Académica despromovida pela primeira vez ao terceiro escalão do futebol português

A histórica Académica, vice-campeã nacional em 1966/67, caiu hoje, pela primeira vez na sua história, para o terceiro escalão do futebol português, ao empatar a zero com o Penafiel, em jogo da 30ª jornada da II Liga.

Em Coimbra, o empate consumou a oitava descida da história da Académica, a primeira ao terceiro escalão, uma vez que, com quatro rondas por disputar, os ‘estudantes’ matematicamente já não podem deixar os lugares de despromoção: somam 16 pontos, menos 11 do que o Académico de Viseu, também em zona de despromoção direta, e 12 do que o Trofense, que ocupa o lugar reservado ao ‘play-off’ de manutenção, com estas duas equipas a defrontarem-se ainda hoje.

A Académica, um dos históricos clubes nacionais, jogará assim na Liga 3 em 2022/23, depois de 88 épocas consecutivas, desde 1934/35, entre a primeira e a segunda divisões do futebol luso, num trajeto que até hoje contava com sete descidas e 24 presenças na divisão secundária.

Com Agência Lusa.

Presidenciais: Portugueses de França temem « caos » com possível vitória de Marine Le Pen

França/Eleições: Portugueses temem « caos » com possível vitória de Marine Le Pen

Alfa / com Lusa

 

Os franco-portugueses em França temem que « o caos » se instale no país caso Marine Le Pen ganhe as eleições presidenciais, havendo partidários de Emmanuel Macron que estão « preocupados » com a situação e outros pensam não votar na segunda volta.

« O caos de Marine Le Pen é como uma prenda de Natal. O embrulho é muito lindo, mas não sabemos o que está lá dentro. Só que isto não é uma prenda, não é Natal e não se pode voltar atrás numa eleição quando nos apercebemos que não era aquilo que queríamos », disse Paulo Marques, autarca da cidade de Aulnay-sous-Bois que presidiu ao comité de portugueses que apoiou a candidata Valérie Pécresse na primeira volta das eleições, em declarações à agência Lusa.

Para este autarca franco-português, a derrota da sua candidata « não foi fácil », mas agora que Emmanuel Macron vai defrontar Marine Le Pen na segunda volta das eleições presidenciais francesas, Paulo Marques considera que os eleitores de direita vão, « com sentido de responsabilidade », manter a vontade de Pécresse que pediu aos seus apoiantes para não votarem na extrema-direita. No entanto, isso não chegará para Emmanuel Macron ganhar.

« Não pode haver muitos votos de Valérie Pécresse porque ela não fez 5%. Se ele conseguir 2%, ou seja, um milhão e tal de eleitores, é muito pouco e é por isso que Emmanuel Macron está a tentar conquistar os votos de Marine Le Pen e, por sua vez, ela quer os votos de Jean-Luc Mélenchon », explicou.

Tendo conseguido 28% dos votos nas urnas na primeira volta, Emmanuel Macron tenta agora conquistar terreno, acelerando a campanha eleitoral e percorrendo a França para explicar o seu programa, mas resta pouco tempo para a votação final.

« Foi um resultado bom, no sentido que teve mais votos do que em 2017, mas não podemos ficar satisfeitos porque temos visto a insatisfação das pessoas e muitos votos de protesto. Os eleitores são seduzidos por promessas ilusórias e é complicado combater as falsas ideias. Estou muito preocupada », alertou Rosa André, franco-portuguesa e conselheira municipal em Saint-Germain-en-Laye pelo partido República em Marche que apoia o Presidente.

Vitor Costa, que integrou a Convenção pelo Clima que estabeleceu prioridades cidadãs para o ambiente em França, chegou a concorrer às eleições municipais em Yvonne, na Borgonha, pelos Verdes, mas votou Jean-Luc Mélenchon nas presidenciais, declarando que não vai votar na segunda volta.

