Futsal. Portugal empata com República Checa no apuramento para o Europeu de futsal

A seleção portuguesa, campeã europeia de futsal, empatou hoje 3-3 com a República Checa, em jogo da terceira jornada do Grupo 8 de apuramento para o Europeu de 2022, realizado em Lodz, na Polónia.

Em jogo disputado em terreno neutro, devido às restrições motivadas pela pandemia de covid-19, Miguel Ângelo, Pany Varela e Fábio Cecílio marcaram os golos da equipa das ‘quinas’, enquanto Seidler, Slovácek e Holy foram os autores dos golos checos.

Após um empate (2-2) e um triunfo (3-0) sobre a Polónia, nas rondas anteriores, Portugal manteve-se na segunda posição do grupo, com cinco pontos, a dois da República Checa – que voltará a defrontar na terça-feira, também em Lodz – e com um ponto de vantagem sobre os polacos, enquanto a Noruega ainda está em ‘branco’.

 

Com Agência Lusa.

Delmino Pereira eleito vice-presidente da União Europeia de Ciclismo

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Delmino Pereira, foi hoje eleito vice-presidente da União Europeia de Ciclismo (UEC), durante o congresso anual da instituição.

No congresso, que está a decorrer por via eletrónica, devido à pandemia da covid-19, José Luís Ribeiro, vice-presidente da federação, foi eleito delegado votante ao congresso da União Ciclista Internacional (UCI).

Delmino Pereira foi reeleito em novembro de 2020 para presidente da FPC para o período de 2020-2024, o seu terceiro mandato, depois de chegar ao cargo em 2012 e ser reconduzido em 2016.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Mais 26 mortos, 1007 infetados e 1942 recuperados

Covid-19. Mais 26 mortes, 1007 infetados e mais de 1942 recuperados em Portugal – último boletim diário da DGS.

O boletim da DGS deste sábado dá conta de 62 299 casos ativos, menos 961 do que na véspera. Internamentos também descem, para um total de 1416 doentes.
E regista, até hoje, 26 óbitos e 1007 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas. Há ainda mais 1942 recuperados.

De acordo com o último boletim, hoje divulgado, desde o início da pandemia Portugal, a DGS já contabilizou 809.412 casos confirmados e 16.512 óbitos.

Em 26 de outubro de 2020, Portugal tinha registado 27 mortes.

Em internamento nas enfermarias estão 1.416 doentes, menos 167 do que na sexta-feira.

Nos cuidados intensivos, Portugal tem hoje 363 pessoas, menos 20 do que no dia anterior.

« O Bairro » de Gonçalo M. Tavares publicado e muito aplaudido em França

« O Bairro » de Gonçalo M. Tavares publicado e aplaudido pela crítica em França

 

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email sharing buttonO mais extenso projeto literário de Gonçalo M. Tavares, “O Bairro”, uma série de dez livros, foi publicado em França num só volume e aplaudido pela critica, que classificou o escritor português como “o Gaudí da linguagem”.

De acordo com a Relógio d’Água, editora que publica atualmente a obra de Gonçalo M. Tavares e está a reeditar os livros desta série, a edição francesa conta com um prefácio de Mathias Énard, “um dos mais importantes escritores franceses, que escreve que, tal como a Saramago, também a ele lhe apetece bater em Gonçalo M. Tavares”.

Publicado com o título “Le Quartier, Les Messieurs” (“O bairro, os senhores”, em tradução direta), este volume compila os dez títulos da coleção “O Bairro”, cada um dedicado a um “senhor” homónimo de um grande escritor: “O Senhor Valéry” (vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca), “O Senhor Henri”, “O Senhor Brecht”, “O Senhor Juarroz”, “O Senhor Kraus”, “O Senhor Calvino”, “O Senhor Walser”, “O Senhor Breton”, “O Senhor Swedenborg” e “O Senhor Eliot”.

No jornal L’Observateur, Didier Jacob considera Gonçalo M. Tavares “o Gaudí da linguagem” e acrescenta sobre “O Bairro”: “o grande romancista português trabalha há vinte anos nesta catedral única, onde o único culto prestado é à literatura, e com um humor surpreendente, uma erudição jocosa e uma doçura incomparável”.

Para Gladys Marivat, do Le Monde des Livres, Gonçalo M. Tavares é o “prodígio das letras portuguesas” e o ‘seu Bairro’ é “um dos raros locais onde as restrições devidas ao coronavírus ainda nos permitem viajar”.

