Duelo de campeões. Portugal procura assegurar ‘meias’ da Liga das Nações na receção à França

Portugal procura assegurar ‘meias’ da Liga das Nações na receção à França

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A seleção portuguesa de futebol, detentora do troféu, procura hoje assegurar a qualificação para as meias-finais da Liga das Nações, precisando, para isso, de vencer a campeã mundial, França, no Estádio da Luz, em Lisboa.

Com duas rondas por disputar na fase de grupos, portugueses e franceses seguem lado a lado no topo do grupo 3 da Liga das Nações A, ambos com 10 pontos e sem qualquer desaire, mas com vantagem da equipa das ‘quinas’ na diferença de golos, que, na prática, lhe confere a liderança (9-1 contra 7-3).

Uma vitória de uma das equipas será garantia de apuramento automático, já que o vencedor passará para a frente com três pontos à maior, faltando disputar apenas uma jornada, a sexta e última, na qual Portugal visitará a Croácia e a França receberá a Suécia, sendo que croatas e suecos já estão afastados da ‘corrida’ ao apuramento.

Caso se verifique um empate sem golos na Luz, a seleção nacional manter-se-á na frente e com melhor diferença de golos, tendo em conta que trouxe um ‘nulo’ (0-0) de Paris, enquanto uma igualdade com golos colocará a França no topo. Em ambos os casos, o apuramento para as ‘meias’ apenas ficará definido na derradeira ronda do grupo.

Portugal, que vem de um triunfo expressivo no particular com Andorra (7-0), está na máxima força, pelo que o onze escalado por Fernando Santos não deverá andar muito longe daquele que empatou 0-0 em Paris, no jogo da terceira jornada, embora não possa contar com o central Pepe, lesionado.

Já os franceses estão privados do avançado Ben Yedder, que teve um teste positivo para o novo coronavírus e não viajou para Lisboa, enquanto a principal ‘figura’, Kylian Mbappé, tem treinado condicionado e nem sequer participou no particular com a Finlândia, que os campeões mundiais perderam por 2-0.

O jogo entre Portugal e França está agendado para 19:45, no Estádio da Luz, em Lisboa, e será dirigido pelo alemão Tobias Stieler.

Alfa/Lusa

Covid-19/França. mais 456 mortos nos hospitais em 24h e mais 476 mortos em lares em 4 dias

Covid-19/França. mais 456 mortos nos hospitais em 24h e mais 476 mortos em lares em quatro dias.

 

A França registou 456 mortes nos hospitais em 24 horas e 476 mortos em lares e centros médico-sociais em quatro dias, elevando o total de mortos para 43.892 pessoas desde o início da pandemia, anunciaram ontem ao fim do dia as autoridades sanitárias francesas.

O número de óbitos nos lares de terceira idade e nos centros médico-sociais é atualizado apenas de quatro em quatro dias em França.

O número de hospitalizações no país está agora em 32.707, dos quais 4.903  nos cuidados intensivos.

O número de casos graves em França tem vindo a estabilizar nos últimos dias, reforçando assim a possibilidade avançada pelo primeiro-ministro Jean Castex, na quinta-feira, de o pico desta nova vaga vir a ser atingido no início da próxima semana.

O confinamento está em vigor em França até, pelo menos, dia 01 de dezembro.

Foram registados 23.794 novos casos de covid-19 desde terça-feira, tendo já sido registados no total 1.922.504 casos no país.

Deputado Paulo Pisco garante que Museu Nacional da Emigração tem « expressão orçamental »

Discussões no âmbito do Orçamento de Estado para 2021. 

Segundo um comunicado do « PS-Parlamento », o  deputado do PS pelo círculo da Europa, Paulo Pisco, manifestou a sua satisfação por a criação do Museu Nacional da Emigração ter, « pela primeira vez, expressão orçamental, mesmo que de forma indireta », já que a referência que existe no Orçamento de Estado para 2021 é a de que o Governo vai “mapear a rede de espaços museológicos especificamente dedicados à diáspora, em articulação com os municípios”.

