Morte de ucraniano no aeroporto de Lisboa. 3 inspetores do SEF na prisão

SEF/Ihor: Acórdão considera « grau de culpa dos arguidos muito elevada » e confirma agressões. Duarte Laja e Luís Silva foram ambos condenados a nove anos de prisão, enquanto Bruno Sousa foi punido com sete anos de cadeia, todos pelo crime de ofensa à integridade física qualificada, agravada pelo resultado (morte). O trio de inspetores estava acusado pelo Ministério Público de homicídio qualificado, crime punível até 25 anos de prisão

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O tribunal que condenou ontem três inspetores do SEF no processo da morte do passageiro ucraniano Ihor Homeniuk conclui que « a culpa dos arguidos é muito elevada » e que estes o agrediram e algemaram, causando-lhe a morte.

Segundo o acórdão, a que a Lusa teve acesso, os inspetores Duarte Laja, Luís Silva e Bruno Sousa, perante o estado de Ihor Homeniuk, « sabiam » e « tinham que saber, que não poderiam agir como o fizeram », ou seja, « não poderiam bater naquela pessoa, algemá-la, deixá-la assim, prostrada, e abandoná-la à sua sorte, aos cuidados de outros, cuidados esses que, até ao momento, não tinham resolvido a questão ».

Assim, o coletivo de juízes, presidido por Rui Coelho, concluiu que a culpa dos arguidos « é muito elevada », embora neste patamar se distinga o grau de culpa entre os inspetores Luis Silva e Duarte Laja, que tinham mais anos de exercício de funções no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), do que o arguido e inspetor Bruno Sousa.

« São manifestas as diferenças de responsabilidade operacional entre eles, porquanto o mais novo dos inspetores [Bruno Sousa], com tantos anos de diferença, não lidaria de igual com os colegas. Ou seja, logo implícito que lhe cumpriria fazer aquilo que os mais antigos decidissem. Nessa medida, tanto mais que estava em minoria, não lhe cumpria decidir o que fazer, mas acompanhá-los à medida do desenrolar dos acontecimentos. Por tudo isso, a culpa de Bruno Sousa é menor do que a dos outros dois arguidos », lê-se no acórdão.

Duarte Laja e Luís Silva foram ambos condenados a nove anos de prisão, enquanto Bruno Sousa foi punido com sete anos de cadeia, todos pelo crime de ofensa à integridade física qualificada, agravada pelo resultado (morte). O trio de inspetores estava acusado pelo Ministério Público de homicídio qualificado, crime punível até 25 anos de prisão.

Na ponderação da pena, o coletivo de juízes teve em conta o grau de ilicitude dos factos, o modo de execução, o qual « importou um sofrimento prolongado e agonizante », bem como « as repercussões, graves, pelo impacto social da conduta ».

Na determinação da medida da pena aplicada aos arguidos, o tribunal relevou ainda « a intensidade do dolo (direto), as condições pessoais de cada arguido, as suas habilitações literárias e situação económica, assim como a sua conduta anterior e posterior ao facto ilícito cometido contra Ihor Homeniuk.

O tribunal absolveu Duarte Laja e Luís Silva do crime de posse de arma ilegal (bastão extensível), mas, tendo em consideração as repercussões desta condenação sobre o vínculo profissional dos arguidos, o tribunal decidiu que não poderão voltar “a utilizar os bastões extensíveis » e nessa medida determinou « a sua perda a favor do Estado e entrega dos mesmos ao Departamento de Armas e Explosivos da PSP, a fim de lhe ser dado destino que for tido por mais conveniente ».

No acórdão, o tribunal considerou que a morte de Ihor Homeniuk foi « consequência direta da conduta dos arguidos », pois estes praticaram os factos que « causaram as lesões que culminaram naquele resultado (morte).

« E tinham o dever de agir de forma diferente, mais diligente, de não provocar a situação que culminou com a perda da vida. Mas não o fizeram, assumindo assim as consequências por tal interferência desmedida », lê-se no acórdão que tem 70 páginas.

Segundo o acórdão, da prova resulta que, em 20 de março de 2020, os arguidos, após abandonarem as instalações do Centro de Instalação Temporária (CIT), « retornaram aos seus postos, onde desempenhavam funções na primeira e segunda linhas (unidade de apoio) de intervenção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no aeroporto de Lisboa.

« Sabiam, pelos seus procedimentos habituais, que não lhes caberia fazer o seguimento de Ihor Homeniuk. Tanto assim foi que cuidaram deixar as chaves das algemas na receção daquele centro, para que outros, mais tarde, as usassem ao libertar a vítima. Pelo meio, pediram, em tom de ordem decorrente da prevalência que os inspetores do SEF tinham sobre os vigilantes, para não ser registado aquele seu acesso ao CIT », onde, de acordo com a prova produzida em julgamento, agrediram Ihor Homeniuk, deixando-o algemado com as mãos atrás das costas.