Christine Marcandier, do Diacritik, considera “O Bairro” uma “série literária, aventura textual e gráfica”. “Os inclassificáveis e indispensáveis Senhores são uma delícia de ler, um resumo de risos filosóficos, absurdos mas tão lógicos, insolentes de exactidão e ‘charme elegante’, um olhar único sobre a barbárie do mundo contra o qual só a inventividade literária pode lutar”, acrescenta a crítica literária francesa.

Na Lire, Bernard Quiriny diz que se trata de “um tributo picante à literatura, como uma micro-utopia de papel para nos protegermos do mundo”, enquanto Augustin Trapenard fala deste “projecto maluco, este mundo de sonho, este bairro maravilhoso de Gonçalo M. Tavares”.

“Um bairro muito real, pois fica na cabeceira de Gonçalo M. Tavares”, refere por sua vez Alain Nicolas, em L’Humanité.

Gonçalo M. Tavares, nascido em 1970,é um escritor e professor universitário português, cuja primeira obra foi publicada em 2001.

Reconhecido pela originalidade dos seus projetos criativos, o autor tem uma outra série, precedente a O Bairro, intitulada “O Reino” e composta por quatro livros.

Multipremiado e aclamado pela critica internacional, Gonçalo M. Tavares tem muitas das suas obras traduzidas em mais de 50 países e adaptadas a projetos diversos como peças de teatro, objetos artísticos, vídeos de arte ou ópera.

Grande parte dos seus livros estão já publicados em França, onde recebeu alguns dos mais importantes prémios como o Prix du Meilleur Livre Étranger, atribuído antes a autores como Elias Canetti, Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth e Gabriel García Márquez, entre outros.

Os livros de Gonçalo M. Tavares foram originalmente publicados pela Caminho, mas estão agora a ser editados pela Relógio d’Água, tendo sido já publicados “O Senhor Walser” e “O Senhor Brecht”, a que se acrescentará em breve “O Senhor Swedenborg”, seguindo-se depois outros títulos.

PCP faz 100 anos. É o partido político mais antigo de Portugal

O PCP comemora hoje, seis de março, o seu centenário e, por esse motivo, aqui publicamos o editorial do seu jornal « Avante! » sobre o aniversário daquele que é o partido mais antigo de Portugal:

 

« O FUTURO TEM PARTIDO

 

Fará 100 anos no próximo sábado que, a 6 de Março de 1921, fruto do desenvolvimento do movimento operário português, era fundado o Partido Comunista Português. Como refere a Resolução do Comité Central de 1 de Março de 2020 sobre o Centenário, «são 100 anos em que não há nenhuma transformação social, nenhum avanço ou conquista dos trabalhadores e do povo português a que não esteja directa ou indirectamente associada a iniciativa, a luta, a acção e a intervenção do PCP. São 100 anos de vida e de luta de um Partido que, orgulhoso da sua história e aprendendo com a sua própria experiência e a do movimento comunista e revolucionário internacional, assume com determinação e confiança as exigências da actualidade e do futuro.»

De facto, é com imensa alegria e orgulho que o PCP assinala o seu Centenário, afirmando que o futuro tem Partido, tendo como momento culminante a grande jornada de luta no próximo sábado, dia 6 de Março, às 15 horas, em todo o País, com a realização de 100 acções pelos direitos, a melhoria das condições de vida e o progresso social, contra a exploração e o empobrecimento, pela liberdade, a democracia e o socialismo, em que se integra a acção central, no Rossio, em Lisboa, em que intervirá o Secretário-geral do Partido.

Assumindo a natureza de classe do PCP, as organizações do Partido desenvolverão um diversificado conjunto de iniciativas em que sobressai o contacto com os trabalhadores em cerca de 500 empresas e locais de trabalho, com particular significado na manhã do dia 6, assinalando os 100 anos de vida do Partido Comunista Português, Partido da classe operária e de todos os trabalhadores. Partido que ontem, hoje e no futuro, sempre esteve e estará com a sua luta, contra a exploração e o empobrecimento, pela defesa e conquista de direitos, pela melhoria das condições de vida, pelo progresso social, pelo direito a ser feliz, pela Liberdade, a Democracia e o Socialismo.

tal como aconteceu na passada terça-feira, na homenagem aos heróis caídos na luta, são comemorações que o PCP leva a efeito com a mesma determinação de sempre, reforçando a sua organização, pronto para travar os combates do presente e do futuro e responder às exigências que a vida lhe coloca para continuar a servir os trabalhadores, o povo e o País.