Segundo a mesma fonte, o museu terá o nome de “Cais das Migrações” e ficará instalado numa antiga fábrica conserveira, adaptada com um projeto do arquiteto Souto Moura e financiado com fundos comunitários, numa candidatura que já está aprovada, « conforme confirmou a Secretária de Estado das Comunidades, Berta Nunes », lê-se no comunicado.

O comunicado refere que Berta Nunes confirmou também que o projeto de mapeamento está a ser feito em articulação com a Câmara de Matosinhos, com quem disse ter já reunido várias vezes.

Berta Nunes afirmou ainda que está a ser terminado “o levantamento dos espaços museológicos em Portugal e no estrangeiro, tendo sido enviado a todas as câmaras municipais um mail neste sentido, para poder ser feita uma rede dos espaços da emigração”.

Pelo Paulo Pisco referiu espaços museológicos ligados à emigração como elementos centrais, designadamente os que existem em Fafe, Melgaço, Ribeira Grande e Sabugal.

O comunicado refere-se à audição para discussão do Orçamento de Estado para 2021  de do « Ministério dos Negócios Estrangeiros ».

« Na sua intervenção, Paulo Pisco recordou que a criação do Museu Nacional da Emigração foi aprovada na Assembleia da República em maio de 2017 ».  (…) « O deputado considerou muito importante que o projeto esteja a andar, não apenas por ser uma forma de dignificar e aproximar as comunidades do nosso país, mas também pelo seu considerável impacto económico por via do turismo que tem potencial para atrair, muito particularmente, centenas de milhar de
portugueses residentes no estrangeiro e lusodescendentes ».

Covid-19/Portugal. Mais 69 mortos e 6.653 casos (novo máximo diário de infeções)

Covid-19/Portugal. Mais 69 mortos e 6.653 casos (novo máximo diário de infeções)

 

Portugal atingiu hoje um novo máximo de casos diários de covid-19 ao registar mais 6.653 nas últimas 24 horas.
O boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) regista tammbém mais 69 mortos em 24 horas.
Dos 6.653 novos infetados em Portugal, 4.061 estão no Norte, 1.733 em Lisboa e Vale do Tejo, 626 no Centro, 114 no Alentejo, 86 no Algarve, 19 nos Açores e 14 na Madeira.

«O Zé Pedro está sempre presente nas coisas que fazemos» Tim em entrevista na Rádio Alfa

«20-20-20» é o novo álbum a solo do vocalista dos Xutos & Pontapés e vai estar em destaque no programa Back Stage, este sábado, a partir das 15 horas com Ester de Sousa.

Em “20-20-20” Tim contou com a preciosa colaboração dos amigos José Moz Carrapa e Nuno Espírito Santo mas também dos filhos Vicente e Sebastião Santos e queria acima de tudo que “a experiencia de fazer este disco fosse uma coisa prazerosa para todos, que levassem uma boa recordação dos tempos que viveram a fazer isto”.

 

 

Numa altura em que damos cada vez mais importância às relações humanas, o nome do disco acaba por ser também uma referência ao tempo que passa, à idade e às vivências do próprio músico.

 

 

Perante a pandemia que afeta o mundo, a cultura é também das que mais sofrem com a crise que pouco a pouco se vai instalando, é preciso resistir e é preciso que, quando isso for possível,  o público volte às salas.

 

 

O novo álbum a solo, os Xutos & Pontapés, a crise para a qual a Covid-19 nos empurrou e muito mais, temas para desenvolver, na companhia do próprio Tim, no Back Stage da Rádio Alfa. Um programa em que vamos também descobrir grande parte dos temas que compõem este novo disco do qual « Ondas do Mar » foi um dos singles de apresentação.

 

 

Não perca a entrevista este sábado, 14 de novembro, a partir das 15 horas (hora francesa) na Rádio Alfa. Retransmissão na quinta-feira, 19/11, às 23 horas.

