Angola/Eleições/atualização. MPLA com 51,07%, UNITA ganha em Luanda. Resultados ainda provisórios

MPLA ganhou eleições em Angola com 51,07% contra 44,05% da UNITA, que terá ganho em Luanda. Resultados foram divulgados quando quase a totalidade dos votos (97%) estavam já contados.

 

Alfa/ com Lusa/CNE angolana
linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonJá durante a tarde, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana anunciara que o MPLA (poder) mantém vantagem, seguido da UNITA (oposição), quando estão escrutinados perto de 90%  dos votos das eleições gerais desta quarta-feira.

À tarde, com 77,12% dos votos apurados em Luanda, a União Nacional para a Libertação Total de Angola (UNITA) liderava com 62,93% dos votos e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) seguia em segunda posição com 33,06%, segundo o porta-voz da CNE, Lucas Quilundo.

Michele, o bebé português que foi apátrida durante um ano e 14 dias

Com Lusa

Michele foi apátrida até esta quarta-feira, um ano e 14 dias depois de nascer, período que os pais passaram a tentar registá-lo num consulado português, sem resposta, e em contactos « desesperantes » com serviços em Portugal, segundo contaram à Lusa.

O menino nasceu em Valença, Espanha, em 10 de agosto do ano passado, e com pai português e mãe italiana, tinha de ser registado num consulado.

Os pais quiseram que fosse português, para depois poder ter também nacionalidade espanhola, o que não aconteceria se fosse registado como italiano, por falta de acordos nesta matéria entre Itália e Espanha.

Logo após o nascimento do bebé, conseguiram marcar uma ida para outubro ao consulado de Barcelona, onde o pai está inscrito, mas os documentos da mãe que lhes pediram para levar não ficaram prontos a tempo: eram certidões que tiveram de ser pedidas em Itália e depois traduzidas, de forma certificada, segundo as regras especificadas pelas autoridades portuguesas.

Foi quando finalmente conseguem reunir todos os documentos que « começa a saga », nas palavras do pai de Michele, António Martins, com 42 anos e há 17 em Espanha, à Lusa. Porque, ainda em outubro do ano passado, quando puderam pedir nova visita ao consulado em Barcelona, já não se podia fazer essa marcação por email, mas apenas através da plataforma criada pelo Governo português para os agendamentos em todos os consulados.

Apesar das tentativas diárias e constantes, entre outubro e fevereiro/março deste ano, António nunca conseguiu fazer qualquer agendamento.

Também enviou emails e acabou por ser contactado, telefonicamente, por uma pessoa em Lisboa, que lhe disse quais os documentos necessários para o registo da criança. No início de maio, deram-lhe a data de 28 de julho para ir ao consulado de Barcelona, com o alerta de que depois havia ainda « dois a seis meses » até uma resposta.

« Já desesperados, falámos com um advogado português », explicou António Martins. Para os pais, contou, a perspetiva de ficar ainda tanto tempo com um filho apátrida era assustadora: a criança já tinha adoecido e foi atendida numa urgência, que tiveram, porém, de pagar, e a partir daí não tinha direito a assistência médica pública, como visitas ao pediatra, medicamentos comparticipados ou vacinas, que tiveram sempre de pagar.

O advogado aconselhou os pais a tratarem do processo em Portugal, o que fizeram, com a ajuda da mãe de António Martins, que primeiro tentou fazer o registo do bebé, mas os serviços disseram que neste caso tinha de fazer antes um pedido de nacionalidade para Michele.

Para este processo, não conseguiram agendar atendimento na região de Lisboa, onde vive a mãe de António Martins, que entregou a documentação no Arquivo Central do Porto, em meados de junho.

A partir daqui, não conseguiam ter informações sobre o andamento do processo, nem online, como era suposto, nem por mail, nem por telefone.

Uma notária amiga da família teve mais sorte e disseram-lhe, por email, que os pedidos de nacionalidade ficam todos na mesma fila de espera e têm resposta por ordem de entrada. Ainda assim, podem ser feitos « pedidos com urgência », o que a notária fez, via email, invocando a situação de apátrida do bebé, mas a resposta foi que não encontravam o processo e, depois, o silêncio.

