Presidenciais francesas. As incertezas e as propostas dos dois finalistas para a segunda volta.
Análise de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir na Rádio Alfa, na terça-feira, 19.
Ou ouça aqui:
O avançado uruguaio Darwin Núñez foi a grande figura do encontro, ao inaugurar o marcador, com o seu 25.º golo na prova, assistido pelo belga Jan Vertonghen, aos 14 minutos, e fazer o passe para o suplente Gil Dias fechar a contagem, aos 90+3.
Os ‘encarnados’, terceiros, passaram a somar 67 pontos, contra 73 dos ‘leões’, segundos, agora a nove do líder FC Porto.
Resultados da 30ª jornada da I Liga de futebol:
– Sexta-feira, 15 abr:
Arouca – Santa Clara, 1-1 (0-0 ao intervalo)
Famalicão – Gil Vicente, 2-2 (2-1)
Vitória de Guimarães – Paços de Ferreira, 4-0 (2-0)
– Sábado, 16 abr:
Moreirense – Tondela, 2-0 (2-0)
Marítimo – Boavista, 4-0 (2-0)
Belenenses SAD – Vizela, 1-0 (1-0)
FC Porto – Portimonense, 7-0 (4-0)
– Domingo, 17 abr:
Sporting – Benfica, 0-2 (0-1)
– Segunda-feira, 18 abr:
Estoril Praia – Sporting de Braga, 0-0
Com Agência Lusa.
Foto. RTP.
Neymar inaugurou o marcador (12 minutos). Caleta-Car ainda restabeleceu a igualdade (31’), mas Mbappé devolveu a vantagem aos donos da casa ainda antes do intervalo (45+4’), na conversão de um penálti com intervenção do VAR.
Danilo e Nuno Mendes foram titulares nos Parisienses.
O PSG alarga a vantagem sobre o Marselha, agora fixada nos 15 pontos (74/59).
Foto. A. Mounic/L’Équipe
Três dias depois da derrota por 33-30 em Portimão, no jogo da primeira mão, Portugal recuperou dos três golos de desvantagem, após ter chegado ao intervalo a vencer os neerlandeses por 17-15.
A seleção portuguesa garantiu, assim, a quinta presença num Mundial, depois de ter participado nas edições de 1997, 2002, 2003 e 2021.
O Campeonato do Mundo de 2023 será disputado na Suécia e na Polónia, entre 11 e 29 de janeiro do próximo ano.
Com Agência Lusa.
A Infraestruturas de Portugal (IP) abriu ao tráfego, no dia 20 de dezembro de 2021, o troço final da autoestrada A25 entre Vilar Formoso (Almeida) e a fronteira com Espanha, em Fuentes de Onõro.
A situação originou preocupações para autarcas e moradores que temem que os emigrantes e os turistas, que anualmente animam os negócios locais, deixem de parar na principal fronteira terrestre do país, como era hábito acontecer.
Na opinião de Dulcineia Catarina Moura, coordenadora executiva da Associação de Desenvolvimento Regional Territórios do Côa, com sede em Vilar Formoso, é preciso “mobilizar” esforços e tentar manter viva a tradição para os emigrantes “continuarem a passar” na fronteira Vilar Formoso – Fuentes de Onõro.
A Territórios do Côa, que tem como associados os municípios de Penamacor, Sabugal, Almeida, Pinhel, Trancoso, Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo, prevê realizar algumas atividades no verão relacionadas com “uma sessão de acolhimento, de boas-vindas” à comunidade emigrante e a todos aqueles que vão entrar em Portugal.
Segundo a responsável a ideia é existir uma articulação, com os municípios associados, para “obrigar” os emigrantes em trânsito para as suas terras de origem, a uma paragem na vila fronteiriça de Vilar Formoso.
Para que tal aconteça, aquela entidade prevê instalar em Vilar Formoso, junto da placa da fronteira, por exemplo, um ‘photopoint’, por saber que existe a tradição de os emigrantes tirarem uma fotografia quando chegam a Portugal, para partilha nas redes sociais.
