Histórico. Diogo Ribeiro (18 anos) conquista prata nos 50 metros mariposa nos Mundiais de natação, no Japão.

Diogo Ribeiro conquistou a medalha de prata nos 50 metros mariposa nos Mundiais de natação. O nadador português, de 18 anos, conquistou esta segunda-feira a prata nos 50 metros mariposa do Campeonato do Mundo de Fukuoka, no Japão, dando a primeira medalha a Portugal em Mundiais.

O feito histórico de Diogo Ribeiro, recordista mundial júnior da distância, foi conseguido com um tempo de 22,80 segundos, novo recorde nacional, atrás do italiano Thomas Ceccon (22,68) e à frente do francês Maxime Grousset (22,82).

O atleta do Benfica, que se estreou em Mundiais como sénior conseguiu um feito histórico e deu a primeira medalha a Portugal na natação.

Esta é a segunda medalha de Diogo Ribeiro em competições, depois de ter sido terceiro nos Europeus de 2022, em Roma, na mesma distância.

A proeza do jovem nadador está a abrir noticiários em Portugal, onde é aplaudida por políticos, especialistas em natação e dirigentes do Benfica, entre muitos outros.

Título da agência Lusa: Diogo Ribeiro “sem palavras” após prata nos 50 mariposa dos Mundiais de natação

 

 

 

 

Altice: Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes em prisão domiciliária sem pulseira eletrónica

Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes em prisão domiciliária sem pulseira eletrónica.

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whatsapp sharing buttonO juiz Carlos Alexandre decretou prisão domiciliária sem vigilância eletrónica para o cofundador da Altice Armando Pereira e para Hernâni Vaz Antunes, considerado o seu ‘braço direito’, no âmbito da ‘Operação Picoas’, informa a agência Lusa.

 

De acordo com Manuel Magalhães e Silva, advogado de defesa de Armando Pereira, em declarações aos jornalistas à saída do tribunal, os restantes dois arguidos – Jéssica Antunes, filha de Hernâni Antunes, e o contabilista Álvaro Loureiro ficam sujeitos à prestação de cauções.

 

Estas medidas são menos fortes do que as que eram pedidas pelo Ministério Público, como a Alfa realçou em texto sobre o assunto: 

« Caso Altice: MP pede prisão domiciliária para ex-emigrante Armando Pereira (ou que pague €10 milhões de caução), segundo informa nesta segunda-feira, 24, o site do jornal Expresso. 

« Os procuradores querem que o seu braço-direito Hernâni Vaz Antunes fique em prisão preventiva, a medida de coação mais pesada. Em causa está o perigo de fuga do país para os procuradores da Operação Picoas durante a promoção das medidas de coação do caso », acrescenta o jornal.

O Ministério Público pediu ao juiz Carlos Alexandre que o cofundador da Altice fique em prisão domiciliária ou pague uma caução de 10 milhões de euros.

Segundo o Expresso, em causa está, alegadamente, uma “viciação do processo decisório do Grupo Altice, em sede de contratação, com práticas lesivas das próprias empresas daquele grupo e da concorrência”, que apontam para corrupção privada na forma ativa e passiva.

As autoridades destacam ainda que, a nível fiscal, o Estado terá sido defraudado numa verba “superior a 100 milhões de euros”.

O MP indica que terão também sido usadas sociedades offshore, indiciando os crimes de branqueamento e falsificação.

Saiba mais aqui:

Cofundador da Altice indiciado por 11 crimes de corrupção e branqueamento

 

« Alô Consulado » (n°6) – Alguns alertas para as idas a Portugal – ALFA 10/13

‘Alô Consulado‘ é uma rubrica mensal do ALFA 10/13. Uma vez por mês, a Rádio Alfa recebe Miguel Costa, adido social do Consulado Geral de Portugal em Paris. Este mês, falou-se de alguns alertas em relação as idas a Portugal: um programa transversal que trata de vários temas úteis aos Portugueses emigrantes.

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 24 de julho de 2023.

Professores de Português no Estrangeiro queixam-se de abandono da tutela que agenda nova reunião 

Professores de Português no Estrangeiro queixam-se de abandono da tutela que agenda nova reunião 

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Alfa/com Lusaemail sharing button
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whatsapp sharing buttonVários professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) reivindicaram hoje, em Lisboa, a resolução dos “muitos” problemas que os atingem e a retoma das negociações, tendo recebido da tutela a garantia de um próximo encontro em setembro.

