Doentes classificados como urgentes nos hospitais da região de Lisboa enfrentam tempos de espera que chegam às 13 horas para a primeira observação, segundo dados do portal do SNS.
De acordo com a informação consultada pela agência Lusa, cerca das 09:00 de hoje, 15 doentes triados com a pulseira amarela (urgente) no Hospital Amadora-Sintra têm de aguardar até 13 horas e quatro minutos para uma primeira observação, enquanto os quatro considerados muito urgentes (pulseira laranja) tinham de aguardar 28 minutos.
No Hospital Santa Maria, em Lisboa, 12 doentes urgentes enfrentam um tempo de espera de sete horas e 12 minutos para a primeira observação, enquanto no Hospital São José, também em Lisboa, os seis doentes que se encontram no serviço de urgência geral têm de esperar duas horas e 19 minutos.
No Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, o portal do SNS indicava que, às 09:00, 10 doentes urgentes aguardavam cerca de quatro horas e quinze minutos para a primeira observação.
Segundo o sistema de triagem, as situações muito urgentes (pulseira laranja) têm um atendimento recomendado nos 10 minutos seguintes à triagem, enquanto os casos urgentes (amarela) são de 60 minutos e os pouco urgentes (verdes) de 120 minutos.
De acordo com a informação do Portal do SNS, “o cálculo do tempo médio é dado pela média do tempo decorrido desde que o utente entrou na fase em que se encontra (espera para triagem, espera para primeira observação ou em observação)”.
As autoridades de saúde apelam aos utentes para que, antes de se dirigirem à urgência hospitalar, contactem telefonicamente o Centro de Contacto do Serviço Nacional de Saúde – SNS24 (808242424), de modo a evitarem deslocações desnecessárias às urgências.
Benfica e Sporting empataram hoje 1-1 no dérbi que abriu a 13ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, deixando o FC Porto com caminho aberto para aumentar a vantagem no topo da competição.
No Estádio da Luz, Pedro Gonçalves adiantou os ‘leões’, aos 12 minutos, mas o ucraniano Georgiy Sudakov repôs a igualdade, aos 27, naquele que foi o quarto empate dos ‘encarnados’ em sete encontros em casa no campeonato e o primeiro em que os bicampeões nacionais cederam pontos fora do seu reduto.
O Sporting segue no segundo lugar, com 32 pontos, enquanto o Benfica, que viu Prestianni ser expulso aos 90+2 minutos, é terceiro, com 29, sendo que o FC Porto, que soma 34, poderá reforçar a liderança nesta ronda, caso vença na visita ao Tondela, no domingo.
Resultados da 13ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
-Concerto da compositora e instrumentista de guitarra portuguesa Marta Pereira da Costa, no domingo dia 14 de dezembro às 15h00 no Théâtre de la Ville – Paris – Les Abbesses, 31 rue des Abbesses, Paris 18.
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Compositora e instrumentista de guitarra portuguesa Marta Pereira da Costa.
Portugal vai defrontar a Colômbia, Uzbequistão e o vencedor do caminho 1 do play-off intercontinental, no Grupo K do Mundial2026 de futebol, que vai decorrer nos Estados Unidos, Canadá e México, ditou o sorteio realizado hoje em Washington.
A seleção das ‘quinas’ vai estrear-se na competição no dia 17 de junho, com o vencedor do caminho 1 do play-off intercontinental, que conta com Jamaica, Nova Caledónia e República Democrática do Congo, enfrenta na segunda jornada o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, e fecha a fase grupos frente à Colômbia, em 27 de junho.
Os locais e os horários das partidas vão ficar definidos no sábado, informou a FIFA.
O adversário de Portugal no primeiro jogo só será conhecido em março de 2026, com a Jamaica a defrontar a Nova Caledónia, no dia 26, e o vencedor a enfrentar a República Democrática do Congo, no dia 31, para decidir o apurado.
