TEMPESTADE 2.1 PODCAST 4 DE JUNHO 2022 : Nuniko

“TEMPESTADE 2.1”
O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan. Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Antonin agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

O convidado foi o cantor Nuniko

Aqui fica a emissão.

Liga Nações: Dois títulos são ‘coroa de glória’ do ‘centenário’ Fernando Santos

A conquista do campeonato da Europa, em 2016, e da Liga das Nações, em 2019, são as ‘coroas de glória’ de Fernando Santos enquanto selecionador português de futebol, em vésperas do seu 100º jogo.

Escolhido no início da época 2014/15 para suceder a Paulo Bento, depois do arranque falhado na qualificação para o Euro2016 (0-1 com a Albânia), Fernando Santos, de 67 anos, deu a Portugal o que faltava, os ‘canecos’ há muito procurados.

Depois de inúmeras tentativas falhadas, muitos lamentos, do ‘eterno’ quase, em 1966, 1984, 2000, 2004, 2006 ou 2012, a formação das ‘quinas’ conquistou, finalmente, um título em 2016, ao vencer o Europeu, numa final com França, muitas vezes a ‘carrasca’ lusa, e logo em solo gaulês, em pleno Saint-Denis.

Sem Cristiano Ronaldo, que cedo se lesionara, o ‘patinho feio’ Éder foi lançado por Fernando Santos na final de 10 de julho e resolveu-a, com um improvável ‘tiro’ de fora a área, aos 109 minutos, para o golo mais importante da história lusa.

Portugal não fez o mais brilhante dos percursos, longe disso, foi bafejado por ‘toda a sorte do Mundo’ e ninguém percebeu muito bem o porquê de ter sido naquele momento, e não em tantos outros passados, de verdadeiro brilhantismo, mas, para a história, ficou a vitória, o primeiro título de sempre da seleção nacional.

Fernando Santos poderia ter dito adeus nesse mesmo dia que já era ‘lenda’, mas continuou e, no caminho rumo aos 100 jogos, logrou ainda um segundo troféu, sem o mesmo peso, mas também importante, a edição inaugural da Liga das Nações, em 2019.

Com Ronaldo de ‘férias’, Portugal superou sem problemas a fase de grupos e, na ‘final four’, que organizou, superou a Suíça (3-1), com três do regressado ‘capitão’, e, na final, os Países Baixos, com um golo de Gonçalo Guedes.

Em 09 de junho de 2019, no Estádio do Dragão, no Porto, o jogador formado no Benfica deu o segundo ‘caneco’ a Portugal com um golo aos 60 minutos, engrandecendo ainda mais o percurso de Fernando Santos como selecionador português de futebol.

O técnico que, na sua carreira pelos clubes, orientou Benfica, FC Porto – para entrar na história como o ‘engenheiro do penta’, com a vitória na I Liga 1998/99 – e Sporting, não somou mais nenhum troféu, mas nunca deixou de, com maior ou menor dificuldade, apurar Portugal para todos os grandes certames.

Depois da vitória no Euro2016, a seleção das ‘quinas’ esteve no Mundial2018, ‘caindo’ nos ‘oitavos’ perante o Uruguai (1-2), e no Euro2020, também com eliminação nos ‘oitavos’, perante a Bélgica (0-1), e está qualificado para o Mundial2020.

Face à longevidade no cargo, num percurso que caminha para os oito anos, encabeça também quase todos os registos da formação das ‘quinas’, nomeadamente o de jogos, sendo que, com 99, já vai muito à frente de Luiz Felipe Scolari (74), Carlos Queiroz (51), Paulo Bento (47) e António Oliveira (44).

No que respeita a resultados, são 61 vitórias, 23 empates e 15 derrotas, com 204 golos marcados e 73 sofridos, com destaque para o registo de 45 triunfos, 17 igualdades e apenas sete desaires nos 69 jogos oficiais (144-51 em golos).

Fernando Santos estreou-se em 11 de outubro de 2014, com um desaire em França por 2-1, num particular, e completa na quinta-feira o seu 100.º jogo, na receção à República Checa, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, pelas 19:45.

O encontro conta para a terceira jornada do Grupo A2 da Liga das Nações, que Portugal lidera, com quatro pontos, precisamente os mesmos dos checos. A Espanha é terceira, com dois, e a Suíça segue no quarto lugar, ainda a zero.

 

Com Agência Lusa.

Manuel Valls. Derrota nas legislativas francesas pode ter sido fatal para a sua vida política. Opinião

Eleições legislativas francesas.

A última aventura política do antigo Primeiro-ministro franco-espanhol, Manuel Valls, terminou mal.

Pode ser o fim de uma carreira política marcada por demasiadas mudanças, que lhe afetaram a credibilidade. 