Outra ideia passa pela possibilidade de aos visitantes ser oferecido “um ‘pack’ de ‘vouchers’, de descontos, de soluções que possam ser até, inclusivamente, gratuitas, que possam suscitar a visita, mobilizar as pessoas para que visitem mais, para que conheçam mais e melhor este território”.
“[A] cada ano que o emigrante chega, há sempre novidades. E nós queremos partilhar com a nossa comunidade, as novidades que temos ao nível do nosso património, da valorização de alguma tradição, de algum espaço que seja de novidade (…). E, através desses ‘vouchers’, que são meramente informativos e com descontos, inclusivamente, até há alguma possibilidade de oferecermos algo que seja gratuito”, explicou.
Como exemplo, apontou a possibilidade de poder ser promovido o acesso gratuito aos balneários termais existentes no território, que, na sua opinião, possuem “condições maravilhosas”.
Dulcineia Catarina Moura vaticina que logo que entram em Portugal, os emigrantes e os turistas possam ser acolhidos com uma mensagem que seja “quase como que um estoiro de alegria e um transbordar de emoção positiva”.
Para realizar a ação de receção “calorosa”, a Territórios do Côa terá de se articular com as autarquias associadas, a Junta de Freguesia de Vilar Formoso, os agentes locais do território e com a comunidade.
O desejável é que, no futuro, cada entrada em Vilar Formoso seja “uma festa”, rematou.
Com Agência Lusa.
A Infraestruturas de Portugal (IP) abriu ao tráfego, no dia 20 de dezembro de 2021, o troço final da A25 entre Vilar Formoso (Almeida) e a fronteira com Espanha, em Fuentes de Onõro.
A autoestrada facilitou a ligação rodoviária entre ambos os países, mas originou preocupações para autarcas e moradores que temem que os emigrantes e os turistas, que anualmente animam os negócios locais, deixem de parar na principal fronteira terrestre do país, como era hábito acontecer.
O presidente da Câmara Municipal de Almeida, António José Machado, disse hoje à agência Lusa que pelas conversas com alguns empresários, nota-se “uma quebra muito grande” nos clientes ocasionais.
Segundo o autarca, os estabelecimentos continuam a ter “a mesma procura” por parte de clientes habituais, mas, sobretudo os que estão localizados junto da fronteira, notam uma diminuição de clientes que “chegavam nas horas de almoço ou nas horas de jantar, ou para tomar um café”.
Nos clientes ocasionais, os empresários referidos assinalam uma diminuição na afluência “a rondar os 60%”, o que considera “muito grave para a economia local”.
“Já os outros estabelecimentos vão mantendo os clientes que habitualmente tinham. Não houve uma quebra grande que possa por em causa a continuidade”, disse.
António José Machado referiu que a percentagem apontada já era esperada, por isso, o município está a “lutar para que haja a construção da [nova] ligação [rodoviária a Vilar Formoso] e também a remodelação do Parque TIR, que são âncoras” para manter clientes nos estabelecimentos situados junto da fronteira.
As obras, que no global rondarão os quatro milhões de euros, estão dependentes do Governo, a quem o presidente da autarquia de Almeida pede prioridade na sua execução.
Fernanda Fevereiro, elemento da Frente Cívica de Vilar Formoso – Fuentes de Oñoro, disse à Lusa que, devido à pandemia, neste momento, não é possível ter uma ideia precisa sobre a redução do movimento nas duas localidades após a abertura ao tráfego do troço de autoestrada de 3,5 quilómetros entre os dois países.
Alertou, no entanto, que as placas informativas existentes não são as mais indicadas e alguns emigrantes só depois de passarem por Vilar Formoso é que se apercebem que estão em território nacional e invertem a marcha para “porem gasolina ou fazerem compras”.
Sobre o verdadeiro impacto da abertura da autoestrada na economia local, diz que só se saberá no verão, quando os emigrantes e os turistas entrarem em força em Portugal.
