O Sporting igualou hoje o FC Porto no topo da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o Rio Ave, por 2-0, no jogo que encerrou a sexta jornada.
Paulinho, aos 10 minutos, fez o seu quinto golo no campeonato e deu vantagem aos ‘leões’, com o inglês Marcus Edwards a fazer o resultado final aos 26 minutos, dando ao Sporting a quinta vitória em seis encontros na I Liga.
Com este triunfo, os ‘leões’ passam a somar 16 pontos, os mesmos de FC Porto e mais um do que o Benfica, com o Rio Ave a manter-se com cinco pontos, um acima da zona de despromoção direta.
Resultados da sexta jornada da I Liga:
– Sexta-feira, 22 set:
Famalicão – Arouca, 1-0 (1-0 ao intervalo)
– Sábado, 23 set:
Estoril Praia – Vizela, 2-2 (0-0)
Moreirense – Farense, 1-0 (1-0)
Casa Pia – Vitória de Guimarães, 0-0
FC Porto – Gil Vicente, 2-1 (1-1)
– Domingo, 24 set:
Desportivo de Chaves – Estrela da Amadora, 2-2 (0-1)
A 85ª Volta a Portugal vai realizar-se entre 24 de julho e 04 de agosto, “a melhor data possível” em ano de Jogos Olímpicos, reconheceu à Lusa o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC).
“Nós tivemos de propor duas datas, foi essa semana e a outra [de 31 de julho], mas tem muito a ver com o enquadramento desportivo, com os Jogos Olímpicos. Tivemos que antecipar. E também com a vinda da Volta a Espanha, que também vem uma semana antes para Portugal. Todos esses pequenos fatores levam-nos a ir para esta data”, justificou Delmino Pereira.
Com os Jogos Olímpicos Paris2024 agendados entre 26 de julho e 11 de agosto e a Volta a Espanha a iniciar-se em 17 de agosto, com três etapas em território português, “foi acordado com a organização” da Volta a Portugal apresentar as datas de 24 de julho a 04 de agosto como primeira opção, sendo a segunda de 31 de julho a 11 de agosto, revelou o presidente da FPC.
“É a melhor data possível, naquilo que é a gestão de todos os interesses que estão a ser avaliados. Não há uma data ideal, esta é a data possível”, defendeu.
Para Delmino Pereira, ano de Jogos Olímpicos representa inevitavelmente “um problema acrescido” na definição das datas da prova ‘rainha’ do ciclismo nacional, que até já passou a ser “mais pressionada com a antecipação dos campeonatos de futebol”.
“Quando temos Jogos Olímpicos, a situação torna-se mais complicada, principalmente quando são na Europa, porque coincidem com os horários dos grandes eventos. Fazer coincidir a participação dos portugueses em qualquer modalidade com a Volta a Portugal, com momentos à mesma hora, é algo que não é desejável”, notou.
No entanto, o responsável da FPC acredita que a antecipação da corrida em uma semana em nada afetará a preparação das formações nacionais para aquele que é o grande objetivo da época.
“Acho que as equipas portuguesas adaptam-se bem a estas pequenas diferenças. Oito dias para a frente, oito dias para trás. O importante é que a Volta vá crescendo na qualidade desportiva das equipas presentes e que mantenha este percurso de progressivo prestígio internacional e que as nossas equipas também se preparem para dar boa réplica, porque é isso que os portugueses querem e desejam”, concluiu.
Além da Volta a Portugal, a União Ciclista Internacional também já confirmou as datas das outras provas internacionais realizadas em território luso: a Clássica Figueira Champions abre o calendário, em 10 de fevereiro, com a Volta ao Algarve, também da categoria ProSeries, a começar quatro dias depois e a acabar em 18 de fevereiro.
Segue-se a Clássica da Arrábida (17 de março), a Volta ao Alentejo (20 a 24 de março), o Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela (02 a 05 de maio), antes do Troféu Joaquim Agostinho (11 a 14 de julho), derradeira prova de preparação dos candidatos à vitória na Volta a Portugal.
26 de setembro, 1 e 4 de Outubro: RUI MIGUEL ALMEIDA, AUTOR DE “JAMI”
O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.
Rui Miguel Almeida nasceu em Coimbra em pleno verão quente de 1975, mas considera Aveiro a sua cidade de sempre. É licenciado em Economia e fundou uma família que une dois pontos da Europa e que já deu dois filhos e alguns gatos. Uma das suas grandes paixões é a literatura. Além de editor na Visgarolho, editora fundada em 2021, o Rui já publicou três romances da sua autoria: « O diário do meu suicídio », de 2015, “Desencanto em dó menor”, de 2018, e o nosso livro da semana, o original “Jami”.
