JO/Tóquio. Portugal com 92 atletas, em 17 modalidades. As ambições portuguesas

 

Foto de abertura. PR Marcelo recebe delegação olímpica portuguesa.

Portugal vai estar representado por 92 atletas, em 17 modalidades.

Telma Monteiro é uma das grandes esperanças portuguesas. Foto: LUSA/NUNO VEIGA

 

As ambições portugueses para os Jogos Olímpicos (Lusa):

Tóquio2020: Resultados justificam ambição por duas medalhas para Portugal 

Os resultados alcançados pelos atletas portugueses justificam a ambição na conquista de duas medalhas nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, segundo o Chefe de Missão de Portugal, Marco Alves.

“Há um programa de preparação olímpica assente no mérito. Todas as qualificações conseguidas nos Mundiais e em Europeus, serão sempre esses que já o provaram contra os melhores que estarão na linha da frente para ter melhores resultados”, escudou-se Marco Alves, em entrevista à agência Lusa.

Portugal chega a Tóquio2020 com o judoca Jorge Fonseca com o estatuto de bicampeão do mundo de -100 kg e outros ‘vices’, como os irmãos velejadores Diogo Costa e Pedro Costa, o marchador João Vieira, a lançadora Auriol Dongmo e a surfista Yolanda Sequeira.

Também Pedro Pichardo detém a melhor marca mundial no triplo salto, numa lista de ‘candidatos’ que tem de incluir o canoísta Fernando Pimenta e a judoca Telma Monteiro, ambos já medalhados, mas também o skater Gustavo Ribeiro, a seleção de andebol e o ‘eterno’ Nelson Évora, o único campeão olímpico português em atividade, apesar dos recentes resultados menos positivos.

“O ano de 2019 foi muito forte com resultados em Mundiais. Também não deixámos de ser mais ambiciosos quando assinámos o contrato-programa do que aquilo que já tínhamos logrado alcançar, com uma medalha em cada uma delas. Contratualizámos duas medalhas para Tóquio, e essa ambição foi sendo acompanhada pelos resultados conquistados”, prosseguiu.

A obtenção de dois lugares de pódio, 12 diplomas [classificações até ao oitavo lugar] e 26 iguais ou acima do 16.º posto é, segundo o Chefe de Missão, um objetivo concretizável.

“Não podemos esquecer que fizemos esta avaliação em 2017, foi contratualizada em 2018, num cenário com a inclusão de novas modalidades, temos representantes nessas modalidades, e num contexto em que, avaliando com base nos resultados, era o que nos identificava. Temos vários candidatos a cumprir com esses objetivos, o que nos deixa confortáveis”, assegurou.

Marco Alves sucedeu na liderança de missão a nomes como José Garcia, Mário Santos, Manuel Boa de Jesus, Alípio de Oliveira e Marques da Silva, que chefiaram, respetivamente, as comitivas a Rio2016, Londres2012, Pequim2008, Atenas2004 e Sydney2000, com a particularidade de ser o primeiro a conciliar a função com a de trabalhador do COP.

“O que posso dizer é que fiquei muito grato pela oportunidade dada pela comissão executiva. O que posso dizer é que tanto eu como a equipa construída em torno da missão já tem vários Jogos Olímpicos, isso facilita na agilidade, muitas pessoas são as mesmas e há muitos contactos internacionais”, assegurou.

O responsável chefiou as missões portuguesas nos Jogos Olímpicos da Juventude, nos Jogos do Mediterrâneo, em 2018, e nos Jogos Mundiais, em 2017, tendo, em Tóquio2020, Catarina Monteiro, que já coadjuvou José Garcia no Rio2016.

 

 

Rosa Mota. «Todo o meu espírito estará convosco». Mensagem aos atletas portugueses

Rosa Mota diz que todo o seu espírito estará com atletas portugueses

«Todo o meu espírito estará convosco» – afirma a Campeã olímpica em Seul1988. 

Rosa Mota desejou sorte aos atletas nacionais.

« Dadas as circunstâncias da covid-19, optei por ficar em casa, mas todo o meu espírito estará convosco. Esperando que possam ter uma experiência olímpica tão boa quanto as duas que eu tive », declarou, numa mensagem divulgada pelo Comité Olímpico de Portugal (COP).