O Mundial2026, que começa no dia 11 de junho e termina em 19 de julho do próximo ano, vai contar pela primeira vez com 48 seleções, apurando-se para a fase a eliminar os dois primeiros de cada um dos 12 grupos, bem como os oito melhores terceiros.
Portugal é uma das 42 seleções já com presença garantida na prova, disputada pela primeira vez em três países, depois de vencer o Grupo F da qualificação europeia, com as restantes seis vagas a saírem dos play-offs europeu (quatro) e intercontinental (duas).
A seleção lusa, orientada pelo espanhol Roberto Martínez, vai disputar a competição pela nona vez, sétima consecutiva, e tem como melhor resultado o terceiro lugar conseguido em 1966, na sua estreia.
No último Mundial, disputado no Qatar, em 2022, Portugal foi eliminado nos quartos de final por Marrocos (1-0), numa competição que foi arrebatada pela Argentina, que bateu a França na final.
O deputado da Somme, François Ruffin, candidato declarado a uma possível primária da esquerda, deu um passo decisivo rumo às presidenciais de 2027 ao lançar, ontem a noite, as secções “Paris Debout!” e “Jeunes Debout!”.
A sessão pública decorreu ao final da tarde, no Espace Mas, no 13.º arrondissement de Paris, reunindo militantes e simpatizantes num auditório cheio, marcado pela energia de um candidato que parece agora decidido a estruturar-se para disputar, de facto, a liderança da esquerda francesa.
No seu discurso, François Ruffin não poupou ataques à extrema-direita, mas também não poupou a esquerda tradicional, acusando-a de falta de ousadia: “Não venceremos Le Pen e Bardella com água morna e reformas de catálogo. Num mundo que está a oscilar, não ganharemos com 57 livretos e 847 medidas tecnocráticas, mas sim com audácia.”
A intervenção, vibrante e ritmada, procurou marcar uma rutura com os programas extensos e difusos que, segundo ele, afastam os eleitores populares. Ruffin lançou ainda críticas diretas ao atual presidente: “A monarquia acabou! 62 400 euros por ano só para a maquilhagem de Macron e Brigitte…”
E atacou igualmente os benefícios vitalícios atribuídos aos antigos presidentes: “As vantagens vitalícias têm de acabar. Sarkozy custa-nos um milhão por ano, mesmo quando esteve na prisão.”
O deputado anunciou ainda que pretende propor uma “grande lei de separação entre o Dinheiro e o Estado”, que qualifica como o ponto de partida de um combate “entre democracia e oligarquia”.
O tom endureceu quando o tema passou para os paraísos fiscais e a fraude dos grandes patrimónios: “Todos os ultra-ricos fraudam, isso faz parte do jogo, até dá para rir. Não sou eu que o digo, é o Élie de Rothschild.” E François Ruffin prosseguiu com uma metáfora contundente: “Os ratos [os ultra-ricos] não deixam apenas o navio — roem-no. Por causa deles, estamos a afundar. Teremos de os pôr na linha.”
Um dos momentos mais aplaudidos da noite foi a mensagem dirigida aos cinco milhões de trabalhadores essenciais (auxiliares de saúde, cuidadores, trabalhadores do comércio, motoristas, entre tantos outros) que mantiveram a França a funcionar durante a pandemia de COVID-19. Ruffin prometeu um estatuto digno, com “salário, horário e carreira” definidos: “Desta vez, os últimos serão os primeiros.”
A reunião em Paris sinaliza assim uma viragem: o que era um movimento regional (Picardie Debout !) transforma-se agora numa força nacional (Debout !) que pretende disputar espaço no terreno da esquerda. François Ruffin, que durante anos rejeitou estruturas políticas formais, parece finalmente assumir o seu papel de candidato, com uma narrativa que mistura denúncia social, apelo popular e promessas de rutura.
Se o caminho até 2027 ainda é longo (faltam 506 dias), a noite de ontem mostrou, pelo menos, uma certeza: François Ruffin quer estar no centro do jogo, e a esquerda francesa terá de contar com ele.
