JO/Tóquio. Medalhados mostram que “Portugal é grande quando consegue a integração efetiva” – PR

(Foto de abertura:  José Coelho/Lusa)

Tóquio2020: Medalhados mostram que “Portugal é grande quando consegue a integração efetiva” – Presidente Marcelo

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Alfa/com Lusalinkedin sharing buttonO Presidente da República afirmou hoje que é uma “alegria” Portugal ter obtido o “melhor resultado de sempre nos Jogos Olímpicos”, defendendo que “Portugal é grande quando consegue a integração efetiva”.

“É bom que pensemos que, dos quatro medalhados, três são de origem direta ou indireta africana: um afro-cubano português, uma angolana portuguesa, outro são-tomense português. Isto mostra que realmente Portugal é grande quando consegue a integração efetiva daqueles que de fora vêm, cá nasceram, ou não nasceram cá e cá chegaram no decurso das suas vidas”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República fez uma declaração no Palácio de Belém, após, hoje de madrugada, Pedro Pablo Pichardo ter conquistado a medalha de ouro na prova do triplo salto dos Jogos Olímpicos Tóquio2020.

Realçando que a “força de Portugal” reside na diversidade cultural, Marcelo Rebelo de Sousa frisou que, quando, “de vez em quando”, se encontra em Portugal “tantos que aberta ou veladamente têm na cabeça fantasmas de discriminação étnico racial”, devem lembrar-se que, “quando se orgulham com medalhas nas olimpíadas », essas são devidas « a todos eles: portugueses hoje, mas de várias origens, de várias etnias”.

“Esta é uma mensagem forte de alegria por esta delegação olímpica, mas também de orgulho português, mas de orgulho português não xenófobo, não racista, não limitativo, mas abrangente. É essa a riqueza de Portugal, temos é de fazer avançar esta riqueza noutros domínios onde tem sido mais difícil fazer chegar ao topo aqueles que vêm de origens diversas daquelas que muitas vezes são consideradas como as únicas verdadeiramente nacionais”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República reforçou ainda que a « riqueza » de Portugal deve residir numa “sociedade aberta, inclusiva e não propriamente intolerante e que perde muito tempo com tricas de segunda ordem”.

Portugal contabiliza quatro medalhas, uma de ouro, de Pedro Pichardo, no triplo salto, uma de prata, de Patrícia Mamona, igualmente no triplo, e o bronze do judoca Jorge Fonseca (-100 kg) e do canoísta Fernando Pimenta (K1 1.000 metros).

Com as quatro medalhas, Portugal superou os resultados alcançados em Los Angeles1984 e Atenas2004, edições em que subiu três vezes ao pódio, passando a totalizar 28 medalhas em Jogos Olímpicos (cinco de ouro, nove de prata e 14 de bronze), 12 das quais no atletismo, modalidade que proporcionou também os cinco títulos olímpicos.

Leia mais aqui: 

JO Tóquio. Pichardo ganha o ouro no triplo salto. Hino português volta a ouvir-se nos Jogos

JO Tóquio. Pichardo ganha o ouro no triplo salto. Hino português volta a ouvir-se nos Jogos

Pichardo é o novo campeão olímpico do triplo salto, com com um « pulo » de 17,98 metros (novo recorde nacional).

Graças a ele e muitos anos depois, a « Portuguesa » vai voltar a ouvir-se nuns Jogos Olímpicos.

Pedro Pablo Pichardo é de facto o campeão olímpico do triplo salto, num concurso no qual bateu o recorde nacional no salto que lhe deu o ouro, de 17,98 metros.

Aos 28 anos, Pedro Pablo Pichardo deu a Portugal o seu 5.º título olímpico da história, o primeiro desde Pequim 2008, também no triplo salto.

Com esta nova vitória, Portugal conquista a sua quarta medalha da História em Tóquio, naquela que é já a melhor participação de sempre em número de presença nos pódios.

« O ouro é para agradecer ao país que me apoiou », disse Pedro Pichardo, depois da vitória.

De facto, Pedro Pablo Pichardo disse que o ouro olímpico que conquistou no triplo salto é a melhor forma de prestar tributo a Portugal, pelo modo como o acolheu quando teve de sair de Cuba.

 

(Photo: Ben STANSALL / AFP)

O atleta português naturalizado (de origem cubana) liderou sempre a prova, estando sempre à frente desde o seu início.