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na quarta-feira, 08, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Clara Chotil apresenta “Ópera Negra”. O Livro da Semana

O LIvro da Semana. Programa de 8, 12 e 14 junho: CLARA CHOTIL, autora de “ÓPERA NEGRA”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

 

Ou ouça aqui:

 

Em destaque esta semana: CLARA CHOTIL, autora de “ÓPERA NEGRA”

Maria d’Apparecida teve um início de carreira marcado pelo racismo, mas obteve o merecido reconhecimento internacional em Paris. É então a vida de Maria d’Apparecida que a arquiteta franco-brasileira Clara Chotil transportou para “Ópera Negra”, um romance gráfico de quase 200 páginas.

A Clara, como salienta na abertura deste seu livro, inspirou-se no trabalho que a sua mãe, a jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil, publicou em 2020. Esta é então uma missão levada a cabo por mãe e filha com o objetivo de resgatar do esquecimento esta enorme cantora lírica brasileira.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Clara Chotil e descubra Maria d’Apparecida, a grande cantora lírica afro-brasileira admirada por Jorge Amado e Carlos Drummond.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

Entrevistador Nuno Gomes Garcia (último livro publicado em França):

 

Luís Filipe Vieira diz que « não há hipótese » de voltar a ser presidente do Benfica

Ministério Público acusa o ex-presidente do Benfica de lesar o clube e o Novo Banco em vários milhões de euros. Vieira garante que « nunca » roubou o Benfica e sente-se « um troféu ».

 

Luís Filipe Vieira não tem dúvidas de que ganharia umas hipotéticas eleições à presidência do Benfica, contudo, não tenciona regressar.

Em entrevista à CMTV, segunda-feira, o ex-presidente do Benfica, deposto após a detenção no âmbito da operação « Cartão Vermelho », rejeita o regresso e deseja muito anos no cargo a Rui Costa, seu sucessor.

« Não vou, não há hipótese de voltar. O que se passou comigo, as imagens, o que passou o meu filho. O que sacrifiquei », afirma. Ainda assim, deixa uma garantia: « A convicção que tenho é que ganhava as eleições [se acontecessem amanhã]. Não tenho dúvidas disso. »

Apesar de confessar estar « bastante magoado » com Rui Costa, seu sucessor, Vieira deseja-lhe um longo mandato na presidência do Benfica.

« Deus queira que o Rui Costa esteja muitos anos no Benfica e que eu possa ir todos os anos ao Marquês festejar », sublinha o empresário.

 

« Nunca roubei o Benfica »

 

Vieira assegura estar inocente das acusações que o Ministério Público (MP) lhe imputa, uma delas de que lesou o Benfica em cerca de dois milhões de euros, e considera que está a ser alvo de « caça ».

« De certeza absoluta, nunca roubei o Benfica. O Benfica se calhar roubou-me muito da minha vida familiar e empresarial. Passei 12 anos por burlão no caso BPN. Espero que neste caso também seja inocentado em vida, não em morto. Têm de provar que fiz o que quer que seja », frisa.

O antecessor de Rui Costa na presidência do Benfica lembra que o dia da detenção foi a quarta fez que a Polícia Judiciária lhe fez buscas em casa.

« Parece que de propósito, que alguém quer a minha cabeça, que sou um troféu na cabeça para alguém », atira. Troféu para quem, não sabe:

« Parece que saiu uma lista e fui escolhido por alguém para ser um bode expiatório para muita coisa. Já disseram que ia ser o bombo da justiça. »

 

« Pagava a cláusula de €30M do Rúben Amorim »

Luís Filipe Vieira não se mostrou apoiante da escolha de Rui Costa por Roger Schmidt, explicou que apostaria num treinador português, mais concretamente Leonardo Jardim, mas deixou uma confissão: ao dia de hoje, não hesitaria em pagar a cláusula de rescisão de Rúben Amorim com o Sporting, avaliada em 30 milhões de euros.

 

«O Rui Costa neste momento é o responsável, mas na minha opinião pessoal contrataria um treinador português. Quem? O Leonardo Jardim. O Rúben Amorim? Apresentaram um projeto ao Rúben que ele não quis. Eu estava no Seixal e deveria ter falado comigo. O Pedro Mil Homens e o Pedro Marques disseram-lhe o modelo do Benfica, que 70 por cento era Benfica e 30 por cento era treinador, ele entendeu que não queria. Quando me ligou já tinha assinado pelo SC Braga. Ele sabe o que vínhamos a falar. Se fosse presidente do Benfica, teria uma conversa séria com o Rúben Amorim e garanto que exercia a cláusula de rescisão de 30 milhões. Passado um ano estava pago. Mas neste momento o Rúben não sai do Sporting. Segundo consta até teve propostas e ele não quer sair.»