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Calçada portuguesa inscrita no Inventário de Património Cultural Imaterial

Calçada portuguesa inscrita no Inventário de Património Cultural Imaterial

email sharing buttonlinkedin sharing buttonAlfa/com Lusawhatsapp sharing buttonA “arte e saber-fazer da calçada portuguesa” foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, quatro meses depois da abertura do processo, segundo anúncio publicado hoje em Diário da República.

Sob proposta da Associação da Calçada Portuguesa, o processo de inventariação foi aberto no dia 09 de março deste ano.

Dez dias depois, foi apresentada, em Lisboa, a candidatura da inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, transmitida ‘online’, pelo secretário-geral da Associação da Calçada Portuguesa, António Prôa, que começou por identificar as ameaças e as oportunidades com que a calçada portuguesa se depara.

A diminuição de mestres calceteiros, a falta de manutenção e a má construção, a forte concorrência de outro tipo de pavimentos e o declínio das indústrias extrativa e de transformação da pedra foram as principais ameaças identificadas.

A título de exemplo, António Prôa referiu que em 1927 existiam na cidade de Lisboa 400 calceteiros, enquanto em 2020 esse número era de apenas 18, sendo que só estavam 11 no ativo.

O fraco reconhecimento social e remuneratório da profissão foi a principal justificação para esta diminuição.

O também deputado municipal de Lisboa admitiu, na altura, que o objetivo final será, a curto prazo, apresentar na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) uma candidatura da calçada portuguesa a Património Cultural Imaterial da Humanidade, à semelhança daquilo que sucedeu com o fado.

“A arte de calcetar é milenar, mas a produção de Calçada Portuguesa inicia-se como uma técnica específica na primeira metade do século XIX, em Lisboa, onde se desenvolve e ganha expressão em quantidade e qualidade extraordinárias, expandindo-se por todo o país e por vários continentes, como um traço indiscutivelmente marcante da matriz não só lisboeta como nacional”, pode ler-se na ficha de património imaterial.

O mesmo texto realça que esta arte, “caracterizada pelo caráter pré-industrial, pela beleza estética, durabilidade, sustentabilidade económica e ecológica”, tem ainda uma dimensão social: “os calceteiros, os extratores da pedra e os peões que nela pisam, tantas vezes sem a ver condignamente”.

Tóquio2020. Olímpicos arrancam hoje, um ano depois

Tóquio2020: Cerimónia de abertura ‘lança’ Jogos Olímpicos um ano depois

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Alfa/Lusawhatsapp sharing buttonOs Jogos Olímpicos Tóquio2020 arrancam hoje, com a realização da cerimónia de abertura, no Estádio Nacional da capital japonesa, um ano depois do previsto, devido ao adiamento motivado pela pandemia de covid-19.

Uma cerimónia sem público lançará a XXXII Olimpíada da Era Moderna, antes de ‘coroar’ 339 campeões em 33 modalidades diferentes, com o desfile de cerca de 20 dos 92 atletas portugueses que vão estar em ação na capital japonesa, que sucede ao Rio de Janeiro, ‘casa’ dos Jogos em 2016.

A presidente dos Jogos, Seiko Hashimoto, prometeu uma cerimónia “solene”, mais do que um festival, num evento marcado pelo adiamento e pela determinação em mostrar uma “recuperação e reconstrução” face ao terramoto e tsunami de 2011, primeiro, mas, sobretudo, face à pandemia de covid-19.

O tema da cerimónia será “seguir em frente”, a que se junta o lema geral de “unidos pela emoção”, numa resposta à crise sanitária global, que levou a uma população japonesa cética dos Jogos, que já contam com 91 casos de infetados entre os residentes da Aldeia Olímpica desde o início de julho.

O imperador Naruhito será o terceiro na linhagem familiar a abrir uns Jogos Olímpicos, depois do avô, Hirohito, em 1964 e 1972 (Jogos Olímpicos de Inverno), e do pai, Akihito, que deu o mote para os Jogos de Inverno de 1998.

Como é tradição, a Grécia entrará primeiro na parada das nações, seguindo-se a equipa olímpica de refugiados, e depois os países pela ordem ditada pela língua japonesa, até chegar a França, que receberá Paris2024, e Estados Unidos, com Los Angeles2028, e o Japão no fim.

Em 168.º estará Portugal, com Telma Monteiro, medalha de bronze no Rio2016, e Nelson Évora, ouro em Pequim2008, como porta-estandartes, pela primeira vez em duplas, numa iniciativa para promover a igualdade de género.