Rosalía Vila Tobella nasceu a 25 de setembro de 1992, na Catalunha, num hospital perto de Sant Cugat del Vallès, e cresceu em Sant Esteve Sesrovires, uma vila nos arredores de Barcelona.
Apesar de vir a tornar-se uma figura global da música, não nasceu numa família ligada ao meio artístico: a mãe trabalhava numa empresa de ferragens para janelas e o pai tinha raízes dispersas por várias regiões de Espanha, com um avô nascido em Cuba. Rosalía tem uma irmã mais velha, Pilar, que mais tarde passaria a colaborar consigo como diretora criativa.
Desde pequena parecia carregar uma faísca especial. Conta-se que, aos oito anos, num jantar de família, cantou e, ao abrir os olhos, encontrou todos emocionados. Foi aí que percebeu que a música podia ser algo sério. Na adolescência descobriu o flamenco, sobretudo ao ouvir Camarón de la Isla, e apaixonou-se pela sua intensidade visceral. Decidiu, então, dedicar-se ao género: estudou num conservatório, frequentou seis anos no Taller de Músics e, mais tarde, ingressou na Escola Superior de Música de Catalunya. Durante esse período, cantava em casamentos e bares por pequenas quantias, acumulando experiência enquanto moldava o seu estilo.
Mesmo estudando com rigor e aprendendo com mestres, Rosalía nunca se deixou prender pelas regras. Desde cedo mostrou instinto para misturar o tradicional com o moderno, criando algo novo e inesperado. Assim, passou a ganhar espaço no circuito flamenco e underground, colaborando com músicos e participando em projetos menores, até começar a compor e a definir a sua própria linguagem sonora.
A ascensão chegou com El Mal Querer, o álbum que uniu palmas, guitarras e batidas eletrónicas com naturalidade inédita. De repente, não era apenas mais uma cantora: tornava-se um fenómeno, reconhecida pela voz límpida, pela estética arrojada e pela capacidade de transformar géneros. Com o tempo, explorou o urbano latino, fez êxitos globais e colaborou com artistas de várias partes do mundo, sempre movida pela vontade de se reinventar.
Agora, com Lux, Rosalía entra numa fase mais madura e cinematográfica, feita de orquestras, coros e um ambiente quase espiritual. É nesse registo que surge “Memória”, o dueto com Carminho, onde canta em português pela primeira vez. A canção carrega a melancolia doce do fado, mas também o toque épico que lhe é característico. A colaboração é simbólica: revela o respeito profundo de Rosalía pela tradição — seja a sua, seja a nossa — e a sua capacidade de se aproximar de outras culturas com humildade, curiosidade e alma.
Hoje, Rosalía é isso: uma artista inquieta, que partiu de uma pequena vila catalã para o mundo, que honra as raízes mas não tem medo de arriscar. Continua a surpreender e a conquistar quem vê na música um espaço de coração, coragem e imaginação.
A seleção portuguesa feminina de futsal apurou-se hoje para a final do Campeonato do Mundo, na qual irá defrontar o Brasil, ao golear por 7-1 a Argentina na meia-final da competição, que decorre nas Filipinas.
Em Manila, Portugal chegou ao intervalo a vencer por 6-0, na sequência dos golos de Lídia Moreira, que marcou no primeiro minuto e no nono, Fifó (07 e 10), Janice Silva (10) e Ana Azevedo (15)
No segundo tempo, Portugal, que nos quartos de final goleou a Itália por 7-2, ampliou a vantagem por intermédio de Inês Matos (21), tendo Mailen Romero (39) marcado para a Argentina.
Na outra meia-final, o Brasil derrotou a Espanha por 4-1, também no PhilSports Arena, estando a final do Mundial, o primeiro a decorrer sob a égide da FIFA, marcada para domingo às 12:30 (horas de Paris), depois do jogo entre os dois derrotados das ‘meias’.
