« Passagem de nível » na Rádio Alfa
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 22 de Maio 2022
Entre as 12h00 e as 14h00
Aqui fica a emissão.
« Passagem de nível » na Rádio Alfa
Apresentação e Coordenação: Artur Silva
Domingo 22 de Maio 2022
Entre as 12h00 e as 14h00
Aqui fica a emissão.
No Estádio Nacional, o avançado iraniano Taremi ‘bisou’, com golos aos 22 minutos, de penálti, e aos 74, falhando ainda nova grande penalidade aos 66, com Vítor Ferreira a apontar o outro tento do FC Porto, aos 52, enquanto Neto Borges anotou o golo do estreante Tondela, aos 73.
Com este troféu, os ‘dragões’ passam a somar mais uma Taça de Portugal do que o Sporting, mas estão ainda longe do recordista Benfica, com 26, num dia em que Sérgio Conceição se tornou no primeiro treinador do FC Porto a conseguir a ‘dobradinha’ por duas vezes, depois de em 2019/20 ter cometido idêntica proeza.
– ‘Ranking’:
1. Benfica – 26 títulos
2. FC Porto – 18
3. Sporting – 17
4. Boavista – 5
5. Belenenses – 3
. Vitória de Setúbal – 3
. Sporting de Braga – 3
8. Académica – 2
9. Leixões – 1
. Estrela da Amadora – 1
. Beira-Mar – 1
. Vitória de Guimarães – 1
. Desportivo das Aves – 1
Com Agência Lusa.
A jogar fora, os ‘rossoneri’, que apenas necessitavam de um empate para garantir o título, venceram com golos de Giroud (17 e 32) e Kessie (36), com três assistência de Rafael Leão, de nada valendo o triunfo do Inter Milão na receção à Sampdoria, também por 3-0.
Campeão pela última vez em 2010/11, o AC Milan, treinado por Stefano Pioli, voltou a conquistar o ‘scudetto’, o 19.º da sua história, igualando a marca do Inter Milão, mas longe da recordista Juventus, que já soma 36.

A equipa dos portugueses Rúben Dias, João Cancelo e Bernardo Silva dependia apenas de si para conquistar o título, mas esteve a perder por dois golos, dando a volta ao resultado já dentro dos últimos 15 minutos, com três golos em seis minutos, de nada valendo o triunfo do Liverpool na receção ao Wolverhampton, por 3-1.
O Manchester City conquistou, assim, o oitavo título do seu historial, com quatro dos cetros a serem conseguidos nas últimas cinco épocas, com exceção para 2019/20, que foi para o Liverpool.
Com Agência Lusa.
O número dois português, 126.º colocado no ‘ranking’ ATP, estreou-se hoje no quadro principal de um ‘Grand Slam’, depois de ter superado a qualificação, sendo eliminado ao cabo de duas horas e 28 minutos.
Ante o antigo número oito mundial, atualmente no 24.º posto da hierarquia, o jovem de 25 anos, da Maia, perdeu pelos parciais de 6-3, 2-6, 6-4 e 6-4, caindo numa primeira ronda que terá outro luso em prova, João Sousa, ante Chun-Hsin Tseng, na terça-feira.
Com Agência Lusa.
Rovanperä, que começou este terceiro e derradeiro dia da quarta etapa do Mundial de Ralis com uma vantagem de 5,7 segundos sobre o britânico Elfyn Evans, seu companheiro de equipa na Toyota, com outro Yaris, e vencedor da prova em 2021, venceu três das cinco especiais de hoje, incluindo a ‘power stage’ na segunda passagem por Fafe, somando a pontuação máxima para o campeonato.
O finlandês terminou a jornada lusa com o tempo de 3:44.19,2 horas após as 21 especiais disputadas, deixando o segundo classificado, Evans, a 15,2 segundos, com o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20) em terceiro, a 2.17,3 minutos, depois de ter batido o japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris) na ‘power stage’ final.
“Começar a prova a abrir a estrada e, ainda assim, lutar pela vitória, foi bom. O carro esteve perfeito, todos podem ficar contentes”, disse o piloto finlandês, após cortar a meta em Fafe.
Filho de um antigo piloto de ralis, Harri Rovanperä, Kalle tornou-se, assim, no piloto mais novo de sempre a vencer o Rali de Portugal, aos 21 anos (destronou o compatriota Markku Allen, que, em 1975, venceu a prova portuguesa com 24 anos, aos comandos de um Lancia).
E também confirmou a tendência que se verifica desde que a prova regressou ao norte do país, em 2016, em que nenhum piloto consegue repetir uma vitória.
Nesse ano, venceu o irlandês Kris Meeke (Citroën C3). No ano seguinte, foi o francês Sébastien Ogier (Ford Focus), que tinha já vencido em 2010, 2011, 2013 e 2014, a somar a única vitória nesta versão da prova (as anteriores aconteceram no Algarve).
