Mais dois soldados franceses mortos no Mali

Mais dois soldados franceses mortos no Mali, no sábado dia 02 – informou o Palácio do Eliseu.

No total cinco militares franceses foram mortos esta semana no Sahel, depois da morte de três outros soldados segunda-feira num outro ataque reivindicado por um grupo jihadista.

 

Le sergent Yvonne Huynh, à gauche, et le brigadier Loïc Risser, tués au Mali, le 2 janvier.

 « Le président de la République a appris avec une grande tristesse la mort au Mali en fin de matinée de deux soldats du 2régiment de hussards de Haguenau [Bas-Rhin], le sergent Yvonne Huynh et le brigadier Loïc Risser », indica a Presidência francesa num comunidado.

O carro em que seguiam os dois militares terá sido atacado com uma bomba artesanal. Um outro soldado ficou ferido.

Com estas duas mortes sobem para 50 o número de soldados franceses mortos no Sahel desde 2013 em operações contra johadistas.

2020. Há cem anos que não morria tanta gente em Portugal

Mortalidade em Portugal subiu no ano da pandemia – mais 10 por cento do que em 2019.

No ano passado morreram 123 680 pessoas em Portugal, mais 11 315 do que em 2019, quando se registaram 112 365 óbitos. Maior subida verificou-se entre a população com mais de 75 anos, segundo informa o jornal Correio da Manhã.

Quase metade dos mortos a mais do que no ano anterior têm como causa direta a covid-19, segundo diversos jornais portugueses.

No entanto, o Jornal de Notícias diz que « o medo e a dificuldade no acesso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) explicarão 4.763 mortes colaterais, ou seja, de causa natural não relacionada com o vírus ».

Sporting vence Sporting de Braga no primeiro jogo de 2021 e reforça liderança da I Liga

O Sporting venceu hoje o Sporting de Braga, por 2-0, no jogo inaugural da 12ª jornada, mantendo-se invicto na I Liga portuguesa de futebol, que lidera isolado.

No Estádio José Alvalade, Pedro Gonçalves inaugurou a contagem, aos 54 minutos, reforçando o estatuto de melhor marcador do campeonato, com 11 golos, e Matheus Nunes fez o segundo, estreando-se a marcar pelos ‘leões’, aos 78.

O Sporting, que conta com 10 triunfos no campeonato e dois empates, reforçou a liderança da I Liga, somando 32 pontos, mais cinco do que o Benfica, segundo, e sete do que o FC Porto, terceiro, que só jogam no domingo, enquanto os bracarenses são quartos, com 24.

 

Resultados da 12ª jornada da I Liga de futebol (horas de Paris):

 

– Sábado, 02 jan:

Sporting – Sporting de Braga, 2-0 (0-0 ao intervalo)

 

– Domingo, 03 jan:

Tondela – Famalicão, 14:00

Marítimo – Boavista, 16:00

Santa Clara – Benfica, 18:00

Paços de Ferreira – Rio Ave, 20:00

FC Porto – Moreirense, 22:00

 

– Segunda-feira, 04 jan:

Gil Vicente – Belenenses SAD, 20:00

Portimonense – Farense, 22:15

 

– Quinta-feira, 21 jan:

Vitória de Guimarães – Nacional, 21:15

OFICIAL: MAURICIO POCHETTINO É O NOVO TREINADOR DO PSG

O Paris Saint-Germain confirmou esta tarde a contratação de Mauricio Pochettino como novo treinador.

 

 

O argentino assina por uma época e meia, com mais um ano de opção.

Pochettino, que jogou em Paris entre 2000 e 2003 (tendo jogado também no Bordéus na época seguinte), estava sem treinar desde que saiu do Tottenham em novembro de 2019 e começa a orientar a equipa já este domingo, dia em que o PSG regressa aos treinos.

 

 

César Peixoto protagoniza sétima saída na I Liga de futebol

César Peixoto deixou o comando técnico do Moreirense apenas dois meses depois de ter assumido a equipa, saída a pedido do próprio treinador, segundo revelou o clube da I Liga de futebol na sua página oficial.

