Covid-19/União Europeia. Uma viagem por diversos países europeus (França, Portugal Espanha, etc…),
Ouça aqui a última crónica de Daniel Ribeiro:
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O boletim da DGS revela também que estão internados 1.583 doentes (menos 125 do que na quinta-feira), o valor mais baixo desde 25 de outubro, dia em que estavam hospitalizadas 1.574 pessoas.
Nos cuidados intensivos Portugal tem hoje 383 doentes (menos 16 em relação a quinta-feira), o valor mais baixo desde 12 de novembro, dia em que estavam também 383 pessoas nestas unidades.
Os dados indicam ainda que 1.606 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 728.659 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.
Há 33 dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções.
Os casos ativos em Portugal continuam a registar uma diminuição, com 63.260 hoje, menos 685.
Desde março de 2020, Portugal já registou 16.486 mortes associadas à covid-19 e 808.405 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.
As autoridades de saúde têm em vigilância 28.881 contactos, menos 2.160 relativamente ao dia anterior, mantendo-se a tendência decrescente desde o dia 30 de janeiro.
De acordo com os últimos dados da Direção-Geral da Saúde, Portugal tem atualmente 972.183 pessoas vacinadas: 692.960 com a primeira dose e 279.223 com a segunda dose.
Das 28 mortes registadas nas últimas 24 horas, 17 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, cinco na região Norte, três na região Centro e três no Alentejo.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas mais 436 novas infeções, contabilizando-se até agora 306.265 casos e 6.917 mortes.
Segundo o boletim, a região de Lisboa e Vale do Tejo tem hoje 45,9% dos casos registados nas últimas 24 horas e 60,7% das mortes, destacando-se das restantes regiões do país.
A região Norte tem hoje 192 novas infeções por SARS-CoV-2 e desde o início da pandemia já contabilizou 327.160 casos de infeção e 5.244 mortes.
Na região Centro, registaram-se mais 118 casos, acumulando-se 115.404 infeções e 2.935 mortos.
No Alentejo foram assinalados mais 36 casos, totalizando 28.573 infeções e 957 mortos desde o início da pandemia em Portugal.
A região do Algarve tem hoje notificados nove novos casos, somando 20.189 infeções e 344 mortos.
A Madeira registou 163 novos casos. Esta região autónoma contabiliza 7.023 infeções e 61 mortes devido à covid-19.
A região Autónoma dos Açores não registou qualquer caso nas últimas 24 horas contabilizando 3.791 infeções desde o início da pandemia e 28 mortos.
O relatório de hoje reflete uma descida do número total de casos da região dos Açores explicada pela « necessidade de correção de dois casos duplicados, da transferência de seis casos para outras regiões de ocorrência, e da notificação de três novos casos na região dos Açores no dia em análise ».
Os casos confirmados a nível nacional distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.
O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 365.748 homens e 442.390 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 267 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.
Do total de vítimas mortais, 8.625 eram homens e 7.861 mulheres.
O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.
Do total de mortes, 10.917 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.471 com idades entre os 70 e os 79 anos e 1.458 tinham entre os 60 e os 69 anos.
A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 2.570.291 mortos no mundo, resultantes de mais de 115,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Alfa/Reportagem SIC/Portugal
A crise provocada pela pandemia de Covid-19 lançou no desemprego mais de 150 emigrantes portugueses que trabalham na hotelaria, na cidade de Lourdes, em França.
Lourdes é um dos maiores santuários marianos do mundo e recebe todos os anos cerca de quatro milhões de visitantes em peregrinação.
A seguir a Paris, é a região francesa com a maior capacidade de alojamento de turistas religiosos.
Com a chegada da pandemia, toda a oferta deixou de ter procura. Uma boa parte dos 14 mil habitantes desta terra trabalha na hotelaria e cerca de 600 são portugueses. A crise gerou uma vaga de desemprego, na maioria trabalhadores sazonais.
Numa reportagem especial que pode ver em Sic.pt, são reveladas as dificuldades que estão a passar estes trabalhadores, num dos principais centros de peregrinação religiosa do mundo, que está paralisado há um ano.
« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 7. Das 12h00 às 13h30
Destaques:
–Grupo de trabalho sobre as relações franco-portuguesas, criado pela AFCCR
(Association Française de Conseil des Communes et Régions de l’Europe), vai ser
instalado dia 11 de Março.