O belga Thierry Neuville (Hyundai i20) ganhou em 2018, seguindo-se o estónio Ott Tanäk (Toyota Yaris), ano em que foi campeão mundial.
Em 2020 não houve rali devido às limitações provocadas pela pandemia de covid-19, tendo o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris) vencido em 2021.
Desta forma, este foi o terceiro triunfo consecutivo da Toyota, que já leva sete no historial da prova lusa.
Rovanperä tinha como melhor resultado em Portugal um sexto lugar conseguido em 2019, com um Skoda Fábia de WRC2, pois, em 2021, já com o Toyota Yaris da categoria principal, teve problemas na primeira etapa, regressando no sábado em sistema de ‘superrally’, terminando apenas na 22.ª posição.
Este é o quinto triunfo da carreira do jovem finlandês, terceira consecutiva este ano, em que só foi batido pelo francês Sébastien Loeb (Ford Puma) na prova de abertura do campeonato, o Rali de Monte Carlo, igualando o adversário deste fim de semana, Elfyn Evans.
A última vez que um piloto conseguiu três vitórias consecutivas no campeonato aconteceu em 2016, com Sébastien Ogier a triunfar na Córsega, na Catalunha e em Gales. Um feito que apenas aconteceu 13 vezes na história do campeonato.
Rovanperä dominou a prova portuguesa, apesar de ter começado o primeiro dia a abrir a pista, teoricamente uma posição desfavorável em pisos de terra, pois implica menos tração.
Mesmo assim, venceu oito das 21 especiais, enquanto Evans foi o mais rápido em seis.
Neuville (duas), o estónio Ott Tanäk (duas), em Hyundai i20, os franceses Sébastien Loeb (uma) e Sébastien Ogier (uma) e o irlandês Josh McErlean, que acabou por ser o mais rápido na superespecial da Foz, no sábado, em Hyundai i20 dos WRC2, foram os restantes vencedores.
Este derradeiro dia de prova ficou marcado pelo acidente do finlandês Teemu Suninen (Hyundai i20) na última especial, em Fafe.
O até então líder dos WRC2 falhou uma travagem para uma curva à esquerda e saiu em frente, numa zona em que estava um grupo de pessoas, fora da zona espetáculo.
No entanto, as árvores acabaram por ajudar a parar o carro do finlandês, que obrigou a interromper o troço por alguns minutos, e evitar ferimentos quer no piloto e navegador como nas pessoas ali indevidamente colocadas, fora de qualquer zona espetáculo delimitada pela organização.
Retomada a corrida, a batalha pelo terceiro lugar animou os instantes finais da prova, com o espanhol Dani Sordo, amplo conhecedor do troço de Fafe, a ganhar 4,3 segundos ao japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), que baixou a quarto por apenas 2,1 segundos.
“Parabéns ao Dani. Lamento pela equipa. Tentei, mas não chegou. Não sou bom o suficiente. Tenho de melhorar”, lamentou o piloto nipónico, em lágrimas.
Assim, Sordo sobe ao pódio pela sexta vez no Rali de Portugal, depois de já em 2021 ter sido segundo classificado.
Thierry Neuville fechou a prova em quinto, seguido de Tanäk.
Após estes resultados, Rovanperä alargou a vantagem no Mundial de pilotos. O finlandês tem, agora, 106 pontos, contra os 60 de Neuville e os 38 de Katsuta.
No Mundial de construtores, a Toyota lidera, com 175 pontos, contra os 116 da Hyundai e os 94 da Ford.
Em WRC2, o despiste de Suninen na derradeira especial deixou a vitória para o francês Yohan Rossel (Citroën C3), que assume a liderança do campeonato.
Armindo Araújo (Skoda Fábia) foi o melhor português, em 14.º da geral, sendo ainda o quinto dos WRC2, logo seguido de Ricardo Teodósio (Hyundai i20).
A próxima ronda será o Rali da Sardenha, em Itália, de 02 a 05 de junho.
Com Agência Lusa.
O goleador francês brindou os adeptos no Parque dos Príncipes com três dos cinco golos da sua equipa, com Neymar e Di María a assinarem os restantes. Danilo foi titular e Nuno Mendes ficou no banco.
A derradeira jornada do campeonato francês também definiu as equipas classificadas para as competições europeias e as descidas de divisão.
O Mónaco, de Gelson Martins, deixou escapar a vitória frente ao Lens aos 90+6 e ao empatar ficou na terceira posição e irá para a terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões.
O Marselha, derrotou o Estrasburgo, por 4-0, ficou em segundo lugar e está apurado para a fase de grupos da Liga dos Campeões.
O Rennes terminou a campeonato no quarto lugar e vai à Liga Europa.
O Nice garantiu a presença na próxima edição da Liga Conferência.
O Saint-Étienne vai ao play off de manutenção com o Auxerre, Metz e Bordéus terminaram nos lugares de despromoção.
Bórdeus venceu Brest, por 4-2, com Ricardo Mangas a marcar um dos golos da sua equipa.
