saint-Germain, o lateral de 20 anos bateu Wahi (Montpellier), Cherki (Lyon), Ben Seghir (Mónaco) e Barcola (Lyon) e ganhou o galardão de melhor jovem do campeonato gaulês, conquistado precisamente pelo emblema parisiense.Mendes, que registou 23 jogos, um golo e seis assistências, tendo terminado a temporada mais cedo devido a lesão, integra também o melhor ‘onze’ da competição, com os colegas de equipa Mbappé, Lionel Messi e Hakimi.

O Lens, segundo classificado, entra também com quatro jogadores, com Samba, Danso, Seko Fofana e Openda a terem lugar na lista dos melhores da época.

Rongier e Mbemba (ex-FC Porto), ambos do Marselha, integram igualmente o « onze » ideal, que fica finalizado com Khéphren Thuram, do Nice.

Além do prémio de melhor marcador, com 28 golos, Mbappé voltou a conquistar o galardão de melhor jogador, igualando a marca do sueco Zlatan Ibrahimovic, que também venceu por quatro vezes.

Franck Haise, do Lens, ficou com o prémio de melhor treinador.

Com RTP.

Toti Gomes é a novidade de Portugal para jogos de apuramento para Euro2024

O defesa Toti Gomes, jogador do Wolverhampton, é a grande novidade nos eleitos da seleção portuguesa de futebol para os embates com Bósnia-Herzegovina (17 de junho) e Islândia (20), de apuramento para o Euro2024.

Nascido na Guiné-Bissau, Toti Gomes, de 24 anos, cumpriu 17 jogos na edição 2022/23 da Premier League pelos ‘Wolves’.

Em relação à primeira convocatória do técnico espanhol, em 17 de março, também são novidades os regressos de Nélson Semedo, igualmente do Wolverhampton, Renato Sanches, do Paris Saint-Germain, e Ricardo Horta, do Sporting de Braga.

Com a entrada destes quatro jogadores, saem Nuno Mendes, por lesão, João Mário, que renunciou à seleção, e ainda Diogo Leite e Matheus Nunes, ambos aparentemente por opção técnica.

Na lista, continuam os veteranos Cristiano Ronaldo, de 38 anos, que pode chegar às 200 internacionalizações ‘AA’ (tem 198) e conta 122 golos, desde 2003, e Pepe, de 40 anos, com 133 jogos e oito golos, desde 2007.

A seleção portuguesa de futebol recebe a Bósnia-Herzegovina em 17 de junho, no Estádio da Luz, em Lisboa, e desloca-se três dias depois a Reiquiavique, para defrontar a Islândia, em encontros do Grupo J de qualificação para o Europeu de 2024.

Nos dois primeiros encontros no agrupamento, Portugal somou outras tantas goleadas, na receção ao Liechtenstein (4-0), em 23 de março, e no Luxemburgo (6-0), no dia 26 do mesmo mês.

Na classificação, e após duas de 10 jornadas, o conjunto das ‘quinas’ lidera, já isolado, com seis pontos, contra quatro da Eslováquia, três da Bósnia-Herzegovina e da Islândia, um do Luxemburgo e nenhum do Liechtenstein.

Lista dos 26 convocados:

– Guarda-redes: Diogo Costa (FC Porto), José Sá (Wolverhampton, Ing) e Rui Patrício (Roma, Ita).

– Defesas: Diogo Dalot (Manchester United, Ing), João Cancelo (Bayern Munique, Ale), Pepe (FC Porto), Rúben Dias (Manchester City, Ing), Danilo Pereira (Paris Saint-Germain, Fra), António Silva (Benfica), Toti Gomes (Wolverhampton, Ing), Gonçalo Inácio (Sporting), Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund, Ale) e Nélson Semedo (Wolverhampton, Ing).

– Médios: Palhinha (Fulham, Ing), Rúben Neves (Wolverhampton, Ing), Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), Otávio (FC Porto), Vitinha (Paris Saint-Germain, Fra) e Renato Sanches (Paris Saint-Germain, Fra).

– Avançados: Cristiano Ronaldo (Al Nassr, Ara), Gonçalo Ramos (Benfica), João Félix (Chelsea, Ing), Rafael Leão (AC Milan, Ita), Diogo Jota (Liverpool, Ing) e Ricardo Horta (Sporting de Braga).

 

Com Agência Lusa.

A « Vida Boa » segundo a nova líder do BE, Mariana Mortágua

Alfa

(foto de abertura publicada na página FB do BE) 

Eleita confortavelmente no passado fim de semana como nova coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua (de 36 anos) definiu o que é a Vida Boa, sobre a qual falou diversas vezes na reunião magna do partido que a elegeu. Eis a definição que fez:

« Vida boa é ter a esperança de uma vida digna » e isso passa por lutar por serviços públicos « que nos dêem descanso, em vez de transformarem a idade e a doença num negócio » e ousar criar um Serviço Nacional de Cuidados, « que cria empregos e dá segurança », além da exigência de contratos de trabalho, salários decentes, leques salariais máximos « para que nenhum patrão ganhe nuns meses o que um trabalhador não consegue ganhar numa vida inteira de trabalho ». Ou « acabar com a hipocrisia ambiental, que pinta de verde os programas políticos enquanto se constroem gasodutos, se protegem os lucros da GALP e se ignora a produção agrícola intensiva que consome a água que não temos, para depois tratar a seca como uma inevitabilidade ou um acaso ».

E nesta luta que disse ser por um « país melhor », Mariana prometeu que o Bloco estará « em todo o lado onde é preciso que se sinta que a solidariedade é a única resposta à ganância e à desesperança », porque este é « o tempo das nossas vidas e vamos mostrar ao país que elas não vão ser desperdiçadas numa escolha entre o mau e o pior », concluiu.

Em termos de objetivos políticos, assumiu o objetivo de o Bloco ser a terceira força nas próximas eleições europeias.

Ser a terceira força significa segundo Mortágua ultrapassar o Chega e a IL, « enfrentando as alianças da extrema-direita, e mostrar que há aqui uma esquerda que disputa a política de sempre do PS e PSD ».

Sobre alguns aspetos da atualidade política nacional, disse denunciou o “pântano” da maioria absoluta. 

“O desgaste da vida democrática não é só provocado pelos arruaceiros que gritam contra ela” acrescentou, antes de explicar: « são os socialistas os causadores da fragilização da democracia” com o seu “poder absoluto”, que acusa de ser “um tormento de degradação e instabilidade” ou “uma causa de embaraço nacional”.

Paulo Raimundo (PCP): emigração deve ser “direito, mas não obrigação”

Paulo Raimundo defende na Suíça que emigração deve ser “direito, mas não obrigação”

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Alfa/com Lusa (adaptação Alfa)linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO secretário-geral do PCP defendeu ontem na Suíça que a emigração deve ser um “direito, mas não uma obrigação”, lamentando que Portugal feche “portas às aspirações” e apelou a que se “criem condições” para quem quer regressar.

Naquela que, segundo disse, foi a sua “primeira participação enquanto secretário-geral do PCP numa iniciativa no setor da emigração”, Paulo Raimundo esteve na comuna de Échallens, perto da cidade de Lausana, para participar na Festa Nacional do PCP na Suíça.

Discursando perante militantes do partido, o secretário-geral do PCP defendeu que “emigrar é um direito, mas um direito não é uma obrigação e não pode ser a última escolha para quem não consegue, no seu país, concretizar a sua vida e os seus objetivos”.

“A emigração leva muitos portugueses a sair do seu país, (…) porque o nosso país fecha as portas às aspirações de quem quer lá viver e trabalhar, por via do desemprego, da precariedade, dos baixos salários, da exploração e empobrecimento, da falta de perspetivas profissionais e pessoais”, lamentou.

Segundo Paulo Raimundo, uma das questões que tem sido “muito visível” nas últimas gerações de emigrantes, é a saída de jovens de Portugal devido ao “problema da estabilidade laboral e, acima de tudo, dos salários”.

“Nós enfrentamos em Portugal hoje um problema que é uma emergência nacional, que é a necessidade do aumento geral dos salários, porque só os salários dignos permitem uma vida digna”, salientou.

O líder do PCP considerou que se assiste em Portugal a um “ataque brutal aos direitos e salários, com três milhões de trabalhadores – 70% de toda a mão-de-obra – a ganhar menos ou até mil euros brutos de salário por mês”.

Enquanto isto acontece, disse Paulo Raimundo, os “principais grupos económicos” estão a ganhar “milhões de euros de lucros por dia” e “os 5% mais ricos de Portugal estão a concentrar nas suas mãos, nos seus bolsos, carteiras e cofres, 42% de toda a riqueza criada por quem trabalha”.