Aos 28 anos, na sua primeira participação olímpica, Pichardo é o 5.º campeão olímpico português, o primeiro desde Pequim 2008 quando Nelson Évora foi ouro também no triplo salto. Junta-se a um ilustre e pequeno grupo de campeões olímpicos portugueses onde estão também, além de Évora, Carlos Lopes, Rosa Mota e Fernanda Ribeiro.

No concurso deste ano, Yamingo Zhu, da China, foi medalha de prata e Hugues Fabrice Zango, do Burkina Faso bronze.

Pichardo venceu a prova com um salto de 17,98 metros, conquistando a primeira medalha de ouro para Portugal em Tóquio2020, depois da de prata de Patrícia Mamona na prova feminina do triplo salto e das de bronze do judoca Jorge Fonseca (-100 kg) e do canoísta Fernando Pimenta (K1 1.000).

Portugal superou os resultados alcançados em Los Angeles1984 e Atenas2004, edições em que subiu três vezes ao pódio, passando a totalizar 28 medalhas em Jogos Olímpicos (cinco de ouro, nove de prata e 14 de bronze), 12 das quais no atletismo, modalidade que proporcionou também os cinco títulos olímpicos.

O atleta natural de Cuba, de 28 anos, efetuou o seu melhor salto, de 17,98 metros, à terceira tentativa, e bateu o seu o recorde nacional por três centímetros.

 

Benfica venceu por 2-0 o Spartak em Moscovo. Um Passo em frente para a Liga dos Campeões

 

Benfica venceu por 2-0 o Spartak, em Moscovo.

Os “encarnados” venceram nesta quarta-feira, na Rússia, o Spartak de Moscovo, por 2-0, na primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

Ao vencer na Rússia, o Benfica dá um passo em frente para atingir ‘play-off’ da Liga dos Campeões. 

Despacho da Lusa sobre o jogo: 

O Benfica venceu hoje em casa dos russos do Spartak Moscovo 2-0, em jogo da primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões de futebol, e está mais próximo do ‘play-off’.

Depois de uma igualdade sem golos na primeira metade, período no qual o Benfica perdeu o seu avançado suíço Haris Severovic devido a lesão, a equipa portuguesa entrou melhor na segunda parte e Rafa, logo aos 51 minutos, inaugurou o marcador, vantagem elevada aos 73 minutos, por intermédio do defesa brasileiro Gilberto, que tinha entrado em jogo no decorrer da etapa complementar.

A equipa liderada pelo português Rui Vitória defronta o Benfica, de Jorge Jesus, na próxima terça-feira (10 de agosto), no estádio da Luz, em Lisboa, com o vencedor da eliminatória a defrontar na ronda seguinte o conjunto que sair do embate entre o PSV Eindhoven e os dinamarqueses do Midtjylland, tendo os holandeses vencido a primeira mão por 3-0.

 

 

JO/Tóquio. Pedro Pichardo na corrida ao ouro no triplo salto

Tóquio2020: Pedro Pichardo na corrida ao ouro no triplo salto

whatsapp sharing buttonO português (naturalizado, de origem cubana) Pedro Pablo Pichardo, salta quinta-feira para tentar ganhar a medalha de ouro no triplo salto dos Jogos Olímpicos Tóquio2020 e somar um inédito quarto ‘metal’ de Portugal numa edição.

Na terça-feira, Pichardo, de 28 anos, assegurou a presença na final, marcada para as 11:00 locais (03:00 em Lisboa), com 17,71 metros, à segunda tentativa, no que foi a melhor marca de sempre numa qualificação em Jogos Olímpicos.

O saltador luso apresenta-se, assim, como um dos principais candidatos ao ouro, sendo que o próprio afirmou, na zona mista, após a qualificação, que tem nas pernas um salto de 18 metros, que quererá concretizar na final.

O atleta pode vir a ser o quinto campeão olímpico português, após Carlos Lopes (maratona de LosAngeles1984), Rosa Mota (maratona de Seul1988), Fernanda Ribeiro (10.000 metros de Atlanta1996) e Nelson Évora (triplo salto de Pequim2008).

Quase certa parece a possibilidade de uma quarta medalha para Portugal, depois do bronze de Jorge Fonseca e Fernando Pimenta e da prata de Patrícia Mamona, prata, o que tornaria esta edição na participação lusa com mais ‘metais’.

