A seleção portuguesa de futebol deu hoje um passo importante rumo aos oitavos de final do Mundial de 2018, ao vencer Marrocos por 1-0, em encontro da segunda jornada do Grupo B, disputado no Estádio Luzhniki, em Moscovo.
O capitão Cristiano Ronaldo marcou aos quatro minutos, de cabeça, na sequência de um canto, o golo da formação das ‘quinas’, passando a contar quatro na prova, depois do ‘hat-trick’ à Espanha (3-3), na estreia.
Portugal, que na segunda-feira defronta o Irão, isolou-se, provisoriamente, na liderança do agrupamento, com quatro pontos, contra três dos iranianos e um da Espanha, que se defrontam ainda hoje, enquanto Marrocos, com zero, está fora do Mundial2018.
O avançado português já leva quatro golos neste Mundial de 2018.
Ronaldo marcou de cabeça o 1-0 frente a Marrocos, em encontro da segunda jornada do Grupo B, e passou a somar 85 golos com a camisola da seleção portuguesa. Este golo teve um significado especial uma vez que o avançado torna-se assim o melhor marcador europeu de sempre ao serviço de uma seleção, ultrapassando o húngaro Puskas com 84.
A nível mundial, Ronaldo só tem à sua frente o ex-jogador iraniano, Ali Daei, com 109 tentos apontados.
Com este golo, o número 7 passa também a liderar a lista de melhores marcadores deste Mundial com quatro golos, mais um do que o russo Cheryshev .
O novo álbum do músico cabo-verdiano Dany Silva, a celebrar 40 anos de carreira, é editado a 06 de julho e conta com colaborações de Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho e Rui Veloso, entre outros.
O álbum intitula-se “Canções da Minha Vida” e o ‘single’ de apresentação, « A Banhada », cuja interpretação Dany Silva partilha com Jorge Palma, começa hoje a ser ouvido nas rádios.
O álbum “Canções da Minha Vida” é apresentado pelo músico e compositor, como uma coletânea dos êxitos da sua carreira, como “Poema da Farra”, aos quais acrescentou, como afirmou à agência Lusa, “uma série de canções”, que não compôs nem gravou, “mas que gostaria de o ter feito”.
Todas as canções do álbum foram regravadas com novos arranjos ou, em alguns casos, com “roupagem musical completamente nova, e em dueto com alguns nos maiores nomes da música portuguesa”, disse Dany Silva.
Músico, cantor e compositor, nascido há 71 anos na Cidade da Praia, na ilha de Santiago, em Cabo Verde, Dany Silva vive em Portugal desde a década de 1960, e é referenciado pela sua promotora como “um dos pioneiros da música lusófona”.
“As suas músicas fazem parte do nosso imaginário coletivo, e a sua influência alarga-se à nova geração de músicos”, segundo a mesma fonte.
Dany Silva partilha com Paulo de Carvalho a interpretação de “Poema da Farra”, com o seu compatriota Tito Paris, “Nha Mudjer”, com Rui Veloso, “Lua’nha Testemunha” e, com Carlos do Carmo, “São Crianças”.
Do grupo de parceiros constam também Luís Represas, em “O Namoro”, Mikas Cabral, dos Tabanka Jazz, em “Badjo na Fazenda”, Nancy Vieira, em “Tempo de Canequinha”, e Manecas Costa, em “‘Nha cânsera câ tem midida”,
Dany Silva, para este CD, gravou o êxito “Branco, Tinto e Jeropiga”, com Manif3stos, “Fidjo Magoado”, com Kátia Guerreiro, a nova versão de “Ó Bernard”, com Pépe Ordáz – na qual Rui Veloso toca guitarra -, “Sol di Manhã”, com Olavo Bilac, e ainda « Tudo kusa é badiu », com Mirri Lobo, e « Mamã Àfrica », com Phillip Hamilton, num total de dezasseis temas.
“Canções da Minha Vida”, que sai com etiqueta Trem Azul, foi gravado nos estúdios de Vale de Lobos, de Rui Veloso, por Rui Guerreiro, com o apoio de Filipe Feio, e contou com a produção de Barry Marshall e do próprio Dany Silva.