« Na primeira volta, votei Jean-Luc Melénchon porque é o que me pareceu ter melhores ideias para as pensões e também para a ecologia. Era a pessoa de esquerda com maior probabilidade de chegar à segunda volta. Agora não vou votar, não me interessa nem um nem outro. Para o ambiente qualquer um dos dois é o pior que podia acontecer », declarou.

Tal como Vitor Costa, tanto o campo de Emmanuel Macron como Marine Le Pen temem que haja uma grande abstenção na segunda volta, o que vai perturbar as sondagens que dão atualmente vantagem ao Presidente, com cerca de 53,5% dos votos.

Vitor Costa chegou mesmo a ser convidado para concorrer às legislativas que se realizam em junho, mas diz não estar de acordo com os ecologistas.

« Acho que eles acabam por fazer mal à causa ambiental porque são ideias muito radicais. São contra a caça, eu sei que as leis da caça têm de ter uma evolução, mas eu próprio sou caçador ocasional e não se pode proibir, deve haver um debate », defendeu.

O debate nacional centra-se agora no poder de compra, com o custo de vida dos franceses a aumentar diariamente impulsionado pelo aumento dos preços da energia. Um tema que acaba por esconder a extremização política no programa de Marine Le Pen.

« Marine Le Pen quer retirar da Constituição os direitos humanos de todos nós, a igualdade. Os autarcas portugueses em França seriam proscritos por Marine Le Pen por darmos relevância às nossas origens portuguesas », sublinhou Paulo Marques, que lidera a associação CÍVICA, que agrupa todos os eleitos locais de origem portuguesa em França.

Até dia 24 de abril, os dois candidatos estão na estrada para convencer os franceses indecisos e, no dia 20 de abril, vão protagonizar o único debate desta segunda volta das eleições, um dos momentos fulcrais desta segunda volta.

« Tivemos uma campanha encurtada pelos eventos internacionais, o Presidente não pode fazer campanha na primeira volta e isso impediu que ele tivesse uma boa comunicação com os eleitores. Quero vê-lo agora combativo, como ele é sempre, no debate e quero que ele explique as suas medidas aos franceses », concluiu Rosa André.

Macron considera « chocante e excessivo » salário de Carlos Tavares no grupo automóvel Stellantis

Macron considera « chocante e excessivo » salário de Carlos Tavares no grupo automóvel Stellantis

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Alfa/ com Lusa
whatsapp sharing buttonO Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou hoje « chocante e excessivo » o valor « astronómico » do salário do presidente executivo do grupo automóvel Stellantis, o português Carlos Tavares, e afirmou-se a favor de « tetos » de remuneração ao nível da União Europeia.

« Devemos liderar o combate [ao nível] europeu para que tenhamos uma remuneração que não possa ser abusiva », disse Emmanuel Macron, que é candidato à reeleição no cargo, na segunda volta das eleições presidenciais em 24 de abril.

Em declarações à rádio France Info, o Presidente francês defendeu que é preciso avançar no estabelecimento de “tetos” de remuneração salarial, através de uma governança ao nível da Europa “que torne as coisas aceitáveis, caso contrário, a sociedade, em algum momento, explode ».

Em causa está o aumento da remuneração de 2021 do presidente executivo do grupo automóvel Stellantis, o português Carlos Tavares, para 19,1 milhões de euros, um tema polémico que entrou na política francesa.

Em comunicado, o grupo automóvel (nascido em 2021 da fusão da Peugeot-Citroen com a Fiat-Chrysler) disse que esta quarta-feira, na assembleia-geral, os acionistas votaram contra, por 52,1% contra 47,9%, o relatório de remunerações. Neste caso, o voto dos acionistas é consultivo.

« Aqui estamos com valores astronómicos e sem os enquadrar dentro de um intervalo, temos de conseguir colocar um teto, se o fizermos a nível europeu, pode funcionar », apontou o chefe de Estado francês, lembrando que o grupo automóvel Stellantis tem o seu conselho de administração e sede nos Países Baixos.

