PR Marcelo fala com homólogo da Ucrânia e elogia « a corajosa resistência ucraniana »

Na foto de abertura: O palácio de Belém em Lisboa iluminado com as cores ucranianas. Por Rui Ochoa (Presidência da República)

Presidente da Ucrânia falou com o Presidente da Republica

« O Presidente Zelensky ligou esta tarde ao Presidente da República. Foi abordada a atual situação na Ucrânia.

O Presidente da República reiterou a condenação veemente de Portugal e o apoio solidário à corajosa resistência ucraniana. Apoio esse cuja concretização tem sido efetivada pelo Governo, nomeadamente através dos Ministérios competentes. Sublinhou igualmente o papel da excecional comunidade ucraniana em Portugal.

Foi ainda referida a parceria no âmbito da política europeia de vizinhança da qual a Ucrânia é parte. »

Putin coloca forças nucleares de dissuasão em alerta

O presidente russo ordenou às estruturas militares do país que coloquem as forças nucleares de dissuação em alerta, face a « declarações agressivas » por parte da NATO, noticia a agência Tass.

A ordem terá sido emitida na sequência de uma reunião entre Vladimir Putin, o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, e o chefe do Estado-Mario das Forças Armadas, Valery Gerasimov.

Com RTP e Figaro Live.

 

Presidência ucraniana anuncia conversações com Rússia

A presidência da Ucrânia anunciou hoje que concordou em participar em conversações com a Rússia na fronteira com a Bielorrússia, perto de Chernobyl, após mediação do Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko.

“A delegação ucraniana reunir-se-á com a Rússia sem estabelecer quaisquer condições prévias na fronteira Ucrânia-Bielorrússia na região do rio Pripyat”, anunciou a presidência ucraniana nas redes sociais.

O anúncio surgiu depois de a Rússia ter divulgado que uma delegação russa iria participar em conversações com representantes ucranianos na Bielorrússia, país aliado de Moscovo.

 

Zelensky diz que a noite « foi dura » no país.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a noite « foi dura » no país, com bombardeamentos russos a atingirem zonas habitadas.

« A noite passada foi dura, de novo tiros, de novo bombardeamentos de bairros habitacionais, de infraestruturas civis. Não há nada hoje que o ocupante não considere um alvo legítimo », afirmou o chefe de Estado ucraniano num vídeo divulgado nas redes sociais.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades.

« Vassylkiv, Kiev, Cherniguiv, Soumi, Kharkiv e muitas outras cidades, vivem em condições que não víamos na nossa terra (…) desde a Segunda Guerra Mundial », sublinhou o Presidente ucraniano.

Zelensky dirigiu-se aos bielorrussos, cujo país serve de base aérea às forças russas que invadiram na quinta-feira a Ucrânia para atacar Kiev.

« Do vosso território, são as nossas crianças que são mortas », disse, acrescentando: « Como vão conseguir olhar as vossas crianças nos olhos, uns aos outros?, como vão conseguir olhar os vossos vizinhos nos olhos? Os vossos vizinhos somos nós ».

 

Zelensky convida cidadãos estrangeiros a lutarem ao lado de ucranianos

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou hoje aos cidadãos de países estrangeiros amigos da Ucrânia para se juntarem à luta contra a agressão russa, integrando uma espécie de nova Legião Estrangeira.

Através de uma mensagem de vídeo, Zelensky assinala que todos aqueles que queiram juntar-se “à defesa da segurança na Europa e no mundo” podem ir para a Ucrânia e lutar “lado a lado com os ucranianos contra os invasores do século XXI”.

A agência noticiosa Efe adianta que, segundo as normas o serviço militar nas Forças Armadas, os cidadãos estrangeiros podem aderir voluntariamente a unidades como as forças de defesa territorial.

A mensagem do Presidente ucraniano refere que os cidadãos estrangeiros que se desejem voluntariar-se podem entrar em contacto com o conselheiro de Defesa das embaixadas da Ucrânia nos vários países.

A Rússia invadiu a Ucrânia na quinta-feira, através da Bielorrússia ao norte, da Crimeia, território ucraniano que anexou em 2014, ao sul, e do território russo a nordeste e a leste.

As autoridades ucranianas contabilizaram já a morte de pelo menos 198 pessoas, incluindo civis, desde o início da invasão russa.

O ataque russo tem sido amplamente condenado em todo o mundo e vários países, com destaque para os ocidentais, aprovaram sanções económicas para punir o regime de Moscovo.

Com Agência Lusa.