Para ouvir em 98.6 FM (Paris e IDF) / DAB + (em Paris, Lille, Lyon, Estrasburgo) e http://radioalfa.net

Covid-19: China volta a detetar vírus em carne importada do Brasil

Covid-19: China volta a detetar vírus em alimentos importados do Brasil – Lusa

Covid-19: China volta a detetar vírus em alimentos importados do Brasil

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Uma análise realizada em Wuhan a uma embalagem com carne congelada importada do Brasil deu positivo para o novo coronavírus, informou hoje a Comissão de Saúde daquela cidade chinesa, onde foram detetados os primeiros casos de covid-19.

Em nota, a comissão informou hoje o gabinete local encarregado do controlo e prevenção de doenças, após analisar as embalagens. As três amostras de carne bovina entraram no país através da alfândega de Qingdao, no nordeste da China.

A cidade « adotou rapidamente medidas de emergência », refere a mesma nota, incluindo o armazenamento da carga e a testagem e isolamento de pessoal que teve contacto com as embalagens.

As amostras faziam parte de um total de 27 toneladas de carne importada do Brasil. A carne saiu do porto de Santos e chegou a Wuhan no dia 17 de agosto, mas não tinha ainda sido comercializada.

« Todos os produtos congelados envolvidos foram lacrados e o ambiente foi completamente esterilizado », disse a Comissão de Saúde local.

O organismo instou os cidadãos a não comprarem alimentos congelados importados fora das redes de retalho e a verificarem ativamente o relatório de teste do produto antes do consumo.

Não é a primeira vez que a China diz ter detetado vestígios do novo coronavírus em embalagens de alimentos congelados oriundos do Brasil.

Em novembro, as autoridades disseram ter detetado o novo coronavírus na embalagem de um lote de carne de porco congelada, na cidade de Yantai, província de Shandong.

No dia 13 de agosto, traços do novo coronavírus também foram encontrados na superfície de embalagens contendo asas de frango congeladas oriundas do país sul americano, na cidade de Shenzhen, junto a Hong Kong.

A China respondeu por 40% das exportações agrícolas brasileiras no primeiro semestre deste ano, um valor recorde de 20,5 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros), segundo dados do Ministério da Agricultura do Brasil.

Covid-19: Vacina da gripe não chegará para todos devido à elevada procura – DGS

Covid-19: Vacina da gripe não chegará para todos devido à elevada procura – Graça Freitas, DGS, em entrevista à Lusa.

Covid-19: Vacina da gripe não chegará para todos devido à elevada procura - DGS

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A elevada procura da vacina contra a gripe vai fazer com que nem todos consigam ser vacinados, mas a diretora-geral da Saúde assegura que as mais de dois milhões de doses abrangem a “grande maioria” dos grupos de risco.

Milhares de utentes dizem que não conseguem vacina contra a gripe, uma situação que Graça Freitas atribui à elevada procura e ao facto de, neste momento, o acesso ao centro de saúde poder ser mais difícil.

Mas a vacina vai continuar a ser administrada: “Neste momento já temos 1,8 milhões de doses entregues nos centros de saúde”, disse a diretora-geral da Saúde em entrevista à agência Lusa.

As autoridades estimam que cerca de 1,3 milhões de vacinas já tenham sido administradas, havendo ainda meio milhão para serem aplicadas.

Falta ainda receber a última tranche de 270 mil vacinas, que deverá chegar entre o final de novembro e o princípio de dezembro, um prazo que as autoridades estão a tentar antecipar.

“Como há uma grande procura, algumas pessoas vão ficar sem vacina, é óbvio que sim, basta fazer contas. Nós temos mais pessoas nestes grupos etários e nestes grupos de risco do que aquelas vacinas que o país conseguiu comprar, mas isso tem a ver com a disponibilidade de vacinas que havia a nível mundial”, explicou Graça Freitas.

O Serviço Nacional de Saúde conseguiu um pouco mais de dois milhões de doses de vacinas, a somar às cerca de 500 mil no setor privado.

