Sporting vence Benfica e conquista Taça de Portugal de futsal

O Sporting conquistou hoje a Taça de Portugal de futsal, a nona do seu historial, depois de vencer o Benfica por 4-3, na final disputada no Pavilhão Multiusos de Sines.

Os ‘leões’ marcaram por Tomás Paçó, aos 01 e 35 minutos, Erick Mendonça, aos 14, e Esteban, aos 29, enquanto pelos ‘encarnados’ foram Chishkala, aos 16, e Rocha, aos 16 e 21, que apontaram os tentos, num jogo com várias alterações no rumo do marcador.

Com este triunfo, o Sporting vence a Taça de Portugal pela quarta vez consecutiva (em 2020/21 não se disputou devido à pandemia de covid-19), e é o recordista, com nove cetros, enquanto o Benfica, que não vence desde 2016/17, continua com sete troféus.

– Ranking:

1. Sporting – 9 vitórias

2. Benfica – 7

3. Fundação Jorge Antunes – 2

4. Miramar – 1

. Instituto João V – 1

. Correio da Manhã – 1

. SL Olivais – 1

. Belenenses – 1

. Fundão – 1

Com Agência Lusa.

Tenista João Sousa perde final de Genebra frente a Casper Ruud

O tenista português João Sousa perdeu hoje a final do torneio de Genebra, ao ser derrotado pelo norueguês Casper Ruud, segundo cabeça de série, por 7-6 (7-3), 4-6 e 7-6 (7-1), ao fim de três horas de jogo.

Num encontro muito equilibrado, o número um nacional esteve em desvantagem de um ‘break’ no primeiro ‘set’, mas respondeu no 10.º jogo, igualando a partida e levando esta para o ‘tie break’, que veio a perder diante do oitavo jgador do mundo por 7-3.

No segundo parcial, João Sousa, número 79 do mundo, ‘quebrou’ Ruud ao quinto jogo e passou para a frente, mantendo a vantagem de um ‘break’ e vencendo o’set’ por 6-4.

A situação repetiu-se no terceiro ‘set’, quando Sousa ‘quebrou’ o adversário no quinto jogo, mas Ruud respondeu no 10.º, igualando a contenda, que teve de ser resolvida em novo ‘tie break’, no qual o jogador luso sofreu uma quebra, perdendo por claros 7-1.

O vimaranense, de 33 anos, falhou o quinto cetro da carreira, na sua 12.ª final no circuito ATP, depois de já ter vencido este ano em Pune, torneio que juntou aos de Kuala Lumpur (2013), Valência (2015) e Estoril (2018).

 

Com Agência Lusa.

Primeira-ministra ex-socialista moderada, Governo à direita: Eis Emmanuel Macron. Opinião (texto)

Opinião – Daniel Ribeiro

Depois de designar Élisabeth Borne, próxima dos socialistas até 2017, para primeira-ministra, o Presidente francês chamou figuras com peso na direita clássica e moderada para o primeiro Executivo do seu segundo mandato. 

O novo Governo francês é interino (até ao fim das eleições legislativas de 12 e 19 de Junho) e é, também, de continuidade. Se Jean Castex deu lugar a Élisabeth Borne na chefia da equipa ministerial, esta conserva nomes como Bruno le Maire (direita moderada), na pasta da Economia e das Finanças. O mesmo acontece com Gérald Darmanin, que continua a comandar a Administração Interna.

E entram mais nomes de direita para postos importantes no novo Governo.

A grande novidade é a nomeação, para os Negócios Estrangeiros, de Catherine Colonna, histórica chiraquiana (direita neogaullista), até agora embaixadora no Reino Unido e antiga ministra dos Assuntos Europeus e porta-voz do falecido Presidente, Jacques Chirac.

Neste último pelouro (dos Assuntos Europeus) permanece Clément Beaune, como ministro-delegado.

O elenco inclui outros novos nomes da direita, como Damien Abad (Solidariedade).

No entanto, uma das grandes surpresas do novo Executivo é a nomeação do historiador Pap Ndiaye, diretor do Museu da Imigração, para o Ministério da Educação. É conotado com a esquerda moderada (é um dos poucos deste setor, além de Brigitte Bourguignon, na Saúde).