 

Com RR, aBola e CMTV.

 

 

Moção de confiança. Boris Johnson vence com 211 votos a favor

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, resistiu hoje a uma moção de censura interna no Partido Conservador ao conseguir 211 votos de apoio.

Numa votação secreta realizada hoje no edifício do Parlamento em Londres, 211 deputados (59%) do Partido responderam sim à questão: “Ainda tem confiança em Boris Johnson como líder?”, enquanto 148 (41%) responderam que não.

Johnson precisava uma maioria de 180 votos ou mais entre 359 deputados.

A moção de censura [« vote of no confidence »] ao líder do Partido Conservador foi convocada esta manhã, após dezenas de deputados terem manifestado descontentamento.

Graham Brady, presidente do grupo parlamentar Conservador, também conhecido por Comité 1922, declarou ter sido ultrapassado o patamar de 54 subscritores para desencadear o processo, embora não tenha adiantado o número preciso.

O escândalo causado pelas festas ilegais na residência de Johnson em Downing Street durante a pandemia de covid-19 foi apontado como a principal causa de insatisfação interna, mas alguns deputados levantaram outras questões relacionadas com políticas do Governo.

A votação secreta teve lugar na Câmara dos Comuns entre as 18:00 e 20:00 (mesma hora em Lisboa), sendo aberta ao grupo parlamentar Conservador, de 359 deputados.

As regras ditam que, se uma moção de censura fracassar, o líder do Partido fica imune a nova tentativa durante um ano, mas vários comentadores e políticos sugeriram hoje os regulamentos podem ser alterados.

Porém, a revolta poderá ter feito estragos na liderança e a contestação interna poderá voltar depois de 23 de junho, se o Partido Conservador perder duas eleições parlamentares parciais consideradas indicativas do sentido da opinião pública no norte e sul de Inglaterra.

Os 148 votos contra são superiores à insurgência de 117 deputados (37%) que Theresa May enfrentou em 2018, na sequência da qual se manteve em funções, acabando contudo por demitir-se quatro meses depois.

A amplitude da margem é considerada crucial para avaliar as perspectivas do chefe do Executivo durante o resto do mandato até às próximas eleições, previstas para 2024.

Com RTP.
Foto. Reuters.

Liga das Nações. França empata na Croácia 1-1

A seleção francesa empatou na visita à Croácia (1-1), na segunda jornada do Grupo A1 da Liga das Nações.

A partida marcou a 150ª internacionalização de Luka Modric (é apenas o oitavo jogador europeu a atingir esta marca).

Rabiot (52’) marcou para a França. Contudo a Croácia, que viu o título mundial escapar para os gauleses na final de 2018, chegou ao empate aos 83’, por intermédio de Kramaric, na conversão de uma grande penalidade.

Com este resultado, França e Croácia ocupam as duas últimas posições do Grupo A1, tendo somado o primeiro ponto. A Dinamarca que bateu a Áustria por 1-2 lidera com seis pontos.

 

 

Coro Gulbenkian em França. Temporada França/Portugal. Forte Presença Cultural Portuguesa em Paris

Nos próximos dias. FORTE PRESENÇA CULTURAL PORTUGUESA EM PARIS e noutras cidades francesas

 

 Alfa/Gulbenkian

 

O Coro Gulbenkian atua na Philharmonie de Paris, os artistas Rui Chafes, Pedro Costa e Paulo Nozolino apresentam-se no Centro Pompidou e obras-primas do Museu Gulbenkian são expostas no Hôtel de la Marine

 

 

O Coro Gulbenkian junta-se à Orquestra Filarmónica de Estrasburgo, dirigida por John Nelson, para dar a ouvir a Sinfonia Dramática Romeu e Julieta, de Hector Berlioz.

 

Em dois espetáculos, o primeiro no dia 7 de junho, em Estrasburgo, e depois no dia 10, em Paris, o Coro Gulbenkian atuará ao lado de cantores como Joyce DiDonato, Cyrille Dubois e Christopher Maltman.

 

O espetáculo de 10 de junho na Philarmonie de Paris será gravado ao vivo e editado em CD, contando também com a atuação do Coro da Ópera Nacional do Reno. Sob a batuta de John Nelson, o Coro Gulbenkian tinha já participado no elenco de A Danação de Fausto de Berlioz, cuja gravação foi distinguida com um Diapason D’Or em 2019.