Segundo o tribunal, os arguidos « não esperavam que algum vigilante tirasse as algemas porque não tinham autoridade para tanto » e também « não esperavam que outros colegas ali se deslocassem para remover as algemas, porque o objetivo da sua intervenção era, exatamente, tornar desnecessário que outros ali tivessem que se deslocar por causa de Ihor Homeniuk ».

Na audiência, o juiz Rui Coelho determinou ainda a extração de certidão do acórdão e o seu envio para o Ministério Público para efeitos « de investigação do comportamento dos vigilantes do turno da noite pela forma com trataram Ihor Homeniuk (atado de pés e mãos com fita adesiva), dos vigilantes do turno de dia pela forma como nada fizeram para auxiliar um homem em sofrimento, dos inspetores do SEF que presenciaram a intervenção dos arguidos e até foram ver o estado em que Ihor ficou depois, e nada fizeram para o assistir nas horas que se seguiram ».

Extraiu também certidão para que o MP investigue « a atuação dos inspetores do SEF com funções de coordenação e chefia que deram a ordem aos arguidos, foram informados do cumprimento dessa ordem, e não cuidaram de garantir que a Ihor Homeniuk era prestada a devida assistência, que lhe eram retiradas as algemas, que era devidamente tratado, até à hora do seu embarque », de regresso à Ucrânia, via Instambul.

No final da sessão, e à saída do tribunal, os advogados de defesa – Ricardo Sá Fernandes (Bruno Sousa), Maria Manuel Candal (Luís Silva) e Ricardo Serrano Vieira (Duarte Laja) manifestaram a intenção de recorrer em matéria de facto e de direito para o Tribunal da Relação de Lisboa, reiterando que os acusados foram « bodes expiatórios » e deviam ter sido absolvidos.

O advogado da família de Ihor Homeniuk, José Gaspar Schwalbach, declarou que as condenações vão servir de exemplo para os elementos dos órgãos de polícia criminal e garantiu que este « julgamento não termina aqui ». O causídico defende que os arguidos deviam ter sido condenados por homicídio qualificado.

 

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FC Porto goleia Farense e fica a três pontos da Liga dos Campeões

O FC Porto ficou hoje a três pontos de garantir a entrada direta na Liga dos Campeões de futebol, ao golear em casa o Farense, por 5-1, em jogo da 32ª jornada da I Liga portuguesa.

Taremi, que bisou aos 06, de grande penalidade, e 59, Toni Martínez (14), Luis Díaz (20) e João Mário (84) marcaram os golos dos ‘dragões’, que mantiveram a possibilidade matemática de chegar ao título.

Os campeões nacionais em título somam 74 pontos, menos cinco do que o líder Sporting, que pode festejar o campeonato na terça-feira, e mais sete do que o Benfica, equipas que têm menos um jogo.

Com menos um elemento desde os 30 minutos, após a expulsão de Bilel, o Farense ainda reduziu por Licá (89 minutos), mas interrompeu uma série de quatro jogos sem perder, mantendo-se no 17º e penúltimo lugar, com 28 pontos.

 

Resultados da 32ª jornada da I Liga de futebol (horas em Paris):

– Domingo, 09 mai:

Paços de Ferreira – Marítimo, 1-1 (1-1 ao intervalo)

Gil Vicente – Sporting de Braga, 1-1 (1-1 ao intervalo)

 

– Segunda-feira, 10 mai:

Portimonense – Moreirense, 1-2 (1-1)

FC Porto – Farense, 5-1 (3-0)

 

– Terça-feira, 11 mai:

Santa Clara – Rio Ave, 17:00

Tondela – Belenenses SAD, 17:00

Nacional – Benfica, 19:00

Sporting – Boavista, 21:30

 

– Quarta-feira, 12 mai:

Vitória de Guimarães – Famalicão, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Covid-19: Bares e restaurantes em França abrem esplanadas a ‘meio gás’

O Governo francês anunciou hoje que as esplanadas dos bares e restaurantes vão mesmo reabrir dia 19 de maio, mas com autorização de receber apenas metade dos clientes.

Com os números da pandemia a diminuírem de forma estável em todo o país, o Governo francês confirmou que as esplanadas dos bares e restaurantes vão mesmo reabrir, mas limitadas a apenas metade dos clientes habituais.

As medidas da primeira fase do desconfinamento foram hoje confirmadas pelo executivo e vão então avançar já dia 19 de maio.

Um dos índices mais importantes, o número de pacientes em estado grave, continua a diminuir, havendo agora 4.870 pacientes nas unidades de cuidados intensivos e há atualmente 25.666 pessoas no hospital por causa da covid-19.

