O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
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-Estão abertas as Inscrições / Renovações para o ano lectivo 2026/2027 do Ensino Associativo – Contactar a Coordenação Ensino Português França
Convidada : Isabel Sebastião Coordenadora do Ensino Português em França.



– Francisco Louçã, um dos fundadores do Bloco de Esquerda, vai estar em Paris no dia 2 de abril 2026, para apresentar o seu mais recente livro « Imaginação – Cores, Deuses, Viagens e Amores » , Bertrand Editora.

A apresentação, no quadro dos Encontros da Biblioteca Gulbenkian, terá lugar das 18:00 às 20:30, na Fondation Maison des Sciences de l’Homme, 54 bd Raspail – 75006 Paris.
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“O que o Mateus está a fazer é incrível. Todos sabemos o seu percurso e o que fez no espaço dos sub-21. Poder experimentar o que ele pode fazer, a sua energia, polivalência. Merece a chamada. Já o Ricardo Horta é um que conhecemos bem. É um jogador inteligente, experiente e está num grande momento de forma”, afirmou Roberto Martínez.
O selecionador nacional falava aos jornalistas na Cidade do Futebol, em Oeiras, na conferência de imprensa de divulgação da lista de convocados para os particulares com México (28 de março) e Estados Unidos (31).
Mateus Fernandes, médio de 21 anos, tem sido esta temporada titular no West Ham, do técnico português Nuno Espírito Santo, enquanto Ricardo Horta já não era chamado por Martínez desde novembro de 2023.
Gonçalo Guedes, ausente desde junho de 2022, está também de regresso e foi pela primeira chamado na ‘era’ Martínez, numa lista que tem ainda Samu Costa e Rodrigo Mora, embora o jogador do FC Porto esteja em dúvida devido a problemas físicos.
“O Guedes tem um perfil polivalente e importante para nós. Está num momento muito bom e é um avançado diferenciador. Já disse que para o Mundial a posição de ponta-de-lança pertence ao Cristiano e ao Gonçalo Ramos e estamos à procura de um avançado com um perfil diferente”, explicou Roberto Martínez.
A pouco meses do Campeonato do Mundo, o técnico de 52 anos assegurou que a “porta da seleção está sempre aberta”, mesmo para jogadores que ainda não foram chamados, embora seja “difícil” neste momento entrar na equipa.
“A equipa técnica trabalha sempre a esperar o inesperado. Tudo pode acontecer. Agora, estamos com um bom número de jogadores que já estiveram no convívio da Liga das Nações, na fase de apuramento para o Mundial e há uma competitividade importante que dá para escolher bem a lista. Mas, fechar a porta no futebol é impossível », disse.
Definitivamente de fora está Raphael Guerreiro, campeão europeu em 2016 e jogador do Bayern Munique, depois de ter requisitado, no arranque da última Liga das Nações, para ficar de fora da lista de convocados.
Sobre o estágio de março, que vai decorrer no México e nos Estados Unidos, o que obriga a longas viagens e a um fuso horário bem diferente, Martínez explicou que essa situação vai deixar Portugal bem mais preparado para o Mundial2026, que vai decorrer precisamente em junho e julho nesses dois países e também no Canadá.
“Estamos entusiasmados com tudo o que vamos viver e jogar no Estádio Azteca, na altitude. Será muito importante para a preparação. Fico muito satisfeito pelo esforço que fizemos enquanto federação de ter dois particulares em países onde o Mundial vai acontecer”, confessou.
O selecionador nacional afastou ainda qualquer preocupação com a escalada de violência que está a acontecer em algumas zonas do México ou com possíveis atrasos nas obras do novo Estádio Azteca, que será inaugurado precisamente no jogo com Portugal.
“Acho que há muito barulho e muitas instituições que gostam de utilizar o futebol para as suas agendas. No Azteca, há jogo, não há dúvida. Estamos a preparar o jogo com três dias de treino ao nível do mar. A ideia é treinar a equipa, adaptar à mudança horária a nível do mar e chegar à altitude no dia do jogo”, concluiu.
A seleção nacional concentra-se na segunda-feira, na Cidade do Futebol e tem um treino agendado para as 18:00, com os primeiros 15 minutos abertos à comunicação social.
