Ucrânia: PR Macron condena mentiras de Moscovo e anuncia « plano de resiliência »

Emmanuel Macron condena mentiras de Moscovo e anuncia « plano de resiliência »

 

Alfa/com Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO Presidente francês, Emmanuel Macron, condenou ontem as « mentiras » e « ofensas » do regime russo acerca do nazismo na Ucrânia e anunciou um plano de resiliência económica e social para a França enfrentar as consequências da invasão russa.

« Não há tropas nem bases da NATO na Ucrânia. São mentiras. A Rússia não foi agredida, a Rússia é o agressor. Esta guerra é ainda menos, como a propaganda nos quer fazer querer, uma luta contra o nazismo. É uma mentira, um insulto à história da Rússia e da Ucrânia, à memória das nossas gerações que combateram lado a lado contra o nazismo », disse  Emmanuel Macron aos franceses.

O Presidente francês reforçou, numa mensagem de cerca de 15 minutos difundida nas televisões francesas, que Vladimir Putin « escolheu a guerra » e que a França não só está ao lado dos ucranianos, mas também dos russos que recusam esta « guerra indigna » no seu nome.

O chefe de Estado francês garantiu ainda que vai continuar em contacto com os Presidentes da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e também da Rússia, Vladimir Putin, enquanto este estiver disponível, para dissuadir a escalada da violência.

Macron disse também que a guerra na Ucrânia vai ter consequências para a França, nomeadamente nos preços da energia.

« Um determinado número de setores económicos sofrem e vão sofrer, ou porque dependem das importações de matérias-primas que vêm da Rússia e da Ucrânia, ou porque exportam para esses países. O nosso crescimento será impactado. Amanhã, o preço de um tanque cheio de combustível ou a fatura do aquecimento estão em risco de aumentar imenso. Perante estas consequências económicas e sociais, só tenho uma bússola: proteger-vos », prometeu o Presidente francês.

Assim, nos próximos dias, o Governo vai apresentar um plano de resiliência económica e social para combater as consequências deste conflito. Macron disse ainda que a França vai investir na Defesa e na investigação, deixando um aviso à União Europeia.

« Estes eventos são um sinal de mudança de época. A democracia está posta causa. A nossa liberdade, a dos nossos filhos, já não é uma conquista. É um sistema de coragem, um combate a cada momento », disse o líder francês.

Quanto às eleições presidenciais em França, que se realizam em abril, o Presidente disse confiar nos franceses para que ela decorra da melhor forma.

« Esta campanha vai permitir um debate democrático importante para a nação », concluiu Macron.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar com três frentes na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamentos em várias cidades. As autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças, e, segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de 100 mil deslocados e pelo menos 836 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a “operação militar especial” na Ucrânia com a necessidade de desmilitarizar o país vizinho, afirmando ser a única maneira de a Rússia se defender e garantindo que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional, e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.

Taça de França. Nantes na final ao afastar Mónaco nos penáltis

O Mónaco, adversário do Braga na Liga Europa, perdeu no desempate por penáltis com o Nantes (2-2, 4-2 gp), nas meias-finais da Taça de França.

Gelson Martins foi titular no conjunto do principado.

Marcaram Maripán (12’) para o Mónaco, mas um autogolo de Sidibé (21’) enviou tudo empatado para o intervalo.

No segundo tempo os papéis inverteram-se com Moutoussamy (74’) a colocar o Nantes em vantagem e Boadu (76’) a empatar para os monegascos.

Na marca de 11 metros, Ben Yeeder e Tchouameni desperdiçaram os remates para o Mónaco.

Com este resultado, o Nantes seguiu para a final (08 de Maio), onde vai defrontar o Nice. Os canários vão tentar recuperar um título que conquistaram por três vezes, a última em 2000.

 

Foto. FranceInfo.

 

FC Porto vence em Alvalade na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal

O FC Porto venceu hoje em casa do Sporting, por 1-2, em jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol, em que esteve a perder.

O espanhol Pablo Sarabia (49 minutos) adiantou os ‘leões’, mas o iraniano Mehdi Taremi (59) empatou, de grande penalidade, e o brasileiro Evanilson (64) deu o triunfo aos ‘dragões’.

Tondela e Mafra disputarem na quinta-feira o outro encontro da primeira mão das meias-finais da Taça, com a segunda mão a disputar-se entre 19 e 21 de abril.

Resultados das meias-finais da Taça de Portugal de futebol, cujos jogos da primeira mão se disputam hoje e quinta-feira:

Primeira mão:

– Quarta-feira, 02 mar

Sporting (I) – FC Porto (I), 1-2 (Sarabia 49 / Taremi 59gp, Evanilson 64).

– Quinta-feira, 03 mar

Tondela (I) – Mafra (II), 21:15

Segunda mão (19 a 21 abr):

FC Porto (I) – Sporting (I)

Mafra (II) – Tondela (I)

 

Com Agência Lusa.

Morreu o jornalista Jean-Pierre Pernaut

O Jornalista Jean-Pierre Pernaut, figura emblematica do ‘JT’ da TF1 durante mais de 30 anos, morreu vítima de cancro  aos 71 anos, anunciou a família à AFP esta quarta feira.

