Benfica empata em Braga e atrasa-se ainda mais na luta pelo título

O Benfica complicou ainda mais as hipóteses de chegar ao título de campeão português de futebol, ao empatar hoje 2-2 na visita ao Sporting de Braga, em jogo da 16ª jornada.

Os ‘encarnados’ estiveram na frente do marcador, com um golo do argentino Nicolás Otamendi, aos 29 minutos, mas o uruguaio Rodrigo Zalazar, aos 38, de grande penalidade, e o espanhol Pau Víctor, aos 45+1, operaram a reviravolta dos minhotos, antes de o norueguês Fredrik Aursnes fixar a igualdade final, aos 53.

A formação comandada por José Mourinho ocupa o terceiro lugar, com 36 pontos, e poderá terminar o ano civil a 10 pontos do líder FC Porto e a cinco do Sporting, segundo classificado, caso os dois rivais vençam os respetivos encontros, enquanto o Sporting de Braga, que teve o capitão Ricardo Horta expulso, aos 90+4 minutos, segue na quinta posição, com 26 pontos, menos um do que o Gil Vicente, quarto.

 

Resultados da 16ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sábado, 27 dez:

Famalicão – Estrela da Amadora, 2-3 (2-2 ao intervalo)

Estoril Praia – Alverca, 4-1 (2-0)

– Domingo, 28 dez:

Casa Pia – Vitória de Guimarães, 0-0

Arouca – Gil Vicente, 2-2 (2-1)

Sporting de Braga – Benfica, 2-2 (2-1)

Sporting – Rio Ave, 20:30

– Segunda-feira, 29 dez:

FC Porto – AVS, 21:15

– Domingo, 11 jan:

Nacional – Santa Clara, 16:30

Moreirense – Tondela, 19:00

 

Com Agência Lusa.

Atriz francesa Brigitte Bardot morre aos 91 anos

A lendária atriz francesa Brigitte Bardot, ícone feminino dos anos 1960 e fervorosa defensora dos animais, morreu aos 91 anos, anunciou hoje a Fundação Brigitte Bardot.

A Fundação Brigitte Bardot anuncia com enorme tristeza a morte da sua fundadora e presidente, Madame Brigitte Bardot, atriz e cantora reconhecida mundialmente, que decidiu abandonar a sua prestigiosa carreira para dedicar a sua vida e energia à defesa dos animais e à sua Fundação”, lê-se no comunicado divulgado à AFP.

A Fundação adianta ainda que a antiga atriz francesa morreu hoje de manhã, na sua residência La Madrague, em Saint-Tropez, no sul de França.

Brigitte Bardot tinha abandonado o cinema há mais de cinquenta anos, deixando para trás cerca de cinquenta filmes e duas cenas que entraram para o panteão da sétima arte: um intenso mambo improvisado num restaurante de Saint-Tropez, em “E Deus… Criou a Mulher” , que expressou pela primeira vez no cinema o desejo feminino ao mesmo nível do masculino, e um monólogo, nua, na abertura de “O Desprezo”.

Nascida a 28 de setembro de 1934 em Paris, França, numa família da alta burguesia, Brigitte Bardot demonstrou desde muito jovem interesse pelas artes, tendo começado a praticar balé no Conservatório de Paris, o que mais tarde a ajudaria na sua carreira artística.

Aos 15 anos, posou para a capa da revista Elle, marcando o início da sua trajetória pública.

A sua carreira no cinema começou em 1952, com um pequeno papel em “Le trou normand”, mas foi em 1956, com o filme “E Deus…criou a mulher”, realizado pelo seu então marido Roger Vadim, que a transformou numa sensação global e num dos primeiros grandes ícones sexuais do cinema europeu, que a sua carreira explodiu internacionalmente.

Foi a partir daí que passou a ser considerada uma das mulheres mais sensuais do século XX, tendo dado origem à expressão “E Deus criou a mulher… mas o diabo inventou Brigitte Bardot”, que ficaria conhecida também apenas pelas suas iniciais, BB.

Nos anos seguintes, tornou-se presença constante no grande ecrã, participando em dezenas de filmes notáveis dos anos 1960, como “A verdade” (1962), de Henri-Georges Clouzot, “O desprezo” (1963), um dos mais emblemáticos da Nouvelle Vague, realizado por Jean-Luc Godart, e “Viva Maria!” (1965), de Louis Malle, que consolidaram a sua reputação artística e notoriedade internacional.