Enquanto país, o que a França pode fazer, como fez com o imposto mínimo e a luta contra a evasão fiscal, segundo Emmanuel Macron, é “convencer os parceiros europeus a fazer uma reforma que permita fiscalizar, em algum momento, a compensação dos dirigentes » de empresas na União Europeia (UE).

A adversária de Emmanuel Macron na segunda volta das eleições presidenciais francesas em 24 de abril, a candidata de extrema-direita Marine Le Pen, em declarações ao canal de notícias francês BFMTV, também se pronunciou sobre o salário do presidente executivo do grupo automóvel Stellantis: “Claro que é chocante, é ainda mais chocante quando são os empresários que colocam a sua empresa em dificuldade ».

Os milhões de euros em bónus atribuídos para o ano de 2021 aos líderes do grupo automóvel Stellantis são contestados pelos acionistas, sindicatos e até mesmo no campo político, poucos dias antes da segunda volta das eleições presidenciais francesas.

O desempenho do Stellantis em 2021 foi excecional, pelo que o presidente executivo Carlos Tavares deverá receber um total de 19 milhões de euros relativos ao exercício de funções de dirigente.

O grupo Stellantis, que não quis reagir às declarações de Macron, lembrou, no entanto, que « em menos de oito anos, o grupo PSA – Peugeot Citroën passou de uma situação de quase falência à posição de empresa líder no seu setor a nível mundial » graças à fusão com a FCA – Fiat-Chrysler, projeto que foi liderado pelo português Carlos Tavares.

A remuneração de Carlos Tavares, « 90% variável de acordo com os resultados », mantém-se apesar de tudo inferior à dos seus homólogos norte-americanos da GM (General Motors) ou da Ford, indicou o grupo Stellantis.

Pelo menos 156 feridos na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém

Pelo menos 156 feridos na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém

 

Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonConfrontos entre manifestantes palestinianos e polícias israelitas esta manhã na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, provocaram ferimentos em pelos menos 153 civis palestinianos e três polícias israelitas, segundo as equipas de socorro.

Atualizando os dados, o serviço de emergência do Crescente Vermelho palestiniano, citado pela agência France-Presse, indicou que os 153 palestinianos feridos correspondem ao número dos transferidos para hospitais ou clínicas próximas, para receber atendimento médico, a que se juntam três feridos relatados por fonte da polícia israelita.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, os confrontos na Cidade Velha de Jerusalém Oriental, um setor palestiniano ocupado desde 1967 por Israel, começaram ao início do dia, quando dezenas de homens encapuzados, com bandeiras palestinianas e do movimento de resistência islâmica Hamas, no poder na Faixa de Gaza, entraram na esplanada com pedras, « forçando a polícia a entrar no local para dispersar a multidão e remover as pedras ».

A Esplanada situa-se junto da mesquita de Al-Aqsa, construída numa colina que é um dos locais mais sagrados para os judeus, o Monte do Templo, esperando as autoridades dezenas de milhares de palestinianos em Al-Aqsa para as orações muçulmanos de hoje.

A Jordânia administra a Esplanada das Mesquitas, onde se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e a Cúpula do Rochedo, mas o acesso ao local, mesmo junto ao Muro das Lamentações, é controlado por Israel.

A violência em Jerusalém surgiu na sequência de uma série de ataques em Israel e de operações israelitas na Cisjordânia, outro território ocupado desde 1967 pelo Estado judaico.

Desde 22 de março, Israel foi atingido por quatro ataques, os dois primeiros por árabes israelitas ligados ao grupo extremista Estado Islâmico e os dois últimos por palestinianos da região de Jenin, na Cisjordânia, tendo morrido pelo menos 14 pessoas nesses ataques.

Ucrânia: Rússia confirma que navio Moskva afundou no Mar Negro, mas continua a falar em incêndio

Ucrânia: Rússia confirma que navio Moskva afundou no Mar Negro

 

Alfa/com Lusa (adaptação Alfa)linkedin sharing button
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O cruzador de mísseis Moskva, a principal embarcação da frota russa no mar Negro que as forças ucranianas asseguram ter atacado, afundou enquanto estava a ser rebocado durante uma tempestade, adiantou esta quinta-feira o Ministério da Defesa da Rússia.