O protesto registou-se na Fundação Calouste Gulbenkian, que acolhe hoje o oitavo encontro da Rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE), e foi promovido pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), para quem o EPE tem estado “abandonado pela tutela”.

Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse que são “muitos” os problemas que afetam os docentes do EPE, “às vezes à margem da sua sobrevivência, porque os seus salários não estão atualizados de acordo com o custo de vida nos países onde estão”.

Um dos motivos que esteve na origem desta iniciativa relaciona-se com a negociação do regime jurídico do EPE, que os sindicatos querem que seja retomada, mas que acusam a tutela de não promover.

“O regime jurídico do EPE está há anos para ser alterado”, disse, considerando que a sua resolução poderá contribuir para a melhoria das condições destes professores.

Apesar de uma inicial discussão com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, os sindicatos queixam-se da negociação não ter tido consequências e reclamam, por isso, um novo impulso.

Mário Nogueira recordou uma antiga reivindicação da Fenprof que é a passagem da tutela dos docentes do EPE para o Ministério da Educação.

“O instituto Camões tutela os docentes, mas percebe-se que é uma tutela com pouca competência, porque a secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas é que determina tudo o que acontece ao nível do EPE”, indicou.

E prosseguiu: “Entendemos que, sendo uma resposta do Estado português ao nível da educação, o Ministério da Educação não pode estar ausente, admitindo que o Camões, a secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e o Ministério dos Negócios Estrangeiros possam ter também aqui algum papel, nomeadamente em questões relacionadas com a rede”.

Presente no protesto – que se caracterizou pela entrega de documentos explicativos aos vários participantes do encontro, incluindo a Paulo Cafôfo – o secretário-geral do Sindicato dos Professores no Estrangeiro, Carlos Pato, reiterou a necessidade de se desbloquear o documento de revisão do regime jurídico do EPE.

Este regime poderá resultar em muitos benefícios para estes docentes, como a criação de quadros interministeriais, observou.

Entre os vários desafios que os docentes do EPE enfrentam está, por exemplo, a impossibilidade de concorrer aos concursos em Portugal e a coleção de contratos, com alguns professores a terem até 20 contratos, o que “leva à precariedade”.

Outra reivindicação passa pela revisão das tabelas salariais, com Carlos Pato a lembrar que “existe um abismo incrível entre o salário de um professor no país de acolhimento e um português a trabalhar lá e que tem de pagar as mesmas coisas, mas com menos dinheiro”.

Antes do início do encontro da rede EPE, os dirigentes sindicais entregaram o mesmo documento ao secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que deu a sua palavra de que em setembro iria receber estes sindicatos, retomando assim as negociações para a revisão do regime jurídico do EPE, entre outras matérias.

JMJ/Portugal: Recusada a entrada a 65 pessoas desde a reposição do controlo de fronteiras

JMJ: Recusada a entrada a 65 pessoas desde a reposição do controlo de fronteiras

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Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonAs autoridades portuguesas controlaram mais de 163 mil pessoas no primeiro fim de semana de reposição do controlo documental nas fronteiras no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), tendo impedido a entrada no país de 65 pessoas.

O controlo documental nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres no âmbito da JMJ entrou em vigor no sábado e está a ser feito de forma seletiva e direcionado com base em informações e análise de risco.

De acordo com o balanço operacional feito hoje, em comunicado, pelo Sistema de Segurança Interna, nos primeiros dois dias foram controladas 13.461 pessoas nas fronteiras terrestres e 149.838 passageiros nas fronteiras aéreas.

No âmbito da operação, foi recusada a entrada a 65 pessoas, das quais 52 tentavam chegar a Portugal por via terrestre e 13 por via aérea.

Nas fronteiras aéreas, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras controlou 885 voos, a esmagadora maioria com origem fora do Espaço Schengen, fez duas detenções, por fraude documental, e aplicou medidas cautelares em 41 casos.

Com 27 ações de fiscalização ao longo do dia, que envolveram um efetivo de 289 agentes, a Guarda Nacional República (GNR) identificou 25 contraordenações no controlo de fronteiras terrestres, dois crimes, fez três apreensões e deteve uma pessoa.

