Carlos Gonçalves é o novo Conselheiro Social da Embaixada de Portugal em França

0

O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, nomeou Carlos Gonçalves para o cargo de Conselheiro Técnico na Embaixada de Portugal em Paris, com responsabilidade na área social.

A nomeação entra em vigor a partir de 1 de abril, por um período de três anos, e foi publicada esta manhã no Diário da República. Carlos Gonçalves já desempenhou funções como Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas no XVI Governo Constitucional e foi Deputado à Assembleia da República pelo PSD em seis legislaturas.

Antes da sua eleição para o Parlamento português, exerceu funções como Técnico Superior no Consulado de Portugal em Nogent-sur-Marne, antes do seu encerramento. Após deixar o cargo de Deputado, integrou a equipa do Consulado-Geral de Portugal em Paris, onde trabalha atualmente.

A Embaixada de Portugal em Paris não contava com um Conselheiro Social, uma vez que o Governo anterior optou por designar um Conselheiro Social para o Consulado-Geral de Portugal em Paris, criando uma situação desigual em relação a outros postos consulares em França. O então Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, decidiu não renovar o contrato do Conselheiro Social do Consulado-Geral, Miguel Costa, e nomear Carlos Gonçalves para exercer essa função na Embaixada.

Residente há muitos anos em Ormesson-sur-Marne, na região parisiense, Carlos Gonçalves é licenciado em Geografia pela Universidade de Paris X e possui um DEA Pluridisciplinar em Geografia, Sociologia e Agronomia pela mesma instituição.

Enquanto Deputado, foi Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-França, membro da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE), da Assembleia Parlamentar do Mediterrâneo (APM) e da Assembleia Parlamentar Euro-Mediterrânica (APEM).

O seu percurso inclui ainda a eleição como membro da Assembleia Municipal de Vila Velha de Ródão, bem como funções de Secretário-Geral Adjunto e Presidente da Mesa da Assembleia do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).

Solidariedade. Mais uma prenda da Associação Sara Carreira

0

No passado mês de novembro, o pequeno Tiago Santana e a sua família receberam uma surpresa: a Associação Sara Carreira entregou uma carrinha adaptada que lhe permitirá uma melhor qualidade de vida.

Este momento representa a força da solidariedade e do apoio dentro da comunidade portuguesa. « Um enorme obrigado a todos que, de alguma forma, contribuíram para tornar este sonho realidade » referiu a associação.

Um agradecimento especial ao Fernando Rocha, ao Mapril Batista, e ao Tony e Mickael Carreira, cujo apoio fez toda a diferença. Juntos somos mais fortes e chegamos mais longe!

Vejo o video aqui.

Rádio Alfa

« Le fado est un espace où les gens se retrouvent, c’est sa vocation » selon Fiona French Fadista

Fiona French Fadista est une fadiste française installée à Lisbonne. Tombée sous le charme de ce patrimoine culturel immatériel en 2018, elle décide de s’immerger pleinement dans cet univers deux ans plus tard. Son objectif : repousser les limites du fado pour le rendre accessible au plus grand nombre.

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 20 février 2025 :

 

Son nom de scène, choisi en anglais, reflète sa volonté d’ouverture et de transmission d’un patrimoine parfois perçu comme hermétique. Fiona vient de sortir un nouvel album, Into Fado, disponible sur toutes les plateformes de streaming.

Fiona French Fadista
Fiona French Fadista

En plus de ses concerts à Lisbonne, Fiona French Fadista se produit fréquemment à Paris, avec une date prévue au Kibelé le 20 mai prochain. Toujours en quête d’innovation, elle explore de nouveaux formats comme les Tech Fado Dîners, où elle associe son parcours dans la tech’ à sa passion pour le Fado.

Didier Caramalho

Diogo Piçarra, Carolina Deslandes, Toy e Marco Rodrigues entre nomeados para prémios IPMA

Diogo Piçarra, Carolina Deslandes, Toy e Marco Rodrigues estão entre os artistas nomeados para os Prémios Internacionais de Música Portuguesa (IPMA, na sigla em inglês), que serão entregues em abril na cidade norte-americana de Providence.

Na 13.ª edição, os Internacional Portuguese Music Awards (IPMA) dividem-se em 11 categorias e incluem nomeados de sete países: Portugal, Estados Unidos, Canadá, Angola, França, Países Baixos e Reino Unidos, indicou a organização num comunicado enviado à Lusa.