“Porque há muita gente que veio no Natal, agora na Páscoa, que começam a conhecer as saídas e que dizem que no verão vão parar. Agora, há muitos [emigrantes] que não se vão aperceber que passam a fronteira”, disse.
Pelas suas contas, nos meses de verão 50% dos veículos vão entrar em Vilar Formoso e os outros 50% seguirão em frente.
Na opinião de Fernanda Fevereiro, o primeiro passo a dar no sentido de encaminhar emigrantes e turistas para Vilar Formoso era “colocar placas informativas grandes (…) que digam ‘Fronteira – Zona Comercial’, tanto no lado português como no lado espanhol”.
A outra medida, que depende do Governo e das autarquias locais, está relacionada com a abertura de uma nova ligação rodoviária entre a autoestrada e a fronteira.
Com Agência Lusa.
O Lens entrou, praticamente, a vencer, com o golo madrugador do médio polaco Frankowski Przemyslaw, aos quatro minutos, vantagem que seria ampliada, aos 37, pelo avançado Arnaud Kalimuendo.
O Lille ainda conseguiu reduzir à beira do intervalo, aos 45+1 minutos, pelo médio português Xeka, cujo nome tem sido apontado como potencial reforço do Benfica para a próxima época, após assistência do avançado kosovar Edon Zhegrova, mas ficou em branco na segunda parte e viu esfumarem-se mais três pontos.
Além de Xeka, o Lille iniciou o jogo com mais três internacionais portugueses, os centrais José Fonte e Tiago Djaló, que fizeram dupla no eixo da defesa, e o médio Renato Sanches.
No outro jogo de da 32ª jornada, o Saint-Étienne recebeu e derrotou o Brest por 2-1, mas teve de dar a volta ao marcador, visto que o seu adversário marcou logo aos oito minutos, pelo avançado Franck Honorat.
O Saint-Étienne deu a volta ao resultado ainda na primeira parte, graças a um ‘bis’ do médio Madhi Câmara, aos 24 e 39 minutos.
Com esta derrota, o Lille segue em oitavo lugar, com 48 pontos (32 jogos), o Lens é sétimo, com 50 (32), numa tabela liderada pelo Paris Saint-Germain, com 71 (31), seguido do Marselha, com 59 (31), do Rennes, com 56 (32) e do Mónaco, com 53 (32), enquanto o Saint-Etienne é 17.º, com 30 (32), e o Brest é 12.º, com 39 (32).
O jogo da jornada oporá no domingo o líder Paris Saint-Germain ao Marselha, segundo classificado, no Parque dos Príncipes.
Com Agência Lusa.
Tal como há cinco anos, Marine Le Pen conseguiu passar à segunda volta das eleições presidenciais em França, ao recolher 23,2% dos votos no escrutínio do passado dia 10, e voltará a defrontar novamente o Presidente cessante, Emmanuel Macron (27,8%), que em 2017 se impôs de forma clara, ao vencer com 66,1% dos votos, contra 33,9% da candidata da então Frente Nacional (agora União Nacional).
Contudo, as sondagens antecipam desta feita uma eleição bem mais disputada no próximo dia 24.
Em declarações à Lusa, Sophie Pornschlegel, analista política do centro de estudos European Policy Centre (EPC), adverte que há “reais possibilidades” de Le Pen vencer, apesar de ser um cenário em que muitos não acreditam, tal como poucos acreditavam que o ‘Brexit’ vencesse no referendo britânico de 2016.
E ainda que a candidata de extrema-direita diga agora que o ‘Frexit’ – uma saída da França do bloco comunitário – não está nos seus planos, a UE seria “minada desde dentro”, alerta.
“Sinto que é um pouco como o período antes do ‘Brexit’, quando todos pensavam que ia correr tudo bem. Esta é uma corrida muito disputada, muito mais do que em 2017, diria. As sondagens dão uma vitória a Macron, mas com uma margem curta. Vai depender muito da campanha e da taxa de abstenção e em particular do que decidirem aqueles 22% que votaram em Jean-Luc Mélanchon”, o candidato da esquerda radical, observa, notando que parte deste eleitorado até pode votar Le Pen na segunda volta.