O treinador, de 40 anos, que rendeu Ricardo Soares há menos de dois meses, tinha alcançado na terça-feira a primeira vitória ao serviço do Moreirense para o campeonato, na receção ao Santa Clara (1-0), da 11.ª jornada, depois de duas derrotas e outros tantos empates, intercalados com dois triunfos na Taça de Portugal, deixando a equipa na sétima posição, com 13 pontos.

Esta saída seguiu-se à de Mário Silva, que, nesta mesma 11.ª jornada e cinco meses depois de ter assumido o comando do Rio Ave, tinha protagonizado a sexta saída de um treinador da I Liga portuguesa de futebol na época 2020/21.

Mário Silva deixou a equipa na 13.ª posição, com 11 pontos, apenas dois acima da linha de despromoção, zona em que se encontram Boavista (17.º) e Portimonense (18.º).

As saídas de Mário Silva e César Peixoto seguem-se às de Lito Vidigal (Marítimo), que mantém o interino Milton Mendes no comando, e Vasco Seabra (Boavista), rendido por Jesualdo Ferreira, às oitava e nona jornadas, respetivamente.

Anteriormente, saíram Tiago Mendes do Vitória de Guimarães (terceira jornada), que pediu a demissão e foi rendido por João Henriques, de Ricardo Soares do Moreirense (sexta), no qual entrou César Peixoto, e de Rui Almeida do Gil Vicente (sétima), entrando Ricardo Soares.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Mais 73 mortos e 3.241 novas infeções em 24h

Covid-19. Mais 3.241 novos infetados, 73 mortes e 1482 recuperados em Portugal nas últimas 24 horas –  boletim da DGS (Direção-Geral da Saúde) deste sábado.

No total, há oficialmente até hoje, em Portugal, desde Março,  422.870 casos de covid-19 confirmados e 7.045 óbitos.

 

Funeral de Carlos do Carmo é na segunda-feira em Lisboa, em dia de luto nacional

Óbito/Carlos do Carmo: Cerimónias fúnebres realizam-se na segunda-feira em Lisboa

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Alfa/com Lusa e outras fontes
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 As cerimónias fúnebres do fadista Carlos do Carmo, que morreu ontem, aos 81 anos, realizam-se na segunda-feira, na Basílica da Estrela, em Lisboa, disse à agência Lusa um dos seus filhos.

O velório tem início às 09:00 de segunda-feira, na Basílica, sendo rezada missa de corpo presente pelas 14:00.

Segue-se o funeral para um cemitério da capital portuguesa ainda a designar, segundo a família do cantor.

As cerimónias coincidem com o dia de luto nacional, pela morte de Carlos do Carmo, decretado pelo Governo, para segunda-feira.

Carlos do Carmo morreu aos 81 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Nascido em Lisboa, em 21 de dezembro de 1939, era filho da fadista Lucília do Carmo (1919-1998) e do livreiro Alfredo Almeida, proprietários da casa de fados O Faia, onde começou a cantar, até iniciar a carreira artística, em 1964.

Distinguido com o Grammy Latino de Carreira, em 2014, entre outros galardões, o seu percurso passou pelos principais palcos mundiais, do Olympia, em Paris, à Ópera de Frankfurt, na Alemanha, do ‘Canecão’, no Rio de Janeiro, ao Royal Albert Hall, em Londres.

O cantor despediu-se dos palcos em 09 de novembro de 2019, com um concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

A publicação do seu derradeiro álbum, « E Ainda? », prevista para o passado mês de novembro, foi anunciada hoje para este ano, pela editora Universal Music.

Leia aqui parte da nossa notícia de ontem, logo que foi anunciada a morte do grande fadista e figura histórica da cultura portuguesa. Inaugurou a nossa Sala Vasco da Gama e tinha grandes amigos na Rádio Alfa: 

O fadista, de 81 anos, tinha muitos amigos na Rádio Alfa, designadamente era grande amigo pessoal do comendador Armando Lopes, presidente da nossa rádio. Apresentou-se e atuou aliás diversas vezes nas nossas instalações e na nossa festa.

Toda a nossa Rádio fica de luto com esta inesperada notícia e apresenta as mais sentidas condolências à família e amigos. Foi ele que inaugurou a nossa sala Vasco da Gama, onde também atuou, claro.

O desaparecimento de Carlos do Carmo é uma perda enorme para a cultura portuguesa. Foi um fadista de grande dimensão, uma grande figura da cultura portuguesa e um homem ímpar.