Morreram 292 pessoas de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando assim o total para 106.684 mortos desde o início da pandemia.

Houve 3.292 novos casos confirmados do vírus desde domingo.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.294.812 mortos no mundo, resultantes de mais de 158,2 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

 

Com Agência Lusa e AFP.

Créteil-Lusitanos despede-se esta temporada do Estádio Duvauchelle com ação de solidariedade

Para o último jogo em casa esta época, o Créteil-Lusitanos realiza uma ação de solidariedade com o Centre Hospitalier Intercommunal de Villeneuve St Georges.

Com efeito, o Créteil-Lusitanos ofereceu 11 camisolas de cores diferentes do clube às crianças do serviço de pediatria do hospital.

Camisolas que foram transformadas em blusas hospitalares pela a Associação ‘Hirond’Ailes’.

Cada jogador durante esta partida diante do Laval, com inicio às 20h45, vai exibir uma braçadeira de cor diferente para que cada criança se identifique com o jogador em questão.

 

O jogo pode ser visionado aqui.

 

Novo Banco: Bancos quiseram que fosse para o Benfica para o viabilizar – Luís Filipe Vieira

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, disse hoje que os bancos quiseram, no início dos anos 2000, que fosse para o seio do clube devido à sua situação financeira, pois estavam interessados na sua viabilização.

« A minha ida para o Sport Lisboa e Benfica não é apenas uma vontade e um orgulho da minha parte. Foi também um pedido de várias instituições financeiras » que estavam « interessadas na viabilização » do clube, disse hoje o presidente do Benfica no parlamento.

Luís Filipe Vieira, também presidente da Promovalor, está a ser ouvido pelos deputados na Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar às perdas registadas pelo Novo Banco e imputadas ao Fundo de Resolução, no âmbito das audições realizadas aos grandes devedores da instituição financeira.

« Interpretei isso como uma prova de confiança nas minhas capacidades e na minha palavra, tendo em conta a situação de extrema fragilidade que o Sport Lisboa e Benfica atravessava no ano 2000 », prosseguiu o presidente dos ‘encarnados’, no cargo desde 2003.

Depois de ter dito que já era um empresário « reconhecido e prestigiado » antes de ir para o clube, Luís Filipe Vieira recordou o seu percurso no Benfica.

Vieira entrou no clube « primeiro, em maio de 2001, como gestor do futebol », e « depois, em outubro de 2001, como presidente do Conselho de Administração da Benfica Estádio SA », disse aos deputados.

Posteriormente, em 2002 passou a presidente da SAD [Sociedade Anónima Desportiva] do Benfica e, « finalmente, a partir de outubro de 2003, como presidente » do clube da Luz.

« Nessa altura, os fornecedores e os bancos – todos os bancos com quem trabalhava – conheciam-me e apoiavam-me », disse o empresário, referindo-se, em particular, ao Banco Espírito Santo (BES) e ao BCP.

O dirigente desportivo recordou que no início do século XXI o Benfica « encontrava-se numa situação financeira muito delicada, como nunca antes tinha vivido na sua história », classificando de « tristes acontecimentos » as « dificuldades » e « fragilidades » atravessadas pelo clube.

« Os desafios que encontrei no Sport Lisboa e Benfica obrigaram-me a uma dedicação quase exclusiva, incompatível com a gestão das minhas empresas », disse, vendo-se « forçado a reduzir gradualmente » o seu envolvimento na gestão das suas empresas e finalmente optando por « profissionalizar a gestão » das mesmas, através da criação do grupo Inland/Promovalor.

 

Com Agência Lusa.

 

Al Hilal anuncia contratação de Marega para as próximas três temporadas

O Al Hilal, da Arábia Saudita, anunciou hoje a contratação para as próximas três temporadas do futebolista maliano Moussa Marega, que está em final de contrato com o FC Porto.

A equipa treinada pelo português José Morais divulgou nas redes sociais imagens de Marega a assinar o novo vínculo contratual que o vai ligar à equipa saudita para as próximas três épocas, à qual chega como um jogador livre, uma vez que o seu contrato termina no final desta época.

Marega, de 30 anos, chegou ao FC Porto a meio da época 2015/16, proveniente do Marítimo, e, após um empréstimo ao Vitória de Guimarães na época seguinte, ganhou um lugar no plantel dos ‘dragões’ na época 2017/18 e tem sido um elemento fundamental desde então.

Esta época, o internacional maliano foi utilizado pelo técnico Sérgio Conceição em 45 jogos nas diferentes competições, apontando 12 golos.

 

https://twitter.com/Alhilal_EN/status/1391521159137611776

 

https://twitter.com/Alhilal_EN/status/1391513688155303936

 

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. 1 morto e 158 infetados em 24h. O número mais baixo de novos casos desde agosto

Covid-19/Portugal. Há um morto e 158 novos casos em 24 horas

O boletim da DGS desta segunda-feira dá ainda conta de 22.102 casos ativos, menos 211 do que na véspera. Há 277 doentes internados. 