Considerando assim que Le Pen “tem reais hipóteses de vencer” e alertando que, se não o conseguir agora, terá nova oportunidade dentro de cinco anos – sendo que em 2027 Macron não poderá candidatar-se a um terceiro mandato e os 30% que votaram em candidatos da extrema-direita na primeira volta (juntando os 7,1% de votos em Eric Zemmour) “não vão desaparecer tão cedo” -, a analista política do EPC considera que, “para a União Europeia, um triunfo de Le Pen seria pior do que o ‘Brexit’”.
“Ela abandonou o discurso de saída [da França da UE], mas, no fundo, não mudou a sua política europeia. Pode não falar do ‘Frexit’, mas quer minar a UE por dentro e deixar de aplicar a legislação da UE. No melhor cenário, haveria cinco anos de estagnação no plano europeu e no pior uma crise existencial da União”, com todos os dossiês bloqueados, alerta.
Também Marc Pierini, académico visitante no Carnegie Europe, centro de reflexão focado na análise da política externa e de segurança europeia, antecipa que “o impacto nas políticas e mecanismos institucionais da União Europeia” no caso de Marine Le Pen chegar ao Eliseu “seria rápido e profundamente negativo”.
Para este analista, “uma presidência Le Pen reafirmaria de facto o primado do direito nacional sobre o direito comunitário, tal como na Hungria e na Polónia, se necessário através de um referendo”, além de que, com Marine Le Pen a Presidente, a França “restabeleceria rapidamente os controlos dentro do espaço Schengen” de livre circulação e “iria também reverter o programa militar industrial franco-alemão”.
“Mais genericamente, entraria em ‘marcha atrás’ no maior número possível de políticas da UE, em nome do «interesse nacional». Ao fazê-lo, uma presidência Le Pen tornaria, naturalmente, a disciplina sobre o Estado de direito em toda a UE, por exemplo na Hungria e na Polónia, impossível de monitorizar”, diz.
Ambos os analistas sublinham também a proximidade de Marine Le Pen a Vladimir Putin, que teria consequências de fundo sobretudo no atual contexto da agressão militar da Rússia à Ucrânia.
“Há que ter consciência de que, com ela, nenhum dos pacotes de sanções da UE teria avançado e não haveria ajuda militar à Ucrânia. Não teria havido a resposta unida da UE que se verificou quando começou a guerra, no final de fevereiro”, destaca Sophie Pornschlegel, enfatizando que “Marine Le Pen é claramente pró-Putin”.
Apontando que Le Pen “também não é a maior fã da NATO”, esta analista duvida que a candidata da extrema-direita advogasse a saída da Aliança Atlântica, “porque é importante para a segurança da França fazer parte da NATO, mas com ela teria seguramente de haver ‘controlo de danos’ por parte dos outros líderes”.
Marc Pierini também observa que “o impacto na NATO seria sentido através de uma redução do envolvimento da França”, começando desde logo pela saída do comando militar integrado da Aliança, tal como fez o general Charles de Gaulle, em 1966, e também uma “redução do atual destacamento de forças francesas na Roménia e Estónia e do seu envolvimento no policiamento aéreo”.
“Significaria também que a França se inclinaria para medidas de apaziguamento com a Rússia e tentaria engendrar um novo tipo de acordo entre a Rússia e a NATO. Globalmente, uma vitória de Le Pen significaria uma grande vitória estratégica de Vladimir Putin sobre a União Europeia e a NATO e França seria o primeiro grande Estado da UE (e uma potência nuclear) com um presidente pró-Rússia”, sublinha o analista.
Observando que, no caso de Le Pen ser eleita, a proximidade a Putin poderia colocar-lhe problemas nas relações com um aliado natural na UE, o governo ultraconservador do PiS (partido Lei e Justiça) na Polónia, um dos Estados-membros mais pró-Ucrânia, Sophie Pornschlegel recorda, todavia, que a candidata da União Nacional « é uma das melhores amigas de Viktor Orbán », o primeiro-ministro húngaro que acaba de ser reconduzido com uma maioria absoluta, e que, a par de Putin, seria outro líder que ficaria particularmente feliz se a extrema-direita conquistasse o Palácio do Eliseu.