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Miguel Albuquerque promete governo de maioria na Madeira, mas sem o Chega
Alfa/ com Lusa e Jornal da Madeira
O líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, garantiu na noite passada que está em condições de nos próximos dias apresentar um governo de maioria parlamentar, mas que dessa coligação “está excluído o Chega”.
“Estou em condições de nos próximos dias apresentar um governo de maioria parlamentar”, afirmou o cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP, que venceu as eleições legislativas regionais da Madeira, mas falhou por um deputado a maioria absoluta, quando estão apuradas todas as freguesias, segundo dados oficiais provisórios.
Numa intervenção numa sala repleta de apoiantes, no Funchal, o também líder do Governo Regional assegurou que “dessa coligação está excluído o Chega”, mas sem adiantar com que outros partidos irá contar.
A coligação PSD/CDS-PP venceu as regionais de domingo com 43,13% dos votos (58.399 votos) e conseguiu 23 lugares no parlamento regional, mas perdeu, por um mandato, a maioria absoluta com que governava a região.
O PS perdeu 22.363 votos nas eleições regionais da Madeira de domingo, comparativamente com 2019, o que representa uma descida de 43,6%, enquanto o JPP quase duplicou o número de votos, passando de 7.830 para 14.933.
Segundo os resultados provisórios disponibilizados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, os socialistas obtiveram no domingo 28.844 votos, assegurando 11 deputados no parlamento regional, quando em 2019 conseguiram 51.207 votos e 19 deputados.
Ainda assim, o PS mantém-se como o maior partido da oposição.
Já o JPP, há quatro anos, tinha conseguido 7.830 votos, mas no domingo conquistou 14.933, quase duplicando o número de votos. O grupo parlamentar do JPP vai assim passar de três para cinco deputados, sendo o terceiro maior na Assembleia Legislativa Regional.
O Chega passou de 619 para 12.028 votos entre 2019 e domingo, e foi a quarta força política mais votada, passando a ter um grupo parlamentar com quatro deputados, na segunda vez em que concorreu às regionais da Madeira.
A Iniciativa Liberal também vai estrear-se no hemiciclo regional, com um deputado, tendo a sua votação passado de 762 para 3.555 votos, entre 2019 e domingo.
A CDU, apesar de ter aumentado a sua votação de 2.577 para 3.677, vai manter o seu deputado único.
Bloco de Esquerda (2.489 votos em 2019, 3.036 este ano) e PAN (2.095 em 2019, 3.046 este ano) vão ter um deputado cada um na próxima legislatura, num regresso dos dois partidos ao parlamento regional.
O Sporting de Braga bateu hoje por 4-1 o Boavista, que sofreu a primeira derrota na I Liga de futebol e se atrasou na perseguição ao líder FC Porto, após jogar mais de 60 minutos em inferioridade numérica.
Os bracarenses, que ainda não tinham vitórias em casa, golearam com um ‘bis’ de Ricardo Horta (19 e 58 minutos) e tentos de Banza (37) e Al Musrati (54, de penálti), um resultado expressivo construído após a expulsão de Seba Pérez (31), por acumulação de amarelos, já depois de Tiago Morais (26) ter marcado para os ‘axadrezados’.
Líder do campeonato à entrada da sexta jornada, o Boavista mantém-se com 13 pontos, a três do líder FC Porto e a dois do Benfica, que é segundo, enquanto o Sporting de Braga, que perdeu na ronda anterior, sobe ao sexto lugar, com 10.
Resultados da sexta jornada da I Liga:
– Sexta-feira, 22 set:
Famalicão – Arouca, 1-0 (1-0 ao intervalo)
– Sábado, 23 set:
Estoril Praia – Vizela, 2-2 (0-0)
Moreirense – Farense, 1-0 (1-0)
Casa Pia – Vitória de Guimarães, 0-0
FC Porto – Gil Vicente, 2-1 (1-1)
– Domingo, 24 set:
Desportivo de Chaves – Estrela da Amadora, 2-2 (0-1)
O português Gonçalo Ramos contribuiu hoje com dois golos para a vitória do Paris Saint-Germain em casa frente ao Marselha, por 4-0, para a sexta jornada da Liga francesa de futebol, liderada pelo Brest.
Com Gonçalo Ramos, Vitinha (Vítor Ferreira) e Danilo no banco, o Paris Saint-Germain chegou à vantagem com um golo de livre direto de Achraf Hakimi, aos oito minutos, ao que o Marselha respondeu com um remate à trave de Vitinha (Vítor Oliveira).
