Portugal. Crise política. Marcelo não dissolve Parlamento mas avisa que será mais “interveniente”

Presidente não dissolve Parlamento mas avisa que será mais “interveniente” no futuro  e evocou o « caso » do ministro Galamba, que segundo ele deveria ter sido exonerado. 

« Continuo a preferir a estabilidade institucional. Portugueses dispensam sobressaltos », referiu Marcelo Rebelo de Sousa esta noite na comunicação ao país, depois de fortes críticas a António Costa e João Galamba.

O presidente da República começou por avisar que deixaria « duas palavras, uma sobre passado outra sobre o futuro ».

E deixou vários recados fortes ao Governo, explicando porque, na sua opinião, João Galamba deveria ter sido demitido de ministro das Infraestruturas.

No fundo avisou o Governo que os seus poderes se mantêm intactos e pediu maior « responsabilidade e credibilidade » ao executivo.

Biden: Qual a idade ideal para um político? Opinião

Biden: Qual a idade ideal para um político?

Crónica de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews, para ouvir na sexta-feira, 05.

Ou ouça aqui:

 

PASSAGE À NIVEAU – 30 AVRIL 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 30 de Abril 2023
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

Lídia Martinez e a transparência dos artistas luso-franceses. Opinião

Lídia Martinez e a transparência dos artistas luso-franceses.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira, 04, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Portugueses candidatos às autárquicas em Inglaterra

Portugueses candidatos às autárquicas em Inglaterra – reportagem da Lusa

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whatsapp sharing buttonHélder Costa tinha idealizado concluir a licenciatura em Gestão de Empresas no Reino Unido e regressar a Portugal para montar o seu negócio, mas acabou por mudar de carreira e ficar em Inglaterra, onde é candidato às eleições autárquicas de quinta-feira.

Os planos mudaram no último ano do curso, quando foi eleito presidente da associação de estudantes e começou a trabalhar com instituições não-governamentais.

“Esse foi o ponto que mudou a minha direção de carreira”, disse à Agência Lusa o portuense de 26 anos, atualmente dirigente de várias organizações de apoio e incentivo a jovens para a participação cívica e política.

Costa recorda “um ano fantástico” em que em que interagiu com os parlamentos europeu e britânico devido ao processo do ‘Brexit’, o que lhe deu confiança para ingressar num percurso profissional diferente.

Entretanto, foi pai, o que pesou na decisão de ficar em Sunderland, perto de Newcastle, no norte de Inglaterra, e o envolvimento na política local foi uma continuidade da experiência como líder estudantil.

A filiação nos Liberais Democratas, partido da oposição britânica, foi o resultado de uma reflexão sobre os próprios princípios: inclinado para uma ideologia económica de direita, mas apegado ao valor social do projeto europeu.

A campanha para vereador na área de Southwick, em Sunderland, tem sido centrada no acesso a habitação de qualidade e defesa de mais investimento local.

“Temos de criar postos de trabalho e melhorar aqueles existentes”, argumentou o português, numa altura em que se fala muito de descentralização do nordeste de Inglaterra.

Apesar de a região ter votado maioritariamente pela saída da União Europeia no referendo de 2016, afirma que existem muitos eleitores descontentes com o Governo do Partido Conservador, impopularidade confirmada nas sondagens.

“Tenho esperança de ser eleito. É difícil distinguir um vereador de um deputado em termos de valores partidários, por isso os eleitores locais vão ser influenciados pelo comportamento dos partidos a nível nacional”, referiu.

No outro extremo de Inglaterra, em Brighton, Renato Marques, de 29 anos, concorre pelos Verdes, um partido cujo única deputada, Caroline Lucas, representa esta cidade costeira a cerca de 80 quilómetros de Londres.

Funcionário administrativo do sistema de saúde público britânico, mudou-se de Bournemouth há sete anos, encantado com esta « cidade vibrante e muito mais diversa, com pessoas de muitas origens”.

Natural da Covilhã, chegou ao Reino Unido aos 10 anos, em 2004, juntamente com os pais, que deixaram trabalhos precários na indústria têxtil na Beira Alta para « procurar uma melhor qualidade de vida ».