Contudo, nunca se vacinou tanto “em tão poucas semanas” como em qualquer outra época da gripe, apesar de todos os constrangimentos causados pela pandemia de covid-19.

“Nos outros anos costumamos vacinar cerca de 200 mil pessoas na primeira semana de vacinação e neste vacinamos 300 mil pessoas”, elucidou Graça Freitas.

A última época gripal foi o ano em que se vacinou mais em Portugal, com a taxa de vacinação a ser das melhores da Europa nos idosos. Nos anos anterior, eram compradas cerca de 1,5 milhões doses de vacinas.

“Fomos expandindo a nossa compra paulatinamente ao longo dos anos porque havia capacidade para vacinar cada vez mais pessoas, sendo que houve anos no passado em que a adesão à vacinação não foi assim tão grande e, neste momento, é superior a 65%”, adiantou a diretora-geral, especialista em saúde pública.

A expectativa para 2020 sem covid era na ordem dos 1,6 milhões de doses de vacina, que são encomendadas com muita antecedência. “Este ano quando houve a questão da covid, fomos rapidamente ver se conseguíamos comprar mais doses – porque termos um inverno com duas doenças ao mesmo tempo não seria o cenário melhor – e, na altura, conseguimos trazer para o Serviço Nacional de Saúde mais de 400 mil doses e foi tudo o que nós conseguimos encontrar no mercado disponível », afirmou.

As farmácias nem sequer conseguiram atingir o que costumavam comprar, e o SNS adquiriu mais do que o habitual.

Durante a pandemia, Graça Freitas, que coordenou durante vários anos o Programa Nacional de Vacinação, fez vários apelos aos pais para não deixarem de vacinar os filhos, pedidos que surtiram efeito.

“Houve quebras no início da pandemia, na fase do confinamento, mas na última avaliação que fizemos já tínhamos recuperado essa quebra e já estávamos com taxas de cobertura ao nível dos outros anos e, nalguns casos, até superior”, disse.

Relativamente à vacina contra a covid-19, Graça Freitas afirmou que o Infamed tem um papel preponderante, mas que a Direção-Geral da Saúde criou uma Comissão Técnica de Vacinação que define, entre outras situações, os grupos de risco a vacinar.

Segundo a diretora-geral, há duas formas de se ponderar os grupos de risco, sempre na lógica de que deve ser vacinado primeiro quem mais beneficiar da vacina: os doentes e as pessoas mais velhas.

Há outro grupo “muito importante”, que são os profissionais da saúde e os cuidadores que tratam populações vulneráveis.

“Portugal está em mecanismos para várias vacinas, mas não temos a certeza de qual vai ser a primeira a chegar ao mercado”, disse Graça Freitas, que assumiu o cargo de diretora-geral da Saúde em 2018.

Consulados dão lucro. Parte dele deveria « regressar » às comunidades para apoiar associações em crise. Opinião

Apesar da crise sanitária, consulados continuam a dar lucro (40 milhões).

Uma boa parte dos lucros deveria “regressar” para apoiar associações e outras atividades das Comunidades como os media, mas não é isso que acontece.

Ouça aqui a última crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal:

 

 

Euro2020 (2021): Hungria, Escócia, Eslováquia e Macedónia do Norte completam Euro2020

A Hungria, que vai defrontar Portugal, a Escócia, a Eslováquia e a estreante Macedónia do Norte conquistaram hoje as últimas quatro vagas para a fase final do Euro2020, adiado pela 2021 pela pandemia da covid-19.

Os húngaros vão para a quarta participação, depois de baterem em casa a Islândia por 2-1, os escoceses para a terceira, ao ganharem na Sérvia nos penáltis (5-4, depois de 1-1), os eslovacos para a segunda, ao vencerem no tempo extra na Irlanda do Norte (2-1) e os macedónios para a primeira, com um 1-0 na Geórgia.

