Pité dá ponto ao Arouca e ’empata’ Vitória de Guimarães nos descontos

Um golo de Pité, aos 90+4 minutos, valeu ontem ao Arouca um empate a dois golos na receção ao Vitória de Guimarães, em encontro da sexta jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Ricardo Quaresma, aos sete minutos e Tiago Silva, aos 72, deram dois golos de vantagem aos minhotos, mas Armando Evangelista foi ao banco buscar a igualdade, selada pelo palestiniano Oday Dabbagh, aos 76, e o ex-jogador do FC Porto B.

Na classificação, os vimaranenses, que somaram o quarto empate, subiram, provisoriamente ao nono lugar, com sete pontos, contra cinco do Arouca, que ‘pulou’ para o 12º posto.

Resultados da sexta jornada da I Liga:

– Sexta-feira, 17 set:

Portimonense – Santa Clara, 2-1 (2-1 ao intervalo)

– Sábado, 18 set:

Famalicão – Marítimo, 0-0

Belenenses SAD – Gil Vicente, 1-1 (0-0)

Arouca – Vitória de Guimarães, 2-2 (0-1)

– Domingo, 19 set:

Vizela – Paços de Ferreira, 16:30

FC Porto – Moreirense, 19:00

Estoril Praia – Sporting, 21:30

– Segunda-feira, 20 set:

Benfica – Boavista, 20:00

Sporting de Braga – Tondela, 22:15

Com Agência Lusa.

Morreu José-Augusto França, antigo diretor da Gulbenkian em Paris. Figura maior da arte, diz o PR

Óbito/José-Augusto França: PR destaca perda de uma das maiores figuras do Portugal contemporâneo. O crítico e historiador de arte foi diretor do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris – centro que hoje já não existe.

 

Alfa / com Lusa e fontes próprias
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A morte de José-Augusto França representa a perda « de uma das maiores figuras culturais do Portugal contemporâneo », afirma o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota de pesar publicada hoje na página da Presidência.

« Numa época em que a arte portuguesa tem vindo a alcançar o reconhecimento internacional há muito devido, é justo lembrar o muito que devemos a quem incansavelmente produziu um discurso crítico e histórico sobre as artes em Portugal. E ninguém o faz com mais intensidade, sabedoria e distinção do que José-Augusto França », escreve Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República recorda ainda o percurso do « historiador, crítico de arte, sociólogo, professor, diretor e animador de revistas, ficcionista e memorialista », desde a formação em Paris, com Pierre Francastel, com os doutoramentos em História e em Letras, sem esquecer a sua contribuição « fundamental na afirmação do surrealismo português, organizando exposições, promovendo jovens artistas, escrevendo na imprensa ».

Marcelo Rebelo de Sousa recorda ainda obras de referência de José-Augusto França, como as monografias sobre Almada e Amadeo, a cidade de Lisboa, o romantismo em Portugal, « além de volumes de referência sobre a arte portuguesa dos últimos dois séculos », a par de funções desempenhadas como presidente da Academia de Belas Artes, da Associação Internacional dos Críticos de Arte, do Centro Cultural Português em Paris, como diretor durante um quarto de século da revista Colóquio/Artes, da Fundação Calouste Gulbenkian, e como responsável pelo curso de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa.

« Não houve tarefa de investigação, divulgação, estudo e pedagogia que não tivesse exercido ao longo de sete décadas de atividade », recorda Marcelo Rebelo de Sousa.

O historiador, sociólogo e crítico de arte morreu hoje, aos 98 anos, na casa de saúde de Jarzé, perto da cidade francesa de Angers, disse à Lusa a pintora Emília Nadal, sua amiga e da família.

Considerado uma referência na área das artes visuais e da cultura em Portugal, José-Augusto França encontrava-se internado há vários anos nessa unidade de cuidados continuados, após uma operação na sequência da qual sofreu diversos acidentes vasculares cerebrais, e morreu hoje às 13:00 locais (12:00 em Lisboa), segundo a mesma fonte, devendo ser cremado ainda esta semana em França.

Da sua extensa obra, destacam-se os estudos sobre a arte em Portugal nos séculos XIX e XX, as monografias sobre Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, além de outros volumes de ensaios de interpretação e reflexão histórica, sociológica e estética sobre questões da arte contemporânea.

Enquanto teórico e divulgador, participou entre 1947 e 1949 nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, de que fizeram parte, entre outros, Mário Cesariny de Vasconcelos e Alexandre O’Neill, e foi, na década seguinte, um defensor da arte abstrata.

Foi condecorado diversas vezes, como Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1991), a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (2006) e as medalhas de Honra da Cidade de Lisboa (1992) e de Mérito Cultural (2012).