Videoclipe Musical do Ano, Instrumental, World Music, Tradicional, Fado, RAP/Hip-Hop/Dança, Rock, Pop e Música Popular, Canção do Ano e Novo Talento são as categorias a concurso.

Na categoria de « Fado » concorrem apenas representantes de Portugal: Diogo Clemente, Beatriz Felício, Ana Margarida Prado e Marco Rodrigues; assim como na categoria « Música Popular »: Edmundo Inácio, 4 Mens, Quim dos Apitos e Toy.

Vargas Monteiro (EUA), Abiu Eduardo (Angola), Milhanas (Portugal) e Denis Mota (EUA) disputam a categoria « World Music » e Supa Squad (Portugal), Nick Souza (Canadá), Branko (Portugal) e Aragão (Portugal) a categoria « RAP/Hip-Hop/Dança ».

Em « Pop » concorrem Diogo Piçarra (Portugal), Sohayla Smith (Canadá), Carolina Deslandes (Portugal), Emily Nawrocki (EUA), Mackenzie Arromba (Canadá) e Marcy Brown (Países Baixos).

Já em « Tradicional » estarão em competição Joana Alegre&Elisa Rodrigues, Os Pêgas, Ana Bacalhau e Tiago Nacarato, todos de Portugal.

“Quicksand” – The Blues Emergency, realizado por Vincenzo Buggea (Canadá), “Amor de Ferro (ft. Pedro Abrunhosa)” – Diogo Piçarra, realizado por André Tentúgal (Portugal), “Overthinking” – TY Falcoa, realizado por Mitch Francis (EUA) e “Dois” – Fernando Daniel, com realização de Xander Da Silva (Portugal) disputam o « Videoclipe Musical do Ano ».

Para « Canção do Ano », estão em competição “Boys Don’t Cry” dos The Black Mamba, “Algo Mais” de Milhanas, “Chelas (ft. Gloria Groove)” de Sara Correia e “Imperial é Fino (ft. Cláudia Pascoal)” de Ana Bacalhau.

Marco Filipe Gomes Santos (Portugal), Marta Pereira da Costa (Portugal), Louis Simão&Carlos Bernardo (França) e TerraSul (Portugal) concorrem na categoria « Instrumental », e Nelson Sobral (Canadá), It Can Happen Again (EUA), Silva Lining Band (Portugal) e VAXXO (Canadá) disputam o prémio de « Rock ».

Por fim um prémio de 2.000 dólares (1.918 euros) será atribuído ao vencedor do « Novo Talento » dos IPMA, categoria que será disputada por Luizinho, dos Estados Unidos, e Serena Kaos, do Reino Unido.

A cerimónia de entrega dos prémios acontecerá em 12 de abril, no Centro de Artes Performativas de Providence, no estado de Rhode Island, e contará com atuações de artistas como Fernando Daniel, João Pedro Pais, Augusto Canário, Cremilda Medina, Jorge Silva, The Manic Boys and Girls Club e Tito Paris, segundo o comunicado divulgado pela organização.

Desde 2013, os IPMA têm vindo a reconhecer a música produzida por artistas de ascendência portuguesa de todo o mundo.

Quase 10% da população em Rhode Island tem origem portuguesa, sendo o português um dos idiomas mais falados nesse estado norte-americano.

Com Lusa

Remessas ultrapassaram os 4,3 mil milhões pela primeira vez em 2024 – BdP

As remessas dos emigrantes ultrapassaram os 4,3 mil milhões de euros pela primeira vez no ano passado, crescendo 4,4%, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal, com a Suíça a ser o maior mercado emissor.

De acordo com os dados do regulador financeiro português, os trabalhadores portugueses no estrangeiro enviaram 4.300,93 milhões de euros, mais 4,4% que os 4.119,76 milhões enviados em 2023, sendo que estes dois anos foram os primeiros em que as remessas ultrapassaram a fasquia dos quatro mil milhões de euros.

Desde 2013 que as remessas têm estado sempre acima de três mil milhões de euros por ano, mas entre 1998 e 2001 os valores também superaram essa barreira, descendo depois para entre dois e três mil milhões entre 2002 e 2012.