O Lille, com José Fonte, Tiago Djaló e Renato Sanches, empatou frente ao Rennes (2-2).
Resultados:
Angers – Montpellier, 2-0
Brest – Bordéus, 2-4
Clermont Foot – Lyon, 1-2
Lens – Mónaco, 2-2
Lille – Rennes, 2-2
Lorient – Troyes, 1-1
Marselha – Estrasburgo, 4-0
Nantes – Saint-Étienne, 1-1
PSG – Metz, 5-0
Reims – Nice, 2-3
Classificação final:
1.º PSG, 38 jogos/86 pontos
2.º Marselha, 38/71
3.º Mónaco, 38/69
4.º Rennes, 38/66
5.º Nice, 38/66
6.º Estrasburgo, 38/63
7.º Lens, 38/62
8.º Lyon, 38/61
9.º Nantes, 38/55
10.º Lille, 38/55
11.º Brest, 38/48
12.º Reims, 38/46
13.º Montpellier, 38/43
14.º Anger, 38/41
15.º Troyes, 38/38
16.º Lorient, 38/36
17.º Clermont Foot, 38/36
18.º Saint Étienne, 38/32
19.º Metz, 38/31
20.º Bordéus, 38/31
Com Jornal aBola.
“Estou muito feliz por ficar em França, em Paris, a minha cidade. Espero continuar a fazer o que mais amo fazer, que é jogar futebol e ganhar títulos”, descreveu o ‘astro’ gaulês, colega dos portugueses Danilo Pereira e Nuno Mendes nos parisienses.
As declarações foram prestadas numa cerimónia no Parc des Princes, com a presença do presidente do ‘PSG’, Nasser Al-Khelaïfi, pouco antes do encontro dos campeões de França com o Metz, da última jornada da Liga francesa.
“Tenho uma boa notícia para vos dar”, declarou o qatari, no momento improvisado em cima de um palanque colocado na relva, a que se seguiu um espetáculo pirotécnico.
O avançado de 23 anos, considerado um dos melhores praticantes da atualidade, terminava contrato no final de junho e durante toda a temporada 2021/22 foi apontado aos ‘merengues’.
Com Agência Lusa.
A jogar em casa, o Desportivo de Chaves, terceiro posicionado da II Liga, adiantou-se no marcador aos 15 minutos, com um golo de João Teixeira, e fez o segundo aos 68, por João Correia, com o Moreirense, 16.º da I Liga, a não conseguir responder.
No segundo jogo do ‘play-off’, marcado para o dia 29 de maio, em Moreira de Cónegos, vai decidir-se qual das equipas marca presença na I Liga na época 2022/23, com o Desportivo de Chaves em vantagem.
Com Agência Lusa.
O jogador do Belenenses Francisco Menéres, que apontou quatro penalidades na segunda parte – período em que o Direito não fez qualquer ponto – que resultaram em 12 pontos, foi a figura de um encontro em que já tinha feito uma conversão no primeiro tempo.
Os adeptos que lotaram a bancada assistiram a uma entrada forte do GD Direito, que à passagem dos quatro minutos colocou-se na frente do marcador (0-3) através de uma penalidade convertida por Jerónimo Portela.
Apesar do ascendente e de passarem quase toda a primeira parte instalados junto à zona defensiva do Belenenses, os ‘advogados’ depararam-se com um adversário muito coeso, que conseguiu evitar que o oponente avolumasse a vantagem.
Os ‘azuis’ aproveitaram o adiantamento do Direito para surpreenderem na primeira vez que se acercaram da zona de finalização. David Wallis, aos 19 minutos, fez um ensaio que permitiu ao Belenenses passar para a frente do marcador (5-3).
Mais uma vez contra a ‘corrente’ do jogo o Belenenses surpreendeu o oponente num ensaio de Rodrigo Marta que, aos 38 minutos, pôs o placar em 10-3. Volvido um minuto, foi a vez de Francisco Menéres inscrever o seu nome na lista de marcadores ao ampliar, numa conversão, para 12-3 a vantagem do Belenenses.
Já em tempo de compensação, aos 40+2, foi a vez do Direito encurtar a distância no marcador por intermédio de um ensaio de Francisco Rosa, que conseguiu escapar a vários adversários, colocando o marcador em 12-8, resultado com que se atingiu o intervalo.
No segundo tempo, o Direito procurou inverter o resultado, mas as suas tentativas saíram goradas num período em que o Belenenses soube aproveitar os erros do adversário. Francisco Menéres foi o homem em destaque ao apontar quatro penalidades (44, 60, 74 e 76 minutos) que colocaram o marcador em confortáveis 24-8, aos 76 minutos.
Já sem capacidade de reação, o Direito viu o Belenenses avolumar o marcador num ensaio de Duarte Azevedo (80 minutos) e uma conversão do incontornável Francisco Menéres, que, aos 80+1, fechou as contas do jogo em 31-8, que deu o oitavo cetro de campeão ao emblema do Restelo.