Carolina Duarte dá quarta medalha a Portugal nos Mundiais de atletismo paralímpico

 Portugal fechou com quatro medalhas os Mundiais de atletismo paralímpico, que decorreram em Paris, depois de Carolina Duarte ter conseguido a prata na prova dos 400 metros T13 (deficiência visual), no último dia de competição.

Os quatro lugares no pódio, com três bronzes e uma prata, permitiram também a Portugal assegurar quatro vagas não-nominais nos Jogos Paralímpicos 2024, que vão decorrer também em Paris.

No último dia de provas, no estádio Charléty, Carolina Duarte percorreu a distância em 55,68 segundos, marca que constitui novo recorde pessoal, apenas atrás de Lamiya Valiyeva (55,34), do Azerbaijão, que foi medalha de ouro, e imediatamente à frente da brasileira Rayane Silva (57.90), que conseguiu o bronze.

“Foram dois anos muito intensos, estava difícil conciliar a maternidade com tudo o resto mas felizmente consegui, graças ao trabalho da nossa equipa toda foi possível. Adorei correr, diverti-me imenso. Ainda estou a tentar acreditar, foi muito bom. Para os Jogos falta um ano e estou ansiosa para continuar a treinar para chegar aqui a Paris na melhor forma possível”, afirmou Carolina Duarte, em declarações divulgadas pelo Comité Paralímpico de Portugal.

A prata de Carolina Duarte junta-se aos bronzes conseguidos por Sandro Baessa, nos 1.500 metros T20 (deficiência intelectual), Carina Paim, nos 400 metros T20, e Miguel Monteiro, no lançamento do peso F40 (deficiência motora).

Os Mundiais de atletismo paralímpico, competição em que Portugal esteve representado por 10 atletas, foram a primeira prova de qualificação para os Jogos Paralímpicos, garantindo aos quatro primeiros classificados de cada prova a abertura de quotas não-nominais para o respetivo país.

 

Com Agência Lusa.

José Fonte assina pela Sporting de Braga até 2024

O futebolista internacional português José Fonte, que nas últimas cinco épocas representou o Lille, assinou hoje contrato com o Sporting de Braga até 2024, anunciou hoje o cube minhoto.

Campeão europeu em 2016, o defesa central, de 39 anos, regressa assim a Portugal, 16 anos depois de ter iniciado a sua carreira no estrangeiro, com passagens por Crystal Palace, Southampton, West Ham e Dalian Pro, além do Lille.

José Fonte, que soma 50 internacionalizações por Portugal, foi formado no Sporting, mas nunca representou a equipa principal dos ‘leões’ passando depois por Felgueiras, Vitória de Setúbal, antes de ser emprestado pelo Benfica ao Paços de Ferreira e ao Estrela da Amadora.

Na sua página oficial, o Sporting de Braga indica que o jogador, que vai juntar-se de imediato ao grupo liderado por Artur Jorge, e destaca as suas “qualidades técnicas e táticas, mas também o perfil de liderança que sempre evidenciou”.

 

Com Agência Lusa.

Regras de uso de armas pelas autoridades francesas devem ser revistas – Amnistia Internacional

Regras de uso de armas pelas autoridades francesas devem ser revistas – Amnistia Internacional

 

Alfa/ com Lusa
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O comunicado da organização surge na sequência da proibição de manifestações em França contra a violência policial após a morte de Nahel M, de 17 anos, por um agente da polícia.

« A Amnistia Internacional há muito que apela à criação de um organismo independente responsável pela investigação de queixas contra agentes da autoridade », escreve no documento.

O tiro fatal a Nahel pela polícia, o mais recente de uma longa série de mortes em operações STOP e de dispersão da polícia, segundo a organização, torna « evidente » a necessidade urgente » de uma reforma global das regras francesas.

Essas regras de utilização de armas de fogo pela polícia são « perigosamente imprecisas e permissivas, disse o diretor regional da Amnistia Internacional para a Europa, Nils Muižnieks.

« As regras atuais, que ficam aquém do direito e das normas internacionais, juntamente com o fracasso em acabar com o perfil racial e o racismo sistémico e em garantir a responsabilização dos agentes que utilizam força desnecessária ou excessiva, criaram um clima de impunidade e medo », acrescenta Nils Muižnieks.