Numa ida ao Algarve de carro, e com a ajuda de funcionárias dos Registos de Vila Real de Santo António, que se sensibilizaram com o caso, os pais conseguiram localizar o processo e confirmar, no início de agosto, que não estava perdido, mas mais nada.

Foi no regresso a Valência que António Martins denunciou o caso no Twitter, há menos de uma semana, e entre as muitas mensagens « de tanta gente com as mesmas razões de queixa », com « processos de anos por resolver », recebeu uma de uma pessoa que trabalha no Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), em Portugal, que lhe explicou que os pedidos de nacionalidade urgentes « só podem ser feitos por carta registada ».

Foi isso que António Martins fez na sexta-feira passada, quando enviou essa carta, que chegou ao arquivo central do Porto na terça-feira, véspera do dia em que a sua mãe recebeu uma chamada a dizer que tinha sido concedida a nacionalidade portuguesa ao neto.

« Um ano e 14 dias depois de nascer, o meu filho deixou de ser apátrida e menos de uma semana depois de ter feito a publicação no Twitter », disse António Martins, que não sabe se isso se deveu ao processo que já estava em curso, à carta registada com o pedido urgente ou à exposição que teve a publicação no Twitter em meios de comunicação social.

Aquilo que sabe é que tem a sensação de ter vivido um processo « desesperante » em que aquilo que mais o chocou foi « o desprezo absoluto pelos utentes, ninguém atende um telefone, ninguém dá uma informação ».

Festival Vilar de Mouros arranca hoje com Placebo e Suede

Com Lusa

Os britânicos Placebo e Suede estão em destaque no primeiro dia do festival Vilar de Mouros, que regressa hoje à localidade que lhe dá nome, em Caminha, após dois anos de pausa forçada pela pandemia.

Hoje, além dos Placebo e dos Suede, haverá ainda concertos de The Black Teddys, Battles e Gary Numan.

Para o segundo dia do EDP Vilar de Mouros, sexta-feira, estão agendadas as atuações de Non Talkers, Tara Perdida, Clawfinger, Black Rebel Motorcycle Club e Simple Minds.

O festival termina no sábado com The Mirandas, Blind Zero, The Legendary Tigerman, Bauhaus e Iggy Pop.

A programação do festival fica completa com as atuações do DJ Izzy, que, segundo a organização, “irá recriar o espírito das festas Rockline Tribe, no Palco Histórico do EDP Vilar de Mouros, nas madrugadas de quinta-feira a domingo, entre as 02:30 e as 04:30”.

De acordo com informação disponível no ‘site’ oficial do festival, o recinto abre todos os dias às 17:00 e há um autocarro gratuito, sempre a circular, com paragens na estação de comboios de Caminha, no centro de Caminha (na Ótica Pitosga) e junto ao recinto do festival.

Contígua ao recinto há uma zona de campismo, que é de acesso gratuito para quem tem passe de três dias para o festival. A saída dos campistas terá de acontecer até às 14:00 de domingo.

Quem só for a um dia, mas quiser ficar a acampar, pode fazê-lo pagando cinco euros. No caso de quem tem bilhete de um dia, a saída terá de ser feita até às 14:00 do dia seguinte à data do bilhete.

O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do « Woodstock » à portuguesa, aconteceu em 1971 em Vilar de Mouros, tendo sofrido um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.

Como tantos outros festivais de música em Portugal, o Vilar de Mouros não se realizou em 2020 e 2021 devido às restrições impostas para combater a pandemia da covid-19.

A 1.ª edição de 1971, lançada pelo médico António Barge, contou com a presença, entre outros, de Elton John e Manfred Mann.

Angola/Eleições: CNE anuncia primeiros resultados, MPLA na frente com 60,65%. UNITA contesta

Angola/Eleições:CNE anuncia primeiros resultados, MPLA na frente com 60,65%

email sharing button
linkedin sharing buttonAlfa/ com Lusa e imprensa
whatsapp sharing buttonO porta-voz da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) divulgou hoje os primeiros resultados provisórios das eleições gerais de Angola, que dão vantagem ao MPLA com 60,65%, seguindo-se a UNITA com 33,85%.