Convidado: Hermano Sanches Ruivo, adjoint à la Mairie de Paris en charge de l’Europe,
que vai animar o grupo de trabalho
–8 De Março, Dia Mundial da Defesa do Direito das Mulheres: A situação nos países lusófonos.
Convidada: Carina Brito, da Associação Crianças de Hoje e de Amanhã (CHEDA)
–Solidariedade:
A Associação Hirond’ailes vai distribuir prendas ao pessoal de saúde de
5 hospitais em Portugal com o apoio da Rádio Alfa
Convidados:
Suzette Fernandes, responsável da Associação Hirond’ailes

Fernand Lopes, Director-Geral da Rádio Alfa
–Música:
“Sentidos” é o título do CD editado por Maria José e Filipe

Dan Inger, autor, compositor e intérprete, continua a divulgar os seus últimos trabalhos apesar das salas de espectáculos estarem encerradas devido à Covid
Apresentação e coordenação: Artur Silva
« Agudiza-se o colapso dos nossos serviços consulares no mundo com gravíssimas consequências para todos os portugueses », afirma José Cesário, deputado do PSD e antigo secretário de Estado das Comunidades.
O deputado social-democrata precisou que tem conhecimento de « vários casos » de portugueses detidos com autorizações de residência expiradas na República Democrática do Congo, alegadamente por causa de falhas dos serviços consulares portugueses.
« Venho como peregrino (…) para implorar ao Senhor perdão e reconciliação, depois de anos de guerra e terrorismo (…) e eu venho entre vós como peregrino de paz », sublinhou o Papa, na quinta-feira, numa mensagem de vídeo publicado na véspera da sua partida.
Francisco, que tem no programa a visita à planície de Ur, o lugar de Abraão – onde é recordado que as três principais religiões monoteístas (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo) têm a mesma origem, manifestou o « desejo de orar com irmãos e irmãs de outras tradições religiosas ».
No vídeo divulgado, o Papa considerou o povo iraquiano « uma única família, de muçulmanos, judeus e cristãos ».
A agenda papal inclui encontros com a comunidade católica, composta por 590 mil pessoas, cerca de 1,5% da população iraquiana, além de cristãos de outras Igrejas e confissões religiosas, líderes políticos e o grande aiatola Ali Sistani, a maior autoridade xiita do país.
O Papa vai passar por Bagdade, Najaf, Ur, Erbil, capital do Curdistão iraquiano, Mossul e Qaraqosh.
Segundo a agência Ecclesia, em 2003 havia cerca de 1,4 milhões de cristãos no Iraque.
Antes do exílio, a maioria dos cristãos encontrava-se na província de Nínive, cuja capital é Mossul.
De acordo com dados da Ajuda para as Igrejas Necessitadas (ACN), nos três anos de guerra contra o Estado Islâmico (EI), 34 igrejas foram totalmente destruídas, 132 foram incendiadas, 197 parcialmente danificadas, assim como mais de mil casas de cristãos foram totalmente destruídas e mais de três mil incendiadas, mostrando o grau de perseguição a esta minoria religiosa que se concentra sobretudo no norte do Iraque.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Nizar Kheirallah, acentuou o simbolismo da visita de Francisco.
« Que responsável estrangeiro poderá agora recusar-se a vir ao Iraque se o papa o fizer? », enfatizou o responsável da Presidência iraquiana.
Em três dias, o papa deverá percorrer mais de 1.445 quilómetros de helicóptero ou avião e sobrevoará por vezes zonas onde se escondem ainda elementos ativos do grupo ‘jihadista’ EI.
Símbolo das atrocidades dos fundamentalistas do EI é Mossul, a terceira maior cidade do Iraque, onde o papa fará uma oração pelas vítimas no domingo.
Não sendo o distanciamento físico e o uso da máscara práticas muito seguidas pelos iraquianos, os organizadores da visita papal limitaram os lugares para as missas.
O estádio de Erbil, com 20.000 lugares, apenas deverá receber cerca de 4.000 fiéis para a missa de domingo e Francisco será privado dos habituais banhos de multidão.
Será ainda decretado um confinamento nacional durante todo o período da visita do papa e « as forças de segurança serão destacadas para proteger as estradas », explicou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Nizar Kheirallah.