Já com Gonçalo Ramos em campo, após ter entrado aos 32 minutos para substituir o lesionado Kylian Mbappé – Danilo Pereira entrou mais tarde, aos 69 -, o Paris Saint-Germain fez o 2-0 por Randal Kolo Muani, aos 37, na recarga a uma bola enviada ao poste por Achraf Hakimi.
No início da segunda parte, Gonçalo Ramos aumentou a vantagem do PSG para 3-0, com um cabeceamento na sequência de um cruzamento de Ousmane Dembélé, e, aos 89, o internacional português elevou para 4-0, assistido por Kolo Muani.
« Marcar o meu primeiro golo num Clássico? Não podia ter sonhado melhor »
No final da partida, Randal Kolo Muani falou à imprensa, nomeadamente à Rádio Alfa, e disse que « não podia ter sonhado melhor » para o seu primeiro golo no clube parisiense. Ouça aqui a declaração recolhida por Didier Caramalho:
O Paris Saint-Germain está agora no pódio da Ligue 1-Uber eats. O PSG ascendeu do quinto ao terceiro lugar, com 11 pontos, a dois do Brest, a um do Nice e em igualdade com o Mónaco (quarto), enquanto o Marselha, que vinha de uma série de cinco jogos a pontuar, ocupa o sétimo lugar, com nove.
Sexta Jornada da L1: Estrasburgo vence derby do leste, Le Havre a somar número recorde de pontos, Rennes entravou pela quinta vez e os vermelhos-e-dourados do Norte regressam à vitória
O Estrasburgo venceu por 1-0 em casa do Metz, com um golo de Habib Diarra, aos 85 minutos, no regresso aos triunfos após dois jogos sem vencer, e colocou cobro a uma série de quatro encontros sucessivos a pontuar do seu adversário.
O triunfo permitiu ao Estrasburgo ascender do 10.º ao quinto lugar do campeonato gaulês, com 10 pontos, enquanto Metz caiu da sétima para a 11.ª posição, com oito.
O Le Havre venceu em casa por 2-1 o Clermont, com dois golos nos sete minutos iniciais, por Nabil Alioui, aos quatro, e Mohamed Bayo. O Clermont reduziu por Cheick Konaté, aos 45+2 minutos.
O quarto jogo consecutivo a pontuar no campeonato permitiu ao Le Havre ascender do 11.º ao sexto lugar, com nove pontos, enquanto o Clermont caiu para a 18.ª e última posição, com apenas um.
O Rennes somou o quinto empate consecutivo em casa do Montpellier (0-0), e segue na oitava posição, com oito pontos, a dois dos lugares europeus. O Montpellier é 13.º, com seis, em igualdade com o Lorient (14.º) e o Toulouse (15.º).
Na luta pela fuga aos lugares de despromoção, o Lens venceu em casa por 2-1 o Toulouse, que se adiantou pelo espanhol César Gelabert, aos 33 minutos, dando a volta ao marcador com golos de Wesley Said, aos 45+2, e Morgan Guilavogi, aos 84.
O Lens endossou a condição de lanterna-vermelha ao Clermont e subiu ao 16.º lugar, com quatro pontos, enquanto o Toulouse caiu de 13.º a 15.º, mantendo os mesmos seis, sendo agora o primeiro clube acima da linha virtual de permanência.
O Benfica somou hoje a quinta vitória consecutiva na I Liga de futebol, ao impor-se por 1-3 na visita ao Portimonense, em jogo da sexta jornada, e subiu provisoriamente à vice-liderança do campeonato.
Em Portimão, Bah (aos cinco minutos), Musa (17) e Neres (66) marcaram para os ‘encarnados’, com Hélio Varela a fazer, aos 56, o golo de honra dos algarvios, que ainda desperdiçaram uma grande penalidade, defendida por Trubin, aos 60.
O Benfica é agora segundo do campeonato, com 15 pontos, menos um do que o líder FC Porto e mais dois do que Boavista e Sporting, que ainda não jogaram nesta jornada, enquanto o Portimonense vê interrompida uma série de três jogos sem perder e está na zona de descida, no 16º lugar, com cinco pontos.
Resultados da sexta jornada da I Liga:
– Sexta-feira, 22 set:
Famalicão – Arouca, 1-0 (1-0 ao intervalo)
– Sábado, 23 set:
Estoril Praia – Vizela, 2-2 (0-0)
Moreirense – Farense, 1-0 (1-0)
Casa Pia – Vitória de Guimarães, 0-0
FC Porto – Gil Vicente, 2-1 (1-1)
– Domingo, 24 set:
Desportivo de Chaves – Estrela da Amadora, 2-2 (0-1)
Nas projeções feitas após as eleições regionais de hoje na Madeira, o PS aparece com uma perda de entre 10 a 7 deputados – atualmente tem 19 eleitos e a projeção dá-lhe entre 9 a 12 deputados regionais.