De acordo com Lucas Quilundo foram já escrutinados 33,16% do total dos votos.

Por candidatura, os resultados apontam para 60,65% para o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, e 33,85% para a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).

Mas este, o maior partido da oposição, contesta os resultados apresentados. Em conferência de imprensa, Abel Chivukuvuku,.candidato a vice-presidente pelo partido, considerou estarem em causa indicadores que « não são fiáveis ».

Rony Lopes no Troyes por empréstimo do Sevilha

O futebolista internacional português Rony Lopes foi emprestado por uma temporada ao Troyes, da liga francesa pelo Sevilha, anunciou o emblema gaulês na sua página oficial na Internet.

Os dirigentes do Troyes declararam que o clube “está satisfeito com este reforço de peso, que completa qualitativamente a força de trabalho” do plantel, “tendo em vista o objetivo de manutenção”.
 

 

 

 

O extremo de 26 anos, que conta com duas internacionalizações « AA » por Portugal, foi transferido do Mónaco para o Sevilha em 2019 e tem vindo a ser sucessivamente emprestado a outros clubes como o também francês Nice ou o grego Olympiacos.

Esta será a quarta experiência de Rony Lopes na Ligue 1, (Mónaco, Nice e Lille).
Com RTP.
Foto. Site Oficial Troyes.

Emanuel Macron alertou para « o fim da abundância »

Emmanuel Macron alertou hoje os franceses sobre « a grande mudança » no mundo que marca « o fim da abundância » durante um discurso aos seus ministros, em Paris.

Por causa da guerra na Ucrânia e não só, o presidente francês avisa a população para um momento de viragem no planeta. Emmanuel Macron acredita que a humanidade vai confrontar-se com o fim da abundância, também por causa da seca que está a afetar diversas regiões do mundo.

Assim, perante esta situação, Macron assinalou que os franceses « podem reagir com grande ansiedade » e exortou os membros do governo que « digam coisas », que « as nomeiem com grande clareza e sem catastrofismo ».

« Espero que o governo respeite a palavra dada e os compromissos que assumimos com a nação », acrescentou.

« O que espero poder fazer nas próximas semanas e meses é reafirmar uma unidade muito forte do governo, das forças da maioria » em torno de « um curso que nos permita consolidar a nossa soberania, a nossa independência francesa e a europeia », declarou.

Perante « a ascensão de regimes não liberais » e « o fortalecimento de regimes autoritários », o Presidente francês pediu aos seus ministros que sejam « sérios », « credíveis » e não cedam à tentação da « demagogia ».

« É fácil prometer tudo e qualquer coisa, às vezes dizer tudo e qualquer coisa. Não vamos ceder a essas tentações, à demagogia. Estas florescem hoje em todas as democracias, num mundo complexo que causa medo. Pode sempre parecer atraente dizer o que as pessoas querem ouvir (…), mas primeiro é preciso raciocinar perguntando-se se é eficaz e útil », acrescentou Macron.

 

 

veja reportagem vídeo da BFMTV.

 

Com Agência Lusa e RTP.

 

Ucrânia: MNE português em Kiev para aniversário da independência

Ucrânia: MNE português em Kiev para aniversário da independência

facebook sharing button
linkedin sharing buttonAlfa/ com Lusa – texto adaptação Alfa  e foto da Lusa
whatsapp sharing buttonO ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, está hoje em Kiev, para reiterar o apoio de Portugal à Ucrânia no dia em que o país celebra o 31.º aniversário da sua independência.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou através de um comunicado que João Gomes Cravinho já se encontra na capital da Ucrânia para uma deslocação oficial.

A Ucrânia está a assinalar os seis meses da invasão do seu território pela Rússia, em 24 de fevereiro, com uma exposição em Kiev de equipamento militar destruído ao inimigo.

Os seis meses da guerra coincidem com o 31.º aniversário da independência da Ucrânia, declarada em 24 de agosto de 1991.