“Durante o reboque do cruzador Moskva para o porto de destino, o navio perdeu a estabilidade devido a danos no casco sofridos no incêndio decorrentes da detonação de munições”, noticiou a agência estatal TASS.

O Ministério de Defesa russo tinha indicado anteriormente que o fogo a bordo do navio estava “controlado” e que o cruzador tinha mantido a sua “flutuabilidade”, enquanto anunciava uma investigação às causas do desastre.

As autoridades russas tinham também indicado que o reboque do navio estava a decorrer e que a tripulação, de várias centenas de pessoas, tinha sido retirada para outros navios da frota russa no mar Negro.

A Ucrânia, pelo seu lado, tinha reivindicado o ataque ao cruzador, atingido por mísseis Neptuno.

Durante a madrugada de quarta para quinta-feira, o governo russo reconheceu danos significativos no navio.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra causou a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, mais de 4,5 milhões das quais para os países vizinhos.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Passagem de Nível. Emigração, exílios e muita cultura no programa de domingo, 17

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 17 de Abril 2022. Entre as 12h00 e as 14h00

Temas em destaque:

Mémoires portugaises, dia 20 de Abril às 19h30, no Musée national de l’histoire de
l’immigration – 293, avenue Daumesnil – Paris 12 (Porte Dorée).
Projecção do documentário “Nous sommes venus” o mais recente filme de José Vieira,
seguido por um debate com realizador Hugo dos Santos

-Homenagem ao fotógrafo Gérald Bloncourt, dia 22 de Abril na Sociedade de Geografia
de Lisboa (SGL)
Convidados:
Maria Beatriz Rocha-Trindade, Professora Catedrática e Presidente da “Comissão de
Migrações” da SGL
Parcidio Peixoto, da Associação Memória das Migrações

-Livro: Exils, Témoignages d’éxilés et de déserteurs portugais, éditions Chandeigne,
tradução de Ilda Nunes. Apresentação dia 21 de Abril às 20H na Librairie Quilombo, 23
rue Voltaire, Paris 11
Convidado: Victor Pereira, historiador e autor do prefácio

-Temporada cruzada França-Portugal: as edições L’Escampette vão publicar romances, poesia e ensaios de autores portugueses
Convidada: Sylviane Sambor, responsável de L’Escampette

-Música: Walkabout é o mais recente trabalho do Vasco Pimentel Trio
Convidado: Vasco Pimentel, pianista e compositor

-A canção “Carte Postale de La Lys”, do autor compositor e intérprete Dan Inger, fez
parte do programa musical da Cerimónia alusiva ao Centenário da Liga dos Combatentes, que teve lugar no dia 9 de Abril em Vila Nova de Gaia. Dan Inger que continua com o espectáculo musical e teatral “Saudade, Ici et là-bas”, brevemente em Paris.

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Nota: Emissão com redifusão na noite de 4ª para 5ª feira, entre as 0h00 e as 2h00

« Fui feliz no palco, em tudo o que cá fiz ». Morreu a atriz Eunice Muñoz

A atriz Eunice Muñoz morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, aos 93 anos, disse à agência Lusa o filho da atriz.

Nascida na Amareleja, no distrito de Beja, em 1928, Eunice Muñoz completou em novembro 80 anos de carreira.

A estreia de Eunice Muñoz aconteceu exatamente no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, em 28 de novembro de 1941, na peça « Vendaval », de Virgínia Vitorino, com a Companhia Rey Colaço/Robles Monteiro, que aí se encontrava sediada.

Filha e neta de atores de teatro e de artistas de circo, ao longo da carreira Eunice Muñoz entrou em perto de duas centenas de peças, trabalhou com cerca de uma centena de companhias, segundo a base de dados do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, no cinema e na televisão, o seu nome está associado a mais de oito dezenas de produções de ficção, entre filmes, telenovelas e programas de comédia.