Ao longo da sua carreira musical, gravou cerca de 24 discos, incluindo o álbum “BB” em colaboração com Serge Gainsbourg, com sucessos como “Bonnie & Clyde” e “Comic Strip”.

Participou ainda na gravação original de “Je t’aime… moi non plus”, embora a versão mais conhecida seja a de Jane Birkin (1968).

Brigitte Bardot teve ainda reconhecimento literário, inspirando intelectuais como Simone de Beauvoir, que comentou a sua presença marcante e sensualidade.

Sentindo-se cada vez mais desconfortável com a fama e a imagem pública que carregava, Brigitte Bardot retirou-se do cinema em 1973, aos 39 anos, após uma carreira de mais de duas décadas com quase 50 filmes no currículo.

Após o seu afastamento, Brigitte Bardot dedicou-se de forma intensa à defesa dos direitos dos animais, tornou-se vegetariana e, em 1986, criou a Fundação Brigitte Bardot para o Bem‑Estar e Proteção dos Animais, com o objetivo de lutar contra a crueldade animal em várias frentes, desde a caça de focas à defesa de animais de companhia e campanhas contra práticas que considerava cruéis.

Dona de uma vida pessoal conturbada, Brigitte Bardot casou‑se quatro vezes e teve um filho com o ator Jacques Charrier, sobreviveu a várias tentativas de suicídio e a dois abortos voluntários, sendo um deles quase fatal.

Ao longo da vida, também se envolveu em polémicas, nomeadamente por declarações políticas controversas que a levaram a ser multada por incitamento ao ódio racial em França.

Brigitte Bardot ficou para sempre na história do cinema não apenas como atriz, mas como símbolo cultural de uma nova forma de expressar feminilidade e sensualidade nas décadas de 1950 e 1960.

A sua influência estendeu‑se também à moda e à música, tendo participado em gravações musicais e inspirado tendências que marcaram uma geração.

Nos últimos anos, viveu retirada entre as suas mansões em Saint-Tropez (La Madrague e La Garrigue, esta mais escondida e rodeada de natureza), mantendo uma vida discreta e dedicada às causas animais.

Com Agência Lusa.

 

https://www.youtube.com/watch?v=6GQYdYlwXfw&list=RD6GQYdYlwXfw&start_radio=1

 

 

 

 

 

 

Marcelo escreve na imprensa. « Há muros que podem ser difíceis de demolir. Porém não são impossíveis »

Marcelo Rebelo de Sousa assina a derradeira mensagem de Natal no Jornal de Notícias antes de passar o testemunho da Presidência da República, recordando Jorge Sampaio. O presidente exorta a que se reveja “o rol dos muros mais urgentes de superar”.

Em declarações aos jornalistas após ter almoçado no Barreiro (distrito de Setúbal), onde todos os anos, na véspera de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa bebe a tradicional ginjinha, o chefe de Estado desejou aos portugueses, nesta quadra festiva, paz, considerando-a fundamental para que no próximo ano Portugal e a Europa não sofram “as consequências económicas, pessoais e sociais de não haver paz”.

É o último texto de Marcelo Rebelo de Sousa enquanto presidente da República, nas páginas do Jornal de Notícias, em dia de Natal. “Os nossos muros ou a lembrança de Jorge Sampaio” é o título do artigo de opinião do chefe de Estado, para quem “a pobreza já foi mais grave e já foi menos grave. Mas nunca deixou de ser grave demais para o todo nacional que somos”.

Num retrato dos atuais contextos nacional e internacional, o presidente da República evoca um dos antecessores em Belém, o socialista Jorge Sampaio, recordando a corrida política que ambos protagonizaram em 1989, pela presidência da Câmara Municipal de Lisboa, nas eleições autárquicas.

“Este ano, não sei porquê, lembrei-me de Jorge Sampaio. Estávamos em 1989. E concorríamos os dois – amigos já antigos, filhos de pais amigos já antigos – à Câmara de Lisboa. Caiu o muro de Berlim. E eu sublinhei esse momento decisivo na História contemporânea – e que viria a substituir as duas superpotências de décadas pelas duas superpotências de hoje, com a que deixou de o ser a nunca desistir do sonho do que fora. E converti o momento, em sinal para o futuro, também de Portugal”, escreve Marcelo Rebelo de Sousa.