Marques despertou para a política durante os protestos de 2010 devido ao aumento das propinas das universidades pelo governo de coligação entre os Liberais Democratas de Nick Clegg e os Conservadores de David Cameron.

Depois de passar pelo movimento sindical, associou-se aos Verdes, com os quais partilha uma visão política pró-europeia e de esquerda, sendo candidato na área de Westbourne & Poets’ Corner.

Os principais temas de campanha têm sido os custos da habitação, a reciclagem e compostagem e também os riscos do tráfego automóvel, sobretudo perto de escolas.

« Estamos a enfrentar os mesmos problemas do resto do país, como o aumento do custo de vida, a deterioração das condições de vida e de trabalho e dos salários”, contou à Lusa.

Nas eleições de 2019, os Verdes elegeram 20 vereadores em Brighton, mas corre o risco de perder terreno para os Trabalhistas, cuja popularidade aumentou e estão na frente das sondagens a nível nacional.

“Todas as eleições são diferentes”, afirma Marques, que encoraja os portugueses a envolverem-se na política local porque « é uma forma de ouvir o que as comunidades têm para dizer e de garantir que podemos ultrapassar os problemas em conjunto”.

Tal como Hélder Costa e Renato Marques, Daniel Carvalho também está a concorrer a vereador numa zona sem uma comunidade portuguesa expressiva apenas porque quer contribuir para a comunidade.

Professor de física e matemática, vive há sete anos em Lincoln, no norte de Inglaterra, depois de vários anos em Espanha. Tem passaporte português por ser descendente de avós goeses, mas não viveu em Portugal.

“As crianças precisam de mais oportunidades, temos muitos sem abrigo e toxicodependentes e eu acho que posso ter impacto em diferentes gerações”, disse à Lusa.

É candidato pelo Partido Conservador pela terceira vez, depois de tentativas em 2021 e 2022, desta vez na área de Boultham, onde vivem muitos imigrantes, nomeadamente romenos e lituanos.

O congestionamento das estradas e a falta de limpeza das ruas são outros temas de campanha.

“Esta zona vota tradicionalmente nos Trabalhistas, mas a mudança nunca acontece de repente”, afirma, esperançado que os eleitores estejam mais interessados nos problemas locais do que nas controvérsias a nível nacional que afetam os Conservadores.

As eleições autárquicas de quinta-feira vão escolher mais de 8.000 representantes em 230 autoridades locais em Inglaterra.

Carla Barreto é candidata à reeleição como independente na área de Thetford Burrell, em Breckland, enquanto Aurelio Spinola concorre pelo Partido Conservador em Great Yarmouth, na zona de Central And Northgate.

Tanto Thetford como Great Yarmouth, ambas no este de Inglaterra, têm dezenas de milhares de residentes portugueses, empregados sobretudo em fábricas de processamento alimentar.

A Agência Lusa identificou outros candidatos portugueses ou de origem portuguesa, mas estes não quiseram prestar declarações.

No ano passado, um número recorde de sete portugueses ou lusodescendentes foram eleitos vereadores nas eleições locais britânicas em Inglaterra e Escócia.

PSG suspende Lionel Messi após viagem do jogador à Arábia Saudita

O Paris Saint-Germain abriu um processo disciplinar contra o ‘astro’ argentino Lionel Messi, que vai ficar suspenso por causa de uma viagem à Arábia Saudita sem o consentimento do campeão francês de futebol, noticiou hoje a AFP.

« Não pode treinar, não pode jogar e não é remunerado pelo tempo do processo disciplinar », avançou à agência de notícias francesa (AFP) uma fonte, que pediu para não ser identificada, adiantando que Messi vai estar ausente dos trabalhos dos parisienses durante « vários dias ».Diversos meios de comunicação franceses, como o L’Equipe, apontam para uma suspensão de duas semanas para o avançado sul-americano, que falhou o treino do PSG na segunda-feira, após a derrota de domingo frente ao Lorient, na Ligue 1 (3-1), tendo sido visto na Arábia Saudita, ao abrigo de um contrato com o gabinete do Turismo do país em que atua o português Cristiano Ronaldo (Al Nassr).