Portador de uma teoria revolucionária, o marxismo-leninismo, o Partido Comunista Português é o Partido da luta contra o fascismo, pela liberdade e a democracia, o Partido da luta contra o colonialismo e as guerras coloniais, pelo direito à independência das colónias portuguesas; o Partido da Revolução de Abril, das suas conquistas e avanços e da resistência à contra-revolução; o Partido da luta em defesa da independência e soberania nacionais; o Partido da solidariedade internacionalista, da paz, amizade e cooperação com todos os povos; o Partido da luta pela satisfação das mais urgentes e sentidas reivindicações dos trabalhadores e das populações; o Partido da luta pela ruptura com a política de direita e por uma política alternativa patriótica e de esquerda, parte integrante da luta por uma democracia avançada inspirada nos valores de Abril, o Partido da luta pelo socialismo e o comunismo.

E hoje, perante a crise estrutural do capitalismo que se aprofunda, e face a uma situação nacional marcada pelos efeitos desastrosos de décadas de política de direita, de submissão aos interesses do grande capital e às imposições da União Europeia e do euro, agravados pelos efeitos directos da epidemia de COVID-19, pelo impacto negativo das medidas de prevenção (estado de emergência, confinamento agressivo e outras restrições) e pelo aproveitamento do capital para pôr em causa direitos e condições de trabalho e de vida e limitar os direitos políticos e sindicais, o PCP assume-se como o Partido portador de uma política alternativa patriótica e de esquerda, a alternativa de que o País precisa para superar os seus défices estruturais, responder aos problemas imediatos dos trabalhadores e do povo e assegurar o desenvolvimento soberano do País.

Partido necessário, indispensável e insubstituível, o PCP continua hoje a estimular a luta dos trabalhadores por salários direitos e emprego, como aconteceu na importante luta promovida pela CGTP-IN na passada quinta-feira ena luta das populações em defesa dos serviços públicos, nomeadamente pelo reforço do SNS como forma de enfrentar a epidemia e os seus impactos.

Partido da juventude, o Partido Comunista Português desde sempre teve uma profunda identificação com os sonhos e aspirações juvenis, inseparáveis do seu projecto de liberdade, justiça, paz, solidariedade e fraternidade.

E quando se assinala o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o PCP, cuja acção está profundamente ligada à luta pela emancipação da mulher, apela à participação e dinamização de iniciativas em curso pela igualdade, a dignidade e os direitos das mulheres.

O PCP reafirma que, tal como nestes 100 anos não há avanço que não tenha contado com o seu contributo e a sua luta, também hoje e no futuro, é o Partido imprescindível e decisivo na luta pelos direitos e pela melhoria das condições de vida, no processo de transformação social, por uma democracia avançada, pelo socialismo. »

Polémica sobre avultadas « despesas inúteis » da Presidência portuguesa da UE

Vinhos, camisas, fatos, novo centro de imprensa (quando as conferências de imprensa são virtuais)… A notícia saiu em jornais internacionais e o partido PAN pediu explicações ao Governo sobre as despesas da presidência portuguesa da UE – centenas de milhares de euros.

O PAN pediu explicações ao Governo português acerca de « despesas supérfluas e contratos de patrocínio » realizados no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, que foram noticiados pela imprensa internacional.

Alfa/com Lusa, Expresso e diferentes jornais

O PAN pediu na quinta-feira explicações ao Governo português acerca de « despesas supérfluas e contratos de patrocínio » realizados no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), que foram noticiados pela imprensa internacional.

Em nota à imprensa, o grupo parlamentar do PAN informa ter dirigido uma série de perguntas ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, na sequência de uma notícia do ‘site’ Politico segundo a qual a presidência portuguesa estaria a ter um « conjunto de despesas significativas com eventos que, devido à crise sanitária, estariam a ocorrer, maioritariamente, por via eletrónica ».

A referida notícia, intitulada « A presidência ‘fantasma’ de Portugal do Conselho da UE acumula despesas presenciais », dá conta de despesas num valor superior a 260 mil euros para equipar um centro de imprensa em Lisboa, no Centro Cultural de Belém, a sede da presidência portuguesa, « apesar de as conferências de imprensa estarem a decorrer ‘online’ e de jornalistas estrangeiros não se estarem a deslocar para Portugal ».

O artigo aponta também despesas de mais de 35 mil euros com uma empresa vinícola e um contrato de quase 40 mil euros para a aquisição de « 360 camisas e 180 fatos », numa altura « em que poucas pessoas se reúnem » e « em que várias pessoas estão a trabalhar a partir de casa ».

A notícia do Politico refere ainda a assinatura de contratos de patrocínio pela presidência portuguesa como algo que « vai contra as boas práticas recomendadas pela UE ».