No Mundial2026, Portugal está integrado no Grupo K, juntamente com o Uzbequistão e a Colômbia e um adversário ainda a definir, que vai sair do play-off intercontinental entre República Democrática do Congo, Jamaica e Nova Caledónia.
Lista de 27 convocados:
– Guarda-redes: Diogo Costa (FC Porto), Rui Silva (Sporting) e José Sá (Wolverhampton, Ing).
– Defesas: Matheus Nunes (Manchester City, Ing), Diogo Dalot (Manchester United, Ing), João Cancelo (Al Hilal, Ara), Nuno Mendes (Paris Saint-Germain, Fra), Gonçalo Inácio (Sporting), António Silva (Benfica), Tomás Araújo (Benfica) e Renato Veiga (Villarreal, Esp).
– Médios: Rúben Neves (Al Hilal, Ara), João Neves (Paris Saint-Germain, Fra), Samu Costa (Maiorca, Esp), Mateus Fernandes (West Ham, Ing), Vitinha (Paris Saint-Germain, Fra), Bruno Fernandes (Manchester United, Ing), Pedro Gonçalves (Sporting) e Rodrigo Mora (FC Porto).
– Avançados: João Félix (Al Nassr, Ara), Francisco Trincão (Sporting), Francisco Conceição (Juventus, Ita), Pedro Neto (Chelsea, Ing), Rafael Leão (AC Milan, Ita), Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain, Fra), Ricardo Horta (Sporting de Braga) e Gonçalo Guedes (Real Sociedad, Esp).
Com Agência Lusa.
Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 20 mars 2026 :
Outre Frédéric Massot pour UNION DE LA GAUCHE ET DES ECOLOGISTES (Liste d’union à gauche), ici interrogé, l’autre candidat en lice pour le second tour de cette élection municipale est :
Uma semana após o triunfo por 2-1 na Alemanha, os ‘azuis e brancos’ consumaram a passagem com golos de William Gomes (21 minutos) e Victor Froholdt (72), para participarem nos ‘quartos’ da segunda competição da UEFA pela quinta vez.
A formação portista atingiu aquela fase da prova em 2000/01, 2002/03, 2010/11 e 2013/14, tendo conquistado o troféu em 2003, ainda sob a designação de Taça UEFA, e 2011, já como Liga Europa.
Na próxima ronda, o FC Porto vai reencontrar o seu antigo treinador Vítor Pereira e os ingleses do Nottigham Forest, com o qual se cruzaram na fase de liga, jogando a primeira mão no Estádio do Dragão, em 09 de abril, e a segunda em Inglaterra, no dia 16 do mesmo mês.
QUARTOS DE FINAL (09 e 16 de abril):
Jogo 1: Sporting de Braga, Por – Betis, Esp
Jogo 2: Friburgo, Ale – Celta de Vigo, Esp
Jogo 3: FC Porto, Por – Nottingham Forest, Ing
Jogo 4: Bolonha, Ita – Aston Villa, Ing
MEIAS-FINAIS (30 de abril e 07 de maio)
Jogo 5: Vencedor Jogo 1 – Vencedor Jogo 2
Jogo 6: Vencedor Jogo 3 – Vencedor Jogo 4
FINAL (20 de maio, no Estádio do Besiktas, em Istambul, na Turquia):
Vencedor Jogo 5 – Vencedor Jogo 6
“A FPF associa-se à dor da família, dos amigos e de todos os que com ele privaram, recordando com respeito e reconhecimento o contributo e legado de Silvino Louro para o futebol português. Mais do que o guarda-redes, Silvino ficará para a história pelo caráter, profissionalismo e boa disposição, numa figura consensual para todos os adeptos”, lê-se numa nota publicada no sítio oficial do organismo na Internet.
O antigo atleta não resistiu a uma doença prolongada segundo divulga o jornal abola-on-line.
Nascido em Setúbal, em 1959, Silvino representou Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Desportivo das Aves, Benfica, FC Porto e Salgueiros ao longo de duas décadas como jogador e conquistou oito troféus, por entre 23 internacionalizações ao serviço da seleção principal de Portugal.