Este procedimento disciplinar surge num momento decisivo para o futuro de Messi no PSG, porque, após um período ‘apagado’ nas últimas semanas nos relvados, está em fim de contrato com o clube da capital francesa.

O campeão do mundo, de 35 anos, marcou 15 golos, até ao momento, nesta temporada na Ligue 1, a sua segunda em Paris.

Quando faltam cinco jornadas para o final da Liga francesa, o PSG lidera a prova, com 75 pontos, mais cinco do que o Marselha, segundo colocado.

Com Agência Lusa e AFP.

Portugal. Costa não aceita pedido de demissão do ministro Galamba. Marcelo discorda de Costa

(Longe vão os tempos da concórdia entre Costa e Marcelo que esta foto tirada numa festa da Rádio Alfa realça)

Alfa – Daniel Ribeiro

PM Costa não aceitou pedido de demissão do ministro das Infraestruturas João Galamba (devido à crise com a TAP). Pr Marcelo fez comunicado a vincar que “discorda” do PM.

Este incidente, depois de várias horas e dias de crise política, é um marco nas relações entre o Primeiro-ministro e o Presidente, que até agora foram pautadas por uma certa cumplicidade. 

Esta divergência tão clara assumida entre ambos é a primeira vez que acontece desde que ambos assumiram os cargos que ocupam há vários anos.

Depois de uma sucessão de reuniões que começaram na manhã desta terça-feira, João Galamba pediu a demissão ao primeiro-ministro, António Costa recusou-a e Marcelo Rebelo de Sousa anunciou estar contra a posição do líder do Governo – é o fim da « coabitação harmoniosa » entre ambos.

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Presidente do parlamento português está hoje e quarta-feira em Kiev. Sem Chega nem PCP

Presidente do parlamento português está hoje e quarta-feira em Kiev

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whatsapp sharing buttonO presidente da Assembleia da República faz hoje e quarta-feira uma visita oficial à Ucrânia, acompanhado por deputados das bancadas do PS, PSD, IL e BE, mas não do Chega ou do PCP.

“O Presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, acompanhado por uma delegação parlamentar, realiza hoje e amanhã uma visita oficial à Ucrânia, a convite do seu homólogo Ruslan Stefanchuk, que preside ao Conselho Supremo da Ucrânia, Verkhovna Rada, o órgão de poder legislativo do país”, informou hoje o seu gabinete.

O programa da visita, em Kiev, “inclui a realização de encontros institucionais ao mais alto nível, nomeadamente com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, com o presidente do parlamento, Ruslan Stefanchuk, e com o primeiro-ministro, Denys Shmygal”.

“Está também previsto um encontro com os estudantes de português no Departamento de Filologia da Universidade de Kiev”, acrescenta a nota.

Na rede social Twitter, Santos Silva deu, entretanto, conta sua chegada a Kiev: “Cheguei hoje a Kiev. Uma visita a convite do presidente do Parlamento da Ucrânia. Acompanhado por uma delegação de deputados, terei encontros com os principais dirigentes do país. Estaremos ainda com os estudantes de português no Departamento de Filologia da Universidade de Kiev”, escreveu, numa publicação acompanhada por uma fotografia na estação de comboios da capital ucraniana.

O gabinete do presidente da Assembleia da Republica informou ainda que Santos Silva estará acompanhado nesta vista por uma delegação parlamentar composta pelos deputados Eurico Brilhante Dias, do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, Jorge Paulo de Oliveira, do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata, João Cotrim de Figueiredo, do Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal, e Isabel Pires, do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda.

Na semana passada, o presidente da Assembleia da República anunciou que excluiu o Chega, o terceiro maior partido, das delegações das visitas a parlamentos estrangeiros, após o incidente na sessão de boas-vindas a Lula da Silva, no dia 25 de Abril.