Aí, Jorge Sampaio respondeu a essa minha chamada de atenção – diria de razão na mudança no Mundo, mas, igualmente, conveniente como arma eleitoral – com um comentário muito simples e muito poderoso – mais importantes do que o muro de Berlim são os muros que existem na nossa terra. Não garanto o rigor dos termos, mas a ideia era essa”, recorda o presidente.Na quarta-feira, durante a tradicional deslocação à ginjinha do Barreiro, em véspera de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa recordou o ano de 2023 como “uma tempestade perfeita” que combinou o pedido de demissão de António Costa e um “ambiente muito pesado” sobre Belém. Deixou também críticas ao Parlamento por causa da demora na eleição de conselheiros do Estado.

Escreve o chefe de Estado que, “todos os Natais, os cristãos acreditam mais na sua fé e todos, cristãos, outros crentes e não crentes, vivem a família, o encontro, o reencontro, a partilha possível para cada uma e cada um. Diferentes. Que não há duas pessoas iguais”.

“E muitos de nós recordam – na sua solidão ou no meio dos abraços e beijos de Natal – aquelas e aqueles que não têm Natal, nunca tiveram e nunca terão. Porque a miséria, a guerra, a morte, a doença ou a distância dos seus entes queridos toldam de uma tristeza, saudade, melancolia, dor, a alegria, mesmo se só possível, de um tempo de esperança”, prossegue.

“As televisões recordam os que sofrem na Ucrânia, no Médio Oriente, no Sudão. Mais raramente, o s que nasceram, vivem e morrem sem nunca ninguém saber que existem e quem são. Ainda assim, no Natal há quem pare um minuto para não se esquecer desses milhares de milhões sem Natal, ou milhões para quem o Natal em guerra passou a ser um modo de viver o Natal”.“E, este ano, este Natal, lembrei-me de Jorge Sampaio e da sua frase, obviamente eleitoral, mas, essencialmente, justa e certeira. Quase quarenta anos depois, Natal que ignore os muros de Berlim de hoje, os de lá de fora, os das guerras, ódios, disputas, pobrezas do Mundo, não é Natal, nem é nada. Porque, mais do que nunca, somos um só planeta, um só Mundo, uma só Humanidade”.

Marcelo observa, em seguida, que “os muros dos outros são os nossos muros. As fronteiras, as opressões, os sofrimentos dos outros, são as nossas fronteiras, opressões, sofrimentos. E as suas esperanças, ainda que muitos vagas, muito ténues, muito precárias, são as nossas esperanças. Para já do cessar-fogo no Médio Oriente, na Palestina, em Gaza. Ainda não na tão mais próxima Ucrânia”.

“Eu tinha razão ao falar no muro de Berlim. Nos muros lá de fora, que são cá de dentro. Inevitavelmente. Só que Jorge Sampaio tinha razão ao evocar os muros nascidos e agravados cá dentro. E que, alguns deles, não pararam de se agravar”, enfatiza.Na visita à Ginja de Natal do Barreiro, Marcelo Rebelo de Sousa referiu-se à próxima reunião do Conselho de Estado, agendada para 9 de janeiro, explicando que a Ucrânia – o tema escolhido – “é fundamental para a nossa vida”.

A pobreza já foi mais grave e já foi menos grave. Mas nunca deixou ser grave demais para o todo nacional que somos. Antigos muros caíram. Novos muros se ergueram”, faz notar o presidente da República, para elencar a “pobreza com envelhecimento coletivo imparável”, ou “menos jovens a ficarem e mais gerações antigas a entrarem em becos sem saída”.

“Mais leis a prometerem melhor futuro com mais abertura, tolerância, paz, segurança e, ao mesmo tempo, mais medos, reais ou imaginários, mas todos vividos como reais, a convidarem a mais muros, muros mais altos, tão altos que não se veja nada senão muros”, enumera.

“Há muros que podem ser difíceis de demolir. Porém não são impossíveis. Quer isto dizer que percamos a esperança neste Natal, e fora dele e sempre? Claro que não. Umas vezes, ajudamos a derrubar muros. Outras, fracassamos. E o mais avisado talvez seja, neste Natal, revermos o rol dos muros mais urgentes de superar. Sem respondermos a um muro com outro muro. Que os muros tendem a alimentar-se de outros muros. E isso não cria esperança, alimenta condomínios fechados de egoísmos em que só alguns têm direito ao Natal”, conclui o presidente.