O Vitória SC garantiu a presença na ‘final four’ da Taça de Liga de futebol, ao vencer na visita ao FC Porto por 1-3, no último jogo dos quartos de final, no qual esteve em desvantagem.
No Estádio do Dragão, no Porto, os ‘azuis e brancos’ colocaram-se em vantagem aos oito minutos, mas ainda antes do intervalo, aos 31, Nelson Oliveira repôs a igualdade, na conversão de uma grande penalidade.
No segundo tempo, Samu deu vantagem aos vimaranenses, aos 53, e oito minutos depois viu ser-lhe anulado um golo por fora de jogo, tendo Camara estabelecido o resultado final, de penálti, aos 79.
Na meia-final da ‘final four’, o Vitória de Guimarães vai defrontar o Sporting, enquanto o outro finalista da competição sairá do embate entre o Benfica, detentor do troféu, e o Sporting de Braga.
A Taça da Liga cumpre esta época a 19ª edição, estando os primeiros jogos da ‘final four’ marcados para 06 e 07 de janeiro e a final em 10, com todos a decorrerem no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Resultados dos quartos de final da edição 2025/26 da Taça da Liga de futebol:
A longa reunião em Moscovo entre os americanos e os russos não resultou em qualquer progresso no conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Mas serviu os interesses do autocrata russo.
Um Olhar Europeu com Franceinfo /
Todos estes pontos de discórdia dão aos europeus a impressão de estarem a andar em círculos, mas não impediram o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, de afirmar que Moscovo está disposta a encontrar-se com os responsáveis americanos « tantas vezes quantas as necessárias » para encontrar uma saída para a guerra. Que saída? Entre sorrisos com os diplomatas americanos, Vladimir Putin, que se julga em vantagem no campo de batalha, mantém os seus objetivos em mente.
Com uma vantagem no terreno, o Kremlin acredita que pode ganhar a guerra. As tropas russas estão em vantagem no Leste da Ucrânia. De acordo com os dados analisados pela AFP do Instituto Americano para o Estudo da Guerra, conquistaram uma média de 467 km2 por mês durante 2025, uma aceleração em relação a 2024. Na segunda-feira, Moscovo reivindicou a captura de Pokrovsk, um importante centro logístico para o exército ucraniano.
Poupar tempo para ganhar terreno
Por mais pesadas que sejam as perdas da Rússia – cerca de 150 mil soldados foram mortos desde fevereiro de 2022, segundo a BBC e o meio de comunicação russo Mediazona – o autocrata russo acredita que pode atingir os seus objetivos militares na Ucrânia, a começar pela anexação total do Donbass. « Esta questão foi amplamente levantada na terça-feira à noite pelo Kremlin, que exige a evacuação das tropas ucranianas do Donbass, uma exigência que Kiev recusou », sublinha Igor Delanoë, investigador associado do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (Iris).
« A questão do Donbass é altamente simbólica e Vladimir Putin teria dificuldade em declarar vitória sem obter este território » disse à Franceinfo.
Os russos esperam também que o campo americano apoie o seu pedido de não adesão da Ucrânia à NATO, tal como exigido por Kiev. Esta questão « foi discutida », segundo Yuri Ushakov, conselheiro diplomático da presidência russa, e fazia parte do plano de paz elaborado por Washington. « Esta questão é muito importante para Vladimir Putin, que não quer ver tropas estrangeiras em território ucraniano », observa Igor Delanoë.
Tranquilizar os russos
A reunião foi também uma oportunidade para Vladimir Putin enviar um sinal à opinião pública russa. Uma sondagem realizada em outubro mostrava que 83% dos russos se diziam « cansados » ou « muito cansados » da guerra e que 52% eram a favor de « negociações de paz », como referiu o meio de comunicação social russo Vot-Tak. « Esta reunião é também uma forma de comunicar com o povo russo, que está pronto para a cessação das hostilidades », resume Igor Delanoë. »Há um desejo de mostrar que está a ter discussões com os americanos, entre grandes potências, com toda uma encenação antes desta sequência ».