A judoca vai voltar a encabeçar o desfile da comitiva lusa, tal como em Londres2012 e no encerramento do Rio2016, enquanto o saltador vai reeditar a experiência de Pequim2008.

Cerca de duas dezenas de atletas lusos – como habitualmente, falham os que competem no dia seguinte – vão marcar presença num desfile marcado pela redução do número de atletas permitidos, devido à pandemia.

Nuns Jogos marcados pela polémica, a cerimónia de abertura não escapou à regra, com o diretor do espetáculo, o comediante Kentaro Kobayashi, a ser despedido na quinta-feira, um dia antes da sua realização.

A presidente dos Jogos, Seiko Hashimoto, confirmou a situação, com Kobayashi a ser despedido devido a piadas antissemitas que proferiu num espetáculo em 1998.

Pouco antes, tinha sido o compositor designado, o músico Keigo Oyamada, conhecido por Cornelius, a demitir-se devido a um ‘escândalo’ com ‘bullying’ que o próprio dirigiu a pessoas com deficiência, a escassos dias do evento.

Com espetáculos artísticos filmados e apenas alguns segmentos ao vivo, regras de distanciamento social em marcha e uma parada de nações limitada, a cerimónia servirá como primeiro eco da imagem que ficará de Tóquio2020: a da ‘sombra’ da covid-19 sobre um evento mais de sofrimento do que de festa.

Assim o admitem os organizadores, que destacam o “papel do desporto e dos Jogos” no mundo, agradecendo “os esforços que todos fizeram em conjunto no último ano”, podendo ainda “deixar uma sensação de esperança para o futuro”.

“Esperamos que seja uma experiência que transmita como podemos celebrar a diferença, empatizar, e viver lado a lado com compaixão”, destacam.

Além do discurso curto do imperador, será aceso o caldeirão olímpico, desenhado por Oki Sato, num espetáculo coordenado, como um todo, por Takayuki Hioki, assente no imponente Estádio Nacional, construído de raiz e desenhado por Kengo Kuma, presenciado por, pelo menos, 15 chefes de Estado e de governo.

O número é bastante reduzido face aos 40 líderes no Rio2016, esperando-se outros 70 representantes estrangeiros, entre nomes como o presidente de França, Emmanuel Macron, a primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, ou o ministro da Educação português, Tiago Brandão Rodrigues.

Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 arrancam hoje e decorrem até 08 de agosto, após o adiamento em um ano devido à pandemia de covid-19.

Covid-19/Portugal. 16 mortos e mais 3.622 novas infeções em 24h

Covid-19: Dezasseis mortes e mais 3.622 novas infeções nas últimas 24 horas

whatsapp sharing buttonPortugal registou nas últimas 24 horas 3.622 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, 16 mortes atribuídas à covid-19 e uma ligeira redução nos internamentos com a doença, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

Hoje estão internadas menos sete pessoas, num total de 860, 178 das quais em unidades de cuidados intensivos, onde entraram sete pessoas nas últimas 24 horas.

Desde o dia 22 de março, quando se registaram também 16 mortes nas 24 horas anteriores, que o número diário de óbitos não era tão alto.

A maioria das novas infeções por SARS-CoV-2 (1.606) regista-se hoje na região de Lisboa e Vale do Tejo, enquanto no Norte há mais 1.314 pessoas contagiadas.

Covid-19. O problema da vacinação das crianças. Não há consenso. Mas já há países a vacinar

Covid-19. Vacinação de 570 mil crianças e jovens entre 12 e 17 anos até 19 de setembro

António Costa anunciou esta meta do processo de vacinação contra a covid-19 na Assembleia da República, mas a decisão não é consensual.

O primeiro-ministro anunciou hoje a meta de vacinar com duas doses no período entre 14 de agosto e 19 de setembro, 570 mil crianças e jovens entre 12 e 17 anos.

António Costa anunciou esta meta do processo de vacinação contra a covid-19, que se destina sobretudo a proteger o início do próximo ano letivo, no seu discurso que abriu o debate do estado da nação, no parlamento, que marca o fecho da segunda sessão legislativa.

« Estamos numa corrida contra o tempo, uma corrida entre a vacinação e a sucessão de novas variantes », começou por afirmar o líder do executivo, defendendo que, até agora, o seu Governo, tem cumprido as metas fixada.