Além das preocupações com a covid-19, a segurança estará alerta, tendo em conta que Erbil e Bagdade, a segunda capital mais populosa do mundo árabe, com cerca de 10 milhões de habitantes, foram palco recentemente de ataques de ‘rockets’ contra interesses norte-americanos.
O Papa Francisco visita o Iraque entre 05 e 08 de março.
Depois da vitória na partida da primeira mão por 3-1 fora, o Benfica voltou a vencer o Estoril, líder da II Liga, com o jovem Gonçalo Ramos, aos 43 minutos, a marcar o primeiro e o alemão Luca Waldschmidt, aos 90, a ampliar a vantagem na partida disputada no estádio da Luz.
O Benfica, que vai marcar presença na 38.ª final da Taça da sua história, é o clube com mais troféus conquistados, com 26 títulos e 11 finais, defrontando na final o Sporting de Braga, que ultrapassou o FC Porto, detentor do troféu, na outra meia-final. Os ‘arsenalistas’ já venceram a Taça de Portugal por duas vezes.
Resultados das meias-finais da Taça de Portugal de futebol:
2ª mão:
– Quinta-feira, 04 mar:
(+) Benfica (I) – Estoril Praia (II), 2-0
– Quarta-feira, 03 mar:
FC Porto (I) – (+) Sporting de Braga (I), 2-3
1ª mão:
– Quarta-feira, 10 fev:
Sporting de Braga (I) – FC Porto (I), 1-1
– Quinta-feira, 11 fev:
Estoril Praia (II) – Benfica (I), 1-3
(+) Apurado para a final
Com Agência Lusa.
Rúben Amorim, de 36 anos, sucedeu em 05 de março de 2020 a Silas, atual treinador do Famalicão, tendo, na altura, sido contratado pelos ‘leões’ ao Sporting de Braga, por 10 milhões de euros, por três temporadas, até ao fim da época 2022/23.
Um dia antes de cumprir um ano no cargo, o treinador renovou o vínculo com o clube ‘leonino’, que lidera destacadamente a I Liga, sem derrotas, após 21 jornadas, com nove pontos de vantagem sobre o Sporting de Braga, 10 face ao campeão FC Porto e 13 em relação ao Benfica.
No comando técnico do Sporting, Rúben Amorim já ergueu a Taça da Liga, a segunda como treinador, depois da conquista em 2019/20 pelos bracarenses.
O Sporting é o terceiro clube que Rúben Amorim treina, depois de uma curta passagem em 2018/19 pelo Casa Pia (Campeonato de Portugal), do qual saiu, castigado pelo Conselho de Disciplina [decisão mais tarde revogada pelo Tribunal Arbitral do Desporto], por ter, alegadamente, dado indicações enquanto treinador estagiário.
Depois, assumiu o Sporting de Braga B, durante cerca de dois meses, até suceder a Ricardo Sá Pinto na equipa principal dos minhotos.
https://twitter.com/Sporting_CP/status/1367536901188702210
Com Agência Lusa.
Segundo um comunicado conjunto dos ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Justiça e da Modernização do Estado e da Administração Pública, esta possibilidade está prevista na lei que entrou em vigor na terça-feira.
“As alterações agora introduzidas pelo Governo, e à semelhança do que aconteceu com os cidadãos residentes no território nacional, procuram responder à necessidade de encontrar formas alternativas de entregar o cartão de cidadão aos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro, de forma segura, eficaz e adequada à sua realidade”, lê-se no comunicado.
Segundo os ministérios, existem cerca de 3,5 milhões de titulares de cartão de cidadão com residência no estrangeiro, distribuídos por 197 países e regiões, a um ritmo mensal de 37.500 novos documentos.
“A entrega presencial do cartão de cidadão, em sede do posto consular ou de presença consular, não tem sido suficiente para resolver as dificuldades de um considerável número de cidadãos nacionais no acesso a este documento”, reconheceram os ministérios na nota.
Por seu lado, “as fortes restrições de circulação e as medidas de segurança sanitária determinadas pelas autoridades de saúde públicas em todo o mundo, aplicáveis aos serviços públicos externos no plano do atendimento, têm restringido a deslocação e a afluência da comunidade portuguesa no estrangeiro aos serviços públicos”.
A legislação que entrou em vigor na terça-feira enquadra-se na disponibilização do “mesmo nível de acesso, proximidade e qualidade dos serviços públicos prestados” aos cidadãos nacionais, “independentemente do local onde se encontram”.
Com Agência Lusa.