Há Festas e festas. A de Pontault-Combault já não é apenas uma festa portuguesa. É mais do que isso. Opinião

A festa de Pontault-Combault já não é apenas uma festa portuguesa.

É muito mais do que isso. 

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na Rádio Alfa na quinta-feira, 09.

Ou ouça aqui:

 

A idade de ouro do Renascimento português revela-se aos franceses no Museu do Louvre

Uma das exposições mais aguardadas da Temporada Cruzada França-Portugal abre sexta-feira no Museu do Louvre, em Paris, com 13 obras da pintura portuguesa dos séculos XV e XVI a lembrarem a importância deste período da arte portuguesa.

« É um verdadeiro evento e estamos muito reconhecidos ao Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) de ter feito viajar estes tesouros, porque são tesouros nacionais, porque é uma maneira única de conhecer esta pintura portuguesa em França e espero que as pessoas percebam a importância desta pintura quando virem estas obras », disse Charlotte Chastel-Rousseau, conservadora de pintura hispânica do Museu do Louvre e comissária da exposição « A idade de ouro do Renascimento português », em declarações aos jornalistas.

A exposição foi inaugurada formalmente pelo primeiro-ministro português, António Costa, acompanhado pela ministra da Cultura francesa, Rima Abdul Malak, na terça-feira, mas a abertura ao público far-se-á no dia 10 de junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, ficando aberta até 10 de setembro.

Estarão expostas numa sala dedicada às novidades do departamento de pintura do Louvre obras de Nuno Gonçalves, Jorge Afonso, Cristóvão de Figueiredo, Frei Carlos ou Gregório Lopes, incluindo as portas do Retábulo de Santa Auta ou “São Vicente Atado à Coluna”.

Na visita guiada aos jornalistas, tanto Charlotte Chastel-Rousseau como Joaquim Caetano, diretor do MNAA e também comissário desta exposição, expressaram a especificidade da pintura portuguesa deste período que para além do apoio do rei Manuel I, único nas artes entre todos os monarcas portugueses, contava com influências não só vindas da Flandres e de Itália, mas também dos novos territórios que Portugal estava a explorar.

No maior museu do mundo há atualmente apenas três quadros de pintura portuguesa, uma representação « mínima », reconheceu Charlotte Chastel-Rousseau. No entanto, há razões para esta realidade que nada têm a ver com a qualidade da pintura nacional.

« A pintura portuguesa deste período não é conhecida em França. Há muitas razões por isso, desde logo a destruição do património no terramoto de 1755, que destruiu não só as obras, mas também os arquivos tornando muito difícil o estudo da arte portuguesa. Há também a questão da secularização dos mosteiros que levou a que a pintura que estava nesses sítios passasse diretamente às academias de belas artes e depois museus nacionais », explicou em declarações aos jornalistas.

Os 13 quadros presentes no Museu do Louvre vieram todos do MNAA, com Joaquim Caetano a considerar que devido à escassez de obras no mercado de arte esta é uma boa oportunidade para mostrar a arte portuguesa.

« Talvez 30 obras estejam em coleções privadas, enquanto nós temos cerca de 300. Felizmente não houve uma grande dispersão das obras portuguesas, mas o outro lado é que não temos a presença do nosso património nos principais museus do mundo e o interesse dos historiadores é pouco. Esta é então uma possibilidade muito interessante para nós de mostrar a arte portuguesa de a um público mais vasto », indicou o diretor do MNAA.

Questionada sobre a possibilidade de uma sala portuguesa no Louvre, Charlotte Chastel-Rousseau admitiu que a forma de apresentar a coleção de pintura espanhola estava a ser repensada, mas que uma sala portuguesa só poderia ser feita através de novas aquisições de obras, sendo difícil adquirir obras portuguesas no mercado de arte.

Esta exposição decorre no quadro da Temporada Portugal-França, uma iniciativa de diplomacia bilateral entre Portugal e França que visa aprofundar o relacionamento cultural entre os dois países.

Com Agência Lusa.

Portugal com presença em destaque no Festival de Cinema de Marselha

O Festival de Cinema de Marselha, em julho em França, dedicará parte da programação a Portugal, com cinema português em estreia e a presença de vários produtores e realizadores.

De acordo com a programação da 33ª edição anunciada, na seleção oficial estarão as curtas-metragens “Paz”, de Marta Ramos e José Oliveira, “O banho”, de Maria Inês Gonçalves, e “Oso”, de Bruno Lourenço.

Na competição internacional estará o filme “Quarries”, de Ellie Ga, coproduzido entre Portugal, França e Suécia, onde a artista visual norte-americana vive e trabalha.