« Como previsto, em meados de agosto teremos 73% da população adulta com a vacinação completa e 82% com pelo menos a primeira dose administrada. É tempo de alargar a nossa ambição e garantir também a proteção das crianças e jovens », declarou logo a seguir.

De acordo com António Costa, impõe-se antecipar objetivos em relação a esta faixa etária, « de modo a que o novo ano letivo se possa reiniciar sem risco de novas interrupções do ensino presencial ».

« Aguardamos uma decisão final da Direção-Geral de Saúde sobre a vacinação desta população. Mas tudo está preparado para nos fins de semana entre 14 de agosto e 19 de setembro serem administradas as duas doses de vacina às cerca de 570 mil crianças e jovens entre os 12 e os 17 anos », declarou o primeiro-ministro.

Mas os especialistas estão divididos quanto à vacinação de crianças contra a covid-19.

A DGS portuguesa ainda não revelou para já uma orientação sobre o que fazer com a imunização dos mais novos.

 

Um extrato de um trabalho da Tvi24 a ler sobre este assunto: 

COVID-19: PORTUGAL AINDA NÃO SABE COMO VAI VACINAR CRIANÇAS. O QUE ESTÃO A FAZER OS OUTROS PAÍSES?

António Costa assumiu que o país está pronto para vacinar 570 mil crianças dos 12 aos 17 anos até ao início do ano letivo. A decisão está nas mãos da DGS.

Enquanto nos Estados Unidos, em França, em Israel e em muitos outros países, a vacinação dos jovens a partir dos 12 anos já é uma realidade e a China está mesmo já a vacinar as crianças com mais de três anos, em Portugal, neste momento, a vacinação contra a covid-19 apenas está disponível para os maiores de 18 anos. Mas isso poderá mudar em breve.

Segundo a ministra da Saúde, Marta Temido, os pareceres preliminares desta comissão apontam para “uma priorização do grupo etário dos 18 aos 16 anos” e “uma priorização de vacinação de crianças com comorbilidades na faixa” abaixo, entre os 15 e os 12 anos.

Questionado sobre a necessidade de avançar para a vacinação dos mais novos, Gouveia e Melo, coordenador da task force da vacinação, deixou clara a sua posição: « A DGS está a estudar o melhor caminho a seguir na vacinação de crianças, no entanto, em pandemia, nós poderemos ser atingidos pelo vírus, e não temos muita maneira de nos protegermos. A vacinação é o único processo cientificamente comprovado ».

Mas, se os políticos parecem estar decididos a avançar com a vacinação dos adolescentes, os médicos têm ainda algumas dúvidas.

« É preciso ter alguma prudência, é preciso ter algum cuidado, é preciso analisar todo o conhecimento que existe nesta matéria e depois tomar uma decisão”, afirmou há uma semana Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, recordando que as vacinas contra a covid-19 “surgiram a uma velocidade absolutamente inovadora”.

« A questão que se coloca é se é ou não é necessário vacinar as crianças com esta vacina, na medida em que a doença nas crianças, mesmo quando elas têm covid-19, é uma doença pouco grave”, afirma o bastonário.

Porém, assinalou, “as crianças são dos seres humanos que mais vacinas fazem”, o que deixa antever que esta vacina venha a integrar a vacinação infantil no futuro.

Teoricamente, a vacina não terá nas crianças um efeito muito diferente daquele que terá nos adultos”, admite Miguel Guimarães, realçando que, “quanto mais depressa” se atingir a imunidade de grupo, “melhor para todos”.

ALGUNS PAÍSES ONDE JÁ É PERMITIDA A VACINAÇÃO DOS ADOLESCENTES

China aprovou em junho a aplicação da vacina Sinovac para maiores de 3 anos.

Áustria pretende ter mais de 340 mil crianças com idades entre 12 e 15 anos vacinadas até o final de agosto.

Hungria começou a vacinar jovens de 16 a 18 anos em meados de maio.

Itália aprovou em 31 de maio a extensão do uso da vacina da Pfizer para crianças de 12 a 15 anos

Suíça já está vacinar jovens com mais de 12 anos com a vacina da Pfizer

Israel está a vacinar jovens acima dos 12 anos desde maio.

Os EUA estão desde maio a administrar a vacina da Pfizer a jovens com mais de 12 anos

Canadá também está a aplicar a Pfizer para as crianças dos 12 aos 15 anos.

Japão já aprovou a vacinação para a faixa etária 12-15 anos.