“Isto não pode continuar desta maneira: uma situação de profunda desigualdade e injustiça, de empobrecimento da grande maioria do nosso povo, enquanto uma pequena minoria se vai enchendo à custa do empobrecimento da maioria”, disse.

Paulo Raimundo defendeu que “Portugal não é pobre, tem é sido, ao longo dos anos, profundamente empobrecido e roubado” e salientou que o PCP apresenta “propostas e alternativas” tanto a nível interno, como também para as comunidades portuguesas fora do país.

Entre as propostas elencadas pelo secretário-geral do PCP para o setor da emigração, Paulo Raimundo sustentou em particular que é necessário “criar condições para que aqueles que entendam regressar a Portugal”, o possam fazer.

“Isso não se resolve por retórica, resolve-se com medidas concretas, coisa que estamos ainda muito longe que aconteça”, vincou.

Por outro lado, Paulo Raimundo referiu também que o PCP defende “serviços consulares de maior proximidade”.

“Estamos profundamente contra tudo o que seja encerramento de serviços e empurrar para distâncias de quilómetros e quilómetros, independentemente da geografia do país, os serviços consulares dos emigrantes”, disse.

O secretário-geral do PCP defendeu ainda que se deve garantir a “gratuitidade no acesso ao ensino do português”, assim como a “contratação de mais portugueses para o ensino da língua”.

“Defendemos a isenção de propinas para o ensino básico em português e a gratuitidade dos manuais escolares tal como acontece hoje em Portugal”, referiu.

O líder do PCP sustentou que, “para dar respostas a estes problemas concretos que enfrentam os emigrantes, mas também para dar respostas aos problemas que se enfrentam em Portugal, é preciso uma rutura com a política de direita” que se vive no país.

“Em Portugal, não há só o lamaçal que existe nas televisões, não há só os desonestos e os que fazem as negociatas como aparecem nas televisões. Não, Portugal, tem gente séria, empenhada, honesta e que vai pôr o país a andar para a frente”, sublinhou.

Presidente Recep Tayyip Erdogan reeleito na Turquia

Comissão eleitoral confirma vitória de Erdogan

 

email sharing buttonAlfa com Lusa (adaptação Alafa)
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whatsapp sharing buttonO Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, foi reeleito ontem, na segunda volta das eleições presidenciais do país, confirmou a Alta Comissão Eleitoral da Turquia.

« Com base nos resultados provisórios, foi constatado que o senhor Recep Tayyip Erdogan foi reeleito Presidente da República », disse o presidente da Alta Comissão Eleitoral da Turquia, Ahmet Yener, citado pela agência estatal Anadolu.

Os resultados oficiais finais devem ser anunciados no início desta semana.

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, já tinha reivindicado a vitória na segunda volta das eleições presidenciais que decorrera no país, enquanto o adversário lamentou o resultado.

« A nossa nação confiou-nos a responsabilidade de governar o país nos próximos cinco anos », afirmou Erdogan, em frente à sua residência em Istambul, para onde uma multidão entusiasmada convergiu nas últimas horas.

Perante os apoiantes, o chefe de Estado, que está há 20 anos no poder, garantiu que vai cumprir “todas as promessas feitas ao povo” e salientou que cada eleição é “um renascimento”.

Por seu lado, o opositor Kemal Kiliçdaroglu expressou a sua « tristeza » pelo futuro da Turquia.

« Estou profundamente triste com as dificuldades que o país enfrenta », disse o candidato derrotado e líder do principal partido da oposição da Turquia, falando na sede do seu partido, em Ancara, após a reeleição do Presidente Erdogan.

Resultados preliminares e não oficiais colocavam o atual Presidente da Turquia à frente na segunda volta das eleições, quando estavam apuradas 98% das mesas de voto.

A agência de notícias estatal Anadolu adiantou que Erdogan já obteve 52,1% dos votos, enquanto o seu adversário, Kemal Kilicdaroglu, teve 47,9%.

Já a agência de notícias ANKA, próxima da oposição, avançou com 51,9% para Erdogan e 48,1% para Kilicdaroglu.

As assembleias de voto encerraram às 17:00 locais, menos duas horas em Lisboa.

A oposição turca denunciou hoje irregularidades na segunda volta das eleições presidenciais, como ataques físicos contra observadores eleitorais na região Sudoeste e votos falsos.

A Turquia tem cerca de 85 milhões de habitantes e mais de 61 milhões de eleitores inscritos num processo em que o voto é obrigatório.

