Deputado Paulo Pisco ataca o BE. « Deriva Bloquista »

DERIVA BLOQUISTA

 

Por Paulo Pisco, deputado do PS

Depois de cinco anos de entendimentos à esquerda que garantiram estabilidade e progresso e tornaram Portugal um modelo de esperança política para outros países, eis que o Bloco de Esquerda decide votar contra o Orçamento de Estado para 2021 ao lado da direita, renegando o passado recente e entrando numa deriva incompreensível, exatamente no meio da maior crise sanitária dos últimos 100 anos.

É certo que faz parte do jogo democrático cada partido assumir livremente as suas posições, mas há momentos críticos em que o sentido do bem comum deve imperar, para poupar as pessoas ao medo de um futuro que se anuncia difícil e imprevisível por causa da pandemia, mas a que o Orçamento de Estado, como não podia ser de outra forma, procura dar a melhor resposta para reforçar o sistema de saúde, apoiar as empresas e o emprego, as famílias, os rendimentos e o investimento público.

Além disso, Portugal tem a partir de janeiro a importante missão de levar a bom porto a presidência da União Europeia, e dará início à implementação do novo ciclo de programas e fundos comunitários para a recuperação económica e social do país, criando condições para um futuro mais moderno, sustentável e resiliente às crises.

Por mais que o BE se esforce, os argumentos que utiliza para justificar a sua decisão de votar contra o Orçamento de Estado não honram os esforços que têm sido feitos pelo Governo para ir ao encontro das suas exigências, nem o passado recente de colaboração virtuosa que permitiu conquistas importantes em termos de salários, rendimentos, pensões, direitos sociais, combate à pobreza e melhorias nos serviços públicos.

Os tempos são muito exigentes e recomendam diálogo, humildade e capacidade para fazer concessões, e não guerrilhas feitas de discordância sistemática e radicalização de posições. A humildade política e a inerente capacidade para aceitar que não existe apenas uma verdade e uma forma de fazer as coisas, é fundamental para aliviar a crispação e a tensão num contexto em que as pessoas exigem que os políticos se ponham de acordo para darem resposta aos seus problemas. E um país dividido, tenso e a navegar na incerteza, como tem acontecido em Espanha, deixa as pessoas sem saber o que fazer e o que esperar para as suas vidas.

Uma coisa é fazer política em tempos normais, em que as guerras entre partidos e a alternância democrática não causam grandes disrupções nem ansiedade. Outra completamente diferente, é quando seria exigível unidade para enfrentar melhor uma crise pandémica profunda, complexa e com consequências difíceis de antecipar.

É claro que, muitas vezes, os partidos ajuízam mal a realidade e acabam por seguir caminhos que vêm a revelar-se desastrosos. Foi o que aconteceu em 2011 quando o Bloco perdeu metade da sua bancada parlamentar (passou de 18 para 6 deputados), depois de ter rejeitado o PEC IV em plena crise económica e financeira global, que provocou eleições antecipadas e abriu caminho para o mais duro período de austeridade e recessão vivido em Portugal.

A atual conjuntura exige muito mais cooperação do que taticismo e o mero interesse partidário, para evitar que as pessoas se revoltem contra a política e acabem a optar por partidos extremistas, o que, com o seu rol de mentiras, manipulações e falsas certezas, acaba sempre por ser a pior das soluções e degradar, invariavelmente, a vida em sociedade.

O BE juntará assim os seus votos aos da direita, isolando-se e radicalizando-se, regressando às suas origens de partido anti-sistema. E assim, em vez de contribuir para a unidade da esquerda político-partidária, age ativamente para a sua divisão e, por contraposição, também para o reforço da direita.

Por isso, não é o OE para 2021 que falha ao país, como afirma Catarina Martins. É o BE que quer seguir outro caminho com o argumento enganador de querer outro Orçamento, para então se poder acantonar no protesto e na contestação militante, nas propostas simpáticas mas pouco razoáveis, o que será talvez bem mais fácil do que abrir-se de boa fé ao diálogo construtivo e à concertação política para se encontrarem soluções para a vida dos portugueses.