Brasil também já está a administrar a vacina da Pfizer a partir dos 12 anos.

México permite a vacinação acima dos 12 anos com a Pfizer.

Dinamarca começará a administrar, ainda este mês, vacinas a crianças de 12 a 15 anos.

Espanha tenciona vacinar os jovens duas semanas antes do início do ano letivo.

 

PAÍSES ONDE A VACINAÇÃO DOS JOVENS É PERMITIDA COM CONDIÇÕES

França já começou a vacinar os jovens a partir dos 12 anos, desde que tenham o consentimento dos pais.

No Reino Unido, o Comité Conjunto de Vacinação e Imunização recomendou esta semana a vacinação de crianças de 12 a 15 anos com deficiências neurológicas graves, síndrome de Down, deficiências de aprendizagem múltiplas ou graves e imunodeficiências. A vacinação de menores de 16 anos fora destes grupos é desaconselhada.

Na Alemanha, a comissão consultiva das vacinas recomendou em 10 de junho que apenas crianças e adolescentes com doenças pré-existentes deveriam receber a vacina da Pfizer.

PAÍSES ONDE A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS AINDA NÃO FOI APROVADA

Noruega está a considerar administrar a vacina aos jovens que corram o risco de ficar gravemente doentes com covid-19.

Índia está neste momento a testar a vacina Covaxin para crianças a partir dos 2 anos. Os testes para administrar a vacina a partir dos 12 anos já terminaram, estando agora apenas a aguardar a sua confirmação pelas autoridades.

 

 

 

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JO/Tóquio. Total de infetados com covid-19 na aldeia olímpica sobe para 91

Tóquio2020: Total de infetados com covid-19 na aldeia olímpica sobe para 91

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whatsapp sharing buttonO número de infetados com covid-19 na aldeia olímpica de Tóquio2020 subiu hoje para 91, depois de mais dois atletas terem tido resultado positivo nos testes, num total de quatro residentes agora afetados pelo novo coronavirus.

O skateboarder Candy Jacobs, dos Países Baixos, e o tenista checo Pavel Sirucek, tiveram resultado positivo, pelo que foram transferidos para um hotel, onde vão ficar de quarentena.

Além dos dois desportistas, também “dois funcionários nos Jogos” foram infetados, sendo que esta categoria pode envolver treinadores e oficiais de equipas que ficam no complexo na baía de Tóquio.

Este número não inclui atletas que tiveram resultado positivo em casa – ou em estágios no Japão – antes da viagem programada para Tóquio, e que falharão o evento.

Na quarta-feira, as infeções com covid-19 em Tóquio atingiram o máximo dos últimos seis meses, com a cidade anfitriã das Olimpíadas a registar 1.832 novos casos, apenas dois dias antes da abertura dos jogos.

A capital japonesa vive, neste momento, o seu quarto estado de emergência, que se manterá até 22 de agosto, abrangendo a duração total dos Jogos Olímpicos, que começam na sexta-feira e terminam a 08 de agosto.

Os adeptos estão banidos de todos os locais na área de Tóquio.

Covid-19/Portugal. Quase metade da população tem a vacinação completa

Covid-19: Quase metade da população tem a vacinação completa

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Alfa/Lusa/DGS
whatsapp sharing buttonQuase metade da população portuguesa, o equivalente a mais de 4,8 milhões de pessoas, já tem a vacinação completa contra a covid-19, anunciou ontem a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório semanal da DGS, 47% dos portugueses já completaram a vacinação e cerca de 64% – mais de 6,5 milhões de pessoas – já receberam pelo menos uma dose da vacina contra o vírus SARS-CoV-2.

Por grupos etários, 99% dos idosos com mais de 80 anos (676.157) já foram vacinados com a primeira dose e 95% (649.070) já concluíram o seu processo vacinal, percentagens que são muito próximas no grupo entre os 65 e os 79 anos.

Em relação ao grupo entre os 50 e 64 anos, 92% (1.991.296) tomaram pelo menos a primeira dose da vacina e 77% (1.674.816) terminam a vacinação, enquanto na faixa entre os 25 e os 49 anos 66% (2.205.185) já iniciaram a vacinação e 30% (996.581) já a concluíram.

No que respeita à cobertura vacinal das regiões, o Alentejo lidera na percentagem de pessoas com vacinação completa (54%), seguindo-se o Centro (51%), os Açores (49%), o Norte, Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve, as três com 46%, e a Madeira (45%).