O número mais baixo de novos casos desde agosto. O boletim da Direção-Geral da Saúde contabiliza, nas últimas 24 horas, um morto, 158 infetados e 368 recuperados. Trata-se do número de novos casos mais baixo desde que a 24 de agosto.

 

Leia aqui o despacho da Lusa sobre o último boletim da DGS/Portugal:

Covid-19: Portugal com uma morte e 158 novos casos nas últimas 24 horas

Portugal registou hoje uma morte atribuída à covid-19, 158 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, um aumento nos internamentos em enfermaria e uma redução nos cuidados intensivos, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico da DGS, estão hoje internados em cuidados intensivos 73 doentes, menos um em relação a domingo.

Já no que se refere aos internamentos em enfermaria, os dados oficiais indicam que estão hoje internados 277 doentes, mais nove.

Desde o início da pandemia Portugal já contabilizou 839.740 casos confirmados e 16.993 óbitos.

 

Covid-19: França começa a vacinar pessoas a partir dos 50 anos

Covid-19: França começa a vacinar pessoas a partir dos 50 anos

 

facebook sharing buttonAlfa/ com Lusa/AFP
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França inicia nesta segunda-feira, 10, a vacinação contra a covid-19 de todas as pessoas a partir dos 50 anos, cinco dias antes do previsto, revelaram as autoridades sanitárias.

A antecipação do calendário deve-se à entrega de novas remessas de vacinas de diferentes laboratórios, sendo agora inoculados cidadãos a partir dos 50 anos que não tenham doenças associadas nem profissões de risco.

Atualmente, cerca de 17,7 milhões de residentes em França já receberam pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19, o que significa 26,4% da população total.

A fase seguinte de vacinação em França, agendada para a partir de 15 de junho, será para maiores de 18 anos.

O processo de vacinação decorre numa altura em que a situação pandémica em França melhora muito gradualmente, com uma ligeira descida do número de pessoas registadas ontem em cuidados intensivos, de 5.000 para 4.971.

Segundo dados divulgados ontem, nas últimas horas foram registados em França 9.128 novos casos de infeção com o vírus da covid-19 e 115 mortes associadas à doença.

Desde o começo da pandemia, este país totaliza 5,7 milhões de casos de infeção e 106.392 mortos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.284.783 mortos no mundo, resultantes de mais de 157,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois da pandemia. A importância das competências nas economias

A importância das competências profissionais dos assalariados para as economias, depois da pandemia.

Crónica de Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo, para ouvir, na Rádio Alfa, na terça-feira, 11,  às 2h30 – 5h45 – 6h45 – 10h30 – 13h15 – 16h15 – 20h00.

Ou aqui:

 

Último livro de Pascal de Lima: 

O Livro da Semana. Carlos Ferreira apresenta Antologia da Poesia Angolana

O Livro da Semana, um programa da Rádio Alfa. Os dois próximos programas: 

12 e 16 de maio: CARLOS FERREIRA, poeta e coordenador (com IRENE GUERRA MARQUES) de “ENTRE A LUA, O CAOS E O SILÊNCIO: A FLOR – ANTOLOGIA DE POESIA ANGOLANA”

 

 

19 e 23 de maio: ÁLVARO CÚRIA E LUDGERO CARDOSO, fundadores do projeto “LITERACIDADES”.

 

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca Gulbenkian de Paris.

Em destaque esta semanaCARLOS FERREIRA, poeta e coordenador (com IRENE GUERRA MARQUES) de “ENTRE A LUA, O CAOS E O SILÊNCIO: A FLOR – ANTOLOGIA DE POESIA ANGOLANA”

Mil páginas de poesia angolana e nas várias línguas nacionais do país, todas concentradas numa monumental antologia que vai desde o século XVII à atualidade.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Carlos Ferreira e descubra o que é esta obra impressionante, um livro com produção esmerada e já considerado como histórico.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

 

 

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca Gulbenkian de Paris.

Em destaque na próxima semana: ÁLVARO CÚRIA E LUDGERO CARDOSO, fundadores do projeto “LITERACIDADES”.

O projeto “Literacidades” é responsável por fazer chegar a melhor literatura aos milhares que o seguem nas redes sociais. Numa época em que os jornais, as revistas e as televisões perdem público, este tipo de trabalho torna-se cada vez mais relevante.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Álvaro Cúria e Ludgero Cardoso e descubra a história de dois leitores compulsivos que decidiram trazer a literatura para a ribalta.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 1h30 (versão longa).

 

Nuno Gomes Garcia, escritor e entrevistador. Último livro publicado: