Natalidade/Portugal. « Sem a comunidade imigrante a nossa população começaria a decrescer rapidamente”

Alfa/ com Expresso e DN (adaptação Alfa)

Natalidade seria mais baixa sem a comunidade imigrante: “A nossa população começaria a decrescer rapidamente”.

Nunca nasceram tão poucas crianças em Portugal como no último ano. Cenário só não é mais dramático graças à comunidade migrante. O sociólogo Pedro Góis, investigador da Universidade de Coimbra, alerta (também) para a importância de se olhar « para lá dos nascimentos ».

Sociólogo da Universidade de Coimbra diz que “desde há uns anos cerca de 10% dos nascidos em Portugal têm mãe estrangeira”

Em 2021, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), Portugal registou menos de 80 mil nascimentos. O que, de acordo com a Pordata, significa que por cada mil residentes nascem apenas oito crianças. Contudo, como alerta o sociólogo numa entrevista ao DN, o cenário só não é mais dramático graças à comunidade migrante.

“Sem imigração, a nossa população começaria a decrescer muito rapidamente”, diz. “Desde há uns anos que cerca de 10% dos nascidos em Portugal têm mãe estrangeira”, refere o docente da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais (CES). Este valor tem sido mais ou menos constante: “Decresce um pouco e logo a seguir tende a recuperar um bocadinho”.

“Podíamos dizer que eles salvam um pouco a demografia nacional, mas só se eles ficarem. Se eles nascerem cá, mas passado algum tempo regressarem ao país de origem dos pais, ou forem para outros países, o seu contributo é apenas momentâneo”, afirma.

Jorge Jesus é o novo treinador do Fenerbahçe

O avião que transportou o português até Istambul aterrou num dos aeroportos da cidade, o Istanbul Sabiha Gokcen, já perto das duas da manhã, para assinar contrato com o Fenerbahçe.

Naquele local conheceu alguns elementos do novo clube.
Segundo avança a RTP, o técnico luso seguiu para um outro ponto da cidade num helicóptero fretado pelo Fenerbahçe, o seu próximo clube, pelo qual irá assinar por uma temporada com um salário de 7 milhões de euros/época.

Jorge Jesus foi recebido no aeroporto em clima de euforia por centenas de adeptos trajados a rigor e com tochas e as televisões turcas alimentaram diretos pela noite fora sobre a chegada do técnico luso.

Seduzido pelo projeto do Fenerbahçe, que esta época ficou em segundo lugar atrás do campeão Trabzonspor, Jorge Jesus terá oportunidade de competir já nas pré-eliminatórias de acesso à fase de grupos da Champions.

A posição de apuramento, conseguida pelo interino Ismail Kartal, que mantinha esperanças em permanecer no cargo, foi importante para Jesus aceitar o desafio.
Com RTP.

PR moçambicano aponta « esforço » da Rússia « para evitar o pior »

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, apontou na terça-feira o « esforço » da Rússia « para evitar o pior » na guerra com a Ucrânia, como um caminho para a paz no conflito.

O chefe de Estado falava em Maputo, citado pelos meios de comunicação estatais, após receber a presidente do Conselho da Federação russa (Senado), Valentina Matviyenko, que se encontra de visita a Moçambique.

« Disse muito bem aqui [a presidente do Senado] que a Rússia está a fazer um esforço para evitar o pior », porque « poderia terminar a guerra em dois dias ou três, mas isso implicaria enormes [perdas de] vidas », disse Nyusi.

« E esse princípio deve ser o mesmo a guiar » um processo de diálogo, « para ver se se consegue chegar a uma solução », referiu o chefe de Estado moçambicano.

Nyusi acrescentou: « Nós continuaremos a dar a nossa contribuição para que o diálogo funcione. Estaria disposto até, a qualquer momento, se for preciso, dar a nossa influência mínima que seja, humilde ou singela » para que « essa situação termine ».

« Nós temos a esperança de que, com os esforços e vontade do seu país [Rússia], o diálogo será a via ideal. Naturalmente que isso tem de ser correspondido. E se tivéssemos oportunidade de falar com a outra parte, a mensagem seria essa mesmo: deixar as diferenças e discutir as soluções », referiu.

Os impactos da guerra são globais, destacou o chefe de Estado.

« As carências aumentam », incluindo no país que governa, levando a um aumento da inflação, « e as populações nem sempre percebem que isso é o resultado de uma guerra » que não se passa em África, « muito menos em Moçambique ».

Valentina Matviyenko aludiu às sanções aplicadas a Moscovo, ao falar dos « bloqueios » às cadeias mundiais de logística, referindo que « prejudicam a Rússia, mas também a economia mundial », traduzindo-se em aumentos « dos preços dos combustíveis e alimentação ».