A morte de condutores e passageiros pela polícia francesa é um problema de longa data, frisou, considerando que as alterações ao Código de Segurança Interna introduziram a « necessidade absoluta e a proporcionalidade estrita » nas regras existentes sobre a utilização de armas de fogo em algumas circunstâncias.

« Isto significa que os agentes da autoridade não devem utilizar armas de fogo se puderem atingir um objetivo legítimo através de meios menos nocivos e que, ao utilizarem armas de fogo, não devem causar mais danos do que aqueles que se pretendem evitar com a sua utilização », explica.

« Demasiadas pessoas – particularmente homens negros e árabes – foram baleadas e mortas em circunstâncias semelhantes pela polícia francesa. As pessoas estão zangadas, e com razão, e a pergunta ‘Quantos Nahels não foram filmados?’ não pode deixar de pairar no ar », afirmou Nils Muižnieks.

A Amnistia Internacional França integra uma coligação de grupos de defesa dos direitos humanos que intentou uma ação coletiva em 2021 contra « a inação » do Estado francês em relação à caracterização étnica e à discriminação racial sistémica, processo que está em curso.

Portugal entra a vencer no Campeonato da Europa de hóquei em patins

A seleção portuguesa de hóquei em patins entrou hoje da melhor forma no Campeonato da Europa, ao vencer por 7-4 a Itália, na primeira jornada do Grupo A da prova que decorre em Sant Sadurni d’Anoia, na Catalunha.

Henrique Magalhães (02 minutos), Gonçalo Alves (08, 10, 49 e 50), João Souto (41) e Hélder Nunes (50) marcaram os golos de Portugal, enquanto Giulio Cocco (16 e 19), Davide Gavioli (48) e Andrea Malagoli (50) assinaram os tentos dos transalpinos.

Na segunda jornada, a seleção nacional vai jogar diante dos espanhóis, bicampeões em título, na terça-feira, às 18:30.

O Campeonato da Europa de hóquei em patins decorre até sábado em Sant Sadurni d’Anoia, na Catalunha.

 

Com Agência Lusa.

Obrigado anticiclone dos Açores. Ele protege Portugal da vaga de calor que atinge parte da Europa

 

Foto de abertura: arquivo Alfa

 

Alfa

 

Há uma forte vaga de calor que está a atingir, por estes dias, numerosas regiões da Europa e também da Ásia e da América do Norte.

Já estão a ser batidos recordes de temperaturas altas em diversas zonas do mundo e, na Europa, em Itália, Espanha, Grécia, Alemanha e em diversas regiões do Mediterrâneo por exemplo, a situação é sufocante e muito delicada. Em França, foi declarado o alerta laranja no sul, onde as temperaturas podem atingir 40ºC.

Em Portugal, no entanto, mantêm-se atualmente  temperaturas bem mais toleráveis do que por exemplo em Espanha. De acordo com fontes do Instituto Português de Mar e da Atmosfera (IPMA), “não se espera nenhuma onda de calor nos próximos dias, as temperaturas até estão um bocadinho abaixo do normal para a época”.

« Portugal é protegido do calor que sufoca o Mediterrâneo pelo anticiclone dos Açores », escreve o jornal Público, que acrescenta:

« Há ondas de calor simultâneas em vários regiões do mundo, e a Europa está a senti-la em força. Mas em Portugal até está um pouco frio para a época. Temos a agradecer ao anticiclone dos Açores ».

Seleção feminina de andebol sub-19 regressa após o histórico 4° lugar no Euro

A seleção nacional feminina sub-19 de andebol regressou esta segunda-feira a Portugal com sentimento de “dever cumprido”, depois do histórico quarto lugar no campeonato da Europa da categoria, disputado na Roménia.

Apesar de ter falhado a passagem à final da competição, após perder com a Dinamarca, no prolongamento, e da derrota, perante a Roménia, no jogo de atribuição do terceiro lugar, o selecionador nacional mostrou-se “orgulhoso” com a prestação das atletas.

“É um sentimento de dever cumprido, mas, nestes momentos, é preciso ter noção da realidade, e dizer que conseguimos uma prestação de muito bom nível. Superámos as expectativas, mesmo ficando a sensação de que podíamos ter ido mais além”, disse à agência Lusa José António Silva, na chegada da equipa ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto

O técnico, e coordenador, confessou que o grande lamento foi a derrota com as dinamarquesas, na meia-final, por 38-35, já no tempo extra, num jogo em que as lusas se transcenderam perante um adversário melhor cotado.