O fadista, que nasceu em 1939 e eternizou canções como “Lisboa, menina e moça”, “Um homem na cidade”, “Os putos”,  entre muitas outras, tinha feito 81 anos no dia 21 de dezembro.

“No início de 2019, anunciou pôr fim à carreira, que já contava com mais de meio século de existência. Mas o anúncio não o desviava de encher uma última vez os dois coliseus, do Porto e de Lisboa, com concertos de despedida”, escreve o Expresso.

É uma figura histórica do Fado e da cultura portuguesa que desaparece. Era um homem encantador e excecional.

Covid-19: Portugal com mais 66 mortes e 6.951 novas infeções

Covid-19: Portugal com mais 66 mortes e 6.951 novas infeções

Covid-19: Portugal com mais 66 mortes e 6.951 novas infeções

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Alfa/Lusa/oficial
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Portugal contabiliza hoje mais 66 mortes associadas à covid-19 e 6.951 novas infeções com o coronavírus que provoca a doença, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Estão internadas 2.806 pessoas, menos 34 do que na quinta-feira, das quais 483 nos cuidados intensivos (mais uma).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.972 mortes e 420.629 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 74.989, mais 2.493 do que na quinta-feira.

« Voz de Portugal cá dentro e lá fora junto das comunidades portuguesas ». PR/Carlos do Carmo

PR Marcelo Rebelo de Sousa recorda Carlos do Carmo como “grande figura da cultura” e “grande homem”. Governo decreta dia de luto nacional na segunda-feira.

PR recorda Carlos do Carmo como “grande figura da cultura” e “grande homem”

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O Presidente da República reagiu hoje com um sentimento “de perda” à notícia da morte do fadista Carlos do Carmo, que recordou como “uma grande figura da cultura” e também como “um grande homem”.

Em declarações à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter recebido esta notícia com uma reação idêntica “à de todos os portugueses”, “uma reação de perda”.

“Perda por aquilo que Carlos do Carmo fez pela consagração do fado como património imaterial da Humanidade, mas também pelo que deu como voz de Portugal cá dentro e lá fora junto das comunidades portuguesas, prestigiando não apenas o fado, mas a nossa cultura”, destacou.

O chefe de Estado realçou ainda que Carlos do Carmo foi “uma voz” na luta pela liberdade nos tempos da ditadura e na transição para a democracia.

“Por detrás de uma grande figura da cultura estava um grande homem, com uma grande riqueza pessoal, uma sensibilidade e uma intuição e identificação com o povo português que o povo português não esquece”, acrescentou.

O Presidente da República considerou que a morte de Carlos do Carmo, no primeiro dia de 2021, “um dia que devia ser de esperança”, não pode ser encarada “com desesperança”, mas como uma homenagem a alguém que “nunca perdia a esperança”.

O fadista Carlos do Carmo morreu hoje de manhã aos 81 anos no hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse o filho Alfredo do Carmo à Lusa.

À RTP, Marcelo Rebelo de Sousa recordou uma “aproximação familiar muito grande” entre a sua mãe e a de Carlos do Carmo, antes do 25 de Abril.

“Os grandes momentos familiares eram passados normalmente perto para ouvirmos a sua mãe e a ele muito novo a cantar e ficou aí uma ligação que se renovava periodicamente”, contou.

O chefe de Estado destacou que, sendo “obviamente um homem de esquerda” e “sempre mais identificado com o povo do que com os poderosos”, o fadista relacionava-se de uma forma “muito próxima com as pessoas, de todos os quadrantes”.

“Era uma pessoa que, na intimidade, nunca perdia o otimismo nem a esperança de viver, mesmo quando muito doente. (…) Essa capacidade de enriquecer a vida dos outros com o seu otimismo, esperança, amizade, lealdade, traduzia-se quando cantava”, disse, evocando o seu último espetáculo em 2019 como “uma prova de resistência física”.

“Gostava de ser amado, amar as pessoas e de se dar às pessoas. Gostava de perceber que os portugueses o amavam”, resumiu o Presidente da República, apontando que Carlos do Carmo “gostava de promover os mais novos e chegava ao ponto de se apagar para fazer crescer os outros”.

Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa evoca Carlos do Carmo como “uma das grandes figuras do fado e da dignidade do fado”.