Num embate sem história, que chegou ao intervalo já com 4-0, Taremi, aos 20, 34 e 47 minutos, o segundo de penálti, Grujic, aos 28, Evanilson, aos 40 e 60, e Pepe, aos 55, apontaram os tentos dos comandados de Sérgio Conceição.
O FC Porto, que reforçou o recorde de jogos sem perder na prova para 58, num trajeto iniciado em 2020/21, passou a contar 82 pontos, contra 73 do Sporting, que recebe no domingo o Benfica (terceiro, com 64). O Portimonense manteve-se com 32, em 12º.
O FC Porto desloca a Braga, em 25 de abril, dia em que os ‘leões’ jogam com o Boavista, no Bessa.
Resultados da 30ª jornada da I Liga de futebol:
– Sexta-feira, 15 abr:
Arouca – Santa Clara, 1-1 (0-0 ao intervalo)
Famalicão – Gil Vicente, 2-2 (2-1)
Vitória de Guimarães – Paços de Ferreira, 4-0 (2-0)
– Sábado, 16 abr:
Moreirense – Tondela, 2-0 (2-0)
Marítimo – Boavista, 4-0 (2-0)
Belenenses SAD – Vizela, 1-0 (1-0)
FC Porto – Portimonense, 7-0 (4-0)
– Domingo, 17 abr:
Sporting – Benfica, 21:30
– Segunda-feira, 18 abr:
Estoril Praia – Sporting de Braga, 21:30
Com Agência Lusa.
Foto. RTP.
O avançado internacional português voltou a salvar o Manchester United, através de um livre exemplarmente executado, aos 76 minutos, depois de ter colocado os ‘red devils’ a vencer por 2-0, com golos marcados aos sete e 32 minutos, antes de os visitantes restabelecerem o empate.
Cristiano Ronaldo, que obteve o 60.º ‘hat-trick’ da carreira, inaugurou o marcador após uma assistência de Elanga, na sequência de uma perda de bola de bola comprometedora de Ben Gibson, e aumentou a vantagem dos anfitriões com um desvio de cabeça, num canto marcado por Alex Telles.
O Manchester United, que alinhou também com os portugueses Diogo Dalot e Bruno Fernandes no ‘onze’, pareceu deslumbrado com a facilidade com que chegou à vantagem de 2-0 e o Norwich aproveitou para reduzir antes do intervalo, aos 45+1 minutos, por Dowell, e igualar no início da segunda parte, aos 52, por Pukki.
A equipa de Manchester, quinta colocada, foi a grande beneficiada da ronda na luta pelo quarto lugar, o último de acesso à Liga dos Campeões, uma vez que o Tottenham, atual detentor dessa posição, perdeu na receção ao Brighton e o Arsenal, sexto posicionado, foi batido em Southampton, ambos por 1-0.
Os ‘gunners’, que alinharam com os portugueses Cédric Soares e Nuno Tavares no ‘onze’, foram surpreendidos no reduto do 12.º classificado, na sequência do golo marcado por Bednarek, aos 44 minutos, e desperdiçaram a oportunidade de igualarem os ‘spurs’, que tinham jogado horas antes.
Ainda assim, o Arsenal, que tem os mesmos 54 pontos do Manchester United, tem menos um jogo realizado em relação aos dois principais rivais na corrida pelo último posto de acesso à ‘Champions’ e poderá apanhar o Tottenham, que tem 57, e distanciar-se dos ‘red devils’, caso conseguida vencê-lo.
No outro encontro da Liga inglesa disputado hoje, o Watford, 19.º e penúltimo da tabela, ficou um pouco mais próximo da despromoção ao segundo escalão, ao perder por 2-1 na receção ao Brentford, tranquilo 11.º colocado.
Com Agência Lusa.