A informação divulgada hoje indica ainda que a GNR controlou no fim de semana 2.380 viaturas, dois comboios e sete embarcações.

Já o SEF, nas fronteiras terrestres, verificou 2.122 viaturas e 7.392 cidadãos, tendo em dois casos aplicado medidas cautelares.

A reposição de controlos documentais nas fronteiras permanecerá ativa até às 00:00 horas de 07 de agosto e acontece « a título excecional de forma a acautelar eventuais ameaças à ordem pública e à segurança interna », segundo uma resolução do Governo.

O controlo de fronteiras no âmbito da JMJ, evento que vai decorrer em Lisboa entre 01 e 06 de agosto e contará com a presença do Papa Francisco, está a cargo do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), com a assistência da Polícia de Segurança Pública (PSP) e GNR, além da eventual colaboração de autoridades de outros países.

PP vence em Espanha sem conseguir maioria absoluta com VOX

Foto de abertura – CNN Portugal

PP vence em Espanha sem conseguir maioria absoluta com VOX

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Os conservadores do Partido Popular (PP) venceram as eleições legislativas em Espanha, mas sem conseguir uma maioria absoluta com o VOX, segundo os resultados provisórios divulgados pelo Governo.

O PP, com 136 deputados, e o VOX, com 33, só conseguiram somar 169 deputados no parlamento, ficando a sete dos 176 necessários para a maioria absoluta.

O PSOE, com 122 deputados, e o Somar, com 31, totalizaram 153 lugares no parlamento e poderão ter mais deputados do que a direita com os aliados da última legislatura.

As sondagens divulgadas pelas televisões espanholas TVE e Telecinco no final da votação apontavam para uma vitória do PP com uma possível maioria absoluta com o VOX.

Segundo os resultados provisórios quando estavam contados mais de 98% dos votos, o PP tinha 32,96%, contra 31,73% dos socialistas do PSOE, de Pedro Sanchez, atualmente no poder.

Relativamente às eleições de 2019, o PP elegeu mais 47 deputados e o PSOE ficou com mais dois.

O VOX manteve-se como a terceira força política, mas perdeu 19 deputados em relação a 2019, ficando com 33, correspondentes a 12,39% dos votos.

O Somar, que integra partidos de extrema-esquerda que faziam parte do Unidas Podemos, elegeu 31 deputados com os 12,30% dos votos contabilizados.

Entre as formações políticas das autonomias regionais, a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) sofreu um revés, caindo de 13 para 7 deputados, o Juntos pela Catalunha perdeu um e ficou com seis, e no País Basco o EH-Bildu superou o Partido Nacionalista Basco pela primeira vez, com seis deputados contra cinco.

O Bloco Nacionalista Galego manteve o seu único lugar, a Coligação das Canárias ganhou um, tal como a União do Povo Navarro, de modo que a nova câmara será composta por onze partidos diferentes.

A taxa de participação foi de 70,32%, correspondente a mais de 23,9 milhões de votos, com a abstenção a atingir 29,67%.

Em 2019, a abstenção tinha sido de 33,76%.

Estas são as XVI eleições gerais em Espanha desde o fim da ditadura, em 1977, e foram chamados a votar 37.469.142 eleitores, para escolherem 350 deputados e 208 senadores.

As eleições estavam previstas para dezembro, no final da legislatura, mas foram antecipadas por Sánchez na sequência da derrota da esquerda nas municipais e regionais de 28 de maio.

Vingegaard sagra-se bicampeão ao conquistar 110ª edição da Volta à França

O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard venceu hoje a 110ª Volta a França, ao cortar a meta, nos Campos Elísios, ao lado dos companheiros da Jumbo-Visma, no final da 21ª e última etapa ganha pelo belga Jordi Meeus (BORA-hansgrohe)

Vingegaard, de 26 anos, defendeu com sucesso o ‘cetro’ conquistado no ano passado e foi acompanhado no pódio final por dois ciclistas da UAE Emirates: o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates), o também bicampeão (2020 e 2021) que voltou a ser segundo atrás do dinamarquês, agora a 07.29 minutos, e o britânico Adam Yates, terceiro a 10.56 minutos.