Em quatro encontros da final do ‘play-off’ com emoções até à última ‘gota’, a Hungria marcou encontro com Portugal, num Grupo F que inclui ainda os dois últimos campeões do Mundo (Alemanha e França), graças a dois golos sobre o final.

Os islandeses adiantaram-se aos 11 minutos, num livre direto de Gylfi Sigurdsson, que redundou em grande ‘frango’ de Peter Gulacsi, mas, quando tudo parecia decidido, Loic Négo, aos 88, e Dominik Szoboszlai, aos 90+2, selaram a reviravolta.

Desta forma, a Hungria vai repetir as presenças de 1964, 1972 e 2016, sendo que na última participação também atuou no grupo de Portugal. No último jogo da fase de grupos, registou-se um empate a três e as duas equipas seguiram em frente.

Os magiares serão precisamente o primeiro adversário de Portugal, num embate marcado para 15 de junho, na Puskas Arena, em Budapeste, onde hoje a Hungria selou o apuramento.

Em Belgrado, as decisões foram até às grandes penalidades e só na 10.ª e última o apuramento ficou decidido: depois de nove concretizadas, Aleksandr Mitrovic viu David Marshall defender o seu remate e qualificar os escoceses.

No tempo regulamentar, a Escócia já tinha ficado perto de assegurar que iria repetir 1992 e 1996, graças a um tento de Ryan Christie, aos 52 minutos, mas, aos 90, o ex-benfiquista Luka Jovic empatou, de cabeça, após um canto de Filip Mladenovic.

Os sérvios puderam continuar a sonhar com o primeiro apuramento para um Europeu após o fim da Jugoslávia, mas os penáltis apuraram a Escócia, que, no Grupo D, terá dois jogos em casa, com Croácia e República Checa, e uma curta viagem a Inglaterra.

Em Belfast, também foi necessário tempo extra, pois, a exemplo que sucedeu na Sérvia, a Irlanda do Norte empatou quase a acabar, aos 88 minutos, num autogolo de Milan Skriniar, depois da vantagem inicial dos eslovacos, com um tento de Juraj Kucka, aos 17.

No prolongamento, decidiu um golo de Michal Duris, aos 110 minutos, para dar o segundo europeu consecutivo à Eslováquia, que estará no Grupo E, com Espanha, Suécia e Polónia.

Antes, o primeiro embate do dia, em Tbilissi, na Geórgia, foi decidido por um golo do veterano avançado Goran Pandev, que deu à Macedónia do Norte, república que se tornou independente da Jugoslávia em 1991, o primeiro apuramento para uma fase final.

Aos 56 minutos, o atual do jogador do Génova e com passagens por Lazio, Inter de Milão, Nápoles ou Galatasaray, marcou aquele que é, até agora, o mais importante golo da história do país.

Depois de um passe de Ilija Nestorovski, avançado da Udinese, o jogador de 37 anos surgiu sozinho na ‘cara’ de Giorgi Loria e, com a classe que sempre marcou a sua carreira, desviou a bola do guarda-redes local com um toque subtil de pé esquerdo.

O mais internacional e melhor marcador da história dos macedónios fez, assim, valer os ‘galões’ de grande figura do futebol da Macedónia do Norte, que, no Euro2020, vai integrar o Grupo C, com Países Baixos, Ucrânia e Áustria.

O Europeu de 2020, que se realiza em 12 cidades de 12 países, estava originalmente marcado para o período entre 12 de junho e 12 de julho, mas foi adiado para o próximo ano, entre 11 de junho e 11 de julho, devido à pandemia da covid-19.

 

Confira então os seis grupos do Euro-2020 e as respetivas cidades-sede:

 

Grupo A (Roma e Baku): Turquia, Itália, Gales e Suíça;

Grupo B (Copenhaga e Moscovo): Dinamarca, Finlândia, Bélgica e Rússia;

Grupo C (Amesterdão e Bucareste): Países Baixos, Ucrânia, Áustria e Macedónia do Norte;

Grupo D (Londres e Glasgow): Inglaterra, Croácia, Escócia e República Checa;

Grupo E (Bilbao e Dublin): Espanha, Suécia, Polónia e Eslováquia;

Grupo F (Munique e Budapeste): Hungria, Portugal, França e Alemanha.