« Estamos a dispostos a fornecer trigo, mas tudo foi bloqueado », acrescentou.

« Paralelamente, tínhamos as conversações com a Ucrânia para assinar os acordos de paz, fizemos recuar as tropas de Kiev e foi preparado aquele acordo [de cessar-fogo], mas a condição era que a Ucrânia fosse território neutro », referiu Matviyenko, citada pela Televisão de Moçambique (TVM).

Valentina Matvienko, a terceira figura do Estado russo, está em Moçambique em resposta a um convite feito em outubro de 2021 pela presidente da Assembleia da República moçambicana, Esperança Bias, no âmbito da relação entre órgãos parlamentares.

Ambas assinaram na terça-feira um acordo de cooperação entre os dois parlamentos, incidindo na troca de experiências e partilha de informações.

A presidente do Conselho da Federação russa foi ainda recebida na terça-feira pelo primeiro-ministro moçambicano, Adriano Maleiane.

Matviyenko é uma das personalidades russas submetidas a sanções pelos Estados Unidos da América e União Europeia (bens congelados e sem direito a visto) desde 2014 devido ao seu papel na anexação da região ucraniana da Crimeia pela Rússia.

Moçambique foi um dos 38 países que se absteve na votação da Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde uma esmagadora maioria aprovou uma resolução responsabilizando a Rússia pela crise humanitária na Ucrânia devido à guerra.

A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder desde a independência) foi um aliado de Moscovo durante o tempo da ex-URSS, tendo recebido apoio militar durante a luta contra o colonialismo português e ajuda económica depois da independência, em 1975.

A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de quatro mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

 

Com Agência Lusa.

Rússia diz que cabe a Kiev e ao Ocidente resolver a crise alimentar global

Rússia diz que cabe a Kiev e ao Ocidente resolver a crise alimentar global

 

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A Rússia diz que apenas Kiev e o Ocidente podem agir para permitir as exportações de cereais ucranianos e russos, bloqueados desde o início da invasão russa da Ucrânia e que aumentam o risco de uma crise alimentar global.

“Os países ocidentais, que criaram uma tonelada de problemas ao fechar os seus portos para navios russos, cortando cadeias logísticas e financeiras, precisam de pensar muito sobre o que é mais importante”, realçou o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, numa referência às sanções contra Moscovo.

Para o governante russo, o Ocidente pode “divulgar a questão da segurança alimentar” ou “resolver esse problema com medidas concretas”.

“A bola está do lado deles”, salientou Lavrov, durante uma visita ao Bahrein.

Sergei Lavrov pediu ainda à Ucrânia, que enfrenta a invasão russa há três meses, para desminar as suas águas territoriais à volta dos seus portos, para permitir que navios carregados de cereais passem pelo mar Negro.

« Se o problema da desminagem for resolvido (…), as forças navais russas garantirão a passagem desimpedida desses navios para o mar Mediterrâneo e depois para os seus destinos », assegurou Lavrov.

O conflito na Ucrânia perturbou o equilíbrio alimentar global e está a levantar temores de uma crise que afetará em particular os países mais pobres.

A Ucrânia, grande exportadora de cereais, especialmente milho e trigo, tem a sua produção bloqueada devido aos combates.

Por sua vez, a Rússia, outra potência neste setor, não pode vender a sua produção e os seus fertilizantes por causa das sanções ocidentais que afetam os setores financeiro e logístico. Os dois países produzem um terço do trigo do mundo.

Na segunda-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, garantiu que está preparado para trabalhar com a Turquia para garantir o movimento de mercadorias no mar Negro, incluindo os cereais da Ucrânia.

Já a ONU descreveu como “construtivas” as conversas mantidas na segunda-feira com o governo russo para tentar facilitar as exportações de alimentos e fertilizantes do país.

A secretária-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), Rebeca Grynspan, reuniu-se na segunda-feira em Moscovo com o vice-primeiro-ministro russo, Andréi Belousov, e esta terça-feira viajou a Washington para manter reuniões com autoridades norte-americanas, divulgou hoje o organismo.

« O objetivo das negociações, como dissemos, está focado em facilitar os cereais e fertilizantes russos aos mercados globais para responder à crescente insegurança alimentar », explicou o porta-voz Stéphane Dujarric.

A responsável da UNCTAD assumiu a liderança nesta matéria em nome do secretário-geral da ONU, António Guterres, que há semanas que tenta promover um acordo mais amplo que inclua também alimentos ucranianos, básicos para alguns dos países mais pobres no mundo, onde o problema da fome está se tornando mais complicado.