Em abril do ano passado, Eunice Muñoz foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, cerca de três anos depois de ter recebido a Grã Cruz da Ordem de Mérito.

Ao longo de 2021, contracenou com a neta Lídia Muñoz, na peça “A margem do tempo”, em diferentes palcos do país, numa digressão que culminou no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, em 28 de novembro, exatamente 80 anos após a sua estreia.

No final da sessão, a que assistiram o primeiro-ministro, António Costa, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, foi prestada uma homenagem à atriz.

“Este teatro foi a minha casa durante muito anos, fui feliz no palco, em tudo o que cá fiz”, afirmou então Eunice Muñoz, no final da sessão.

“Agradeço sobretudo a vocês, ao público, que me acarinhou, que me aplaudiu desde que comecei, até agora que comemoro os meus 80 anos de carreira”, salientou.

“O teatro precisa de nós, de nós no palco e de vocês que recebem o melhor que temos para dar”, acrescentou ainda Eunice Muñoz, concluindo que, “apesar dos dias estranhos e difíceis, o belo continua a existir”.

Alfa/Lusa

Sporting de Braga cede no prolongamento e falha meias-finais da Liga Europa

O Sporting de Braga, reduzido a nove, falhou hoje o apuramento para as meias-finais da Liga Europa em futebol, ao perder por 3-1 com o Rangers, após prolongamento, em Glasgow, na segunda mão dos quartos de final.

Depois da derrota em Braga por 1-0, os escoceses deram a volta à eliminatória com golos de Tavernier, aos 02 e 44 minutos, o segundo de penálti, e Roofe, aos 101, contra um de David Carmo, que forçou o tempo extra com um tento aos 83.

Os ‘arsenalistas’, que já tinham estado nos ‘quartos’ em 2010/11, época em que perderam a final com o FC Porto (0-1), e 2015/16, acabaram com menos dois, face às expulsões de Tormena, aos 42 minutos, e Iuri Medeiros, aos 105.

Programa da segunda mão dos quartos de final da Liga Europa em futebol (horas em Lisboa):

Segunda mão

– Quinta-feira, 14 abr:

Atalanta, Ita – (+) Leipzig, Ale, 0-2 (Nkunku 18, 87gp)

FC Barcelona, Esp – (+) Eintracht Frankfurt, Ale, 2-3 (Busquets 90+1, Memphis Depay 90+11gp/ Kostic 04gp, 67, Borré 36)

Lyon, Fra – (+) West Ham, Ing, 0-3 (Dawson 38, Rice 44, Bowen 48)

(+) Rangers, Esc – Sporting de Braga, Por, 3-1ap (Tavernier 02, 44gp, Roofe 101/David Carmo 83)

(+) – Qualificado para as meias-finais.

Primeira mão

– Quinta-feira, 07 abr:

Leipzig, Ale – Atalanta, Ita, 1-1 (Zappacosta 58pb/ Muriel 17)

Eintracht Frankfurt, Ale – FC Barcelona, Esp, 1-1 (Knauff 48/ Ferran Torres 66)

West Ham, Ing – Lyon, Fra, 1-1 (Bowen 52/ Ndombélé 66)

Sporting de Braga, Por – Rangers, Esc, 1-0 (Abel Ruiz 40)

Meias-finais

Primeira mão (28 de abril)

Leipzig, Ale – Rangers, Esc

West Ham, Ing – Eintracht Frankfurt, Ale

Segunda mão (05 de maio)

Rangers, Esc – Leipzig, Ale

Eintracht Frankfurt, Ale – West Ham, Ing

Final (em 18 de maio, em Sevilha, Espanha)

West Ham, Ing/Eintracht Frankfurt, Ale – Leipzig, Ale/Rangers, Esc

Com Agência Lusa.

Foto. RTP.