Na final, Pedro Pablo Pichardo não vai ter nenhum compatriota, já que Nélson Évora, de 37 anos, que prometeu continuar a carreira, e Tiago Pereira, de 27, ficaram pela qualificação, com 15,39 e 16,71, respetivamente, como melhores saltos.

Logo pela manhã, Tiago Campos arranca pelas 06:30 locais (22:30 de hoje em Lisboa), nas águas abertas, depois do 17.º lugar de Angélica André no dia anterior, seguindo-se as meias-finais de Teresa Portela no K1 500 metros, em busca de um lugar na final, aprazada para as 12:29 (04:29).

Covid-19/França. Mais 53 mortos, 8134 hospitalizados, 1371 em cuidados intensivos – oficial

Covid-19/França. Mais 53 mortos, 8134 hospitalizados, 1371 em cuidados intensivos – autoridades sanitárias (Santé publique France), citadas pelos media franceses.

Esta situação é considerada alarmante. Leia o que escreve o jornal Le Parisien: 

La situation continue de s’aggraver à l’hôpital : 8134 patients sont hospitalisés ce mercredi pour une infection au Covid-19. Ils étaient 7208, il y a sept jours. Le plan Blanc a été déclenché en Occitanie et en Paca, comme il l’avait été mardi en Corse.

A situação também é considerada crítica na Martinica.

Nas últimas 24 horas, Santé publique France anuncia, nesta tarde de quarta-feira,  28.784 novos infetados. 

O jornal Le Figaro confirma que « L’épidémie de Covid-19 continue sa progression en France, où 53 personnes sont mortes ces dernières 24 heures, selon le dernier bilan de Santé Publique France. 1371 patients sont en soins critiques, dont 157 arrivés depuis la veille. 8134 malades sont toujours hospitalisés, soit 160 de plus par rapport à mardi. 28.784 nouveaux cas ont été détectés ».

O jornal Le Monde e a Agência France Presse avançam com os mesmos números sobre a situação da pandemia, hoje, em França.

JO/Tóquio. Cavaleira Luciana Diniz 10.ª nos saltos após penalização na final

Tóquio2020: Cavaleira Luciana Diniz 10.ª nos saltos após penalização na final

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whatsapp sharing buttonA cavaleira luso-brasileira Luciana Diniz foi hoje 10.ª na final de saltos de obstáculos dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, após sofrer uma penalização que a impediu de lutar pelas medalhas.

No Parque Equestre de Tóquio, e num circuito diferente do da véspera, Luciana, montando Vertigo du Desert, concluiu a prova em 84,69 segundos, derrubando o penúltimo obstáculo, para uma penalização de quatro pontos, que a colocou fora da discussão dos primeiros lugares num ‘jump off’.

Na terça-feira, no apuramento, a luso-brasileira, de 50 anos, tinha cumprido a prova em 85,62 segundos, sem qualquer penalização. O melhor foi o britânico Ben Maher, com 81,34.

Em Londres2012, teve o azar de perder o estribo no fim do seu percurso, sendo 17.ª, e, no Rio2016, fez falta no último obstáculo, ficando em nono lugar. Em Atenas2004, tinha sido 38.ª, em representação do Brasil.

Covid-19/Portugal. Incidência e índice de transmissibilidade continuam a baixar

Covid-19: Incidência e índice de transmissibilidade continuam a baixar. Portugal registou hoje 15 mortes atribuídas à covid-19, 3.203 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e nova redução nos internamentos, segundo dados oficiais.

 

Alfa/Com Lusa/DGS

whatsapp sharing buttonA taxa de incidência nacional de infeções pelo vírus SARS-CoV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias voltou hoje a descer, para 376,9 casos, assim como o índice de transmissibilidade (Rt) que é agora de 0,92.

No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, assinala-se que a taxa de incidência nacional desceu dos 394,6 casos verificados na segunda-feira para 376,9.

Considerando apenas Portugal continental, este indicador também desceu passando dos 403,1 casos registados na segunda-feira para os 384,5 casos de infeção por SARS-CoV-2 por 100 mil habitantes.

Quanto ao Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa portadora do vírus – desceu hoje dos 0,94 notificados na sexta-feira a nível nacional para os 0,92, mantendo tendência descendente. No continente o Rt desceu também de 0,94 para 0,92.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se agora em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias em vez dos anteriores 240.