 

Com RTP, JN e Lusa.

Natal continua a produzir excesso de resíduos, como há 20 anos

A quadra natalícia continua a produzir um excesso de resíduos, nem sempre geridos da melhor forma, segundo a especialista Susana Fonseca, que lamenta a pouca evolução das últimas décadas, nomeadamente das empresas.

“Há um excesso de embalagens. Há pouco trabalho de evolução da parte das marcas. Não houve uma transição em termos de sustentabilidade. Mantêm-se os modelos de descartabilidade, de embalagem como argumento de venda”, critica em declarações à Lusa.

Susana Fonseca é vice-presidente da associação ambientalista Zero mas há 18 anos fazia parte de outra associação de ambiente, a Quercus, quando em declarações à Lusa apontava também a “larga margem” da população portuguesa que ainda não fazia reciclagem, a propósito do lixo doméstico dos dias 24 e 25 de dezembro.

Hoje, questionada pela Lusa sobre o que mudou em quase duas décadas, diz que de diferente há hoje uma melhor rede de ecopontos, mais próximos das pessoas, que pode levar a uma maior reciclagem, mas acrescenta que por outro lado houve um aumento do consumo, com as pessoas a terem “acesso a muitas mais coisas”, ao comércio online, à “fast fashion”. “Compram-se muitas coisas”.

São coisas nas quais se gasta muito dinheiro, que produzem demasiados resíduos e que por vezes são elas mesmo quase um resíduo, inutilidades que ficam numa gaveta anos até irem também parar ao lixo, diz.

Nestes anos também não houve uma “evolução significativa” na colocação na rua, no dia de natal ou no dia seguinte, dos resíduos, esquecendo-se que é um período de menos recolha, de tempo de Natal também para os trabalhadores do setor.

Susana Fonseca não vê uma grande evolução nos últimos anos, e para evitar o mesmo discurso dentro dos próximos 20 anos preconiza uma mudança de sistema.

“Se produzirmos menos resíduos, sendo mais rigorosos nas escolhas, não temos benefícios diretos. Pagamos pelos resíduos em função do consumo de água. Enquanto não criarmos um sistema em que as pessoas paguem pelo que não separaram a situação não se resolve”, explica.

E enfatiza que é preciso dar “um passo em frente” e estimular a adesão à separação e reciclagem e “penalizar quem não colabora”.

A especialista defende também que há uma componente estrutural a mudar, de facilitar a vida à população, “porque gerir os resíduos não é a coisa mais importante do dia-a-dia das pessoas”.

Mas quanto aos últimos 20 anos, confessa-se desalentada: “Andámos a marcar passo”.

Com taxas de separação de resíduos “baixíssimas”, com a necessidade de separar também os biorresíduos, com metas europeias para os resíduos que não se cumprem, é preciso mesmo “outra abordagem”, também da parte dos municípios.

Sem dados que indiquem que há hoje mais separação de resíduos no Natal, com a “embalagem da boneca a continuar a ser em papel e plástico”, Susana Fonseca apela à consciência das pessoas. “Pelo menos não coloquem o lixo nas ruas logo a seguir à noite de Natal”.

E como há 18 anos deixa os mesmos conselhos, que continuam atuais, sobre o aproveitamento dos embrulhos (as fitas não são recicláveis mas são reutilizáveis), sobre a gestão dos restos de comida.

“Gosto de acreditar que há mais pessoas a fazer isso, para quem isso faz sentido. Mas não são suficientes, não são a maioria”, afirma.

Em 2024 foram recolhidas em Portugal 5,52 milhões de toneladas de resíduos urbanos, mais 182,8 mil toneladas do que em 2023, segundo dados oficiais. Cada habitante produziu em média nesse ano 516,2 quilos de resíduos, mais 11,6 quilos do que no ano anterior.

 

Com Agência Lusa.

Greve nos aeroportos com serviços mínimos decretados para 31 de dezembro e 01 de janeiro

0

O tribunal arbitral decretou hoje serviços mínimos a assegurar durante a greve dos trabalhadores da SPdH/Menzies, antiga Groundforce, marcada para 31 de dezembro e 01 de janeiro, nos aeroportos nacionais.

Segundo a decisão, durante a paralisação deverá ser garantida a assistência em escala aos voos de Estado, militares, de emergência, humanitários e de socorro, bem como às operações indispensáveis à segurança de pessoas, aeronaves e instalações.