“Estivemos a 20 segundos da final, e senti que levamos a equipa a até ao limite. Depois, frente a Roménia, não conseguimos dar a resposta que tínhamos vindo a dar, sobretudo do ponto de vista físico, mas o que importa é ver a visão global, com resultados muito bons, que nos devem motivar a continuar a evoluir”, partilhou o selecionador nacional.

José António Silva considerou que este Europeu provou que Portugal tem matéria-prima para trilhar uma afirmação num elevado patamar da modalidade, mas reconheceu que é preciso haver um trabalho de conjunto para elevar, ainda mais, a fasquia nas condições de trabalho das atletas.

“Temos quatro ou cinco jogadores com características diferenciadas do que é habitual no nosso país, outras com muito talento. Está na hora dos clubes, federação, treinadores e dirigentes serem chamados à responsabilidade e proporcionar condições para que elas continuem a evoluir. Temos de refletir sobre a forma de extrair todo o potencial destas atletas”, disse o técnico.

Luciana Rebelo, lateral de 17 anos que foi considerada uma das melhores jogadoras deste campeonato da Europa, considerou que o quarto lugar atingido, que vale o apuramento para o Mundial de 2024, “foi uma marca incrível”.

“Fizemos tudo o que estava a nosso alcance, apesar do último jogo [frente a Roménia] não ter sido reflexo do que somos capazes. Tivemos uma excelente prestação e mostramos um grupo muito unido”, disse a jogadora.

Luciana Rebelo acredita que esta prestação pode inspirar novas gerações de andebolistas a trilhar um percurso de sucesso, e aponta a mais sucessos para esta equipa.

“Penso que podemos inspirar as gerações mais novas com estes bons resultados. É um orgulho para nós. Agora temos de continuar a trabalhar fortalecer o grupo e dar o máximo para continuar as boas prestações”, concluiu.

Com Agência Lusa.

Portugal é plataforma de entrada de milhares de imigrantes ilegais na Europa. Países europeus forçam Portugal a agir

Alfa

« Megaoperação: PJ trava rede que faz circular milhares de migrantes ilegais na Europa graças a uma lei portuguesa », informou a CNN Portugal.

Verificaram-se rusgas nesta segunda-feira, 17, em Lisboa, como constatou a Alfa, bem como noutras localidades portuguesas. Investigações já começaram há vários meses.

Para circularem livremente no espaço Schengen basta aos imigrantes apresentarem o registo de uma pré-inscrição em Portugal (feita pela internet) no SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras).

As operações para tentar desmantelar a rede em Portugal foram desencadeadas por queixas de países como a França, Alemanha, Bélgica, Austria… – principais queixas chegaram da França.

De facto, nesta segunda-feira, 17, como a Alfa verificou em Lisboa, verificaram-se buscas em prédios suspeitos de albergar imigrantes ilegais designadamente nas zonas da Praça Martim Moniz e da avenida Almirante Reis.

« Associação criminosa terá sido responsável pela livre circulação na Europa de dezenas ou centenas de milhares de migrantes em situação ilegal », informou a CNN.

 

É visada uma rede com origem em países do sudeste asiático, da Índia ao Paquistão, que decidiu montar um esquema na perversão do sentido do chamado Sistema Automático de Pré-Agendamento do SEF.

As redes « fomentam a entrada de centenas de milhares de requerimentos feitos online e pedidos de entrevistas para imigrantes que solicitam autorização de residência com base em supostos contratos de trabalho ».

« Deixam, assim, os serviços do SEF em pré-rutura, sem capacidade de dar vazão à chamada dos candidatos. E com isso permitem que milhares de migrantes recrutados pela rede, cada um a troco de milhares de euros, circulem livremente pela Europa com a premissa de estarem à espera de entrevistas das autoridades portuguesas » – CNN.

Se forem apanhados, basta-lhes mostrar a pré-inscrição em Portugal e, na pior das hipóteses, são obrigados a regressar a Portugal.

« O esquema foi detetado no estrangeiro e, pondo em causa a segurança dos Estados Membros, foi criada uma JIT – Joint Investigation Team –, investigação conjunta entre as autoridades de diferentes países mas encabeçada pela PJ e pelo Ministério Público português, por o epicentro do problema estar em Lisboa ».