Em todo o caso, o impasse das negociações é favorável a Moscovo. « Os russos vão jogar o jogo da diplomacia enquanto sentirem que é do seu interesse, sobretudo porque detêm a iniciativa estratégica no terreno », diz Igor Delanoë. »Os russos estão a divertir-se muito », observa Carole Grimaud, especialista em geopolítica russa e professora na Universidade Paul-Valéry de Montpellier. »Esta é a sexta reunião deste género com o enviado americano e não discutiram os pormenores, mas concordaram em estar mais de acordo », sublinha.
Enquanto Moscovo acredita que pode esperar, o apoio dos EUA continua a ser crucial para Kiev, apesar da cessação da ajuda militar e humanitária direta desde o início do ano. Os serviços secretos americanos continuam a partilhar muitas informações com o exército ucraniano. Mas Donald Trump ameaçou várias vezes manter os ucranianos na ignorância. O Presidente americano, que se encontrou a sós com o homólogo russo no Alasca, em agosto, também se mostrou aberto ao levantamento das sanções contra a Rússia. Isto é suficiente para assustar os europeus, que têm tentado manter Washington do seu lado desde que foi apresentada a primeira versão de um plano de paz favorável a Moscovo.
Manter a Ucrânia e a Europa separadas: Não é por acaso que o Kremlin promete a Donald Trump parcerias financeiras em caso de paz.« O encontro de terça-feira também se centrou nas possibilidades de cooperação económica », sublinha Carole Grimaud. Tudo isto deve agradar ao autoproclamado rei americano dos negócios, que aponta frequentemente o dedo ao custo financeiro do conflito. Tudo isto alimenta os receios europeus de que a administração Trump sacrifique a soberania da Ucrânia e ponha em causa a segurança do velho continente.
Ao excluir os europeus das negociações, a Rússia está a tentar desestabilizar a União Europeia e os seus vizinhos, como já está a fazer com a sua guerra híbrida. « Não temos qualquer intenção de travar uma guerra contra a Europa, mas se a Europa quiser fazê-lo e começar, estamos prontos para o fazer agora », declarou Vladimir Putin algumas horas antes da reunião.
« Vladimir Putin considera que a Europa não tem uma palavra a dizer, porque é a parte que está a impor restrições e a impedir que este processo de paz se concretize. Os russos vêem os europeus como co-beligerantes, mas também acreditam que a UE é impotente e que os 27 Estados membros estão divididos », acrescenta Igor Delanoë.
É lógico, portanto, que os europeus, diretamente afetados pela guerra na Ucrânia, sejam os grandes ausentes da reunião de Moscovo. « Os russos querem chegar a um acordo com os americanos, em detrimento dos ucranianos e dos europeus », observa Igor Delanoë. O especialista sublinha que a diplomacia russa considera que Washington, « com razão ou sem ela », « tem a chave das negociações ».« Para os russos, os europeus acabarão por ser obrigados a adotar a posição americana ».
Um cálculo que é « bastante arriscado, dado o foco das capitais europeias neste momento », acrescenta Delanoë. Diplomatas alemães afirmaram que a Rússia não está « em modo de negociação » para encontrar uma solução diplomática para o conflito. « É mais um disparate do Kremlin, vindo de um presidente que não leva a paz a sério », foi a reação do porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, na quarta-feira. A União Europeia e os seus parceiros têm trabalhado intensamente com os ucranianos nos últimos dias para influenciar as conversações russo-americanas.
Ainda na quarta-feira, o negociador de Kiev, Rustem Ummyerov, explicou que se tinha reunido em Bruxelas (Bélgica) com representantes europeus, nomeadamente de França, Alemanha e Reino Unido, bem como da UE e da NATO. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou por seu lado que, para contrariar a narrativa russa, iria então começar a « preparar » um encontro nos Estados Unidos com os emissários de Donald Trump.
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