Os serviços mínimos abrangem ainda ligações aéreas às regiões autónomas – pelo menos um voo – e “outras operações consideradas essenciais, nos termos da legislação laboral aplicável”, de acordo com a decisão hoje conhecida.

A greve foi convocada pelo Sitava – Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos e pelo STHAA – Sindicato dos Trabalhadores de Handling, Aviação e Aeroportos, devido à incerteza quanto ao futuro dos trabalhadores no âmbito do concurso para atribuição das licenças de assistência em escala (‘handling’), cujo relatório preliminar da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) coloca em primeiro lugar o consórcio Clece/South.

Entretanto, o Governo prorrogou as licenças que estão, atualmente, a concurso até, pelo menos, 19 de maio de 2026.

Os sindicatos exigem garantias escritas de manutenção dos postos de trabalho e dos direitos adquiridos, num universo de mais de 3.700 trabalhadores da SPdH, dos quais cerca de 2.070 estão diretamente abrangidos pelo concurso.

 

Com Agência Lusa.

Sporting vence em Guimarães e mantém-se a cinco pontos do FC Porto

O Sporting venceu hoje em casa do Vitória SC por 1-4, no jogo que encerrou a 15ª jornada da I Liga de futebol, mantendo assim a desvantagem de cinco pontos para o comandante FC Porto.

Num terreno tradicionalmente difícil, a resistência vimaranense durou apens 32 minutos, quando Trincão anotou o primeiro golo dos ‘leões’, que somaram a segunda vitória consecutiva após o empate com o Benfica na Luz, tendo o grego Ioannidis (42), Castillo Reyes (63), na própria baliza e Maxi Araújo (79) anotado os restantes tentos, perante um Vitória que viu interrompida uma série de quatro jogos sem perder e ainda chegou a reduzir para 2-1, com um golo de Telmo Arcanjo, aos 50.

Com este triunfo, o bicampeão nacional voltou a isolar-se no segundo posto, agora com 38 pontos, menos cinco do que o comandante FC Porto e mais três do que o Benfica, terceiro, enquanto o Vitória mantém o oitavo posto, com 21.

 

Resultados da 15ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 19 dez:

Estoril Praia – Sporting de Braga, 1-0 (1-0 ao intervalo)

– Sábado, 20 dez:

Gil Vicente – Rio Ave, 2-2 (1-1)

Estrela da Amadora – Moreirense, 0-0

– Domingo, 21 dez:

AVS – Nacional, 2-2 (2-0)

Tondela – Casa Pia, 1-2 (0-0)

Santa Clara – Arouca, 0-0

– Segunda-feira, 22 dez:

Alverca – FC Porto, 0-3 (0-1)

Benfica – Famalicão, 1-0 (1-0)

– Terça-feira, 23 dez:

Vitória de Guimarães – Sporting, 1-4 (0-2)

Programa da 16ª jornada:

– Sábado, 27 dez:

Famalicão – Estrela da Amadora, 19:00

Estoril Praia – Alverca, 21:30

– Domingo, 28 dez:

Casa Pia – Vitória de Guimarães, 16:30

Arouca – Gil Vicente, 16:30

Sporting de Braga – Benfica, 19:00

Sporting – Rio Ave, 21:30

– Segunda-feira, 29 dez:

FC Porto – AVS, 21:15

– Domingo, 11 jan 2026:

Nacional – Santa Clara, 16:30

Moreirense – Tondela, 19:00

 

Com Agência Lusa.

Natal mais frio em França desde 2010

Um episódio de frio intenso atinge França nesta época de Natal. Este 25 de dezembro será o Natal mais frio no país desde 2010, com uma temperatura média nacional prevista de apenas 3°C, segundo a Météo-France.

 

As máximas não deverão ultrapassar 2°C em Lille, 3°C em Estrasburgo, 4°C em Lyon ou 6°C em Bordéus. Durante a madrugada, o termómetro cairá abaixo de zero em várias regiões, com -3°C em Chaumont, -1°C em Rennes ou Limoges e 0°C em Montélimar.

Em Paris, as temperaturas máximas rondarão os 4°C, muito abaixo da média de 10°C registada nos primeiros dias de dezembro.

O Sudeste do país será um pouco mais ameno, com até 9°C em Montpellier, 12°C em Perpignan e 16°C em Nice.

Com MeteoFrance.