A constituição do novo executivo acontece a poucas semanas das legislativas de 12 e 19 de junho, nas quais Emmanuel Macron enfrenta o partido de Marine Le Pen (Reagrupamento Nacional, extrema-direita) e a recentemente constituída frente de esquerda Nova Unidade Popular, dirigida por Jean-Luc Mélenchon, que integra a França Insubmissa (esquerda radical), ecologistas, comunistas e socialistas.

O novo Goveno, na realidade, é interino. A chamada “maioria presidencial” (vasta “nebulosa” política que integra centristas, sociais-democratas, direita e alguns socialistas) necessita de vencer as próximas legislativas para conservar o poder.

Mas, em consonânica com a tradição, ss sondagens são favoráveis aos aliados de Emmanuel Macron, que pode conquistar uma maioria absoluta. O seu partido A República em Marcha, rebatizado de Renascimento, quer repetir o feito das legislativas de 2017.

Nas eleições para a Assembleia Nacional (AN), que decorrem sob o sistema eleitoral tradicional francês – uninominal, maioritário, a duas voltas –, o partido de Le Pen poderá ser o grande prejudicado.

Depois de ter disputado a segunda volta das presidenciais com Macron, a extremista poderá ficar apenas em terceiro lugar na AN, atrás da “frente popular de esquerda” de Mélenchon, que é “eurocético” e pode vir a ser a principal força de oposição.

No fundo, a formação do novo Governo representa Emmanuel Macron, no seu melhor: acena à esquerda moderada (aos destroçados socialistas, que não gostam de Mélenchon) e à direita clássica, cujo partido « Os Republicanos », caiu em crise profunda depois do descalabro da sua candidata nas recentes presidencais.

De facto estamos perante Macron no seu melhor. Ele poderá ter encontrada a receita para vencer as Legislativas.

 

Kylian Mbappé fica no Paris SG – Imprensa

Segundo notícia avançada pela imprensa francesa, Kylian Mbappé decidiu ficar no PSG, rejeitando a proposta do Real Madrid.

Também em Espanha, o jornal Marca confirma a notícia e adianta o avançado já informou Florentino Pérez, presidente dos merengues, da sua decisão.

Ao que tudo indica, a decisão já está tomada – Mbappé vai assinar um vínculo válido por mais três temporadas com os parisienses – e deverá ser anunciada nas próximas horas, podendo depois ser celebrado na noite deste sábado, em pleno Parque dos Príncipes, após o encontro com o Metz, juntamente com a comemoração da conquista do título de campeão nacional por parte do PSG.

 

Com abola, AFP, L’équipe e RMC.

Costa em Kiev com Zelensky: Ucrânia e Portugal têm « valores iguais, de vida e de liberdade »

António Costa reuniu-se esta manhã com o Presidente Zelensky depois de uma visita a Irpin, onde disse: o que viu foi « muito duro de ver, absolutamente devastador ».

No fim da reunião, Zelensky sublinhou que Ucrânia e Portugal têm « valores iguais, de vida e de liberdade », e Costa frisou que o chefe de estado ucraniano « inspira o mundo ».

PM Costa disse que apoia « de braços abertos » opção da Ucrânia de entrar na União Europeia.

Zelensky agradece o apoio de Portugal. 

 

Destaques do Passagem de Nível. Cultura, História, Temporada França/Portugal. Entrevistas. Domingo,22

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 22 de Maio 2022. Das 12h00 às 14h00

Temas em destaque:

-No âmbito da Temporada Portugal França 2022, a Coordenação do Ensino Português em França, leva a cabo três projectos: “Amigos do cavalo-marinho e biodiversidade marinha”, “Porta-vozes do oceano” e “à procura do oceano perdido”.
Convidado: Adelaide Cristovão, Coordenadora do Ensino Português em França

-Portugal é o país convidado da 11ª edição do Festival de l’Histoire de L’Art, de 3 a 5 de Junho no Château de Fontainebleau – entrada gratuita
Convidado: Miguel Magalhães, da Fundação Gulbenkian, que vai participar na mesa redonda: Culture et résistance malgré l’Estado Novo, dia 3 de Junho