 

 

Ucrânia: Rússia entra na segunda maior cidade do país, Kherson e Berdiansk cercadas

Ucrânia: Rússia entra na segunda maior cidade do país, Kherson e Berdiansk cercadas

 

Alfa/Lusalinkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO exército russo entrou na segunda maior cidade ucraniana, Kharkiv, no norte, e cercou duas cidades no sul da Ucrânia, Kherson e Berdiansk, no quarto dia da invasão do país.

As autoridades ucranianas confirmaram que as tropas russas entraram hoje em Kharkiv.

« Os veículos inimigos estão a circular pela cidade. Devido à situação operacional, o transporte no distrito de Oleksiyivka foi cancelado », informou na plataforma de mensagens Telegram o Serviço de Estado da Ucrânia para Comunicações Especiais e Proteção da Informação.

Na publicação é possível ver um vídeo no qual se observam vários veículos blindados numa zona urbana.

« Durante as últimas 24 horas, as forças armadas russas bloquearam completamente as cidades de Kherson e Berdiansk », que têm respetivamente 290.000 e 110.000 habitantes, adiantou por sua vez o Ministério da Defesa russo, citado pela agência de notícias TASS.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 150.000 deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a « operação militar especial » na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

Sporting empata na Madeira e pode perder mais terreno para FC Porto

O Sporting foi hoje travado pelo Marítimo no Funchal, ao empatar 1-1 em jogo da 24ª jornada da I Liga de futebol, podendo ver o líder FC Porto destacar-se ainda mais na frente.

Os insulares, que vinham de uma derrota caseira na ronda anterior com o Famalicão, adiantaram-se logo aos cinco minutos, por intermédio de Xadas, mas os ‘leões’ de Alvalade igualaram ainda na primeira metade, com um golo de Slimani, o primeiro desde o regresso do argelino aos lisboetas, aos 38.

Com este empate, o Sporting manteve o segundo posto, agora com 58 pontos, a cinco do comandante FC Porto, mas os ‘dragões’ jogam ainda no domingo, com receção ao Gil Vicente, enquanto o Marítimo ocupa um tranquilo oitavo posto, com 29.

 

Resultados da 24ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 25 fev:

Belenenses SAD – Paços de Ferreira, 0-2 (0-1 ao intervalo)

 

– Sábado, 26 fev:

Famalicão – Tondela, 2-1 (0-0)

Marítimo – Sporting, 1-1 (1-1)

Arouca – Moreirense, 1-1 (0-1)

 

– Domingo, 27 fev:

Vizela – Portimonense, 16:30

Benfica – Vitória de Guimarães, 19:00

Estoril Praia – Boavista, 19:00

FC Porto – Gil Vicente, 21:30

 

– Segunda-feira, 28 fev:

Sporting de Braga – Santa Clara, 21:15

Com Agência Lusa.

Guerra. Moscovo ordena expansão da ofensiva acusando Kiev de recusar negociar

Moscovo ordena expansão da ofensiva acusando Kiev de recusar negociar

 

Alfa/ com Lusa/Agências

O Ministério da Defesa russo ordenou este sábado aos seus militares para expandirem a ofensiva contra a Ucrânia em todas as direções, acusando Kiev de recusar negociações com Moscovo.

“Hoje, todas as unidades receberam ordens para expandirem a sua ofensiva em todas as direções, de acordo com o plano ofensivo”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa, Igor Konashenkov, em comunicado.

O porta-voz acusou navios ucranianos de terem atacado navios de guerra russos no Mar Negro, dizendo ser “altamente provável” que ‘drones’ de observação dos Estados Unidos os tivessem “guiado”.

Indicou ainda que os separatistas pró-russos no leste, apoiados pelos militares russos, estão a registar “sucessos”.

No terceiro dia da invasão da Ucrânia pelas forças do Presidente russo, Vladimir Putin, ocorreram combates na capital, Kiev e noutras cidades do país.

A Rússia invadiu a Ucrânia através da Bielorrússia ao norte, da Crimeia, território ucraniano que anexou em 2014, ao sul, e através do seu próprio território a nordeste e leste.

As autoridades ucranianas disseram este sábado, 26 de fevereiro, que pelo menos 198 civis tinham sido mortos desde o início da invasão russa.

O ataque russo tem sido amplamente condenado em todo o mundo e os países ocidentais aprovaram sanções económicas para punir o regime de Moscovo.