Felizmente que há outros partidos que não se deixam enredar em querelas internas e dúvidas existenciais, como o PCP, o PAN e o PEV, que mostram sentido de responsabilidade e cumprem a sua missão patriótica de contribuir para dar estabilidade ao sistema político e à governação. É isso que os portugueses querem: que no período mais incerto das suas vidas não se inventem argumentos para criar ainda mais incerteza.

Depois do êxito de « A Gaiola Dourada », Ruben Alves apresenta « Miss », um rapaz que quer ser Miss France

Missestreia nas salas de cinema portuguesas no dia 5 de novembro. O realizador de “A Gaiola Dourada” (2013), Ruben Alves, está de volta com um novo filme, “Miss”, sobre os desafios de um rapaz que sonha ser Miss França. Uma comédia que foi o filme de abertura da 21.ª edição da Festa do Cinema Francês em Portugal, e estreia nas salas de cinema portuguesas a 5 de novembro.

Informação da promoção do filme: 

« Alex, um menino delicado de 9 anos que não sabe ainda bem se se sente menino ou menina, tem um sonho: ser um dia eleito Miss França. Quinze anos depois, Alex perdeu os pais e a autoconfiança e sente-se estagnado numa vida monótona, mas um encontro imprevisto vem despertar esse sonho esquecido. Ele então decide concorrer ao título de Miss França, escondendo a sua identidade masculina. Beleza, excelência, camaradagem… Ao longo das etapas de um concurso implacável, ajudado pela sua pitoresca família que muito o apoia, Alex parte à conquista do título, da sua feminilidade e, acima de tudo, de si mesmo ».

« Aos 24 anos recupera o sonho de infância e, escondendo a sua identidade masculina, entra na competição pelo título da mais bela mulher francesa. Apoiado pela sua pitoresca família, Alex vai enfrentando as fases do difícil concurso, um mundo de beleza, excelência e camaradagem, no qual o maior prémio é a felicidade de ser ele mesmo ».

« Nesta nova comédia, protagonizada pelo modelo e ator Alexandre Wetter, o realizador aborda a identidade de género e a liberdade individual de cada pessoa ser o que quiser ».

Fazem ainda parte do elenco nomes do cinema francês, como Isabelle Nanty, Pascale Arbillot e Thibault de Montalembert.

Masters 1.000 de Paris e desporto profissional sem público em França

As competições desportivas profissionais em França, incluindo o torneio de ténis Masters 1.000 de Paris, vão continuar a decorrer durante o novo confinamento, de sexta-feira a 01 de dezembro, mas sem a presença de público, foi hoje anunciado.

“Os treinos e as competições profissionais podem continuar”, disse o primeiro-ministro Jean Castex, referindo-se ao novo período de confinamento decretado pelo governo francês para enfrentar a segunda onda da pandemia de covid-19.

No confinamento ocorrido em março, as competições profissionais foram suspensas e até o campeonato francês de futebol, como os de outras modalidades, encerrou a temporada antes do fim, causando descontentamento entre alguns clubes.

Desta vez, em que o confinamento é mais suave, a França optou por manter as competições profissionais, embora à porta fechada, mas a Federação Francesa de Futebol já anunciou a suspensão de todas as ligas amadoras e da Taça de França, mantendo os jogos da seleção.

A ministra do Desporto, Roxana Maracineanu, garantiu na noite de quarta-feira que os atletas profissionais serão considerados como qualquer outro trabalhador francês, pelo que poderão manter a ocupação laboral durante o confinamento.

Essa medida salvaguarda, por enquanto, a continuação do campeonato de futebol e a participação na fase de grupos da Liga dos Campeões de Paris Saint-Germain, Marselha – adversário do FC Porto na terça-feira, no Estádio do Dragão – e Rennes.

O Masters 1.000 de Paris será realizado de 31 de outubro a 08 de novembro, mas sem a presença de público, devido às medidas de contenção anunciadas na quarta-feira pelo presidente de França Emmanuel Macron.