Grave situação nos hospitais em França, certas urgências encerradas durante a noite. A Coordenação de vigilância do GHU H.Mondor/A.Chenevier/E.Roux, lança uma série de encontros-debates sobre a situação do sector da saúde em França
Convidado: Fabien Cohen, porta-voz Coordenação CHU Henri Modor

-Livro: Histoire de la nation portugaise, éditions Tallandier do historiador Yves Léonard

-A Associação TSP-Também somos portugueses publicou um relatório sobre as eleições de 2022 para a Assembleia da República
Convidado: Paulo Costa, membro da TSP

-Faleceu a meio-soprano espanhola Teresa Berganza, uma dos impulsionadores da criação do Centre Européen de Musique, em Bougival (78)
Convidado: Jorge Chaminé, barítono e presidente-fundador do Centre Européen de Musique

 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5ª feira, entre as 0h00 e as 2h00

Ucânia/Portugal. Costa vai a Kiev falar com Zelensky sobre “estatuto especial” para integração europeia

Costa vai falar com Zelensky sobre “estatuto especial” para integração europeia

 

Alfa/ com Lusa/Espresso (adaptação Alfa)

Primeiro-ministro garante que Portugal vai manter apoio militar à Ucrânia. Reconheceu divisões dentro da UE sobre a adesão daquele país e apelou à unidade

Primeiro era segredo, depois o Presidente anunciou e o primeiro-ministro confirmou:

António Costa vai a Kiev entre esta sexta-feira e sábado. E, na Polónia, antecipou o que vai falar com o Presidente ucraniano. “Os contactos que manterei na Ucrânia com o Presidente Zelensky e com o primeiro-ministro ucraniano incidirão sobre as formas de apoio que, do ponto de vista bilateral, Portugal pode continuar a assegurar ao nível do fornecimento de equipamento militar, humanitário e financeiro. Vamos também discutir a perspetiva europeia da Ucrânia, tendo em vista a que possamos ajudar a construir uma posição de unidade na União Europeia”, disse António Costa em Varsóvia, na conferência de imprensa conjunta com o chefe do Governo polaco.

O primeiro-ministro português salientou que é essencial a unidade na União Europeia e adiantou que falará com o Presidente ucraniano sobre a importância de definir um estatuto especial para um caminho pragmático e progressivo de integração europeia da Ucrânia.

Antes de falar o líder do executivo português, Mateusz Morawiecki defendeu uma rápida adesão da Ucrânia à União Europeia. Pouco depois, António Costa resolveu deixar as seguintes mensagens: “Os 27 Estados-membros da União Europeia têm de possuir a abertura suficiente para encontrarem o estatuto especial que é necessário para a Ucrânia, não nos agarremos a designações e concentremo-nos em ser pragmáticos”.

“A melhor ajuda que podemos dar à Ucrânia é não haver divisões e mantermos uma resposta unida na União Europeia face à agressão militar da Rússia. A última coisa que devemos fazer é encontrar divisões entre nós”, salientou.

O primeiro-ministro referiu a título de exemplo o complexo processo de adesão de Portugal à União Europeia, com negociações que demoraram nove anos, e falou num dos temas que espera abordar no sábado, em Kiev, com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

António Costa reconheceu a existência de uma posição diferenciada entre os Estados-membros da União Europeia em matéria de processo de adesão da Ucrânia, mas procurou sobretudo dar ênfase aos pontos em que existe convergência.

“Estamos reconhecidos e satisfeitos com a clara opção europeia da Ucrânia, todos reconhecemos a Ucrânia como parte da família europeia e todos sabemos bem quais as regras da União Europeia. Temos de encontrar uma solução que responda àquilo que é prioritário neste momento para a Ucrânia: Apoio militar, económico, humanitário e compromisso inquestionável para o esforço enorme de reconstrução”, sustentou.

20 anos da independência.Marcelo Rebelo de Sousa “é o avô Nana de Portugal” em Timor-Leste

Marcelo Rebelo de Sousa “é o avô Nana de Portugal” nas redes sociais em Timor-Leste

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Alfa/com Lusawhatsapp sharing buttonPraticamente desde que aterrou em Díli que fotos e vídeos do Presidente português inundaram as redes sociais com milhares de comentários, entre os quais se destacam as comparações com o líder histórico timorense, Xanana Gusmão.