Na nota, o PAN evoca a iniciativa que apresentou em janeiro passado para « assegurar que o Governo rejeitava todas as formas de patrocínio, direto ou indireto, da sua presidência e de quaisquer das suas atividades, procedendo para o efeito à resolução de todos os contratos de patrocínio existentes, e que houvesse a discussão de um conjunto de medidas para assegurar a inexistência de tais patrocínios em futuras presidências de outros países ».

Na apresentação dessa proposta, rejeitada com votos contra de PS, PSD, PCP e PEV e abstenção de CDS-PP, o PAN relembrou que o recurso às práticas apontadas, « devido aos riscos reputacionais que lhe estão associados, […] mereceu a crítica da Provedora de Justiça Europeia e foi até rejeitado pela presidência alemã do Conselho da UE do ano passado ».

Pela mesma altura, o partido criticou o patrocínio da empresa The Navigator Company, S.A., devido a « potenciais conflitos de interesse » e pelo facto de se tratar « do patrocínio de uma indústria poluente que desempenha a sua atividade ao abrigo do comércio europeu de licenças de emissão », o que não corresponde « com uma presidência que diz pretender atuar em prol de uma UE mais verde ».

Por esse motivo, o PAN apela a que o dinheiro público não seja « gasto em ‘eventos fantasma’ que em nada beneficiam o país e a sua imagem », numa fase « em que tantas pessoas estão a passar por dificuldades e em que tanto apoio se nega a tantos setores ».

« Na opinião do PAN, não é também aceitável que o Governo aceite patrocínios que penhoram o prestígio e a credibilidade internacional do nosso país. Por isso, é urgente que o Governo preste esclarecimentos quanto a estes gastos supérfluos », indicou o partido na mesma nota.

Nesse sentido, o partido questiona o Governo se este vai « proceder à resolução ou, pelo menos, modificação dos contratos de aquisição de bens e serviços que têm como pressuposto a realização de eventos públicos », bem como « de todos os contratos de patrocínio existentes » tendo « em conta os riscos reputacionais para o país ».

O PAN pede ainda explicações sobre a decisão do executivo de gastar mais de 260 mil euros para equipar um centro de imprensa em Lisboa « quando era previsível que, devido à crise sanitária, a maioria dos eventos se iriam realizar à distância » e questiona se vai ser levada a debate « a adoção de medidas para assegurar a inexistência de patrocínios em futuras presidências de outros países » no âmbito da presidência portuguesa, que decorre até 30 de junho.

Covid-19/França. 238 mortos (hospital) e 201 (lares). 23.507 infetados em 24h

Covid-19: Ministro francês pede aos profissionais de saúde que se vacinem

Covid-19: Ministro francês pede aos profissionais de saúde que se vacinem

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Alfa/com Lusa/AFPemail sharing buttonO ministro da Saúde francês, Olivier Véran, escreveu ontem aos médicos, enfermeiros e auxiliares hospitalares, incentivando-os a vacinarem-se, tendo nesta sexta-feira sido registada a morte de 439 pessoas no país (incluindo hospitais e lares) devido à doença covid-19.

« Hoje, cerca de 40% nos lares e 30% do pessoal dos estabelecimentos de saúde estão vacinados. É um número encorajador, mas que progride pouco e não é suficiente, especialmente porque ainda há vacinas AstraZeneca disponíveis », lamentou o ministro.

A carta foi publicada nas redes sociais do ministro, numa altura em que se discute em França a obrigatoriedade da vacina para os profissionais de saúde de forma a evitar novos focos de contágio nos lares e baixas de pessoal médico nos hospitais.

Das mortes registadas ontem, 238 aconteceram no hospital e 201 em lares, perfazendo um total de 88.275 óbitos desde o início da pandemia.

Há atualmente 24.785 pessoas internadas nos hospitais devido ao vírus e 3.680 desses pacientes estão nos cuidados intensivos, um aumento de 47 pessoas face à véspera.

O número de novos casos em França desde quinta-feira foi de 23.507, fazendo assim com que já tenham sido registados 3.859.102 casos positivos em todo o país.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.570.291 mortos no mundo, resultantes de mais de 115,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

« Passe Verde/Covid-19 ». Governo português espera reabrir turismo em maio

Covid-19. Governo português espera reabrir turismo em maio

Tiago Petinga/Lusa

Portugal espera poder abrir as fronteiras e o turismo no início de maio graças a certificados de vacinação ou de testes, afirmou ontem, esta sexta-feira, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, à BBC.