Para a competição francesa foi selecionada, em estreia mundial, a curta-metragem “Enjoy the weather: The film”, da ‘performer’ portuguesa Teresa Silva, inspirada na leitura da obra « A vida das plantas », de Emanuele Coccia.

O júri oficial do festival de Marselha contará com as realizadoras Maureen Fazendeiro e Luísa Homem e com o realizador João Pedro Rodrigues, que apresentará, em sessão especial, o filme « Fogo-Fátuo ».

No âmbito da Temporada Cruzada Portugal-França, e em parceria com o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), o festival de Marselha contará com a presença de “uma delegação de produtores portugueses”, que apresentarão projetos na secção FIDLab.

Contactada pela agência Lusa, fonte do ICA explicou que a seleção dos produtores presentes em Marselha caberá ao festival e que será oportunamente revelada.

No programa FIDLab, o festival anunciou apenas a apresentação do projeto « As estações », primeira longa-metragem da realizadora luso-francesa Maureen Fazendeiro, que em 2021 correalizou “Os diários de otsoga” com Miguel Gomes.

O realizador espanhol Albert Serra terá uma retrospetiva em Marselha, sendo exibidos vários filmes que o cineasta rodou com coprodução portuguesa pela Rosa Filmes, nomeadamente “A morte de Luís XIV” (2016), “Rei Sol” (2018) e o mais recente “Pacifiction – Tourment sur les îles”.

O Festival de Cinema de Marselha, focado no documentário, decorrerá de 05 a 11 de julho.

Com Agência Lusa.

Morreu a grande pintora portuguesa Paula Rego – 87 anos

Pintora Paula Rego morreu aos 87 anos

 

Alfa/ Lusa/ Outras fontes
linkedin sharing button
whatsapp sharing button
A pintora Paula Rego, uma das mais aclamadas e premiadas artistas portuguesas a nível internacional, morreu na manhã de hoje em Londres, aos 87 anos, disse à agência Lusa fonte próxima da família.

De acordo com o galerista Rui Brito, a artista « morreu calmamente em casa, junto dos filhos ».

Paula Rego estudou nos anos 1960 na Slade School of Art, em Londres, onde se radicou definitivamente a partir da década de 1970, mas com visitas regulares a Portugal, onde, em 2009, foi inaugurado um museu que acolhe parte da sua obra, a Casa das Histórias, em Cascais.

Nascida a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa, foi galardoada, entre outros, com o Prémio Turner em 1989, e o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso em 2013, além de ter sido distinguida com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada em 2004. Em 2010, recebeu da Rainha Isabel II a Ordem do Império Britânico com o grau de Oficial, pela sua contribuição para as artes.

Em 2019, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Governo de Portugal.

Gulbenkian promove mapeamento e recuperação de ecossistemas costeiros

A Fundação Gulbenkian e organizações ambientais vão fazer o mapa das zonas costeiras portuguesas capazes de absorver carbono, procurando encorajar investimentos na sua recuperação por empresas que queiram compensar as suas emissões poluentes.

« Carbono Azul » é a designação das emissões de dióxido de carbono absorvidas pelos sapais e pradarias marinhas que ficam depositadas como carbono nas lamas onde estas formas de vida crescem, morrem e se decompõem.

Até novembro deste ano, a Gulbenkian, a associação ANP/WWF e o Centro de Ciências Marinhas (CCMar), associado à Universidade do Algarve, vão usar toda a informação geográfica sobre nove áreas de ecossistemas costeiros para fazer um mapa inédito das suas capacidades de absorção de carbono, um projeto anunciado hoje, Dia Mundial dos Oceanos.

A partir de novembro e até fim de 2023, será a Fundação Calouste Gulbenkian a investir num projeto-piloto de conservação e recuperação de ecossistemas costeiros com capacidade de absorção de carbono, para compensar as 2.238 toneladas equivalentes de carbono que a sua atividade gerou no ano de 2021.

Depois, o objetivo será incentivar « a constituição de um mercado voluntário de carbono azul em Portugal », em que as empresas ou outras entidades poderão equilibrar as suas emissões poluentes investindo na recuperação de ecossistemas que são sumidouros de dióxido de carbono.

As rias Formosa, de Alvor, de Aveiro, os estuários do Sado, Mira e Arade, a reserva de Castro Marim e a lagoa de Óbidos são as principais zonas para mapear e tentar descobrir o seu potencial de retenção de carbono.

O investigador Rui Santos, do CCMar, salienta que os ecossistemas de carbono azul, que incluem ainda as florestas marinhas, de algas da família das laminárias, que não se encontram em Portugal, representam 0,5% dos oceanos mas absorvem metade do total das emissões retidas.