“É o avô Nana de Portugal”, pode ler-se em vários comentários aos vídeos e fotos de Marcelo Rebelo de Sousa nos contactos com a população, e que levaram a que fosse comparado a Xanana, também ele reconhecido pelo seu regular e intenso contacto popular.

Comentários em tétum, em português ou em inglês que tornaram o chefe de Estado no assunto mais popular que quase ‘destronou’ momentos como a investidura do novo Presidente, José Ramos-Horta, ou as celebrações dos 20 anos da restauração da independência.

Muitos destacam a proximidade entre o ‘bainaka’, o ‘ema bo’ot’ – termos que distinguem, em Timor-Leste, a ‘gente maior’, os mais velhos ou mais destacados da sociedade – e os ‘ema kiik’, a ‘gente pequena’ que define o povo.

“Um ’ema bo’ot’ que não tem barreiras com os ’ema kiik’. Parabéns senhor Presidente de Portugal”, escreve um, enquanto outro o descreve como “o presidente do CR7” e outro ainda o identifica como “o Presidente do povo”.

Vídeos da primeira caminhada pelas ruas de Díli, pouco tempo depois de ter aterrado em Díli, têm dezenas de milhares de visionamentos e milhares de partilhas, com comentários tanto de timorenses como de muitos portugueses a residir no país.

“Símbolo do amor português pela nossa pátria e pelo povo de Timor”, “inacreditável este avô Presidente” ou “o nosso sincero respeito”, são três entre muitos dos comentários.

“Bem-vindo às nossas ruas que são também as suas”, lia-se noutro comentário. “Agradecemos o seu amor a esta terra do sol nascente. Viva Portugal”, acrescenta outro.

Entre as mais comentadas estão as relacionadas com a visita ao cemitério de Santa Cruz, palco do massacre de 12 de novembro de 1991.

“Muita surpresa e orgulho pelo facto de o Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, ter visitado a campa do nosso avô João Braz, de Montalvão, no cemitério de Santa Cruz”, escreveu Nai Dato, num dos muitos comentários.

Fotos do mergulho que deu na Praia da Areia Branca (sem jornalistas) também suscitaram comentários de surpresa, de “orgulho” e de saudação a uma forma de estar que, entre a população, suscita regozijo e alegria.

“Que lindo gesto. É um Presidente humanista. Uma grande vénia de orgulho daqui, de Maliana, a sua excelência o Presidente da República de Portugal”, lia-se num dos muitos comentários. “We love you”, escrevia outra timorense.

Com a proliferação dos telemóveis e pacotes convidativos das operadoras de telecomunicações do país para as redes sociais, o Facebook é o instrumento de comunicação por excelência.

Praticamente todos os líderes do país a utilizam – ou têm quem a utilize por si – e mesmo quem não a usa diretamente, ‘bebe’ dela informação, partilhada depois em milhares de grupos do Whatsapp, potencialmente a seguinte forma de comunicação mais utilizada do país.

Dias antes da chegada de Marcelo Rebelo de Sousa, já circulavam nas redes sociais ‘selfies’ com o Presidente português utilizando a app “Marcelfie” e que levaram alguns a pensar que o chefe de Estado até já estava em Timor-Leste.

A dimensão do uso do Facebook é tanta que há instituições de Estado que praticamente só comunicam pela plataforma, que foi um dos elementos mais importantes da recente campanha eleitoral de José Ramos-Horta, com uma equipa de comunicação a garantir diretos e a partilha de vídeos e fotos quase de forma constante.

Uma tendência que se manteve já na reta final antes da investidura e mesmo depois com regulares notificações de que “Ramos-Horta está em direto”.

Igualmente em franco crescimento está o Tik Tok – o próprio Xanana Gusmão participou em vários vídeos a dançar -, com a população mais jovem a partilhar também ‘selfies’ com Marcelo Rebelo de Sousa.

“Me and my bro’, the President”, escreveu um jovem na fotografia que tirou com os amigos e o Presidente na visita de Marcelo Rebelo de Sousa à Escola Portuguesa de Díli.

Dias antes da visita de Marcelo Rebelo de Sousa, e em entrevista à Lusa, a embaixadora de Portugal em Díli, Manuela Bairos, destacou a importância da visita para os laços bilaterais.