« Por enquanto, as viagens não essenciais precisam de ser restritas, mas acreditamos que Portugal vai poder permitir viagens sem restrições em breve, não só para pessoas vacinadas, mas também para pessoas imunes ou que testem negativo », afirmou, segundo relatam a Lusa e o Expresso.

Segundo a responsável, « vai acontecer em breve, dentro de uns dois meses. Talvez em maio, início de maio », acrescentou, garantindo que pretende ter « tudo pronto para permitir aos britânicos visitar o país ».

Rita Marques disse à estação pública britânica que o Governo está a « trabalhar no sentido de reabrir o Turismo o mais rápido possível de uma forma segura » e mostrou confiança no chamado « passe verde » a emitir pelos países da União Europeia.

No próximo dia 17, a Comissão Europeia vai apresentar uma proposta legislativa para criar um livre-trânsito digital que permita retomar as viagens em altura de pandemia de covid-19, comprovando a vacinação ou a recuperação dos cidadãos.

O passe pode incluir não só um certificado de vacinação contra a covid-19, mas também de resultados de teste ou informação de imunidade para pessoas que tenham recuperado da doença.

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor de turistas em 2020, representando 16,3% das dormidas de não residentes, apesar do decréscimo de 78,5% face ao ano anterior, disse o Instituto Nacional de Estatísticas português.

Atualmente as viagens entre Portugal e o Reino Unido estão interditas e não existem voos diretos, embora seja permitida a circulação de nacionais ou residentes dos dois países que apresentem uma justificação válida e testes ao coronavírus com resultado negativo.

O Governo britânico já disse que não pretende alterar as regras antes de 17 de maio, após avaliar um estudo com recomendações para o restabelecimento com segurança das viagens internacionais.

Portugal junta-se assim a Chipre, que anunciou hoje que pretende abrir as fronteiras no próximo mês ao Reino Unido e, a partir de 01 de maio, aceitar a entrada de visitantes britânicos com « certificados de vacinação » sem a necessidade de fazerem testes.

Chipre alcançou um acordo semelhante com Israel, terceira maior fonte de turistas da ilha mediterrânea, em fevereiro, para que os israelitas possam entrar no país sem serem necessários testes ou quarentena.

Sporting vence Santa Clara com golo nos descontos e bate recorde

O Sporting venceu hoje o Santa Clara por 2-1, com um golo nos descontos, e aumentou a vantagem na liderança da I Liga, batendo o seu recorde de invencibilidade nas primeiras 22 jornadas do campeonato.

No estádio José Alvalade, o Sporting marcou o primeiro golo aos 22 minutos, por intermédio de Pedro Gonçalves, que é o melhor marcador da prova com 15 golos apontados, mas o Santa Clara empatou aos 84, por Rui Costa, com Coates a conseguir o golo do triunfo aos 90+3.

Com este triunfo, o Sporting, que ainda não perdeu qualquer jogo na competição, conseguiu, pela primeira vez na sua história, completar invicto as primeiras 22 jornadas da I Liga.

Os ‘leões’ lideram o campeonato com 58 pontos, mais 12 que o Sporting de Braga, 13 que o FC Porto e 16 que o Benfica, todos com menos um jogo, enquanto o Santa Clara está em sétimo, com 28 pontos.

 

Resultados da 22ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 05 mar:

Paços de Ferreira – Nacional, 2-1 (2-0 ao intervalo)

Sporting – Santa Clara, 2-1 (1-0)

 

– Sábado, 06 mar:

Portimonense – Tondela, 16:30

Gil Vicente – FC Porto, 19:00

Boavista – Famalicão, 21:30

 

– Domingo, 07 mar:

Marítimo – Moreirense, 18:30

Rio Ave – Farense, 21:00

 

– Segunda-feira, 08 mar:

Belenenses SAD – Benfica, 21:15

 

– Terça-feira, 09 mar:

Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 22:45

 

Com Agência Lusa.

Auriol Dongmo campeã do lançamento do peso nos Europeus de Atletismo

A atleta Auriol Dongmo conquistou hoje a medalha de ouro do lançamento do peso nos Campeonatos da Europa de atletismo de pista coberta, que se estão a disputar em Torun, Polónia.

Dongmo venceu na final com um arremesso de 19,34 metros, num concurso em que atirou sempre a mais de 19 metros, tirando o primeiro e o último, que foram nulos.

A medalha de prata foi para a sueca Fanny Roos, com 19,29, e a de bronze para a alemã Christina Schwanitz, com 19,04.

Por sua vez, Francisco Belo conseguiu hoje o quarto lugar do lançamento do peso masculino, com a marca de 21,28 metros, novo recorde nacional.

 

Com Agência Lusa.