Palmeiras de Abel Ferreira conquista Supertaça sul-americana

O Palmeiras, orientado pelo treinador português Abel Ferreira, conquistou na quarta-feira a Supertaça sul-americana de futebol, ao vencer em casa o Athetico Paranaense por 2-0, na segunda mão, depois do empate 2-2 em Curitiba.

No Allianz Parque, em São Paulo, Zé Rafael, aos 50 minutos, de livre direto, e Danilo, aos 88, marcaram os golos dos bicampeões em título da Taça Libertadores, que nunca tinham conquistado a ‘Recopa’ da CONMEBOL.

Na ‘era’ Abel Ferreira, que se vinculou ao Palmeiras em 31 de outubro de 2020, o conjunto paulista somou o quarto troféu, depois das vitórias na Taça Libertadores de 2020 e 2021 e da Taça do Brasil de 2020.

Com Agência Lusa.

Putin reitera a Macron determinação em continuar invasão

O Presidente Vladimir Putin falou hoje com Emmanuel Macron informando o presidente francês que a invasão da Ucrânia está a decorrer « como previsto » e que o avanço militar da Rússia vai continuar caso os ucranianos não se rendam.

« Esta chamada permitiu ao Presidente da República [francês] defender a alternativa diplomática às operações militares, de dizer a verdade ao Presidente Putin de como vemos esta guerra e as suas consequências para a Rússia a longo prazo e esta conversa, infelizmente, serviu também para ouvir a determinação do Presidente russo para continuar esta operação militar até ao fim », afirmou hoje fonte do Eliseu aos jornalistas.

A chamada com o Palácio do Eliseu foi pedida por Moscovo e aconteceu hoje de manhã, tendo durado cerca de uma hora e meia. Os dois líderes continuam a tratar-se por tu, falam através de tradução simultânea e a conversa de hoje foi « concentrada, séria, difícil, mas estruturada », segundo fonte da presidência francesa.

Vladimir Putin disse que a chamada servia para informar o Presidente Emmanuel Macron de que a invasão da Ucrânia decorre como « previsto » e que se os ucranianos não aceitarem a desmilitarização e um estatuto neutro pela via diplomática, Moscovo « ia conseguir estes objetivos através da via militar ».

Os argumentos como a desnazificação da Ucrânia continuaram a ser utilizados pelo dirigente russo, com Emmanuel Macron a argumentar que isso era uma mentira, como reiterou na noite de quinta-feira quando se dirigiu aos franceses.

O Presidente francês tentou alertar o seu homólogo russo que o seu país acabará « isolado, enfraquecido e a sofrer sanções durante muitos anos », tentando sensibilizar ainda para a situação humanitária na Ucrânia, pedindo para serem criados corredores seguros para a saída dos civis.

Putin terá respondido positivamente, sem fazer qualquer compromisso nesta questão, negando ainda qualquer bombardeamento contra civis.

Macron terá indicado que a conversa deu a entender que « o pior pode estar para acontecer » e que a Rússia ficará cada vez mais isolada.

O Presidente francês ligou a seguir a Volodymyr Zelensky com quem se mantém em contacto, tendo o dirigente ucraniano referido que a Ucrânia « não se vai render », embora as negociações prossigam hoje entre as duas representações na Bielorrússia.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar com três frentes na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamentos em várias cidades. As autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças, e, segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de milhão de refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a “operação militar especial” na Ucrânia com a necessidade de desmilitarizar o país vizinho, afirmando ser a única maneira de a Rússia se defender e garantindo que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional, e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.

 

Com Agência Lusa.

Covid: França anuncia fim da máscara e passe de vacina a partir de 14 de março

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, anunciou hoje o fim, a partir de 14 de março, do uso obrigatório de máscaras, com exceção dos transportes, e do certificado de vacinação, medidas introduzidas para travar a pandemia da covid-19.

Numa entrevista ao canal TF1, o primeiro-ministro disse que se manterá em vigor o certificado de vacinação em instituições médicas, como hospitais, e lares de idosos, bem como a obrigação de vacinação que se aplica aos cuidadores.

« A situação está a melhorar graças aos nossos esforços coletivos, graças às medidas que tomámos (..), estão reunidas as condições para uma nova fase de flexibilização das medidas », justificou o chefe do Governo.

A vaga de infeções pelo coronavírus que provoca a covid-19 registada durante os primeiros meses do inverno está em declínio há várias semanas, segundo os dados oficiais.

O número de novos casos de contaminação situou-se na quarta-feira em 53.152, contra mais de 70.000 há uma semana, e a pressão também está a diminuir nos hospitais.

A covid-19, doença respiratória provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China, provocou pelo menos 5.952.685 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

 

Com Agência Lusa.

Emmanuel Macron oficializa candidatura esta noite numa carta na imprensa local

Emmanuel Macron oficializa candidatura esta noite numa carta na imprensa local

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whatsapp sharing buttonO Presidente francês vai anunciar hoje a sua recandidatura numa carta enviada à imprensa local que deverá ser publicada esta noite e poderá ser lida na manhã de sexta-feira nos jornais de todo o país.