O resto da carreira foi dedicado ao treino especializado de guarda-redes, com passagens por FC Porto, os ingleses do Chelsea e do Manchester United, os italianos do Inter Milão e os espanhóis do Real Madrid, sempre integrado na equipa técnica de José Mourinho, atual treinador do Benfica, antes de uma última experiência nos sudaneses do Al Hilal Omdurman.
Com Agência Lusa.
Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 19 mars 2026 :
Outre Jacques-Alain Benisti pour POURSUIVONS ENSEMBLE LE RAYONNEMENT DE VILLIERS (Liste Les Républicains), ici interrogé, l’autre candidat en lice pour le second tour de cette élection municipale est :
O anúncio foi feito através de uma nota da Presidência da República, que salienta que a escolha dos Açores “assume significado especial por homenagear as autonomias regionais, que este ano assinalam 50 anos desde a sua consagração constitucional”.
“Ao celebrar esta data nos Açores, o Presidente da República sublinha a importância histórica, política e cultural das regiões autónomas na construção de um Portugal mais coeso, plural e solidário, reforçando simultaneamente os valores da unidade nacional e da coesão territorial”, refere-se.
A nota acrescenta que, no dia 12 de junho, o Presidente da República participa, na Madeira, numa sessão comemorativa dos 50 anos de autonomia e 40 anos de integração europeia.
As comemorações do 10 de Junho vão também assinalar-se este ano no Luxemburgo, “país que acolhe uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora”.
“Esta decisão reforça o reconhecimento do contributo dos portugueses residentes no estrangeiro para o desenvolvimento do país e afirmação de Portugal no mundo”, afirma a nota.
No seu discurso de tomada de posse, a 09 de março, na Assembleia da República, António José Seguro já tinha anunciado que pretendia continuar a prática do seu antecessor de assinalar este dia em território nacional e no estrangeiro.
« Como escreveu Jorge de Sena, Portugal é feito dos que partem e dos que ficam – sentimento que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa tão bem interpretou quando, inovando, decidiu realizar as comemorações do Dia de Portugal, em território nacional e na diáspora; prática essa que decidi continuar, por partilharmos a mesma interpretação », disse na altura.
No ano passado, as comemorações do 10 de Junho, em território nacional, decorreram no Algarve, em Lagos. Já no estrangeiro foram escolhidos Estugarda e Munique, na Alemanha, para celebrar o Dia de Portugal junto de comunidades emigrantes portuguesas.
Com Agência Lusa.
“O governo trará uma proposta de alteração à lei do trabalho a esta assembleia, trará se não houver acordo. Mas fará tudo, fará mesmo tudo, esgotará todas as possibilidades para que ela chegue à Assembleia da República com um acordo subscrito em sede de concertação social”, afirmou, durante o debate quinzenal e em resposta a questões colocadas pela líder da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão.
Montenegro adiantou que “é isso que está a acontecer, de resto, com sentido de equilíbrio, de adesão à realidade, de colocarmos a nossa economia no leque daquelas economias que são atrativas por todos os fatores de competitividade e também pela dinâmica laboral”.
O primeiro-ministro afirmou hoje que não exclui ninguém das negociações do pacote laboral, mas também não faz “exercícios de cinismo negocial”, sublinhando que “há posições de tal maneira inconciliáveis que não devem ter sequência”.
“Não excluímos ninguém da negociação da legislação laboral. Mas também não fazemos exercícios de cinismo negocial. Há posições negociais que são de tal maneira inconciliáveis que não devem ter sequência. Eu tive a ocasião de dizer isso mesmo ao secretário-geral da CGTP”, afirmou Luís Montenegro numa resposta ao secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, no debate quinzenal desta tarde.
O líder do PCP tinha acusado o líder do Governo de, em relação ao pacote laboral, “ser forte com os fracos e fraco com os poderosos” e disse que o primeiro-ministro mostrou “tudo menos coragem” ao “decidir com quem se debate e quem se exclui do debate”.
O primeiro-ministro disse que o executivo “tem sempre as vias de diálogo abertas” e não deixará de as ter, mas ressalvou que “um processo negocial pressupõe que haja a probabilidade mínima de chegar a um entendimento”.