Os portugueses na Suíça foram os que enviaram mais remessas para Portugal, com o valor a subir 6,74% em 2024, para um total de 1.135,18 milhões de euros, um pouco acima dos emigrantes em França, que enviaram 1.108,96 milhões de euros, o que representa uma subida de 2,18% face ao valor enviado em 2023.

Em sentido inverso, os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram 845,7 milhões de euros para os seus países, o que representa uma subida de 5,7% face aos quase 800 milhões enviados no ano passado, e bem acima dos menos de 650 milhões de euros enviados em 2022.

As remessas dos trabalhadores estrangeiros em Portugal têm estado em franca subida, tendo aumentado 50% entre 2021 e 2024, e sempre acima dos 600 milhões desde 2022.

Como é habitual, o Brasil é o maior mercado emissor, com os trabalhadores brasileiros a enviarem 413,8 milhões de euros no ano passado, o que equivale a uma subida de 3,7% face a 2023, o que representa cerca de metade das verbas enviadas por todos os trabalhadores estrangeiros em Portugal para os seus países de origem.

No que diz respeito aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), Angola tem a maior fatia, com os angolanos a enviarem 34,2 milhões de euros, quase mais 30% do que no ano anterior, enquanto os cabo-verdianos enviaram 33,3 milhões de euros.

Já os portugueses a trabalhar em Angola enviaram 267,61 milhões de euros para Portugal no ano passado, valor que traduz uma descida de 14,8% face aos 314,09 milhões enviados em 2023, e representam também a grande maioria dos 276,73 milhões de euros enviados dos PALOP.

 

Com Agência Lusa.

Sporting empata em Dortmund e falha oitavos de final

O Sporting foi hoje eliminado da Liga dos Campeões em futebol, ao empatar a zero no reduto do Borussia Dortmund, em encontro da segunda mão do play-off de acesso aos oitavos de final.

Depois do desaire por 3-0 em Alvalade, os ‘leões’, muito desfalcados, nunca incomodaram os germânicos, que falharam algumas ocasiões, incluindo um penálti, quando, aos 59 minutos, Rui Silva parou o remate do guineense Guirassy.

Nos oitavos de final, em 04 ou 05 de março (primeira mão) e 11 ou 12 do mesmo mês (segunda), o Borussia Dortmund, campeão da Europa em 1996/97 e atual 11.º da Bundesliga, vai defrontar os franceses do Lille ou os ingleses do Aston Villa.

 

Com Agência Lusa.

Macron no parlamento recebido com honras de Estado mas sem discurso em plenário

O Presidente de França, Emmanuel Macron, será recebido na Assembleia da República, no próximo dia 27, com uma cerimónia solene de boas-vindas, com honras de Estado, mas sem a sessão antes prevista de discursos em plenário.

Esta mudança foi hoje comunicada pelo porta-voz da conferência de lideres, o deputado social-democrata Jorge Paulo Oliveira, justificada “por condicionamentos” inerentes ao programa “intenso” da visita de Estado a Portugal do Presidente francês.

“No dia 27 de fevereiro, teremos uma cerimónia solene de boas-vindas ao Presidente Francês Emmanuel Macron. Estamos a falar de uma cerimónia solene e não de uma sessão solene como estava inicialmente prevista”, começou por referir.

De acordo com o porta-voz da conferência de líderes, esta mudança deve-se “ao programa muito intenso do Presidente francês”.

“A cerimónia vai incluir diversos momentos, tendo honras de Estado, sessão de cumprimento no Salão Nobre da Assembleia da República e, também, o encontro com as delegações. Não tem intervenções”, completou.

Pelo programa inicial, estava previsto que o chefe de Estado francês encerrasse a sua presença no parlamento com um discurso em plenário. Antes, discursariam o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, e representantes de cada um dos grupos parlamentares.

“A diferença agora é que será transformada numa cerimónia solene de boas-vindas, que é uma modalidade que está prevista no Protocolo de Estado e adequada à receção de um Presidente de um Estado estrangeiro. Terá as honras habituais neste tipo de cerimónias, assim como uma sessão de cumprimentos no Salão Nobre e um encontro das delegações na Sala de Visitas do presidente da Assembleia da República”, reforçou.

Na história recente das relações franco-portuguesas, sempre que se realizou uma visita de Estado de um Presidente de França a Portugal houve também uma sessão solene com discursos na Assembleia da República. Tal aconteceu, com as visitas de Estado de François Mitterrand, Jacques Chirac, e Giscard d’Estaing.