Questionado pela Lusa, o gabinete de Santos Silva justificou a presença das quatro bancadas parlamentares por se ter combinado uma regra de rotatividade nestas deslocações, com um máximo de quatro deputados, e também como um sinal do apoio da Assembleia da República à Ucrânia.

O Presidente da Ucrânia dirigiu-se em 21 de abril do ano passado ao parlamento português por videoconferência, numa sessão solene de boas-vindas que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, e na qual o PCP foi o único partido com representação parlamentar que não participou por discordar da mesma.

Mais recentemente, o PCP foi também o único partido no parlamento a votar contra um voto de “total solidariedade com a Ucrânia e o povo ucraniano”, apresentado por Augusto Santos Silva, tendo visto ‘chumbado’ o seu texto, em que se condenava o “caminho de ingerência, violência e confrontação”.

O presidente da Assembleia da República já tinha aceitado, há quase um ano, o convite do seu homólogo ucraniano para se deslocar a Kiev, aguardando apenas um “momento oportuno” e em que “as condições o permitissem” para essa deslocação.

O primeiro-ministro, António Costa, esteve em Kiev em 21 de maio do ano passado e, nessa ocasião, anunciou que o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zlensky, convidou o Presidente da República português para realizar também uma visita à Ucrânia em data ainda a acertar.

Em fevereiro deste ano, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a sua visita à Ucrânia ocorrerá provavelmente no verão.

Joni Brandão, três vezes ‘vice’ da Volta a Portugal, suspenso por seis anos

O ciclista Joni Brandão, três vezes segundo classificado da Volta a Portugal, foi hoje suspenso por seis anos pela Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) por posse de substância e método proibidos.

De acordo com a lista de sanções disciplinares da (ADoP), hoje atualizada, o ciclista que foi segundo nas edições de 2015, 2018 e 2019 da Volta a Portugal vai cumprir uma sanção entre 15 de julho de 2022 e 14 de julho de 2028, por « posse de substância proibida e método proibido », nomeadamente genotropim, insulina, menotropina e menopur.

Brandão, que é arguido no processo ‘Prova Limpa’, foi um dos nomes incontornáveis do ciclismo nacional nos últimos anos, tendo protagonizado, em 2021, uma surpreendente transferência para a W52-FC Porto, a ‘arquirrival’ da que era a sua equipa à data, a Efapel.

O ciclista de Travanca, de 33 anos, perdeu a vitória na Volta de 2019 para João Rodrigues no contrarrelógio da última etapa, depois de ter andado três dias de amarelo. Foi ‘vice’ no ano anterior, atrás de Raúl Alarcón, posteriormente desclassificado por doping, e também em 2015, quando foi superado por Gustavo Veloso.

Figura polémica do pelotão português, foi campeão nacional em 2013 e ganhou na Torre, na Volta de 2020. Começou a carreira na espanhola Burgos-BH (2012), antes de mudar-se para a Efapel, à qual regressou em 2019 depois de duas épocas no Sporting-Tavira.

A suspensão de Joni Brandão é conhecida três semanas depois de a ADoP ter suspendido Ricardo Vilela, que já se encontrava a cumprir uma sanção de três anos, por mais sete, por anomalias no passaporte biológico, e José Gonçalves por quatro anos, por “posse de substância proibida”, no caso somatropina.

Vilela foi um dos seis ciclistas suspensos, em 04 de outubro, por três anos pela ADoP por “posse de substância proibida e método proibido”, juntamente com Rui Vinhas e Ricardo Mestre, vencedores da Volta a Portugal em 2016 e 2011, e Daniel Mestre, José Neves e Samuel Caldeira.

João Rodrigues, vencedor da Volta a Portugal de 2019 e da Volta ao Algarve de 2021, também foi sancionado com três anos pela ADoP, mas viu o seu castigo agravado em quatro pela União Ciclista Internacional (UCI), por anomalias no passaporte biológico.

A ADoP reduziu a suspensão destes sete ciclistas de quatro para três anos por terem “confessado” – tal como aconteceu com Daniel Freitas, ex-ciclista da W52-FC Porto e arguido no processo ‘Prova Limpa’ -, ao contrário do que aconteceu com Brandão e Gonçalves.