Angola/Eleições: Quase 14,4 milhões chamados a votar na eterna disputa eleitoral do país

Angola/Eleições: Quase 14,4 milhões chamados a votar na eterna disputa eleitoral do país

 

facebook sharing buttonAlfa/ com Lusa
linkedin sharing button
whatsapp sharing button
Quase 14,4 milhões de angolanos são hoje chamados a votar nas eleições gerais, um processo considerado pouco transparente pela oposição, mas que o Governo acredita e considera ser exemplar.

Os dois favoritos, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) e a União Nacional para a Independência de Angola (UNITA) deverão partilhar a esmagadora maioria dos 220 lugares da Assembleia Nacional e, segundo a Constituição, os dois primeiros da lista nacional do partido mais votado serão, automaticamente, Presidente e vice-presidente do país.

O MPLA indica João Lourenço (candidato à reeleição) e Esperança Costa, para Presidente e vice-presidente do país. Já a UNITA indica o seu líder Adalberto Costa Júnior e, como número dois, Abel Chivukuvuku, fundador e antigo líder da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), o terceiro partido com mais assentos parlamentares.

As campanhas intensificaram-se nos últimos dias e ambos os partidos reclamam ser os mais bem posicionados para garantir as preferências dos eleitores.

Do lado do MPLA, o candidato João Lourenço apostou em mostrar trabalho feito, prometendo acabar no próximo mandato o que deixou por fazer nos cinco anos em que esteve na Presidência do país, apontando culpas à pandemia de covid-19.

O candidato da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, focou-se no « cansaço » e erros do MPLA, que não conseguiu tirar ainda os angolanos da pobreza e centrou as promessas nas eleições autárquicas – que João Lourenço tinha prometido concretizar e falhou – e numa revisão constitucional que retire os excessos de poder ao Presidente.

Além do MPLA e da UNITA, concorrem mais seis formações políticas: CASA-CE, Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Partido de Renovação Social (PRS), Aliança Patriótica Nacional (APN), Partido Humanista de Angola (PHA) e Partido Nacionalista para Justiça em Angola (P-Njango).

O período eleitoral foi também marcado pela morte no dia 08 de julho, em Barcelona, Espanha, do ex-presidente José Eduardo dos Santos, e pela contenda familiar que se seguiu, um braço de ferro judicial e diplomático em que levou a melhor a viúva, Ana Paula dos Santos, e os seus três filhos, apoiados pelo Governo angolano, contra os filhos mais velhos que estão em rota de colisão com o regime e não vão estar presentes nas exéquias.

O executivo ainda não avançou com a data oficial para o funeral de Estado que pretende fazer, mas se acontecer a 28 de agosto, como foi veiculado por dirigentes do MPLA, acontecerá ainda no rescaldo das quintas eleições angolanas, que se adivinham renhidas.

A polícia angolana mobilizou desde segunda-feira todo o efetivo, devido às eleições, até quinta-feira, e 75% dos meios entre “26 de agosto e 06 de setembro”.

As “medidas de prevenção” e segurança, de acordo com uma diretiva do Ministério do Interior angolano, vão vigorar até 01 de setembro, em que está prevista a “tomada de posse dos membros eleitos”.

Segundo a polícia angolana, mais de 80 mil efetivos, sendo que 35.930 ligados diretamente para assegurar as mais de 13.000 assembleias de voto, devem garantir a segurança das eleições angolanas.

A Comissão Nacional Eleitoral (CNE), entidade que ao longo deste período tem sido a principal visada pelas críticas dos partidos da oposição, criou 13.238 assembleias de voto, constituídas por 26.443 mesas, no território nacional, e 26 assembleias de voto com 45 mesas no estrangeiro, para as quais foram recrutados 105.952 membros.

Do total de 14.399 milhões de eleitores, que poderão votar entre as 07:00 e as 17:00, 22.560 são da diáspora, distribuídos por 25 cidades de 12 países de África, Europa e América.

Em Portugal, estão registados para votar cerca de 7.600 angolanos.

Incêndios: Área ardida este ano já ultrapassa os 100 mil hectares

A área ardida em Portugal devido aos incêndios deste ano já ultrapassou os 100 mil hectares, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e da Floresta (ICNF) hoje divulgados.