Barry Marshall é produtor, compositor e intérprete, residente em Boston, nos Estados Unidos, e assinou a produção musical de trabalhos de nomes como Ben E.King, LaVern Baker, Linda Hopkins e Peter Wolf, entre outros. Barry Marshall colaborou pela primeira vez com Dany Silva em 2008, no disco “Caminho Longi”.
Dany Silva veio para Portugal para estudar na Escola de Regentes Agrícolas, em Santarém, mas cedo optou pela música e foi um dos fundadores do grupo Os Charruas. Também fez parte do Quinteto Académico+2, tocando ao lado de músicos como Mike Carr, Earl Jordan e Mike Sergeant.
Em 1978, Dany Silva gravou o primeiro single, “Feel Good”, para a etiqueta discográfica de Bana, Monte Cara. Em 1981, pela discográfica Valentim de Carvalho, editou o primeiro trabalho em português, o single “Branco Velho, Tinto e Jeropiga”, ao qual se seguiu “Já Estou Farto” e o ‘maxsingle’ “Crioula de S. Bento”.
O seu primeiro álbum saiu em 1986, “Lua Vagabunda”, produzido por Veloso e Moz Carrapa, tendo contado com a participação de músicos como Paulino Vieira, Náná Sousa Dias, Edgar Caramelo, Tomás Pimentel e do próprio Veloso. Deste álbum fazem parte canções como “Banhada” e “Lua ‘Nha Testemunha”.
Em 1991 publicou o segundo álbum, “Sodadi Funaná”, que inclui temas como “Ó Bernard”, “Caminho de S. Tomé” e “Mamã África”.
Um lusodescendente francês vai lançar a 06 de julho para todo o mundo um sistema inovador na área da inteligência artificial para ter em casa, que já conquistou a multinacional norte-americana Apple.
Em 10 meses, Davy Ramos, 29 anos, registou dez patentes e desenvolveu o ‘smart jarvis’, um mordomo virtual inovador para gerir em casa a eletricidade, a temperatura, os estores elétricos e os sistemas de alarme, videovigilância e deteção de presença.
LP/Virginie Wéber
“É um mordomo que aprende as rotinas diárias dos residentes e, por exemplo, se chego a casa às 18:00, pode às 17:45 ligar automaticamente o aquecimento ou o ar condicionado, as luzes, abrir os estores e desligar o alarme e sistema de controlo de presenças”, explica.
“As pessoas podem aproveitar de outra maneira o tempo que gastavam nessas tarefas” refere o lusodescendente, cujos pais são ambos oriundos de Torres Vedras.
A plataforma digital é instalada no quadro elétrico da habitação e pode ser programada por telemóvel.
Davy Ramos nasceu em França, para onde os pais emigraram, e, quando há 10 anos concluiu o ensino técnico-profissional, abriu uma empresa em Mureaux, cidade a 20 quilómetros de Paris, onde vai ser feito o lançamento para todo o mundo.
A empresa, que fatura por ano 600 mil euros, dedica-se à instalação de sistemas domóticos para a casa e, desde há um ano, criou 10 postos de trabalho diretos e 12 indiretos só para o desenvolvimento e comercialização da nova tecnologia.
“Noventa e cinco por cento dos clientes não estavam muito satisfeitos, porque a domótica não é nada inteligente, e, para aumentar a satisfação dos clientes, pensei associar a inteligência artificial à domótica”, conta, “criando um ‘cérebro’ que programa e coordena vários produtos, de marcas diferentes”.
O português João Amador, 46 anos, do Barreiro, associou-se à equipa e é o diretor para Portugal e países lusófonos.
“Este produto vai ter acesso à minha agenda e, se tenho o despertador a tocar às 06:30, vai levantar as persianas” [substituindo os despertadores] ou vai detetar a minha saída de casa e desligar as luzes”, exemplifica João Amador.