Contudo, a pressão sobre o litoral fez com que « nas últimas décadas se tenham perdido 50% dos ecossistemas de carbono azul », que quando são destruídos não só deixam de armazenar carbono como libertam para atmosfera aquilo que retinham.

Apesar de serem referidos na Lei do Clima aprovada no fim do ano passado, não há ainda mapeamentos ou estimativas do seu potencial, indicou Rui Santos, referindo que se irá usar a informação geográfica disponível e « fazer as contas possíveis, uma estimativa grosseira ».

Como se trata de zonas que estão sob tutela do Estado, a Gulbenkian salienta que qualquer intervenção estará sempre dependente das entidades da administração pública na dependência dos ministérios da Economia e Mar e do Ambiente e Ação Climática, com quem a Fundação vai começar conversações.

A Gulbenkian admite que depois de medida a capacidade de sumidouro de dióxido de carbono destes ecossistemas, isso possa influir na revisão da meta da neutralidade carbónica em Portugal, atualmente apontada para 2050.

 

Com Agência Lusa.

Portugal goleia Liechtenstein no apuramento para o Europeu de sub-21 de 2023

Portugal, já apurado, goleou hoje fora o Liechtenstein, por 9-0, no penúltimo jogo da ‘equipa das quinas’ no Grupo D da fase de qualificação o Europeu de sub-21 de 2023 de futebol.

Depois de ter visto confirmado na véspera o apuramento para a fase final do Euro2023, que se vai disputar na Geórgia e na Roménia, Portugal, com muitas alterações no ‘onze’, venceu, com golos de Fábio Silva (03, 27 e 57 minutos), Paulo Bernardo (43), Vítor Oliveira (45 e 65), Fábio Carvalho (78), Henrique Araújo (83) e Gonçalo Ramos (90).

Com este triunfo, Portugal passou a somar 25 pontos, mais oito do que a Grécia, tendo já assegurado a nona presença em fases finais de Europeus de sub-21, nas quais tem como melhores prestações os segundos lugares em 1994, 2015 e 2021.

 

Com Agência Lusa.

Obra da artista Joana Vasconcelos « Love in a Box » vai a leilão em Paris

A peça “Love in a Box” (2015), da artista Joana Vasconcelos, vai a leilão na quinta-feira, em Paris, com uma estimativa entre 25.000 e 35 mil euros, segundo a leiloeira Bonhams.

 

 

O objeto artístico – em forma de caixa de fundo brancos e letras inscritas em negro e vermelho, incluindo a palavra “Love” – será apresentado no leilão “Da Vanguarda aos nossos Dias”, na capital francesa.

Os materiais de “Love in a Box” são azulejos pintados, lã, ferro, contas acrílicas, poliéster e madeira compensada, e tem como dimensões 226 por 123 e 46 centímetros.

Esta peça de Joana Vasconcelos foi exibida na exposição “Joana Vasconcelos. Exagérer pour inventer”, no Hotel Departemental des Arts, em Toulon, França, em 2018, e, mais recentemente, no Parque de Esculturas de Yorkshire, em Wakefield, Reino Unido, na exposição “Beyond”, entre 2020 e 2022.

A artista está representada em diversos museus e coleções privadas, nomeadamente o Museu Nacional de Mulheres nas Artes, em Washington, nos Estados Unidos, o Museo de Arte Contemporânea de Castilla e León, em Espanha, e o Museu de Arte Amorepacific, em Seul, na Coreia do Sul, entre outros.

No âmbito da Temporada Cruzada Portugal-França, o trabalho da artista vai estar presente em vários eventos, nomeadamente no Arbre de Vie, em Paris, na sainte-Chapelle de Vincennes, no Jardin d´Eden na Maison Folie de Wazemmes, em Lille, e com uma instalação da série “Valquírias” na estação ferroviária de Lille-Flandres.

Em 2016, o museu ARoS Art Museum, em Aarhus, na Dinamarca, adquiriu a obra « Valkyrie Rán », de Joana Vasconcelos, com 50 metros de comprimento, da série “Valquírias”, para integrar a exposição permanente.

Nascida em 1971, Joana Vasconcelos representou oficialmente Portugal na Bienal de Arte de Veneza, em 2013, levando um cacilheiro transformado em obra de arte ao recinto principal da mostra internacional contemporânea.

Foi a primeira artista mulher e a criadora mais jovem a apresentar o seu trabalho no Palácio de Versailles, em Paris, em 2012.