 

Com Agência Lusa.

Zelensky vê Trump a « viver em bolha de desinformação »

O presidente ucraniano respondeu às críticas de Donald Trump e diz que o presidente norte-americano « vive numa bolha de desinformação ». Volodymyr Zelensky acusa ainda os Estados Unidos de « ajudarem Putin a sair do isolamento » global.

Depois de Donald Trump ter acusado falsamente Kiev de iniciar a guerra com a Rússia, o presidente da Ucrânia acusa o seu homólogo norte-americano de repetir a desinformação russa, afirmando que a Rússia “é dirigida por mentirosos patológicos”.

“Infelizmente, o presidente Trump, com todo o respeito por ele como líder de uma nação que respeitamos muito, está a viver numa bolha de desinformação”, disse Zelensky em conferência de imprensa esta quarta-feira, em Kiev.

Zelensky respondeu ainda às pressões de Trump para a realização de eleições, com o presidente norte-americano a repetir as dúvidas de Moscovo relativamente à legitimidade de Zelensky, alegando que o líder da Ucrânia tem uma taxa de aprovação de 4%.

« Nunca comento sobre índices de popularidade, especialmente meus ou de outros líderes”, disse Zelensky, salientando, no entanto, que a última sondagem mostra que 58% dos ucranianos confiam nele.

“Por isso, se alguém quiser substituir-me agora, isso não vai funcionar”, diz Zelensky.

EUA « ajudaram Putin a sair do isolamento »

Donald Trump criticou duramente o seu homólogo ucraniano, afirmando estar « desapontado » com o facto de Zelensky ter condenado a reunião entre Washington e Moscovo sem a presença de Kiev.

« Estou muito desapontado » com estas declarações, respondeu Donald Trump, insinuando de seguida que a Ucrânia é responsável pela guerra com a Rússia.

« Hoje ouvi dizer não fomos convidados. Bem, vocês [Ucrânia] estão lá há três anos. Deviam ter acabado com isto há três anos. Nunca o deviam ter começado », disse Trump, acrescentando que a Ucrânia “podia ter feito um acordo” para evitar a guerra.

Zelensky disse que, embora qualquer país tenha o direito de discutir questões bilaterais com a Arábia Saudita, o fato de os EUA terem mantido conversas diretas com a Rússia « ajudou Putin a sair de seu longo isolamento ».

“Isso não é positivo para a Ucrânia. O que acontece é que eles estão a tirar Putin do isolamento, e os russos estão felizes porque a discussão se concentra neles”, disse Zelensky.

O presidente ucraniano salienta que a Rússia continua a ser “a parte culpada” pelo início da guerra e defende que não se pode “encobrir” a sua responsabilidade.

“Podem pensar que se pode resolver tudo com acordos. É impossível. Ninguém na Ucrânia confia em Putin. Precisamos de garantias claras de segurança”, asseverou, reiterando que a NATO « é a garantia mais forte » para a Ucrânia.

“Queremos garantias de segurança este ano, queremos acabar com a guerra este ano”, apela Zelensky.
 
Moscovo, por sua vez, saúda as críticas de Trump a Zelensky, que apelida de “patético”. “Trump é um político completamente independente. Além disso, é uma pessoa habituada a falar francamente. Pessoas como ele geralmente não escondem o que pensam sobre indivíduos patéticos como Zelensky », disse o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, de acordo com a agência de notícias estatal russa Tass.
Com RTP.

Procurador-Geral acusa Bolsonaro de tentativa de golpe de Estado no Brasil

0

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado formalmente hoje pela Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil de liderar uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado no país após a derrota para atual chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições presidenciais de 2022.

Num comunicado, o procurador-geral da República do país, Paulo Gonet Branco, confirmou que encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncias contra o ex-presidente e outras 33 pessoas que teriam estimulado e realizado atos contra os Três Poderes e contra o Estado Democrático de Direito.

Com a acusação formalizada, caberá ao Supremo Tribunal Federal brasileiro decidir se Bolsonaro e os outros arguidos se tornarão réus e passarão a responder a um processo penal.

 

Com Agência Lusa.

Flash Info

Flash INFO

0:00
0:00
Advertising will end in 

Journal Desporto

0:00
0:00
Advertising will end in 

x