Diplomado pela École d’Hautes Études de Paris e doutorado pela Sorbonne, foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa desde 1974, onde criou os primeiros mestrados de História da Arte do país, e jubilou-se em 1992, tendo recebido das mãos do então Presidente Mário Soares a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, no final da última aula que deu.

Também lecionou na Sociedade Nacional de Belas Artes, presidiu à Academia Nacional de Belas-Artes, foi diretor do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris (Centro que hoje já não existe), membro do Comité Internacional de História da Arte e presidente de honra da Associação Internacional dos Críticos de Arte.

Nascido em Tomar a 16 de novembro de 1922, doou o seu espólio ao museu da cidade.

Ciclista João Almeida vence Volta ao Luxemburgo

O português João Almeida (Deceuninck-QuickStep) conquistou hoje a geral final da 81.ª edição da Volta ao Luxemburgo em bicicleta, após a quinta e última etapa, na qual foi segundo atrás do francês David Gaudu (Groupama-FDJ).

Almeida, que este ano já venceu a Volta à Polónia, somou novo triunfo numa prova por etapas ao acabar com 46 segundos de vantagem para o suíço Marc Hirschi (UAE Emirates), segundo, e 1.05 minutos para o italiano Mattia Cattaneo, seu colega de equipa na Deceuninck-QuickStep.

Na última etapa, Gaudu bateu o luso ao ‘sprint’ pela vitória, alcançada em 4:30.58 horas, necessárias para cumprir os 183,7 quilómetros entre Mersch e a cidade do Luxemburgo. O também gaulês Pierre Latour (Total Energies) foi terceiro.

O português de 23 anos, campeão nacional de contrarrelógio, venceu duas etapas e a geral final na Polónia e, aqui, venceu no primeiro dia, perdeu a camisola amarela na segunda etapa e recuperou-a no ‘crono’ da quarta tirada, confirmando o triunfo no último dia, em que selou também o primeiro lugar na classificação da juventude e dos pontos.

Com Agência Lusa.

Soma vitórias. Canoísta Fernando Pimenta campeão mundial de K1 1.000 metros

Canoísta Fernando Pimenta campeão mundial de K1 1.000 metros

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Alfa/com Lusawhatsapp sharing buttonO canoísta Fernando Pimenta sagrou-se hoje campeão mundial de K1 1.000 metros, ao bater o húngaro Balint Kopasz na final da prova nos Mundiais de Copenhaga, aumentando para dois os pódios de Portugal na Dinamarca.
Na pista quatro, Pimenta completou a prova em 3.25,82 minutos, superando o campeão olímpico por 67 centésimos. O bielorrusso Aleh Yurenia conquistou o bronze, gastando mais 4,65 segundos do que o português.

Esta época, Fernando Pimenta foi medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Tóquio2020 e vice-campeão da Europa.

Em Mundiais, em K1 1.000 metros, Fernando Pimenta foi campeão em 2018, em Montemor-o-Velho, ‘vice’ em 2017 na República Checa e bronze em 2015 em Itália e 2019 na Hungria.

Este é o segundo pódio de Portugal nos Mundiais, depois do bronze conquistado na canoagem adaptada, em VL2 200, por Norberto Mourão, que foi igualmente bronze nos Jogos Paralímpicos Tóquio2020.

Crise/Submarinos. França chama embaixadores nos EUA e Austrália para consultas

Alfa (foto de abertura: Ministère des armés)

Muito zangada, França chamou embaixadores nos EUA e na Austrália devido à quebra do chamado « contrato do século » (venda de submarinos convencionais à Austrália por 36 mil milhões de euros – este país optou por submarinos nucleares norte-americanos). Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves le Drian, falou em “facada nas costas”.

Os Estados Unidos da América tentaram, nas últimas horas, acalmar as autoridades francesas, mas em vão. Estas não perdoam terem sido postas, sem aviso prévio, sublinham, perante uma aliança estratégica « anti-China » (chamada acordo Aukus) negociada em segredo entre os EUA, o Reino Unido e a Austrália e pela anulação do contrato de venda de submarinos franceses.

De facto, a zanga agudizou-se porque Paris perdeu ainda um contrato de 36 mil milhões de euros (firmado em 2016) com a construção e venda de 12 submarinos convencionais à Austrália. Camberra optou por submarinos norte-americanos com propulsão nuclear, com tecnologia partilhada pelos americanos.

whatsapp sharing buttonPara demonstrar a sua insatisfação, o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês chamou para consultas os seus embaixadores em Camberra e Washington, qualificando « de ato de ​​​​​​gravidade excecional » a quebra pela Austrália do contrato, firmado em 2016, para compra dos 12 submarinos franceses.