De acordo com o portal do Governo para a covid-19 na Internet, “a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt [índice de transmissibilidade], agora adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)”.

A alteração na matriz de risco havia sido sugerida pelos especialistas na reunião no Infarmed, no dia 27 de julho.

A pandemia de covid-19 fez pelo menos 4.247.231 mortos em todo o mundo, entre mais de 199,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, desde que a OMS detetou a doença na China em finais de dezembro de 2019, segundo o balanço da AFP com base em dados oficiais.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.412 pessoas e foram registados 977.406 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Covid-19: Macron avisa que sem passe sanitário a França teria de reconfinar

Covid-19: Macron avisa que sem passe sanitário a França teria de reconfinar

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Alfa/com/Lusalinkedin sharing buttonO Presidente francês Emmanuel Macron avisou ontem que sem passe sanitário a França teria de voltar a reconfinar, alertando para a necessidade de travar a expansão do coronavírus.

Macron tem utilizado as suas redes sociais para responder de forma informal a perguntas dos franceses, defendendo o passe sanitário, numa altura que a situação nos hospitais da Córsega se está a agravar.

« Sem o passe sanitário, teríamos de fechar tudo, ou seja, fazer pagar a toda a gente as consequências do vírus », avisou o Presidente da República francês num vídeo publicado nas redes sociais.

O passe sanitário é uma das medidas que tem causado mais controvérsia em França, com muitos franceses a recusarem vacinar-se para frequentarem locais como bares, restaurantes ou cinemas.

Ao mesmo tempo, a quarta vaga da covid-19 no país continua a avançar, com os hospitais na ilha da Córsega a chegaram a uma situação de saturação. A Córsega é um dos destinos de férias preferidos dos franceses e o afluxo de turistas fez com que os hospitais sofram também uma grande afluência.

A Córsega tem atualmente a segunda maior taxa de incidência de covid-19 em França.

Há 7.974 pessoas hospitalizadas em todo o território devido ao vírus e 1.331 estão internadas nas unidades de cuidados intensivos, mais 99 do que na véspera.

Nas últimas 24 horas foram detetados 26.829 novos casos de covid-19 e morreram 56 pessoas devido ao vírus.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.234.618 mortos em todo o mundo, entre mais de 198,8 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Covid-19/Portugal. Mais 19 mortes, 2.076 novos casos e menos internamentos em 24h

Covid-19: Portugal com 19 mortes, 2.076 novos casos e menos internamentos em enfermaria

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linkedin sharing buttonAlfa/com Lusa/DGS
whatsapp sharing buttonPortugal regista hoje 19 mortes atribuídas à covid-19, 2.076 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e uma redução nos internamentos em enfermaria, segundo dados oficiais.

De acordo com o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) estão hoje internadas 945 pessoas com covid-19, menos 23 em relação a segunda-feira, 204 das quais em cuidados intensivos, mais uma nas últimas 24 horas.

A área de Lisboa e Vale do Tejo com 799 casos e a região Norte com 720 têm 73,1% do total das novas infeções verificadas nas últimas 24 horas.

As 19 mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (10), na região Norte (5) na região Centro (2), no Alentejo (1) e no Algarve (1).

JO/Tóquio. Cavaleira Luciana Diniz apurada para a final de saltos de obstáculos

Tóquio2020: Cavaleira Luciana Diniz apurada para a final de saltos de obstáculos

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whatsapp sharing buttonA cavaleira portuguesa Luciana Diniz apurou-se hoje para a final do concurso de saltos dos Jogos Olímpicos Tóquio20202, avançando para a prova que vai reunir os 30 mais fortes na quarta-feira.

Montando Vertigo du Desert, a luso-brasileira, de 50 anos, gastou 85,62 segundos para cumprir o conjunto de obstáculos, sem penalizações.

O melhor registo pertenceu ao britânico Ben Maher, que levou 81,34 segundos a concluir a sua prestação.

Luciana Diniz foi 38.ª em Atenas2004, representando o Brasil, sendo, posteriormente, sob as cores de Portugal, 17.ª, ex-aequo, em Londres2012, e nona no Rio2016.

A final, com os 30 melhores, está marcada para quarta-feira, às 19:00 locais (11:00 em Lisboa).