“Após os últimos anúncios do governo e o estabelecimento de um novo confinamento a partir de 30 de outubro, o Masters 1.000 de Paris terá que ser disputado à porta fechada”, anunciaram hoje os organizadores, em comunicado.

 

Com Agência Lusa.

Covid-19/Portugal. Novo recorde de infetados (4224) e 33 mortos em 24h

Covid-19: Portugal com novo recorde de infetados (4224) e 33 mortos em 24 horas,  segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). Norte tem 2474 casos, sendo a região com mais casos a nível nacional.

A taxa de crescimento dos novos casos em 24 horas é de 3,29%, a mais alta desde que a 18 de abril se registou um crescimento de 3,49%.

O número de mortos é o mais alto em mais de seis meses: um número superior apenas foi registado a 24 de abril (34 óbitos).

Confinamentos de regresso aos países europeus. Estratégia de resposta graduada à Covid-19 falhou. Opinião

Covid-19. França, Espanha, Bélgica, Portugal, Alemanha… Confinamentos gerais ou parciais e territoriais regressam a diversos países europeus.

A estratégia de resposta graduada à pandemia de Covid-19 falhou.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na sexta-feira, 30, na Rádio Alfa, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.

Três mortos e vários feridos em ataque com faca em Nice, França

Três mortos e vários feridos em ataque com faca em França

Dois mortos e vários feridos em ataque com faca em França

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Três pessoas morreram e várias ficaram feridas hoje em Nice, no sudeste da França, após serem atacadas com uma faca por um homem que já foi detido pela polícia, de acordo com a agência de notícias AFP.

O ataque ocorreu por volta das 09h00 locais perto da igreja Notre-Dame, acrescentou a uma fonte policial à AFP.

O ministro do Interior, Gérald Darmanin, anunciou a realização de uma « reunião de crise » numa mensagem publicada na rede social Twitter.

Segundo a agência de notícias EFE, o autarca da cidade de Nice, Christian Estrosi, descreveu o caso como um ataque terrorista, confirmando que o autor já foi detido.

“Tudo sugere um ataque terrorista dentro da Basílica de Notre-Dame”, disse Estrosi no Twitter, acrescentando que o autor do crime já está a ser interrogado pela polícia.

A polícia da região dos Alpes-Marítimos informou que há uma operação em andamento naquela área da cidade, mas não deu mais detalhes.

Covid-19/Portugal. É preciso esforço grande para salvar o Natal de portugueses no estrangeiro

Covid-19: É preciso esforço grande agora para salvar o Natal – Santos Silva

Covid-19: É preciso esforço grande agora para salvar o Natal - Santos Silva

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O ministro dos Negócios Estrangeiros apontou hoje que se impõe “um esforço muito grande” para travar a propagação do coronavírus ” para salvar o Natal” das famílias dos cerca de 5 milhões de portugueses e lusodescendentes no estrangeiro.

Augusto Santos Silva falava na comissão parlamentar de Assuntos Europeus, onde foi ouvido acerca da cimeira de líderes da União Europeia (UE) dedicada à pandemia que se realiza na quinta-feira por videoconferência.

O ministro foi questionado por deputados do PS, BE e PCP sobre a eventualidade de novas restrições às viagens internacionais devido ao atual agravamento da situação epidemiológica, com a bloquista Fabíola Cardoso a evocar designadamente o habitual fluxo de portugueses no estrangeiro para se reunirem com as famílias em Portugal na época do Natal.

“Creio que temos de fazer nestes dias um esforço muito grande para conter o alastramento do vírus exatamente para podermos salvar o Natal”, disse o ministro.

Frisando não querer imprimir um “tom dramático” à expressão, Santos Silva explicou que, sendo o Natal “uma ocasião muito importante de reunião familiar”, em Portugal ela envolve potencialmente as famílias de 2,3 milhões de portugueses residentes no estrangeiro, número que ascende a 5 milhões quando se contam também os que já nasceram fora do país.