Davy Ramos já conquistou a multinacional norte-americana Apple e, face ao grau de satisfação demonstrado por outros distribuidores durante a fase de experimentação, iniciada no início deste ano, vai abrir em 2019 outra empresa para produzir e comercializar a tecnologia para todo o mundo.
Até 2020, a meta é vender 10 e 15 mil ‘jarvis’ e faturar seis milhões de euros só em França.
Após o lançamento, a tecnologia vai ser comercializada nos países europeus, lusófonos e ainda na Tunísia e Marrocos a um custo de 750 euros, sem impostos.
A recriação histórica do Recontro de Valdevez, associado à fundação da nacionalidade portuguesa, vai ser encenada dia 28 na estação de São Bento, no Porto, numa iniciativa promovida pela Câmara de Arcos de Valdevez.
A recriação daquele momento histórico tem início na estação de São Bento às 17:00 e, segundo adiantou o município do Alto Minho em comunicado, irá percorrer várias as ruas da Baixa do Porto.
A encenação contará com a participação de « dezenas de figurantes » representando figuras como Afonso Henriques, Afonso VII e respetivas guardas e escudeiros, « num desfile acompanhado por música e a dança, típicas da época ».
A escolha daquela estação de caminhos-de-ferro, explicou o município, prende-se com o facto de o duelo histórico entre Afonso Henriques e o primo Afonso VII, de Leão e Castela, « estar também retratado, no átrio principal no icónico painel de azulejos de Jorge Colaço ».
« Esta recriação será ainda uma homenagem ao artista, já que em 2018 se comemoram os 150 anos do seu nascimento », frisou o município.
A encenação tem igualmente como objetivo apresentar à cidade do Porto a recriação histórica do Recontro de Valdevez que vai decorrer, em Arcos de Valdevez, nos dias 07 e 08 de julho, no Paço de Giela, monumento nacional com mais de 500 anos que reabriu portas em julho de 2015, totalmente reabilitado, num investimento de 1,4 milhões de euros.
Em 1141, os exércitos de Afonso Henriques, que viria a ser o primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII, de Leão e Castela, encontraram-se no Vale do Rio Vez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, o Recontro de Valdevez.
« Esta espécie de contenda ou torneio medieval evitou uma batalha quase certa que deu uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca », explicou o município.
A Rádio Alfa já pode ser ouvida em LILLE e em grande parte da região da capital do norte da França, onde residem mais de 100 mil lusdófonos, a grande maioria portugueses. O lançamento oficial da nossa rádio em Lille foi na terça-feira, 19 de junho, às 8h. A difusão é através do sistema DAB+ (rede digital terrestre que, em rádio, é semelhante ao já existente na difusão de televisão, em França).
Para receberem as emissôes da Alfa em DAB+, os ouvintes necessitam de adquirir um aparelho recetor de rádio – já disponível no mercado, mesmo para os automóveis – que possua este sistema de difusão, que tem qualidade de som e, logo, de conforto escuta, muito superior ao atual, em FM.
O Sistema DAB é o futuro da rádio. A Alfa é uma das dezenas de empresas radiofónicas que está desde o início presente no novo modo de difusão em França e pode ser escutada dessa maneira, desde há algum tempo, na região de Paris (onde evidentemente poderá continuar a ser sintonizada também em FM 98.6).
Além de Lille e de Paris, a Rádio Alfa poderá ser ouvida, brevemente, também em Lyon e Estrasburgo através do sistema DAB+.
Como sabe, a Rádio Alfa também pode ser ouvida em todo o Mundo através do nosso site radioalfa.net, que foi desde há algumas semanas completamente renovado.
(Por Miguel Esteves Cardoso, in Público)Foi preciso coragem para o jovem se dirigir directamente a Macron. Demonstrou uma saudável irreverência que deveria ser encorajada em vez de reprimida.
A arrogância pomposa de Emmanuel Macron ficou à vista no vídeo em que o Presidente francês dá um sermão de protocolo e moral a um rapaz de treze anos que o saudou amistosamente, tratando-o por Manu.