O próprio tinha anunciado que lutava contra um cancro nos pulmões.

Durante mais de 30 anos, Pernaut ‘vestia’ e representava uma visão particular da França, a partir das regiões, das pequenas localidades e das profissões esquecidas.

 

Saiba mais aqui com a BFMTV

 

Com BFMTV e TF1.

Os refugiados ucranianos, os portugueses retornados de África e o sabor da mortadela. Crónica de Carlos Pereira

Guerra na Ucrânia. 

A ajuda aos refugiados ucranianos, os portugueses retornados de África e o sabor da mortadela que era distribuida, na época, em Portugal, em latas, a estes últimos.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na Rádio Alfa, na quinta-feira, 03.

Ou ouça aqui:

 

 

 

Legislativas/Repetição de eleições: André Ventura na Suíça, França e Reino Unido

Legislativas: André Ventura na Suíça, França e Reino Unido devido à repetição de eleições

 

Alfa/com Lusa
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O presidente do Chega, André Ventura, vai deslocar-se à Suíça, França e Reino Unido para ações de campanha devido à repetição das eleições legislativas no círculo da Europa, anunciou hoje o partido.

De acordo com o comunicado enviado pelo Chega, André Ventura vai visitar as comunidades portuguesas, incluindo vários empresários portugueses, estando previstos ainda jantares comício, entre outras ações.

Segundo a agenda disponibilizada, a primeira paragem será na Suíça, na sexta-feira, com um jantar comício em Neuchâtel.

No sábado, a campanha do Chega viaja até França, mais concretamente a Paris, onde está também previsto um jantar comício e depois um encontro com jovens numa discoteca da cidade.

A volta de André Ventura continua na próxima semana, a 09 de março, no Reino Unido, com um jantar em Londres e, no dia seguinte, pela tarde, um “passeio pela zona conhecida por ‘Little’ Portugal”.

Aquando da decisão do Tribunal Constitucional, conhecida a meio de fevereiro, de declarar a nulidade das eleições legislativas em mais de uma centena de assembleias de voto do círculo da Europa, decidindo assim a repetição do ato eleitoral nesses casos, o líder do Chega anunciou logo que teria iniciativas junto das comunidades emigrantes.

Também o líder do PSD, Rui Rio, já se deslocou a Londres e a Paris no âmbito da repetição das eleições legislativas no círculo da Europa.

O mapa calendário referente à repetição do ato eleitoral no círculo da Europa não refere novo período de campanha eleitoral, mas os partidos com representação parlamentar estão a organizar iniciativas de apelo ao voto.

Mais de 80% dos votos dos emigrantes do círculo da Europa nas legislativas de 30 de janeiro foram considerados nulos, após protestos do PSD por várias mesas terem validado votos que não vinham acompanhados de cópia da identificação do eleitor, como exige a lei.

Esta situação levou alguns partidos a recorrerem ao Tribunal Constitucional, que declarou a nulidade das eleições legislativas nestas assembleias e determinou a sua repetição, que terá lugar nos dias 12 e 13 de março e os votos por via postal serão considerados se recebidos até 23.

Refugiados ucranianos bem recebidos na Polónia e na Hungria. E os outros? Sírios, afegãos, curdos, africanos… Opinião

Guerra na Ucrânia. A brutal invasão russa na Ucrânia.

Refugiados ucranianos são bem recebidos na Polónia e na Hungria, países que estavam a construir muros para impedir refugiados de entrar na União Europeia.

E os outros refugiados: os sírios, os afegãos, os curdos e os africanos?

Crónica de  Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa, na quarta-feira, 02.

Ou ouça aqui:

 

 

Ucrânia/Guerra: Zelensky diz que míssil russo atingiu um edifício governamental no centro de Kharkiv

Ucrânia: Zelensky diz que míssil russo atingiu praça central de Kharkiv, destruindo um edifício governamental. Presidente ucraniano também falou hoje, através de imagem vídeo, ao Parlamento Europeu: “Provámos a nossa força. Provem que nos apoiam”. Longa coluna militar russa a caminho de Kiev. Edifício governamental na praça central de Kharkiv alvo de míssil russo

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twitter sharing buttonAlfa/ com Lusa e outras fontes
linkedin sharing buttonO Presidente da Ucrânia disse que um míssil russo atingiu hoje a praça central de Kharkiv, a que chamou « terror indisfarçável ».

« Ninguém perdoará. Ninguém esquecerá », afirmou Volodymyr Zelensky.

A declaração surge depois de o chefe da administração regional de Kharkiv, Oleh Sinehubov, ter afirmado que o centro da cidade, a segunda maior da Ucrânia, está a ser hoje alvo de novos bombardeamentos russos.

O edifício da administração, no centro da cidade, e vários prédios residenciais foram alvo das forças russas, acrescentou o responsável.

Zelensky declarou, numa mensagem vídeo publicada no Telegram, que o bombardeamento russo de Kharkiv constitui um « crime de guerra » e que a defesa da capital do país, Kiev, é « a prioridade ».