Ucrânia: Combates em Kiev prosseguem. Biden aprova apoio militar de emergência a Kiev

Ucrânia: Combates entre exército ucraniano e forças russas em Kiev. Joe Biden aprova apoio militar de emergência a Kiev

 

Alfa/com Lusa

whatsapp sharing buttonConfrontos entre o exército ucraniano e as forças russas estão hoje a decorrer, em Kiev, pelo controlo da cidade, dois dias depois da invasão da Ucrânia decidida pelo Presidente da Rússia.

« Violentos combates decorrem em Kiev », disse o serviço de comunicações especiais ucraniano, algumas horas depois de um apelo à mobilização lançado pelo Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

O exército ucraniano afirmou ter destruído uma coluna de cinco veículos militares russos, incluindo um blindado, perto da estação de metropolitano Beresteiska, na avenida da Vitória, uma das principais ruas na zona noroeste de Kiev.

Pelas 03:00 TMG (mesma hora em Lisboa), o serviço de comunicações especiais ucraniano adiantou que forças russas estavam a tentar atacar uma central elétrica no bairro Troieshchyna, no nordeste de Kiev.

« Nas ruas da nossa cidade estão a decorrer, neste momento, intensas ações militares. Mantenham a calma e sejam muito prudentes », pediu a câmara de Kiev, em comunicado.

De acordo com as autoridades locais, forças aerotransportadas russas terão aterrado num aeródromo em Vasilkov, a menos de 40 quilómetros de Kiev.

Os habitantes da cidade foram aconselhados a permanecer em abrigos, ou, se estiverem em casa, a não se aproximarem das janelas. Sirenes de alerta antiaéreo soaram, ao amanhecer, também em Kharkiv, uma grande cidade no leste da Ucrânia, próxima da fronteira com a Rússia, acrescentou o mesmo serviço.

O exército ucraniano também alertou para « combates violentos » a 30 quilómetros a sudoeste da capital, onde os russos « estavam a tentar largar paraquedistas ».

A população de Kiev preparou-se para o pior, depois da mensagem do Presidente ucraniano: « esta noite, vão tentar tomar Kiev ».

As declarações de Zelensky foram feitas numa mensagem vídeo, difundida na sexta-feira à noite, no ‘site’ da Presidência.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos mais de 120 mortos, incluindo civis, e centenas de feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 100.000 deslocados no primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a « operação militar especial » na Ucrânia visa « desmilitarizar e ‘desnazificar' » o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo de seus « resultados » e « relevância ».

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

Entretanto, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden assinou, na sexta-feira, um memorando a autorizar o envio de até 350 milhões de dólares (310,5 milhões de euros) em apoio militar de emergência a Kiev.

Não há apenas a Guerra na Ucrânia. Inscrições para o ensino do português em França. Passagem de Nível, domingo, 27

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 27 de Fevereiro 2022. Entre as 12h00 e as 14h00

 

Destaque: 

A Língua Portuguesa nas Secções Internacionais em França: abertura de uma Secção no Collège La Nacelle em Corbeil Essonne (91) e inscrições nas outras secções na Região parisiense 

Convidados:

Adelaide Cristovão, Coordenadora do Ensino Português em França
Etienne Galand, Principal du Collège La Nacelle
Vanessa Carvalho, Professora e responsável da Secção no Collège La Nacelle
Isabelle Leite, Inspectora de Português na Academia de Versailles
Ana Cristina Martini, responsável da Secção no Collège Verhaeren e do Lycée
Alexandre Dumas em Saint-Cloud (92)
Joaquina Vila Pouca, responsável da Secção no Collège-Lycée Honoré de Balzac-75017
Carlos de Abreu, responsável da Secção no Collège-Lycée Montaigne -75006
António de Oliveira, professor e secretário-geral da ADEPBA

Outros temas:

Legislativas: repetição da votação no Círculo da Europa, em presencial dias 12 e 13 de
Março e os votos por via postal serão considerados se recebidos até 23 de Março
Convidado: Pedro Rúpio, Presidente do Conselho Regional da Europa do CCP

9ª Edição do festival de Amnesty International France “Au cinéma pour les droits
humains” entre o dia 1 e 31 de Março
Convidado:Jean-Luc Levénès, Coorganisador do Festival

 

-Livro: Manquer à l’appel (Cair por dentro), de Valério Romão, tradução de João Viegas, éditions Chandeigne. Um romance que encerra a trilogia sobre as “paternidades
falhadas”

Apresentação e Coordenação: Artur Silva


Nota: Emissão com redifusão na noite de 4ª para 5ª feira, entre as 0h00 e as 2h00

Liga Europa. Duelos luso-franceses nos oitavos de final. FC Porto-Lyon e SC Braga-Mónaco

O FC Porto vai defrontar os franceses do Lyon nos oitavos de final da Liga Europa de futebol, determinou o sorteio hoje realizado em Nyon, na Suíça.