A fita de Macron é ridícula – fica-se, de facto, com vontade de rir dele – mas também é estúpida. Ser saudado informalmente por um ser humano de treze anos é uma raridade. Tentar humilhá-lo publicamente é uma maldade e uma deselegância. Toda a gente sabe que o jovem e Macron não estão no mesmo nível. Não é preciso invocar o sagrado código republicano para lembrar que o rapaz ainda não tem idade para votar enquanto Macron é o reverendíssimo Presidente da República Francesa.
É precisamente por causa da diferença de prestígio que Macron deveria ter recebido a saudação com a mesma simpatia com que foi feita. Foi preciso coragem para o jovem se dirigir directamente a Macron. Demonstrou uma saudável irreverência que deveria ser encorajada em vez de reprimida.
O ralhete sobranceiro de Macron demonstrou que o homem afinal é muito inseguro. Basta o à-vontade de expressão de um jovem para ferir a delicada sensibilidade do grande estadista. O adolescente mostrou-se mais bem educado do que o Presidente. Eu cá sei o que lhe teria respondido.
Quem ganhar o Mundial de futebol ganha um ponto em crescimento económico? Os efeitos do Mundial nas economias de cada país – pelo economista e professor de SciencesPo, Pascal de Lima.
Volte a ouvir aqui a última crónica de Pascal de Lima:
O selecionador português de futebol, Fernando Santos, considerou hoje que a equipa das ‘quinas’ só vencerá quarta-feira Marrocos, na segunda jornada do Grupo B do Mundial2018, se estiver ao seu « melhor nível ».
“Basta jogar ao seu melhor nível, como fez no campeonato da Europa a todos os níveis do jogo. Se fizermos isso, com mais ou menos dificuldades, acredito que vamos ganhar », vincou, na antevisão ao desafio marcado para Moscovo.
Depois da estreia com um empate a três com a Espanha, o técnico negou qualquer excesso de confiança, recordando que « o que trouxe Portugal até aqui, que levou a ser campeão da Europa, foi o enorme respeito por todos os adversários”.
“Portugal assume as suas capacidades, mas também sempre disse que a fórmula que nos levou a vencer foi o respeito e humildade, independentemente do nome da seleção e pais que enfrenta. Temos de ser iguais a nós próprios, altamente competitivos, uma equipa capaz de lutar e sofrer e fazer coisas boas para ganhar os jogos”, reforçou.
Fernando Santos relevou a insinuação de Marrocos de que vai apresentar um futebol mais intenso, propício ao choque, recordando que o opositor norte-africano é bastante mais do que isso.
« É uma equipa que, na realidade, disputa o jogo no seu limite, coloca toda a sua intensidade em campo. Obviamente, temos de responder. Mais importante, é impor as nossas qualidades. Temos de dar tudo o que temos, em termos de organização, concentração, paixão, determinação e, se respondermos sempre dessa forma, e formos intensos, ficamos mais próximos de triunfar », vincou.
O selecionador luso garante que os seus pupilos estão “preparados” para os desafios que serão colocados pela “excelente” formação de Marrocos, « uma das melhores equipas de África, com um treinador muito experiente (Hervé Renard) ».
« Têm atletas que na sua maioria atuam em campeonatos europeus. Um conjunto muito bem organizado, com jogadores que conhecem muito bem o jogo em termos técnicos e táticos, rápidos e com qualidades técnicas muito, muito boas », completou.
O técnico da formação das ‘quinas’ revelou que o grupo analisou as coisas boas e menos boas realizadas no empate com a Espanha, em Sochi, esperando que já possa exibir essa evolução no Estádio Luzhniki, em Moscovo.
« Portugal tem capacidade para fazer melhor do que fez com Espanha », admitiu.
Fernando Santos, manifestou também o desejo de que, Cristiano Ronaldo esteja ao seu “nível habitual”, contudo recordou que o futebol é, sobretudo, um jogo coletivo.
« Está incluído num grupo com mais 22 jogadores. A seleção portuguesa é campeã da Europa, com Ronaldo obviamente. É o nosso capitão, mas nunca vi um jogador sozinho ganhar o que quer que fosse », vincou.