Pendentes de desfecho na justiça desportiva continuam os processos do ciclista Jorge Magalhães, assim como de três elementos do ‘staff’ da entretanto extinta equipa, incluindo o diretor desportivo, Nuno Ribeiro.

Todos eles estão entre os 26 arguidos acusados de tráfico de substâncias e métodos proibidos no âmbito do processo ‘Prova Limpa’, que desmantelou a equipa W52-FC Porto, grande dominadora do ciclismo nacional nos últimos anos.

O Ministério Público acusou 26 arguidos, incluindo o antigo diretor desportivo Nuno Ribeiro e o ‘patrão’ da equipa Adriano Quintanilha de tráfico de substâncias e métodos proibidos, com estes dois a responderem ainda pelo crime de administração de substância e métodos proibidos e a serem acusados, a par do diretor geral Hugo Veloso, de terem elaborado “um esquema” de dopagem para “aumentarem a rentabilidade” dos corredores da equipa.

Único dos 11 antigos ciclistas da W52-FC Porto a não ser constituído arguido, Amaro Antunes, vencedor da Volta a Portugal de 2020, encontra-se a cumprir um castigo de quatro anos por anomalias no passaporte biológico, tendo visto a UCI retirar-lhe, entre outros resultados, a vitória na edição de 2021 da prova ‘rainha’ do calendário nacional.

 

Com Agência Lusa.

Liga das Nações feminina. Portugal vai defrontar França, Noruega e Áustria no Grupo A2

Portugal vai defrontar França, Noruega e Áustria no Grupo A2 da Liga A da primeira edição da Liga dos Nações feminina de futebol, segundo ditou o sorteio realizado em Nyon, na Suíça.

A formação lusa, que partiu do Pote 4, vai encontrar uma França que foi semifinalista do Europeu de 2022, uma Noruega duas vezes campeã europeia, em 1987 e 1993, e uma Áustria semifinalista do Euro2017 e que chegou aos « quartos » do Euro2022.A França segue atualmente no quinto lugar do ranking mundial, enquanto a Noruega é 12.ª e a Áustria está no 18.º, todas à frente da equipa das quinas, que é 21.ª e conseguiu recentemente o primeiro apuramento para um Mundial, que vai disputar em 2023.

O objetivo de Portugal passa pela manutenção na Liga A, que só é garantido para os dois primeiros classificados de cada um dos quarto agrupamentos, com o terceiro a rumar a um play-off e o quarto a ser relegado à Liga B.

Nos outros agrupamentos da Liga A, Inglaterra, Países Baixos, Bélgica e Escócia ficaram no A1, Alemanha, Dinamarca, Islândia e País de Gales no A3 e Suécia, Espanha, Itália e Suíça no A4.

A fase de grupos consta de três jornadas duplas, em 20 a 22 de setembro (primeira), 23 a 26 de setembro (segunda), 25 a 27 de outubro (terceira), 28 a 31 de outubro (quarta), 29 de novembro a 1 de dezembro (quinta) e 2 a 5 de dezembro (sexta).

O primeiro classificado segue para a ‘final four », o segundo permanece na Liga A, o terceiro vai aos play-offs de promoção/despromoção, a duas mãos, com um segundo classificado da Liga B, enquanto o quarto é relegado à Liga B.

A fase decisiva da primeira edição realiza-se entre 21 e 28 de fevereiro de 2024, sendo que os finalistas da Liga A qualificam-se para os Jogos Olímpicos de Paris2004 – se um deles for a França, já qualificada como anfitriã – segue o melhor semifinalista.

Portugal está na Liga A da primeira edição da prova face ao 16.º posto no ranking do coeficiente da UEFA – entra como 15.º, de 16, face à exclusão da Rússia (14.ª), devido à invasão da Ucrânia -, que inclui a qualificação para o Mundial2023 (40%), a fase final e a qualificação para o Europeu 2022 (40%) e a fase final e a qualificação para Mundial de 2019 (20%).

A Liga B conta também com 16 equipas e a Liga C com 19, num total de 51 seleções.

 

Com Agência Lusa.

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