 

Com Agência Lusa.

Plataforma da A23 e A25 quer maioria parlamentar que obrigue Governo a reduzir portagens

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 A Plataforma P’la Reposição das Scut na A23 e na A25 apelou hoje à constituição de uma maioria parlamentou que obrigue o Governo a reduzir o pagamento de portagens em mais do que os 25%, recentemente anunciados.

« O apelo que deixamos aos grupos parlamentares é que se entendam numa proposta que garanta ganhos concretos, com reduções concretas para todos os que circulam na [autoestrada] A23 e na A25 », afirmou Luís Garra, da União de Sindicatos de Castelo Branco, uma das entidades que integra esta estrutura de luta contra as portagens nas antigas Scut (vias sem custos para o utilizador).

A A23, também identificada por Autoestrada da Beira Interior, liga Guarda a Torres Novas (A1). A A25 (Autoestrada Beiras Litoral e Alta) assegura a ligação entre Aveiro e a fronteira de Vilar Formoso.

Aquele responsável falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, numa conferência de imprensa em que foi explicado que a Plataforma realizou reuniões com todos os grupos parlamentares na Assembleia da República, à exceção do PAN que ainda não respondeu.

Luís Garra salientou que depois de o Governo ter apresentado a proposta do Orçamento do Estado para 2021, « agora o tempo é do Parlamento » e destacou que, em sede de discussão na especialidade, os deputados têm a possibilidade concreta de introduzir alterações ao documento e « aprovar uma medida de abolição ou redução ».

Reiterando que o desconto de 25% que o Governo anunciou « não é aceitável » e que « não serve », esta estrutura deu a conhecer aos partidos os termos de uma proposta alternativa: isenção do pagamento de portagens para os residentes, redução de 50% para os restantes veículos de classe 1 e 2 e a abolição até ao final da legislatura.

A Plataforma espera que possa haver entendimento em torno desta ou de outras propostas que venham a ser apresentadas pelos diferentes partidos, desde que tenham « melhorias efetivas ».

Para isso, pede que se coloquem de parte « lógicas de cariz tático-partidárias », defendendo ainda que o PS tem de « fazer parte desta solução ».

Para dia 20 está marcada uma marcha lenta, ação que, lembram os organizadores, ganha uma « importância acrescida » para reafirmar a « vontade e o querer das populações », antes da votação final global do Orçamento do Estado, agendada para 26 de novembro.

A marcha lenta terá partidas da Guarda (rotunda do G, às 16:00), da Covilhã (Jardim das Artes, às 16:45) e de Castelo Branco (campo de futebol, às 16:45) para confluir na entrada norte da A23 no Fundão, sendo que os trajetos serão feitos pela estrada nacional porque « não há dinheiro para portagens ».

« Esperamos uma adesão forte e há todas as condições para que haja uma marcha bem sinalizadora do descontentamento das pessoas e das empresas e da região », acrescentou José Gameiro, da Associação Empresarial da Beira Baixa.

Devido ao aumento de pedidos de várias entidades para aderirem à Plataforma, hoje foi ainda dado conta da constituição de um Conselho Geral, órgão consultivo que vem alargar a base de apoio à luta, destacou Luís Veiga, do Movimento de Empresários P’la Subsistência do Interior.

A primeira reunião do Conselho Geral realizou-se hoje e entre as novas entidades que marcaram presença estiveram a UGT da Guarda, de Castelo Branco e de Portalegre, a Beira Serra, o Sindicato Têxtil da Beira Baixa, a Junta de Freguesia da Boidobra, o Sindicato Trabalhadores da Administração Local e a Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor.

A Plataforma P’la Reposição das Scut na A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, nomeadamente a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

 

Com Agência Lusa.