Nelson Oliveira (Movistar) tentou, na companhia de Simon Clarke (Israel-Premier Tech) e Frederik Frison (Lotto Dstny), com o trio a andar duas dezenas de quilómetros na frente do pelotão, chegando mesmo a dispor de 20 segundos de vantagem, um feito fantástico para o ciclista português, a demonstrar toda a sua classe.

Depois de exibir-se nas ruas de Paris, Nelson Oliveira foi 69º na etapa, fechando a sua participação na 53ª posição da geral, a 03:08.26 horas do novo bicampeão. Rui Costa (Intermarché-Circus-Wanty) concluiu a sua 11ª presença no Tour no 67º lugar, a 03:37.57, depois de hoje ser 149º.

A 21ª e última etapa de 115,1 quilómetros fez a ligação entre Saint-Quentin-en-Yvelines e os Campos Elísios, em Paris.

 

Vencedores dos últimos 10 anos:

Ano Vencedor

2023 Jonas Vingegaard, Din

2022 Jonas Vingegaard, Din

2021 Tadej Pogacar, Slo

2020 Tadej Pogacar, Slo

2019 Egan Bernal, Col

2018 Geraint Thomas, GB

2017 Chris Froome, GB

2016 Chris Froome, GB

2015 Chris Froome, GB

2014 Vincenzo Nibali, Ita

2013 Chris Froome, GB

 

Com Agência Lusa.

Portugal perde com Países Baixos na estreia absoluta num Mundial feminino

A seleção portuguesa feminina de futebol perdeu hoje por 1-0 com os Países Baixos, na sua estreia absoluta num Mundial, em encontro da primeira jornada do Grupo E, em Dunedin, na Nova Zelândia.

Um golo de Stefanie van der Gragt, aos 13 minutos, selou o triunfo das neerlandesas, vice-campeãs mundiais em título, que passam a contar os mesmos três pontos do que os Estados Unidos, vencedores por 3-0 face ao Vietname, no sábado.

A formação comandada por Francisco Neto volta a jogar na quinta-feira, defrontando o Vietname, em Hamilton, pelas 19:30 locais (09:30 em Paris), fechando o Grupo E face aos Estados Unidos, em Auckland, em 01 de agosto, pelas 19:00 (09:00).

 

Com Agência Lusa.

Portugal. Mais de metade dos jovens admite emigrar – sondagem

Alfa

Mais de metade (54%) dos jovens portugueses com entre 18 e 34 anos admite sair do país devido à situação difícel e a perspetiva de fracas oportunidades com que vivem em Portugal.

Os números são revelados este domingo, 23, por uma sondagem para o DN, JN e TSF.

Apesar de dizerem que o país « é bom para viver », os jovens dizem-se preocupados com a estabilidade financeira, a habitação e a precariedade no emprego.

São sobretudo jovens com grau de estudos mais elevados que poderão sair para trabalhar no estrangeiro e os países preferidos são Espanha, Reino Unido e França.

Eleições em Espanha. Extrema-direita pode entrar no Governo. »Esquerda espera um milagre »

Alfa

Eleições em Espanha. Extrema-direita pode entrar no Governo. »Esquerda espera um milagre », escreve o jornal português Público na sua edição deste domingo, 23, dia de votos para as eleições legislativas.

Com efeito, de acordo com recentes estudos e sondagens, a Espanha prepara-se para virar à direita.

Espanha vota este ano pela primeira vez em eleições gerais numa época de férias de verão com sufocantes altas temperaturas.

« Espanha prepara-se para viragem política com extrema-direita a espreitar o poder « , escreve pelo seu lado o Diário de Notícias, que acrescenta:

« O PP de Feijóo vence? Conseguirá maioria absoluta ou ficará dependente do Vox de Abascal para governar? O PSOE de Pedro Sánchez consegue contrariar as sondagens e vencer? E o Sumar de Yolanda Díaz consegue bater o Vox na corrida ao terceiro lugar? Em dia de eleições em Espanha são muitas as perguntas ».

Com efeito, a maioria dos comentadores internacionais afirma que a grande questão é saber se o Partido Popular confirmará o seu favoritismo e com que maioria irá governar.

São grandes as incertezas e, no fim da votação, a Espanha poderá ficar bloqueada.