Portugal perde com Países Baixos no ‘play-off’ de acesso ao Mundial de andebol

A seleção portuguesa de andebol perdeu hoje por 30-33 na receção aos Países Baixos, em jogo da primeira mão do ‘play-off’ de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2023, disputado em Portimão.

Portugal parte, assim, com uma desvantagem de três golos para o segundo jogo, no qual tentará garantir a quinta presença num Mundial, depois de ter participado nas edições de 1997, 2002, 2003 e 2021.

O encontro da segunda mão do ‘play-off’ está marcado para domingo, a partir das 13:00 (hora de Lisboa), em Eindhoven, nos Países Baixos.

Os vencedores do ‘play-off’ asseguram a qualificação para a fase final do Campeonato do Mundo de 2023, que será disputado na Suécia e na Polónia, entre 11 e 29 de janeiro do próximo ano.

Com Agência Lusa.

Ciclista Maria Martins volta à Paris-Roubaix e aponta ao `top 20`

A ciclista portuguesa Maria Martins (Le Col-Wahoo) volta no sábado à Paris-Roubaix, corrida ‘mítica’ que “vai ser sempre especial”, com o objetivo de tentar fazer melhor do que o 19.º posto de 2021.

Há muito conhecida como o ‘Inferno do Norte’, pelas condições extremamente difíceis que apresenta ao pelotão, a Paris-Roubaix estreou no ano passado a corrida feminina, na qual ‘Tata’ Martins, única ciclista olímpica de Portugal, na pista de Tóquio2020, foi uma das pioneiras.

O 19.º posto conseguido entra na história do ciclismo mundial, a 5.55 minutos da vencedora inaugural, a britânica Lizzie Deignan (Trek-Segafredo), uma das favoritas para voltar a erguer os braços.

“Desde o início do ano, e mesmo após a prova do ano passado, passei a apontar o Paris-Roubaix como uma das corridas mais importantes para o meu calendário. […] Vou sempre apontar esta corrida, será sempre especial para mim”, conta a ciclista de 22 anos à Lusa.

Depois da estreia, este ano encarará a clássica “de forma mais natural”, e classifica-a como “uma corrida muito imprevisível”, na qual vai tentar controlar o que lhe for possível, no caso “o posicionamento, a alimentação, e as questões mais técnicas e táticas que for possível”.

Este “objetivo mesmo importante” a nível pessoal atravessa várias secções de empedrado e não é, em teoria, uma corrida especialmente apontada às suas características de ‘sprinter’ e ‘pistard’, ainda que tenha adquirido mais e mais valências na estrada.

“Vamos ver como vão as pernas. Apesar de não me sentir das atletas mais fortes nas subidas, no plano e ‘pavé’ tenho tido boas sensações. Quero ir para a corrida com a cabeça limpa, na altura logo se vê”, assume.

Esta, define, acaba também por ser “uma corrida de seleção e de eliminação”, uma eliminação que, em pista, é um dos seus pontos fortes, mas bastante distinta da estrada.

“Setor após setor vai haver seleções e o grupo vai ficando cada vez mais reduzido. A chegar um grupo ao final, certamente não será com muitas atletas. […] Eu vou correr mais com a tentativa de aguentar ao máximo no grupo principal, sobreviver aos últimos setores, e ver como chegamos ao Velódromo de Roubaix”, onde está a meta, afirma.

A boa época até aqui reforça a ambição, com a multimedalhada na pista, e campeã nacional de estrada (fundo), a conseguir um quinto lugar na clássica Brugge-De Panne.

“Foi um resultado importante, numa corrida plana, das que mais gosto de fazer e que se assenta melhor a mim. Não era para ser eu a ‘sprinter’, mas a nossa principal atleta ficou retida”, revela.

A segunda edição da Paris-Roubaix feminina, que vai percorrer 124,7 quilómetros, está agendada para sábado, um dia antes de os homens percorrerem 257,2 entre Compiègne e Roubaix.

Com Agência Lusa.

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