“Dignidade do texto, da qualidade do texto, da dicção, do dizer. Dignidade de uma vocação exigente, sem cedências e vedetismos. Dignidade de uma atenção humana, de uma compaixão, uma empatia de ‘homem na cidade’ ao lado dos outros homens e mulheres”, aponta.

O Presidente recorda o percurso biográfico do fadista e o “reconhecimento público e crítico logo no primeiro disco que gravou, nas décadas de 1960 e 1970”.

“No Festival da Canção de 1976 foi o único intérprete de todas as canções concorrentes, e no ano seguinte editou aquele que é o mais conhecido dos seus discos com Ary dos Santos, ‘Um Homem na Cidade’. Com Ary, manteve colaboração fiel e produtiva, que deu origem a fados que nos parecem hoje imemoriais, como ‘Lisboa, Menina e Moça’”, acrescenta.

O chefe de Estado considera que Carlos do Carmo “contribuiu muito para a divulgação internacional do fado”, nomeadamente com a participação no filme “Fado” (pelo qual ganhou um prémio Goya), com a campanha pelo reconhecimento do fado como Património Imaterial da Humanidade, e com o Grammy Latino de Carreira que lhe foi concedido em 2014.

“Homem do rigor e da generosidade, dedicou-se nos últimos anos a gravar discos e a cantar ao vivo com outros músicos, do jazz e de fora do jazz. A sua relação com o público, de afeto e respeito mútuos, foi notória até ao fim, no concerto do Coliseu dos Recreios em 2019, onde pude uma última vez aplaudi-lo e congratulá-lo, depois de já o ter feito oficialmente, em 2016, com a atribuição do grau de Grande-Oficial da Ordem do Mérito”, acrescenta.

“À sua família, e em particular à tão amada companheira de uma vida, Maria Judite, apresento os meus sentimentos de pesar, saudade e gratidão”, refere ainda a nota.

Nascido em Lisboa, em 21 de dezembro de 1939, Carlos do Carmo era filho da fadista Lucília do Carmo (1919-1998) e do livreiro Alfredo Almeida, proprietários da casa de fados O Faia, onde começou a cantar, até iniciar a carreira artística em 1964.

Vencedor do Grammy Latino de Carreira, que recebeu em 2014, o seu percurso passou pelos principais palcos mundiais, do Olympia, em Paris, à Ópera de Frankfurt, do ‘Canecão’, no Rio de Janeiro, ao Royal Albert Hall, em Londres.

Despediu-se dos palcos no passado dia 09 de novembro de 2019, com um concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Morreu o fadista Carlos do Carmo

Morreu o fadista Carlos do Carmo. A notícia foi inicialmente publicada pelo Expresso, em Portugal.

 

O músico morreu na manhã desta sexta-feira, no hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde tinha dado entrada ontem com um aneurisma.

A muito triste notícia foi confirmada ao Expresso por fonte próxima do cantor, informava o jornal. Depois, a sua morte foi confirmada por membros da sua família.

O fadista, de 81 anos, tinha muitos amigos na Rádio Alfa, designadamente era grande amigo pessoal do comendador Armando Lopes, presidente da nossa rádio. Apresentou-se e atuou aliás diversas vezes nas nossas instalações e na nossa festa.

Toda a nossa Rádio fica de luto com esta inesperada notícia e apresenta as mais sentidas condolências à família e amigos. Foi ele que inaugurou a nossa sala Vasco da Gama, onde também atuou, claro.

O desaparecimento de Carlos do Carmo é uma perda enorme para a cultura portuguesa. Foi um fadista de grande dimensão, uma grande figura da cultura portuguesa e um homem ímpar.

O fadista, que nasceu em 1939 e eternizou canções como “Lisboa, menina e moça”, « Um homem na cidade », “Os putos”,  entre muitas outras, tinha feito 81 anos no dia 21 de dezembro.

« No início de 2019, anunciou pôr fim à carreira, que já contava com mais de meio século de existência. Mas o anúncio não o desviava de encher uma última vez os dois coliseus, do Porto e de Lisboa, com concertos de despedida », escreve o Expresso.

É uma figura histórica do Fado e da cultura portuguesa que desaparece. Era um homem encantador e excecional.

 

CARLOS DO CARMO – CANOAS DO TEJO