Em 2018 foi alvo de uma grande exposição individual no Museu Guggenheim, em Bilbao, intitulada « I’m your mirror », com 35 obras.

 

 

Com Agência Lusa.

Foto. by Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images.

PASSAGE À NIVEAU – 5 JUIN 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 5 de Junho 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão.

TEMPESTADE 2.1 PODCAST 4 DE JUNHO 2022 : Nuniko

“TEMPESTADE 2.1”
O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan. Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Antonin agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

O convidado foi o cantor Nuniko

Aqui fica a emissão.

Liga Nações: Dois títulos são ‘coroa de glória’ do ‘centenário’ Fernando Santos

A conquista do campeonato da Europa, em 2016, e da Liga das Nações, em 2019, são as ‘coroas de glória’ de Fernando Santos enquanto selecionador português de futebol, em vésperas do seu 100º jogo.

Escolhido no início da época 2014/15 para suceder a Paulo Bento, depois do arranque falhado na qualificação para o Euro2016 (0-1 com a Albânia), Fernando Santos, de 67 anos, deu a Portugal o que faltava, os ‘canecos’ há muito procurados.

Depois de inúmeras tentativas falhadas, muitos lamentos, do ‘eterno’ quase, em 1966, 1984, 2000, 2004, 2006 ou 2012, a formação das ‘quinas’ conquistou, finalmente, um título em 2016, ao vencer o Europeu, numa final com França, muitas vezes a ‘carrasca’ lusa, e logo em solo gaulês, em pleno Saint-Denis.

Sem Cristiano Ronaldo, que cedo se lesionara, o ‘patinho feio’ Éder foi lançado por Fernando Santos na final de 10 de julho e resolveu-a, com um improvável ‘tiro’ de fora a área, aos 109 minutos, para o golo mais importante da história lusa.

Portugal não fez o mais brilhante dos percursos, longe disso, foi bafejado por ‘toda a sorte do Mundo’ e ninguém percebeu muito bem o porquê de ter sido naquele momento, e não em tantos outros passados, de verdadeiro brilhantismo, mas, para a história, ficou a vitória, o primeiro título de sempre da seleção nacional.

Fernando Santos poderia ter dito adeus nesse mesmo dia que já era ‘lenda’, mas continuou e, no caminho rumo aos 100 jogos, logrou ainda um segundo troféu, sem o mesmo peso, mas também importante, a edição inaugural da Liga das Nações, em 2019.

Com Ronaldo de ‘férias’, Portugal superou sem problemas a fase de grupos e, na ‘final four’, que organizou, superou a Suíça (3-1), com três do regressado ‘capitão’, e, na final, os Países Baixos, com um golo de Gonçalo Guedes.

Em 09 de junho de 2019, no Estádio do Dragão, no Porto, o jogador formado no Benfica deu o segundo ‘caneco’ a Portugal com um golo aos 60 minutos, engrandecendo ainda mais o percurso de Fernando Santos como selecionador português de futebol.

O técnico que, na sua carreira pelos clubes, orientou Benfica, FC Porto – para entrar na história como o ‘engenheiro do penta’, com a vitória na I Liga 1998/99 – e Sporting, não somou mais nenhum troféu, mas nunca deixou de, com maior ou menor dificuldade, apurar Portugal para todos os grandes certames.

Depois da vitória no Euro2016, a seleção das ‘quinas’ esteve no Mundial2018, ‘caindo’ nos ‘oitavos’ perante o Uruguai (1-2), e no Euro2020, também com eliminação nos ‘oitavos’, perante a Bélgica (0-1), e está qualificado para o Mundial2020.

Face à longevidade no cargo, num percurso que caminha para os oito anos, encabeça também quase todos os registos da formação das ‘quinas’, nomeadamente o de jogos, sendo que, com 99, já vai muito à frente de Luiz Felipe Scolari (74), Carlos Queiroz (51), Paulo Bento (47) e António Oliveira (44).

No que respeita a resultados, são 61 vitórias, 23 empates e 15 derrotas, com 204 golos marcados e 73 sofridos, com destaque para o registo de 45 triunfos, 17 igualdades e apenas sete desaires nos 69 jogos oficiais (144-51 em golos).

Fernando Santos estreou-se em 11 de outubro de 2014, com um desaire em França por 2-1, num particular, e completa na quinta-feira o seu 100.º jogo, na receção à República Checa, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, pelas 19:45.

O encontro conta para a terceira jornada do Grupo A2 da Liga das Nações, que Portugal lidera, com quatro pontos, precisamente os mesmos dos checos. A Espanha é terceira, com dois, e a Suíça segue no quarto lugar, ainda a zero.

 

Com Agência Lusa.