Fernando Santos continua a admitir que já não sabe mais o que dizer do « melhor do Mundo », de quem espera sempre as coisas mais surpreendentes.
« Espero que esteja ao nível que nos habituou, ele e a minha equipa, e que possamos vencer um opositor muito forte como Marrocos », desejou.
Boa parte das perguntas nas conferencias de imprensa estão relacionadas com Cristiano Ronaldo, situação que Fernando Santos vai tentando contrariar, lembrando que isto « não é um jogo individual, de ténis ou atletismo ».
« Estamos num campeonato do Mundo, é um jogo entre seleções e há que respeitar muito a equipa de Marrocos, que é excelente e é essa que vamos defrontar. Temos de ganhar e isso é que é importante », rematou.
O desafio disputa-se quarta-feira, pelas 15:00 locais (14:00 em Paris), e será arbitrado pelo norte-americano Mark Geiger.
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a sociedade civil já plantaram árvores numa área de cerca de 380 hectares no Pinhal de Leiria.
Os lotes de madeira do Pinhal de Leiria (na imagem) foram os mais disputados
FOTO LUÍS BARRA
Pinhal de Leiria, grande parte destruído pelos incêndios de outubro de 2017, já recebeu 640 mil árvores plantadas por organizações da sociedade civil e Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), foi esta terça-feira anunciado.
« Estamos a falar de várias espécies, o pinheiro bravo continua e continuará a ser espécie predominante, mas claro se estivermos a tratar de solos de melhor qualidade temos outras espécies autóctones, os sobreiros, os medronheiros e uma série de outras folhosas que foram aqui instaladas », disse à agência Lusa o presidente do ICNF, Rogério Rodrigues.
As 640 mil árvores foram plantadas numa área de cerca de 380 hectares. « Ao mesmo tempo que a Comissão Científica [do Programa de Recuperação das Matas Litorais] está a estudar as linhas de desenvolvimento para este programa de recuperação, não podíamos deixar de acolher as enormes iniciativas de voluntariado e de mecenato que temos vindo a receber da sociedade, das pessoas individualmente, das associações, mas também das empresas e de outras organizações que acorreram junto do ICNF para poder prestar a sua ajuda », declarou Rogério Rodrigues.
O presidente do ICNF reafirmou que este é um « contributo importantíssimo » que o instituto não poderia « deixar de acolher de imediato, sem condicionar as baias daquilo que a Comissão Científica está a estudar », escolhendo áreas específicas onde se sabe que « a regeneração natural não iria acontecer ‘per si' ».
Rogério Rodrigues assinalou que haverá « uma intensíssima regeneração natural em cerca de dois terços desta área e haverá sempre uma parte importante que terá de ser reflorestada com espécies autóctones e também com o pinheiro bravo ».
O responsável do ICNF salientou, por outro lado, que além do projeto de recuperação, há « uma tarefa hercúlea para os próximos dois anos, que é a exploração florestal de todo este manancial de área florestal de povoamentos ardidos », situação que « mexe muito com a economia ».
Segundo Rogério Rodrigues, há « um volume de madeira que nunca Portugal teve em termos de pinheiro bravo e com um fortíssimo contributo, infelizmente, proveniente destas matas ».
« Condicionarão todos os trabalhos nos próximos ano e meio a dois anos, isto se nenhum fator exógeno nos condicionar ao nível das expectativas que temos e, após esse período, é que teremos os grandes trabalhos em torno da recuperação do pinhal », referiu.
O Pinhal de Leiria, também conhecido por Mata Nacional de Leiria e Pinhal do Rei, é propriedade do Estado. Tem 11.062 hectares e ocupa dois terços do concelho da Marinha Grande. A principal espécie é o pinheiro bravo.
De acordo com informação no sítio na Internet do ICNF, a primeira arborização data do século XIII, tendo sido feitas as grandes sementeiras no reinado de D. Dinis.
No incêndio de 15 de outubro de 2017 ardeu 80% da sua área.
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