Viragem política em Espanha. Direita vence eleições muncipais

PP vence eleições municipais em Espanha,  conquista Sevilha e Valência à esquerda e chega a maioria absoluta em Madrid

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Alfa/com Lusa (adaptação alfa)linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO Partido Popular (PP, direita) foi a força política mais votada globalmente nas eleições municipais de ontem em Espanha, tendo conseguido uma maioria absoluta em Madrid e conquistado Sevilha e Valência à esquerda.

O PP venceu assim em três das quatro maiores cidades espanholas, com a exceção de Barcelona, onde se deu, por outro lado, uma das maiores surpresas destas eleições locais, com a vitória do Juntos Pela Catalunha (JxCat), o partido de direita independentista do ex-presidente do governo regional Carles Puigdemont.

« Serei presidente da câmara de Barcelona », disse o candidato do JxCat, Xavier Trias, quando estavam contados 98% dos votos na cidade.

Trias, que já foi presidente da câmara de Barcelona entre 2011 e 2015, não venceu, porém, com maioria absoluta, pelo que o governo da cidade dependerá de pactos pós-eleitorais.

O segundo partido mais votado em Barcelona foi o BComú (esquerda), da atual presidente da câmara, Ada Colau, e o terceiro o partido socialista, sendo que as sondagens das últimas semanas e as projeções feitas hoje davam um empate entre estas duas forças.

Em Madrid, o PP recandidatou Jose Luis Almeida a presidente da câmara e conseguiu uma maioria absoluta, depois de nos últimos quatro anos se ter desentendido de acordos com outros partidos de direita para governar a cidade.

Em Sevilha, a maior cidade que estava nas mãos dos socialistas, o PP foi também o partido mais votado.

Com todos os votos contados na capital da Andaluzia, o PP elegeu 14 vereadores (tinha 8), o PSOE conseguiu 12 (perdeu um) e o VOX conquistou três (mais um), sendo que a maioria absoluta se consegue com 16.

Em Valência, o partido Compromís, do presidente da câmara Joan Ribó, que liderava a coligação de esquerda à frente da cidade, perdeu as eleições e reconheceu que houve na cidade « uma mudança de maioria absoluta » para a direita, com o PP a eleger 13 vereadores (mais oito do que nas eleições anteriores) e o VOX quatro (mais dois).

Globalmente, com mais de 97% dos votos contados, o PP foi o partido mais votado nas eleições municipais de hoje em Espanha, com 31,5% dos votos, seguido pelo PSOE, com 28,18%.

Os resultados refletem uma mudança em relação às eleições municipais anteriores, de 2019, em que o PSOE teve 29,38% dos votos e o PP conseguiu 22,62%.

Esta é também considerada a primeira vitória eleitoral do PP em Espanha desde 2015.

Os resultados confirmam também o avanço da extrema-direita, com o VOX a conseguir nas eleições locais de hoje 7,19% dos votos, depois de ter tido 3,56% em 2019.

Além de eleições municipais, houve hoje regionais em 12 das 17 comunidades autónomas espanholas, mas a contagem de votos é mais lenta.

No entanto, as contagens que se conhecem apontam também para o avanço do PP e do VOX e perdas do PSOE.

Os líderes nacionais dos partidos não fizeram ainda declarações, mas o espírito de vitória é visível junto à sede do PP, em Madrid, onde se estão a juntar apoiantes do partido e está montado um palco para a celebração.

Estas eleições foram a primeira ida a votos este ano em Espanha, que tem também legislativas nacionais previstas para dezembro, no final de uma legislatura marcada pela primeira coligação governamental no país, entre o PSOE e a plataforma de extrema-esquerda Unidas Podemos.

Mais de 35,5 milhões de eleitores foram chamados a votar para os órgãos de governo de mais de 8.100 municípios.

Mais de 18,3 milhões desses eleitores foram, em simultâneo, convocados para votar na eleição de 12 parlamentos regionais.

As municipais, as eleições que hoje se realizaram em todo o país, estão a ser vistas como um prenúncio das legislativas de dezembro, com o PSOE, à frente do Governo nacional desde 2018 e liderado pelo também primeiro-ministro Pedro Sánchez, a medir a sua resistência.

Já o PP elegeu um novo líder, Alberto Núñez Feijóo, há pouco mais de um ano que enfrenta hoje o primeiro grande teste eleitoral e que transformou as eleições de hoje num referendo ao executivo nacional liderado pelos socialistas.

Além da disputa entre PSOE e PP, hoje está também em causa verificar a dimensão do esperado avanço da extrema-direita do VOX na generalidade do país.