Com o limite para a apresentação oficial da sua candidatura a esgotar-se, o chefe de Estado francês decidiu fazer o anúncio oficial da sua recandidatura ao Palácio do Eliseu através de uma carta aos franceses que vai ser publicada nos órgãos de imprensa locais em todo o país.

Devido ao seu envolvimento na mediação da invasão da Ucrânia por parte da Rússia, os dias de Emmanuel Macron têm sido preenchidos por chamadas com homólogos internacionais, encontros bilaterais e contactos com Moscovo e Kiev, deixando para segundo plano a campanha eleitoral das eleições presidenciais francesas que se realizam já a 10 de abril, com a segunda volta prevista para 24 de abril.

Às 18:00 de sexta-feira, o Conselho Constitucional francês vai decretar quais são os candidatos que conseguiram reunir as 500 assinaturas de eleitos nacionais e locais para formalizar as suas intenções de concorrerem à presidência da República.

Emmanuel Macron reuniu 1.785 assinaturas e o seu partido já está na estrada há alguns meses em pré-campanha.

Mesmo antes da invasão da Ucrânia, as equipas de Emmanuel Macron já tinham avisado que a presença do candidato na campanha eleitoral não seria assídua, com o próprio Presidente a dizer que exerceria funções « até ao último quarto de hora » do seu mandato.

Rússia acusa Ocidente de querer uma guerra nuclear

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, acusou hoje os líderes ocidentais de terem planos para uma “verdadeira guerra” contra a Rússia, que só poderá ser nuclear.

“Todos sabem que uma terceira guerra mundial só pode ser nuclear, mas chamo a vossa atenção para o facto de que isto está na mente dos políticos ocidentais, não na mente dos russos”, disse Lavrov numa videoconferência de imprensa a partir de Moscovo, citado pela agência francesa AFP.

Lavrov referiu-se a comentários recentes dos seus homólogos francês, Jean-Yves Le Drian, e britânica, Liz Truss, sobre a dissuasão nuclear e o risco de guerra com a Rússia.

“Se algumas pessoas estão a planear uma verdadeira guerra contra nós, e eu penso que estão, deveriam pensar cuidadosamente”, disse Lavrov.

“Não deixaremos que ninguém nos desestabilize”, assegurou.

O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou, no domingo, que colocou em alerta o sistema de dissuasão nuclear do exército russo, uma decisão que suscitou inquietação em muitas capitais do mundo e declarações contra uma nova escalada.

Ao anunciar a intervenção militar russa na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro, Putin também fez uma ameaça que foi interpretada como uma referência a armas nucleares.

“Quem nos tentar impedir, quanto mais criar uma ameaça ao nosso país, ao nosso povo, deve saber que a resposta da Rússia será imediata e infligirá consequências nunca vistas na sua história”, disse Putin, na altura.

Na conferência de imprensa, Lavrov acusou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) de estar a tentar reforçar a segurança do Ocidente à custa da Rússia e comparou os Estados Unidos a Napoleão e Hitler.

“No passado, Napoleão e Hitler tinham um objetivo de subjugar a Europa. Agora, os norte-americanos fazem-no”, disse, citado pela televisão britânica BBC.

Lavrov acusou também os EUA de terem ordenado o cancelamento do gasoduto Nord Stream 2, que iria fornecer gás russo diretamente à Alemanha, considerando que isso “mostra o lugar” de subjugação da União Europeia (UE).

O chefe da diplomacia russa descreveu a questão ucraniana como um “filme de Hollywood” escrito pela comunicação social ocidental, em que a Rússia desempenha o papel de “mal supremo”.

Lavrov repetiu que o regime ucraniano é neonazi, um dos argumentos usados por Moscovo para justificar a invasão da Ucrânia.

Disse também que os ucranianos estão “agora a tentar usar civis como escudos humanos”.

Lavrov e Putin são duas das personalidades russas visadas nas sanções que a UE e muitos países decretaram contra a Rússia na sequência da invasão da Ucrânia.

A Rússia lançou no passado dia 24 uma ofensiva militar na Ucrânia com três frentes e recorrendo a forças terrestres e bombardeamentos em várias cidades.

As autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças. A ONU já deu conta de mais de um milhão de refugiados.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a “operação militar especial” na Ucrânia com a necessidade de desmilitarizar o país vizinho, afirmando ser a única maneira de a Rússia se defender e garantindo que a ofensiva durará o tempo necessário.

 

Com Agência Lusa.

PASSAGE À NIVEAU – 27 FÉVRIER 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 27 de Fevereiro 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão.

 

PASSAGE À NIVEAU – 20 FÉVRIER 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 20 de Fevereiro 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

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PASSAGE À NIVEAU – 6 FÉVRIER 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 6 de Fevereiro 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão.

 

PASSAGE À NIVEAU – 30 JANVIER 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 30 de Janeiro 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

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PASSAGE À NIVEAU – 23 JANVIER 2022

« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva         

Domingo 23 de Janeiro 2022

Entre as 12h00 e as 14h00

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