A primeira mão realiza-se em 09 de março, no Estádio do Dragão, no Porto, e a segunda em 17, em Lyon.

Os ‘dragões’, que afastaram a Lazio no ‘play-off’ de acesso aos ‘oitavos’ (2-1 em casa e 2-2 fora), estão pela terceira vez nesta fase da prova, depois da vitória de 2010/11 e de terem sido eliminados nos quartos de final em 2013/14.

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O Sporting de Braga vai defrontar os franceses do Mónaco nos oitavos de final da Liga Europa.

A primeira mão realiza-se a 10 de março, no Estádio Municipal de Braga, e a segunda em 17, no Mónaco.

Os ‘arsenalistas’, que afastaram o Sheriff no ‘play-off’ de acesso aos ‘oitavos’ (2-0 após prolongamento e 3-2 nos penáltis em casa, após 0-2 fora), estão pela terceira vez nesta fase, depois de 2010/11 (final) e 2015/16 (quartos de final).

 Programa dos oitavos de final da Liga Europa em futebol, de acordo com o sorteio realizado hoje em Nyon, na Suíça:

Primeira mão

– Quarta-feira, 09 mar:

FC Porto, Por – Lyon, Fra, 18:45

Betis, Esp – Eintracht Frankfurt, Ale, 18:45

– Quinta-feira, 10 mar:

Rangers, Esc – Estrela Vermelha, Ser

Sporting de Braga, Por – Mónaco, Fra

Atalanta, Ita – Bayer Leverkusen, Ale

Sevilha, Esp – West Ham, Ing

FC Barcelona, Esp – Galatasaray, Tur

Leipzig, Ale – Spartak Moscovo, Rus

Segunda mão

– Quinta-feira, 17 mar:

Estrela Vermelha, Ser – Rangers, Esc

Mónaco, Fra – Sporting de Braga, Por

Lyon, Fra – FC Porto, Por

Bayer Leverkusen, Ale – Atalanta, Ita

West Ham, Ing – Sevilha, Esp

Galatasaray, Tur – FC Barcelona, Esp

Spartak Moscovo, Rus – Leipzig, Ale (x)

Eintracht Frankfurt, Ale – Betis, Esp

(x) – Em campo neutro.

Programa dos oitavos de final da Liga Conferência Europa em futebol, de acordo com o sorteio realizado hoje em Nyon, na Suíça:

Marselha, Fra – Basileia, Sui

Leicester, Ing – Rennes, Fra

PAOK, Gre – Gent, Bel

Vitesse, Hol – Roma, Ita

PSV Eindhoven, Hol – Copenhaga, Din

Slavia Praga, Che – LASK, Aut

Bodo/Glimt, Nor – AZ Alkmaar, Hol

Partizan, Ser – Feyenoord, Hol

Nota: Os jogos da primeira mão realizam-se em 10 de março, na casa das equipas indicadas em primeiro lugar, e os da segunda em 17 de março.

Com Agência Lusa.

Final da Liga dos Campeões de futebol em Paris em vez de São Petersburgo

A final da edição de 2021/22 da Liga dos Campeões de futebol vai ser disputada em Paris, em vez de São Petersburgo, anunciou hoje a UEFA, na sequência da ofensiva militar da Rússia na Ucrânia.

O palco do encontro decisivo da principal competição europeia de clubes é alterado pelo terceiro ano consecutivo, depois de Lisboa e Porto terem acolhido as finais de 2019/20 e 2020/21, devido à pandemia de covid-19, em ambos os casos em detrimento de Istambul, na Turquia.

Um dia depois de ter “veementemente a invasão militar”, a UEFA reuniu o comité executivo para avaliar a situação na Ucrânia, decidindo retirar à Rússia a organização da final da ‘Champions’, marcada para 28 de maio.

O estádio que acolheria a final em São Petersburgo é tem o nome do gigante da energia Gazprom, um dos principais patrocinadores da UEFA desde 2012.

A Rússia lançou na madrugada de quinta-feira uma ofensiva militar em território da Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocou pelo menos meia centena de mortos, 10 dos quais civis, em território ucraniano, segundo Kiev.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a « operação militar especial » na Ucrânia visa « desmilitarizar e desnazificar » o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo dos seus « resultados » e « relevância”.

O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU.

Com Agência Lusa.