De acordo com várias estimativas, a Ucrânia tem nos seus silos cerca de 22 milhões de toneladas de cereais que não pode levar para fora do país como resultado do conflito, já que a Rússia bloqueia o mar Negro e os portos ucranianos foram minados para impedir o desembarque das forças russas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo seguiu para Riade, capital da Arábia Saudita, para um encontro com o homólogo saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, e o chefe da Organização de Cooperação Islâmica, com sede no reino, revelou a sua porta-voz, Maria Zakharova.

Lavrov deve encontrar-se com os ministros dos Negócios Estrangeiros do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) na quarta-feira.

A organização, com sede em Riade, inclui membros-chave da aliança petrolífera OPEP+, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) juntamente com a aliança que este grupo assinou em 2021 com dez produtores externos, incluindo a Rússia.

Apesar da pressão de Washington, que quer um aumento na produção de petróleo para acalmar os preços da energia, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos mostraram o seu compromisso para com a OPEP+, distanciando-se do seu parceiro tradicional, os Estados Unidos.

A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de quatro mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra causou a fuga de mais de oito milhões de pessoas, das quais mais de 6,8 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Deschamps abandona concentração da Seleção francesa devido ao falecimento do pai

Didier Deschamps recebeu esta terça-feira a notícia do falecimento do seu pai e deixou a concentração da seleção para se reunir com a sua família, informou a Federação Francesa de Futebol (FFF).

« É com imensa tristeza que recebo a notícia do falecimento do pai de Didier esta manhã », escreveu em comunicado o presidente da FFF, Noël Le Graët.

« Didier juntou-se aos seus familiares e estamos todos com ele neste momento difícil », acrescentou Graët.

O adjunto de Deschamps, Guy Stéphan, dirigiu o treino desta terça feira da seleção francesa, que se prepara para os quatro jogos da Liga das Nações no início do mês de junho.

O primeiro dos quatro compromissos dos ‘Bleus’ será sexta-feira, no Stade de France, contra a Dinamarca.

 

Com AFP.

Presidente do Liverpool exige pedido de desculpas da ministra francesa dos desportos

O presidente do Liverpool exigiu hoje um pedido de desculpas da ministra dos Desportos de França, que acusou os adeptos do clube de serem os responsáveis pelos incidentes ocorridos antes da final da Liga dos Campeões de futebol.

Numa carta divulgada pelo jornal Liverpool Echo, Tom Werner diz estar “indignado” com as afirmações de Amélie Oudéa-Castéra, que acusou o Liverpool de ter deixado os seus adeptos à solta na final da ‘Champions’, disputada no sábado, em Paris, ao invés do que fez o Real Madrid, o outro finalista, que “supervisionou a ida dos seus adeptos a Paris”.

A ministra dos Desportos e dos Jogos Olímpicos considerou ainda que os adeptos ingleses terão sido os principais responsáveis pela falsificação de bilhetes que marcou o evento.

Segundo a ministra, foram detectados cerca de 30.000 a 40.000 ingleses sem bilhetes, ou com ingressos falsos, situação que, garantiu, será investigada.

“Temos que perceber de onde vêm os bilhetes falsificados”, disse a governante, confirmando que, a pedido do Liverpool, a UEFA decidiu não usar a aplicação móvel para os ingressos.

Tom Werner considerou que os comentários da ministra “são irresponsáveis e desrespeitosos para milhares de adeptos do clube”, que foi derrotado na final por 1-0, e denunciou a existência de “uma estratégia que procura atribuir a culpa aos outros”.

A final da ‘Champions’, disputada em Saint-Denis, na periferia norte de Paris, foi marcada por um cenário de caos em volta do estádio, mas sem feridos graves a lamentar.

Antes do jogo, dezenas de adeptos tentaram entrar à força no recinto, escalando barreiras para o conseguir.

A polícia interveio, dispersando a multidão com gás lacrimogéneo, lamentando depois que “famílias possam ter sido indiretamente atingidas”, e referindo que as tentativas de intrusão ou de utilização de bilhetes falsos foram “na generalidade” feitas por “adeptos ingleses”, mas “também, sem dúvida, com alguns parisienses e residentes de Saint-Denis”.

Entretanto, a UEFA anunciou a abertura de “inquérito independente” às falhas de segurança que marcaram sábado a final da Liga dos Campeões, que será liderado pelo português Tiago Brandão Rodrigues, antigo ministro da Educação.

Com Agência Lusa.