Tenista Nuno Borges apura-se para a segunda ronda de Roland Garros

O tenista português Nuno Borges qualificou-se hoje pela primeira vez para a segunda ronda de Roland Garros, ao vencer em cinco sets o norte-americano John Isner, na primeira ronda do segundo torneio do Grand Slam da temporada.

Depois de no ano passado ter sido eliminado na ronda inaugural do ‘major’ parisiense, em que se estreava, o número um nacional e 80.º classificado do ranking ATP venceu o experiente Isner (90.º) pelos parciais de 6-4, 5-7, 7-6 (7-3), 4-6 e 7-6 (11-9), numa longa maratona de três horas e 58 minutos.

Nuno Borges, que é o único representante luso no quadro de singulares de Roland Garros, face às eliminações de João Sousa e Frederico Silva no ‘qualifying’, vai defrontar na segunda ronda o vencedor do duelo entre o espanhol Bernabé Zapata Miralles (38.º) e o argentino Diego Schwartzman (95.º).

A participar pela quinta vez num torneio do Grand Slam, Nuno Borges passou pela segunda vez a primeira ronda de singulares, depois de já o ter feito no Open dos Estados Unidos em 2022.

 

Com Agência Lusa.

João Mário despede-se da seleção portuguesa 

O médio João Mário anunciou hoje a despedida da seleção portuguesa de futebol, anunciou hoje o jogador do Benfica em comunicado, na véspera de Roberto Martínez anunciar os convocados para os jogos com Bósnia-Herzegovina e Islândia.

“Atendendo à fase que atravesso na carreira e depois de profunda reflexão, do foro pessoal, ponderada e honesta, entendo que este é o momento indicado para me despedir da seleção nacional », lê-se no comunicado do campeão europeu em 2016.

Um dia depois de se ter sagrado campeão nacional pelo Benfica, João Mário disse que « jogar por Portugal sempre foi um privilégio e uma honra importante ».

« Uma palavra de agradecimento também aos adeptos portugueses que sempre me apoiaram em todos os momentos em que vesti esta camisola. Sempre estarei na fila da frente a apoiar a seleção nacional. Serei sempre mais um a vibrar com os sucessos da equipa de todos nós. É um momento emotivo e peço que respeitem a minha decisão », considerou.

Pela equipa das ‘quinas’, o médio, de 30 anos, fez 56 jogos e marcou três golos, sagrando-se campeão europeu em 2016, em França, além de ter participado nos Mundiais de 2018 e de 2022.

João Mário integrou a primeira convocatória do novo selecionador de Portugal, o espanhol Roberto Martínez, para os jogos com Liechtenstein, no qual foi utilizado nos instantes finais, e Luxemburgo, no qual foi suplente não utilizado.

Há pouco mais de um ano também o avançado Rafa, igualmente do Benfica, tinha anunciado a renúncia à seleção portuguesa, então a meses do Mundial2022, na altura ainda comandado por Fernando Santos.

 

Com Agência Lusa.

João Almeida é o primeiro ciclista português no pódio final do Giro

João Almeida (UAE Emirates) tornou-se hoje no primeiro português a subir ao pódio final da Volta a Itália e o primeiro ciclista nacional a terminar entre os três melhores de uma grande Volta desde Joaquim Agostinho no Tour1979.

Almeida cortou a meta, no final dos 126 quilómetros da 21.ª etapa, com início e final em Roma, integrado no pelotão encabeçado pelo britânico Mark Cavendish (Astana), e viu o seu terceiro lugar final confirmado, numa 106.ª edição da ‘corsa rosa’ ganha pelo esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), que deixou o britânico Geraint Thomas (INEOS) em segundo, a 14 segundos, e o corredor de A-dos-Francos (Caldas da Rainha) a 1.15 minutos.

O ciclista de 24 anos, que também conquistou a classificação da juventude, é o primeiro português a ‘fechar’ o Giro no pódio e o segundo corredor luso a ficar entre os três melhores de uma grande Volta, depois de Joaquim Agostinho ter sido terceiro nas edições de 1978 e 1979 da Volta a França e segundo na Vuelta1974.

A etapa foi vencida por Cavendish numa disputa ao sprint em que superou o luxemburguês Alex Kirsch (Trek-Segafredo), segundo, e o italiano Filippo Fiorelli (Green Project-Bardiani CSF-Faizanè), terceiro.

 

Com Agência Lusa.

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