A projeção da Universidade Católica para a RTP dá fortes hipóteses de maioria absoluta para a coligação PSD/CDS e aponta para a possibilidade de esta eleger entre 23 e 26 mandatos.
24 é o número deputados que dá a maioria. PSD/CDS estão, ao fim do dia, com projeções entre os 44% e os 48% dos votos.
Quanto ao PS, a queda parece grande. Os socialistas aparecem na projeção com entre 18% e 21% dos votos, o que lhe daria direito a apenas entre 9 e 12 deputados.
Segue-se como terceira força política o Juntos Pelo Povo (JPP) com 9 e 12%, e entre 4 a 6 deputados, o que seria um crescimento de um partido que conta atualmente com 3 deputados.
O Chega aparece como a quarta força política, podendo entrar no Parlamento com entre 3 a 5 deputados, o que seria uma vitória para o partido de André Ventura, que até agora não tinha representação parlamentar na região.
Mais quatro partidos tem hipóteses, segundo as projeções, de ter assento no Parlamento regional com um deputado – PCP, Bloco de Esquerda, Iniciativa Liberal e PAN. Recorde-se que o PCP tem atualmente 1 deputado na Madeira.
Eleições regionais da Madeira decorrem hoje com mais de 253 mil eleitores inscritos
Alfa/ com Lusa
Mais de 253 mil eleitores são hoje chamados a votar nas legislativas regionais da Madeira para escolher a nova composição do parlamento do arquipélago, com 13 candidaturas na corrida.
As 292 secções de voto distribuídas pelas 54 freguesias dos 11 concelhos do arquipélago estarão abertas entre as 08:00 e as 19:00.
De acordo com a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, estão registados 253.865 eleitores, dos quais 248.519 na ilha da Madeira e 5.346 na ilha do Porto Santo.
Em relação às legislativas anteriores, em 2019, há menos 3.893 eleitores inscritos – a ilha da Madeira perdeu 4.087 e a do Porto Santo ganhou 194.
Em causa estão os 47 lugares do parlamento regional, disputados num círculo eleitoral único por duas coligações e outros 11 partidos: PTP, JPP, BE, PS, Chega, RIR, MPT, ADN, PSD/CDS-PP (coligação Somos Madeira), PAN, Livre, CDU (PCP/PEV) e IL.
Nas legislativas regionais, o representante da República, cargo ocupado por Ireneu Barreto, convida uma força política a formar governo em função dos resultados (que têm de ser publicados), após a auscultação dos partidos com assento parlamentar na atual legislatura.
Há quatro anos – quando a abstenção foi de 44,5% -, os sociais-democratas elegeram 21 deputados, perdendo pela primeira vez a maioria absoluta que detinham desde 1976, e formaram um governo de coligação com o CDS-PP (três deputados).
O PS alcançou 19 mandatos, o JPP três e a CDU um.
Encabeçam as candidaturas deste ano Quintino Costa (PTP), Élvio Sousa (JPP), Roberto Almada (BE), Sérgio Gonçalves (PS), Miguel Castro (Chega), Roberto Vieira (RIR), Válter Rodrigues (MPT), Miguel Pita (ADN), Miguel Albuquerque (Somos Madeira), Mónica Freitas (PAN), Tiago Camacho (Livre), Edgar Silva (CDU) e Nuno Morna (IL).
Segundo o Ministério da Administração Interna, vão ser usados, pela primeira vez numa eleição regional, “selos de segurança para garantir a segurança, o fecho e a selagem das urnas de voto que irão ser colocadas nas mesas de voto”.
O FC Porto isolou-se hoje, provisoriamente, na liderança da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer por 2-1 na receção ao Gil Vicente, em jogo da sexta jornada, graças a um golo de Stephen Eustáquio nos descontos.
No Estádio do Dragão, os portistas marcaram logo aos oito minutos, através de Iván Jaime, mas Depú fez o golo do empate aos 37, com Eustáquio a resolver a partida aos 90+1.
O FC Porto isola-se assim no primeiro lugar do campeonato, com 16 pontos, mais três do que Boavista e Sporting, que ainda não jogaram nesta jornada, enquanto a Gil Vicente soma a terceira derrota como visitante e é 10º, com seis.
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