« O ataque contra Kharkiv é um crime de guerra. É terrorismo de Estado », disse o presidente ucraniano, alertando para um avanço russo em direção a Kiev.

« Eis porque a defesa da capital é hoje a prioridade chave » da Ucrânia, acrescentou.

​A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e mais de 660 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a « operação militar especial » na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

Sporting de Braga cede ‘nulo’ na receção ao Santa Clara

O Sporting de Braga falhou hoje a terceira vitória seguida na I Liga portuguesa de futebol, ao ceder um empate 0-0 na receção ao Santa Clara, no jogo que encerrou a 24ª jornada da prova.

Os minhotos mantêm-se no quarto lugar do campeonato, com 45 pontos, mas estão agora a nove do Benfica, terceiro classificado, e ainda perderam a possibilidade de se afastarem do Gil Vicente, que no domingo empatou 1-1 com o líder FC Porto e é quinto, com menos quatro do que os ‘arsenalistas’.

Já o Santa Clara, que terminou com nove elementos, por expulsões de Mansur, aos 78 minutos, e Morita, aos 89, averbou o quarto encontro seguido sem vencer na I Liga e ocupa o 12.º posto, com 26 pontos.

 

Resultados da 24ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 25 fev:

Belenenses SAD – Paços de Ferreira, 0-2 (0-1 ao intervalo)

 

– Sábado, 26 fev:

Famalicão – Tondela, 2-1 (0-0)

Marítimo – Sporting, 1-1 (1-1)

Arouca – Moreirense, 1-1 (0-1)

 

– Domingo, 27 fev:

Vizela – Portimonense, 1-1 (1-1)

Benfica – Vitória de Guimarães, 3-0 (2-0)

Estoril Praia – Boavista, 2-3 (1-1)

FC Porto – Gil Vicente, 1-1 (0-0)

 

– Segunda-feira, 28 fev:

Sporting de Braga – Santa Clara, 0-0

Programa da 25ª jornada (hora em Paris):

– Sexta-feira, 04 mar:

Gil Vicente – Estoril Praia, 21:15

 

– Sábado, 05 mar:

Boavista – Sporting de Braga, 16:30

Portimonense – Benfica, 19:00

Sporting – Arouca, 21:30

 

– Domingo, 06 mar:

Moreirense – Marítimo, 16:30

Paços de Ferreira – FC Porto, 19:00

Santa Clara – Vizela, 21:30

Vitória de Guimarães – Famalicão, 21:30

 

– Segunda-feira, 07 mar:

Tondela – Belenenses SAD, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Macron pede cessar-fogo a Putin, líder russo exige « desmilitarização » de Kiev

O Presidente francês, Emmanuel Macron, pediu hoje a Vladimir Putin um cessar-fogo imediato na Ucrânia e condições de segurança para saída de civis de Kiev, enquanto o Presidente russo exigiu a « desmilitarização » do país sob invasão russa.

Segundo comunicado enviado às redações pelo Palácio do Eliseu, Macron terá pedido, durante uma conversa de mais de uma hora, também o fim dos ataques contra civis e zonas residenciais, assim como a preservação de todos as infraestruturas civis. Vladimir Putin terá « confirmado o seu compromisso » perante estas exigências.

Já o Kremlin fez saber também em comunicado de imprensa que Putin declarou ao seu homólogo francês a exigência, como condições para o cessar-fogo, do reconhecimento da Crimeia como território russo, a « desnazificação » do Governo ucraniano e um estatuto neutro para a Ucrânia.

Numa altura em que decorrem conversações entre delegações russas e ucranianas, o Presidente francês propôs ainda a Vladimir Putin que os dois continuem em contacto nos próximos dias de forma « a prevenir o agravamento da situação » e o líder russo terá também concordado.

Nas últimas horas, Macron falou ainda várias vezes com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, elogiando novamente o « sentido de responsabilidade » deste nas negociações com Moscovo.

Após mais um Conselho de Defesa esta manhã no Palácio do Eliseu, o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves le Drian, disse, visivelmente emocionado, que as autoridades francesas tinham conseguido por parte dos russos garantias de que os franceses ainda presentes em Kiev podiam abandonar a capital em segurança, por estrada e ferrovia.

« As estradas para sair de Kiev pelo sul não são completamente seguras, mas há hoje uma possibilidade de sair da cidade […] Os russos indicaram que todos os civis podem sair livremente pela autoestrada Kiev-Vasylkiv », afirmou o ministro, declarando que a França não tem como prestar apoio nestas estradas aos seus cidadãos.

Haverá ainda cerca de 1.000 franceses na Ucrânia, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês.

A França decidiu ainda intensificar as sanções aos oligarcas russos, estando a levar a cabo uma investigação interna para apurar os bens imobiliários no país que pertencem à elite russa que apoia Putin.

Esta tarde, Macron vai participar com Olaf Scholz, chanceler alemão, Ursula Van Der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, numa reunião com os líderes do Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão, Polónia, Roménia e representantes da NATO, de forma a debaterem a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Após esta reunião, o chefe de Estado francês vai jantar com os líderes das instituições europeias.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e quase 500 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a « operação militar especial » na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

 

Com Agência Lusa.