Os dados provisórios até hoje, obtidos com base no Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SGIF), registam que arderam 103.332 hectares, 51% de povoamentos florestais, 39% de matos e 10% de área de agricultura.

Desde o início do ano até hoje já foram registadas 9.100 ocorrências, de acordo com os mesmos números, publicados na página do ICNF.

Dados também publicados pelo ICNF, no quarto relatório provisório de incêndios rurais de 2022, com valores de 01 de janeiro a 15 de agosto, arderam nesse período 80.760 hectares, o que significa que na última semana terão ardido mais de 22 mil hectares. A 15 de agosto o número de ocorrências cifrava-se em 8.517, pelo que na última semana registaram-se mais de 500 ignições.

O relatório indica que, comparando com o histórico dos 10 anos anteriores, houve até dia 15 menos 12% de incêndios rurais mas mais 30% de área ardida.

Desde 2012, sempre com dados até 15 de agosto, este é o sexto ano com maior número de incêndios e o terceiro com mais área ardida.

No período em questão registaram-se 16 incêndios com uma área ardida igual ou superior a mil hectares (a maior parte, 82%, não chega a um hectare) e 66 com uma área ardida igual ou superior a 100 hectares, já considerados grandes incêndios. Castelo Branco foi o distrito com mais área ardida.

Até dia 15, das causas de incêndios apuradas indicam que 22% se deveram a queimadas e outros 22% a incendiários.

 

 

Com Agência Lusa.

Foto. AutoridadeNacionalEmergenciaProtecaoCivil/photos

Benfica confirma presença na fase de grupos da Liga dos Campeões

O Benfica venceu hoje em casa o Dinamo Kiev por 3-0 e confirmou a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões de futebol, após o triunfo por 2-0 na primeira mão do ‘play-off’.

Otamendi, aos 27, Rafa, aos 40, e David Neres, aos 42, marcaram os golos dos ‘encarnados’, que asseguraram a 17.ª presença nos grupos da ‘Champions’, a segunda consecutiva, mantendo o registo 100% vitorioso nos seis jogos disputados na temporada 2022/23.

O Benfica junta-se ao campeão nacional FC Porto e ao ‘vice’ Sporting, ambos já apurados para esta fase, cujo sorteio está marcado para quinta-feira, às 17:00 (horas em Lisboa), em Istambul, na Turquia, onde vai ser disputada a final, em 10 de junho de 2023.

A fase de grupos da Liga dos Campeões vai ser disputada entre 06 de setembro e 02 de novembro.

Resultados do ‘play-off’ da Liga dos Campeões em futebol (horas de Lisboa):

SEGUNDA MÃO

– Terça-feira, 23 ago:

Caminho dos Campeões

(+) Viktoria Plzen, Che – Qarabag, Azb, 2-1

Estrela Vermelha, Ser – (+) Maccabi Haifa, Isr, 2-2

Caminho das Ligas

(+) Benfica, Por – Dinamo Kiev, Ucr, 3-0

– Quarta-feira, 24 ago:

Caminho dos Campeões

Trabzonspor, Tur – Copenhaga, Din, 21:00

Dinamo Zagreb, Cro – Bodo/Glimt, Nor, 21:00

Caminho das Ligas

PSV Eindhoven, Hol – Rangers, Esc, 21:00

PRIMEIRA MÃO

– Quarta-feira, 17 ago:

Caminho dos Campeões

Qarabag, Azb – Viktoria Plzen, Che, 0-0

Maccabi Haifa, Isr – Estrela Vermelha, Ser, 3-2

Caminho das Ligas

Dinamo Kiev, Ucr – Benfica, Por, 0-2

– Terça-feira, 16 ago:

Caminho dos Campeões

Copenhaga, Din – Trabzonspor, Tur, 2-1

Bodo/Glimt, Nor – Dinamo Zagreb, Cro, 1-0

Caminho das Ligas

Rangers, Esc – PSV Eindhoven, Hol, 2-2

Com Agência Lusa.

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x