 

Campanha rodoviária alerta para perigos do uso do telemóvel durante a condução

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR a PSP lançam na terça-feira uma campanha de segurança rodoviária para alertar os condutores para as consequências, por vezes fatais, do uso indevido do telemóvel durante a condução.

Em comunicado, as autoridades explicam que a campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” vai decorrer até dia 24 e lembram que o uso do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de acidente.

“A 50 km/h, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros”, acrescentam.

Além disso, alertam, “não vale a pena arriscar perder três pontos na carta de condução”.

A campanha vai integrar ações de sensibilização da ANSR em Portugal Continental, assim como dos organismos e serviços das administrações das regiões autónomas dos Açores e da Madeira e operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário.

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com as operações de fiscalização e vão decorrer nas portagens de Carcavelos, sentido Lisboa-Cascais (dia 18), em duas ruas de Castelo Branco (dia 19), nas portagens de Coimbra Norte/IP3 (dia 20), em Espinho (dia 21) e em Santarém (dia 24).

A ANSR, a GNR e a PSP insistem que o uso do telemóvel ao volante é um risco para a segurança do próprio e dos outros, lembrando que os condutores que utilizam o telemóvel durante a condução são mais lentos a reconhecer e a reagir a perigos.

“A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada”, acrescentam.

Com LUSA

Jane Birkin « son élégance, ses transgressions, sa grande liberté… son mélange de candeur et d’irrévérence ». A ler: um belo texto do Eliseu

 

Um interessante comunicado oficial do Palácio do Eliseu sobre a morte da artista franco-britânica (1946-2023):

 

Palais de l’Élysée, le dimanche 16 juillet 2023

COMMUNIQUÉ

Jane Birkin, disparue le 16 juillet à l’âge de 76 ans, avait incarné une époque, par son élégance, ses transgressions, sa grande liberté. Elle avait continué, les décennies passant, à demeurer chère au cœur des Français, par son mélange de candeur et d’irrévérence, la générosité de ses combats, le caractère inoubliable d’une voix et d’un accent passés dans notre mémoire collective.

Née le 14 décembre 1946 à Londres, rien ne fut banal dans la vie de Jane Birkin. A commencer par une enfance heureuse auprès de parents romanesques : David Birkin, son père, commandant de la Royal Navy, agent de liaison de la Résistance française pendant la guerre, était célébré comme un héros. Sa mère, Judy Campbell, actrice et chanteuse, était applaudie sur les planches de Londres. Ils lui transmirent un certain sens du spectacle, une disposition à refuser les codes établis, et la volonté de lutter pour des idéaux humanistes. Malheureuse dans l’internat où elle avait été envoyée à douze ans, dépensant ses soirées à amuser les autres pensionnaires, l’adolescente convainquit ses parents de lui offrir des expériences plus conformes à ses aspirations. Passant par Paris pour perfectionner son français, scolarisée à Kensington, Jane Birkin n’échappa pas à l’air de liberté qui soufflait alors dans le Swinging London.

Jane Birkin obtint un premier rôle au cinéma en 1964, et adopta alors définitivement cette existence de bohème, de passions et de créations qui fut la sienne. Jeune actrice faisant ses débuts aux côtés de Jacqueline Bisset ou Charlotte Rampling, Jane Birkin joua une mannequin au physique de liane dans « Blow-Up », d’Antonioni. Palme d’or 1967 à Cannes, le film fut un manifeste de ces années-là, faites de rock, de couleurs pops, traversées par les utopies politiques et culturelles de la jeunesse. Interprète dans une comédie musicale, Jane Birkin fut brièvement mariée au compositeur John Barry, légende du cinéma aux six oscars, avec qui elle eut une fille, Kate. En 1968, elle arriva à Paris pour passer le casting du film « Slogan » pour lequel elle fut retenue.