“Vejo e espero que seja entendido em Lisboa que esta visita vai durar na memória de muita gente durante muitos anos”, disse, referindo-se ao impacto de “um lastro o mais significativo e prolongado possível”.

“Uma visita desta natureza é uma visita histórica. Acho que o senhor Presidente quando chegar vai perceber isso”, disse.

Com pouco mais de um dia de viagem, o algoritmo das redes sociais, agora, também parece ter percebido.

Mundial2022: Três mulheres como árbitras principais e sem nenhum árbitro português

O Mundial de futebol terá, pela primeira vez, três árbitras principais entre os 36 escolhidos nas seis Confederações de futebol, numa lista que volta a não ter qualquer árbitro português, informou hoje a FIFA.

Entre os árbitros para o Qatar2022, destaque para as escolhas da francesa Stéphanie Frappart (UEFA), da ruandesa Salima Mukansanga (CAF) e da japonesa Yoshimi Yamashita (AFC), embora no total sejam seis mulheres, com a nomeação de mais três assistentes.

Uma função em que estarão a brasileira Neuza Back, a mexicana Karen Diaz Medina e a norte-americana Kathryn Nesbitt, que integram a lista de 69 árbitros assistentes na competição.

“A sua nomeação é o resultado de um longo processo iniciado há vários anos, que começou com a indicação de árbitras para certas competições masculinas de seniores e de jovens”, justificou, em comunicado, o presidente da Comissão de Árbitros, Pierluigi Colina.

Globalmente, a UEFA terá 11 árbitros principais, a Confederação sul-americana (CONMEBOL) sete, a zona Centro-americana e das Caraíbas (CONCACAF) cinco, a asiática (AFC) cinco, a africana (CAF) seis e a Oceânia (OFC) dois.

No videoárbitro (VAR) estarão 24 árbitros e também aqui sem qualquer português.

A última representação lusa aconteceu com Pedro Proença, com o atual presidente da Liga de futebol nomeado para o Mundial de 2014, no Brasil, já depois de Olegário Benquerença ter estado em 2010 na África do Sul.

Antes, no Mundial do Japão/Coreia do Sul (2002) e em França (1998), esteve Vítor Pereira e, em Itália, em 1990, e no México, em 1986, a arbitragem portuguesa contou com Carlos Valente, depois de António Garrido ter estado no Argentina1978 e no Espanha1982.

Uma ‘cronologia’ que inclui o árbitro Saldanha Ribeiro no México1970 e Joaquim Campos no Inglaterra1966 e no Suécia1958, enquanto Vieira da Costa foi o primeiro em campeonatos do mundo, no torneio organizado na Suíça, em 1954.

O Mundial deste ano no Qatar decorrerá entre 21 de novembro e 18 de dezembro, estando Portugal integrado no grupo H, com Coreia do Sul, Gana e Uruguai.

Com Agência Lusa.

 

Para todos. A partir dos 4 anos. Dança/Portugal: « Sons menteurs mystérieux ». Espace Cardin/Théatre de la Ville. Paris.

20 e 21 de maio 2022. Horário: 10:00 / 11:00 / 15:00 / 18:00 

Espace Cardin/Théatre de la Ville. Paris

Sons menteurs mystérieux – para todos, a partir dos 4 anos. 

 

No quadro da Temporada França Portugal 2022

« UN JEU DE CACHE-CACHE ENTRE LES IMAGES ET LES SONS, ET INVERSEMENT.

Existe-t-il une connexion directe entre nos yeux et nos oreilles? Quels sons émettent les images? Sofia Dias et Vítor Roriz, couple de talentueux chorégraphes portugais, ne sont pas des inconnus au Théâtre de la Ville. Joyeux explorateurs de formes, expérimentant voix, gestes, mots et objets d’un seul et poétique tenant, ils avaient marqué la première édition de Chantiers d’Europe par leur belle capacité à faire oeuvre en mêlant le plus banal au plus abstrait. Dans Sons menteurs, leur première création à destination des plus jeunes, ils se jouent de l’écart entre une image et le son qu’on lui associe généralement et s’amusent, tels des bruiteurs un peu magiciens ou tels des enfants touche-à-tout, à brouiller les frontières sensorielles et notre perception. À entremêler le faux et le vrai, le réel et l’imaginaire. »

Texte de Maïa Bouteillet