Relativamente ao número de doses, Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais doses administradas, mais de 3,8 milhões, estando o Norte muito perto, com cerca de 3,7 milhões, refere ainda o relatório da DGS.

No Centro já foram administradas mais de 1,8 milhões de vacinas, no Alentejo cerca de 535 mil, no Algarve mais de 450 mil, nos Açores mais de 252 mil e na Madeira quase 268 mil.

Desde que arrancou o plano de vacinação, a 27 de dezembro de 2020, Portugal já recebeu 12,3 milhões de vacinas, tendo sido distribuídas pelos centros de vacinação do território continental e pelas regiões autónomas mais de 11,3 milhões de doses.

Na terça-feira, o coordenador da ´task force´ que coordena a logística da vacinação, vice-almirante Gouveia e Melo, perspetivou que, no final de setembro, “praticamente toda a população” elegível para este processo estará vacinada.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.232 pessoas e foram registados 939.622 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Covid-19: Quase totalidade dos novos casos em França nas últimas 24 horas eram não vacinados – Governo

Covid-19: Quase totalidade dos novos casos em França nas últimas 24 horas eram não vacinados – PM Jean Castex

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Alfa/Governo/agências
whatsapp sharing buttonO primeiro-ministro francês, Jean Castex, disse hoje que 96% das pessoas infetadas com covid-19 na terça-feira não estavam vacinadas e disse que caberá às autoridades locas aplicarem medidas restritivas.

« Estamos na quarta vaga, a variante Delta é maioritária e muito mais contagiosa. […] 96% dos novos casos de contaminações não estavam vacinados », disse o primeiro-ministro numa entrevista ao canal de televisão TF1.

Segundo anunciou hoje o ministro da Saúde, Olivier Véran, houve 21 mil novas contaminações nas últimas 24 horas com muitas novas hospitalizações, especialmente de pessoas frágeis, um pouco por todo o país.

« É uma situação que começa a ser tensa no plano epidemiológico », disse o ministro do Saúde.

Nas últimas 24 horas foram detetados 21.539 novos casos e morreram 22 pessoas.

Desde terça-feira foram admitidas 281 pessoas nos hospitais, mais 166 pessoas do que há uma semana, tendo havido mais três admissões do que na véspera nas unidades de cuidados intensivos em todo o país.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.119.920 mortos em todo o mundo, entre mais de 191,3 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Covid-19/Portugal. 13 mortos e 4376 infetados em 24h. Números em alta

Covid-19/Portugal. 13 mortos e 4376 infetados em 24h. A incidência situa-se agora nos 409 casos por 100 mil habitantes no território nacional e 421,3 no Continente — os valores mais altos registados desde 15 de março, quando se iniciou a divulgação pública destes dados.

O boletim de hoje da DGS assinala também 867 internamentos, mais 13 do que na véspera, 171 deles nos cuidados intensivos.

 

Despacho da Lusa sobre último relatório da DGS, desta quarta-feira:

Covid-19: Incidência nacional acima dos 400 por 100 mil habitantes, Rt continua a baixar.

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whatsapp sharing buttonA taxa de incidência nacional de infeções pelo SARS-CoV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias passou hoje 400 casos, mas o índice de transmissibilidade voltou a baixar ligeiramente no continente e a nível nacional.

No boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional da Saúde Doutor Ricardo Jorge, assinala-se que a taxa de incidência nacional no continente subiu hoje dos 391 em que estava na segunda-feira para 409.

No continente, este indicador atingiu hoje 421,3, aumentando em relação aos 403 verificados na segunda-feira.

Quanto ao Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de uma pessoa com o vírus – quer no continente quer a nível nacional desceu de 1,10 na segunda-feira para 1,09 hoje, mantendo a tendência descendente.

Os dados do Rt e da incidência de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias – indicadores que compõem a matriz de risco de acompanhamento da pandemia – são atualizados pelas autoridades de saúde à segunda-feira, à quarta-feira e à sexta-feira.

Nos concelhos de baixa densidade populacional, que representam mais de metade do território continental, a linha vermelha que obriga os municípios a recuar no plano de desconfinamento está fixada nos 480 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e os restantes concelhos ficam sob alerta quando ultrapassarem os 240 casos por 100 mil habitantes no mesmo período.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.119.920 mortos em todo o mundo, entre mais de 191,3 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.232 pessoas e foram registados 939.622 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

 

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