“É isso que justifica que no prosseguimento das negociações devam intervir aqueles que estão interessados e que têm essa expectativa. Manifestamente não é o caso desse parceiro social, com todo o respeito que temos pela sua posição”, acrescentou.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que a que “lei do retorno” de imigrantes que o Conselho de Ministros vai aprovar “é equilibrada” e dá o sinal de que « não vale a pena vir ilegalmente para Portugal ».
Esta posição foi defendida pelo chefe do Governo no debate quinzenal desta tarde, no parlamento, em resposta a uma intervenção do líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio.
O primeiro-ministro indicou, tal como tinha feito na sua intervenção inicial, que o Conselho de Ministros aprovará na quinta-feira uma nova « lei do retorno » de imigrantes.
“Uma decisão que tem em vista remeter para a Assembleia da República a proposta de lei de retorno, que nós já tivemos o ensejo de aprovar numa primeira apreciação no Conselho de Ministros no ano passado, que foi sujeita a consulta pública, consulta na qual obtivemos 110 contributos e que emana também do trabalho da Comissão de Migrações e Asilo que, estamos a querer, possa, juntamente com a estratégia de integração de imigrantes, terminar o novo edifício jurídico deste especial ponto do ponto de vista da nossa demografia, do ponto de vista da nossa capacidade e competitividade económica”, indicou.
O primeiro-ministro defendeu que “esta lei de retorno é uma lei equilibrada”, que prevê “uma consequência para a imigração ilegal” e que visa dizer aos imigrantes e às redes de imigração ilegal que “não vale a pena vir ilegalmente para Portugal, vale a pena cumprir as regras”.
“Para isso é preciso agilizar prazos e procedimentos, é o que nós queremos. E também não queremos um recurso abusivo ao mecanismo do asilo para ter procedimentos judiciais que suspendem o processo de retorno. Não, quem estiver por bem, fica, quem estiver por mal, vai embora, é esse o nosso princípio”, afirmou o chefe de Governo.
Luís Montenegro disse que, com as medidas adotadas pelo seu Governo, já houve “uma redução de 60% da entrada de imigrantes”, mas referiu que o “objetivo não era reduzir por reduzir, o objetivo era legalizar, era regular, era saber quem vem e para que é que vem”.
“É um sinal de coesão social e é um sinal também de competitividade económica”, defendeu, considerando que há “uma ala” no parlamento “que se mantém adepta do regime da porta escancarada, ainda não conseguem perceber, à data de hoje, o efeito que isso teve”.
O líder parlamentar do CDS-PP salientou que este é um Governo reformista e “não é o Governo do PS, liderado por António Costa, que tinha um verdadeiro horror às reformas estruturais e que fugia delas como o diabo da cruz”.
E referiu que o executivo PSD/CDS-PP a concluir a “reforma das leis da imigração, para dar mais rigor na entrada, para dar mais humanismo na integração, e para devolver a Portugal aquilo que o país perdeu nos últimos anos de governação socialista, o controlo das suas fronteiras”.
Considerando que “a esquerda e a geringonça deitaram mesmo o edifício todo abaixo”, o deputado argumentou que o atual Governo, “em menos de dois anos, reconstruiu o edifício por completo”.
“E esta reforma da lei do retorno dos imigrantes ilegais é mesmo a última pedra que faltava construir neste edifício e na reconstrução deste edifício. Se entra ilegal e está ilegal, tem que sair imediatamente de Portugal e regressar ao seu país de origem. É legal, é justo e é simples”, sustentou.
O deputado centrista defendeu também que “nunca, como até hoje, se reduziram tanto os impostos sobre o rendimento das famílias e das empresas” e também que “os últimos sinais dão mesmo esperança que será possível chegar a um acordo na concertação social” em relação à reforma laboral, mesmo “contra os desejos mais profundos da esquerda e da extrema-esquerda que querem que tudo fique rigorosamente na mesma”.
Na sua intervenção, Paulo Núncio disse ainda que o CDS exigiu “um esclarecimento cabal relativo à pensão atribuída a Mário Centeno pelo Banco de Portugal”, considerando que se trata de “uma situação escandalosa e muito pouco transparente”.
Com Agência Lusa.