“É muito importante que na Europa consigamos conter o vírus de forma a preservarmos esse bem maior que é a mobilidade intraeuropeia”, disse Santos Silva, acrescentando que, para fora da Europa, o Ministério dos Negócios Estrangeiros continua “a desaconselhar vivamente viagens não essenciais”, “designadamente para países fora da UE e países sem representação diplomática portuguesa”.

Nas respostas aos deputados que o questionaram sobre eventuais novos fechos de fronteiras na UE ante o atual agravamento da pandemia, o ministro insistiu que Portugal sempre foi e continua a ser contra medidas desse tipo, mas considerou que todos os países da UE “aprenderam bastante com o resultado que isso teve” e sabem hoje que sempre que houve coordenação foram criadas “melhores condições combater pandemia”.

Luís Filipe Vieira reeleito para um sexto mandato na presidência do Benfica

Agência Lusa

Luís Filipe Vieira foi reeleito para um sexto mandato na presidência do Benfica, nas eleições ocorridas na quarta-feira, as mais concorridas de sempre, anunciou hoje o presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube, Virgílio Duque Vieira.

O candidato da lista A, Luís Filipe Vieira, venceu as eleições com 62,59% (471.660 votos), batendo a lista B, liderada pelo gestor João Noronha Lopes, que conseguiu 34,71% (261.574), e a lista D, do advogado Rui Gomes da Silva, que ficou nos 1,64% (12.341).

Luís Filipe Vieira, de 71 anos, que já é o presidente com mais tempo na liderança do Benfica, foi reeleito para o quadriénio 2020-2024, depois de ter sido eleito pela primeira vez há 17 anos, em 2003.

Nos anteriores cinco atos eleitorais, Vieira tinha sido sempre eleito com uma percentagem de votos acima dos 80%, com 90,47% em 2003, frente a Jaime Antunes (7,32%) e Guerra Madaleno (0,7%), 91,74% em 2009, perante Bruno Costa Carvalho (2,71%), e 83,02% em 2012, diante Rui Rangel (13,83%).

Nos outros dois sufrágios, em 2006 e 2016, Vieira foi candidato único, tendo acolhido, respetivamente 95,6% e 95,52% dos votos.

As eleições de quarta-feira para a presidência do Benfica bateram o recorde histórico das mais votadas de sempre, com 38.102 votantes, superando o registo alcançado no sufrágio de 2012, quando 22.676 exerceram o direito de voto, num ato em que Vieira foi desafiado por Rui Rangel.

Sporting vence Gil Vicente com golos nos últimos minutos

O Sporting venceu hoje o Gil Vicente, por 3-1, em jogo em atraso da primeira jornada da I Liga de futebol, com os ‘leões’ a darem a volta ao marcador já dentro dos últimos 10 minutos da partida.

A jogar no estádio José Alvalade, foi o Gil Vicente que se adiantou no marcador, com um golo de Lucas Mineiro, aos 52 minutos, mas o Sporting deu a volta ao resultado já perto do final, com golos de Sporar, aos 82, Tiago Tomás, aos 84, e de Pedro Gonçalves, aos 90+6.

Com a vitória de hoje, o Sporting isola-se no segundo lugar do campeonato, com 13 pontos, a dois do líder Benfica, enquanto o Gil Vicente está em 12.º, com cinco.

 

Programa da sexta jornada (horas em Paris):

– Sexta-feira, 30 out:

Paços de Ferreira – FC Porto, 21:30

 

– Sábado, 31 out:

Belenenses SAD – Farense, 16:30

Rio Ave – Moreirense, 19:00

Marítimo – Nacional, 21:30

 

– Domingo, 01 nov:

Portimonense – Santa Clara, 16:00

Gil Vicente – Vitória de Guimarães, 18:30

Sporting – Tondela, 21:00

 

– Segunda-feira, 02 nov:

Sporting de Braga – Famalicão, 19:45

Boavista – Benfica, 22:00

 

Com Agência Lusa.