Deputado franco-português diz que mandato o aproximou das raízes portuguesas

O deputado franco-português Ludovic Mendes, do partido de Emmanuel Macron e presidente do grupo de amizade França-Portugal na Assembleia Nacional, recandidata-se na região de Moselle e quer estreitar relações entre os dois países.

« Acho que nunca estive tão próximo de Portugal do que nos últimos cinco anos. Talvez quando era pequenino, mas hoje vejo Portugal de uma forma diferente, amo-o novamente, mas de outra forma. Aprecio a sua história, as pessoas que encontrei, as suas cidades, as suas vitórias e também os seus problemas », disse Ludovic Mendes, em declarações à agência Lusa.

As memórias de Portugal de Ludovic Mendes, filho de pai português, estavam muito ligadas à infância, às férias e aos seus avós, tal como muitos descendentes de portugueses em França.

No entanto, os últimos cinco anos como deputado na Assembleia Nacional e, desde setembro, presidente do grupo de amizade França-Portugal nesta instituição, aproximaram-no das suas origens.

« Portugal tem uma história comum com França. Temos uma comunidade portuguesa em França que é fenomenal, que consegue valorizar a história, os costumes, a cultura, a cozinha e, sobretudo, que desenvolve laços importantes entre os dois países. É excecional », descreveu.

O deputado e candidato quer agora bater-se para disseminar o ensino da língua portuguesa em França.

« Tentámos abrir portas, temos uma magnífica temporada entre a França e Portugal em que muitas pessoas podem conhecer a rica história de Portugal e a sua proximidade com a França, mas falta ainda desenvolver o ensino da língua portuguesa em França. Precisamos encontrar verdadeiras soluções pelo menos para os territórios onde as pessoas querem aprender português », defendeu.

Para os próximos cinco anos, caso ganhe no seu círculo eleitoral, Ludovic Mendes gostaria de continuar à frente do grupo de amizade França-Portugal na Assembleia Nacional, apostando nas relações diplomáticas dos dois países para constituir alianças noutros continentes.

« Quero fazer as coisas de forma diferente e ver como conseguimos dinamizar juntamente com o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês esta relação. Quando temos um português à frente da ONU e sabemos a rede diplomática de que Portugal dispõe, acho que a França e outros países têm de se aperceber da importância da bacia do Mediterrâneo e esta vocação para a América do Sul », concluiu.

Depois da vitória de Emmannuel Macron na segunda volta das eleições presidenciais em abril, sobre a candidata de extrema-direita Marine Le Pen, as legislativas vão definir a composição do próximo parlamento.

A primeira e segunda voltas das eleições legislativas estão marcadas, respectivamente, para 12 e 19 de junho.

 

Com Agência Lusa.

« O Desportivo de Chaves não é só um Clube de uma cidade, é de toda uma região » – Sérgio Mota, Diretor de Comunicação

Como se sabe o Desportivo de Chaves garantiu no passado fim de semana o regresso à ‘elite’ do futebol português.

Sérgio Mota, diretor de comunicação do clube, foi ontem um dos vários convidados do Programa Tribuna Desportiva.

Ouça a entrevista aqui:

Sérgio Mota – Diretor de Comunicação do GD Chaves.

 

Tribuna Desportiva, às segundas entre as 21h e as 23h com Manuiel Alexandre, Marco Martins, Eric Mendes e Armindo Faria.

Jornalista francês do canal BFM TV morre durante operação de resgate na região de Lugansk

Frédéric Leclerc-Imhoff, jornalista francês do canal BFM TV, é o mais recente jornalista vítima mortal da guerra na Ucrânia. Cobria a retirada de civis perto de Severodonetsk.

 

« Estava na Ucrânia para mostrar a realidade da guerra. [Estava] a bordo de um autocarro humanitário, ao lado de civis [que foram] obrigados a fugir para escapar das bombas russas, tendo sido fatalmente ferido », escreveu o Presidente francês Emmanuel Macron no Twitter.

Macron adiantou ainda que Léclerc-Imhoff foi atingido no pescoço por um estilhaço do exército russo.

« Àqueles que garantem a difícil missão de informar envio, mais uma vez, o apoio incondicional de França », acrescentou. A ministra dos Negócios Estrangeiros de França, Catherine Colonna, considerou a morte « profundamente chocante » e « exigiu » uma « investigação transparente o mais rapidamente possível ».

Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, este é o segundo jornalista francês morto neste conflito, depois do franco-irlandês da estação norte-americana Fox News, Pierre Zakrzewski, e o oitavo repórter morto na Ucrânia desde a invasão da Rússia.

 

Com BFM,Observador e CNN Portugal.

 

 

 

PASSAGE À NIVEAU – 29 MAI 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 29 de Maio 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão.

 

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