Franceses evocam mesmo uma traição e dizem que só souberam do acordo tripartido para a região do Indo-Pacífico e da anulação do contrato à última hora.

53 empresas portuguesas e dois governantes na feira de moda Première Vision, em Paris 

 Alfa

Portugal participa com 53 empresas na feira de moda Première Vision, que decorre de 20 a 24 de setembro, em Paris. O secretário de Estado para a Economia, João Neves, estará no evento a 22 de Setembro. Pelo seu lado, o secretário de Estado para a Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, e o embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira, bem como a equipa da AICEP/Paris, marcarão presença no dia 23 de Setembro. 

 

A feira Première Vision terá formato híbrido. A AICEP/Paris informa que o formato digital irá decorrer durante os cinco dias do certame e o formato físico terá lugar de 21 a 23 de setembro no Parque de Exposições de Paris Nord Villepinte.

Será a terceira edição da feira em 2021 após uma edição 100% digital em Fevereiro e uma edição especial reduzida em formato físico em Junho.

Esperam-se no evento 890 expositores de 40 nacionalidades, 53 dos quais portugueses.

« A participação portuguesa será repartida da seguinte forma: 31 empresas estarão presentes no circuito “Fabrics”, 11 empresas no circuito “Manufacturing”, 5 no circuito “Yarns”, 3 no circuito “Leather” e 3 no circuito “Smart Creation”. Para além dos stands das empresas, haverá ainda dois stands institucionais – da Associação Seletiva Moda (circuito fabrics) e CENIT/ANIVECAssociação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confeção (stand digital) e o stand coletivo do projeto iTechStyle Greencircle, organizado pelo CITEVE e com a colaboração da Associação Seletiva Moda », informa a AICEP.

A lista dos expositores portugueses poderá ser consultada neste link. A lista das empresas e designers presentes no iTechStyle Greencircle poderá ser encontrada aqui.

De acordo com a AICEP, como habitualmente, a maioria das empresas portuguesas participa no âmbito de projetos financiados pelo Programa 2020/Compete 2020 dinamizados pelas associações Associação Seletiva Moda/ATPAssociação Têxtil de Vestuário de Portugal, CENIT/ANIVECAssociação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confeção, APICAssociação Portuguesa dos Industriais de Curtumes e CITEVE.

« A indústria têxtil e de vestuário portuguesa (ITV) exportou, entre Janeiro e Julho de 2021 cerca de 3.191 milhões de euros tendo já ultrapassado valores pré-COVID-19 ao registar ligeiro crescimento de 0,2% face ao mesmo período de 2019 », escreve a AICEP em comunicado: « França é o segundo mercado das exportações portuguesas de ITV, depois de Espanha, e registou um crescimento muito significativo, tendo ultrapassado largamente as exportações dos primeiros sete meses de 2019 – um acréscimo de 57 milhões de euros, o que representou uma subida de 14% no período (fonte: Jornal T). »

 

 

Marcelo em Newark com portugueses e no memorial do 11 de Setembro antes falar na ONU

PR Marcelo visita Newark e memorial do 11 de Setembro antes de discursar na ONU

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linkedin sharing buttonAlfa / com Lusa
whatsapp sharing buttonO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai encontrar-se com portugueses e lusodescendentes em Newark, Nova Jérsia, neste sábado, 18, e visitar o memorial do 11 de Setembro em Nova Iorque, no domingo.

Na terça-feira, o chefe de Estado discursará na 76.º sessão da Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas (ONU), de acordo com uma nota hoje divulgada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

Nesta deslocação a Nova Iorque, entre sábado e quarta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa terá encontros com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e com outros chefes de Estado participantes nesta sessão da Assembleia Geral.

Logo à chegada aos Estados Unidos da América, no sábado, Marcelo Rebelo de Sousa irá visitar em Newark o Sport Clube Português, « assinalando o centenário desta instituição, a primeira nos Estados Unidos da América da comunidade originária de Portugal continental a completar 100 anos de vida ».

Segundo a mesma nota, « estão também previstos encontros com representantes da comunidade portuguesa de Nova Iorque e com os funcionários portugueses das Nações Unidas ».

No domingo, o Presidente da República irá prestar homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001, que mataram quase três mil pessoas, com « uma cerimónia de deposição de coroa de flores no Memorial 9/11 », no local onde se situavam as Torres Gémeas.

O Presidente da República participará ainda, « em formato virtual, em três eventos à margem da 76.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas », sobre energia, sistemas alimentares e biodiversidade.

Lura no Bom Dia!

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Lura está atualmente em Paris, e passou no BOM DIA!

Falou-se um pouco do novo disco, que vai chegar em breve, e não só.

Descubra a conversa toda que a Ester e o Vitor tiveram com ela

Christo. Até 3/10. O Arco do Triunfo empacotado. Artista trabalhou com colegas portugueses nos anos 60 em Paris

 

Alfa

O Arco do Triunfo, empacotado, já foi inaugurado. 

Chama-se L’Arc de Triomphe, Wrapped – é uma instalação que dura apenas alguns dias: até 03/10.

 

O célebre monumento histórico da Place de l’Étoile, em Paris, de 50 metros de altura, está inteiramente coberto com 25.000 metros quadrados de tecido azul platinado e amarrado por três mil metros de corda vermelha.  Parece um presente bem embrulhado.

“Será como um objeto vivo que ganhará vida com o vento e refletirá a luz”, explicou Christo ao apresentar o seu projeto final, um ano antes da sua morte. Esta gigantesca instalação é também uma homenagem póstuma ao artista.

(No início da década de 1960, Christo foi cofundador, em Paris, do grupo KWY, com os artistas Lourdes Castro, João Vieira, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, René Bertholo, José Escada e Jan Voss. O nome KWY foi escolhido pelos portugueses: porque são três letras ausentes do alfabeto português, disse um dia, ao autor deste texto (Daniel Ribeiro), a grande artista plástica portuguesa Lourdes Castro – leia mais no fim deste texto)

Anne Hidalgo, Presidente da Câmara de Paris e candidata socialista às presidenciais do próximo ano, escreveu na rede Twitter (onde publicou a foto que abre este artigo):

@Anne_Hidalgo

À Paris, Christo et Jeanne-Claude rêvèrent d’empaqueter l’

. Aujourd’hui, ce projet prend vie. Bravo aux équipes qui ont travaillé sur cette création visible jusqu’au 3 octobre, et merci à ce couple dont les œuvres resteront parmi les plus marquantes de notre époque. »

O projeto provocou alguma polémica nas redes sociais e celeuma em Paris, mas com a obra praticamente acabada, as críticas foram abafadas pelos aplausos e o entusiasmo de parisienses e turistas, segundo escreve o jornal Le Parisien:

 

«Une fois sur place, c’est incroyable» : « des touristes emballés par l’Arc de Triomphe empaqueté par Christo »

« Désormais drapé d’un tissu recyclable bleu argenté, l’Arc de Triomphe sera ouvert aux visiteurs ce samedi et pour trois semaines. Si l’événement a suscité une polémique sur les réseaux sociaux, sur les Champs-Elysées, les Parisiens et les touristes sont largement enthousiastes », escreve este diário francês.

No início da década de 1960, Christo foi cofundador, em Paris, do grupo KWY, com os artistas Lourdes Castro, João Vieira, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, René Bertholo, José Escada e Jan Voss. O nome KWY foi escolhido pelos portugueses – porque são três letras ausentes do alfabeto português, disse um dia, ao autor deste texto (Daniel Ribeiro), a grande artista plástica Lourdes Castro, que reside atualmente na ilha da Madeira, onde nasceu (na foto, Lourdes Castro com Daniel Ribeiro, durante uma sua exposição privada, há poucos anos, em Paris).

Depois de 45 anos com os comunistas, o dep. 94 virou à direita. A luta da menina Louna Freitas contra uma doença rara. Passagem de Nível, 19/9

Alfa

Programa « Passagem de nível », na Rádio Alfa: Domingo 19, das 12h às 14h

Temas em destaque:

-Depois de 45 anos com maioria comunista o Conseil Départemental du Val-de-Marne (CG94) é agora dirigido pela direita
Convidado: Olivier Capitanio, do partido LR, o novo presidente do CG94

50 Anos da ODTI (Office Dauphinois des Travailleurs Immigrés) -Grenoble, assinalados
de 24 a 26 de Setembro com uma conferência internacional subordinada ao tema: Luttes
d’indépendances coloniales & oeuvre des diásporas issues des migrations
Convidados:
Manuel Branco, membro da organização do evento
Vasco Martins, membro da Associação Memória Viva e da Associação dos Exilados
Políticos Portugueses (AEP/74)

-Retoma dos seminários do CRILUS (Centre de recherches interdisciplinaires sur le
monde lusophone), dia 23 de Setembro na Universidade Paris-Nanterre com a
apresentação de dois livros e o lançamento de duas colecções
Convidada: Graça dos Santos, professora universitária

Campanha de solidariedade com a menina Louna, vítima de uma doença genética rara
Convidado: Jean Marie Freitas, pai da menina e presidente da Association Louna 40

Apresentação e Coordenação: Artur Silva