LC/Resumo: FC Barcelona com Messi domina Juventus sem Ronaldo

 O FC Barcelona, com Lionel Messi, venceu hoje a Juventus, sem Cristiano Ronaldo, por 2-0, resultado que não espelha a superioridade total dos catalães em Turim, na segunda jornada do Grupo G da Liga dos Campeões em futebol.

A formação catalã teve logo várias oportunidades no primeiro minuto e partiu para um jogo em que esteve sempre por cima, valendo aos italianos a ‘cerimónia’ e falta de pontaria e eficácia de Messi, Dembélé, Griezmann e, mais tarde, Ansu Fati.

Ainda assim, os golos do francês Dembélé, aos 14 minutos, com um remate feliz de fora da área, com tabela em Chiesa, depois de um passe de Messi, e um penálti do argentino, já os 90+1, após falta de Bernardeschi sobre Fati, foram suficientes.

Messi, que já tinha somado um penálti e uma assistência no primeiro jogo (5-1 ao Ferencvaros), passou a contar 117 golos na ‘Champions’, em 145 encontros, e já 70 na fase de grupos, em apenas 74 presenças. Ronaldo, com covid-19, não pôde responder.

Quanto à Juventus, destaque para o facto de ter colocado por três vezes a bola na baliza de Neto, sempre pelo espanhol Álvaro Morata, que em todas as jogadas estava em fora de jogo.

Com este resultado, o ‘onze’ do holandês Ronald Koeman, que vinha de um traumático 1-3 na receção ao Real Madrid, passou a somar seis pontos, com a ‘Juve’ a segurar o segundo lugar, com três, face ao empate (2-2) entre Ferencvaros e Dínamo Kiev.

Em Budapeste, os ucranianos chegaram ao intervalo a vencer por dois golos, apontados por Viktor Tsygankov, aos 28 minutos, de penálti, e o uruguaio Carlos de Pena, aos 41, mas, na segunda parte, o norueguês Tokmac Nguen, aos 59, e o marfinense Franck Boli, aos 90, restabeleceram a igualdade. Somam ambos um ponto.

No Grupo H, é o Manchester United que lidera sozinho, depois de uma impensável goleada por 5-0 na receção ao Leipzig, num embate em que a figura foi Marcus Rashford, que só entrou aos 63 minutos e ainda conseguiu um ‘hat-trick’ (74, 78 e 90+2).

Mason Greenwood, aos 21 minutos, e o francês Anthony Martial, aos 87, de grande penalidade, apontaram os outros tentos dos ‘red devils’, num jogo em que Bruno Fernandes só entrou aos 68, ainda a tempo de somar uma assistência.

Os ingleses somam seis pontos e os alemães os mesmos três do Paris Saint-Germain, que, mesmo dizimado por lesões, incluindo a de Neymar, hoje substituído, venceu por 2-0 na casa do Basaksehir, com um ‘bis’ do italiano Moise Kean (64 e 79 minutos) e grande jogo de Danilo Pereira como central.

No Grupo F, o Club Brugge voltou a marcar pontos, ao empatar 1-1 na receção à Lazio, depois do triunfo por 2-1 face ao Zenit, na Rússia. Os italianos marcaram primeiro, pelo argentino Joaquín Correa (14 minutos), mas Hans Vanaken empatou, de penálti (42).

Transalpinos e belgas somam quatro pontos, mais um do que o Borussia Dormund, vencedor por 2-0 face ao Zenit, com Raphaël Guerreiro a ‘full time’. Marcaram o inglês Jadon Sancho, aos 78 minutos, de penálti, e o norueguês Erling Haaland, aos 90+1.

Quanto ao Grupo E, que havia registado dois empates na primeira ronda, fugiram o Chelsea e o Sevilha.

Os ingleses golearam fora o Krasnodar por 4-0, com tentos Callum Hudson-Odoi (37 minutos), do alemão Timo Werner (76, de penálti), do marroquino Ziyech (80) e do norte-americano Pulisic (90), enquanto os espanhóis bateram em casa o Rennes por 1-0, com um tento do avançado holandês Luuk de Jong (56).

 

Com Agência Lusa.