Son partenaire dans le film s’appelait Serge Gainsbourg. Commença dès lors une histoire qui donna naissance à des tubes passés dans l’imaginaire collectif. Serge Gainsbourg et Jane Birkin formèrent pendant dix ans un couple de légende, chantant « pour les transistors » leur « anamour ». Avec sa voix délibérément frêle et presque chuchotée, un ton enfantin qui clamait des couplets provocateurs, et un accent britannique qui syncopait les paroles, Jane Birkin accompagnait les créations de son compagnon. Leurs chansons firent scandale – « Je t’aime…moi non plus » ou « 69, année érotique » – devinrent des succès populaires, et constituèrent, surtout, parmi les plus beaux chants lyriques et amoureux du répertoire musical français. « Tes 20 ans, mes 40 », comme le chantait Serge Gainsbourg dans « Elisa », composèrent la bande-son de nos années soixante-dix. Leur fille, Charlotte Gainsbourg, reprit, elle aussi les chemins de la chanson et du cinéma.

Jane Birkin poursuivit sa carrière en enchaînant les albums studio dont « Baby Alone in Babylone » (1983) puis, après la mort de Serge Gainsbourg, continua à faire vivre sur scène ou sur disque leur œuvre, avec des albums de reprise : « Version Jane » en 1996 et « Arabesque » en 2002. Jane Birkin écrivit au fil des ans, une discographie personnelle, où son statut d’icône lui permettait de brasser les univers de la chanson française (l’album « A la légère », en 1999, auquel collaborèrent Gérard Manset ou Miossec, ou ses duos avec Etienne Daho) comme les artistes du monde entier.

Au cinéma, elle fut dès la fin des années 1970 une vedette populaire :  succès internationaux, tel « Mort sur le Nil », en 1978 ; seconds rôles candides ; ou personnages plus ambigus à l’image de son rôle dans « La Piscine » de Jacques Deray. Avec sa liberté constante, Jane Birkin passa des comédies populaires, chez Claude Zidi ou Patrice Leconte, aux films d’auteur, avec Jacques Rivette ou Jacques Doillon, son compagnon, rencontré sur le tournage d’une « Fille prodigue » en 1981.  Avec lui, elle tourna encore « La Pirate » trois ans plus tard, et eut une fille, Lou Doillon, qui, à son tour, mêla tous les talents du cinéma et de la chanson. Passant de la fiction au documentaire, Jane Birkin fut même l’héroïne d’Agnès Varda dans « Jane B. par Agnès V. », pour qui elle écrivit aussi le scénario de « Kung-Fu Master » en 1988. Enfin, elle fit des incursions sur les planches, jouant aussi bien au Théâtre du Splendid qu’interprétant Les Troyennes d’Euripide.

Jane Birkin n’oublia jamais non plus le sens de l’engagement, prenant fait et cause pour de nombreux combats :  luttant contre le SIDA, soutenant le Téléthon dont elle fut marraine en 2001, artiste de la troupe des « Enfoirés », ou militante du droit et de la justice universelles, devenant porte-parole d’Amnesty International. Elle mit ainsi constamment son statut d’icône populaire pour aider d’autres vies que la sienne.

Le Président de la République et son épouse saluent la mémoire d’une artiste complète, d’une femme qui incarna et propagea la liberté, d’une âme généreuse devenue, de la rue de Verneuil à la piscine de Jacques Deray, une icône de l’imaginaire français. Ils adressent à ses filles, Charlotte Gainsbourg et Lou Doillon, à ses proches, à tous ceux qui ne se lassent pas d’être « fan des sixties » leurs condoléances émues.

Portugal derrotado pela Itália na final do Europeu de sub-19

Portugal foi hoje derrotado pela Itália por 1-0 na final do Europeu de futebol em sub-19, disputada em La Valletta, Malta, e falhou a conquista do troféu que tinha conseguido em 2018.

No Estádio Nacional Ta´Qali, a seleção portuguesa, que tinha vencido todos os jogos disputados até à final, incluindo uma goleada à Itália (5-1) na fase grupos, sofreu o único golo da partida aos 19 minutos, apontado pelo extremo transalpino Michael Kayode.

A seleção lusa, que se sagrou campeã da Europa de sub-19 uma única vez, em 2018, também numa final com a Itália, foi agora derrotada pelos transalpinos no jogo decisivo, tal como já tinha acontecido em 2003, e soma já cinco finais perdidas na competição, enquanto os italianos levantam o cetro pela segunda vez.

 

Ranking:

1. Espanha 8 títulos

2. França 3

3. Alemanha 2

. Inglaterra 2

. Itália 2

6. Ucrânia 1

. Sérvia 1

. PORTUGAL 1

 

Com Agência Lusa.

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