 

No âmbito da Temporada Cruzada Portugal-França, a Fundação apresenta, no Hôtel de la Marine, a partir do dia 10 de junho, 90 obras da Coleção Calouste Gulbenkian que percorrem várias épocas e culturas. A seleção de peças desta exposição desvenda aspetos menos explorados da Coleção, entrando em diálogo com obras da Coleção, Al-Thani, uma das mais prestigiadas coleções particulares do mundo. A mostra pode ser visitada até dia 2 de outubro.

 

Também o Centre Pompidou irá abrir as suas salas à cultura portuguesa. A partir do dia 8, a exposição  “O resto é sombra” junta o escultor Rui Chafes, o cineasta Pedro Costa e o fotógrafo Paulo Nozolino, num diálogo entre o cinema, a escultura e a fotografia, que cruza as interrogações plásticas destes artistas. Realizada com o apoio da Fundação Gulbenkian, a mostra pode ser vista até dia 22 de agosto.

 

Ainda no âmbito da programação da Temporada Cruzada apoiada pela Fundação Gulbenkian, recorde-se que, desde fevereiro, o jardim do Museu do Louvre exibe uma obra monumental em cortiça, de Pedro Cabrita Reis. Nesta obra, intitulada As Três Graças, o artista reinterpreta um dos temas marcantes da Antiguidade clássica, amplamente representado na coleção do Louvre, entrando em diálogo com as esculturas em mármore e bronze do Jardim das Tulherias.

 

Noutras cidades francesas, a partir de 9 de junho, o Musée Cantini de Marselha recebe a exposição Vieira da Silva. L’oeil du labyrinthe, realizada com o apoio da Fundação Gulbenkian e em colaboração com a galeria Jeanne Bucher Jaeger e com o Museu de Dijon, para onde a exposição viaja em dezembro deste ano.

 

Já em Tours, no Centre de Création Contemporaine Olivier Debré, prossegue a exposição itinerante Tudo o que eu quero. Artistas portuguesas de 1900 a 2020, que apresenta cerca de 200 obras da autoria de 40 artistas portuguesas. A primeira edição desta mostra, realizada no ano passado na Fundação Gulbenkian, foi considerada, por vários críticos, uma das melhores exposições de 2021.

 

Mais informações em:  https://temporadaportugalfranca.pt/

 

França/Eleições: Valls reconhece derrota nas legislativas e diz ser tempo de « virar a página »

França/Eleições: Valls reconhece derrota nas legislativas e diz ser tempo de « virar a página »

 

Alfa/ com Lusa
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O antigo primeiro-ministro francês e candidato às eleições legislativas no círculo eleitoral que abrange Portugal, Manuel Valls, reconheceu ontem a derrota na primeira volta do escrutínio, considerando ser altura de “virar tranquilamente a página”.

“Tomo nota dos resultados para o 5.º círculo. Cabe-me tirar as consequências. A vida é suficientemente boa para virar tranquilamente a página », afirmou, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

O 5.º círculo diz respeito as franceses deslocados em Espanha, Portugal, Andorra e Mónaco e o antigo primeiro-ministro foi o candidato do partido do Presidente, Emmanuel Macron, o ‘República em Marcha’.

Renaud Le Berre, candidato ecologista que integra a Nova União Popular Ecologista e Social (NUPES), coligação pré-eleitoral liderada pela ‘França Insubmissa’ de Jean-Luc Mélenchon, foi o vencedor desta primeira volta das legislativas na 5.ª circunscrição, com 27,24% dos votos, seguido de Stéphane Vojetta, deputado dissidente do partido de Emmanuel Macron, que obteve 25,39% dos votos.

Valls foi o terceiro candidato mais votado, com 15,85% dos boletins escrutinados, pelo que a sua corrida fica por aqui.

O antigo primeiro-ministro agradeceu ainda no Twitter ao seu suplente, Thierry Burtin, que vive e trabalha em Portugal, sobretudo pelo resultado entre os franceses residentes em terras lusas.

Os franceses espalhados pelo Mundo são representados por 11 deputados que correspondem a 11 círculos eleitorais, tendo acesso a diversas modalidades de voto.

Em território francês a eleição decorre a 12 e 19 de junho, enquanto no estrangeiro o voto presencial decorre de forma faseada e tem várias modalidades.

Os eleitores da circunscrição que abrange Portugal votaram hoje e voltarão a fazê-lo no próximo dia 18 de junho. Já quem votou por correio teve que enviar o seu voto até dia 03 e tem até 17 de junho para votar na segunda volta.

Pela internet, a votação decorreu de 27 de maio a 01 de junho e a segunda volta decorre entre 10 e 15 de junho.

Novas tensões militares, agora no Ártico. Opinião

Geopolítica e reservas energéticas.

Novas tensões militares, agora no Ártico.

Crónica de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, na terça-feira, 07.

Ou ouça aqui: 

 

 

 

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